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Veja 7 frases que CIOs devem evitar

Termos bloqueiam a inovação e a colaboração

A rotina de um CIO envolve desafios constantes que exigem, ao mesmo tempo, firmeza e flexibilidade. A consultoria Gartner levantou frases que devem ser evitadas em situações de escolha, porque impedem a inovação. Confira sete exemplos abaixo.

1 “Já tentamos isso, e não funcionou”. – Este pensamento ocorre com frequência em grandes companhias, onde as mesmas ideias podem surgir em departamentos diferentes ou reaparecer em momentos diversos. Ele pode inibir a inovação se o contexto for ignorado: a ideia está aplicada da mesma forma? As tecnologias envolvidas são as mesmas? O mercado mudou? Essas reflexões podem resgatar uma boa ideia.

2 “Tecnologias digitais são só para as novas gerações”. – Embora possa ser verdade que pessoas mais novas absorvam com mais facilidade as inovações, esta frase apresenta dois problemas. Primeiramente, pode ser usada como justificativa para aliviar o trabalho de gestores mais experientes – justamente os que têm mais poder de decisão. E também pode desconsiderar uma fatia de público consumidor que teria interesse no produto.

3 “É fácil ter ideias, mas é difícil executá-las”. – O raciocínio está ligado à disciplina necessária para a produção em larga escala e desvaloriza contribuições que não sejam estritamente práticas, limitando a criação. Se a empresa precisa de inovação e ter ideias é fácil, o problema pode estar na execução. Neste caso, é válido investigar o histórico, perguntando: “Quais as últimas ideias promissoras tivemos cuja execução falhou?”

4 “Até o Google parou de dar a seus engenheiros 20% de tempo dedicado à inovação”. – Este é um exemplo fora de contexto: em seu início, a gigante de pesquisas aplicou uma política agressiva para fomentar a criação, mas ficou menos permissiva com esta liberdade conforme cresceu. O mais importante é lembrar que as iniciativas para incentivar a inovação não precisam ser radicais (como dar um dia da semana para projetos próprios) e também podem, e devem, ser adaptadas conforme o contexto da empresa.

5 “A matriz não vai gostar disto”. – Profissionais com mais vivência corporativa têm mais facilidade no contato com instâncias superiores. Ainda assim, podem usar esta frase para expressar alguma insegurança. No caso dos funcionários jovens, este temor pode ser ainda maior. Para a inovação ser efetiva, é interessante esmiuçar a questão: “quem precisa estar envolvido? Por que não devem gostar? Podemos convecê-los com resultados?”

6 “Esse não é nosso setor de atuação”. – Negócios tradicionais se tornaram experientes em manter foco no planejamento e na ação, maximizando resultados e minimizando riscos. Porém, a revolução tecnológica afeta todo o mercado, e empresas com gestão conservadora podem estar mais despreparadas. Se a sua empresa não se adaptar, é possível que outra o faça antes.

7 “Vamos anotar e deixar para a próxima”. – Esta frase implica que a ideia foi bem recebida e que será trabalhada no futuro. Se isto não ocorrer, quem sugeriu pode perder a motivação para retomá-la ou fazer novas propostas, e efeito acaba sendo mais inibidor do que um “não”. Um modo possível para tratar o problema é entender o processo de organização: a ideia foi realmente anotada? Quais são as prioridades?

Fonte: IT Forum

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CIOs devem estabelecer fortes laços com o marketing. Saiba o motivo

Em 2018, líderes de TI que construírem relacionamentos com CMOs vão aprimorar em 25% o investimento em tecnologias de marketing

CIOs devem estabelecer fortes laços com o marketing. Saiba o motivo

O aumento do investimento em tecnologias para marketing vai exigir mais envolvimento por parte dos líderes de TI com a área com o objetivo de fortalecer o valor dos negócios, de acordo com o Gartner. Por isso, os dois setores terão de caminhar juntos.

“Marketing continua a ser uma área quente de investimento em TI e inovação tecnológica com um portfólio de aplicativos que cresce rapidamente e exige maior integração”, avalia Kimberly Collins, vice-presidente de pesquisas do Gartner. 

De acordo com o instituto de pesquisas, até 2018, CIOs que construírem um laço com CMOs vão conseguir aprimorar em 25% o investimento em tecnologias de marketing. Muitas das grandes empresas, particularmente as B2C, têm mais de 50 aplicações e tecnologias de suporte ao marketing. A gestão dessa carteira e a geração de valor para o cliente a partir dessas tecnologias requer uma abordagem mais integrada e consolidada, pontua o Gartner. 

