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Everything as a Service será cada vez mais essencial em TI

CIOs pretendem empenhar até 56% do orçamento em infraestrutura e operações

Infraestrutura e data center são, pela primeira vez, as prioridades dos CIOs brasileiros e do resto da América Latina em 2015, segundo estudo do Gartner. De acordo com a consultoria, dos US$ 116 bilhões de investimentos em TI previstos para o país em 2015, US$ 65 bilhões (56%) serão destinados à área de Infraestrutura e Operações.

Em todo o mundo, infraestrutura e data center estão em segundo lugar, atrás apenas de BI/Analytics. Esse investimento intenso deve ser revertido em tecnologias de ponta como big data, cloud computing e virtualização. Todas estas têm forte ligação com o conceito de Everything as a Service (XaaS, ou EaaS).

O XaaS pode ser descrito como o acesso a serviços de forma flexível pela internet, em vez desse uso ser limitado por um lugar físico. Sua execução depende de uma plataforma em nuvem sólida e integrada e de conexão estável à rede.

Pesquisa feita em 2014 nos EUA com 1.358 empresas mostra que 49% dos negócios usam serviços de nuvem, de alguma forma, para gerar renda ou desenvolver produtos. O departamento de vendas e marketing é o que mais costuma adotar tecnologia XaaS (52%), seguido de atendimento ao consumidor e business analytics (ambos com 44%), conforme o estudo, parceria da Northbridge com a Gigaom Research.

O conceito surgiu como uma combinação da oferta de vários “as a Service”. No caso da infraestrutura como serviço (IaaS), o usuário não é dono do equipamento que usa. Na plataforma (PaaS), o cliente tem acesso a um ambiente para criar e controlar aplicações. Já com o software (SaaS), o consumidor não lida com licenças de uso, e sim paga por serviços específicos. Levantamento da DZone feito em 2014 com 600 profissionais de TI nos EUA indicou que 58% eram adeptos de soluções PaaS e 52%, de IaaS.

Entre outros derivados, há rede (NaaS), armazenagem (também SaaS) e até recuperação de desastres corporativos (DRaaS).

Os principais benefícios do XaaS são: a infraestrutura compartilhada e, portanto, mais eficiente; mais facilidade de monitoramento das informações; e serviços disponíveis on demand e precificados com base no uso.

Já entre os desafios de sua adoção estão incluídas preocupações quanto à segurança dos dados corporativos e o investimento inicial em capacitação profissional.

Fonte: IT Forum 365

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Cloud computing pode ser sua aposta mais segura. Saiba o motivo

Casos recentes de crimes virtuais mostram que manter informações dentro de casa, em um único ambiente, pode não ser a melhor saída para guardar dados

Os profissionais mais tradicionais de TI dizem que uma empresa está mais segura quando cuida de seu data center dentro de casa. No entanto, ao lembrar das grandes violações de dados ao longo dos últimos dois anos, como Anthem, Sony Pictures, JPMorgan ou Target, todos mantinham seus data centers internos e não na nuvem.
 
De fato, se um serviço em nuvem tem controles adequados, pode ser mais seguro do que executar dados em seu data center. Amazon, Google, Salesforce e Box são especialistas no tema, afinal, uma falha pode ser devastadora para seus negócios.
 
David Cowan, que tem financiado empresas de segurança desde os anos 1990 para a Bessemer Venture Partners, disse para o portal TechCrunch que a maioria das empresas não pensa em segurança e a Sony Pictures não foi exceção. Segundo ele, a Sony Pictures tem uma empresa de tecnologia, mas seu core business são os filmes. Eles não pensam essencialmente sobre os dados e a segurança. 
 
Cowan diz que isso não significa necessariamente que as companhias estão mais seguras na nuvem, mas acredita que os provedores de cloud são mais maduros. Assim, para ele Google e Amazon são provavelmente mais seguros do que os datas centers tradicionais dentro de casa. Ele diz, no entanto, que o problema é que existem diferentes níveis de maturidade em toda a gama de serviços de nuvem.
 
