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Prazo do eSocial é prorrogado pelo governo para 2018

O eSocial foi prorrogado novamente e entrará em vigor apenas no início do próximo ano. O novo prazo foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). A resolução traz ainda outra alteração decisiva: a transferência do ano-base do faturamento de 2014 para 2016.

Segundo a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), que integra o Grupo de Trabalho Confederativo (GTC) e acompanha de perto a implantação do sistema, o calendário de testes sofreu atraso e inviabilizou a operação em setembro.

A prorrogação do prazo vinha sendo discutida desde o início de junho, mas ainda não havia confirmação oficial sobre as datas. Segundo o novo cronograma divulgado pelo Comitê Gestor do eSocial, a obrigatoriedade passa a valer em 1º de janeiro de 2018, no caso das empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões, e, em 1º de julho do mesmo ano, para as demais companhias.

A resolução oficializou, ainda, a transferência do ano-base do faturamento para 2016. Muitos empreendimentos que, em 2014, faturavam acima de R$ 78 milhões, fecharam 2015 com resultado menor por causa da retração da economia brasileira e devem chegar ao fim deste ano com resultados semelhantes.

Fonte: Jornal A Tribuna

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Europa teme uso de Big Data em práticas anticompetitivas

A comissária europeia para competição, Margrethe Vestager, defendeu nesta sexta, 9/9, durante seminário em Copenhague, que os órgãos antitruste acompanhem de perto o uso de dados pelas empresas, notadamente quando eles podem ser utilizados como arma para prejudicar competidores.

“É verdade que não devemos suspeitar de todas as empresas que detenham um valioso conjunto de dados. Mas precisamos olhar de perto para controle de dados únicos pelas empresas, dados que ninguém mais consegue obter, e se elas podem usá-los para fechar o mercado a rivais”, afirmou.

Segundo a imprensa europeia, Vestager – que tem processos em andamento sobre práticas de grandes empresas como Apple e Google – defendeu abordagens regulatórias mais fortes sobre o uso do Big Data durante participação em seminário promovido pela Copenhagen Business School nesta sexta.

“O problema para a competição não é somente porque uma empresa detém muitos dados. O problema aparece se os dados são realmente únicos e não podem ser duplicados por mais ninguém”, insistiu a comissária.

Ela também voltou a defender a decisão da Comissão Europeia de exigir que a Irlanda cobre o equivalente a R$ 46 bilhões em impostos atrasados da Apple. “Foi uma decisão baseada em fatos em um trabalho que busca remover as distorções criadas pela vantagem que uma empresa tem por pagar muito menos impostos”.

Fonte: Convergência Digital

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Google Fuchsia: novo sistema operacional vai rodar em PCs e celulares

O Google pode estar desenvolvendo um novo sistema operacional. Descoberto na segunda semana de agosto e conhecido até agora como Fuchsia, a plataforma traz algumas peculiaridades como, por exemplo, não ser baseado no kernel do Linux, como são o Android, o Chrome OS e o Chromecast, outros sistemas da gigante de tecnologia.

No entanto, será que o Fuchsia virá para substituir o Android? Como deve ficar o Chrome OS com a chegada do novo sistema? Por enquanto, muitas dúvidas pairam sobre o possível lançamento de uma nova plataforma do Google. No artigo abaixo, o TechTudo tenta responder as principais dúvidas sobre o assunto. Saiba tudo o que foi descoberto até agora sobre a nova aposta do Google.

O que é kernel do Linux?

O Fuchsia será um sistema operacional open source — ou seja, de código aberto — completamente novo. Isso porque, ao contrário das outras plataformas do Google, a empresa não adotou o kernel do Linux.

A grosso modo, o kernel é o núcleo do sistema. É o responsável pelas instruções básicas, como o acesso à memória e ao processador. O kernel age fazendo a integração da parte física (hardware) com a parte lógica (software) do aparelho, seja um celular ou um PC.

Em quais dispositivos o Fuchsia deverá funcionar?

O Google optou por utilizar o Magenta que, por sua vez, é baseado em outro kernel chamado de LK. Essa escolha foi feita porque o Magenta traz algumas vantagens em relação ao kernel do Linux. A mais importante delas é por ser um núcleo mais enxuto. Outra característica interessante do Fuchsia é oferecer suporte a processadores ARM, tanto de 32 bits quanto de 64 bits.

