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Cloud computing pode ser sua aposta mais segura. Saiba o motivo

Casos recentes de crimes virtuais mostram que manter informações dentro de casa, em um único ambiente, pode não ser a melhor saída para guardar dados

Os profissionais mais tradicionais de TI dizem que uma empresa está mais segura quando cuida de seu data center dentro de casa. No entanto, ao lembrar das grandes violações de dados ao longo dos últimos dois anos, como Anthem, Sony Pictures, JPMorgan ou Target, todos mantinham seus data centers internos e não na nuvem.
 
De fato, se um serviço em nuvem tem controles adequados, pode ser mais seguro do que executar dados em seu data center. Amazon, Google, Salesforce e Box são especialistas no tema, afinal, uma falha pode ser devastadora para seus negócios.
 
David Cowan, que tem financiado empresas de segurança desde os anos 1990 para a Bessemer Venture Partners, disse para o portal TechCrunch que a maioria das empresas não pensa em segurança e a Sony Pictures não foi exceção. Segundo ele, a Sony Pictures tem uma empresa de tecnologia, mas seu core business são os filmes. Eles não pensam essencialmente sobre os dados e a segurança. 
 
Cowan diz que isso não significa necessariamente que as companhias estão mais seguras na nuvem, mas acredita que os provedores de cloud são mais maduros. Assim, para ele Google e Amazon são provavelmente mais seguros do que os datas centers tradicionais dentro de casa. Ele diz, no entanto, que o problema é que existem diferentes níveis de maturidade em toda a gama de serviços de nuvem.
 
Se você pensar sobre o que aconteceu com a Sony Pictures, cibercriminosos entraram no sistema porque era um único sistema e por isso tiveram acesso a e-mails, filmes etc. Mas se os dados estivessem distribuídos por vários serviços em nuvem, mesmo a violação de um serviço teria significado acessar apenas informações de um serviço.
 
Espalhar dados em vários lugares não compromete todo o armazenamento. É claro que nenhuma abordagem vai blindar totalmente cibercriminosos, especialmente porque há pessoas envolvidas. Phishing ou ataques de força bruta podem permitir que crackers mirem contas individuais, como aconteceu com a atriz Jennifer Lawrence, que teve fotos íntimas expostas na rede.
 
Os casos mostram que data centers privados são vulneráveis também, e ter seus dados no local não garante segurança. No momento, a nuvem pode oferecer a melhor esperança para empresas no momento, acreditam especialistas. 
Fonte: ITForum365
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Saiba as diferenças entre computação em nuvem e computação em grade

Com a evolução da internet as empresas estão utilizando de diversas possibilidades para deixar cada vez mais seus produtos ou serviços competitivos no mercado. Dentre as diversas e conhecidas vantagens que as empresas podem utilizar na internet, estão o conceito de computação em nuvem e computação em grade. A seguir é abordado o conceito de computação em grade e computação em nuvem, bem como suas diferenças.

O que é computação em grade?

Nos dias de hoje a capacidade de processamento é limitada, tanto em nossos computadores pessoais ou mesmo em servidores de diversas empresas. Agora imaginemos ter a disposição mais taxa de processamento assim que a demanda de processamento do servidor estiver no pico, isto sem a necessidade de conhecer todo o aparato computacional que existe através deste processamento. Este conceito de processamento é chamado de Computação em grade (Grid Computing).

Computação em grade tem o objetivo de combinar poder de processamento de milhares ou até milhões de pequenos computadores ligados em redes locais ou redes de longa distancia para que seja possível processar grandes tarefas em um determinado servidor. As aplicações de computação em grade são executadas em um servidor virtual, no qual tem integração com outros recursos capazes de compartilhar recursos de forma rápida e de fácil gerenciamento.

O que é computação em nuvem?

