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Mobilidade Corporativa conecta negócios com inovação

Incentivadas pela computação em nuvem e aumento da oferta de smartphones no Brasil, mais empresas adotam a comunicação móvel para automatizar processos e conectar colaboradores, aumentando a produtividade e a velocidade na tomada de decisão.

Presente na vida da maior parte dos brasileiros, a comunicação móvel ganha cada vez mais espaço no mundo corporativo. Seja para automatizar processos ou conectar colaboradores, a adoção dessa tecnologia pelas organizações busca o aumento de produtividade e um ciclo de trabalho mais rápido e inovador.

“As empresas estão usando mais a mobilidade em seus negócios movidas pela computação em nuvem e pelo conceito de virtualização, que possibilitam aos funcionários acessar aplicações corporativas sem que precisem estar no escritório”, constata o professor de cursos de pós-graduação e graduação do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Afonso Celso Soares. Segundo ele, as organizações conectadas alcançam clientes mais rapidamente e podem praticar a inovação de forma mais intensa, para serem mais competitivas.

A mobilidade corporativa está em franco crescimento no Brasil e transforma a paisagem interna das empresas. Muitos computadores pessoais estão sendo substituídos pelos dispositivos móveis, que acompanham os executivos em  reuniões, visitas de campo ou qualquer outro lugar. Eles podem ser conectados por diversas tecnologias, como redes 3G, 4G ou Wi-Fi, permitindo as vantagens da mobilidade à empresa e aos colaboradores.

embratel_inovacaomobile_original (Foto: iStock)
Smartphones já são quase 75% do mercado total de
celulares – e, nas empresas, garantem mais
produtividade e rapidez

Os dispositivos móveis estão entrando nas empresas também pelo conceito do Bring Your Own Device (BYOD), ou traga seu próprio aparelho para o ambiente de trabalho, integrando aplicações pessoais com as corporativas. Estudos do instituto de pesquisa IDC estimam que dos 52 milhões de smartphones previstos para serem vendidos no Brasil neste ano, pelo menos 5 milhões entrarão nas companhias pelas portas desse movimento, obrigando a revisão das políticas de segurança.

Motor da mobilidade no Brasil

Impulsionada pela expansão das redes de banda larga (3G e 4G), pela computação em nuvem e pela disseminação de tablets e smartphones, a mobilidade não para de crescer no mercado corporativo. “Nos últimos anos, os smartphones eram 20% a 30% dos dispositivos fornecidos para as empresas. Neste ano, eles já são mais de 60%”, afirma Jacinto Miotto, Diretor Executivo da Embratel e Claro Empresas – SP.

Hoje, mais de 70% das empresas com mais de cem empregados já utilizam celulares e smartphones corporativos. Destas, 41% contratam também plano de dados, segundo a pesquisa “Conectividade das Empresas do Brasil”, realizada pelo Teleco e pela Embratel com 400 companhias.

Outro termômetro do avanço da mobilidade no Brasil é o crescimento da base de usuários de celulares. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) revelam que o país tinha em outubro 279,3 milhões de linhas móveis em serviço.

Esse cenário tem estimulado mais empresas a usarem a mobilidade em seus processos de negócios. Ele é hoje ferramenta indispensável para automatizar equipes externas, fazer videoconferência com profissionais remotos, oferecer treinamento online para colaboradores e trazer mais velocidade nos negócios, com redução de custos.

A Embratel oferece um amplo portfólio de soluções de mobilidade corporativa, adequadas a empresas de diferentes tamanhos e segmentos. Entregues em conjunto com a Claro, as ofertas integram pacotes de voz e banda larga 3GMax, 4GMax com tablets e smartphones.

Os planos da Embratel contam também com serviços para administração das linhas móveis, permitindo diferentes configurações de uso, ferramentas colaborativas e aplicações para automatizar força de vendas.

Com foco em segurança e controle, a Embratel oferece soluções de M2M (Machine to Machine). Com elas, a empresa é alertada sobre a indisponibilidade de algum equipamento ou sistema, oferecendo um melhor controle de suas operações, 24 horas por dia.

“As empresas estarão demandando ainda mais serviços de TI e Telecom com recursos de mobilidade”, resume Jacinto Miotto, da Embratel. “Com isso, nossa participação será ainda maior.”

