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NFR alerta: Varejo precisa explorar mobilidade

Ao longo desta semana, varejistas do mundo tiveram sua atenção voltada para a National Retail Federation, conhecida como NRF, maior feira do Varejo mundial. Realizada em Nova York, o público presente teve a oportunidade de conferir quais serão as principais tendências para o segmento nos próximos anos e constatou que mobilidade e omni-channel é uma realidade que está modificando o comportamento do mercado como um todo.

A multicanalidade foi abordada o tempo todo não mais como inovação ou um recurso que melhore a experiência do usuário, mas uma premissa fundamental para conduzir o consumidor até o momento da compra. A máxima “não existem mais canais, o Varejo deve ser onipresente” reafirmou que varejistas devem oferecer aos consumidores a mesma experiência de compra, independente de estar no mundo online ou offline.

A tecnologia assume sua posição cada vez mais estratégica. Segundo pesquisas divulgadas pela Deloitte e Gartner no evento, os consumidores sofrem cada vez mais sua influência no processo de compra. Para se ter uma ideia, 75% dos entrevistados afirmaram que informações sobre seus itens de interesse visto nas redes sociais influenciaram seu comportamento. Mais de 80% dos consumidores afirmam que antes de fazer uma compra na loja utilizam os meios digitais para melhorar a experiência de compra. Quem se engaja com a marca são 21% mais rentáveis que aqueles que usam apenas um canal da marca.

Outro ponto discutido na feira é a necessidade de mudar a maneira como é analisada as métricas de conversão. Segundo Alison Paul, VP da Deloitte, não é preciso se preocupar com o abandono do carrinho de compras na loja virtual, pois uma pesquisa mostrou que esse cliente vai à loja depois de pesquisar no site parra efetuar a compra. “Trate o e-commerce como ferramenta e não apenas como um dispositivo para conversão”.

Mobilidade

Assim como o omnichannel, a mobilidade centralizou discussões acerca de seu papel como intermediário entre o mundo digital e as lojas físicas. Julie Ask, VP da Forrester Research, revelou que as pessoas costumam conferir o celular de 150 a 200 vezes por dia, fato que representa uma enorme oportunidade para estabelecer uma comunicação mais efetiva entre marcas e consumidores. Em sua opinião, a maioria das empresas não tem uma estratégia definida para aproveitar esses momentos.

“Apenas 4% das organizações pesquisadas têm os recursos necessários para atender as necessidades digitais do cliente”, disse. O estudo divulgado pela companhia apontou ainda que 21% dos clientes desejam fazer tudo pelo celular e, daqui a dois anos, esse número deve atingir 50% dos consumidores. A considerar que o Brasil deve alcançar 70 milhões de smartphones até 2017, segundo dados da eMarketer, buscar novas formas de se comunicar com clientes em potencial será um dos grandes desafios que varejistas terão pela frente.

Os benefícios, segundo Julie, são muitos, a começar pelo mobile marketing, que estimula compras por impulso (a Wtso, revendedora digital de vinhos, aumentou em 70% suas vendas após traçar estratégias voltadas para dispositivos móveis). Há também as promoções em smartphones que mexem com o comportamento dos consumidores.

Embora as atenções estejam voltadas para o mercado eletrônico, não significa que será o fim das lojas físicas. Porém, esse novo comportamento do consumidor exigirá uma nova postura dos varejistas, que terão que ser mais digitais.

Fonte: Decision Report

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CIOs devem estabelecer fortes laços com o marketing. Saiba o motivo

Em 2018, líderes de TI que construírem relacionamentos com CMOs vão aprimorar em 25% o investimento em tecnologias de marketing

CIOs devem estabelecer fortes laços com o marketing. Saiba o motivo

O aumento do investimento em tecnologias para marketing vai exigir mais envolvimento por parte dos líderes de TI com a área com o objetivo de fortalecer o valor dos negócios, de acordo com o Gartner. Por isso, os dois setores terão de caminhar juntos.

“Marketing continua a ser uma área quente de investimento em TI e inovação tecnológica com um portfólio de aplicativos que cresce rapidamente e exige maior integração”, avalia Kimberly Collins, vice-presidente de pesquisas do Gartner. 

