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8 mitos sobre inteligência artificial e a realidade por trás deles

A IA vai extinguir empregos? E, afinal, empresas precisam de uma estratégia de IA? Analisamos alguns mitos e verdades

As máquinas com consciência têm feito parte das ficções de Hollywood há décadas, despertando medo sobre as consequências da tecnologia. De fato, a ascensão da inteligência artificial e do aprendizado de máquina nos últimos anos não tem ajudado, e mesmo as pessoas que deveriam saber melhor sobre o assunto estão cedendo aos receios. Seja como for, muitos dos sentimentos negativos sobre a IA vêm da imaginação hiperativa de que as máquinas imitarão os nossos próprios maus comportamentos.

Filmes à parte, existem algumas perguntas e respostas racionais sobre o assunto. Então, vamos dividir os mitos e a realidade em torno da IA e todas as suas ramificações, como aprendizado de máquina e deep learning.

Mito: A IA vai extinguir empregos

Realidade: A IA mudará as funções existentes e criará novas.

Esse é o maior medo – e é legítimo. A IA está sendo usada para automatizar muitas funções repetitivas em áreas tão diversas quanto atendimento ao cliente, gerenciamento de datacenter e radiologia. Isso significa que os administradores do servidor estão sem trabalho? NãAlgumas indústrias podem ser impactadas e alguns trabalhadores podem ser deslocados, mas isso acontece constantemente e regularmente. A revolução industrial do final do século XIX causou mudanças maciças. O carro deixou a indústria de cavalos fora do mercado, por exemplo.

“O que acontecerá às pessoas cujos empregos serão substituídos pela IA? Elas passarão a fazer outros trabalhos. Fizemos isso por toda a história da humanidade. Isso não é novidade”, disse David McCall, vice-presidente de inovação da operadora de data center QTS.

“Com base em todo o trabalho que estamos fazendo com grandes empresas, estamos vendo um deslocamento de profissionais de conhecimento de nível inferior”, explicou Anthony DeLima, chefe de transformação digital e operações nos EUA da Neoris. “A IA está automatizando uma série de tarefas realizadas por profissionais, opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, com um nível de precisão mais alto e também fornece insights e perspectivas futuras para onde os clientes ou o mercado estão indo”, acrescentou DeLima. “Portanto, em alguns casos, o nível de previsão da IA excede o que as pessoas podem fazer.”o, isso significa que eles estão livres para trabalhar em atividades mais desafiadoras.

Mito: A IA é mais inteligente que as pessoas

Realidade: a IA é tão inteligente quanto quem a programa. “Acho que o mecanismo mais inteligente do mundo é o cérebro humano e não vamos construir uma IA mais inteligente do que ele. A IA não é senciente, não é consciente e não acho que seja mais inteligente do que nós”, afirmou McCall.

Não há inteligência artificial sem pessoas. Os seres humanos que criam os algoritmos e as informações que compõem a IA. Nós a construímos, ensinamos e fornecemos as ferramentas para tomar certas decisões em nosso nome.

“Estreitamente, a IA pode ser usada em alguns círculos para tomar decisões mais rapidamente que os humanos. Isso não significa que as decisões sejam sempre corretas, ponderadas ou que sempre forneçam o resultado certo”, declarou McCall. “A IA tem consciência social? Algumas decisões só podem ser tomadas por humanos.”

Mito: AIOps é predominantemente baseado no gerenciamento de eventos

Realidade: Talvez no começo, mas está evoluindo.

“A onda inicial de AIOps revolucionou nossos sistemas de gerenciamento de eventos para reduzir o ruído com base em alertas correlatos, como no agrupamento de alertas semelhantes”, disse Ciaran Byrne, vice-presidente de estratégia de produtos da OpsRamp. Esse foi um passo significativo, pois o ruído há muito tempo atrapalha a usabilidade dos sistemas de gerenciamento de eventos.

Mas benefícios ainda maiores estão por vir. “A próxima onda foi ampliada para outras áreas das operações de TI, como automação e monitoramento / observabilidade”, disse Byrne. “As aplicações incluirão roteamento inteligente de tickets ou automação com base em padrões aprendidos.”.

Mito: As empresas não precisam de uma estratégia de IA

Realidade: Ah sim, você precisa

O QTS prevê que, na próxima década, não haverá organização, setor ou segmento de negócios livres do impacto da IA. É uma proposta arriscada não ter um plano de IA porque a sua concorrência certamente terá – e eles serão capazes de responder às mudanças do mercado muito mais rapidamente.

Jay Marwaha, CEO da SYNTASA, desenvolvedor de software de análise comportamental para interações com clientes e dados comportamentais, concorda. “Os clientes com os quais lidamos sentem que a IA é a próxima grande tecnologia que as empresas devem adotar para aumentar a sua lucratividade imediatamente ou reduzi-la”, declarou.

Quanto impacto a IA tem depende de como as empresas a utilizam. Aquelas que usam a IA para efeito total se saem muito bem. “Muitas empresas não entendem o cenário todo. Elas veem as palavras da moda, ouvem outras empresas tirando vantagem disso”, explicou Marwaha. “Os retornos nem sempre são grandes, mas em alguns casos, são enormes.”

Mito: A IA tomará decisões e fará diagnósticos médicos

Realidade: Sim, mas a IA não terá a última palavra

Hoje, os radiologistas são especialistas na avaliação de raios-X, ressonância magnética, tomografia computadorizada e outras imagens médicas. Um dos maiores esforços da IA é ensinar classificadores de imagem a reconhecer anormalidades como tumores. A IA tem a capacidade de digitalizar milhões de imagens para aprender a interpretar as informações de maneira mais rápida e completa do que qualquer humano poderia fazer.

No entanto, um médico ou radiologista ainda terá a palavra final para determinar um diagnóstico. A questão é que esse diagnóstico pode ser feito em minutos, em vez de dias ou semanas.

Mito: Não faço ideia do que a IA está fazendo e se posso confiar nela

Realidade: a IA é muito mais transparente agora

No início, os AIOps eram vistos como uma “caixa preta”, isto é, um sistema misterioso que gerava resultados sem fornecer informações sobre o que o algoritmo subjacente fazia e por quê. No entanto, com o tempo, vemos essas soluções se tornarem mais maduras.

“Embora alguns sistemas não forneçam transparência, cada vez mais fornecedores de software e sistemas de inteligência artificial estão dando mais visibilidade sobre os motivos da tecnologia”, afirmou Byrne, da OpsRamp. “O difícil é fornecer a transparência adequada, não sobrecarregar o usuário, ganhar sua confiança e compreensão.”

Mito: preciso de um data lake para treinar minha IA

Realidade: Depende.

Dados não estruturados são piores que dados estruturados porque ocupam espaço. Para se livrar deles, você precisa usar recursos para filtrar. Por esse motivo, diz McCall, da QTS, dados não estruturados podem ser inúteis.

“O que o mundo está trabalhando agora é em como estruturar e organizar os dados para explorá-los e como construir algoritmos”, explicou McCall. “Um pouco de dados não estruturados é bom, mas quando abrimos comportas, você precisa ter um data lake com a capacidade de organizá-los e estruturá-los mais tarde.”

Mito: A modelagem determina o resultado

Realidade: Você não pode ter certeza.

