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Big data: falta objetividade, não tecnologia

O uso do Big data pode levar o relacionamento entre operadoras e clientes a um novo patamar. Fornecedores concordam com isso, mas alertam: o grande obstáculo não é a tecnologia. De acordo com Rodolfo Eschenbach, da Accenture, o uso de Big data trará duas grandes vantagens para as operadoras: proatividade, com a antecipação das necessidades do usuário; e individualização do atendimento, de acordo com o perfil do usuário. “Ainda estamos muito longe disso”, disse.

Para o executivo, o desafio a ser enfrentado pelas empresas não está na tecnologia, mas em fatores como mão de obra qualificada para tratar e analisar as informações e na formação de um caso de negócio. “É preciso ter um propósito de negócio que direcione as iniciativas de Big data. Sem esse propósito, as ações ficam perdidas”, afirmou.

Leandro Andrade, da IBM, concorda. “O Big data é uma evolução do antigo data warehouse, mas é preciso definir que propósito de negócio ele vai atender”, defendeu, lembrando que a empresa que apostar em Big data deve ter claro por onde vai começar e que objetivos de negócio ela vai atender.

Para isso, é preciso levar em conta o novo perfil do cliente. Nelson Wang, da Amdocs, lembra que o comportamento do usuário mudou muito ao longo dos últimos anos. “Há 20 anos o cliente era um telefone. Hoje ele é o telefone, a TV por assinatura, a internet, as redes sociais. O usuário é muito mais complexo e quer ser tratado de forma simples e imediatamente”, afirmou.

“A palavra chave é foco”, disse Sandro Tavares, da Nokia, para quem o mercado conta com uma tecnologia poderosa, mas ainda precisa definir em que pontos do negócio ela será aplicada. “Só a partir daí é que deveremos desenvolver as ferramentas certas para fazer uso da tecnologia”, acrescentou.

Fonte: Convergência Digital

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BYOD, Internet das Coisas e biometria desafiam a TI

As vulnerabilidades desafiam os líderes de TI e começam a pressionar os gestores de negócios. Uma pesquisa, conduzida pela LightspeedGMI, a pedido da Fortinet, revela que 90% dos CIOs e CTOs acreditam que o trabalho de manter suas empresas seguras está se tornando cada vez mais difícil. O estudo contou com respostas de profissionais de TI do Brasil, Colômbia e México.

O levantamento mostra que a pressão da diretoria cresceu nos últimos 12 meses. Dentre os tomadores de decisão de TI que registraram sofrer maior pressão, 63% admitem abandonar ou adiar pelo menos uma nova iniciativa de negócios por causa de preocupações de segurança da Tecnologia.

A internet das coisas (IOT) e a biometria (97%), assim como a mobilidade dos empregados /BYOD e a crescente complexidade de ameaças (ambos 95%) representam o maior desafio para líderes. As respostas brasileiras são mais altas do que as médias percentuais globais, que são de 88% para ambas variáveis.

Segundo ainda a pesquisa, a maioria dos tomadores de decisão já sofreu algum tipo de ataque, aumentando a preocupação com a privacidade dos dados e com iniciativas de proteção de big data em 94% para ambos. Em grande parte dos casos, isso significou novos investimentos em segurança de TI. As vulnerabilidades têm sido a dor de cabeça desses gestores.

Fonte: Convergência Digital

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Dez previsões para a área de TI nos próximos anos, segundo o Gartner

Wearables, algoritmos, máquinas inteligentes, impressão 3D e outras tecnologias disruptivas que definirão o futuro dos negócios e impactarão diretamente no papel da TI

O Gartner revelou suas principais previsões para o setor de Tecnologia da Informação (TI) em 2015 e nos próximos anos. As tendências apontadas pelo instituto de pesquisas indicam uma mudança nas antigas relações entre o homem e a máquina devido ao surgimento de negócios digitais.

“Há algum tempo registramos mudanças em curso nos papéis que as máquinas desempenham em nossas vidas”, comenta Daryl Plummer, vice-presidente e analista do Gartner. “Máquinas baseadas em computação serão agora usadas para experiências que ampliam os esforços humanos. Elas assumem características mais humanas e criam um relacionamento mais personalizado com os seres humanos”, completa. Segundo ele, esse cenário mostra que, em um futuro próximo, máquinas e seres humanos serão colegas de trabalho e, possivelmente, até mesmo codependentes.

Veja abaixo dez previsões do Gartner para os próximos anos.

