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Dez Tecnologias Disruptivas que vão mudar o Panorama da TI

Inteligência Artificial e Blockchain estão entre as mais promissoras, segundo da Frost & Sullivan

A “inteligência pós-digitalização” está resultando em tecnologias disruptivas que estão mudando a paisagem da TI. Estudo recente da Frost & Sullivan comprova que essas tecnologias disruptivas já estão começando modificar várias aplicações e mercados em todo o mundo.

Dentro deste grupo de tecnologias disruptivas emergentes, há 10 que se destacam, de acordo com o Top Information and Communication Technologies de 2017 :

1. Inteligência Artificial (AI) 
2. Blockchain 
3. 5G 
4.Cibersegurança
5. Realidade Combinada
6. Interação em linguagem natural 
7. Small data 
8. Sistemas hiperconvergentes
9. Tudo-como-Serviço 
10. Robótica na automação do processo

Entre essas dez tecnologias, a Frost & Sullivan destacou Inteligência Artificial e Blockchain como os mais expressivas.

Já a proeminência da Internet das Coisas (IoT) tornou-se um novo paradigma para a coleta de dados, uma vez que os pontos de extremidade da rede geram enormes quantidades de dados que as empresas precisam analisar em tempo real para obter informações acionáveis.  “As organizações dependem cada vez mais de tecnologias como o Advanced Analytics e IA para interpretar padrões interessantes nos dados coletados e fornecer informações úteis”, diz Swapnadeep Nayak, analista da consultoria.

A IA é uma das tecnologias que vem recebendo maior volume de investimentos de corporações e empresas de capital de risco. 

“Mais de 21 mil patentes já foram publicadas neste espaço nos últimos três anos”, disse Guha.

Para o vice-presidente da ManageEngine, Sridhar Iyengar, a Inteligência Artificial será cada vez mais integrada em arquiteturas e aplicações existentes como uma forma de impulsionar a inovação ao longo do ano. Empresas como a Xero , a Microsoft e o Google já ingressaram no jogo.

Outra tecnologia que tem um enorme potencial disruptvo é o Blockchain, de acordo com Kiran Kumar, gerente do programa TechVision, da Frost & Sullivan.

“O Blockchain está expandindo seu escopo de aplicação além das instituições bancárias e financeiras em uma ampla gama de casos de uso em todas as indústrias.  O financiamento global para as start-up de Blockchain vem sendo de mais de US$ 1 bilhão,  desde 2014”, acrescentou Kumar.

A Frost & Sullivan aponta ainda que a convergência do Blockchain e da IoT, juntamente com a análise de Big Data, será um tripé importante para o sucesso das empresas.   

“Blockchain está provando ser uma solução viável para muitos desafios, como a autenticação e autorização de dispositivos IoT. Como resultado, isso ajudará a proteger redes mesh e eliminar a necessidade de intermediários centrais “, afirmou.

Fonte: CIO

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A hora e a vez da TI ‘oportunista’

Cada vez mais, TI é um componente-chave para todas as iniciativas de negócios e os gestores de Tecnologia precisam repensar o seu modelo de trabalho, sustenta o Gartner.

Segundo a consultoria, os CIOs devem trabalhar com executivos de negócios e com o CFO a fim de garantir que a contribuição crítica de TI seja incorporada desde cedo no planejamento estratégico e nos processos de planejamento de orçamento das corporações.

“No passado, considerações sobre o uso de TI para dar suporte aos negócios vinham muito tempo depois das estratégias e iniciativas estratégicas para o período seguinte terem sido projetadas e sancionadas pela alta gerência,” diz Cassio Dreyfuss, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

“Com o passar do tempo, a TI deixou de ser uma ferramenta de suporte para ser uma ferramenta de capacitação e criação de negócios. O CIO foi desafiado a adotar um perfil mais relevante e se engajar ostensivamente em oportunidades para influenciar as decisões de TI nos orçamentos de negócios da empresa”, acrescenta o executivo.

O melhor caminho para a nova gestão é adotar a TI ‘bimodal’. No conceito, a “TI de classe empresarial”, responsável por entregar serviços de TI eficientes, com altos níveis de excelência e confiabilidade; a outra, a “TI oportunista”, pronta para aproveitar novas oportunidades, com a criação de novos modelos de negócio.

