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Como Alcançar o Próximo Nível com uso de Tecnologias

A transformação digital é o único caminho a ser seguido pelas organizações que desejam atingir o próximo nível em seus negócios

Vivemos hoje em um mundo totalmente conectado, com a tecnologia em um papel central e como transformadora do modo de trabalho das empresas. Ao longo dos últimos anos, as organizações tradicionais tiveram que se adaptar ao uso de novas soluções, que chegavam ao mercado em ciclos a cada dois anos. Agora, o ritmo é outro. Tecnologias disruptivas, como cloud computing e Internet das Coisas (IoT), ganharam espaço em um mercado cada vez mais instantâneo —com novos aplicativos a cada dia — e que obrigam as empresas a entrarem em um modelo constante de reinvenção. Em um cenário de competição global, o sucesso estará presente nas empresas que conseguirem promover a transformação digital e alcançarem o próximo nível.
Na prática, é preciso entender que se transformar não significa apenas a aplicação de tecnologias nos processos corporativos. É necessário mudar a cultura da empresa, repensando ações, posicionamento da marca, produção e distribuição de produtos e serviços, por exemplo. Aos CEOs, que enfrentam maiores desafios de gestão, cabe um novo papel de liderança, mobilizando colaboradores, fornecedores e consumidores para seguirem um novo formato de trabalho. Consequentemente, a transformação digital irá gerar novos cargos e funções menos mecânicas e mais direcionadas a resultado. Como qualquer mudança, o processo não é instantâneo e demanda um bom planejamento. Por isso, quanto antes a transformação digital começar, melhor.

O primeiro passo dessa mudança é definir um bom plano de ação. Com o apoio de bons parceiros tecnológicos, é possível fazer a escolha adequada de soluções digitais que precisam estar alinhadas ao modelo de negócios e bem desenhadas para possibilitarem o crescimento das empresas.
Antes de partir para a ação, faça um estudo detalhado das variáveis que influenciam o futuro de suas atividades. Avalie o mercado no qual a sua empresa está inserida e pesquise sobre os concorrentes. Estude a estrutura de sua organização, as áreas estratégicas e os ganhos esperados com a digitalização dos processos. Essa análise será fundamental para compreender os esforços e as necessidades de transformação.

Independentemente do segmento de atuação, big data, Internet das Coisas (IoT) e computação em nuvem são algumas das novas tecnologias que impulsionarão a digitalização das empresas nos próximos anos. O aumento de produtividade, com redução de custos e produtos com maior valor agregado são alguns dos benefícios obtidos pelas empresas que apostarem na evolução de seus negócios.

Após o processo de pesquisa e de planejamento estratégico é hora de escolher os líderes de projeto que estarão à frente dessa evolução. A transformação digital é um processo irreversível, gradual e contínuo, que apenas ocorre quando todo o ecossistema no qual a empresa está inserida passa a absorver uma cultura de inovação. Por isso, as empresas mais bem-sucedidas contarão com apoio total dos colaboradores, com divisão de tarefas e alinhamento de expectativas.

Digital será a base de todas as empresas e a transformação das empresas ‘analógicas’ em novas versões mais modernas será fundamental para atender às expectativas da sociedade hiperconectada que temos hoje. É o caso de grandes empresas do ramo de varejo que criaram lojas virtuais para novos consumidores que buscam produtos e serviços acessíveis a toda hora, a partir de qualquer lugar e por meio de todos os dispositivos. Ao contrário das empresas que já nascem digitais, a transição para o novo formato demanda tempo e é natural que as empresas enfrentem alguns percalços durante esse processo.

Caberá aos líderes seguir os planos traçados e atuar com resiliência. Adaptar-se às mudanças, aos novos cenários que se apresentam e saber tirar lições dos momentos de adversidade faz parte do processo de integração de novas tecnologias ao modelo tradicional de trabalho e produção. O mundo corporativo é dinâmico e exige foco, disciplina e resistência a longo prazo, além de uma visão empresarial estratégica. Diante disso, é preciso que as empresas mapeiem os benefícios digitais que podem obter para começarem a traçar planos de evolução o quanto antes.