Fonte: G1

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Segurança, mobilidade e cloud dominam preocupações

Cerca de 92% dos responsáveis inquiridos num estudo consideram que as suas organizações não têm recursos suficientes para lidar com as prioridades e tendências de TIC, diz a BCS – Chartered Institute for IT.

A segurança e perda de dados, trabalho em mobilidade e cloud computing são os três temas de TIC que mais preocupações suscitam entre responsáveis de empresas, de acordo com um estudo da British Computing Society (BCS) ‒ Chartered Institute for IT. O trabalho anual, baseado num inquérito a 350 profissionais séniores de TIC, dá uma perspectiva sobre os planos de acção das organizações para os próximos 12 meses, mas também num prazo de três a cinco anos.

O estudo revelou que a segurança da informação (60%), a cloud computing (55%) e a computação móvel ‒ incluindo as políticas de BYOD ‒ (53%), são as principais prioridades para muitas organizações ao longo dos próximos 12 meses. Há mais organizações a perceberem que desenvolvimentos tecnológicos nesses temas podem vir a beneficiar o seu negócio, ajudar a aumentar a produtividade e garantir a continuidade da actividade, diz o instituto.

Apesar disso, 92% dos líderes de TIC nas empresas sentem que as organizações onde trabalham não têm recursos suficientes para lidar com as questões de gestão e tendências de TI, estabelecidas como prioridade. Mais da metade dos responsáveis questionados (53%) consideram precisar de competências melhoradas na força de trabalho que gerem.

A segurança já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração, considera Adam Thilthorpe (BCS‒ Chartered Institute for IT).

Uma percentagem similar diz precisar de mais profissionais qualificados na equipa de TI e apenas 8% considerou ter recursos suficientes. Numa perspectiva de três a cinco anos, revelada pelo estudo, as prioridades para as organizações abordadas são a segurança da informação (54%), Big Data (42%) e de cloud computing (40%).

“É bastante claro que a segurança é a principal coisa que mantém os profissionais de TI acordados durante a noite. Já não é um problema de TI isolado, mas a questão mais importante para o conselhos de administração. As reputações de muitas organizações já não estão a fundadas só nos elementos tradicionais tais como o serviço ao cliente, mas cada vez mais na forma como lidam com e proteger os dados dos seus clientes”, diz Adam Thilthorpe, director para a área do profissionalismo no instituto.

Fonte: Computer World

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Prepare-se: conheça os desafios de cibersegurança para 2015

Segurança subiu degraus e chegou próximo ao topo da prioridade das organizações depois dos acontecimentos recentes. O contexto para 2015 deve continuar pouco animador. A Websense apresentou algumas previsões em cibersegurança para 2015.  Eis aqui as oito tendências apontadas pela provedora de soluções de segurança:

1. Aumento das campanhas de ataques para furtos de dados no setor de saúde – Em um cenário onde milhões de arquivos de pacientes ainda estão passando pela transição do formato em papel para o digital, muitas organizações começam a enfrentar os desafios de segurança para proteger informações pessoais. Por isso, os ataques cibernéticos nesse setor aumentarão.

2. Ataques à internet das coisas (IoT) terão como foco as empresas – A verdadeira ameaça da IoT provavelmente ocorrerá em um ambiente comercial e não do consumidor. Os ataques tentarão provavelmente utilizar o controle de um simples dispositivo conectado para literalmente invadir uma organização e roubar dados valiosos. No próximo ano, os setores industrial e de manufatura testemunharão um aumento no volume de ataques.

3. Os ladrões de cartões de crédito se transformarão em negociadores de informações – Criminosos cibernéticos deverão acelerar o ritmo dos roubos de dados de cartões de crédito. Além disso, começarão a buscar uma faixa mais abrangente de informações sobre as vítimas. Esses dados serão cada vez mais comercializados, da mesma maneira que cartões de crédito furtados atualmente.

4. Ameaças móveis terão foco mais nas informações credenciais –Dispositivos móveis serão mais visados para ataques em maior escala para o roubo das credenciais de autenticação para serem usadas no futuro. Esses ataques utilizarão o telefone como um ponto de acesso para as aplicações de empresas, cada vez mais baseadas na nuvem, e para os recursos de dados acessados sem restrições pelos dispositivos.