Todas as iniciativas de IA começam como projetos de teste. Você pode obter excelentes resultados durante os pilotos, mas descobrir que o seu modelo é muito menos preciso quando implementado na produção. Isso ocorre porque os modelos de IA e de aprendizado de máquina devem ser treinados em dados, e esses dados de treinamento devem ser representativos dos dados reais – ou os resultados sofrerão as consequências.

Observe também que o treinamento do seu modelo de IA nunca estará completo. Assim que você colocar o seu modelo no mundo real, a sua precisão começará a diminuir. A velocidade do declínio dependerá da rapidez com que os dados do mundo real mudam (e as preferências do cliente podem mudar rapidamente), mas mais cedo ou mais tarde seu modelo precisará ser treinado novamente com novas informações.

“É uma tarefa delicada de definir o seu conjunto de dados de treinamento. Os seus dados de treinamento devem ser os mesmos que os de produção”, revelou Marwaha. “Essa é a chave para tornar os seus programas bem-sucedidos.”

E é uma chave que você precisará mudar diversas vezes ao longo da vida útil do seu modelo de IA.

Fonte: CIO
Autor: Andy Patrizio

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O papel do compliance para a saúde interna de uma empresa

Diante de um mercado cada vez mais dinâmico e exigente, o uso de conceitos propostos pelo compliance é determinante para o sucesso das empresas

Quando paramos para analisar as expectativas e projeções mercadológicas, é quase impossível fugir da transformação digital como fator primordial. E uma das maiores consequências desse fenômeno moderno foi a exigência generalizada por mais transparência, seriedade e harmonia no ambiente interno das companhias globais. A necessidade de aderir à uma nova postura fez com que diversas organizações parassem para observar os benefícios do compliance como política de complacência com as normas legais.

Com a popularização das mídias sociais e o peso adquirido por essas redes em relação ao mercado consumidor, tornou-se imprescindível algum tipo de resposta das marcas à essa exposição crescente. Reputação é palavra-chave na missão de se estabelecer como uma empresa consolidada, mas isso só pode ser alcançado com uma política de pleno respeito às leis.

Pensando em uma maior elucidação sobre o assunto, preparei esse artigo para que possamos analisar os reais impactos do compliance na estabilidade e sustentação de um ambiente empresarial, considerando seus benefícios e métodos práticos de aplicação.

O pilar central do compliance

Partindo para a teoria e o significado do termo em questão, podemos classificar a ideia de compliance como a preocupação máxima de colocar uma empresa em sincronia com a legislação, em todos os sentidos. Obrigações trabalhistas, tributárias, regulatórias, intitulações éticas e profissionais, são apenas algumas das implicações que exigem das empresas um cuidado cirúrgico. Qualquer resquício de descaso pode ocasionar punições severas.

É nesse contexto que a criação de normas, códigos internos e externos surge para contemplar essas obrigações. Resumidamente, o compliance é o firmamento de um compromisso inquebrável pelas empresas em cumprir o que foi estabelecido previamente, evitando imprevistos e consequências desfavoráveis. O mercado atual demanda posicionamentos do tipo por parte das companhias, que devem mostrar-se contrárias a atividades ilícitas e ações antiéticas.

Estar em compliance é fundamentar um terreno de pura transparência e flexibilidade dentro de uma empresa, e isso se estende para o bem-estar de funcionários e colaboradores. Não se trata de fazer marketing sobre esse fato, mas de se comprometer, genuinamente, com essa mudança total de mentalidade. Os resultados serão colhidos, em diversas vertentes.

Maior segurança e prevenção de riscos

Partindo do pretexto de que uma empresa orientada à cultura de compliance está em plena conformidade com a legislação, temos a liberdade de destacar uma das grandes vantagens dessa tendência empresarial: muito mais segurança e respaldo legal.

É comum encontrar empresas despreparadas e entregues à falta de organização com direitos e deveres da área trabalhistas, e a implementação de uma série de normas como garantia de segurança em todas as etapas, do processo de contratação à demissão, não só inibe contradições com as leis, como assegura um futuro organizacional saudável.

A normatização dessas medidas é democrática, afinal, todos passam a ganhar com os efeitos práticos do compliance. Colaboradores, executivos, funcionários, a estabilidade jurídica contempla profissionais sem distinção, reduzindo riscos e simplificando o cotidiano.

O valor dos colaboradores e a importância prática

Quem não deseja trabalhar em um local favorável ao desenvolvimento mútuo? Levando para a relação entre colaboradores e uma empresa, isso se torna indispensável. E sim, também é resultado direto do uso do compliance.

Com os colaboradores satisfeitos, a rotatividade será menor e o nível de custos será reduzido gradualmente. Além disso, a tendência é de que a produção interna seja cada vez maior e mais frutífera.

Agora que identificamos os vários benefícios que o compliance oferece, é importante relembrar a necessidade de se transferir teoria para o âmbito real; programas formais, sem nenhuma efetividade prática, não só colocarão a empresa em contradição com seus ideais, como poderão comprometê-la perante à justiça. Existem iniciativas públicas de órgãos de controle e auditoria nesse sentido, e o feitiço pode voltar, de fato, contra o feiticeiro. Qual é a sua opinião sobre compliance? Sente que sua empresa está de acordo com essa nova tendência?

Fonte: CIO
Autor: Régis Lima

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Como sobreviver à disrupção digital em 2020? 6 dicas para não fracassar

Antes considerada diferenciador competitivo, transformação digital agora é aposta na mesa, de acordo com o Gartner

A lua de mel para a transformação digital acabou. 40% dos 1.070 CIOs afirmam ter alcançado escala para iniciativas digitais que alavancam a tecnologia para impulsionar mudanças nos negócios, um forte aumento de 17% em 2018, segundo a pesquisa 2020 CIO Agenda do Gartner.

Mas a maioria das empresas está apenas melhorando os modelos de negócios existentes, em vez de se transformar o que os deixa vulneráveis a qualquer crise que possa exigir mudanças holísticas, disse Andy Rowsell-Jones, analista do Gartner.

“Há uma marcha implacável em direção à maturidade digital”, diz Rowsell-Jones, que apresentou os resultados da pesquisa na última semana no Gartner IT Symposium/Xpo em Orlando, Flórida, mas “o digital não é mais um diferencial” para combater as mudanças nas condições de negócios.

6 dicas para enfrentar ameaças existenciais

Por exemplo, 90% das empresas pesquisadas disseram ter experimentado uma “virada”, incluindo interrupção organizacional (47%), pressões de custo operacional (38%) e questões regulatórias adversas (34%), além de outras interrupções, como aquisições e mudança nos gostos dos consumidores.

Mas apenas 25% das empresas podem sair antes da curva, o que pode impedir a capacidade da organização de contratar o talento certo (36%) e de financiar (35%) e lançar novas iniciativas de negócios rapidamente (35%).

Durante todo esse tumulto, o papel do CIO permanece crítico na condução das empresas através de crises e transformações, diz Rowsell-Jones. Ele acrescenta que os CIOs precisam tomar ações específicas para fortalecer suas organizações, se quiserem se tornar mais fortes e competitivos após a próxima curva – qualquer que seja a forma que possa assumir.

Promova relacionamentos robustos. As organizações de sucesso cultivam fortes relacionamentos com executivos seniores, especialmente o CEO. De fato, o CIO se reporta ao CEO em 50% das empresas de alto desempenho, contra apenas 38% nas empresas médias, segundo o Gartner. Ter uma parceria estreita com o CEO permite que os CIOs mudem de direção quando o CEO decidir.