1) Em 2018, negócios digitais vão demandar 50% menos trabalhadores focados em processos de negócios e 500% mais profissionais para tarefas-chave de negócios digitais em comparação com modelos tradicionais

No final de 2016, 50% das iniciativas de transformação digitais serão incontroláveis devido à falta de competências de gestão de portfólio, levando a uma perda de market share por parte das empresas. A rápida evolução das mídias sociais e de tecnologias móveis vão conduzir o comportamento do consumidor. Essas tendências vão mudar significativamente a forma como vivemos. Por exemplo, geladeiras vai solicitar alimentos assim que eles acabaram, robôs vão recolher os mantimentos e drones vão entregá-los em sua casa, eliminando a necessidade de funcionários em supermercado e motoristas para entrega. O novo ambiente de negócios digital irá mudar profundamente os processos de negócios.

2) Em 2017, um negócio digital disruptivo será criado a partir de um algoritmo de computador

Até 2015, a previsão do Gartner é a de que as ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) mais valorizadas envolverão empresas que combinam mercados digitais com logística física para desafiar ecossistemas empresariais legado físicos.

A economia mundial tornou-se madura para a disrupção digital, como evidenciado por empresas como Uber e Airbnb, que estão interrompendo o transporte terrestre e hotéis, respectivamente. Uma vez que tais companhias apresentam efeitos de rede (ou seja, seu valor aumenta a cada novo participante) tendem a formar monopólios naturais, mas são desafiadas por uma dinâmica de regulação e de um mercado complexo.

3) Em 2018, o custo total de propriedade para as operações de negócios será reduzido em 30% com o apoio de máquinas inteligentes e serviços industrializados

De acordo com o Gartner, em 2015, haverá mais de 40 fornecedores com ofertas de serviços gerenciados disponíveis no mercado, aproveitando máquinas inteligentes e serviços industrializados.

Consumidores querem obter melhores produtos e serviços a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer canal. Esse quadro está alimentando a revolução de negócios digitais. Os processos de negócio e de toda a cadeia de valor vão mudar de um paradigma baseado em trabalho e habilitado para a tecnologia para um modelo baseado no digital e habilitado para o humano.

Máquinas inteligentes não vão substituir os seres humanos, já que pessoas são fundamentais para a interpretação de resultados digitais. A preferência dos consumidores será pelo mundo digital. Por isso, empresas vão direcionar esforços para melhorar a experiência do cliente por meio da simplificação e da automatização. Processos também serão mais inteligentes, minimizando intervenções manuais e permitindo ao consumidor o autoatendimento.

4) Em 2020, a expectativa de vida em todo o mundo vai aumentar meio ano devido à adoção generalizada da tecnologia de monitoramento de saúde sem fio

Em 2017, acredita o Gartner, os custos com cuidados para diabéticos vão cair 10% a partir do uso de smartphones.

Monitores wearables vão sustentar essa promessa. Hoje, uma pulseira simples pode colher dados sobre batimento cardíaco, temperatura, entre outros. Monitoramento cardíaco sem fio, camisas inteligentes e sensores em acessórios prometem ter mais precisão. O Gartner espera que dados de dispositivos de monitoramento remoto forneçam informações valiosas para pacientes e médicos.

6) Em três anos, 50% da receita do comércio digital dos EUA virá do mobile

A curto prazo, isso significa que o pagamento móvel ganhará impulso em 2015, juntamente com a expansão do mobile commerce – que será motivada em grande parte pela entrada do sistema de pagamento mobile Apple Pay no mercado, bem como outros concorrentes, e pela ampliação dos esforços do Google para aumentar a adoção do Google Wallet, baseado em NFC.

O fato é que os dispositivos móveis serão cada vez mais utilizados para a realização de transações à medida que fabricantes e desenvolvedores de aplicações consigam aperfeiçoar questões de usabilidade, funcionalidade e segurança. Por sua vez, provedores de serviços e varejistas deverão ser capazes de oferecer experiências de compra conectadas, independente do canal escolhido.

7) Em 2017, cerca de 70% dos modelos de negócios digitais bem-sucedidos serão baseados em processos flexíveis o suficiente para se adequarem conforme as necessidades dos clientes mudam

Até o fim do próximo ano, 5% das organizações de todo mundo desenharão processos flexíveis que irão garantir vantagem competitiva, estima o Gartner. Esses processos instáveis e capazes de serem manobrados facilmente, como descreve a consultoria, serão criados para se ajustarem às necessidades dos consumidores de maneira ágil. Eles são fundamentais para apoiar interações imprevisíveis do consumidor que, por sua vez, exigem a tomada de decisões para capacitar a continuidade dos processos mais rígidos. Isso contribuirá para a criação de uma organização capaz de mudar de maneira mais fluida para alcançar o sucesso do negócio digital.