5. Novas vulnerabilidades surgirão de códigos-fonte antigos – OpenSSL, Heartbleed e Shellshock viraram manchetes neste ano, mas existem no código-fonte aberto há anos, esperando para ser explorados. O ritmo do desenvolvimento de softwares exige que novas aplicações se baseiem em código aberto ou código-fonte legado e de uso exclusivo. Como novos recursos e integrações se baseiam nesse código de base, as vulnerabilidades continuam sendo ignoradas.

6. Ameaças via e-mails assumirão um novo nível de sofisticação e evasão – Novas técnicas de evasão de e-mails altamente sofisticadas serão introduzidas e desenvolvidas para superar as mais recentes defesas corporativas. Tradicionalmente utilizado como um chamariz em cenários de ataques passados, o e-mail se tornará um elemento mais disseminado de outras fases de um ataque, inclusive a fase de reconhecimento.

7. As instruções de comando e controle deverão ser hospedadas em sites legítimos – Os cibercriminosos utilizarão cada vez mais as ferramentas sociais e colaborativas para comandar e controlar sua infraestrutura. Os responsáveis por proteger as empresas dos ataques terão dificuldades em discernir entre o tráfego malicioso e o legítimo em um contexto onde as comunicações com o Twitter e Google Docs são não apenas permitidas, mas também encorajadas.

8. Novos participantes no campo de batalha da espionagem/guerra cibernética global – As técnicas e táticas da espionagem e guerra cibernéticas entre nações foram basicamente bem sucedidas. Como consequência, países desenvolverão seus próprios programas de espionagem virtual, particularmente em nações que têm previsão de alto índice no crescimento econômico. Adicionalmente, como a barreira de entrada para atividades cibernéticas é mínima se comparada com os custos de guerra e espionagem tradicionais, poderá haver aumento de novas “células”, informalmente afiliadas, que levarão a cabo iniciativas ciberterroristas ou guerras cibernéticas independentes, mas em apoio às causas do estado-nação.

Fonte: Computer World

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Dez mitos sobre a nuvem segundo o Gartner

É seguro? É virtualização? É mais barato? Vale para sistemas de missão crítica? Consultoria coloca luz sobre algumas lendas envolvendo o conceito

Computação em nuvem tornou-se um elemento fundamental na composição tecnológica atual para as corporações. E o Brasil abraçou o conceito. De acordo com um levantamento recente, 90% das médias empresas brasileiras afirmam ter algum tipo de aplicação em cloud. Agora, à medida que avança, alguns mitos se formam. O Gartner tenta desmistificar dez das lendas mais comuns que orbitam em torno do tema.

1. É sempre mais barato – A percepção é equivocada, pois nem sempre os recursos contratados em nuvem são mais baratos. Claro que se pode economizar e obter benefícios a partir do conceito. A ideia, contudo, é que a abordagem apenas relativa a recursos financeiros não deve ser a premissa única na escolha do modelo.

2. A tecnologia só é boa se for em nuvem – Não caia na armadilha montada por muitos fornecedores que quere empurrar toda e qualquer tecnologia como se fosse enquadrada no conceito de cloud. Apesar de termos evoluído bastante, ainda há muita confusão em torno do tema.

3. Serviu para ele, serviu para ela, serviu para todos nós –Computação em nuvem não deveria ser algo para toda e qualquer coisa, de acordo com o Gartner. Obviamente que, em alguns casos, um serviço contratado dentro do modelo se encaixará como uma luva; mas seria exagero tomar isso como uma regra infalível.

4. Seu CEO tem uma estratégia cloud – Muitas empresas não têm uma estratégia de computação em nuvem. Aliás, uma estratégia de nuvem começa com a identificação dos objetivos de negócios, mapeamento dos potenciais benefícios alinhados a isso, enquanto se reduz eventuais ameaças.

5. Múltiplos fornecedores? Não é o caminho a seguir – Cloud computing é um conceito muito amplo para ser quebrado em apenas uma abordagem ou oferta. As metas e benefícios diferenciam-se em diversos casos de uso e a escolha de um modelo/fornecedor deve ser puxada por anseios de negócio, mais do que por padronizar uma abordagem.

6. Não é seguro – Ok. Cloud traz uma percepção de ser um ambiente menos seguro se comparado com contextos mais “físicos” da tecnologia. Agora, a premissa não deve ser levada a ferro e fogo, uma vez que grande parte das falhas de segurança exploram brechas também em ambientes on-premisses. Mesmo assim, provedores precisarão, sempre, fortalecer o discurso para estabelecer a confiança dos clientes.