Computação em nuvem (Cloud Computing) tem o objetivo de fornecer todos os recursos computacionais como um serviço através da internet. Um exemplo é que no inicio do século XIX, durante a revolução industrial, as indústrias tinham que produzir sua própria energia elétrica ou mecânica. Hoje em dia as indústrias consomem energia como um serviço, pagando somente o que se utilizar [1]. A computação em nuvem tem uma proposta similar, onde os recursos computacionais passarão a ser responsabilidade de empresas especializadas, onde irão gerenciar os recursos e comercializá-los como serviço através da internet.

Computação em nuvem pode ser descrito como um imenso ambiente de servidores virtuais ou físicos, chegando a um conceito de recursos computacionais que contemplam capacidade de processamento, armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e serviços disponibilizados na internet [2].

Diferenças de conceito entre Computação em Grade e Computação em Nuvem

Existe sempre uma confusão entre o conceito de computação em nuvem e computação em grade, pois ambos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos [3].

O conceito de computação em grade é basicamente oferecer poder de processamento através de algum mecanismo, já de computação em nuvem é fornecer toda pilha de recursos computacionais sob demanda, através da internet e consumindo como um serviço. Apesar das similaridades, os paradigmas trabalham com conceitos diferentes que podem trabalhar em conjunto ou podem trabalhar de forma isolada.

Podemos tomar como exemplo duas situações:

Situação A

Uma empresa de engenharia necessita de um servidor com alta performance para realizar cálculos para uma determinada solução. Esta empresa não dispõe de capital para realizar a compra de um servidor que atenda a sua necessidade neste momento.

Neste caso esta empresa de engenharia pode contratar um fornecedor especializado de Grid Computing, onde o fornecedor vai fornecer um ambiente de processamento que atenderá a necessidade da empresa de engenharia. Através deste ambiente de processamento existem diversas máquinas com os processadores ociosos, partindo disso existe um servidor central que irá gerenciar o processamento de todos os cálculos, onde receberá através da internet de cada maquina com o processador ocioso um fragmento da informação processada. Logo temos um servidor com alto poder de processamento.

Situação B

Uma pequena empresa de manufatura necessita de aplicativos de escritório como, por exemplo, o pacote da Microsoft, o Microsoft Office, que tem integrado em sua solução diversas ferramentas como editor de textos, planilha para realização de cálculos, editor para apresentação de slides entre outros aplicativos.

Esta pequena empresa não dispõe de capital para comprar toda uma solução de aplicativos de escritório. Com isso ela tem a oportunidade de utilizar-se do conceito de computação em nuvem.

Um modelo de computação em nuvem é o SaaS (Software as a Service) ou software como serviço. Neste modelo são oferecidas soluções de softwares através da internet, ou seja, a empresa não necessita de compras de licenças para ter uma solução, mas apenas necessita contratar um serviço de um provedor que oferece aplicativos para escritório. Podemos citar como exemplo uma solução de aplicativos de escritório que é gratuita, o Google Docs.

Nas situações A e B vimos similaridades de necessidades. As duas empresas não tinham capital para aquisição da solução, e como uma forma de solucionar o problema, foi proposta a utilização do conceito de computação em grade e computação em nuvem. Como se podem observar ambos os conceitos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos.

Portanto os dois conceitos abordados neste artigo têm objetivos semelhantes, porém trabalham de formas diferentes e para fins diferentes.

Fonte: Administradores

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Analytics em nuvem entra em estado de ebulição

Taxa anual de crescimento das ferramentas de análise de dados em cloud pode superar 46% até 2020

Não é nenhum segredo que a computação em nuvem e análise de dados são áreas de interesse e rápido crescimento no campo da tecnologia. Coloque esses dois temas juntos e você terá uma combinação poderosa quanto a expectativa de crescimento anual superior a 26% ao longo dos próximos cinco anos.

De acordo com um relatório recente da consultoria Research and Markets a explosão no volume de dados colocará o segmento em ebulição. Isso muito devido ao fato de que um número cada vez maior de organizações começa a analisar registros na tentativa de compreender padrões de consumo e ampliarem suas receitas. Esse processamento, em grande parte dos casos, ocorrerá na nuvem.