8)  Em três anos, metade dos investimentos em produtos de consumo será redirecionado para inovações na experiência do consumidor  

O Gartner aponta que já no fim do próximo ano metade dos produtos tradicionais de consumo terão extensões digitais nativas. A competividade, que antes era definida por vantagens oferecidas em produtos e serviços tradicionais, hoje é decidida pela experiência de consumo ofertada. No mercado de produtos de consumo essa pressão é ainda maior, já que hoje consumidores conseguem acesso a informações sobre produtos e preços de commodities de maneira muito fácil, prejudicando a fidelidade à marca. Considerando que não faltam alternativas concorrentes e que a inovação dos produtos está sujeita à maior comoditização, inovar na experiência oferecida ao cliente será a chave para garantir fidelidade.

9) Em 2017, quase 20% dos bens duráveis ??oferecidos por varejistas on-line vão usar impressão 3D para criar ofertas personalizadas de produtos  

Em alternativa a processos fabris tradicionais, a impressão 3D permite a entrega de produtos mais personalizados e customizados com mais agilidade. O recurso já apresenta profundo impacto sobre a ativação de startups, especialmente no que diz respeito à redução dos custos de infraestrutura. É um novo sistema de negócio que exige uma cultura corporativa capaz de suportar produtos com outras conformidades, capacidades de criar novos escritórios “concierge”, back office de TI e operações.

10) Em 2020, as empresas de varejo que utilizam mensagens direcionadas combinadas com sistemas de posicionamento internos (IPS) aumentarão as vendas em 5%

Segundo o Gartner, até 2016 veremos um aumento no número de ofertas dos varejistas baseadas na localização do cliente e no tempo de permanência deles na loja. O marketing digital aposta cada vez mais em publicidade móvel e análises avançadas para aproveitar as oportunidades trazidas pelo aumento do uso de dispositivos móveis. Hoje é possível criar anúncios altamente direcionados com base em compras recentes, hábitos de compra, cidade de residência e interesses. Nesse contexto, a localização atual do cliente é um das mais importantes pistas, mas que ainda tem sido pouco aproveitada.

À medida que sistemas de posicionamento internos (como beacons) se popularizam, os profissionais de marketing vão direcionar cada vez mais suas ações pela localização do cliente na loja. Além disso, o IPS presente dentro dos dispositivos móveis mais recentes permitirá identificar a localização para enviar sugestões por meio de anúncios e mensagens direcionadas.

Fonte: IT Forum 365

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A hora e a vez da TI ‘oportunista’

Cada vez mais, TI é um componente-chave para todas as iniciativas de negócios e os gestores de Tecnologia precisam repensar o seu modelo de trabalho, sustenta o Gartner.

Segundo a consultoria, os CIOs devem trabalhar com executivos de negócios e com o CFO a fim de garantir que a contribuição crítica de TI seja incorporada desde cedo no planejamento estratégico e nos processos de planejamento de orçamento das corporações.

“No passado, considerações sobre o uso de TI para dar suporte aos negócios vinham muito tempo depois das estratégias e iniciativas estratégicas para o período seguinte terem sido projetadas e sancionadas pela alta gerência,” diz Cassio Dreyfuss, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

“Com o passar do tempo, a TI deixou de ser uma ferramenta de suporte para ser uma ferramenta de capacitação e criação de negócios. O CIO foi desafiado a adotar um perfil mais relevante e se engajar ostensivamente em oportunidades para influenciar as decisões de TI nos orçamentos de negócios da empresa”, acrescenta o executivo.

O melhor caminho para a nova gestão é adotar a TI ‘bimodal’. No conceito, a “TI de classe empresarial”, responsável por entregar serviços de TI eficientes, com altos níveis de excelência e confiabilidade; a outra, a “TI oportunista”, pronta para aproveitar novas oportunidades, com a criação de novos modelos de negócio.

Uma “TI de classe empresarial” suporta um ambiente de negócios evolutivo, ao passo que a “TI oportunista” suporta um ambiente de negócios ágil e flexível.  A organização de TI está em uma posição de se envolver de forma ampla e intensa com as decisões de orçamento. Ela traz perspectivas-chave à discussão:

– Arquitetura de informação – Conhecimento da informação que é utilizada na empresa, quem usa qual informação, quando, como e com que objetivo.

– Redes de processos de negócio – Conhecimento dos processos da empresa, de ponta a ponta, suas regras e dinâmicas, quem os executa, quando, como e com qual objetivo.

– Infraestrutura das operações: Domínio de como executar todos os processos e entregar todas as informações, seus ciclos, suas exigências de integração e todas as interfaces com as pessoas.

– Cenário da tecnologia: Perspectiva abrangente e qualificada do cenário da tecnologia e sua evolução, e os recursos, oportunidades, desafios, riscos e os aspectos econômicos das ferramentas de TI.