Com isso, é esperado que o Fuchsia seja consideravelmente mais leve e rode bem tanto em computadores e smartphones mais robustos, como também em outros dispositivos mais simples, voltados para Internet das Coisas (IoT), carros smart, além de placas como a Raspberry Pi 3.

Tudo isso com uma interface bastante parecida com aquela já conhecida pelos usuários. Afinal, o possível novo sistema da empresa utiliza as linguagens de programação Dart e Flutter, as mesmas utilizadas no Material Design, que o Google usa desde o Android 5.0 Lollipop.

O que muda no Android e no Chrome OS com a chegada do Fuchsia?

O novo sistema operacional ainda está em fase embrionária e o Google não deu uma declaração oficial. No entanto, é pouco provável que, a curto prazo, o Fuchsia chegue para substituir o Android e o Chrome OS. Vale lembrar que sistema operacional móvel da gigante das buscas é um dos produtos mais rentáveis para a empresa — que licencia o software para as fabricantes de celulares que possuem compatibilidade com os parâmetros de uso do Android pelo Google.

A longo prazo, porém, a conversa pode ser diferente. Como tem a capacidade de rodar tanto em smartphones quanto em PCs, o Google pode estar preparando o Fuchsia para ser um sistema operacional universal, assim como a Microsoft fez com o Windows 10 que roda em vários dispositivos. Além disso, por também servir para Internet das Coisas, o Fuchsia pode cravar de vez o nome do Google nesse mercado de objetos smart.

Fonte: techtudo

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SAP apoia gestão de nova empresa de base comunitária na Amazônia

SAP Business One vai gerenciar o beneficiamento e a comercialização e auxiliar na rastreabilidade de sementes coletadas na Floresta Amazônica

A SAP Brasil e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização não-governamental e sem fins lucrativos que trabalha para promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida de comunidades da bacia amazônica, anunciam a implementação da solução SAP Business One na Unidade de Beneficiamento de Produtos Florestais – UBPF de Bauana (AM), inaugurada em 2015.

A SAP Brasil doou o software e sua implementação será conduzida pelo parceiro Ramo Sistemas para gerenciar o fluxo de produção da nova Empresa de Base Comunitária (EBC) e rastrear a qualidade de sementes produzidas por cerca de 75 famílias produtoras da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) de Uacari, no Estado do Amazonas, localizada a 800km em linha reta e mais de 1.500 km por via fluvial de Manaus.

A ideia da formação da UBF na região do Médio Juruá surgiu como resultado de várias ações e de um curso específico em produção sustentável organizado pela FAS para os moradores e usuários da RDS de Uacari entre 2013 e 2014. “Abordamos, em um primeiro momento, a capacitação técnica de jovens da região e, posteriormente, melhorias nos processos de extração de produtos locais”, explica Wildney Mourão, supervisor de empreendedorismo e negócios sustentáveis da FAS. Como trabalho de conclusão, os alunos elaboraram planos de negócios que levaram à realização de um projeto de pesquisa e desenvolvimento para melhoria de processos e adoção de boas práticas para a produção de açaí e óleos vegetais. O legado desse projeto foi a UBPF Bauana.

“A unidade é fruto desse investimento de três anos da FAS, articulado com diversos parceiros para promover o desenvolvimento sustentável das famílias da região e que agora conta também com o apoio da SAP”, salienta Mourão.

O primeiro passo para a viabilização das atividades da UBPF de Bauana foi a montagem de uma unidade de extração de óleo. “A região do Médio Juruá é tradicionalmente extrativista, mas os produtores locais sempre enfrentaram um enorme desafio logístico ao ter de comercializar sua produção para a cidade mais próxima, distante até 50 horas de barco”, explica Virgílio Viana, superintendente geral da entidade. “A UBPF de Bauana encurta essa distância agregando valor à matéria prima, garante emprego para moradores da região e a circulação do resultado das vendas nas próprias comunidades.” Ele lembra ainda que o plano de negócios foi organizado de forma a aproveitar a sazonalidade dos frutos da Amazônia, garantindo produção e beneficiamento de sementes durante todo o ano.