De acordo com o instituto de pesquisas, até 2018, CIOs que construírem um laço com CMOs vão conseguir aprimorar em 25% o investimento em tecnologias de marketing. Muitas das grandes empresas, particularmente as B2C, têm mais de 50 aplicações e tecnologias de suporte ao marketing. A gestão dessa carteira e a geração de valor para o cliente a partir dessas tecnologias requer uma abordagem mais integrada e consolidada, pontua o Gartner. 

O alinhamento entre TI e marketing vai permitir que até 2018, empresas do varejo personalizem o atendimento no universo digital e aumentem as receitas em 15%. 

Além disso, vai promover mais iniciativas relacionadas à voz do cliente (VoC, na sigla em inglês) até 2018, focadas na satisfação e na fidelização dos consumidores. Tecnologias VoC vão coletar, analisar e gerir diversas fontes para identificar comentários de clientes. 

“Líderes de TI apoiando o CRM podem ajudar diferentes áreas a impulsionar VoC. Além disso, deverá contribuir para gerar insights no atendimento ao cliente”, afirma Collins.
Fonte: ITForum
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Trate a adoção de cloud como se fosse uma reforma

Custo, confiabilidade e segurança são preocupações óbvias, mas o controle dos objetivos e as responsabilidades são frequentemente ignorados na escolha de serviços em nuvem

Toda empresa que pensa em migrar para a nuvem se preocupa com requisitos de confiabilidade, segurança e rentabilidade. No entanto, muitos compradores deixam de considerar cuidadosamente outras duas características extremamente importantes de qualquer serviço de nuvem: o quanto é possível controlar os serviços, sem a interferência do fornecedor e o quando a empresa cede ao seu fornecedor das responsabilidade por tarefas de gestão do dia-a-dia.

Algumas das mais bem divulgadas falhas de  infraestrutura da nuvem (Amazon Web Services e Microsoft Azure já tiveram seus problemas com indisponibilidade) foram seguidas por mensagens enfurecidas de vítimas do grande tempo de inatividade, da perda de geração de dados , ou de ambos nos fóruns de usuários.

A ira dos usuários por ficarem sem um serviço pelo qual estão pagando é perfeitamente compreensível. No entanto, é uma excelente indicação de que esses mesmos usuários de serviços de nuvem não entenderam totalmente a grande responsabilidade que continuam a ter no gerenciamento e na proteção de seus sistemas.

Problemas servem de alerta
Fornecedores têm apenas parte da responsabilidade por perdas causadas por períodos de inatividade ou desconexão. São os usuários os maiores  responsáveis ​​por assegurar que o backup de dados está sendo feito e suas instâncias estão sendo replicadas em diferentes zonas de disponibilidade. Atitudes capazes de atenuar alguns dos grandes problemas reportados.

É do usuário a responsabilidade de entender o que um serviço vai e não vai fazer por ele. E exigir o que de fato o fornecedor se compromete a fazer. Não é preciso um diploma de ciência da computação para entender como isso funciona na nuvem. O que um serviço de nuvem é capaz de oferecer é muito parecido com saber o que qualquer serviço terceirizado oferece.

Seu banheiro ou sua empresa –  aplique os mesmos princípios
Digamos que você queira reformar o seu banheiro. Primeiro você precisa decidir o que quer que seja feito – as necessidades, requisitos e preferências do usuário determinam as etapas de execução do trabalho.

Se você estiver disposto a gastar horas debruçado sobre catálogos ou sobre o  Pinterest para obter ideias para a reforma do banheiro, pode até pensar em fazer o projeto sozinho. Mas haverá sempre a possibilidade de contratar um decorador de interiores para executar a tarefa.

Depois de ter um projeto na mão, você entra na fase de implantação. Dependendo da complexidade e do seu orçamento, você pode contratar um arquiteto ou um pedreiro para executá-lo, ou até mesmo fazer todo o trabalho sozinho.

A primeira opção será, sem dúvida, a mais cara, mas reduzirá substancialmente os riscos. A contratação do pedreiro, por sua vez,  poupará algum do dinheiro, mas exigirá maior supervisão da sua parte. Já a  terceira opção – fazer isso sozinho –  será sempre a mais barata, e o deixará controlar cada pequeno detalhe do trabalho, mas aumentará consideravelmente o risco de desastre.