Fonte: Convergência Digital

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Carreira em TI, por onde seguir?

Não importa em qual estágio você esteja na carreira de TI. Com novas tecnologias batendo a todo instante em nossa porta, decisões como “por onde seguir” e “onde se encontrar” são inevitáveis

A carreira em TI tem um leque enorme de opções e costuma atrair muitos profissionais em busca de altos ganhos. Porém, poucos se atentam à grande jornada de empenho, dedicação e discernimento até conquistar o sucesso e reconhecimento que os fazem chegar a esses salários de encher os olhos.

Sempre digo que a vida em TI é uma grande ampulheta, onde você conhece genericamente vários fatores da área como infraestrutura, desenvolvimento, projetos e telecomunicações. Após se identificar com uma das áreas, você adentra mais um nível naquela vertente que escolher: tornar-se especialista. Sim, pois após conhecer de forma geral, você precisa se aprofundar em algo, ser conhecedor, pois não há como ser generalista nesse segundo estágio.

Essa segunda etapa, que comparo ao afunilamento da ampulheta, deve ser muito bem avaliada. A escolha por essa especialização deve ser muito bem alinhada ao seu talento ou algo que se identifique. Não caia na sabotagem do “vou por esse lado porque dá dinheiro…”. Se você se identifica e gosta da área, fará um bom trabalho e o dinheiro passará a ser consequência. Conversar com pessoas que já estão na área ou no cargo que almeja, pode te esclarecer muito sobre a real prática da descrição da função.

Outra dica que sempre dou em minhas palestras é olhar o “skill” necessário para o que você está buscando e se realmente acredita ter o perfil. Um exemplo são os programadores. Geralmente esses profissionais são pessoas introspectivas e analíticas, pois a programação requer concentração e uma interação mais homem-máquina. Outro exemplo, já na área de infraestrutura como suporte, a comunicação e didática de forma simples fazem com que você possa exercer essa função com maior facilidade, caso tenha mais afinidade com pessoas.

Outro fator que requer grande atenção, independente da área que você escolher seguir ou se especializar, é ser inquieto. Busque sempre conhecimento e maneiras de fazer algo diferente, mais rápido e melhor. Reinvente-se, pois o que é novo hoje pode não ser amanhã e será facilmente substituído. Precisamos acompanhar essa evolução quase que desenfreada para não ficarmos para trás.

Ser um especialista é o primeiro caminho para a gestão. Gerindo sistemas, infraestrutura e os projetos que a eles cabem, podendo inclusive liderá-los, faz com que você possa ter os contatos com a equipe do projeto, bem como garantir que todos executem as tarefas no prazo devido e com excelência. É neste estágio que você consegue saber se prefere ser um gestor ou um liderado no futuro, a partir da sua aptidão de gestão de tarefas, projetos e pessoas (mas isso é assunto para outro artigo).

Nesse momento de buscar a gestão, você sai da parte estreita da ampulheta e volta a abrir seus conhecimentos de forma macro e mais abrangente. Porém, falando de forma geral, com conhecimento de causa pela experiência adquirida, direcionando a equipe para uma evolução contínua e equilibrada, pois o conhecimento técnico para a execução a equipe terá, só precisa de alguém para auxiliá-los no caminho. E esse é um dos atributos do gestor: direcionar a equipe para o bem estar diário, para uma execução de qualidade.

Fonte: Aministradores

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Mobilidade mudará hábitos de compra

O acesso à internet móvel leva o varejo para as mãos do consumidor e transforma o celular em um canal de vendas dotado de eficiente ferramenta de marketing

SÃO PAULO – O principal atrativo do comércio eletrônico é permitir que as compras sejam feitas de casa, ou do escritório, sem que o consumidor precise enfrentar filas, trânsito ou carregar pacotes. Com a evolução da mobilidade, o conforto fica ainda maior. As lojas eletrônicas estão ao alcance das mãos. Os clientes podem tirar o aparelho móvel do bolso (ou da bolsa) e realizar suas compras no momento em que quiserem e onde estiverem.

Tudo fica imediato. Imagine chegar em uma loja de sapatos, escolher um par e verificar que o seu tamanho acabou. Pelo celular, no e-commerce da marca, o modelo está disponível e pronto para a venda. Basta realizar a transação pelo dispositivo móvel. Os mais conectados podem, ainda, compartilhar a aquisição na rede social. “A integração com os dispositivos móveis vai mudar o comércio eletrônico brasileiro”, destaca Pedro Guasti, diretor-executivo da consultoria E-bit.