O CIO da FedEx, Rob Carter, por exemplo, com o apoio do fundador e CEO Fred Smith, está capacitando novamente os funcionários da empresa em serviços em nuvem e tecnologias emergentes.

Em 2018, o CEO da Johnson Controls, George Oliver, nomeou Nancy Berce como CIO para modernizar os sistemas de TI para o crescente foco da empresa nos sistemas inteligentes de Internet das Coisas (IoT) para edifícios. Berce diz que a Johnson Controls está explorando um novo modelo operacional de TI que incorpora análises, segurança cibernética, automação de processos robóticos e outras tecnologias. Um grande desafio? Encaminhamento de dados de sensores de IoT em dispositivos de borda para a nuvem.

Desenvolva plataformas ágeis. Os CIOs devem criar plataformas que ajudem suas organizações não apenas a superar interrupções futuras, mas a sair à frente. Essas plataformas requerem uma arquitetura técnica que simplifica e desacopla componentes para que possa mudar para oferecer suporte a novos modelos operacionais, modelos de negócios e parceiros do ecossistema.

Analise o horizonte. Líderes eficazes examinam o horizonte em busca de tendências emergentes e, depois de identificarem o que está por vir, os CIOs posicionam sua organização de TI para navegar por essa mudança. Em 2017, o Miami Heat, por exemplo, se tornou a primeira franquia da NBA a implantar bilheteria e comércio móvel para tornar a experiência dos fãs sem atritos na American Airlines Arena.

Antecipe as curvas. Os melhores líderes sabem em que direção a empresa deve tomar quando chegar a hora. Um CIO eficaz também incentivará os funcionários, investidores e outras partes interessadas a seguir sua liderança, preservando o alinhamento criado durante períodos estáveis. Buscando uma audiência mais ampla para seus serviços de seguros, o CIO Jim Fowler priorizou um mercado de API que facilita a integração de seus produtos por terceiros.

Invista de forma inteligente. Os CIOs de organizações bem-sucedidas também se destacam em fazer investimentos sólidos em TI. A Discover Financial Services lançou uma estrutura e um centro de excelência para escalar a tecnologia RPA de finanças e RH para outras partes dos negócios, diz Kalle Kittelson, diretora de operações de tecnologia de pagamento digital da Discover, que liderou os esforços iniciais da RPA. O COE, que dedica um engenheiro de RPA a cada unidade de negócios, inclui um modelo completo de governança para ajudar a gerenciar bots criados com o software da Blue Prism.

Seja adaptável. Uma estratégia clara, mas adaptável, também é fundamental para o sucesso em face da ruptura. “Planejar o pior e adaptar-se aos bons tempos” é um mantra comum, diz Rowsell-Jones. As empresas de sucesso instituem um processo contínuo de definição de estratégia que se ajusta constantemente às mudanças nas condições do mercado.

Muito arriscado para não se preparar

De fato, Rowsell-Jones diz que, enquanto muitas empresas “sobreviveram e prosperaram” para crescer mais rapidamente, quase um quarto permanece estática porque otimizou seu modelo de negócios para estabilidade. A mesma estabilidade que pode ajudar as empresas a maximizar os lucros pode prejudicar a capacidade da empresa de fazer mudanças que uma crise exige.

Embora Rowsell-Jones não acredite que uma desaceleração financeira seja provável em 2020, ele diz que o risco é alto o suficiente para justificar a preparação.

Seu conselho: “O sucesso em 2020 significa aumentar a preparação da organização de TI e da empresa para suportar a interrupção iminente dos negócios, planejando-o com antecedência.”

Os CIOs estão bem cientes desse desafio. “Garantir que acompanhamos tantas mudanças me mantém acordado à noite”, diz Berce, da Johnson Controls.

Fonte: CIO
Autor: Clint Boulton

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Gartner prevê que investimentos globais em TI atingirão US$ 3,9 trilhões em 2020

De acordo com os analistas do Gartner, empresas vão revisitar seus gastos em TI com a expectativa de diminuição das incertezas econômicas e políticas

Os investimentos mundiais em TI totalizarão US$ 3,9 trilhões em 2020, um aumento de 3,4% em relação a 2019, segundo a última estimativa do Gartner. A previsão é que os investimentos globais com TI ultrapassem a barreira de US$ 4 trilhões em 2021. Mesmo com as incertezas políticas, como não houve recessão em 2019, os analistas apontam que este cenário não é tão provável para este e os próximos anos. Dessa forma, o espaço se abre para as empresas redobrarem os investimentos em TI.

Gartner prevê que receita mundial de serviços em nuvem pública crescerá 17% em 2020
O software será o principal mercado em ascensão neste ano, alcançando um crescimento de dois dígitos, com alta de 10,5%. Quase todos os segmentos de mercado com software empresarial estão sendo orientados pela adoção de ofertas de Software como Serviço (SaaS), mas a expectativa é de o software licenciado ainda seja comprado e seu uso expandido até 2023.

Previsão mundial de investimentos em TI (em bilhões de dólares – fonte: Gartner; janeiro de 2020):

2019Investimentos 2019Crescimento (%) 2020Investimentos 2020Crescimento (%) 2021Investimentos 2021 Crescimento (%)
Sistemas de Data Center 205 -2,7 208 1,9 212 1,5
Software empresarial 456 8,5 503 10,5 556 10,5
Dispositivos 682 -4,3 688 0,8 685 -0,3
Serviços de TI 1.030 3,6 1.081 5,0 1.140 5,5
Serviços de Comunicação 1.364 -1,1 1.384 1,5 1.413 2,1
Total 3.737 0,5 3.865 3,4 4.007 3,7

 O crescimento dos investimentos corporativos em TI para ofertas baseadas em nuvem será mais rápido que o crescimento das ofertas tradicionais de TI (sem Nuvem) até 2022. Organizações com uma alta porcentagem de investimentos de TI dedicados à adoção de Nuvem indicam onde os modelos de negócios disruptivos da próxima geração deverão emergir.

Também houve um impedimento aos investimentos mundiais em TI em dispositivos e equipamentos de data center em países afetados pela alta do dólar americano. Os investimentos em telefonia móvel no Japão, por exemplo, diminuirão este ano devido aos preços médios locais de venda subindo como resultado do aumento do dólar, segundo o Gartner. Os investimentos do Reino Unido em PCs, impressoras, servidores e até sistemas de armazenamento externo também deverão diminuir em 3%.

Apesar de o último trimestre mostrar um declínio mais acentuado no mercado de dispositivos entre todos os segmentos, os investimentos mundiais em TI voltarão ao crescimento geral em 2020 devido à adoção de novas opções de telefone mais baratas de países emergentes. No entanto, o aumento de quase US$ 10 bilhões nos investimentos em dispositivos na China e em países emergentes da região Ásia-Pacífico é mais do que suficiente para compensar os declínios esperados na Europa Ocidental e na América Latina, afirmam os analistas.

A metodologia de previsão de investimentos em TI do Gartner baseia-se na análise rigorosa das vendas de milhares de fornecedores de produtos e serviços de TI. O Gartner utiliza técnicas primárias de pesquisa, complementadas por fontes secundárias, para criar um banco de dados abrangente com informações sobre o tamanho dos mercados e no qual baseia suas previsões.