A inovação é transformadora tanto internamente quanto da porta para fora. Para se destacar no novo cenário digital, as organizações precisam oferecer opções diferenciadas e que surpreendam positivamente seus clientes. Um caminho interessante a se percorrer é o da personalização, que se torna possível graças às soluções digitais e ao uso de tecnologias específicas para análise de dados, como big data e analytics.

A era da conectividade aproximou clientes das marcas, criando uma nova dinâmica de relacionamento, de estudo de hábitos de consumo e de previsão de anseios e de movimentos de consumo. As empresas que ainda têm dúvidas sobre o processo acabarão ficando pelo caminho. A transformação digital é o único caminho a ser seguido pelas organizações que desejam atingir o próximo nível em seus negócios. Para manter-se à frente da concorrência é preciso dar logo o primeiro passo.

Fonte: Computerworld

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Cloud computing pode ser sua aposta mais segura. Saiba o motivo

Casos recentes de crimes virtuais mostram que manter informações dentro de casa, em um único ambiente, pode não ser a melhor saída para guardar dados

Os profissionais mais tradicionais de TI dizem que uma empresa está mais segura quando cuida de seu data center dentro de casa. No entanto, ao lembrar das grandes violações de dados ao longo dos últimos dois anos, como Anthem, Sony Pictures, JPMorgan ou Target, todos mantinham seus data centers internos e não na nuvem.
 
De fato, se um serviço em nuvem tem controles adequados, pode ser mais seguro do que executar dados em seu data center. Amazon, Google, Salesforce e Box são especialistas no tema, afinal, uma falha pode ser devastadora para seus negócios.
 
David Cowan, que tem financiado empresas de segurança desde os anos 1990 para a Bessemer Venture Partners, disse para o portal TechCrunch que a maioria das empresas não pensa em segurança e a Sony Pictures não foi exceção. Segundo ele, a Sony Pictures tem uma empresa de tecnologia, mas seu core business são os filmes. Eles não pensam essencialmente sobre os dados e a segurança. 
 
Cowan diz que isso não significa necessariamente que as companhias estão mais seguras na nuvem, mas acredita que os provedores de cloud são mais maduros. Assim, para ele Google e Amazon são provavelmente mais seguros do que os datas centers tradicionais dentro de casa. Ele diz, no entanto, que o problema é que existem diferentes níveis de maturidade em toda a gama de serviços de nuvem.
 
Se você pensar sobre o que aconteceu com a Sony Pictures, cibercriminosos entraram no sistema porque era um único sistema e por isso tiveram acesso a e-mails, filmes etc. Mas se os dados estivessem distribuídos por vários serviços em nuvem, mesmo a violação de um serviço teria significado acessar apenas informações de um serviço.
 
Espalhar dados em vários lugares não compromete todo o armazenamento. É claro que nenhuma abordagem vai blindar totalmente cibercriminosos, especialmente porque há pessoas envolvidas. Phishing ou ataques de força bruta podem permitir que crackers mirem contas individuais, como aconteceu com a atriz Jennifer Lawrence, que teve fotos íntimas expostas na rede.
 
Os casos mostram que data centers privados são vulneráveis também, e ter seus dados no local não garante segurança. No momento, a nuvem pode oferecer a melhor esperança para empresas no momento, acreditam especialistas. 
Fonte: ITForum365
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Analytics em nuvem entra em estado de ebulição

Taxa anual de crescimento das ferramentas de análise de dados em cloud pode superar 46% até 2020

Não é nenhum segredo que a computação em nuvem e análise de dados são áreas de interesse e rápido crescimento no campo da tecnologia. Coloque esses dois temas juntos e você terá uma combinação poderosa quanto a expectativa de crescimento anual superior a 26% ao longo dos próximos cinco anos.

De acordo com um relatório recente da consultoria Research and Markets a explosão no volume de dados colocará o segmento em ebulição. Isso muito devido ao fato de que um número cada vez maior de organizações começa a analisar registros na tentativa de compreender padrões de consumo e ampliarem suas receitas. Esse processamento, em grande parte dos casos, ocorrerá na nuvem.