Conheça os seus riscos e benefícios
Qualquer proprietário está familiarizado com o processo de decisão sobre uma reforma. O que você ainda não sabe é que esse processo tem uma semelhança impressionante com os desafios envolvidos em descobrir como usar a nuvem de forma adequada.

Para levantar as necessidades e elaborar o projeto você pode pesquisar sobre o serviço de nuvem ou contratar um consultor para ajudá-lo. Se você fizer a pesquisa você mesmo é possível que você deixe passar detalhes que não escapariam de um olhar mais experiente.

Para a fase de implantação, você tem essencialmente as mesmas opções para a nuvem que teria para reformar o seu banheiro: contratar um provedor de serviços completo para gerenciar todo o seu ambiente, incluindo backups, patching e suporte ao usuário; usar  parte dos serviços de um provedor de infraestrutura-como-um-serviço para suportar os seus serviços enquanto você fornece seus próprios meios e capacidades de recuperação de desastres; ou construir a sua própria nuvem privada e manter a responsabilidade e controle sobre tudo.

Embora eu tenha focado principalmente em infraestrutura de nuvem, as mesmas decisões se aplicam a aplicativos e SaaS. Se eu quiser executar um site complexo, com um sistema de gerenciamento de conteúdo, posso contratar uma empresa de hospedagem especializada para lidar com a coisa toda, comprar um serviço de Web-hosting direto e instalar e gerenciar o CMS, ou comprar meu próprio hardware e fazer tudo sozinho.

Se eu usar um arquiteto ou “empreiteiro geral”, a responsabilidade é inteiramente dele, mas eu certamente não terei o mesmo grau de controle sobre como as coisas serão feitas. Se usar pedreiros, vou ter mais controle e  mais responsabilidade. Se fizer tudo sozinho,  terei o controle que sempre quis, mas também terei que arcar com todas as responsabilidades.

Espero que como usuário de nuvem você saiba melhor como usá-la. E seja capaz de ajudar a tornar os provedores de nuvem mais responsáveis pelas tarefas que de fato vão realizar, considerando os três cenários possíveis.

Fonte: Computer World

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Mobilidade Corporativa conecta negócios com inovação

Incentivadas pela computação em nuvem e aumento da oferta de smartphones no Brasil, mais empresas adotam a comunicação móvel para automatizar processos e conectar colaboradores, aumentando a produtividade e a velocidade na tomada de decisão.

Presente na vida da maior parte dos brasileiros, a comunicação móvel ganha cada vez mais espaço no mundo corporativo. Seja para automatizar processos ou conectar colaboradores, a adoção dessa tecnologia pelas organizações busca o aumento de produtividade e um ciclo de trabalho mais rápido e inovador.

“As empresas estão usando mais a mobilidade em seus negócios movidas pela computação em nuvem e pelo conceito de virtualização, que possibilitam aos funcionários acessar aplicações corporativas sem que precisem estar no escritório”, constata o professor de cursos de pós-graduação e graduação do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Afonso Celso Soares. Segundo ele, as organizações conectadas alcançam clientes mais rapidamente e podem praticar a inovação de forma mais intensa, para serem mais competitivas.

A mobilidade corporativa está em franco crescimento no Brasil e transforma a paisagem interna das empresas. Muitos computadores pessoais estão sendo substituídos pelos dispositivos móveis, que acompanham os executivos em  reuniões, visitas de campo ou qualquer outro lugar. Eles podem ser conectados por diversas tecnologias, como redes 3G, 4G ou Wi-Fi, permitindo as vantagens da mobilidade à empresa e aos colaboradores.

embratel_inovacaomobile_original (Foto: iStock)
Smartphones já são quase 75% do mercado total de
celulares – e, nas empresas, garantem mais
produtividade e rapidez

Os dispositivos móveis estão entrando nas empresas também pelo conceito do Bring Your Own Device (BYOD), ou traga seu próprio aparelho para o ambiente de trabalho, integrando aplicações pessoais com as corporativas. Estudos do instituto de pesquisa IDC estimam que dos 52 milhões de smartphones previstos para serem vendidos no Brasil neste ano, pelo menos 5 milhões entrarão nas companhias pelas portas desse movimento, obrigando a revisão das políticas de segurança.