Fonte: IPNews
Autor: João Monteiro

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Integração entre máquinas, processos e pessoas representa a nova logística 4.0

Uma gestão eficiente, baseada em dados confiáveis, simplifica os processos relacionados à entrada e à saída de insumos e de produtos

A digitalização da Logística deve oferecer às empresas novas formas de se conectar em rede e automatizar sua cadeia de suprimento, extraindo mais valor. Neste cenário, automação e inteligência são peças fundamentais, e a Logística 4.0 integra e coordena de maneira otimizada máquinas, processos e também as pessoas.

Uma gestão eficiente, baseada em dados confiáveis, simplifica os processos relacionados à entrada e à saída de insumos e de produtos, além de criar uma nova forma de relacionamento das empresas com seus clientes e parceiros, fornecedores, agentes logísticos, varejistas e outros stakeholders que fazem parte dessa cadeia. Essa digitalização abrange todos os elos da cadeia logística, entrega cada vez mais dados em tempo real, gerando novos insights, oferecendo mais transparência, flexibilidade e confiabilidade.

É neste cenário que entram os sistemas de monitoramento e rastreamento conectados, capazes de realizar transações praticamente imediatas e transparentes, e as ferramentas alinhadas ao conceito de internet das coisas, que capturam, rastreiam e garantem fidelidade da informação desde a coleta de dados até sua entrega para os softwares de gestão, garantindo ainda mais visibilidade dos processos logísticos de forma integrada, com altos níveis de rastreabilidade – desde a produção até a entrega do produto final.

A gestão da cadeia logística das empresas fica mais fácil na medida em que aumentam a automação dos processos e a colaboração entre os diferentes elos da cadeia, e esse nível de integração de sistemas de ponta a ponta, entre soluções e processos de supply chain de todos os parceiros, além de agregar inteligência, é fundamental para garantir visibilidade total, minimizando os riscos de erro de processamento e maximizando o nível de produtividade, além de ampliar a disponibilidade de equipamentos, melhorar a programação do transporte de material, aperfeiçoar o uso das informações para o desenvolvimento de rotas mais inteligentes e garantir a conformidade com normas regulamentadoras.

Neste contexto, processos logísticos de alta performance vão se basear em estratégias de orquestração e manutenção, em que as máquinas vão fazer o trabalho pesado, orquestradas por plataformas de gestão logística poderosas, e a manutenção das máquinas também vai se basear em dados e inteligência por meio de poderosas plataformas de gestão de ativos.

Automação e inteligência: as tecnologias que estão transformando a logística

Tecnologias disruptivas estão transformando todos os setores da indústria e o relacionamento com as marcas – a Internet das Coisas é apenas o início. A automação na logística não é algo novo, já na década de 1960 falávamos de Automated Storage and Retrieval System – AS/RS, os famosos armazéns automatizados. O que muda agora é que a automação está muito conectada com a robotização, que, junto aos veículos autônomos, transformam processos e geram mais agilidade, visibilidade e confiabilidade em toda a cadeia. Nos armazéns e Centros de Distribuição, por exemplo, empilhadeiras e AVGs são “dirigidos” por sistemas que contam também com Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina para operar com segurança em ambientes com muitas pessoas e onde a origem e o destino das movimentações são variáveis, uma operação mais complexa e que já vai além do processo apenas de armazenagem e que conecta diferentes máquinas e sistemas.

Com mais automação e mais dados do processo, caberá a nós tomarmos decisões com base em dados, e contaremos com soluções de Advanced Analytics com insights em tempo real baseados nos dados produzidos ao longo da cadeia, avaliando os cenários de demanda e confiabilidade dos ativos, uma vez que estas serão as nossas principais funções: orquestrar a cadeia para evitar rupturas e garantir o desempenho das máquinas. Orquestração de máquinas, processos e decisões suportados por inteligência artificia, oferecendo uma capacidade mais ampla de automação: esses avanços são apenas o início, e apenas a integração de sistemas logísticos de ponta a ponta vão garantir que os negócios estejam preparados para suportar essa e as próximas gerações da indústria na governança de processos logísticos globais, em que transações praticamente imediatas e transparentes de ponta a ponta vão ser itens básicos para garantir a competitividade.

Fonte: CIO
Autor: Jefferson Castro

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Como melhorar a sua postura de segurança em 2020

Somente o tempo dirá, mas seguir essas cinco tendências ajudará você a enfrentar novos desafios

Michelle Drolet, CIO (EUA)

Bilhões de registros foram expostos em milhares de violações de dados em 2019. Os ransomwares continuam ameaçadores, com os cibercriminosos adotando abordagens cada vez mais sofisticadas em seus ataques. Além disso, conformidade com as novas normas provou ser um desafio para empresas e organizações governamentais.

Ao mesmo tempo, a evidência fica cada vez mais clara para os executivos de que o risco cibernético e o desempenho dos negócios estão intrinsecamente ligados. Os CEOs são mais frequentemente responsabilizados por incidentes de segurança cibernética, de acordo com pesquisa do Gartner, e isso está gerando um compromisso mais profundo para o reforço das defesas corporativas.
Se você está determinado a proteger a sua organização e alcançar uma postura de segurança mais forte em 2020, confira as cinco tendências para este ano.

  1. Redes de confiança zero

Embora a abordagem tradicional à segurança de dados tenha sido a construção de um muro impenetrável, existe uma percepção crescente de que essa ideia é falha. Manter um perímetro defensivo quando sua rede está espalhada em diversos fornecedores de nuvem, locais físicos e com trabalhadores remotos é muito difícil, talvez impossível. É hora de uma nova mentalidade de confiança zero.

Várias e várias vezes, vimos cibercriminosos emplorarem elos fracos para obter acesso às redes e causar sérios danos. É necessária uma verificação de identidade mais rigorosa para todos os dispositivos ou pessoas que desejam acessar os seus dados.

Não confie cegamente em nenhuma solicitação. A confiança zero pode parecer radical e exigirá repensar os processos e a adoção de diversas tecnologias, mas fornece uma estratégia holística para lidar com um problema que até agora se mostrou impossível de resolver.

  1. Próxima onda de privacidade, segurança e conformidade

As expectativas de privacidade e segurança de dados estão mudando. As pessoas têm medo de que suas informações pessoais sejam expostas e esperam que as empresas trabalhem para protegê-las. O custo de uma violação de dados não está relacionado apenas à correção, há danos à reputação a serem considerados, sem mencionar as possíveis multas e penalidades que podem ser aplicadas.

O não cumprimento dos requisitos de conformidade não é uma opção para uma empresa responsável. É vital considerar riscos de terceiros e realizar avaliações adequadas, não apenas internamente, mas em toda a empresa, parceiros e fornecedores. Tanto o público em geral quanto os reguladores mostraram uma redução drástica de paciência nos casos de incidentes de segurança.

Para garantir a conformidade, as empresas precisam ser proativas e ficar atentas sobre todas as regulamentações recebidas. Depois da onda de regulamentos, é melhor implementar uma estratégia de segurança abrangente e criar uma base sólida para esforços futuros, do que se preocupar com o assunto depois do problema surgir.

  1. Monitorando e detectando ameaças emergentes

A maioria das empresas entende a necessidade de monitoramento e verificação em tempo real para descobrir possíveis ameaças. Verificar vulnerabilidades conhecidas e se movimentar para mitigá-las é apenas parte do quebra-cabeça. Muitas vezes, leva horas ou mais para detectar ameaças, especialmente quando elas não são familiares.