Se você pensar sobre o que aconteceu com a Sony Pictures, cibercriminosos entraram no sistema porque era um único sistema e por isso tiveram acesso a e-mails, filmes etc. Mas se os dados estivessem distribuídos por vários serviços em nuvem, mesmo a violação de um serviço teria significado acessar apenas informações de um serviço.
 
Espalhar dados em vários lugares não compromete todo o armazenamento. É claro que nenhuma abordagem vai blindar totalmente cibercriminosos, especialmente porque há pessoas envolvidas. Phishing ou ataques de força bruta podem permitir que crackers mirem contas individuais, como aconteceu com a atriz Jennifer Lawrence, que teve fotos íntimas expostas na rede.
 
Os casos mostram que data centers privados são vulneráveis também, e ter seus dados no local não garante segurança. No momento, a nuvem pode oferecer a melhor esperança para empresas no momento, acreditam especialistas. 
Fonte: ITForum365
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Veja 7 frases que CIOs devem evitar

Termos bloqueiam a inovação e a colaboração

A rotina de um CIO envolve desafios constantes que exigem, ao mesmo tempo, firmeza e flexibilidade. A consultoria Gartner levantou frases que devem ser evitadas em situações de escolha, porque impedem a inovação. Confira sete exemplos abaixo.

1 “Já tentamos isso, e não funcionou”. – Este pensamento ocorre com frequência em grandes companhias, onde as mesmas ideias podem surgir em departamentos diferentes ou reaparecer em momentos diversos. Ele pode inibir a inovação se o contexto for ignorado: a ideia está aplicada da mesma forma? As tecnologias envolvidas são as mesmas? O mercado mudou? Essas reflexões podem resgatar uma boa ideia.

2 “Tecnologias digitais são só para as novas gerações”. – Embora possa ser verdade que pessoas mais novas absorvam com mais facilidade as inovações, esta frase apresenta dois problemas. Primeiramente, pode ser usada como justificativa para aliviar o trabalho de gestores mais experientes – justamente os que têm mais poder de decisão. E também pode desconsiderar uma fatia de público consumidor que teria interesse no produto.

3 “É fácil ter ideias, mas é difícil executá-las”. – O raciocínio está ligado à disciplina necessária para a produção em larga escala e desvaloriza contribuições que não sejam estritamente práticas, limitando a criação. Se a empresa precisa de inovação e ter ideias é fácil, o problema pode estar na execução. Neste caso, é válido investigar o histórico, perguntando: “Quais as últimas ideias promissoras tivemos cuja execução falhou?”

4 “Até o Google parou de dar a seus engenheiros 20% de tempo dedicado à inovação”. – Este é um exemplo fora de contexto: em seu início, a gigante de pesquisas aplicou uma política agressiva para fomentar a criação, mas ficou menos permissiva com esta liberdade conforme cresceu. O mais importante é lembrar que as iniciativas para incentivar a inovação não precisam ser radicais (como dar um dia da semana para projetos próprios) e também podem, e devem, ser adaptadas conforme o contexto da empresa.

5 “A matriz não vai gostar disto”. – Profissionais com mais vivência corporativa têm mais facilidade no contato com instâncias superiores. Ainda assim, podem usar esta frase para expressar alguma insegurança. No caso dos funcionários jovens, este temor pode ser ainda maior. Para a inovação ser efetiva, é interessante esmiuçar a questão: “quem precisa estar envolvido? Por que não devem gostar? Podemos convecê-los com resultados?”

6 “Esse não é nosso setor de atuação”. – Negócios tradicionais se tornaram experientes em manter foco no planejamento e na ação, maximizando resultados e minimizando riscos. Porém, a revolução tecnológica afeta todo o mercado, e empresas com gestão conservadora podem estar mais despreparadas. Se a sua empresa não se adaptar, é possível que outra o faça antes.

7 “Vamos anotar e deixar para a próxima”. – Esta frase implica que a ideia foi bem recebida e que será trabalhada no futuro. Se isto não ocorrer, quem sugeriu pode perder a motivação para retomá-la ou fazer novas propostas, e efeito acaba sendo mais inibidor do que um “não”. Um modo possível para tratar o problema é entender o processo de organização: a ideia foi realmente anotada? Quais são as prioridades?

