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Mobilidade Corporativa conecta negócios com inovação

Incentivadas pela computação em nuvem e aumento da oferta de smartphones no Brasil, mais empresas adotam a comunicação móvel para automatizar processos e conectar colaboradores, aumentando a produtividade e a velocidade na tomada de decisão.

Presente na vida da maior parte dos brasileiros, a comunicação móvel ganha cada vez mais espaço no mundo corporativo. Seja para automatizar processos ou conectar colaboradores, a adoção dessa tecnologia pelas organizações busca o aumento de produtividade e um ciclo de trabalho mais rápido e inovador.

“As empresas estão usando mais a mobilidade em seus negócios movidas pela computação em nuvem e pelo conceito de virtualização, que possibilitam aos funcionários acessar aplicações corporativas sem que precisem estar no escritório”, constata o professor de cursos de pós-graduação e graduação do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Afonso Celso Soares. Segundo ele, as organizações conectadas alcançam clientes mais rapidamente e podem praticar a inovação de forma mais intensa, para serem mais competitivas.

A mobilidade corporativa está em franco crescimento no Brasil e transforma a paisagem interna das empresas. Muitos computadores pessoais estão sendo substituídos pelos dispositivos móveis, que acompanham os executivos em  reuniões, visitas de campo ou qualquer outro lugar. Eles podem ser conectados por diversas tecnologias, como redes 3G, 4G ou Wi-Fi, permitindo as vantagens da mobilidade à empresa e aos colaboradores.

embratel_inovacaomobile_original (Foto: iStock)
Smartphones já são quase 75% do mercado total de
celulares – e, nas empresas, garantem mais
produtividade e rapidez

Os dispositivos móveis estão entrando nas empresas também pelo conceito do Bring Your Own Device (BYOD), ou traga seu próprio aparelho para o ambiente de trabalho, integrando aplicações pessoais com as corporativas. Estudos do instituto de pesquisa IDC estimam que dos 52 milhões de smartphones previstos para serem vendidos no Brasil neste ano, pelo menos 5 milhões entrarão nas companhias pelas portas desse movimento, obrigando a revisão das políticas de segurança.

Motor da mobilidade no Brasil

Impulsionada pela expansão das redes de banda larga (3G e 4G), pela computação em nuvem e pela disseminação de tablets e smartphones, a mobilidade não para de crescer no mercado corporativo. “Nos últimos anos, os smartphones eram 20% a 30% dos dispositivos fornecidos para as empresas. Neste ano, eles já são mais de 60%”, afirma Jacinto Miotto, Diretor Executivo da Embratel e Claro Empresas – SP.

Hoje, mais de 70% das empresas com mais de cem empregados já utilizam celulares e smartphones corporativos. Destas, 41% contratam também plano de dados, segundo a pesquisa “Conectividade das Empresas do Brasil”, realizada pelo Teleco e pela Embratel com 400 companhias.

Outro termômetro do avanço da mobilidade no Brasil é o crescimento da base de usuários de celulares. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) revelam que o país tinha em outubro 279,3 milhões de linhas móveis em serviço.

Esse cenário tem estimulado mais empresas a usarem a mobilidade em seus processos de negócios. Ele é hoje ferramenta indispensável para automatizar equipes externas, fazer videoconferência com profissionais remotos, oferecer treinamento online para colaboradores e trazer mais velocidade nos negócios, com redução de custos.

A Embratel oferece um amplo portfólio de soluções de mobilidade corporativa, adequadas a empresas de diferentes tamanhos e segmentos. Entregues em conjunto com a Claro, as ofertas integram pacotes de voz e banda larga 3GMax, 4GMax com tablets e smartphones.

Os planos da Embratel contam também com serviços para administração das linhas móveis, permitindo diferentes configurações de uso, ferramentas colaborativas e aplicações para automatizar força de vendas.

Com foco em segurança e controle, a Embratel oferece soluções de M2M (Machine to Machine). Com elas, a empresa é alertada sobre a indisponibilidade de algum equipamento ou sistema, oferecendo um melhor controle de suas operações, 24 horas por dia.