Segundo o Relatório Web-Shoppers, elaborado pela E-bit, o comércio móvel (ou m-commerce) já responde por 7% do volume de transações do e-commerce no Brasil. O potencial de crescimento, destaca Guasti, é grande. Par se ter uma ideia, nos Estados Unidos as compras realizadas por esses dispositivos respondem por 20% do movimento digital.

Marketing direto

Os varejistas poderão também adotar o celular como instrumento de marketing e, a partir de recursos de geolocalização,”fazer uma oferta de um produto que o consumidor pesquisou, mas não concluiu a venda na internet, quando ele passar perto da loja”, explica Guasti. Para o varejo local, a localização do cliente é uma informação valiosa. Um restaurante pode mandar oferta especial para o celular de quem estiver nas imediações na hora do almoço.

No m-commerce, as vendas tiveram um expressivo aumento de participação no total do e-commerce, subindo de 3,6% (junho/2013) para 7% (junho/2014), o que representou um crescimento de 84% em um ano. A previsão da E-bit é de chegar próximo aos 10% em dezembro/2014.

O faturamento das transações realizadas por dispositivos móveis mais que dobrou no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2013, somando R$ 1,13 bilhão – diante dos R$ 560 milhões do ano passado, uma variação de 102%. Foram 2,9 milhões de pedidos.

A pesquisa mostrou que 57% dos m-consumidores são mulheres, sendo a maior parte na faixa etária entre 35 e 49 anos (39%). Os consumidores das classes A e B respondem por 64% dos participantes do m-commerce.

Base de clientes

Se depender do gosto do brasileiro pela mobilidade, o avanço do m-commerce está garantido. Em agosto deste ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 277,3 milhões de dispositivos móveis instalados no Brasil – 45% desses aparelhos possuem conexão à banda larga móvel. No segmento de mobilidade, os especialistas observam uma rápida migração dos telefones comuns para os inteligentes – os smartphones. Segundo a consultoria IDC, os brasileiros adquiriram 35,6 milhões de smartphones no ano passado. Para 2014, espera-se que as vendas superem os 50 milhões de dispositivos inteligentes.

Pagamento móvel

O uso do celular como meio de pagamento também precisa evoluir para a consolidação do m-commerce no Brasil. O aparelho tem o potencial de funcionar como uma carteira eletrônica (função débito) ou como cartão de crédito – neste caso, as vendas podem ser debitadas na conta telefônica. As aplicações são inúmeras. O consumidor pode fazer a leitura dos códigos de barras dos produtos que adquiriu no supermercado e pagar com crédito do celular, ou enviar a conta para ser paga na fatura mensal de telecomunicações, por exemplo.

No ano passado, o governo federal publicou medida provisória para regulamentar o sistema de pagamentos móveis no Brasil, ampliando a supervisão do Banco Central sobre as entidades envolvidas. A medida motivou a parceria entre operadoras de telecomunicações e instituições financeiras para a criação de produtos financeiros voltados para transações móveis.

Fonte: DCI

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Cresce confiança no m-commerce

Um estudo realizado recentemente pela Pagtel mostra que os brasileiros estão cada vez mais confiantes em realizar compras por meio de dispositivos móveis. A pesquisa, intitulada “Brasileiros e o M-Commerce”, mostra como esse mercado está em fase de crescimento no País e quais suas principais características.

O percentual de consumidores que afirmaram já ter realizado alguma compra por meio de algum dispositivo móvel avançou de 2013 para 2014. Neste ano, quase 70% dos entrevistados já realizaram alguma compra pelo celular ou tablet, enquanto que em 2013 esse percentual era de 57%.

Entre os que já realizaram compras mobile, 60% utilizaram os sites da loja, 37% compraram por meio de serviços intermediários (Paypal, Buscapé e PagSeguro), 32% utilizaram as lojas de aplicativos (Google Play e Apple Store), 24% optaram por apps de compra e 10% por meio de SMS (conteúdo sobre futebol, horóscopo, etc.).
O computador ainda é o dispositivo preferido para a realização de compras não presenciais. Enquanto 92% afirmaram realizar, com alguma frequência, operações por meio de PCs, 26% dizem fazer o mesmo por meio de celulares, enquanto 21% usam os tablets.

Um dado curioso é que enquanto 79% dos entrevistados utilizam o computador para acessar o internet banking, 54% acessam bancos por meio de smartphones e 22% por meio de tablets. “As pessoas estão pouco a pouco se acostumando a utilizar o celular para realizar transações financeiras e, da mesma forma que o internet banking ajudou na proliferação do e-commerce, o acesso de bancos por meio de aplicativos móveis irá ajudar na disseminação do m-commerce”, afirma Felipe Lessa, diretor de Produtos e Marketing da Pagtel.