Fonte: IT Forum

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Cidades inteligentes: Internet das Coisas impõe um novo ciclo de investimentos

As cidades inteligentes vão conectar cerca de 1,1 bilhão de dispositivos à internet ainda este ano, revela o Gartner. A expectativa para 2020 é ainda mais significativa: 9,7 bilhões de objetos conectados.

“As cidades inteligentes são uma oportunidade sem igual de receita para provedores de serviços e tecnologia, porém, eles precisam começar a planejar, participar e posicionar suas ofertas agora”, diz Bettina Tratz-Ryan, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

Segundo ela, a maior parte dos gastos com Internet das Coisas  para cidades inteligentes vai vir do setor privado, fato que deve ser considerado positivo, uma vez que as empresas têm ciclos de aquisição mais curtos. Até então, e especialmente aqui no Brasil, as cidades inteligentes têm sido projetos governamentais.

As casas automatizadas (smart homes) e edifícios comerciais inteligentes representarão 45% do total de dispositivos conectados em uso em 2015, um total de 500,1 milhões de objetos conectados em uso em ambos. Em 2017, o número de dispositivos conectados usados somente em casas inteligentes, que incluem sensores de detecção de movimento e iluminação LED, devem ultrapassar 1 bilhão.

A vertical de utilities deve totalizar 252 milhões de unidades conectadas à web em cidades inteligentes neste ano, seguido por transporte, com 237,2 milhões de objetos conectados em uso. Já o segmento de saúde, com 9,7 milhões de dispositivos conectados em 2015, ampliará o número para 23,4 milhões em dois anos.

Fonte: Convergência Digital

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Crise, tempo de inovação?

O gestor muitas vezes fica seduzido em aproveitar ao máximo esse período, maximizando o lucro sem grandes alterações nos processos internos

Quando os indicadores macroeconômicos de um país estão positivos, quando a expectativa do mercado é por dias melhores e, principalmente, quando os resultados nas empresas estão espelhando cenários favoráveis, fica mais difícil pensar em projetos de inovação. O gestor muitas vezes fica seduzido em aproveitar ao máximo esse período, maximizando o lucro sem grandes alterações nos processos internos.

Pois muito bem, façamos a mesma análise em um cenário mais pessimista, algo que estamos vivendo neste início de 2015, com indicadores macroeconômicos menos favoráveis, com a expectativa do mercado por mais turbulências, pela diminuição de demanda e pelo acirramento da concorrência. Podemos afirmar então que é o cenário ideal para o investimento em inovação? Sim.

As empresas devem investir no tema inovação e aqui não estamos falando apenas na criação de um novo produto ou serviço, mas sim em qualquer iniciativa de melhoria, aperfeiçoamento ou mesmo automatização de processos internos que tragam ganhos para a companhia. Em um momento no qual o mercado está saturado e novas vendas são mais difíceis, uma melhoria de processo que resulte em uma diminuição de custo, torna-se muito bem-vinda.

Esse é o momento ideal para investir em inovação tecnológica, tanto nos processos ligados ao “core business” da empresa, como por exemplo, a área de logística ou produção, como também naqueles ligados ao “backoffice” em áreas de contabilidade, jurídica, fiscal e comercio exterior, entre outras. É o momento de realizar uma análise minuciosa nos processos e tecnologias atuais, desde o início de uma operação até o momento de entrega ao cliente,  identificando espaços para a criatividade e ousadia.

A ideia é listar os processos, identificando-os por criticidade e oportunidade de melhoria e, a partir daí, iniciar um trabalho em busca de alternativas. Este, porém, não é um cenário para ser pensado somente no momento atual, pois a crise é passageira, mas o objetivo, além de sobreviver, é sair na frente dos concorrentes quando a turbulência passar.

Uma dica importante é o quesito software, uma vez que não precisamos listar a importância do uso da TI nos dias atuais. O primeiro passo é avaliar se os processos identificados estão com as melhores soluções em tecnologia ou se existem alguns processos sendo executados por sistemas já desatualizados ou ainda de forma manual.

É importante definir as prioridades e avaliar as alternativas, tanto no desenvolvimento interno (indicado para os processos sem soluções de mercado), como na busca de soluções de mercado, que já foram experimentadas por outras empresas e que agregarão mais valor à sua operação com o uso das melhores práticas de mercado. Esse é o primeiro passo para apresentar aos gestores projetos com resultados reais e, com isso, conseguir mais investimento em novas ações de inovação, pois essa é uma engrenagem que não deve parar.