7. Não se aplica para sistemas de missão crítica – Adote serviços em nuvem necessários. Isso significa: não é para tudo, mas para o que está na estratégia. Não estranha que os primeiros casos se relacionem a aplicações não-críticas. Agora, a medida que o conceito evolui, experimentos serão feitos e, possivelmente, outras ferramentas subirão para a cloud.

8. Desista do seu data center próprio – A maior parte das decisões relativas a cloud não são (ou não deveriam ser) sobre desligar completamente as estruturas de processamento de dados das organizações e mover tudo a uma infraestrutura terceirizada na cloud. O movimento deve combinar recursos públicos e privados.

9. Migrações herdam todas as características na nuvem –Atributos da nuvem não são transitivos. Distinguir aplicações hospedadas na nuvem de cloud services. Em outras palavras: espere que aplicações em cloud terão outras características de versões instaladas.

10. Virtualização é sinônimo cloud – Sim, virtualização é comumente usada para habilitar a computação em nuvem, mas não é a única forma. De acordo com o Gartner, mesmo que essas ferramentas sejam usadas (e usadas bem), o resultado não necessariamente significará “nuvem”. O conceito pressupõem elementos que tocam ambientes altamente automatizados, elásticos e sob demanda.

Fonte: CIO

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Transformação Digital: Cinco oportunidades que vão impactar o seu negócio

A Convergência Digital e a Internet das Coisas já são realidade, mas será que as empresas sabem como aproveitar o momento?

O acesso à conexão banda larga e a aquisição, cada vez maior, de smartphones e tablets, tem causado grande transformação na vida das pessoas. O desenvolvimento de eletrônicos também tem caminhado rapidamente para que cada item doméstico possua um protocolo de internet (IP) e esteja conectado à rede. A Convergência Digital como um todo, aliada à tendência da Internet das Coisas, vem modificado o modo como nos relacionamos com o mundo e com as nossas próprias casas, gerando também oportunidades para as empresas se conectarem com seus consumidores de maneiras totalmente novas. Essa é a hora das empresas fidelizarem ainda mais os seus clientes e inovarem em seus modelos de negócio. Mas será que as companhias estão preparadas para aproveitar essa transformação digital?

Segundo a pesquisa The Digital Transformation, da Wipro, apenas 36% das empresas possuem uma estratégia digital em curso e 27% possuem um plano de marketing digital sem um direcionamento preciso. Mesmo assim, nem todo o cenário é pessimista, já que das marcas com projetos em desenvolvimento, 70% se conectam com seus consumidores via canais digitais, e 36% já realizam vendas via websites e dispositivos móveis.

Com base nesse cenário, elencamos cinco momentos que irão impactar as empresas que decidirem explorar a Convergência Digital e a Internet das Coisas para se aproximarem de seus consumidores e alavancarem a sua receita:

Novas Parcerias– A demanda por conteúdo online e interativo tende a aumentar ainda mais, e a migração para um ambiente totalmente trabalhado via IP vai permitir que o consumidor acesse conteúdo de qualquer lugar a qualquer hora e através de qualquer dispositivo. Serviços de compartilhamento de mídia que podem se conectar a todos os eletrodomésticos de uma casa já são uma realidade, e o aumento da procura de serviços de entretenimento personalizado vai exigir novas parcerias tecnológicas.

Remodelando os negócios– Em um ambiente conectado, o monitoramento de pacientes e a assistência médica em tempo real serão totalmente possíveis. Isto vai permitir uma melhor colaboração entre médicos, hospitais e empresas farmacêuticas, além de otimizar o diagnóstico e dar origem a modelos de negócio inovadores. A cobrança, por exemplo, pode ser realizada com base no uso/hora ou a natureza da intervenção, em vez de ter como base taxas fixas de consulta. Mas e na sua indústria, como a inovação pode acontecer?

O consumidor hiperconectado – Uma chamada recebida via celular pode, automaticamente, ser atendida via internet, desde que o usuário esteja conectado ao Wi-Fi da sua casa. Em outra ocasião, qualquer dispositivo conectado,tablet ou smartphone, pode informar ao usuário, por exemplo, sobre o término de um download realizado em outro aparelho. Essa convergência vai permitir à marca criar novos serviços que facilitem ainda mais a vida do cliente.