Motor da mobilidade no Brasil

Impulsionada pela expansão das redes de banda larga (3G e 4G), pela computação em nuvem e pela disseminação de tablets e smartphones, a mobilidade não para de crescer no mercado corporativo. “Nos últimos anos, os smartphones eram 20% a 30% dos dispositivos fornecidos para as empresas. Neste ano, eles já são mais de 60%”, afirma Jacinto Miotto, Diretor Executivo da Embratel e Claro Empresas – SP.

Hoje, mais de 70% das empresas com mais de cem empregados já utilizam celulares e smartphones corporativos. Destas, 41% contratam também plano de dados, segundo a pesquisa “Conectividade das Empresas do Brasil”, realizada pelo Teleco e pela Embratel com 400 companhias.

Outro termômetro do avanço da mobilidade no Brasil é o crescimento da base de usuários de celulares. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) revelam que o país tinha em outubro 279,3 milhões de linhas móveis em serviço.

Esse cenário tem estimulado mais empresas a usarem a mobilidade em seus processos de negócios. Ele é hoje ferramenta indispensável para automatizar equipes externas, fazer videoconferência com profissionais remotos, oferecer treinamento online para colaboradores e trazer mais velocidade nos negócios, com redução de custos.

A Embratel oferece um amplo portfólio de soluções de mobilidade corporativa, adequadas a empresas de diferentes tamanhos e segmentos. Entregues em conjunto com a Claro, as ofertas integram pacotes de voz e banda larga 3GMax, 4GMax com tablets e smartphones.

Os planos da Embratel contam também com serviços para administração das linhas móveis, permitindo diferentes configurações de uso, ferramentas colaborativas e aplicações para automatizar força de vendas.

Com foco em segurança e controle, a Embratel oferece soluções de M2M (Machine to Machine). Com elas, a empresa é alertada sobre a indisponibilidade de algum equipamento ou sistema, oferecendo um melhor controle de suas operações, 24 horas por dia.

“As empresas estarão demandando ainda mais serviços de TI e Telecom com recursos de mobilidade”, resume Jacinto Miotto, da Embratel. “Com isso, nossa participação será ainda maior.”

Fonte: G1

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Segurança, mobilidade e cloud dominam preocupações

Cerca de 92% dos responsáveis inquiridos num estudo consideram que as suas organizações não têm recursos suficientes para lidar com as prioridades e tendências de TIC, diz a BCS – Chartered Institute for IT.

A segurança e perda de dados, trabalho em mobilidade e cloud computing são os três temas de TIC que mais preocupações suscitam entre responsáveis de empresas, de acordo com um estudo da British Computing Society (BCS) ‒ Chartered Institute for IT. O trabalho anual, baseado num inquérito a 350 profissionais séniores de TIC, dá uma perspectiva sobre os planos de acção das organizações para os próximos 12 meses, mas também num prazo de três a cinco anos.

O estudo revelou que a segurança da informação (60%), a cloud computing (55%) e a computação móvel ‒ incluindo as políticas de BYOD ‒ (53%), são as principais prioridades para muitas organizações ao longo dos próximos 12 meses. Há mais organizações a perceberem que desenvolvimentos tecnológicos nesses temas podem vir a beneficiar o seu negócio, ajudar a aumentar a produtividade e garantir a continuidade da actividade, diz o instituto.

Apesar disso, 92% dos líderes de TIC nas empresas sentem que as organizações onde trabalham não têm recursos suficientes para lidar com as questões de gestão e tendências de TI, estabelecidas como prioridade. Mais da metade dos responsáveis questionados (53%) consideram precisar de competências melhoradas na força de trabalho que gerem.

A segurança já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração, considera Adam Thilthorpe (BCS‒ Chartered Institute for IT).

Uma percentagem similar diz precisar de mais profissionais qualificados na equipa de TI e apenas 8% considerou ter recursos suficientes. Numa perspectiva de três a cinco anos, revelada pelo estudo, as prioridades para as organizações abordadas são a segurança da informação (54%), Big Data (42%) e de cloud computing (40%).