O alinhamento entre TI e marketing vai permitir que até 2018, empresas do varejo personalizem o atendimento no universo digital e aumentem as receitas em 15%. 

Além disso, vai promover mais iniciativas relacionadas à voz do cliente (VoC, na sigla em inglês) até 2018, focadas na satisfação e na fidelização dos consumidores. Tecnologias VoC vão coletar, analisar e gerir diversas fontes para identificar comentários de clientes. 

“Líderes de TI apoiando o CRM podem ajudar diferentes áreas a impulsionar VoC. Além disso, deverá contribuir para gerar insights no atendimento ao cliente”, afirma Collins.
Fonte: ITForum
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O que gestores de TI devem saber sobre monitoramento de segurança

Alguns CIOs ainda têm dificuldade em implantar uma estratégia focada nos negócios. Veja orientações de especialista sobre como gerenciar riscos nessa área.

Qualquer organização está submetida, voluntariamente ou não, a uma série de riscos vinculados à segurança da tecnologia da informação. Estes riscos estão associados aos ativos, ou seja, qualquer coisa que tenha valor para a organização (informação, software, o próprio computador, serviços, as pessoas, entre outros).

s ativos, por sua vez, estão sujeitos às vulnerabilidades – fraquezas que podem permitir que um atacante reduza ou elimine por completo a garantia de segurança. Se explorada, uma vulnerabilidade pode permitir a ação de ameaças, causa potencial de um incidente indesejado e que pode resultar em danos a um sistema ou toda uma organização.

No mundo real, uma forma de organizar os ativos é classificá-los em pelo menos cinco pilares: usuários, dispositivos, sistemas, informações e infraestrutura, sendo que cada classe possui vulnerabilidades e ameaças associadas.

Sem a proteção adequada, tais ameaças podem causar a quebra dos princípios básicos da segurança como confidencialidade, integridade e disponibilidade. E não tenha dúvida que se um desses princípios for afetado, as organizações sofrerão algum tipo de impacto nos negócios, de nível alto, médio ou baixo, e cada um implicará em contramedidas, visando a proteção do ativo.

As ameaças não trabalham somente 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano, mas se reinventam de forma exponencial. Desta forma, como afirmar que uma organização com recursos escassos, falta de mão de obra qualificada, orçamento reduzido e desafios de entrega crescentes e complexos, que requerem mais foco e entendimento do negócio por parte da TI, consiga gerenciar adequadamente a segurança? É preciso quebrar alguns paradigmas.

Com a análise do comportamento de algumas empresas é possível entender o dilema:

Comportamento 1
Algumas companhias são resistentes quando o assunto é implantar uma estratégia que permita focar no seu negócio.

Ao trazer à tona a complexidade de administrar o que não se conhece profundamente, percebo que as companhias pensam em agir na mesma rapidez, mas logo são convencidas de manter um modelo tradicional que não evolui e não garante a escalabilidade necessária.

Neste caso, as empresas preferem continuar com a falsa sensação de segurança até que seu modelo seja colocado à prova. Por outro lado, a insegurança do profissional de TI em se movimentar para o pensamento estratégico, muitas vezes faz com que ocorra a manutenção de um modelo ultrapassado.

Para sair da miopia, é necessário um aprofundamento maior dos riscos que a organização está correndo. Certamente uma opinião neutra e isenta é sempre bem-vinda.

Comportamento 2
Algumas companhias estão alinhadas e antenadas com as melhores práticas e métodos. Têm o desejo e, em muitos casos, o poder de compra adequado para sanar, neutralizar e até mesmo eliminar uma série de ameaças.

No entanto, não possuem capacidade de entrega, parecem “acumuladores” de tecnologias e desperdiçam recursos financeiros que poderiam estar alocados na geração de receita, além do tempo dos profissionais que poderiam estar focados em questões mais estratégicas.

Neste caso, fugir do modismo tecnológico é um grande desafio, pois não faltam soluções no mercado, algumas com maior serenidade e outras nem tanto. Nesta onda, encontramos profissionais que não estão atentos às armadilhas e se aventuram em consumir recursos para a organização, que podem acabar se tornando um grande entulho tecnológico e não contribuir em nada com o avanço do negócio.