“Ferramentas de análise de grandes volumes de dados baseadas no conceito de cloud serão uma forma de gerenciar e organizar dados, permitindo que organizações acessem informações importantes e tomem decisões mais rapidamente”, pontuou a companhia, em relatório, citando disputa acirrada entre HP, IBM, Microsoft, Oracle e Sap nessa arena.

As taxas de crescimento podem ser maiores do que os 26% sinalizados pela Research and Markets, contrapôs Ray Wang, analista e fundador da Constellation Research, prevendo uma taxa anual de crescimento mais próximo a 46% até 2020.

“Mais e mais, devido ao tamanho e a complicação, vemos analytics rumando para cloud”, sentenciou. “As pessoas não gastam mais dinheiro em data centers ou armazéns de dados próprios para esses novos ambientes. O jogo será bem diferente”, concluiu.

Fonte: Computer World

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Trate a adoção de cloud como se fosse uma reforma

Custo, confiabilidade e segurança são preocupações óbvias, mas o controle dos objetivos e as responsabilidades são frequentemente ignorados na escolha de serviços em nuvem

Toda empresa que pensa em migrar para a nuvem se preocupa com requisitos de confiabilidade, segurança e rentabilidade. No entanto, muitos compradores deixam de considerar cuidadosamente outras duas características extremamente importantes de qualquer serviço de nuvem: o quanto é possível controlar os serviços, sem a interferência do fornecedor e o quando a empresa cede ao seu fornecedor das responsabilidade por tarefas de gestão do dia-a-dia.

Algumas das mais bem divulgadas falhas de  infraestrutura da nuvem (Amazon Web Services e Microsoft Azure já tiveram seus problemas com indisponibilidade) foram seguidas por mensagens enfurecidas de vítimas do grande tempo de inatividade, da perda de geração de dados , ou de ambos nos fóruns de usuários.

A ira dos usuários por ficarem sem um serviço pelo qual estão pagando é perfeitamente compreensível. No entanto, é uma excelente indicação de que esses mesmos usuários de serviços de nuvem não entenderam totalmente a grande responsabilidade que continuam a ter no gerenciamento e na proteção de seus sistemas.

Problemas servem de alerta
Fornecedores têm apenas parte da responsabilidade por perdas causadas por períodos de inatividade ou desconexão. São os usuários os maiores  responsáveis ​​por assegurar que o backup de dados está sendo feito e suas instâncias estão sendo replicadas em diferentes zonas de disponibilidade. Atitudes capazes de atenuar alguns dos grandes problemas reportados.

É do usuário a responsabilidade de entender o que um serviço vai e não vai fazer por ele. E exigir o que de fato o fornecedor se compromete a fazer. Não é preciso um diploma de ciência da computação para entender como isso funciona na nuvem. O que um serviço de nuvem é capaz de oferecer é muito parecido com saber o que qualquer serviço terceirizado oferece.

Seu banheiro ou sua empresa –  aplique os mesmos princípios
Digamos que você queira reformar o seu banheiro. Primeiro você precisa decidir o que quer que seja feito – as necessidades, requisitos e preferências do usuário determinam as etapas de execução do trabalho.

Se você estiver disposto a gastar horas debruçado sobre catálogos ou sobre o  Pinterest para obter ideias para a reforma do banheiro, pode até pensar em fazer o projeto sozinho. Mas haverá sempre a possibilidade de contratar um decorador de interiores para executar a tarefa.

Depois de ter um projeto na mão, você entra na fase de implantação. Dependendo da complexidade e do seu orçamento, você pode contratar um arquiteto ou um pedreiro para executá-lo, ou até mesmo fazer todo o trabalho sozinho.

A primeira opção será, sem dúvida, a mais cara, mas reduzirá substancialmente os riscos. A contratação do pedreiro, por sua vez,  poupará algum do dinheiro, mas exigirá maior supervisão da sua parte. Já a  terceira opção – fazer isso sozinho –  será sempre a mais barata, e o deixará controlar cada pequeno detalhe do trabalho, mas aumentará consideravelmente o risco de desastre.