“Ferramentas de análise de grandes volumes de dados baseadas no conceito de cloud serão uma forma de gerenciar e organizar dados, permitindo que organizações acessem informações importantes e tomem decisões mais rapidamente”, pontuou a companhia, em relatório, citando disputa acirrada entre HP, IBM, Microsoft, Oracle e Sap nessa arena.

As taxas de crescimento podem ser maiores do que os 26% sinalizados pela Research and Markets, contrapôs Ray Wang, analista e fundador da Constellation Research, prevendo uma taxa anual de crescimento mais próximo a 46% até 2020.

“Mais e mais, devido ao tamanho e a complicação, vemos analytics rumando para cloud”, sentenciou. “As pessoas não gastam mais dinheiro em data centers ou armazéns de dados próprios para esses novos ambientes. O jogo será bem diferente”, concluiu.

Fonte: Computer World

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Internet do Futuro já desponta como a Cloud das Clouds

O mercado de TIC passa por uma avalanche de mudanças conceituais, táticas e estratégicas que estão transformando a relação usuário/informação e também o conteúdo desta informação. A base da informação digital era definida por dados e tardiamente integrada à voz e depois ao vídeo. Agora, o que conhecemos como informação traz em si um conjunto de componentes inéditos como imagem, áudio, 3D, etc. É importante levar em consideração, também, que estas informações estão circulando e crescendo de forma desenfreada, nas proporções de Zetabytes, dentro do que a indústria vem chamando de Terceira Plataforma ou mesmo de Quarta Onda. Para equalizar a leitura, este novo ambiente considera mobilidade (acesso por BYOD), redes sociais (meio comum de comunicação mandatório), Cloud (infraestrutura de transporte) e Big Data+Analytcs (o gerador de informações para tomada de decisões).

Neste cenário, emprestemos os olhos e pensamento decisório dos CIO’s e vamos analisar o futuro de seu ambiente de TI. No dia a dia, este CIO sabe que seus usuários acessam as informações corporativas internas, regrados por fortes mecanismos de segurança e governança. Mas esses funcionários também acessam, invariavelmente, informações externas armazenadas em nuvem, em ambientes desconhecidos. Estatísticas mostram que os CIO’s não têm noção do volume de acesso externo realizado por estes usuários. Pior do que isto: as estatísticas mostram que o acesso externo é pelo menos 10 vezes maior do que o imaginado.

O princípio do uso de cloud computing é, seguramente, uma decisão que pode institucionalizar e melhor controlar os acessos a aplicações externas. Muitas corporações estão adotando o uso de cloud privada, o que permite o uso, provisionamento, tarifação e disponibilização de uma série de serviços de TI (Aplicações, storage, maquinas virtuais, etc.), dentro de regras claras, definidas e muito bem contabilizadas.

Os CIO’s sabem, no entanto, que isso não é suficiente. Afinal, o uso de cloud privada não demonstra sensíveis reduções de custos/investimentos e nem tampouco coloca o ambiente de TI em modelo “as a service” ou mesmo on demand. Para complementar os serviços a ser disponibilizados e garantir segurança e eficiência, os CIO’s começam a fazer estudos e implementações que mostram que os ambientes de cloud híbridas formam uma tendência mundial.

O ambiente híbrido considera parte das soluções em cloud privada e parte em cloud pública; isso é feito, porém, sobre os mesmos orquestradores e mecanismos de segurança e regras de governança que regem o mundo de TI corporativo. Este balanceamento não é trivial e exige um conjunto de estudos e métodos para melhor aproveitamento de cada um desses dois mundos – o público e o privado.

Parece obvio que uma aplicação que roda 7 dias por semana e 24 horas por dia terá menor custo em nuvem privada do que em uma rede pública. Encontrar e definir esse ambiente, porém, não é um processo tão descomplicado quanto parece. Além disto, os ambientes elásticos, como laboratórios de desenvolvimento, ou mesmo ambientes de backup, devem buscar as melhores soluções de nuvem. Essa busca deve ser feita a partir do levantamento do que é mais adequado para atender a cada necessidade, com atenção ao tripé Performance X Custos X Riscos.