A primeira fase do projeto prevê o beneficiamento de sementes de andiroba, murumuru e açaí. “Já estamos produzindo óleo de murumuru, entre outros itens, com a qualidade exigida pelos fabricantes de cosméticos e também pelos produtores de bebidas à base de açaí”, destaca Mailson Gondim, um dos empreendedores à frente das atividades da UBPF. “Fechamos, inclusive, com uma cooperativa da região, um contrato de intenção de compra de quatro toneladas de óleo de murumuru ainda neste semestre para ser fornecido a uma grande empresa de cosméticos”, comemora.

Segundo Luciana Coen, diretora de responsabilidade social corporativa e comunicação integrada da SAP Brasil, o sucesso da comercialização das sementes depende da sua correta qualificação. “A adoção do SAP Business One pela EBC também trará ganhos para gestão do fluxo de produção na Unidade, impactando diretamente a vida de pelo menos 75 famílias”, destaca Luciana Coen.

A doação do SAP Business One para a UBPF de Bauana dá sequência a uma parceria com a Fundação Amazonas Sustentável que começou em 2014. O primeiro projeto foi a doação à própria entidade do software SAP Lumira, uma solução tecnológica intuitiva e de fácil implementação, que proporcionou alta visibilidade e capacidade de análise de dados, melhorando consideravelmente a gestão de indicadores da instituição. Entre outras vantagens, a FAS, que coordena trabalhos e ações que beneficiam mais de 40 mil pessoas em 576 comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia, em uma área de 10,8 milhões de hectares, passou a contar com a agilidade de uma solução que possibilita rigor na análise e avaliação de indicadores e métricas. “O Lumira não só otimizou nossas ações como também aumentou a transparência e eficiência no uso de recursos e investimentos da organização”, salienta Virgílio.

Sobre a FAS

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma organização brasileira não governamental, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual. Foi criada em 20 de dezembro de 2007, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado do Amazonas e o Banco Bradesco. Posteriormente, passou a contar com o apoio da Coca-Cola Brasil (2009), do Fundo Amazônia/BNDES (2010) e da Samsung (2010), além de outras parcerias em programas e projetos desenvolvidos. A missão da FAS é promover o envolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas do Estado do Amazonas. As principais iniciativas são implementadas por meio do Programa Bolsa Floresta (PBF), Programa de Educação e Saúde (PES), e Programa de Soluções Inovadoras (PSI). Em 2015, a FAS assistiu 574 comunidades ribeirinhas no Estado do Amazonas, beneficiando mais de 40 mil pessoas.

PRÊMIOS FAS: ODM Brasil, Von Martius de Sustentabilidade e Calouste Gulbenkian entre outros.

Sobre a Ramo Sistemas

Fundada em 1982, a Ramo Sistemas é uma empresa com foco em soluções de software de gestão empresarial para pequenas e médias empresas, baseadas na tecnologia SAP Business One. Atualmente, a empresa possui uma base de mais de 460 clientes SAP no Brasil e cerca de 170 revendas autorizadas que atendem as diversas regiões e segmentos do mercado. A Ramo Sistemas é um parceiro Gold da SAP no Brasil para venda e implementação do SAP Business One.

Fonte: SAP News

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Implementando o BI no seu e-commerce

A ideia é integrar essas ferramentas tecnológicas para fornecer mais informações com o objetivo de suportar as decisões para o seu negócio

Diversas ferramentas compõe o BI, como por exemplo, o ERP (Enterprise Resource Planning) e o CRM (Customer Relationship Management). A ideia é integrar essas ferramentas tecnológicas para fornecer mais informações com o objetivo de suportar as decisões para o seu negócio.

Veja o passo a passo para aplicar o BI de maneira correta:

Identifique as ferramentas que formarão a base do seu BI. Pode ser um ERP, CRM, Web Analytics ou até um sistema de monitoramento de redes sociais.

Defina métricas como eficiência operacional, entrega de produtos, produtividade, geração de leads, conversões, aumento da base de clientes, ticket médio e faturamento. É importante definir o que será medido para então iniciar o fluxo de coleta, processamento, análise e monitoramento dos dados.