Comportamento 3
Algumas empresas adotam princípios claros de governança corporativa e os utilizam para trazer à realidade questões realmente estratégicas. Neste caso, geralmente é adotada uma postura madura na escolha da alocação dos recursos financeiros, humanos e tecnológicos, direcionando-os não apenas para uma resposta mais efetiva aos desafios diários, mas também para alçar novos voos alinhados às estratégias de negócios.

Aqui a organização já compreende a necessidade de escalar a resolução de problemas que minam suas energias. Vencido o medo e a insegurança frente à transição de modelos tradicionais ou de “acumuladores” de tecnologia, é possível abrir um novo horizonte, onde o ganho é inevitável e rapidamente percebido não apenas pela organização, mas também por aqueles que agora ganham tempo para fazer parte e estar mais próximo da visão de negócio.

O fato é que na perspectiva de um CIO, mesmo com tantos objetivos estratégicos à sua frente, a mitigação dos riscos relacionados à segurança não pode passar despercebida. Uma vez que o profissional compreende as ameaças que colocam em xeque-mate a sua imagem e liderança, é esperada uma reflexão positiva a respeito do assunto e que o resultado seja refletido em ações. 

Ter uma monitoração proativa de segurança em tempo real 24x7x365 dias, com visibilidade holística do desempenho, disponibilidade e segurança do ambiente de TI, sem desperdiçar recursos e principalmente sem distrações que possam interferir nos objetivos de negócios, é essencial.

Fonte: Computer World

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Segurança e mão de obra desafiam uso do big data

Os gestores de TI estão cientes da relevância do big data nas suas rotinas. Tanto é assim que pesquisa realizada pela Accenture, em 19 países, mostra que 89% deles classificaram o big data como “muito importante” ou “extremamente importante” para a transformação digital de seus negócios, e 82% concordaram que o big data é uma fonte significativa de valor para suas empresas. Mais: 92% dos executivos de companhias que têm usado big data dizem estar satisfeitos com os resultados.

O levantamento aponta ainda os principais desafios: segurança (51%), orçamento (47%), carência de talentos para a implementação (41%), bem como para executar o big data e analytics em uma base existente (37%), e integração com sistemas existentes (35%). Ainda pela pesquisa, os executivos disseram que usam o big data moderadamente ou extensivamente para identificar novas fontes de receita (94%), atrair e reter clientes (90%) e desenvolver novos produtos e serviços (89%).

Muitas empresas têm constatado grande impacto do big data em seus negócios. Os executivos notam extensivos resultados tangíveis ao encontrar novas fontes de receita (56%), desenvolver novos produtos e serviços (50%), ganhar e manter clientes (47%) e intensificar a experiência dos consumidores (51%).

Perguntados sobre em que esperam que o big data tenha maior impacto em suas organizações nos próximos cinco anos, 63% dos executivos disseram “relações com os clientes”, 58% mencionaram “desenvolvimento de produtos” e 56% apontaram “operações”.

O estudo da Accenture consultou CIOs (chief information officers), chief operating officers, chief data officers, chief analytics officers, diretores de marketing, de finanças e outros líderes seniores de informação, tecnologia e analytics de companhias de sete indústrias em 19 países.

*Com informações da Accenture

Fonte: Convergência Digital

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CIOs: a hora de liderar a digitalização é agora

A área de tecnologia da informação está, neste momento, passando por uma profunda transformação ao sair da era da industrialização para a era da digitalização, marcada pelo foco nos processos de negócios, com lideranças digitais. “Estamos hoje no meio desta transição”, afirmou Cássio Dreyfuss, vice-presidente do Gartner, em sua apresentação no VII Fórum Executivo de TI, realizado em Salvador, pelo Grupo Ação.

De acordo com o executivo, esta nova era mudará uma vez mais a área de Tecnologia da Informação, que já passou pela era do artesanato, quando a TI anotava em papel e com lápis o que o usuário fazia e transformava aquilo em um processo automatizado, e pela era da industrialização da TI, que teve seu foco nos processos, sendo marcada por líderes da TI usando as ferramentas tecnológicas existentes para desenhar os novos processos de negócio.

Com a mudança, sustenta Dreyfuss, os CIOs das companhias precisam estruturar um plano de ação para liderar este processo. Dreyfuss chama a atenção pelo surgimento da figura do chief digital officer (CDO), responsável por tomar conta das iniciativas digitais das empresas, coordenando as oportunidades de intensa digitalização.

“Todas as indústrias estão adotando e não se trata apenas de uma única pessoa. Na maioria dos casos é um time”, explicou o VP. Uma pesquisa do Gartner mostrou que, atualmente, 42% dos CDOs reportam direto para o CEO, 25%, para o chief marketing officer (CMO) e apenas 16% para TI. “O CIO precisa se envolver com isto, precisa participar nas decisões de digitalizações das empresas.”