Uma “TI de classe empresarial” suporta um ambiente de negócios evolutivo, ao passo que a “TI oportunista” suporta um ambiente de negócios ágil e flexível.  A organização de TI está em uma posição de se envolver de forma ampla e intensa com as decisões de orçamento. Ela traz perspectivas-chave à discussão:

– Arquitetura de informação – Conhecimento da informação que é utilizada na empresa, quem usa qual informação, quando, como e com que objetivo.

– Redes de processos de negócio – Conhecimento dos processos da empresa, de ponta a ponta, suas regras e dinâmicas, quem os executa, quando, como e com qual objetivo.

– Infraestrutura das operações: Domínio de como executar todos os processos e entregar todas as informações, seus ciclos, suas exigências de integração e todas as interfaces com as pessoas.

– Cenário da tecnologia: Perspectiva abrangente e qualificada do cenário da tecnologia e sua evolução, e os recursos, oportunidades, desafios, riscos e os aspectos econômicos das ferramentas de TI.

Fonte: Convergência Digital

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Carreira em TI, por onde seguir?

Não importa em qual estágio você esteja na carreira de TI. Com novas tecnologias batendo a todo instante em nossa porta, decisões como “por onde seguir” e “onde se encontrar” são inevitáveis

A carreira em TI tem um leque enorme de opções e costuma atrair muitos profissionais em busca de altos ganhos. Porém, poucos se atentam à grande jornada de empenho, dedicação e discernimento até conquistar o sucesso e reconhecimento que os fazem chegar a esses salários de encher os olhos.

Sempre digo que a vida em TI é uma grande ampulheta, onde você conhece genericamente vários fatores da área como infraestrutura, desenvolvimento, projetos e telecomunicações. Após se identificar com uma das áreas, você adentra mais um nível naquela vertente que escolher: tornar-se especialista. Sim, pois após conhecer de forma geral, você precisa se aprofundar em algo, ser conhecedor, pois não há como ser generalista nesse segundo estágio.

Essa segunda etapa, que comparo ao afunilamento da ampulheta, deve ser muito bem avaliada. A escolha por essa especialização deve ser muito bem alinhada ao seu talento ou algo que se identifique. Não caia na sabotagem do “vou por esse lado porque dá dinheiro…”. Se você se identifica e gosta da área, fará um bom trabalho e o dinheiro passará a ser consequência. Conversar com pessoas que já estão na área ou no cargo que almeja, pode te esclarecer muito sobre a real prática da descrição da função.

Outra dica que sempre dou em minhas palestras é olhar o “skill” necessário para o que você está buscando e se realmente acredita ter o perfil. Um exemplo são os programadores. Geralmente esses profissionais são pessoas introspectivas e analíticas, pois a programação requer concentração e uma interação mais homem-máquina. Outro exemplo, já na área de infraestrutura como suporte, a comunicação e didática de forma simples fazem com que você possa exercer essa função com maior facilidade, caso tenha mais afinidade com pessoas.

Outro fator que requer grande atenção, independente da área que você escolher seguir ou se especializar, é ser inquieto. Busque sempre conhecimento e maneiras de fazer algo diferente, mais rápido e melhor. Reinvente-se, pois o que é novo hoje pode não ser amanhã e será facilmente substituído. Precisamos acompanhar essa evolução quase que desenfreada para não ficarmos para trás.

Ser um especialista é o primeiro caminho para a gestão. Gerindo sistemas, infraestrutura e os projetos que a eles cabem, podendo inclusive liderá-los, faz com que você possa ter os contatos com a equipe do projeto, bem como garantir que todos executem as tarefas no prazo devido e com excelência. É neste estágio que você consegue saber se prefere ser um gestor ou um liderado no futuro, a partir da sua aptidão de gestão de tarefas, projetos e pessoas (mas isso é assunto para outro artigo).

Nesse momento de buscar a gestão, você sai da parte estreita da ampulheta e volta a abrir seus conhecimentos de forma macro e mais abrangente. Porém, falando de forma geral, com conhecimento de causa pela experiência adquirida, direcionando a equipe para uma evolução contínua e equilibrada, pois o conhecimento técnico para a execução a equipe terá, só precisa de alguém para auxiliá-los no caminho. E esse é um dos atributos do gestor: direcionar a equipe para o bem estar diário, para uma execução de qualidade.

Fonte: Aministradores