Garanta a integração das ferramentas utilizadas para que elas não sejam apenas geradoras de informações que jamais serão analisadas adequadamente. Com isso, sua equipe estará liberada para atividades mais estratégicas como interpretar os insights conseguidos por meio do BI.

Suporte a mudança através da conscientização dos colaboradores, afinal são muitas as mudanças culturais e tecnológicas que o BI trará ao seu e-commerce. Treine sua equipe para identificar o que é mais importante, refletir sobre os resultados e perseguir as metas do negócio.

Fonte: Administradores

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Sente enjoo no carro? O corpo acha que está sendo envenenado

É bem provável que você conheça alguém que não consegue entrar na estrada sem passar mal (aqueles saquinhos não estão no ônibus à toa).

Agora, depois de incontáveis paradas no acostamento, a ciência finalmente descobriu o motivo disso tudo: para seu estômago, andar de carro pode ser bem parecido com ser envenenado.

Do ponto de vista evolutivo, faz pouco tempo que a humanidade trocou os calcanhares pelos motores e nossa biologia ainda não é completamente adaptada para essa nova realidade.

A verdade é que andar de carro confunde sua cabeça, literalmente: o cérebro recebe sinais de que está se mexendo e que está parado, ao mesmo tempo.

O ouvido interno é responsável por manter o equilíbrio do corpo. Para isso, ele conta com líquidos que se movimentam de acordo com seu movimento – é por isso que, mesmo vendado, você sabe se está deitado ou de pé, reto ou inclinado.

O movimento do carro faz com que os líquidos do ouvido interno se desloquem, e, com isso, o corpo sabe que não pode estar parado.

Mas os seus olhos e seus músculos dizem outra coisa. Especialmente para quem está sentado no banco de trás, tudo que os olhos veem é o interior do carro, sem movimento algum. Suas pernas também não se mexem. Então por que tem um rebuliço no ouvido dizendo que você está a 70 km/h?

O juíz responsável por dar o veredito sobre o seu movimento é uma parte do cérebro chamada tálamo, como explica o neurocientista Dean Burnett à rádio NPR.

E para responder à pergunta “como estou me mexendo sem me mexer”, a resposta que o tálamo encontra é que você está doidão.

O cérebro lê a confusão dos sentidos como sintoma de um possível envenenamento. Em termos evolutivos, as causas mais prováveis de desencontro dos sentidos, ao menos na natureza, são neurotoxinas.

É por isso que o estômago acaba envolvido em um problema de equilíbrio e movimento. Se existe uma chance de que o corpo tenha sido contaminado, a reação de emergência do cérebro é forçar o corpo a botar para fora o veneno e diminuir os danos.

Para Burnett, olhar pela janela ajuda a equilibrar os estímulos contrários que o corpo recebe, enquanto focar em um pedaço estático de papel (ou seja, ler) aumenta a discordância de opiniões entre sua visão e seu ouvido interno – e faz seu cérebro neurótico sentir mais vontade de “desintoxicar”.

Fonte: Exame.com

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Google está criando novo sistema operacional misterioso

Novo sistema em desenvolvimento pelo Google leva o nome de Fuchsia

Ao que tudo indica, o Google está desenvolvendo um novo sistema operacional. Ainda sem informações oficiais, fica difícil saber para que ele poderia ser usado. Pelo que se deduz, ele pode ser um substituto para o Android, uma plataforma para internet das coisas e realidade aumentada ou somente um passatempo para alguns dos funcionários da empresa.

De maneira geral, as hipóteses são apenas enormes chutes de pessoas ansiosas e animadas com as possibilidades.

O sistema foi encontrado no repositório de códigos GitHub. Lá, ele está batizado como Fuchsia (fúcsia, assim como a cor). A explicação presente na página não é nem um pouco esclarecedora. “Rosa + Roxo == Fuchsia (um novo sistema operacional”, se lê.

Alguns acreditam que o novo sistema poderá servir para unificar o Chrome OS e o Android. Essa seria uma enorme mudança para a empresa e para usuários, uma vez que o Android é o sistema operacional para smartphones mais usado do mundo. Essa unificação entre os sistemas têm sido motivo de rumores durante o último ano.

O blog Android Police acredita que o sistema poderá ser usado para aplicações em internet das coisas. O Android não é um sistema muito bom para isso por conta de suas especificações técnicas—o que explicaria a aposta do Google na criação de um novo sistema operacional.