Conheça os seus riscos e benefícios
Qualquer proprietário está familiarizado com o processo de decisão sobre uma reforma. O que você ainda não sabe é que esse processo tem uma semelhança impressionante com os desafios envolvidos em descobrir como usar a nuvem de forma adequada.

Para levantar as necessidades e elaborar o projeto você pode pesquisar sobre o serviço de nuvem ou contratar um consultor para ajudá-lo. Se você fizer a pesquisa você mesmo é possível que você deixe passar detalhes que não escapariam de um olhar mais experiente.

Para a fase de implantação, você tem essencialmente as mesmas opções para a nuvem que teria para reformar o seu banheiro: contratar um provedor de serviços completo para gerenciar todo o seu ambiente, incluindo backups, patching e suporte ao usuário; usar  parte dos serviços de um provedor de infraestrutura-como-um-serviço para suportar os seus serviços enquanto você fornece seus próprios meios e capacidades de recuperação de desastres; ou construir a sua própria nuvem privada e manter a responsabilidade e controle sobre tudo.

Embora eu tenha focado principalmente em infraestrutura de nuvem, as mesmas decisões se aplicam a aplicativos e SaaS. Se eu quiser executar um site complexo, com um sistema de gerenciamento de conteúdo, posso contratar uma empresa de hospedagem especializada para lidar com a coisa toda, comprar um serviço de Web-hosting direto e instalar e gerenciar o CMS, ou comprar meu próprio hardware e fazer tudo sozinho.

Se eu usar um arquiteto ou “empreiteiro geral”, a responsabilidade é inteiramente dele, mas eu certamente não terei o mesmo grau de controle sobre como as coisas serão feitas. Se usar pedreiros, vou ter mais controle e  mais responsabilidade. Se fizer tudo sozinho,  terei o controle que sempre quis, mas também terei que arcar com todas as responsabilidades.

Espero que como usuário de nuvem você saiba melhor como usá-la. E seja capaz de ajudar a tornar os provedores de nuvem mais responsáveis pelas tarefas que de fato vão realizar, considerando os três cenários possíveis.

Fonte: Computer World

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Baixo desempenho de apps afeta produtividade

A SolarWinds anunciou os resultados de uma pesquisa que enfatiza o impacto do desempenho e da disponibilidade de aplicativos para usuários finais corporativos no Brasil. Uma das principais descobertas é o fato de que, embora o aplicativo seja agora o centro de empresas de todos os tamanhos e seu desempenho seja o segredo do sucesso, a TI ainda luta para garantir desempenho e disponibilidade.

Na verdade, 99% dos usuários finais corporativos que responderam à pesquisa disseram que o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos afetam sua capacidade de fazer o trabalho, com 70% dizendo que esses aspectos são absolutamente essenciais e 83% afirmando que a questão se tornou mais importante nos últimos cinco anos.

Quatro em cada cinco empresas tiveram um problema crítico de desempenho de aplicativo e quase um terço relatou que suas empresas sofreram perdas financeiras significativas por causa de aplicativos lentos. Além disso, 81% dos usuários finais corporativos já tiveram um problema de desempenho ou de disponibilidade de aplicativo crítico para os negócios, e 52% disseram que aplicativos lentos ou indisponíveis trazem perda financeira significativa para suas empresas anualmente.

A proliferação das tecnologias BYOD, de nuvem, de SaaS e de consumo no local de trabalho transformou os aplicativos na tecnologia disruptiva que impulsionará a TI corporativa nas próximas décadas. Ao mesmo tempo, o suporte da cadeia de entrega de aplicativos fica mais complexo à medida que aplicativos se tornam mais conectados à rede, que a virtualização leva à convergência e abstração da infraestrutura de TI e que os usuários finais se tornam mais móveis.

Realizada em junho de 2014, a pesquisa entrevistou 207 usuários finais de aplicativos empresariais no Brasil, atualmente empregados em tempo integral e trabalhando em escritórios de empresas de pequeno, médio e grande porte, dos setores público e privado.