As ameaças emergentes estão em constante evolução e, portanto, nossas técnicas de monitoramento e detecção devem evoluir. As empresas precisam desenvolver uma melhor inteligência sobre ameaças e precisam pensar em como tirar o máximo proveito dela. A automação e a experiência devem se unir a um profundo entendimento da tolerância a riscos da sua empresa para colher os frutos da inteligência de ameaças.

  1. Ataques de phishing e isolamento do navegador

As pessoas geralmente são facilmente manipuladas, e os cibercriminosos aproveitam a engenharia social para obter acesso às redes todos os dias. Phishing e variantes como smishing e vishing são comuns. Os ataques de phishing agora são uma preocupação maior para os profissionais de segurança do que o malware. Os ataques em potencial são incrivelmente variados e sofisticados. Os cibercriminosos trabalham juntos, vendendo acesso e ferramentas e desenvolvendo e compartilhando novas estratégias que funcionam.

Embora o treinamento de conscientização sobre segurança seja aconselhável, não basta anular a ameaça. O isolamento remoto do navegador, por meio de tecnologias de virtualização e contêiner, pode ser uma ótima maneira de separar comportamentos de alto risco, como navegação na Web, de dados e infraestrutura críticos. A maioria dos malwares é baixada por funcionários clicando em links ou acessando sites errados. Pode ser impossível impedir que todos eles façam isso, mas o isolamento do navegador pode impedir que essas ações causem grandes danos aos seus negócios.

  1. Segurança na nuvem

Empresas de todas os setores e tamanhos estão armazenando cada vez mais dados na nuvem. Isso ocorre principalmente porque os serviços em nuvem oferecem escalabilidade e relação custo-benefício, mas também significa que os serviços e dados da organização podem acabar sendo espalhados por diversos locais. A maioria das empresas possui uma infraestrutura de nuvem híbrida que lhes permite ser ágil e desenvolver novos serviços e produtos enquanto utiliza aplicativos legados que ainda oferecem valor comercial.

O problema é que a adoção da nuvem aumenta sua superfície de ataque em potencial – e você ainda é responsável pela segurança dos dados que seus parceiros terceirizados mantêm. Existe um risco considerável a ser gerenciado. Os serviços em nuvem são alvos atraentes, por isso é essencial que as empresas pensem mais na aplicação das melhores práticas de segurança na nuvem.

Prepare-se para estar continuamente atento em 2020 e enfrentar os novos desafios que surgirão.

Fonte: CIO
Autor: Michelle Drolet

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Cloud e IoT devem liderar transformação digital em 2020, apontam executivos

A cloud computing será uma das principais responsáveis pelo crescimento dos negócios neste ano, seguida pela IoT, na visão dos executivos entrevistados pelo estudo “Tendências para Transformar Sua Empresa em 2020”, realizado pela CI&T, empresa especializada em transformação digital, em parceria com a Opinion Box.

Para o relatório, 500 executivos brasileiros foram entrevistados, os quais avaliaram as tecnologias e o seu impacto nas empresas. Além da cloud computing e IoT, a inteligência artificial e os assistentes virtuais apareceram como inovações indispensáveis para o impulsionamento dos negócios – com 47,5% e 41,1% de menções, respectivamente.

Ainda segundo o levantamento, a previsão é de que a computação em nuvem e a inteligência artificial sejam as tecnologias que receberão mais investimentos ao longo de 2020. Outra solução apontada como prioridade foi a automação de processos, com sete em cada 10 executivos confirmando seu interesse na tecnologia.

Pensando nas transformações digitais, 56,2% dos entrevistados afirmaram que investirão no desenvolvimento digital de suas organizações nos próximos cinco anos.

Cesar Gon, CEO e cofundador da CI&T, afirma que o objetivo da pesquisa foi compreender como as empresas entendem a tecnologia e a sua contribuição para os negócios e seus consumidores. “É preciso garantir que a transformação digital não seja sobre uma atualização tecnológica, mas sobre a real compreensão do que precisa ser feito para atender seu consumidor da forma mais surpreendente possível”, explica.

Segurança e experiência do cliente

Com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para agosto de 2020, as questões de segurança também apareceram como pontos cruciais para o empresariado brasileiro. Conforme dados do relatório, 75,8% dos executivos acreditam que a legislação terá impacto nos negócios.

De fato, os dados têm se tornado indispensáveis para a inovação e para a melhoria da experiência do cliente. Sobre o assunto, as empresas vêm investindo na otimização de ofertas, personalização e flexibilidade para lidar com a concorrência e encontrar caminhos mais estratégicos para atrair o consumidor.

“Esse universo de informações estará circulando e se tornando disponível para potencializar ofertas, descobrir oportunidades e inovar. São dados para encantar o consumidor, desenvolver novos produtos, evitar riscos, melhorar a execução das operações e gerar grandes impactos para os negócios”, conclui Erlon Faria Rachi, Data Science Manager da CI&T.

Fonte: CIO

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Os principais desafios que líderes de TI enfrentarão em 2020

Da escassez de talentos às preocupações com privacidade, executivos precisarão superar diversos obstáculos ao longo das suas jornadas digitais

Neste ano, com certeza, os líderes de tecnologia permanecerão focados nos projetos de transformação digital. No entanto, o trabalho não será fácil. Pesquisas recentes sugerem que os erros cometidos pelas iniciativas de digitalização serão uma das principais causas de preocupação para as empresas.

Um relatório do Gartner sobre riscos emergentes mostra que, embora as empresas continuem priorizando e financiando projetos digitais, dois terços não apenas deixam de cumprir suas promessas, mas também revelam “pontos fracos da empresa, fazendo com que as organizações vejam uma lacuna entre expectativas e resultados”.

A tecnologia digital também cria desafios em outras áreas, e os líderes do setor afirmam que seus problemas mais desafiadores giram em torno de ameaças à segurança e privacidade de dados, além da escassez de talentos com habilidades em alta tecnologia.

Gig economy preocupa

As empresas frequentemente lidam com as lacunas de talentos digitais com trabalhadores temporários e outras estratégias flexíveis, mas os executivos de tecnologia veem a ascensão da Gig economy criando diversos desafios, incluindo manter a empresa e dados confidenciais em segurança.

As equipes distribuídas têm suas vantagens, incluindo flexibilidade e capacidade de passar por mudanças rapidamente. No entanto, o relatório do Gartner alerta que o trabalho remoto também exige planejamento para enfrentar desafios: “Uma força de trabalho crescente, tanto no modelo de trabalho em casa quanto no espaço de trabalho, expõe a organização involuntariamente a vulnerabilidades na privacidade de dados e na segurança de informações confidenciais.”

Apesar disso, segurança não é a única preocupação na Gig economy. “Encontrar o talento certo é sempre uma das principais preocupações”, diz Christine Telyan, CEO da UENI. “Por um lado, o crescimento da gig economy apresenta uma enorme oportunidade ao ampliar o conjunto de talentos que uma empresa pode acessar. Por outro lado, ter uma equipe – especialmente uma equipe de tecnologia – trabalhando dedicadamente em uma única meta de negócios sem se distrair com outros projetos tem suas vantagens. Encontrar o equilíbrio certo de talentos em tempo integral e parcial para uma empresa será fundamental para o sucesso em 2020.”

Dados confidenciais

As preocupações com a governança de dados estão em andamento e os requisitos específicos do GDPR e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam ser tratados em vários níveis e por vários departamentos de uma organização.