Independentemente da definição e das especificações sobre que ambientes estarão em cada espaço na nuvem, é inevitável a tendência do uso de ambientes híbridos. É importante ressaltar que esta mistura de ambientes gera um risco operacional que deve ser mitigado em tempos de desenho de arquitetura de projeto e migração.

Estas transformações na indústria e no uso dos ambientes vêm mostrando que os fabricantes estão redefinindo suas estratégias e criando grandes confederações que possibilitarão a interconexão das diversas nuvens. O desafio dos CIO’s de hoje é definir o que vai ao ambiente público e o que fica no on premises (em conceito de nuvem privada…). Mas no futuro de curto prazo será possível movimentar seus ambientes virtualizados (máquinas, políticas de segurança, recursos de rede, desktops/servers virtuais) de uma nuvem do provedor A para o provedor B. Isso será feito sem grandes barreiras e riscos. Padrões já estão a caminho e desenham uma nova Internet que vem com muito mais do que eficientes mecanismos de endereçamento – mecanismos que foram definidos desde o IPv6, ha mais de 10 anos.

A Internet do Futuro está sendo criada para ser a cloud das clouds, de maneira que as corporações vão comprar recursos virtuais em nuvens públicas e poderão movimentá-las e trocar de provedor ao toque do orquestrador. Hoje o SDN, SDDC, SDS** são os responsáveis por possibilitar isto, junto com padrões como o Openstack (Openflow), que permite provisionamento e orquestração mais padronizadas, embora ainda um pouco imaturas.

Parece sonho, mas estamos próximos desta realidade. Alguns fabricantes propõem as federações de Datacenters e ambientes de cloud de maneira a possibilitar estas movimentações de forma harmônica e tecnicamente viável… Este é o segredo do negócio!!! Outros, muito grandes e líderes, querem definir o padrão, mesmo usando openflow por debaixo de suas próprias plataformas.

A conclusão é como alguém pode querer ser o dono da Internet do Futuro se ela será composta por um conjunto de clouds híbridas interconectadas, ou mesmo de um gigantesco número de clouds públicas interconectadas e dando acesso aos usuários via cloud privada… Parece muita pretensão, mas é realidade para algumas empresas. É algo que a IBM sonhou na década de 70 quando lançou o mainframe com conceito de cloud!!!

Ao final, haverá espaço para vários provedores, desde que todos falem a mesma língua beneficiando aos usuários e às corporações. Estejam atentos que 2015 será um ano de grandes transformações, principalmente com o crescimento do uso da Internet das Coisas e do rich media (áudio, vídeo e imagem ).

Fonte: R7

 

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Trate a adoção de cloud como se fosse uma reforma

Custo, confiabilidade e segurança são preocupações óbvias, mas o controle dos objetivos e as responsabilidades são frequentemente ignorados na escolha de serviços em nuvem

Toda empresa que pensa em migrar para a nuvem se preocupa com requisitos de confiabilidade, segurança e rentabilidade. No entanto, muitos compradores deixam de considerar cuidadosamente outras duas características extremamente importantes de qualquer serviço de nuvem: o quanto é possível controlar os serviços, sem a interferência do fornecedor e o quando a empresa cede ao seu fornecedor das responsabilidade por tarefas de gestão do dia-a-dia.

Algumas das mais bem divulgadas falhas de  infraestrutura da nuvem (Amazon Web Services e Microsoft Azure já tiveram seus problemas com indisponibilidade) foram seguidas por mensagens enfurecidas de vítimas do grande tempo de inatividade, da perda de geração de dados , ou de ambos nos fóruns de usuários.

A ira dos usuários por ficarem sem um serviço pelo qual estão pagando é perfeitamente compreensível. No entanto, é uma excelente indicação de que esses mesmos usuários de serviços de nuvem não entenderam totalmente a grande responsabilidade que continuam a ter no gerenciamento e na proteção de seus sistemas.

Problemas servem de alerta
Fornecedores têm apenas parte da responsabilidade por perdas causadas por períodos de inatividade ou desconexão. São os usuários os maiores  responsáveis ​​por assegurar que o backup de dados está sendo feito e suas instâncias estão sendo replicadas em diferentes zonas de disponibilidade. Atitudes capazes de atenuar alguns dos grandes problemas reportados.