Fonte: Convergência Digital

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Estudo: executivos C level apostam em big data e cloud para impulsionar negócios

A EMC conduziu uma pesquisa com profissionais que trabalham em organizações públicas e privadas para identificar como as megatendências do big data, computação em nuvem, mobilidade e social têm impactado os negócios. Para 85% dos entrevistados, essas tecnologias fornecerão vantagens competitivas para sua empresa.

O levantamento também revelou que quase metade dos entrevistados (46%) espera ver uma influência dessas megatendências no que diz respeito ao desenvolvimento de novos produtos e serviços. Já para 38%, essas tecnologias contribuirão para o surgimento de novos modelos de gestão das operações de negócios de missão crítica. Outros 35% deles acreditam que elas também melhorarão a experiência dos clientes de uma maneira geral.

Para Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil, a pesquisa também revela que o uso dessas tecnologias tem impactado principalmente a forma como os consumidores interagem com as empresas. Ao contrário de antigamente, agora todos querem participar do processo de pesquisa, compra e pós-compra em tempo real, a partir de qualquer lugar e a todo momento. E, para Cunha, é justamente aí que a TI entra como um importante fator na estratégia das empresas.

– 29% das PMEs que mais crescem são da área de TI e informática

Pensando no relacionamento com o público consumidor, a pesquisa conseguiu identificar que para 45% dos CEO, CIO, CFO e tomadores de decisões nas empresas, essas tecnologias ajudam qualquer empresa a obter novos clientes. Já para 40% deles, as mesmas ferramentas podem ser usadas para gerar economia e bons resultados e 38% para automatizar processos.

No que tange a questões empresariais, 65% dos entrevistados disseram acreditar que a combinação de nuvem pública e privada permite um maior nível de agilidade e segurança para suas empresas. Apesar disso, 29% deles disseram não achar seguro confiar a essa tecnologia suas soluções de gestão empresarial (ERP).

Para finalizar, Cunha destaca dois dados que considera interessantes. O primeiro deles é que 76% dos entrevistados acreditam que manter uma equipe bem treinada para acompanhar o ritmo das implicações exigidas pelas megatendências é um fator de grande desafio para praticamente qualquer organização. Já o último é que somente 18% dos consultados disseram que o aumento dos gastos com essas tecnologias está fora do controle dos departamentos de TI.

“Isso mostra que a tecnologia da informação não está se tornando irrelevante para os negócios”, finalizou o executivo.
Fonte: CanalTech

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Internet das Coisas: Muito prazer, CIOs

Os gestores de Tecnologia precisam decidir como irão posicionar sua área de TI em relação às tecnologias de negócios digitais, como a Internet das Coisas, a impressão 3D, novos dispositivos e robótica.

“Os CIOs podem até hesitar em fazer dos negócios digitais mais uma das responsabilidades da área de TI, alegando que operações emergentes deveriam estar com as diretorias de negócios e que a equipe técnica deveria oferecer suporte, tecnologias de back office e infraestrutura”, diz Douglas Laney, vice-presidente de pesquisa do Gartner. “Mas, ao contrário do que se pensa, as tecnologias de negócios digitais precisam fazer parte da agenda de TI”, sustenta o analista.

Como resultado, alguns CIOs terão um papel de suporte em relação às tecnologias digitais, enquanto a operação e outras áreas de negócio irão liderá-las. Porém, os CIOs têm a oportunidade de exercer um papel de liderança, expandindo suas habilidades e conhecimentos de negócios, e estendendo o papel da TI para um suporte integral aos negócios digitais.

Segundo Laney, independentemente de sua postura, os CIOs devem participar de casos inovadores e testes para essas tecnologias nos estágios iniciais. Muitas empresas olham para as tecnologias de negócios digitais como diferenciais e fontes de vantagem competitiva no futuro. “Há muito em jogo – em termos de valor do negócio e investimento em tecnologia – para os CIOs permanecerem à margem”, diz Laney.

O Gartner identificou seis áreas emergentes que os CIOs precisam considerar e que serão potencialmente adotadas pelos negócios digitais: Internet das Coisas, Impressão 3D, Aprimoramento Humano e Tecnologia de Vestir, Máquinas Robóticas e Autônomas, Máquinas Cognitivas e Segurança Cibernética.

Fonte: Convergência Digital