Inteligência nos anúncios – Os profissionais de marketing serão capazes de atingir seus clientes com conteúdo extremamente direcionado, baseando-se no tamanho da tela, na localização e até mesmo em detalhes do comportamento, como frequência de uso de certo equipamento, por exemplo. Um anúncio exibido na TV Digital, por exemplo, poderá resultar em uma compra imediata através do próprio aparelho.

Pagamento digital – Operadoras podem agrupar variados serviços em um único número de celular, eliminando a necessidade de gerenciar múltiplas contas. Além disso, os novos modelos de cobrança podem ser realizados com base em horários determinados, localização ou até mesmo o tipo de dispositivo eletrônico conectado na transação.

Fonte: CIO

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Segurança empaca projetos de cloud, mobilidade e big data

Estudo da Dell indica que questão emerge como principal desafio na adoção das três tendências tecnológicas

“Segurança representa hoje o principal desafio”. A conclusão parte de um estudo da Dell que questionou mais de 2 mil empresas de médio porte de todo o mundo sobre o que lhes preocupa com relação a projetos envolvendo cloud computing, mobilidade e big data.

Esses quatro temas tem aparecido com frequência em estudos de tendências de mercado. Uma projeção recente da IDC indicou os macrotemas como vetores que darão à tônica dos projetos de tecnologia no próximo ano. O único fator diferente, mas correlacionado, versa sobre desenvolvimento de aplicativos.

De acordo com o GTAI (Global Technology Adoption Index), da Dell, enquanto 97% das organizações consultadas usam ou planejam utilizar em nuvem e quase metade (47%) já implementou uma estratégia de mobilidade alinhada às demandas do negócio; só 39% dos entrevistados afirmaram que veem reais benefícios com a adoção de big data.

Entre as organizações que já usam recursos em cloud, 42% indicaram crescimento de 6% a 10% dos negócios nos últimos três anos; já entre as não usuárias, 37% tiveram crescimento nulo ou negativo no mesmo período. As médias empresas que utilizam três ou mais aplicações em nuvem experimentaram um crescimento 15% maior na produtividade dos funcionários em relação às que usam só uma solução no conceito.

Segundo a pesquisa, os três principais benefícios para os que usam cloud computing são: melhor alocação dos recursos de TI (44%), redução de custos (42%) e eficiência (40%). Além disso, a nuvem privada é usada por 68% dos entrevistados.

No quesito mobilidade, o principal benefício do uso de dispositivos móveis nas empresas apontado por 41% dos entrevistados é a eficiência, enquanto para 32% é a produtividade. Das empresas consultadas, 32% já utilizam políticas formais de BYOD (Bring Your Own Device).

Metade dos entrevistados citou o risco de vazamento de dados por perda de dispositivos e uso de redes wireless não protegidas como o principal risco associado à mobilidade dos funcionários. Na sequência, indicado por 44% dos entrevistados está o medo de brechas de segurança como principal barreira para expandir a utilização da mobilidade corporativa.

Potencial de big data
A maioria das organizações (39%) entrevistadas na pesquisa da Dell ainda não tem entendimento sobre como extrair o real valor do big data. Por outro lado, 61% admitem que possuem grandes volumes de dados que poderiam ser analisados. Quem utiliza o conceito, por outro lado, cresce duas vezes mais que os que não usam.

Os entrevistados citaram que os principais obstáculos para a implementação de iniciativas envolvendo grande volume de dados versam sobre o preço da infraestrutura (35%), segurança dos dados (35%) e custo muito alto para terceirizar a análise ou a operação (34%)

Fonte: Computer World

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Brasil precisa correr para não perder a vez na Internet das Coisas

O ritmo lento de adesão das redes brasileiras ao novo protocolo da Internet – o IPv.6 poderá pesar no bolso delas próprias. O Gartner prevê que, até 2020, as corporações vão gastar US$ 40 bilhões no mundo projetando, implementando e operadora a Internet das Coisas. A consultoria projeta ainda que, em cinco anos, as principais empresas terão mais de meio milhão de objetos enderaçáveis IP. “O Brasil precisa andar com o IPv.6. Não pode perder esse momento. A mudança se faz necessária e rápido”, adverte o vice-presidente da Consultoria, Cassio Dreyfuss.