Uma característica do Fuchsia é ser focado em “telefones e computação pessoal modernos com processadores rápidos” por conta da sua base. O que não significa que o uso será também nessas áreas.

Com a quantidade de informações concretas disponíveis até agora é muito difícil afirmar com propriedade para que o Fuchsia será usado. De acordo com um envolvido no projeto, Fuchsia será apresentado oficialmente em algum momento. Até agora, no entanto, se escolheu não falar oficialmente sobre o projeto e para que ele será usado.

A última hipótese possível é que Fuchsia seja somente um projeto paralelo de alguns funcionários do Google. Com isso, ele pode nunca ser lançado comercialmente.

Fonte: Exame.com

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Facebook declara guerra a bloqueador de anúncio. O que muda?

O Facebook anunciou nesta semana uma grande mudança na sua relação com anúncios—e, principalmente, os bloqueadores de anúncios, ou ad blockers. A empresa passará a trabalhar para fazer com que propagandas na rede social não sejam detectadas e, portanto, não possam ser bloqueadas por essas aplicações.

Um estudo recente realizado nos EUA mostrou que 26% dos entrevistados usava bloqueadores de anúncios em seus computadores. Em tablets e smartphones, o número cai para 15%. Esses usuários, portanto, prejudicam a monetização de sites que precisam exibir anúncios para sobreviver.

As técnicas de combate aos bloqueadores de anúncios têm variado bastante. Alguns sites exibem mensagens pedindo que o bloqueador seja desativado. Outros, mais radicais, bloqueiam o acesso do usuário assim que percebem que ele navega usando um programa do tipo.

Mas o Facebook usará uma estratégia alternativa. A rede social tentará mudar configurações de anúncios para que os bloqueadores não entendam que aquele conteúdo é uma propaganda. Um representante da empresa afirmou à Wired que engenheiros trabalharão com novas formas de código para que os anúncios sejam exibidos.

Com isso, os bloqueadores não seriam capazes de distinguir quais são conteúdos legítimos e originais compartilhados e quais seriam anúncios.

A reação de algumas empresas que desenvolvem os bloqueadores não foi muito positiva, como já era de se esperar. Em uma postagem no blog da Adblock Plus, um executivo afirmou que a atitude do Facebook é “um caminho sombrio contra a escolha do usuário”.

Além da briga

A atitude do Facebook, no entanto, pode trazer algumas consequências diferentes. Se a tática para driblar bloqueadores funcionar, isso pode se espalhar entre outros sites. É claro que mais cedo ou mais tarde os desenvolvedores desses aplicativos podem achar outra forma de bloquear propagandas.

Ao anunciar sua nova estratégia, o Facebook falou sobre os motivos que levam usuários a adotar os bloqueadores de anúncios. Em muitos casos, propagandas ser invasivas, desagradáveis e irrelevantes.

“Nos últimos anos, trabalhamos para entender melhor as preocupações dos usuários com anúncios online”, escreve Andrew Bosworth, vice-presidente de anúncios e negócios do Facebook.

“O que ouvimos é que as pessoas não gostam de ver anúncios que são irrelevantes.” Para ajudar nesse quesito, o Facebook está expandindo sua central de personalização de anúncios.

Agora, os usuários podem, com mais facilidade, adicionar áreas de interesse. É claro que isso traz um enorme benefício para o Facebook. Para anunciantes, a rede social oferece sua capacidade de focar nas pessoas certas. Com a nova central, essa capacidade de foco deve ficar ainda melhor.

Fonte: Exame.com

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A Rio 2016 foi invadida pela internet das coisas

A abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 ficará na história, assim como a festa feita com baixo orçamento e em meio a uma das piores crises políticas e econômicas que o país já viu. Mas outro destaque, completamente tecnológico, deve marcar a competição e direcionar o comportamento das pessoas nos próximos anos. A Olimpíada do Brasil tem sido um marco no uso de wearables e internet das coisas (IoT).