Fonte: Computer World

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TI influencia ações comerciais?

Passado o período mais crítico de crise financeira, demissões e freios na inovação, o mercado varejista norte-americano está mostrando momentos de recuperação. Tanto que a NRF 2015, maior evento do setor que aconteceu em janeiro em Nova York, foi reflexo da superação de desafios e trouxe discussões em torno da integração de canais de atendimento, vendas e relacionamento, além de tecnologia embarcada e avanços com o uso do big data.

Segundo Marcos Gouvea, diretor-geral da consultoria GS&MD – Gouvea de Souza, os varejistas norte-americanos também retomaram o tema da sustentabilidade, que foi muito falado antes da crise econômica. “A análise do mercado fora do Brasil é muito importante, principalmente no atual momento em que estamos entrando em um período de vacas magras devido aos problemas na nossa economia”, aponta.

Na visão do executivo, o Varejo brasileiro deve ter o mercado norte-americano como exemplo de superação e saber maximizar a operação já existente, ou seja, estamos vivendo o momento de olhar para o backoffice. “Durante o período de vacas magras, em vez de expandir, o varejista deve buscar eficiência e produtividade para garantir o negócio rodando”, ressalta.

Entre as tendências que a NRF destacou para esse ano, o omnichannel segue dominando o Varejo com a ampliação dos papéis das lojas tradicionais, repaginadas para se tornarem mais do que um ponto de venda. Segundo Gouvea, a experiência de compra e individualização no atendimento são os pontos fundamentais para deixar o Varejo mais multicanal.

“Os varejistas de todo o mundo estão vivendo um processo de amadurecimento, onde se individualiza o consumidor para maximizar a experiência e potencializar as vendas e serviços. Claro que já existe bastante coisas acontecendo nesse campo, mas estamos vivendo uma curva de aprendizado coletivo do omnichannel envolvendo questões de implementação, avaliação e conhecimento”, completa.

As soluções analíticas também protagonizaram as discussões da NRF e tendem a deslanchar entre os varejistas brasileiros. “Na edição de 2014, o big data parecia mais um sonho para o Varejo. Esse ano, foi discutido com mais propriedade e já é uma realidade no mercado até porque essa análise de dados é o que suporta as ações de omnichannel”, finaliza Gouvea.

Fonte: Decision Report

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CDO: um cargo transitório?

A sigla que chegou a ser vista como ameaça para CIOs e até CMOs pode, na verdade, ter um papel transitório e um futuro incerto no C-level

Diante das transformações digitais que assolam a sociedade, viu-se emergir no ambiente corporativo, muito pautado por diversas consultorias, a figura doChief Digital Officer ou mesmo Chief Data Officer, ambos os casos utilizando a sigla CDO. Dada a importância que digitalização ganhou, sobretudo em verticais como mídia, publicidade, varejo e finanças, essa figura conquistou espaço e se tornou supervalorizada no mercado, tirado um pouco de espaço dos CIOs, tidos como conservadores e até incapazes de conduzir a transformação digital, e em alguns casos dos CMOs, que tinham a visão da mudança, mas não conseguiam conduzir a parte tecnológica. Agora, contudo, já começa-se a avaliar o quão duradouro será o cargo de CDO na cena corporativa.

É óbvio que não existe uma questão alarmista nisso. O CDO, sobretudo aquele que cuida da transformação digital, ainda tem papel importante. O CDO Club, uma das maiores organizações profissionais e que promove eventos e estudos em torno desse profissional, que é um híbrido de marketing e TI, reporta que tem havido um crescimento nas contratações. Eles ainda não fizeram o fechamento de 2014, mas estimam que o ano tenha fechado com 1,4 mil CDOs ao redor do mundo, com predominância nos Estados Unidos e Europa, embora países como Brasil e China já comecem a figurar nas estatísticas do clube.