“As empresas estarão demandando ainda mais serviços de TI e Telecom com recursos de mobilidade”, resume Jacinto Miotto, da Embratel. “Com isso, nossa participação será ainda maior.”

Fonte: G1

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Transformação Digital: Cinco oportunidades que vão impactar o seu negócio

A Convergência Digital e a Internet das Coisas já são realidade, mas será que as empresas sabem como aproveitar o momento?

O acesso à conexão banda larga e a aquisição, cada vez maior, de smartphones e tablets, tem causado grande transformação na vida das pessoas. O desenvolvimento de eletrônicos também tem caminhado rapidamente para que cada item doméstico possua um protocolo de internet (IP) e esteja conectado à rede. A Convergência Digital como um todo, aliada à tendência da Internet das Coisas, vem modificado o modo como nos relacionamos com o mundo e com as nossas próprias casas, gerando também oportunidades para as empresas se conectarem com seus consumidores de maneiras totalmente novas. Essa é a hora das empresas fidelizarem ainda mais os seus clientes e inovarem em seus modelos de negócio. Mas será que as companhias estão preparadas para aproveitar essa transformação digital?

Segundo a pesquisa The Digital Transformation, da Wipro, apenas 36% das empresas possuem uma estratégia digital em curso e 27% possuem um plano de marketing digital sem um direcionamento preciso. Mesmo assim, nem todo o cenário é pessimista, já que das marcas com projetos em desenvolvimento, 70% se conectam com seus consumidores via canais digitais, e 36% já realizam vendas via websites e dispositivos móveis.

Com base nesse cenário, elencamos cinco momentos que irão impactar as empresas que decidirem explorar a Convergência Digital e a Internet das Coisas para se aproximarem de seus consumidores e alavancarem a sua receita:

Novas Parcerias– A demanda por conteúdo online e interativo tende a aumentar ainda mais, e a migração para um ambiente totalmente trabalhado via IP vai permitir que o consumidor acesse conteúdo de qualquer lugar a qualquer hora e através de qualquer dispositivo. Serviços de compartilhamento de mídia que podem se conectar a todos os eletrodomésticos de uma casa já são uma realidade, e o aumento da procura de serviços de entretenimento personalizado vai exigir novas parcerias tecnológicas.

Remodelando os negócios– Em um ambiente conectado, o monitoramento de pacientes e a assistência médica em tempo real serão totalmente possíveis. Isto vai permitir uma melhor colaboração entre médicos, hospitais e empresas farmacêuticas, além de otimizar o diagnóstico e dar origem a modelos de negócio inovadores. A cobrança, por exemplo, pode ser realizada com base no uso/hora ou a natureza da intervenção, em vez de ter como base taxas fixas de consulta. Mas e na sua indústria, como a inovação pode acontecer?

O consumidor hiperconectado – Uma chamada recebida via celular pode, automaticamente, ser atendida via internet, desde que o usuário esteja conectado ao Wi-Fi da sua casa. Em outra ocasião, qualquer dispositivo conectado,tablet ou smartphone, pode informar ao usuário, por exemplo, sobre o término de um download realizado em outro aparelho. Essa convergência vai permitir à marca criar novos serviços que facilitem ainda mais a vida do cliente.

Inteligência nos anúncios – Os profissionais de marketing serão capazes de atingir seus clientes com conteúdo extremamente direcionado, baseando-se no tamanho da tela, na localização e até mesmo em detalhes do comportamento, como frequência de uso de certo equipamento, por exemplo. Um anúncio exibido na TV Digital, por exemplo, poderá resultar em uma compra imediata através do próprio aparelho.

Pagamento digital – Operadoras podem agrupar variados serviços em um único número de celular, eliminando a necessidade de gerenciar múltiplas contas. Além disso, os novos modelos de cobrança podem ser realizados com base em horários determinados, localização ou até mesmo o tipo de dispositivo eletrônico conectado na transação.