“É bastante claro que a segurança é a principal coisa que mantém os profissionais de TI acordados durante a noite. Já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração. As reputações de muitas organizações já não estão a fundadas só nos elementos tradicionais tais como o serviço ao cliente, mas cada vez mais na forma como lidam com e proteger os dados dos seus clientes”, diz Adam Thilthorpe, director para a área do profissionalismo no instituto.

Fonte: Computer World

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Prepare-se: conheça os desafios de cibersegurança para 2015

Segurança subiu degraus e chegou próximo ao topo da prioridade das organizações depois dos acontecimentos recentes. O contexto para 2015 deve continuar pouco animador. A Websense apresentou algumas previsões em cibersegurança para 2015.  Eis aqui as oito tendências apontadas pela provedora de soluções de segurança:

1. Aumento das campanhas de ataques para furtos de dados no setor de saúde – Em um cenário onde milhões de arquivos de pacientes ainda estão passando pela transição do formato em papel para o digital, muitas organizações começam a enfrentar os desafios de segurança para proteger informações pessoais. Por isso, os ataques cibernéticos nesse setor aumentarão.

2. Ataques à internet das coisas (IoT) terão como foco as empresas – A verdadeira ameaça da IoT provavelmente ocorrerá em um ambiente comercial e não do consumidor. Os ataques tentarão provavelmente utilizar o controle de um simples dispositivo conectado para literalmente invadir uma organização e roubar dados valiosos. No próximo ano, os setores industrial e de manufatura testemunharão um aumento no volume de ataques.

3. Os ladrões de cartões de crédito se transformarão em negociadores de informações – Criminosos cibernéticos deverão acelerar o ritmo dos roubos de dados de cartões de crédito. Além disso, começarão a buscar uma faixa mais abrangente de informações sobre as vítimas. Esses dados serão cada vez mais comercializados, da mesma maneira que cartões de crédito furtados atualmente.

4. Ameaças móveis terão foco mais nas informações credenciais –Dispositivos móveis serão mais visados para ataques em maior escala para o roubo das credenciais de autenticação para serem usadas no futuro. Esses ataques utilizarão o telefone como um ponto de acesso para as aplicações de empresas, cada vez mais baseadas na nuvem, e para os recursos de dados acessados sem restrições pelos dispositivos.

5. Novas vulnerabilidades surgirão de códigos-fonte antigos – OpenSSL, Heartbleed e Shellshock viraram manchetes neste ano, mas existem no código-fonte aberto há anos, esperando para ser explorados. O ritmo do desenvolvimento de softwares exige que novas aplicações se baseiem em código aberto ou código-fonte legado e de uso exclusivo. Como novos recursos e integrações se baseiam nesse código de base, as vulnerabilidades continuam sendo ignoradas.

6. Ameaças via e-mails assumirão um novo nível de sofisticação e evasão – Novas técnicas de evasão de e-mails altamente sofisticadas serão introduzidas e desenvolvidas para superar as mais recentes defesas corporativas. Tradicionalmente utilizado como um chamariz em cenários de ataques passados, o e-mail se tornará um elemento mais disseminado de outras fases de um ataque, inclusive a fase de reconhecimento.

7. As instruções de comando e controle deverão ser hospedadas em sites legítimos – Os cibercriminosos utilizarão cada vez mais as ferramentas sociais e colaborativas para comandar e controlar sua infraestrutura. Os responsáveis por proteger as empresas dos ataques terão dificuldades em discernir entre o tráfego malicioso e o legítimo em um contexto onde as comunicações com o Twitter e Google Docs são não apenas permitidas, mas também encorajadas.

8. Novos participantes no campo de batalha da espionagem/guerra cibernética global – As técnicas e táticas da espionagem e guerra cibernéticas entre nações foram basicamente bem sucedidas. Como consequência, países desenvolverão seus próprios programas de espionagem virtual, particularmente em nações que têm previsão de alto índice no crescimento econômico. Adicionalmente, como a barreira de entrada para atividades cibernéticas é mínima se comparada com os custos de guerra e espionagem tradicionais, poderá haver aumento de novas “células”, informalmente afiliadas, que levarão a cabo iniciativas ciberterroristas ou guerras cibernéticas independentes, mas em apoio às causas do estado-nação.