É do usuário a responsabilidade de entender o que um serviço vai e não vai fazer por ele. E exigir o que de fato o fornecedor se compromete a fazer. Não é preciso um diploma de ciência da computação para entender como isso funciona na nuvem. O que um serviço de nuvem é capaz de oferecer é muito parecido com saber o que qualquer serviço terceirizado oferece.

Seu banheiro ou sua empresa –  aplique os mesmos princípios
Digamos que você queira reformar o seu banheiro. Primeiro você precisa decidir o que quer que seja feito – as necessidades, requisitos e preferências do usuário determinam as etapas de execução do trabalho.

Se você estiver disposto a gastar horas debruçado sobre catálogos ou sobre o  Pinterest para obter ideias para a reforma do banheiro, pode até pensar em fazer o projeto sozinho. Mas haverá sempre a possibilidade de contratar um decorador de interiores para executar a tarefa.

Depois de ter um projeto na mão, você entra na fase de implantação. Dependendo da complexidade e do seu orçamento, você pode contratar um arquiteto ou um pedreiro para executá-lo, ou até mesmo fazer todo o trabalho sozinho.

A primeira opção será, sem dúvida, a mais cara, mas reduzirá substancialmente os riscos. A contratação do pedreiro, por sua vez,  poupará algum do dinheiro, mas exigirá maior supervisão da sua parte. Já a  terceira opção – fazer isso sozinho –  será sempre a mais barata, e o deixará controlar cada pequeno detalhe do trabalho, mas aumentará consideravelmente o risco de desastre.

Conheça os seus riscos e benefícios
Qualquer proprietário está familiarizado com o processo de decisão sobre uma reforma. O que você ainda não sabe é que esse processo tem uma semelhança impressionante com os desafios envolvidos em descobrir como usar a nuvem de forma adequada.

Para levantar as necessidades e elaborar o projeto você pode pesquisar sobre o serviço de nuvem ou contratar um consultor para ajudá-lo. Se você fizer a pesquisa você mesmo é possível que você deixe passar detalhes que não escapariam de um olhar mais experiente.

Para a fase de implantação, você tem essencialmente as mesmas opções para a nuvem que teria para reformar o seu banheiro: contratar um provedor de serviços completo para gerenciar todo o seu ambiente, incluindo backups, patching e suporte ao usuário; usar  parte dos serviços de um provedor de infraestrutura-como-um-serviço para suportar os seus serviços enquanto você fornece seus próprios meios e capacidades de recuperação de desastres; ou construir a sua própria nuvem privada e manter a responsabilidade e controle sobre tudo.

Embora eu tenha focado principalmente em infraestrutura de nuvem, as mesmas decisões se aplicam a aplicativos e SaaS. Se eu quiser executar um site complexo, com um sistema de gerenciamento de conteúdo, posso contratar uma empresa de hospedagem especializada para lidar com a coisa toda, comprar um serviço de Web-hosting direto e instalar e gerenciar o CMS, ou comprar meu próprio hardware e fazer tudo sozinho.

Se eu usar um arquiteto ou “empreiteiro geral”, a responsabilidade é inteiramente dele, mas eu certamente não terei o mesmo grau de controle sobre como as coisas serão feitas. Se usar pedreiros, vou ter mais controle e  mais responsabilidade. Se fizer tudo sozinho,  terei o controle que sempre quis, mas também terei que arcar com todas as responsabilidades.

Espero que como usuário de nuvem você saiba melhor como usá-la. E seja capaz de ajudar a tornar os provedores de nuvem mais responsáveis pelas tarefas que de fato vão realizar, considerando os três cenários possíveis.

Fonte: Computer World

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Segurança, mobilidade e cloud dominam preocupações

Cerca de 92% dos responsáveis inquiridos num estudo consideram que as suas organizações não têm recursos suficientes para lidar com as prioridades e tendências de TIC, diz a BCS – Chartered Institute for IT.