Segurança

Segundo Fernando Hasil, gerente de Negócios da Mobi.life, o número de consumidores que aproveitam a comodidade e já confiam na segurança do mobile vem crescendo gradativamente. “O proprietário de loja online que quer crescer suas vendas deve se preparar para o m-commerce, garantindo a segurança e a configuração necessária”, acrescenta.

Entre os fatores que fazem os usuários se sentirem mais seguros na hora de uma compra mobile estão a confiança na marca do site, aplicativo ou loja de aplicativo (80%), as formas de pagamentos aceitas (56%), termos de segurança publicados no site ou app (47%), comentários de outros usuários (39%), digitação de senha pessoal (37%), reconhecimento biométrico (20%), reconhecimento visual por imagem (15%) e reconhecimento por voz (12%).

Mobile marketing

Em geral, as propagandas mobile são mais criticadas do que elogiadas. Mensagens de voz é o tipo menos bem visto (88% não aprovam a mensagem recebida), seguido por banners em jogos (74% desaprovam) e banner em aplicativo (70% não apreciam o conteúdo).

Entre os principais pontos de desaprovação das campanhas mobile estão: propaganda não autorizada pelo usuário, sobretudo para SMS; conteúdo desinteressante; sensação de invasão; alta frequência de recebimento de mensagens, insegurança em relação a vírus e hackeamento, especialmente em banners.

O estudo ainda pontuou que banner em sites é o tipo de propaganda que mais gera engajamento em dispositivos móveis, com 56% das pessoas já tendo clicado na propaganda, interessado pelo produto ou serviço (55%), entrado no site do anunciante (54%) ou mesmo, buscado informações sobre o item anunciado (50%).

Fonte: Decision Report

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O que gestores de TI devem saber sobre monitoramento de segurança

Alguns CIOs ainda têm dificuldade em implantar uma estratégia focada nos negócios. Veja orientações de especialista sobre como gerenciar riscos nessa área.

Qualquer organização está submetida, voluntariamente ou não, a uma série de riscos vinculados à segurança da tecnologia da informação. Estes riscos estão associados aos ativos, ou seja, qualquer coisa que tenha valor para a organização (informação, software, o próprio computador, serviços, as pessoas, entre outros).

s ativos, por sua vez, estão sujeitos às vulnerabilidades – fraquezas que podem permitir que um atacante reduza ou elimine por completo a garantia de segurança. Se explorada, uma vulnerabilidade pode permitir a ação de ameaças, causa potencial de um incidente indesejado e que pode resultar em danos a um sistema ou toda uma organização.

No mundo real, uma forma de organizar os ativos é classificá-los em pelo menos cinco pilares: usuários, dispositivos, sistemas, informações e infraestrutura, sendo que cada classe possui vulnerabilidades e ameaças associadas.

Sem a proteção adequada, tais ameaças podem causar a quebra dos princípios básicos da segurança como confidencialidade, integridade e disponibilidade. E não tenha dúvida que se um desses princípios for afetado, as organizações sofrerão algum tipo de impacto nos negócios, de nível alto, médio ou baixo, e cada um implicará em contramedidas, visando a proteção do ativo.

As ameaças não trabalham somente 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano, mas se reinventam de forma exponencial. Desta forma, como afirmar que uma organização com recursos escassos, falta de mão de obra qualificada, orçamento reduzido e desafios de entrega crescentes e complexos, que requerem mais foco e entendimento do negócio por parte da TI, consiga gerenciar adequadamente a segurança? É preciso quebrar alguns paradigmas.

Com a análise do comportamento de algumas empresas é possível entender o dilema:

Comportamento 1
Algumas companhias são resistentes quando o assunto é implantar uma estratégia que permita focar no seu negócio.

Ao trazer à tona a complexidade de administrar o que não se conhece profundamente, percebo que as companhias pensam em agir na mesma rapidez, mas logo são convencidas de manter um modelo tradicional que não evolui e não garante a escalabilidade necessária.

Neste caso, as empresas preferem continuar com a falsa sensação de segurança até que seu modelo seja colocado à prova. Por outro lado, a insegurança do profissional de TI em se movimentar para o pensamento estratégico, muitas vezes faz com que ocorra a manutenção de um modelo ultrapassado.

Para sair da miopia, é necessário um aprofundamento maior dos riscos que a organização está correndo. Certamente uma opinião neutra e isenta é sempre bem-vinda.

Comportamento 2
Algumas companhias estão alinhadas e antenadas com as melhores práticas e métodos. Têm o desejo e, em muitos casos, o poder de compra adequado para sanar, neutralizar e até mesmo eliminar uma série de ameaças.