Fonte: Computer World

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Dez mitos sobre a nuvem segundo o Gartner

É seguro? É virtualização? É mais barato? Vale para sistemas de missão crítica? Consultoria coloca luz sobre algumas lendas envolvendo o conceito

Computação em nuvem tornou-se um elemento fundamental na composição tecnológica atual para as corporações. E o Brasil abraçou o conceito. De acordo com um levantamento recente, 90% das médias empresas brasileiras afirmam ter algum tipo de aplicação em cloud. Agora, à medida que avança, alguns mitos se formam. O Gartner tenta desmistificar dez das lendas mais comuns que orbitam em torno do tema.

1. É sempre mais barato – A percepção é equivocada, pois nem sempre os recursos contratados em nuvem são mais baratos. Claro que se pode economizar e obter benefícios a partir do conceito. A ideia, contudo, é que a abordagem apenas relativa a recursos financeiros não deve ser a premissa única na escolha do modelo.

2. A tecnologia só é boa se for em nuvem – Não caia na armadilha montada por muitos fornecedores que quere empurrar toda e qualquer tecnologia como se fosse enquadrada no conceito de cloud. Apesar de termos evoluído bastante, ainda há muita confusão em torno do tema.

3. Serviu para ele, serviu para ela, serviu para todos nós –Computação em nuvem não deveria ser algo para toda e qualquer coisa, de acordo com o Gartner. Obviamente que, em alguns casos, um serviço contratado dentro do modelo se encaixará como uma luva; mas seria exagero tomar isso como uma regra infalível.

4. Seu CEO tem uma estratégia cloud – Muitas empresas não têm uma estratégia de computação em nuvem. Aliás, uma estratégia de nuvem começa com a identificação dos objetivos de negócios, mapeamento dos potenciais benefícios alinhados a isso, enquanto se reduz eventuais ameaças.

5. Múltiplos fornecedores? Não é o caminho a seguir – Cloud computing é um conceito muito amplo para ser quebrado em apenas uma abordagem ou oferta. As metas e benefícios diferenciam-se em diversos casos de uso e a escolha de um modelo/fornecedor deve ser puxada por anseios de negócio, mais do que por padronizar uma abordagem.

6. Não é seguro – Ok. Cloud traz uma percepção de ser um ambiente menos seguro se comparado com contextos mais “físicos” da tecnologia. Agora, a premissa não deve ser levada a ferro e fogo, uma vez que grande parte das falhas de segurança exploram brechas também em ambientes on-premisses. Mesmo assim, provedores precisarão, sempre, fortalecer o discurso para estabelecer a confiança dos clientes.

7. Não se aplica para sistemas de missão crítica – Adote serviços em nuvem necessários. Isso significa: não é para tudo, mas para o que está na estratégia. Não estranha que os primeiros casos se relacionem a aplicações não-críticas. Agora, a medida que o conceito evolui, experimentos serão feitos e, possivelmente, outras ferramentas subirão para a cloud.

8. Desista do seu data center próprio – A maior parte das decisões relativas a cloud não são (ou não deveriam ser) sobre desligar completamente as estruturas de processamento de dados das organizações e mover tudo a uma infraestrutura terceirizada na cloud. O movimento deve combinar recursos públicos e privados.

9. Migrações herdam todas as características na nuvem –Atributos da nuvem não são transitivos. Distinguir aplicações hospedadas na nuvem de cloud services. Em outras palavras: espere que aplicações em cloud terão outras características de versões instaladas.

10. Virtualização é sinônimo cloud – Sim, virtualização é comumente usada para habilitar a computação em nuvem, mas não é a única forma. De acordo com o Gartner, mesmo que essas ferramentas sejam usadas (e usadas bem), o resultado não necessariamente significará “nuvem”. O conceito pressupõem elementos que tocam ambientes altamente automatizados, elásticos e sob demanda.

Fonte: CIO

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Transformação Digital: Cinco oportunidades que vão impactar o seu negócio

A Convergência Digital e a Internet das Coisas já são realidade, mas será que as empresas sabem como aproveitar o momento?