A rede norte-americana CNBC conversou com alguns CDOs e a maioria deles relatou uma percepção de que o cargo seria algo passageiro ou transitório. Meio que uma função para ajudar nessa transformação digital totalmente necessária e benéfica ao negócio mas que, concluídos os trabalhos, não haveria tanto sentido em manter essa figura, que migraria para TI ou marketing.

Até em virtude desse cenário, alguns analistas têm defendido a preparação de lideranças da TI ou do marketing para conduzir essa estratégia digital em vez de criar a figura do Chief Digital Officer. O Gartner, por exemplo, diz que em cinco anos esse profissional desaparecerá e a função digital ficará com CIOs. A do Data Officer nem é tão colocada em questão porque mais que interagir com o cenário digital, ela cuida mesmo da estratégia de informação, extremamente importante para empresas como Boa Vista Serviços e Serasa Experian, cujos negócios dependem 100% de informação.

Em um post em seu blog, o vice-presidente e analista da Forrester, Nigel Fenwick, relatou que ao longo de 2014 muito se falou sobre o fortalecimento da figura do Chief Digital Officer, mas ele faz um contraponto com um estudo que a própria consultoria realizou em 2013 sobre o que seria o papel do CDO e, na ocasião, identificou-se que muitas empresas poderiam realmente se beneficiar dessa figura se houvesse um trabalho em conjunto comCIO e CMO.

Fenwick adicionou, contudo, uma avaliação pessoal do que tem observado no mercado, e diz que haveria mais ganhos ao negócio se os próprios CIOs, seguindo os passos do ex-líder de TI da Starbucks Stephen Gillets, assumissem a liderança da estratégia digital e de suas iniciativas. Resultados positivos são mais que possíveis para aqueles executivos de TI que já experimentam alguma experiência com marketing ou outras unidades de negócio. Mas como a maioria dos CIOs não tem esse tipo de experiência, a presença de CDO vai ser necessária por alguns anos.

Aos interessados em assumir ou acumular esse posto, o analista diz que é preciso ter um profundo entendimento das necessidades dos clientes e ter clareza de como a tecnologia digital vai propiciar novas fontes de valor para os consumidores. E enquanto ele existir, é preciso aproveitar, pois os salários, pelo menos em âmbito global, são bastante atrativos. De acordo com a CDO Club, os ganhos podem variar entre US$ 250 mil e US$ 750 mil no ano!

E você, como vê a presença do Chief Digital Officer no mercado?
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Nuvem privada reina na cloud brasileira

O Brasil abraçou a computação em nuvem e está começando a descobrir o big data, revela estudo da Frost&Sullivan, realizado com 313 empresas brasileiras.  Tanto é assim que até dezembro, 66% das corporações brasileiras devem usar pelo menos uma oferta de nuvem, enquanto 42% planejam investir na tecnologia, sendo que 25% delas investirão pela primeira vez. O relatório aponta que 41% das empresas no Brasil já utilizam a computação em nuvem.

A pesquisa indica ainda que, enquanto a maioria das empresas no país opta pelo modelo de nuvem privada, prevê-se que o modelo híbrido vai comandar a atenção significativa nos próximos anos. Esta tendência está em linha com a percepção crescente de que a melhor opção de implantação – on-premise, privado ou público – depende da solução em consideração.

Embora as empresas brasileiras tenham uma melhor compreensão do conceito de computação em nuvem, elas ainda se preocupam com a falta de confidencialidade dos dados. Sendo a segurança um fator importante para investir em computação em nuvem, infraestrutura, conectividade e acordo de nível de serviço foram citados pelos respondentes como os critérios mais importantes para a seleção de provedores de computação em nuvem.

“Prestadores de serviços de computação em nuvem devem conscientizar os clientes dos esforços que fazem para aumentar a segurança dos dados, por exemplo, obtendo certificação”, salienta o analista de mercado da Frost & Sullivan, Guilherme Campos. “Eles também devem assegurar que os clientes entendam que seus dados estarão seguros e inacessíveis a outras empresas”, completa.

Se cloud avança, o mercado brasileiro de big data analytics ainda não está maduro; são poucas as empresas que já investiram nessas soluções e estão mensurando os resultados. Mas a repercussão sobre o big data chamou a atenção das empresas do país. Até o final de 2015, mais de 34% das empresas brasileiras terão iniciado investimentos em big data analytics.