No entanto, não possuem capacidade de entrega, parecem “acumuladores” de tecnologias e desperdiçam recursos financeiros que poderiam estar alocados na geração de receita, além do tempo dos profissionais que poderiam estar focados em questões mais estratégicas.

Neste caso, fugir do modismo tecnológico é um grande desafio, pois não faltam soluções no mercado, algumas com maior serenidade e outras nem tanto. Nesta onda, encontramos profissionais que não estão atentos às armadilhas e se aventuram em consumir recursos para a organização, que podem acabar se tornando um grande entulho tecnológico e não contribuir em nada com o avanço do negócio.

Comportamento 3
Algumas empresas adotam princípios claros de governança corporativa e os utilizam para trazer à realidade questões realmente estratégicas. Neste caso, geralmente é adotada uma postura madura na escolha da alocação dos recursos financeiros, humanos e tecnológicos, direcionando-os não apenas para uma resposta mais efetiva aos desafios diários, mas também para alçar novos voos alinhados às estratégias de negócios.

Aqui a organização já compreende a necessidade de escalar a resolução de problemas que minam suas energias. Vencido o medo e a insegurança frente à transição de modelos tradicionais ou de “acumuladores” de tecnologia, é possível abrir um novo horizonte, onde o ganho é inevitável e rapidamente percebido não apenas pela organização, mas também por aqueles que agora ganham tempo para fazer parte e estar mais próximo da visão de negócio.

O fato é que na perspectiva de um CIO, mesmo com tantos objetivos estratégicos à sua frente, a mitigação dos riscos relacionados à segurança não pode passar despercebida. Uma vez que o profissional compreende as ameaças que colocam em xeque-mate a sua imagem e liderança, é esperada uma reflexão positiva a respeito do assunto e que o resultado seja refletido em ações. 

Ter uma monitoração proativa de segurança em tempo real 24x7x365 dias, com visibilidade holística do desempenho, disponibilidade e segurança do ambiente de TI, sem desperdiçar recursos e principalmente sem distrações que possam interferir nos objetivos de negócios, é essencial.

Fonte: Computer World

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Brasil: só 8% das empresas assumem usar cloud

Apesar do crescente do uso de redes sociais e mensagens instantâneas (SMS, e-mail, WhtasApp etc.) no ambiente corporativo no Brasil, a maioria das empresas ainda prefere o telefone para estabelecer comunicação com clientes e fornecedores. Para 80% delas, as ligações telefônicas são consideradas o canal de comunicação prioritário. Entre essas corporações, 68% informaram que usam voz como principal meio de comunicação com clientes, enquanto 77% priorizam o canal via voz no relacionamento com fornecedores.

O levantamento, contratado pela Embratel e feito pelo portal Teleco com 400 empresas brasileiras em cinco capitais do país, mostra ainda que há muito por crescer em computação em nuvem. Os serviços de cloud estão presentes em apenas 8% das empresas. O uso deles é direcionado, principalmente, para aplicações de segurança, armazenamento e backup. Questionados para o uso da nuvem mais efetivo, a maioria das empresas não considera o e-mail como um serviço em Cloud, o que elevaria esse percentual. Porém, a análise geral dos serviços na Nuvem demonstra tendência de aumento nos próximos anos.

Com relação à comunicação, 13% das empresas afirmam integrar diferentes canais como voz fixa, voz móvel, mensagens, conferência na web e videoconferência. A preferência do ambiente corporativo é comprovada com o aumento da base de clientes de telefonia, fixa e móvel, e uma crescente pluralidade de planos.

Na categoria ferramenta de colaboração, o e-mail surge como primeira opção em 84% das corporações. Mas o SMS ainda tem seu espaço. Mesmo pressionado pelos serviços de OTTs (provedores Over The Top, que usam a rede internet) como WhatsApp, o SMS surge como segundo colocado nas empresas, é o mais utilizado em 45% delas.

A mobilidade também é uma tendência. Há um aumento do uso de dispositivos móveis –como tabletes e celulares–, forçando as empresas a aderir ao movimento BYOD (Bring Your Own Device). Em 58% das empresas, os funcionários podem levar para o ambiente de trabalho seus equipamentos pessoais.

Os dados fazem parte da pesquisa “A Conectividade das Empresas Brasileiras”, que analisou estruturas de TI e Telecom de 400 empresas, de diferentes portes, em cinco capitais brasileiras. O estudo, que analisou o nível de conectividade e o uso de tecnologia pelas empresas brasileiras, foi desenvolvido pela Embratel em parceria com a Teleco. Marcello Miguel, diretor executivo da Embratel, diz que a pesquisa avaliou a adoção de dispositivos de transmissão de Dados, Internet, Voz e Mobilidade pelas companhias brasileiras, bem como suas estruturas de TI e de Telecom.