De acordo ainda com o Gartner, os sensores responderão por 30 bilhões de objetos conectados nos próximos cinco anos. “Esse é um mercado em franca expansão”, sustenta o especialista. Durante o Gartner Symposium Expo, que acontece essa semana, em São Paulo, Betsy Burton, vice-presidente da consultoria, mandou um duro recado aos gestores de Tecnologia da Informação.

“Não há mais bite e byte. Não é mais a melhor arquitetura. Há a necessidade de pensar o negócio. A tsunami de dados é realidade, mas o CIO será aquele que vai saber identificar qual dado é relevante ou não. Há dados para serem tratados e há dados para não serem tratados. Esse profissional que está aparecendo vai determinar o sucesso do negócio da corporação”, frisou a especialista.

Com relação à Internet das Coisas, Dreyfuss admite que há muita projeção, mas diz que a competitividade global impõe ao Brasil ficar no ritmo dos demais países do mundo. “É pensar globalmente ou ficar fora do mercado. O IPv.6 é crucial para a conexão desses novos objetos”, completou. Ainda segundo o Gartner, a Internet das Coisas vai causar uma ‘tensão política’ entre operações, desenvolvimento de produtos e TI. “Essas áreas estão paradas no tempo. Precisam correr e buscar novos caminhos. O IoT está chegando e não há mais como voltar atrás”, completou.

Fonte: Convergência Digital

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Big data: falta objetividade, não tecnologia

O uso do Big data pode levar o relacionamento entre operadoras e clientes a um novo patamar. Fornecedores concordam com isso, mas alertam: o grande obstáculo não é a tecnologia. De acordo com Rodolfo Eschenbach, da Accenture, o uso de Big data trará duas grandes vantagens para as operadoras: proatividade, com a antecipação das necessidades do usuário; e individualização do atendimento, de acordo com o perfil do usuário. “Ainda estamos muito longe disso”, disse.

Para o executivo, o desafio a ser enfrentado pelas empresas não está na tecnologia, mas em fatores como mão de obra qualificada para tratar e analisar as informações e na formação de um caso de negócio. “É preciso ter um propósito de negócio que direcione as iniciativas de Big data. Sem esse propósito, as ações ficam perdidas”, afirmou.

Leandro Andrade, da IBM, concorda. “O Big data é uma evolução do antigo data warehouse, mas é preciso definir que propósito de negócio ele vai atender”, defendeu, lembrando que a empresa que apostar em Big data deve ter claro por onde vai começar e que objetivos de negócio ela vai atender.

Para isso, é preciso levar em conta o novo perfil do cliente. Nelson Wang, da Amdocs, lembra que o comportamento do usuário mudou muito ao longo dos últimos anos. “Há 20 anos o cliente era um telefone. Hoje ele é o telefone, a TV por assinatura, a internet, as redes sociais. O usuário é muito mais complexo e quer ser tratado de forma simples e imediatamente”, afirmou.

“A palavra chave é foco”, disse Sandro Tavares, da Nokia, para quem o mercado conta com uma tecnologia poderosa, mas ainda precisa definir em que pontos do negócio ela será aplicada. “Só a partir daí é que deveremos desenvolver as ferramentas certas para fazer uso da tecnologia”, acrescentou.

Fonte: Convergência Digital

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BYOD, Internet das Coisas e biometria desafiam a TI

As vulnerabilidades desafiam os líderes de TI e começam a pressionar os gestores de negócios. Uma pesquisa, conduzida pela LightspeedGMI, a pedido da Fortinet, revela que 90% dos CIOs e CTOs acreditam que o trabalho de manter suas empresas seguras está se tornando cada vez mais difícil. O estudo contou com respostas de profissionais de TI do Brasil, Colômbia e México.

O levantamento mostra que a pressão da diretoria cresceu nos últimos 12 meses. Dentre os tomadores de decisão de TI que registraram sofrer maior pressão, 63% admitem abandonar ou adiar pelo menos uma nova iniciativa de negócios por causa de preocupações de segurança da Tecnologia.

A internet das coisas (IOT) e a biometria (97%), assim como a mobilidade dos empregados /BYOD e a crescente complexidade de ameaças (ambos 95%) representam o maior desafio para líderes. As respostas brasileiras são mais altas do que as médias percentuais globais, que são de 88% para ambas variáveis.