“Apenas 10% das empresas entrevistadas usam big data analytics, indicando que estas soluções têm uma prioridade menor na agenda do CIO quando comparada com cloud computing e outras tecnologias”, disse Guilherme Campos, analista senior de TI da Frost & Sullivan.

“A falta de consenso do que realmente é big data junto com a falta de profissionais especializados no mercado são atualmente os principais desafios deste mercado, o que explica o fato de 35% dos entrevistados não terem nenhum plano de começar a investir nestas soluções nos próximos dois anos”, completa o analista.

O uso de diferentes taxonomias pelos provedores de big data complementa essa falta de entendimento entre os clientes, mas o cenário tende a melhorar. Já em 2015, 29% das empresas pretendem fazer investimentos em big data, sendo que a maior parte (24%) investirá em big data analytics pela primeira vez.

“Em um país onde grande parte das empresas toma decisões somente com base na opinião de seus empregados mais experientes, a análise de dados pode fazer um mundo de diferença”, opina Campos. “Com big data analytics as empresas no Brasil podem obter dados de diferentes fontes para melhorar a tomada de decisões, reter clientes e descobrir novas oportunidades que não seriam tão visíveis sem uma ferramente analítica”.

Fonte: Convergência Digital

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INVESTIMENTO EM NUVEM PÚBLICA CRESCERÁ 153% EM 3 ANOS NA AMÉRICA LATINA

Conforme a consultoria Frost& Sullivan, a América Latina investirá, em 2017, US$ 2,866 bilhões em nuvem pública. E haverá, em 2020, 1,3 bilhão de aparelhos conectados na região.

Os investimentos em cloud pública (em suas três formas mais conhecidas, PaaS, SaaS e IaaS) na América Latina irão crescer 153% em três anos, passando para US$ 2,866 bilhões,  dos atuais US$ 1,113 bilhão, prevê a consultoria Frost&Sullivan.

Conforme as projeções da consultoria, em 2020 a América Latina terá 1,3 bilhão de aparelhos conectados, em 80 bilhões de aparelhos conectados em todo o mundo. Para cada residência, haverá pelo menos 10 aparelhos conectados. E para cada usuário, pelo menos cinco aparelhos conectados. Para suportar este crescimento, a empresa aponta o  constante dos investimentos em big data em todo o globo.

Somente no Brasil, México e Colômbia o mercado de big data deverá alcançar US$ 2,345 bilhões, com a liderança do mercado nacional, que irá somar perto de US$ 1,2 bilhão em quatro anos, prevê a consultoria

Fonte: Telesintese

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CIO brasileiro é menos responsável por evolução digital do que pares globais

Enquanto 47% dos líderes de TI do mundo se enxergam como principais agentes do processo, no Brasil proporção cai para 38%, revela o Gartner

CIOs brasileiros se veem menos responsáveis pelas transformações digitais em suas empresas do que pares do mundo e, inclusive, da América Latina. É o que revela pesquisa “Global Perspectives on Flipping to Digital Leadership: The 2015 CIO Agenda” (“Perspectivas Globais na Virada para a Liderança Digital: a Agenda 2015 do CIO”, em tradução livre), produzida pela consultoria internacional Gartner.

Conforme o levantamento, a proporção dos líderes que se sentem com esse papel é de 39% no Brasil, contra 47% da média global e 45% das respostas entre colegas latino-americanos. Atrás do Brasil estão China e Japão, ambos com 33%, e países ibéricos, com 38% das respostas.

Os CIOs que mais se sentem participativos no processo de transformação para o ambiente digital estão na Alemanha (58%), seguidos pelos norte-americanos (54%) e o grupo de australianos e neozeolandeses (52%).

Investimento de tempo

O Gartner pontua ainda que uma medida de liderança e influência na empresa é a quantidade de empenho do CIO com executivos seniores em comparação com o tempo dedicado à rotina da área.

Em 2015, CIOs mais estratégicos vão gastar menos de 40% do seu dia com a rotina de TI, dando preferência a investir 27% de seu tempo com outros C-levels, 18% com líderes de unidades de negócio e 16% com clientes externos.

Fonte: IT Forum