“Esses regulamentos – assim como outros que podem surgir [em 2020] – têm penalidades severas por não conformidade”, explica o cofundador e CEO da Qubole, Ashish Thusoo.

“As empresas precisam projetar suas arquiteturas para atender a requisitos como o direito de ter seus dados excluídos e o direito de deletá- los. Isso deve ser concretizado em todos os repositórios de dados e em todos os ambientes, incluindo nuvens privadas, públicas e híbridas. Os fornecedores continuarão inovando no próximo ano com recursos e soluções para ajudar a atender a essa necessidade crítica.”

ROI de novas tecnologias

As empresas que pretendem utilizar tecnologias avançadas, como IA e automação de processos robóticos (RPA), precisarão pesar os benefícios da inovação com os benefícios para os negócios. Segundo Mahi Inampudi, CTO e CPO da Envoy Global, não basta adotar tecnologias apenas por serem tendências.

“Trata-se de encontrar o business case certo”, afirma Inampudi. “O equilíbrio de recursos para apoiar esse empreendimento e o crescimento dos negócios continua sendo um grande desafio para todos os CIOs e CTOs. Nunca há recursos suficientes para executar todas as boas ideias que os negócios possam ter; portanto, o roteiro sempre precisa priorizar o maior valor agregado e o menor nível de esforço, independentemente de o valor advir de novas tecnologias de ponta ou alavancar capacidades existentes.”

Ameaças à segurança

Em vez de concentrar os esforços de segurança no combate a hackers ou ameaças desconhecidas, Jake Olcott, vice-presidente de classificações de segurança da BitSight, está mais preocupado com sistemas que não abordaram vulnerabilidades já conhecidas.

“As vulnerabilidades de zero day recebem mais atenção da mídia, mas em 2020, os hackers não se incomodarão com esses ataques altamente divulgados”, observa Olcott. “Em vez disso, eles se dedicarão a estratégias simples, como obter acesso a uma rede por meio de um fornecedor, de um terceiro ou por falta de aplicação de patches.”

Olcott também prevê que as violações de dados continuarão causando problemas para as empresas da Fortune 1000, devido a falhas na segurança da organização e de seus parceiros. Para lidar com a questão, o especialista afirma que as empresas devem concentrar seus esforços no monitoramento contínuo de ameaças à segurança.

Outro desafio relativo à segurança para é o combate ao aumento de ransomwares. Ken Galvin, gerente sênior de produtos da Quest Software, sugere que algumas organizações precisarão criar uma nova função para profissionais de segurança dedicados a combater softwares maliciosos.

“Metade da batalha para solucionar um problema de segurança é isolá-lo”, explica Galvin. “Mas, com o pessoal de TI sobrecarregado e estressado, e as idas e vindas necessárias para fazer um plano, aprová-lo e determinar o orçamento para resolver um problema, sempre há atrasos. O nível C está começando a entender agora, mais do que nunca, a importância da proteção contra ataques de ransomware. Deve haver alguém delegado especificamente para trabalhar com equipes para identificar problemas de segurança, determinar como resolvê-los e garantir que as medidas apropriadas sejam aprovadas para proteger os negócios desses ataques cada vez mais sofisticados.”

Gerenciamento de riscos – e expectativas

Matt Mead, CTO da SPR, reconhece as descobertas do Gartner sobre a frequência com que as iniciativas digitais falham, mas essa realidade pode ser difícil de gerenciar entre as demandas pela adoção rápida de novas tecnologias. “Hoje, as empresas e os clientes esperam que as soluções tenham lançamentos rápidos e capazes de se adaptar ao longo do tempo, relata Mead. “A TI precisa adotar novas tecnologias, tendências e abordagens para avançar no ritmo esperado. É difícil cumprir o prazo e o orçamento. Os CIOs precisam gerenciar todos os projetos de TI de maneira a mitigar os riscos. Comece certificando-se de que os projetos estejam usando uma abordagem ágil moderna e coloque todas as atividades de alto risco no início do ciclo de vida do projeto. Dessa forma, se um projeto não for bem-sucedido, poderá falhar rapidamente e não em estágios posteriores.”

O Gartner aconselha dividir iniciativas em projetos distintos para reduzir riscos em toda a organização. “A divisão de testes de modelo de negócios em iniciativas discretas evita o potencial de interrupções catastróficas. As organizações de sucesso favorecem investimentos incrementais, o que ajuda a organização a aprender em escala”, de acordo com o relatório.

Enfrentando a lacuna de talentos

A falta de talentos em TI fará com que as organizações busquem soluções através da automação, diz John Ferron, CEO da Resolve Systems. “Essa falta de trabalhadores técnicos qualificados chega em um momento em que a complexidade da TI está aumentando exponencialmente e os volumes de dados estão explodindo – todos impulsionados por iniciativas de transformação digital sustentadas por departamentos de TI com equipes pequenas.

Os times de TI devem esperar um foco crescente na automação inteligente e nos AIOps para ajudá-los a produzir mais com menos esforço, automatizando tarefas e processos repetitivos.”

Desenvolvimento de novas habilidades

Para Inampudi, da Envoy Global, o desenvolvimento de novas habilidades é fundamental, mas é desafiador em um ambiente em que a tecnologia está evoluindo em um ritmo cada vez maior. “Criar uma cultura de aprendizado e desenvolvimento é provavelmente um dos tópicos mais importantes para os CIOs todos os anos. Quando todos sentimos que estamos aprendendo e sendo desafiados no trabalho, a retenção melhora”, diz Inampudi.

“Minha preocupação sempre será se estamos excedendo as expectativas elevadas dos nossos clientes.”

Problemas com a nuvem

Estratégias de primeira migração para a nuvem podem levar a problemas que obrigam o recuo das empresas. “É um erro não forçado”, argumenta Adrian Moir, líder em tecnologia da Quest Software. “À medida que mais e mais organizações começam a adotar a nuvem híbrida, veremos eventualmente uma tendência de repatriamento da nuvem, que é o que acontece quando as empresas não investem adequadamente na migração para a nuvem. De repente, as organizações estão percebendo que estão gastando significativamente mais do que o previsto.” Para Moir, as empresas devem analisar os dados e as cargas de trabalho que possuem antes de contemplar a migração para a nuvem, a fim de descobrir os custos e os possíveis impactos envolvidos.

Mudança cultural em um mundo digital

Geoff Webb, vice-presidente de estratégia da PROS, afirma que a transformação digital requer um compromisso contínuo que evolui ao longo do tempo. Além disso, é preciso investir na mudança de mentalidade, e não só depender de novas tecnologias.

“Os líderes de negócios precisarão entender que a transformação digital não termina, mas se torna parte de como os desafios são resolvidos”, observa Webb. “Especificamente, eles precisam entender como as empresas podem impulsionar o nível de alinhamento organizacional necessário para fornecer resultados significativos com rapidez suficiente para impactar os negócios. É fácil lançar novas tecnologias em cima de um problema, mas a mudança profunda que precisa ocorrer exige um nível de suporte cultural e organizacional que pode ser desafiador para ser impulsionado e mantido a longo prazo.”