O acesso à conexão banda larga e a aquisição, cada vez maior, de smartphones e tablets, tem causado grande transformação na vida das pessoas. O desenvolvimento de eletrônicos também tem caminhado rapidamente para que cada item doméstico possua um protocolo de internet (IP) e esteja conectado à rede. A Convergência Digital como um todo, aliada à tendência da Internet das Coisas, vem modificado o modo como nos relacionamos com o mundo e com as nossas próprias casas, gerando também oportunidades para as empresas se conectarem com seus consumidores de maneiras totalmente novas. Essa é a hora das empresas fidelizarem ainda mais os seus clientes e inovarem em seus modelos de negócio. Mas será que as companhias estão preparadas para aproveitar essa transformação digital?

Segundo a pesquisa The Digital Transformation, da Wipro, apenas 36% das empresas possuem uma estratégia digital em curso e 27% possuem um plano de marketing digital sem um direcionamento preciso. Mesmo assim, nem todo o cenário é pessimista, já que das marcas com projetos em desenvolvimento, 70% se conectam com seus consumidores via canais digitais, e 36% já realizam vendas via websites e dispositivos móveis.

Com base nesse cenário, elencamos cinco momentos que irão impactar as empresas que decidirem explorar a Convergência Digital e a Internet das Coisas para se aproximarem de seus consumidores e alavancarem a sua receita:

Novas Parcerias– A demanda por conteúdo online e interativo tende a aumentar ainda mais, e a migração para um ambiente totalmente trabalhado via IP vai permitir que o consumidor acesse conteúdo de qualquer lugar a qualquer hora e através de qualquer dispositivo. Serviços de compartilhamento de mídia que podem se conectar a todos os eletrodomésticos de uma casa já são uma realidade, e o aumento da procura de serviços de entretenimento personalizado vai exigir novas parcerias tecnológicas.

Remodelando os negócios– Em um ambiente conectado, o monitoramento de pacientes e a assistência médica em tempo real serão totalmente possíveis. Isto vai permitir uma melhor colaboração entre médicos, hospitais e empresas farmacêuticas, além de otimizar o diagnóstico e dar origem a modelos de negócio inovadores. A cobrança, por exemplo, pode ser realizada com base no uso/hora ou a natureza da intervenção, em vez de ter como base taxas fixas de consulta. Mas e na sua indústria, como a inovação pode acontecer?

O consumidor hiperconectado – Uma chamada recebida via celular pode, automaticamente, ser atendida via internet, desde que o usuário esteja conectado ao Wi-Fi da sua casa. Em outra ocasião, qualquer dispositivo conectado,tablet ou smartphone, pode informar ao usuário, por exemplo, sobre o término de um download realizado em outro aparelho. Essa convergência vai permitir à marca criar novos serviços que facilitem ainda mais a vida do cliente.

Inteligência nos anúncios – Os profissionais de marketing serão capazes de atingir seus clientes com conteúdo extremamente direcionado, baseando-se no tamanho da tela, na localização e até mesmo em detalhes do comportamento, como frequência de uso de certo equipamento, por exemplo. Um anúncio exibido na TV Digital, por exemplo, poderá resultar em uma compra imediata através do próprio aparelho.

Pagamento digital – Operadoras podem agrupar variados serviços em um único número de celular, eliminando a necessidade de gerenciar múltiplas contas. Além disso, os novos modelos de cobrança podem ser realizados com base em horários determinados, localização ou até mesmo o tipo de dispositivo eletrônico conectado na transação.

Fonte: CIO

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Segurança empaca projetos de cloud, mobilidade e big data

Estudo da Dell indica que questão emerge como principal desafio na adoção das três tendências tecnológicas

“Segurança representa hoje o principal desafio”. A conclusão parte de um estudo da Dell que questionou mais de 2 mil empresas de médio porte de todo o mundo sobre o que lhes preocupa com relação a projetos envolvendo cloud computing, mobilidade e big data.

Esses quatro temas tem aparecido com frequência em estudos de tendências de mercado. Uma projeção recente da IDC indicou os macrotemas como vetores que darão à tônica dos projetos de tecnologia no próximo ano. O único fator diferente, mas correlacionado, versa sobre desenvolvimento de aplicativos.