Fonte: Decision Report

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Computação em nuvem já é realidade para a Inteligência dos Negócios

O valor que a computação em nuvem vem proporcionando às organizações vem aumentando e se tornando um motivador de peso para a decisão pela mudança

Os gestores financeiros estão cada vez mais acostumados com a computação em nuvem. Inúmeras ferramentas de gestão já podem ser acionadas remotamente, incluindo via dispositivos móveis. E a tendência é esta: a nuvem cada vez mais terá predomínio para a oferta de aplicações para o Corporate Performance Management, CPM. Ela já é uma realidade.

Recente trabalho do BPM Partners, o “Performance Management Study: Spotlighton Cloudand Mobile”, comprova isso e revela que plataformas de CPM tem uso pesado também nas pequenas e médias empresas, o que demonstra que este valioso recurso deixou de ser restrito às grandes corporações.

O estudo do BPM Partners traz números que mostram esta mudança acentuada para a computação em nuvem: mais de 60% dos 300 profissionais de finanças ouvidos, afirmam que considerariam optar por soluções baseadas em nuvem para a gestão de desempenho. Nota-se claramente que a computação em nuvem começa a ter a maioria das opções na hora da escolha, em ralação às aplicações on premise.

Quase 90% dos departamentos de finanças conduzem seus projetos CPM com base na colaboração e interatividade, o que, segundo o relatório, sinaliza uma crescente demanda por soluções baseadas em nuvem, que são as que mais possuem esta capacidade. Outros 75% dos entrevistados disseram que eles já usam pelo menos um aplicativo em nuvem durante seus trabalhos diários.

Quase a metade, 47%, afirmou que a mudança para a computação em nuvem é uma prioridade para sua organização, ou já estão em processo de migração.

Mesmo que a maioria das companhias ainda não estejam na nuvem, a movimentação apontada pelo trabalho da BPM Partners sinaliza que em breve este será o futuro delas. Os resultados obtidos pelas organizações que fizeram a mudança servirão de motivação para as demais. E mesmo dentro de uma companhia, uma vez feita a mudança, torna-se mais fácil levar esta nova cultura para outros departamentos.

O valor que a computação em nuvem vem proporcionando às organizações vem aumentando e se tornando um motivador de peso para a decisão pela mudança. A questão da segurança dos dados vem sendo superada e já não se coloca como obstáculo para as empresas.

E quando falamos em nuvem, também estamos falando em mobilidade, uma vez que os dados não estão todos armazenados no dispositivo. Na verdade, o aparelho móvel é uma aplicação de interface com a solução BPM que está em nuvem. E os executivos de finanças caminham para a mobilidade.

Seguindo o estudo do BPM Partners, 40% dos entrevistados admitem ter necessidade de acesso móvel à sua aplicação de gestão ou de BPM em cloud. Esta demanda para o acesso móvel vem de executivos seniores que gostam de apurar o que foi realizado sobre o que foi planejado, seguindo o relatório. Este, de fato, é um novo motivador que fará cada vez mais com que as organizações pensem na mudança. Com a nuvem, seus executivos, equipes e o alto escalão podem ter acesso rápido, de qualquer lugar e a qualquer hora aos resultados a partir da combinação mobilidade e computação em nuvem. Entre estes executivos que têm a necessidade de acesso móvel, mais de 70% querem acesso a painéis ou relatórios.

Outro benefício
O relatório da BPM Partners reforma uma movimentação sentida por nós nos últimos anos: cada vez mais as organizações de vários segmentos e tamanhos estão enxergando as vantagens da computação em nuvem no processo de elaboração dos planos de negócios e orçamentos: a colaboração entre equipes, o acesso em tempo real aos dados, redução dos custos e disponibilidade real das aplicações.

Outro grande benefício de uma aplicação em nuvem, segundo relato dos entrevistados para este estudo, mais da metade deles pretendem promover possíveis alterações mensais ao planejamento, graças às facilidades que a computação em nuvem proporciona. Antes, em uma aplicação on premise ou em planilhas eletrônicas esta agilidade era impossível, segundo eles.

Fonte: CIO