A segurança e perda de dados, trabalho em mobilidade e cloud computing são os três temas de TIC que mais preocupações suscitam entre responsáveis de empresas, de acordo com um estudo da British Computing Society (BCS) ‒ Chartered Institute for IT. O trabalho anual, baseado num inquérito a 350 profissionais séniores de TIC, dá uma perspectiva sobre os planos de acção das organizações para os próximos 12 meses, mas também num prazo de três a cinco anos.

O estudo revelou que a segurança da informação (60%), a cloud computing (55%) e a computação móvel ‒ incluindo as políticas de BYOD ‒ (53%), são as principais prioridades para muitas organizações ao longo dos próximos 12 meses. Há mais organizações a perceberem que desenvolvimentos tecnológicos nesses temas podem vir a beneficiar o seu negócio, ajudar a aumentar a produtividade e garantir a continuidade da actividade, diz o instituto.

Apesar disso, 92% dos líderes de TIC nas empresas sentem que as organizações onde trabalham não têm recursos suficientes para lidar com as questões de gestão e tendências de TI, estabelecidas como prioridade. Mais da metade dos responsáveis questionados (53%) consideram precisar de competências melhoradas na força de trabalho que gerem.

A segurança já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração, considera Adam Thilthorpe (BCS‒ Chartered Institute for IT).

Uma percentagem similar diz precisar de mais profissionais qualificados na equipa de TI e apenas 8% considerou ter recursos suficientes. Numa perspectiva de três a cinco anos, revelada pelo estudo, as prioridades para as organizações abordadas são a segurança da informação (54%), Big Data (42%) e de cloud computing (40%).

“É bastante claro que a segurança é a principal coisa que mantém os profissionais de TI acordados durante a noite. Já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração. As reputações de muitas organizações já não estão a fundadas só nos elementos tradicionais tais como o serviço ao cliente, mas cada vez mais na forma como lidam com e proteger os dados dos seus clientes”, diz Adam Thilthorpe, director para a área do profissionalismo no instituto.

Fonte: Computer World

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Brasil: só 8% das empresas assumem usar cloud

Apesar do crescente do uso de redes sociais e mensagens instantâneas (SMS, e-mail, WhtasApp etc.) no ambiente corporativo no Brasil, a maioria das empresas ainda prefere o telefone para estabelecer comunicação com clientes e fornecedores. Para 80% delas, as ligações telefônicas são consideradas o canal de comunicação prioritário. Entre essas corporações, 68% informaram que usam voz como principal meio de comunicação com clientes, enquanto 77% priorizam o canal via voz no relacionamento com fornecedores.

O levantamento, contratado pela Embratel e feito pelo portal Teleco com 400 empresas brasileiras em cinco capitais do país, mostra ainda que há muito por crescer em computação em nuvem. Os serviços de cloud estão presentes em apenas 8% das empresas. O uso deles é direcionado, principalmente, para aplicações de segurança, armazenamento e backup. Questionados para o uso da nuvem mais efetivo, a maioria das empresas não considera o e-mail como um serviço em Cloud, o que elevaria esse percentual. Porém, a análise geral dos serviços na Nuvem demonstra tendência de aumento nos próximos anos.

Com relação à comunicação, 13% das empresas afirmam integrar diferentes canais como voz fixa, voz móvel, mensagens, conferência na web e videoconferência. A preferência do ambiente corporativo é comprovada com o aumento da base de clientes de telefonia, fixa e móvel, e uma crescente pluralidade de planos.

Na categoria ferramenta de colaboração, o e-mail surge como primeira opção em 84% das corporações. Mas o SMS ainda tem seu espaço. Mesmo pressionado pelos serviços de OTTs (provedores Over The Top, que usam a rede internet) como WhatsApp, o SMS surge como segundo colocado nas empresas, é o mais utilizado em 45% delas.

A mobilidade também é uma tendência. Há um aumento do uso de dispositivos móveis –como tabletes e celulares–, forçando as empresas a aderir ao movimento BYOD (Bring Your Own Device). Em 58% das empresas, os funcionários podem levar para o ambiente de trabalho seus equipamentos pessoais.