Segundo ainda a pesquisa, a maioria dos tomadores de decisão já sofreu algum tipo de ataque, aumentando a preocupação com a privacidade dos dados e com iniciativas de proteção de big data em 94% para ambos. Em grande parte dos casos, isso significou novos investimentos em segurança de TI. As vulnerabilidades têm sido a dor de cabeça desses gestores.

Fonte: Convergência Digital

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Dez previsões para a área de TI nos próximos anos, segundo o Gartner

Wearables, algoritmos, máquinas inteligentes, impressão 3D e outras tecnologias disruptivas que definirão o futuro dos negócios e impactarão diretamente no papel da TI

O Gartner revelou suas principais previsões para o setor de Tecnologia da Informação (TI) em 2015 e nos próximos anos. As tendências apontadas pelo instituto de pesquisas indicam uma mudança nas antigas relações entre o homem e a máquina devido ao surgimento de negócios digitais.

“Há algum tempo registramos mudanças em curso nos papéis que as máquinas desempenham em nossas vidas”, comenta Daryl Plummer, vice-presidente e analista do Gartner. “Máquinas baseadas em computação serão agora usadas para experiências que ampliam os esforços humanos. Elas assumem características mais humanas e criam um relacionamento mais personalizado com os seres humanos”, completa. Segundo ele, esse cenário mostra que, em um futuro próximo, máquinas e seres humanos serão colegas de trabalho e, possivelmente, até mesmo codependentes.

Veja abaixo dez previsões do Gartner para os próximos anos.

1) Em 2018, negócios digitais vão demandar 50% menos trabalhadores focados em processos de negócios e 500% mais profissionais para tarefas-chave de negócios digitais em comparação com modelos tradicionais

No final de 2016, 50% das iniciativas de transformação digitais serão incontroláveis devido à falta de competências de gestão de portfólio, levando a uma perda de market share por parte das empresas. A rápida evolução das mídias sociais e de tecnologias móveis vão conduzir o comportamento do consumidor. Essas tendências vão mudar significativamente a forma como vivemos. Por exemplo, geladeiras vai solicitar alimentos assim que eles acabaram, robôs vão recolher os mantimentos e drones vão entregá-los em sua casa, eliminando a necessidade de funcionários em supermercado e motoristas para entrega. O novo ambiente de negócios digital irá mudar profundamente os processos de negócios.

2) Em 2017, um negócio digital disruptivo será criado a partir de um algoritmo de computador

Até 2015, a previsão do Gartner é a de que as ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) mais valorizadas envolverão empresas que combinam mercados digitais com logística física para desafiar ecossistemas empresariais legado físicos.

A economia mundial tornou-se madura para a disrupção digital, como evidenciado por empresas como Uber e Airbnb, que estão interrompendo o transporte terrestre e hotéis, respectivamente. Uma vez que tais companhias apresentam efeitos de rede (ou seja, seu valor aumenta a cada novo participante) tendem a formar monopólios naturais, mas são desafiadas por uma dinâmica de regulação e de um mercado complexo.

3) Em 2018, o custo total de propriedade para as operações de negócios será reduzido em 30% com o apoio de máquinas inteligentes e serviços industrializados

De acordo com o Gartner, em 2015, haverá mais de 40 fornecedores com ofertas de serviços gerenciados disponíveis no mercado, aproveitando máquinas inteligentes e serviços industrializados.

Consumidores querem obter melhores produtos e serviços a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer canal. Esse quadro está alimentando a revolução de negócios digitais. Os processos de negócio e de toda a cadeia de valor vão mudar de um paradigma baseado em trabalho e habilitado para a tecnologia para um modelo baseado no digital e habilitado para o humano.

Máquinas inteligentes não vão substituir os seres humanos, já que pessoas são fundamentais para a interpretação de resultados digitais. A preferência dos consumidores será pelo mundo digital. Por isso, empresas vão direcionar esforços para melhorar a experiência do cliente por meio da simplificação e da automatização. Processos também serão mais inteligentes, minimizando intervenções manuais e permitindo ao consumidor o autoatendimento.

4) Em 2020, a expectativa de vida em todo o mundo vai aumentar meio ano devido à adoção generalizada da tecnologia de monitoramento de saúde sem fio

Em 2017, acredita o Gartner, os custos com cuidados para diabéticos vão cair 10% a partir do uso de smartphones.