Tudo começa com uma boa infraestrutura de TI. No caso da Rio 2016, grandes empresas que patrocinam as competições do Comitê Olímpico Internecional (COI) cuidaram disso. São conhecidas nossas, como a Cisco, que colocou no centro de operações da cidade maravilhosa os equipamentos mais modernos de transmissão de rede e Wi-Fi. A empresa forneceu servidores e switches de rede no back-end e também será responsável por registrar todos os dados coletados. No acordo de operação, também realizou diversas parcerias para que o legado de TI permaneça para transformar o Rio em uma cidade inteligente.

Vert, um dos wearables que ajudam atletas e técnicos na Rio 2016

A Visa está testando pagamentos móveis com wearables e os atletas não se importam de exibir suas pulseiras FitBits e smartwatches. Outros dispositivos menos conhecidos também estão circulando nos campos de treinamento e na Vila Olímpica. Um deles é o Vert, um monitor que registra condições físicas dos competidores. Ele é conectado com um cinto inteligente e o smartphone. Um software cruza dados de performance e cria um analytics para prevenir lesões. As jogadoras de voleibol dos EUA estão entre suas usuárias.

No ciclismo, alguns competidores estão usando o Solos, um óculos aerodinâmico e com película para proteger os olhos que lembra um Google Glass. Ele também tem um visor na frente da retina que cria uma camada de realidade aumentada com gráficos do desempenho do atleta durante a competição.

Estímulo cerebral e força

Em algumas fotos dos atletas, eles aparecem com um tipo de fone de ouvido moderno e um logotipo redondo branco e azul. Não é só música que eles estão ouvindo. O Halo é um estimulador cerebral que estimula o córtex durante os treinamentos. O dispositivo é um dos avanços da neurociência atual e promete aumentar o desempenho dos atletas no ideal grego de mente sã em corpo são, trabalhando cérebro e músculos.

Outro wearable interessante é o Hykso, que vai grudado no punho dos atletas do boxe. No treino, o device usa seu conjunto de acelerômetros e sensores para medir direção, força, velocidade e eficiência de cada golpe desferido. A solução está sendo usada pelo time de boxe do Canadá.

Os dispositivos são diversos e uma lista deles seria enorme. Calcula-se que 20% do orçamento total dos Jogos Rio 2016, cerca de R$ 7,4 bilhões, tenham sido investidos em tecnologias e telecomunicações. Nas competições, uma série de sensores novos estão ajudando a medir os resultados com mais precisão. No tiro com arco, eles substituíram as planilhas em papel e dão uma visão da competição melhor para os espectadores. Outro conjunto de sensores, com radares, estão mudando a forma como o golfe é acompanhado por juízes e torcedores.

Fonte: r7

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Vendas de baterias portáteis aumentam graças ao Pokémon Go

Nada pior do que encontrar aquele monstro raro com 1% de energia restante

Qualquer pessoa que tenha jogado Pokémon Go por um tempo mínimo sabe que o game é um verdadeiro sugador de energia — e mesmo com as nossas dicas de economia, ainda assim, é difícil não ficar na mão na hora H. Tanto sucesso, inclusive, também está impulsionando outro mercado paralelo: o de carregadores portáteis para celulares.

De acordo com a empresa de consultoria The NPD Group, as vendas de baterias portáteis “feitas para carregar dispositivos móveis como smartphones e tablets” tiveram um aumento de 101 por cento nos Estados Unidos no período entre 10 e 23 de julho.

A NPD credita esse enorme impulso nas vendas à “popularidade extraordinária” de Pokémon Go.

“Nas seis semanas anteriores ao lançamento de Pokémon Go”, as vendas de baterias portáteis estavam apenas 4% maiores do que no ano anterior. Nas duas semanas seguintes ao lançamento do game, “as vendas de carregadores portáteis alcançaram a casa de 1,2 milhão de unidades”, disse o relatório da NPD.

O modo de economia de bateria, que foi removido de Pokémon Go após uma atualização da Niantic, está programado para retornar, mas ainda não há data para isso. Não que vá melhorar muita coisa: mesmo com o modo “battery saver” ligado, o aplicativo já consumia energia a uma velocidade surpreendente. Ben Arnold, analista da NPD Group, atribui o rápido consumo aos recursos de “localização, sensores de movimento e realidade aumentada” que são utilizados pelo app durante seu uso normal.

E você, já comprou uma bateria portátil extra por causa de Pokémon Go? Seja honesto, não vamos julgar você.

Fonte: IGN