Fonte: CIO
Autor: Paul Heltzel

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CIO, estas são as tecnologias disruptivas que orientarão os negócios em 2020

Da IA à VR, essas tecnologias e tendências disruptivas começarão a orientar como os negócios serão realizados nas organizações com visão de futuro

O ritmo das mudanças tecnológicas teve um impacto profundo em quase todos os setores. Hoje em dia, não é suficiente acompanhar as tecnologias emergentes, mas se manter à frente delas. No próximo ano, novas e evoluídas formas de utilizar dados serão o foco das empresas. As inovações em inteligência artificial, edge computing e robôs de aplicação serão cada vez mais aproveitadas para obter vantagens competitivas, conforme as organizações buscam usar dados de maneira rápida e eficiente para tomar melhores decisões de negócios.

As empresas que não conseguirem antecipar essas e outras tendências correrão o risco de passar por uma crise em breve. Para que você tenha uma ideia de onde as empresas devem fazer as suas apostas, conversamos com especialistas em tecnologia sobre o que deve afetar uma ampla variedade de organizações, com base nos processos de transformação digital.

Os profissionais indicaram as melhores opções para o que deve receber maior atenção e forneceram algumas ideias sobre as implicações da adoção dessas tecnologias disruptivas.

Automação de processos robóticos (RPA)

As empresas estão apresentando grandes ganhos com um conceito simples: delegar tarefas tediosas à automação. Chamada de automação de processos robóticos (RPA), essa solução já está impactando os fluxos de trabalho.

“A taxa de avanço e utilidade funcional da automação de processos robóticos é surpreendentemente boa e parece estar melhorando a cada dia”, diz Matt Stevens, CEO da AppNeta. “Eu realmente não esperava ver esse nível de inteligência chegar tão rapidamente.”

Segundo o Gartner, a RPA está superando todos os outros segmentos do mercado de software corporativo em todo o mundo, com receita esperada de US$ 1,3 bilhão neste ano. O mercado cresceu 63% no ano passado, atingindo os US$ 846 milhões.

Com o aumento do seu valor comercial, a expectativa é de que mais empresas implementem iniciativas de RPA nos próximos meses.

Inteligência artificial

A IA está ajudando as empresas a lidar com problemas que seriam impossíveis para as equipes de tecnologia ou negócios, segundo Tim Jobling, CTO da Imagen. “Ainda não estamos adotando a visão de que as máquinas aceitarão todos os trabalhos humanos, mas estamos vendo uma revolução semelhante à de quando os computadores se tornaram populares. Hoje estamos vendo uma onda de problemas sendo enfrentados pelas abordagens de IA e ML [aprendizado de máquina] e isso acaba com parte da carga de trabalho chata ou possibilita um novo processamento em uma escala que não seria possível de ser executada por pessoas”, afirma Jobling.

A IA também está desempenhando um papel importante na defesa das empresas contra ameaças cibernéticas, uma tendência que Vinay Sridhara, CTO da Balbix, espera que continue a ganhar força no próximo ano.

“As empresas estão usando a IA para permitir que as suas equipes de segurança cibernética tenham uma ideia precisa do risco de violação, analisando até centenas de bilhões de sinais com variação temporal na rede”, observa Sridhara.

DataOps

A adoção de uma abordagem ágil para gerenciar dados com IA e aprendizado de máquina pode ajudar a dar vantagem às empresas em 2020, diz Renee Lahti, da Hitachi Vantara. Essa abordagem colaborativa e multifuncional de análise, conhecida como DataOps, pode se mostrar altamente disruptiva quando adotada. “As empresas estão apenas descobrindo a solução”, declara Lahti.

“É mais sobre as pessoas do que sobre a adoção do processo. Segundo o Gartner, a atual taxa de adoção do DataOps é de menos de 1% do mercado – mas esse 1% terá uma enorme vantagem competitiva.”

Chris Bergh, CEO da DataKitchen, explica que o conceito combina desenvolvimento ágil, DevOps e lições aprendidas com a fabricação. “É uma metodologia que permite que as equipes de ciência de dados prosperem, apesar dos níveis crescentes de complexidade necessários para implantar e manter análises”, declara Bergh. “Sem o ônus da dívida técnica e do trabalho não planejado, as equipes de ciência de dados podem se concentrar em sua área de especialização – criando novos modelos e análises de IA que ajudam as empresas a cumprir sua missão.”

A abordagem, que unifica os fluxos de trabalho relacionados à análise de dados, pode ter efeitos intangíveis na capacidade de uma organização extrair valor dos seus dados. “Isso melhora o trabalho em equipe e reduz os processos manuais que diminuem a produtividade. O DataOps transforma as equipes de dados em times de alto desempenho”, acrescenta Bergh.

Vídeo e comunicação unificada

A experiência dos funcionários está se tornando um fator crucial para o sucesso organizacional – não apenas em termos de produtividade, mas como um elemento-chave para atrair talentos. Em um estudo com quase 300 empresas, visando descobrir o que é uma experiência de excelência para os funcionários, os pesquisadores do MIT encontraram uma surpresa no topo da lista: vídeo. Investimentos em tecnologia de vídeo levam à inovação, bem como a colaboração e produtividade aprimoradas.

“Vemos empresas investindo significativamente em tecnologias de vídeo interativas, especialmente quando elas expandem o uso da metodologia ágil para além das suas equipes de desenvolvimento de software”, diz Kristine Dery, cientista do Sloan Center for Information Systems Research do MIT. Dery prevê que a tecnologia de vídeo continuará a simular e melhorar a comunicação com novos recursos, como realidade virtual (VR) e outras tecnologias imersivas. Da mesma forma, Stevens, da AppNeta, vê as comunicações unificadas (UC) ganhando espaço nos próximos anos.

“Problemas crônicos de confiabilidade fizeram das primeiras soluções de UC uma aposta para as empresas, e as ferramentas atuais resolveram essas desvantagens”, explica. “As ferramentas mais recentes de UC adicionam recursos visuais e de compartilhamento de conteúdo . Eles podem realmente melhorar a eficiência das reuniões, tendo um impacto para além do que as interações face a face podem proporcionar, permitindo uma inclusão mais ampla e participação ativa nos ambientes de trabalho de hoje, que são altamente distribuídos.”

5G

O hype sobre o 5G tende a ignorar o fato de que uma implantação nacional da tecnologia levará anos para ser realizada. Mas isso não impede as empresas de elaborar seus planos de serviços de alta velocidade e baixa latência.

“As organizações estão avançando suas estratégias 5G antes mesmo da ampla disponibilidade da rede”, afirma Jason Hayman, gerente de pesquisa de mercado da TEKsystems. O CTO do VoltDB, Dheeraj Remella, também vê promessa na rede de quinta geração, mas alerta que as expectativas em torno da tecnologia podem levar a problemas. “Se as operadoras e as empresas não conseguirem lidar com o boom de dados que vêm com o 5G, a latência que os usuários esperam é o feedback em tempo real, disponível com velocidades mais altas da rede. Caso não cumpram, isso tem o potencial de incitar revoltas contra determinadas marcas ou tecnologias”, observa Remella. Para combater os riscos, Remella acredita que as empresas devem implementar arquiteturas de dados escaláveis e em tempo real. Além disso, o especialista vê o 5G tendo um efeito cascata.

“A promessa do 5G está forçando as organizações a identificar processos que estão prontos para mudanças e garantir que a pilha de TI existente possa atender às demandas das novas redes”, acrescenta. “Por esse motivo, o 5G está impulsionando a adoção de outras tecnologias, da edge computing à VR (Realidade Aumentada).”