Fonte: CIO

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Computação em nuvem já é realidade para a Inteligência dos Negócios

O valor que a computação em nuvem vem proporcionando às organizações vem aumentando e se tornando um motivador de peso para a decisão pela mudança

Os gestores financeiros estão cada vez mais acostumados com a computação em nuvem. Inúmeras ferramentas de gestão já podem ser acionadas remotamente, incluindo via dispositivos móveis. E a tendência é esta: a nuvem cada vez mais terá predomínio para a oferta de aplicações para o Corporate Performance Management, CPM. Ela já é uma realidade.

Recente trabalho do BPM Partners, o “Performance Management Study: Spotlighton Cloudand Mobile”, comprova isso e revela que plataformas de CPM tem uso pesado também nas pequenas e médias empresas, o que demonstra que este valioso recurso deixou de ser restrito às grandes corporações.

O estudo do BPM Partners traz números que mostram esta mudança acentuada para a computação em nuvem: mais de 60% dos 300 profissionais de finanças ouvidos, afirmam que considerariam optar por soluções baseadas em nuvem para a gestão de desempenho. Nota-se claramente que a computação em nuvem começa a ter a maioria das opções na hora da escolha, em ralação às aplicações on premise.

Quase 90% dos departamentos de finanças conduzem seus projetos CPM com base na colaboração e interatividade, o que, segundo o relatório, sinaliza uma crescente demanda por soluções baseadas em nuvem, que são as que mais possuem esta capacidade. Outros 75% dos entrevistados disseram que eles já usam pelo menos um aplicativo em nuvem durante seus trabalhos diários.

Quase a metade, 47%, afirmou que a mudança para a computação em nuvem é uma prioridade para sua organização, ou já estão em processo de migração.

Mesmo que a maioria das companhias ainda não estejam na nuvem, a movimentação apontada pelo trabalho da BPM Partners sinaliza que em breve este será o futuro delas. Os resultados obtidos pelas organizações que fizeram a mudança servirão de motivação para as demais. E mesmo dentro de uma companhia, uma vez feita a mudança, torna-se mais fácil levar esta nova cultura para outros departamentos.

O valor que a computação em nuvem vem proporcionando às organizações vem aumentando e se tornando um motivador de peso para a decisão pela mudança. A questão da segurança dos dados vem sendo superada e já não se coloca como obstáculo para as empresas.

E quando falamos em nuvem, também estamos falando em mobilidade, uma vez que os dados não estão todos armazenados no dispositivo. Na verdade, o aparelho móvel é uma aplicação de interface com a solução BPM que está em nuvem. E os executivos de finanças caminham para a mobilidade.

Seguindo o estudo do BPM Partners, 40% dos entrevistados admitem ter necessidade de acesso móvel à sua aplicação de gestão ou de BPM em cloud. Esta demanda para o acesso móvel vem de executivos seniores que gostam de apurar o que foi realizado sobre o que foi planejado, seguindo o relatório. Este, de fato, é um novo motivador que fará cada vez mais com que as organizações pensem na mudança. Com a nuvem, seus executivos, equipes e o alto escalão podem ter acesso rápido, de qualquer lugar e a qualquer hora aos resultados a partir da combinação mobilidade e computação em nuvem. Entre estes executivos que têm a necessidade de acesso móvel, mais de 70% querem acesso a painéis ou relatórios.

Outro benefício
O relatório da BPM Partners reforma uma movimentação sentida por nós nos últimos anos: cada vez mais as organizações de vários segmentos e tamanhos estão enxergando as vantagens da computação em nuvem no processo de elaboração dos planos de negócios e orçamentos: a colaboração entre equipes, o acesso em tempo real aos dados, redução dos custos e disponibilidade real das aplicações.

Outro grande benefício de uma aplicação em nuvem, segundo relato dos entrevistados para este estudo, mais da metade deles pretendem promover possíveis alterações mensais ao planejamento, graças às facilidades que a computação em nuvem proporciona. Antes, em uma aplicação on premise ou em planilhas eletrônicas esta agilidade era impossível, segundo eles.

Fonte: CIO