Os dados fazem parte da pesquisa “A Conectividade das Empresas Brasileiras”, que analisou estruturas de TI e Telecom de 400 empresas, de diferentes portes, em cinco capitais brasileiras. O estudo, que analisou o nível de conectividade e o uso de tecnologia pelas empresas brasileiras, foi desenvolvido pela Embratel em parceria com a Teleco. Marcello Miguel, diretor executivo da Embratel, diz que a pesquisa avaliou a adoção de dispositivos de transmissão de Dados, Internet, Voz e Mobilidade pelas companhias brasileiras, bem como suas estruturas de TI e de Telecom.

No quesito infraestrutura houve um aumento da modernização. A conexão fixa está presente em 94% das empresas, e 85% dos pesquisados possuem conexão Banda Larga. A velocidade média contratada por essas empresas tende a crescer com a ampliação das ofertas e redução dos custos.

Serviços de segurança estão presentes em 45% das empresas pesquisadas, e a maioria manifestou interesse em conhecer novos serviços de proteção. Na área de Data Center, 64% das empresas consultadas ainda utilizam servidores internos. Pequenas e médias empresas não possuem políticas de proteção de dados, e 23% dos entrevistados armazenam informações nos computadores dos próprios funcionários.

“Apesquisa foi realizada com profissionais responsáveis pelas áreas de TI e Telecom (TIC) de empresas de diversos portes, localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife. A escolha dessas localidades foi feita com base em uma metodologia especial para refletir, com margem mínima de erro, a opinião nacional das empresas sobre o uso de sistemas”, diz Eduardo Tude, presidente da Teleco.

O levantamento analisou as seguintes categorias: Canal de comunicação mais utilizado; Comunicação por Voz; Comunicação por Mensagens; Dispositivos para conexão de dados; Infraestrutura para conexão de dados; Cloud e Armazenamento de Informações, e Redes Sociais e Internet.

Fonte: Convergência Digital

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Estudo: executivos C level apostam em big data e cloud para impulsionar negócios

A EMC conduziu uma pesquisa com profissionais que trabalham em organizações públicas e privadas para identificar como as megatendências do big data, computação em nuvem, mobilidade e social têm impactado os negócios. Para 85% dos entrevistados, essas tecnologias fornecerão vantagens competitivas para sua empresa.

O levantamento também revelou que quase metade dos entrevistados (46%) espera ver uma influência dessas megatendências no que diz respeito ao desenvolvimento de novos produtos e serviços. Já para 38%, essas tecnologias contribuirão para o surgimento de novos modelos de gestão das operações de negócios de missão crítica. Outros 35% deles acreditam que elas também melhorarão a experiência dos clientes de uma maneira geral.

Para Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil, a pesquisa também revela que o uso dessas tecnologias tem impactado principalmente a forma como os consumidores interagem com as empresas. Ao contrário de antigamente, agora todos querem participar do processo de pesquisa, compra e pós-compra em tempo real, a partir de qualquer lugar e a todo momento. E, para Cunha, é justamente aí que a TI entra como um importante fator na estratégia das empresas.

– 29% das PMEs que mais crescem são da área de TI e informática

Pensando no relacionamento com o público consumidor, a pesquisa conseguiu identificar que para 45% dos CEO, CIO, CFO e tomadores de decisões nas empresas, essas tecnologias ajudam qualquer empresa a obter novos clientes. Já para 40% deles, as mesmas ferramentas podem ser usadas para gerar economia e bons resultados e 38% para automatizar processos.

No que tange a questões empresariais, 65% dos entrevistados disseram acreditar que a combinação de nuvem pública e privada permite um maior nível de agilidade e segurança para suas empresas. Apesar disso, 29% deles disseram não achar seguro confiar a essa tecnologia suas soluções de gestão empresarial (ERP).

Para finalizar, Cunha destaca dois dados que considera interessantes. O primeiro deles é que 76% dos entrevistados acreditam que manter uma equipe bem treinada para acompanhar o ritmo das implicações exigidas pelas megatendências é um fator de grande desafio para praticamente qualquer organização. Já o último é que somente 18% dos consultados disseram que o aumento dos gastos com essas tecnologias está fora do controle dos departamentos de TI.

“Isso mostra que a tecnologia da informação não está se tornando irrelevante para os negócios”, finalizou o executivo.
Fonte: CanalTech