Contêineres

Contêineres e microsserviços estão atraindo interesse de equipes que precisam desenvolver e escalar rapidamente códigos, especialmente quando lidam com a Internet das coisas (IoT) ou com nuvem. “É interessante ver os projetos de IoT puxando muitas tecnologias, como Edge Computing, sem servidor e contêineres, além de estruturas organizacionais em torno de DevOps e microsserviços”, diz Todd Loeppke, CTO da Sungard AS.

Vários dos nossos especialistas apontaram para a ampla adoção do Kubernetes, um sistema de orquestração de contêiner de código aberto que automatiza a implantação, o dimensionamento e o gerenciamento de contêineres. “Está permitindo arquiteturas inteiramente novas que podem ser ampliadas rapidamente”, afirma Tom Petrocelli, pesquisador da Amalgam Insights.

“Tanta atenção está focada no Kubernetes, que está prejudicando outras plataformas de tecnologia. O Kubernetes também ajudou a gerar ou amplificar uma série de outras tecnologias, como malha de serviço e produtos de automação de pipeline de CI/CD baseados em contêineres.”

“O Kubernetes é a maneira mais popular de lidar com aplicativos e serviços em contêineres executados em ambientes locais e na nuvem, além de dispositivos de todos os tamanhos”, declara Jeff Reser, gerente global de produtos e marketing da SUSE.

“Com mais e mais coisas para gerenciar, a automação da implantação e orquestração de infraestrutura e aplicativos faz parte das infraestruturas definidas por software.”

Experiências imersivas (RA, RV, realidade mista)

As experiências imersivas têm sido bem sensacionalistas, mas de certa forma lentas. Ainda assim, a promessa é atraente, e Bill Bodin, CTO da Kony, fabricante de aplicativos corporativos, vê a realidade aumentada (AR), em particular, fornecendo benefícios para os negócios. “Com a RA podemos aumentar as prateleiras e os produtos das lojas em tempo real. Em manutenção, reparo e muitas aplicações industriais, podemos criar sobreposições informativas em equipamentos mecânicos ou elétricos, colocando as principais métricas de instrumentação diretamente nas mãos das pessoas que trabalham na área”, observa.

Bodin também vê exemplos na indústria de viagens, com aeroportos fornecendo displays virtuais, personalizados para o viajante. “Nos bancos, podemos usar a realidade aumentada para direcionar os clientes para as principais áreas de serviço e mostrar dinamicamente os nomes e as áreas especiais da equipe da agência”, acrescenta. “Para aqueles que trabalham com equipamentos bancários, como caixas eletrônicos, podemos fornecer visualizações de falhas internas e fornecer referências de reparo seguras, adaptadas exatamente ao problema.”

Todd Maddox, pesquisador da Amalgam Insights, também vê usos em potencial para experiências imersivas em programas de treinamento. “A VR tem um grande potencial para treinamento e habilidades pessoais”, em particular para o treinamento de competências interpessoais, como empatia, comunicação e afins. “A VR e a AR são muito eficazes porque se baseiam no aprendizado experimental e porque envolvem amplamente vários centros de aprendizado e desempenho no cérebro, incluindo sistemas cognitivos, comportamentais, emocionais e experimentais.”

IoT e edge computing

Um relatório de pesquisa da CompTIA de 2019 descobriu que cerca de um terço das empresas americanas acreditam que as estratégias de IoT podem ajudar a gerar receita, aumentando a produção, monetizando dados ou ajudando a vender serviços como produto. Loeppke da Sungard está vendo avanços na edge computing e na IoT, mas também percebe a necessidade de ferramentas de IA e ML para lidar com os dados gerados de uma maneira mais acessível para as empresas.

“O big data existe há cerca de 10 anos, mas o verdadeiro desafio do big data é encontrar uma maneira de compreendê-lo e descobrir como usá-lo para fins comerciais”, diz Loeppke. “Ferramentas tradicionais foram usadas com sucesso limitado, na minha opinião. Com a tecnologia ML sendo mais acessível, mais empresas poderão fornecer uma experiência aprimorada ao cliente e terão mais chances de monetizar os dados que acumularam ao longo dos anos.”

Vários dos profissionais com quem conversamos mencionaram os benefícios do processamento inteligente na edge antes de serem carregados na nuvem. “O que os humanos realmente se preocupam é com a interação com o mundo real, que requer inteligência”, defende Sumir Karayi, fundador e CEO da 1E. “É por isso que acho que a edge computing substituirá a IoT. As pessoas pensam na IoT como uma entidade que se conecta à nuvem e, portanto, efetivamente fornece inteligência à nuvem, em vez de ser inteligente. E eles estão certos ao pensar isso, porque os dispositivos conectados geram uma massa inteira de dados sobre os quais você não tem controle. A edge computing, por outro lado, oferece recursos locais de tomada de decisão e mais controle sobre os dados.”

Fonte: CIO
Autor: Paul Heltzel

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IA é tendência entre profissões no segundo trimestre de 2019

Segundo relatório do site Freelancer.com, trabalhos relacionados à Inteligência Artificial e Machine Learning registraram aumento na demanda

Os trabalhos relacionados à Machine Learning (ML) e Inteligência Artificial (IA) registraram um aumento na demanda no segundo trimestre deste ano, de acordo com o mais recente relatório Fast 50 do site Freelancer.com, que mapeia o movimento trimestral das 50 categorias profissionais que mais crescem e das que mais diminuem no marketplace on-line da Freelancer.com, que, hoje, inclui mais de 34 milhões de pessoas em 247 países, regiões e territórios ao redor do mundo.

No relatório, os cientistas e engenheiros de dados da Freelancer.com se debruçaram sobre os mais de 433 mil postos de trabalho publicados no site para analisar as últimas tendências no mercado de trabalho e identificar os conjuntos de habilidades que viram o maior movimento na demanda.

Conforme o levantamento em questão, a Inteligência Artificial está sendo usada para todos os tipos de aplicações, desde o desenvolvimento de vacinas até para determinar a autoria das músicas dos Beatles. E os empregos que exigem habilidades de IA devem crescer cada vez mais.

“Há algumas tendências fascinantes no Relatório Fast 50 deste trimestre”, afirma o CEO da Freelancer.com, Matt Barrie. “A primeira é a enorme demanda por qualquer habilidade relacionada à inteligência artificial e machine learning. As aplicações potenciais para a tecnologia de machine learning parecem ilimitadas e esperamos que a demanda nessa área continue crescendo”, sinaliza.

“A segunda grande tendência é que grandes empresas estão se movendo em direção a uma força de trabalho mais ágil e enxuta que atende suas necessidades imediatas. Isto é evidente no número de habilidades administrativas neste Fast 50 do trimestre, e, anedoticamente, na crescente demanda que estamos vendo para a Freelancer Enterprise, nossa plataforma para grandes organizações”, explica Barrie.

Trabalhos mais procurados

Confira a seguir os 10 trabalhos freelancer mais procurados no segundo trimestre de 2019, conforme o levantamento: Atendimento ao Cliente, Transcrição, Contabilidade, Escrita Acadêmica, Processamento de Dados, Desenvolvimento de aplicativos React Native, Análise Estatística, Machine Learning, Espanhol, Algoritmo e Assistência Virtual.

Além dessas habilidades, trabalhos freelancer relacionados à Estatística e Matemática são as estrelas em ascensão do segundo trimestre de 2019, juntamente com Engenharia Mecânica, conforme o levantamento. Isso porque todas as três categorias apresentaram fortes ganhos durante o período.

Fonte: Computerworld