Monitores wearables vão sustentar essa promessa. Hoje, uma pulseira simples pode colher dados sobre batimento cardíaco, temperatura, entre outros. Monitoramento cardíaco sem fio, camisas inteligentes e sensores em acessórios prometem ter mais precisão. O Gartner espera que dados de dispositivos de monitoramento remoto forneçam informações valiosas para pacientes e médicos.

6) Em três anos, 50% da receita do comércio digital dos EUA virá do mobile

A curto prazo, isso significa que o pagamento móvel ganhará impulso em 2015, juntamente com a expansão do mobile commerce – que será motivada em grande parte pela entrada do sistema de pagamento mobile Apple Pay no mercado, bem como outros concorrentes, e pela ampliação dos esforços do Google para aumentar a adoção do Google Wallet, baseado em NFC.

O fato é que os dispositivos móveis serão cada vez mais utilizados para a realização de transações à medida que fabricantes e desenvolvedores de aplicações consigam aperfeiçoar questões de usabilidade, funcionalidade e segurança. Por sua vez, provedores de serviços e varejistas deverão ser capazes de oferecer experiências de compra conectadas, independente do canal escolhido.

7) Em 2017, cerca de 70% dos modelos de negócios digitais bem-sucedidos serão baseados em processos flexíveis o suficiente para se adequarem conforme as necessidades dos clientes mudam

Até o fim do próximo ano, 5% das organizações de todo mundo desenharão processos flexíveis que irão garantir vantagem competitiva, estima o Gartner. Esses processos instáveis e capazes de serem manobrados facilmente, como descreve a consultoria, serão criados para se ajustarem às necessidades dos consumidores de maneira ágil. Eles são fundamentais para apoiar interações imprevisíveis do consumidor que, por sua vez, exigem a tomada de decisões para capacitar a continuidade dos processos mais rígidos. Isso contribuirá para a criação de uma organização capaz de mudar de maneira mais fluida para alcançar o sucesso do negócio digital.

8)  Em três anos, metade dos investimentos em produtos de consumo será redirecionado para inovações na experiência do consumidor  

O Gartner aponta que já no fim do próximo ano metade dos produtos tradicionais de consumo terão extensões digitais nativas. A competividade, que antes era definida por vantagens oferecidas em produtos e serviços tradicionais, hoje é decidida pela experiência de consumo ofertada. No mercado de produtos de consumo essa pressão é ainda maior, já que hoje consumidores conseguem acesso a informações sobre produtos e preços de commodities de maneira muito fácil, prejudicando a fidelidade à marca. Considerando que não faltam alternativas concorrentes e que a inovação dos produtos está sujeita à maior comoditização, inovar na experiência oferecida ao cliente será a chave para garantir fidelidade.

9) Em 2017, quase 20% dos bens duráveis ??oferecidos por varejistas on-line vão usar impressão 3D para criar ofertas personalizadas de produtos  

Em alternativa a processos fabris tradicionais, a impressão 3D permite a entrega de produtos mais personalizados e customizados com mais agilidade. O recurso já apresenta profundo impacto sobre a ativação de startups, especialmente no que diz respeito à redução dos custos de infraestrutura. É um novo sistema de negócio que exige uma cultura corporativa capaz de suportar produtos com outras conformidades, capacidades de criar novos escritórios “concierge”, back office de TI e operações.

10) Em 2020, as empresas de varejo que utilizam mensagens direcionadas combinadas com sistemas de posicionamento internos (IPS) aumentarão as vendas em 5%

Segundo o Gartner, até 2016 veremos um aumento no número de ofertas dos varejistas baseadas na localização do cliente e no tempo de permanência deles na loja. O marketing digital aposta cada vez mais em publicidade móvel e análises avançadas para aproveitar as oportunidades trazidas pelo aumento do uso de dispositivos móveis. Hoje é possível criar anúncios altamente direcionados com base em compras recentes, hábitos de compra, cidade de residência e interesses. Nesse contexto, a localização atual do cliente é um das mais importantes pistas, mas que ainda tem sido pouco aproveitada.

À medida que sistemas de posicionamento internos (como beacons) se popularizam, os profissionais de marketing vão direcionar cada vez mais suas ações pela localização do cliente na loja. Além disso, o IPS presente dentro dos dispositivos móveis mais recentes permitirá identificar a localização para enviar sugestões por meio de anúncios e mensagens direcionadas.

Fonte: IT Forum 365