No quesito infraestrutura houve um aumento da modernização. A conexão fixa está presente em 94% das empresas, e 85% dos pesquisados possuem conexão Banda Larga. A velocidade média contratada por essas empresas tende a crescer com a ampliação das ofertas e redução dos custos.

Serviços de segurança estão presentes em 45% das empresas pesquisadas, e a maioria manifestou interesse em conhecer novos serviços de proteção. Na área de Data Center, 64% das empresas consultadas ainda utilizam servidores internos. Pequenas e médias empresas não possuem políticas de proteção de dados, e 23% dos entrevistados armazenam informações nos computadores dos próprios funcionários.

“Apesquisa foi realizada com profissionais responsáveis pelas áreas de TI e Telecom (TIC) de empresas de diversos portes, localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife. A escolha dessas localidades foi feita com base em uma metodologia especial para refletir, com margem mínima de erro, a opinião nacional das empresas sobre o uso de sistemas”, diz Eduardo Tude, presidente da Teleco.

O levantamento analisou as seguintes categorias: Canal de comunicação mais utilizado; Comunicação por Voz; Comunicação por Mensagens; Dispositivos para conexão de dados; Infraestrutura para conexão de dados; Cloud e Armazenamento de Informações, e Redes Sociais e Internet.

Fonte: Convergência Digital

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3 mitos sobre o futuro da TI

Líderes de TI precisam superar os mitos que podem prejudicar a reputação da área

Profissionais de tecnologia da informação já sabem que TI é fonte de inovação e vantagem competitiva. A área de negócios também precisam ver TI sob essa óptica, mas, atualmente, existem muitos mitos distorcendo a percepção pública da TI. Veja abaixo três mitos que vão convencer o mundo de negócios de que a TI é realmente indispensável.

1. BYOD é uma bagunça criada pelos funcionários 
Falso! O movimento bring your own device (BYOD) foi criado pela TI. Como? Quando os departamentos de TI não conseguiram atender às demandas dos colaboradores em relação à adoção de dispositivos e serviços móveis, eles começaram a procurar por fornecedores externos. 

Na verdade, esse desafio se arrasta por pelo menos dez anos, quando as pessoas começaram a levar o BlackBerry para o escritório. Funcionários tentaram burlar os departamentos de TI, porque esse caminho parecia mais rápido do que esperar pela área para fornecer serviços de telefonia móvel. O trabalho da TI é se posicionar à frente das tendências tecnológicas e abordar o seu impacto sobre os processos no quesito segurança de dados.

2. Catálogos de serviços demonstram um bom serviço 
Não. Catálogos de serviços não garantem um bom serviço, nem compensam anos de serviço de má qualidade. Quando os departamentos de TI criam catálogos de serviços, algumas vezes esquecem que o “lançamento” do catálogo requer divulgação. Os usuários finais muitas vezes não têm ideia do que está no catálogo, e eles não querem perder tempo lendo o documento. Alguns departamentos recebem e-mails solicitando redefinições de senha quando os usuários podem simplesmente acionar o catálogo e alterá-la. 

A TI é responsável pela comercialização e venda dos seus serviços. Como as empresas de tecnologia têm descoberto, você não pode liberar recursos e esperar a adoção. É preciso notificar a todos sobre as capacidades e os valores para os negócios.

3. Boas métricas de serviços = bom serviço
É um mito que a resolução do problema no primeiro contato e volumes elevados de incidência são sinais de um serviço excepcional. Eles podem dizer o contrário. Resolução no primeiro contato não significa necessariamente que o cliente estava satisfeito com o serviço ou que a solução foi eficaz.
 
Mas porque essa métrica são, muitas vezes, colocadas em um pedestal, os departamentos de TI se sentem pressionados a resolver uma reclamação enquanto o cliente está ao telefone ou enviando uma mensagem instantânea. 
 
Da mesma forma, um número elevado ou baixo de incidentes podem indicar problemas. E se os mesmos problemas se repetirem? Pare de criar mitos sobre o sucesso e o fracasso de métricas individuais. Olhe para conjuntos de métricas para formar narrativas sobre seu serviço. 
 
Futuro da TI
Vivemos a era da simplificação. As pessoas querem automatizar, simplificar ou eliminar processos tediosos. Elas querem mais tempo para focar em atividades estratégicas.
 
TI não é uma peça independente em qualquer organização. É parte dos negócios. TI fornece um serviço, o que significa que deve pesquisar, vender e comunicar o serviço internamente. É preciso superar os mitos e melhorar a percepção de fora para continuar a desempenhar um papel vital nas empresas.
Fonte: IT Fórum