De acordo com o GTAI (Global Technology Adoption Index), da Dell, enquanto 97% das organizações consultadas usam ou planejam utilizar em nuvem e quase metade (47%) já implementou uma estratégia de mobilidade alinhada às demandas do negócio; só 39% dos entrevistados afirmaram que veem reais benefícios com a adoção de big data.

Entre as organizações que já usam recursos em cloud, 42% indicaram crescimento de 6% a 10% dos negócios nos últimos três anos; já entre as não usuárias, 37% tiveram crescimento nulo ou negativo no mesmo período. As médias empresas que utilizam três ou mais aplicações em nuvem experimentaram um crescimento 15% maior na produtividade dos funcionários em relação às que usam só uma solução no conceito.

Segundo a pesquisa, os três principais benefícios para os que usam cloud computing são: melhor alocação dos recursos de TI (44%), redução de custos (42%) e eficiência (40%). Além disso, a nuvem privada é usada por 68% dos entrevistados.

No quesito mobilidade, o principal benefício do uso de dispositivos móveis nas empresas apontado por 41% dos entrevistados é a eficiência, enquanto para 32% é a produtividade. Das empresas consultadas, 32% já utilizam políticas formais de BYOD (Bring Your Own Device).

Metade dos entrevistados citou o risco de vazamento de dados por perda de dispositivos e uso de redes wireless não protegidas como o principal risco associado à mobilidade dos funcionários. Na sequência, indicado por 44% dos entrevistados está o medo de brechas de segurança como principal barreira para expandir a utilização da mobilidade corporativa.

Potencial de big data
A maioria das organizações (39%) entrevistadas na pesquisa da Dell ainda não tem entendimento sobre como extrair o real valor do big data. Por outro lado, 61% admitem que possuem grandes volumes de dados que poderiam ser analisados. Quem utiliza o conceito, por outro lado, cresce duas vezes mais que os que não usam.

Os entrevistados citaram que os principais obstáculos para a implementação de iniciativas envolvendo grande volume de dados versam sobre o preço da infraestrutura (35%), segurança dos dados (35%) e custo muito alto para terceirizar a análise ou a operação (34%)

Fonte: Computer World

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Brasil precisa correr para não perder a vez na Internet das Coisas

O ritmo lento de adesão das redes brasileiras ao novo protocolo da Internet – o IPv.6 poderá pesar no bolso delas próprias. O Gartner prevê que, até 2020, as corporações vão gastar US$ 40 bilhões no mundo projetando, implementando e operadora a Internet das Coisas. A consultoria projeta ainda que, em cinco anos, as principais empresas terão mais de meio milhão de objetos enderaçáveis IP. “O Brasil precisa andar com o IPv.6. Não pode perder esse momento. A mudança se faz necessária e rápido”, adverte o vice-presidente da Consultoria, Cassio Dreyfuss.

De acordo ainda com o Gartner, os sensores responderão por 30 bilhões de objetos conectados nos próximos cinco anos. “Esse é um mercado em franca expansão”, sustenta o especialista. Durante o Gartner Symposium Expo, que acontece essa semana, em São Paulo, Betsy Burton, vice-presidente da consultoria, mandou um duro recado aos gestores de Tecnologia da Informação.

“Não há mais bite e byte. Não é mais a melhor arquitetura. Há a necessidade de pensar o negócio. A tsunami de dados é realidade, mas o CIO será aquele que vai saber identificar qual dado é relevante ou não. Há dados para serem tratados e há dados para não serem tratados. Esse profissional que está aparecendo vai determinar o sucesso do negócio da corporação”, frisou a especialista.

Com relação à Internet das Coisas, Dreyfuss admite que há muita projeção, mas diz que a competitividade global impõe ao Brasil ficar no ritmo dos demais países do mundo. “É pensar globalmente ou ficar fora do mercado. O IPv.6 é crucial para a conexão desses novos objetos”, completou. Ainda segundo o Gartner, a Internet das Coisas vai causar uma ‘tensão política’ entre operações, desenvolvimento de produtos e TI. “Essas áreas estão paradas no tempo. Precisam correr e buscar novos caminhos. O IoT está chegando e não há mais como voltar atrás”, completou.

Fonte: Convergência Digital