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Empresas criam consórcio para estimular a transformação digital

A Huawei, o Shenyang Institute of Automation of Chinese Academy of Sciences, a China Academy of Information and Communications Technology (CAICT), Intel, ARM e iSoftStone anunciaram uma iniciativa conjunta para criação do Edge Computing Consortium (ECC).

A ECC visa desenvolver uma plataforma cooperativa para o setor de computação de ponta estimular a colaboração nos setores de tecnologia operacional e de tecnologia de informação e comunicações (TIC), com base nas melhores práticas, para o desenvolvimento da computação edge, parte de uma arquitetura de computação em nuvem que visa facilitar a captura de dados, funções de controle, armazenamento de conteúdo de banda larga, aplicações e de dispositivos como smartphones, tablets e sensores.

O presidente da ECC e diretor do Shenyang Institute of Automation, Yu Haibin, ressaltou que no 13º plano de cinco anos a China lançou duas estratégias nacionais: transformação digital e industrialização, bem como o ‘Made in China 2025’. “Isso requer muito da convergência das TICs e das tecnologias operacionais. A computação edge é essencial para apoiar e materializar essa convergência. Enquanto isso, o desenvolvimento industrial também está se deparando com um ponto de virada.”

“Os sistemas de tecnologia de automação industrial vão evoluir da arquitetura em camadas e silos de informação para a Internet das Coisas [IoT], computação em nuvem e arquitetura analítica de big data. Em meio à evolução, a edge computing vai impulsionar a arquitetura industrial de controle autônomo. Portanto, a ECC estará atenta ao design da arquitetura e à escolha das diretrizes técnicas, bem como promoverá o desenvolvimento industrial por meio da padronização. Além disso, também focaremos no desenvolvimento de um ecossistema”, continuou Yu Haibin.

A ECC está buscando o conceito do Office of Information and Communications Technology segundo o qual os recursos da tecnologia operacional, tecnologia da informação e tecnologia de comunicações devem ser integrados e coordenados, e ter o espírito de consenso, unidade e cooperação para impulsionar o desenvolvimento da ECC.

O relatório oficial do Edge Computing Consortium foi lançado durante a Cúpula Industrial de Edge Computing de 2016.

Fonte: ComputerWorld

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Sua equipe está pronta para a Internet das Coisas?

As organizações estão ansiosas para iniciar iniciativas de IoT, mas os esforços são dificultados pela escassez de profissionais qualificados. Mas quem são eles?

Espera-se que as plataformas Internet das Coisas gerem economia para as empresas, melhorem a tomada de decisões através do acesso a novas fontes de dados, aumentem a produtividade, proporcionem melhores experiências para os clientes. O McKinsey Global Institute prevê que o ecossistema de IoT terá um impacto econômico total de até 11 trilhões de dólares até 2025.

Os dispositivos de Internet das Coisas podem ser usados em quase todas as indústrias para capturar dados valiosos. Por exemplo, os prestadores de cuidados de saúde estão olhando para tecnologias para melhorar o atendimento ao paciente, e os varejistas estão interessados em oportunidades para encontrar novos clientes e melhorar a experiência de compra.

De acordo com a CompTIA, seis em cada 10 empresas dos EUA têm algum tipo de iniciativa IoT em andamento – formal ou experimental – e uma escassez de habilidades IoT, apontada como uma das grandes dificuldades para a implementação de projetos. E não são apenas pessoas com habilidades em novas disciplinas, como gestão de rede e análise de grandes quantidades de dados, que estão em falta. Profissionais de segurança já escassos também são necessários.

O ecossistema de IoT é complexo, e os trabalhadores de tecnologia terão que ter algum conhecimento sobre cada aspecto desse ecossistema, diz Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

“Não se trata apenas de construir um sistema técnico competente que possa realizar uma tarefa para a operação diária”, diz ele. “Trata-se de usar esta tecnologia para avançar em novas áreas. Tem que haver esse conhecimento do que o negócio está tentando fazer”.

E quais características esses profissionais de Internet das Coisas deverão ter? Analistas do setor e líderes de TI que já estão nas trincheiras de projetos de IoT compartilham suas opiniões e experiências.

Uma coisa é certa: os profissionais de TI precisão expandir seus domínios primários de infraestrutura, desenvolvimento, segurança e captura e análise de dados para incluir habilidades relacionadas ao IoT, mas também precisarão de habilidades de gerenciamento de projetos e perspicácia de negócios, diz Robinson.

Existem centenas de habilidades relacionadas à IoT. As empresas que realmente produzem os dispositivos, ou “coisas”, que compõem a rede interconectada de sistemas de IoT de precisará de pessoas com determinadas habilidades.

As organizações que usam esses dispositivos para coletar dados precisará de pessoas com experiência em hardware e software necessários para conectar os vários componentes, bem como especialistas em Big Data e Analytics capazes de extrair o valor dos dados.

Vejamos, ponto a ponto.

1 – Segurança

Hoje os profissionais de TI mais procurados, os especialistas em segurança cibernética estarão em uma demanda ainda maior, já que a quantidade de dispositivos habilitados para IP aumenta as vulnerabilidades. O ataque DDoS lançado semanas atrás contra a Dyn apenas adiciona combustível à demanda.

“Os salários de segurança aumentaram 17% nos últimos 12 meses”, diz David Foote, co-fundador e analista-chefe da Foote Partners, empresa de pesquisa de força de trabalho de TI. Os profissionais de segurança qualificados em avaliação de vulnerabilidades, segurança de infraestrutura de chave-pública (PKI), hacking ético, análise de intrusão, defesas corporativas, forense e segurança de rede sem fio estarão entre os mais demandados.

2 – Hardware e rede

Praticamente qualquer dispositivo pode ser equipado com um sensor que pode reunir, armazenar e transmitir dados. Serão necessárias redes robustas para transmitir todos esses dados. Os profissionais de TI que já se especializam em infraestrutura precisarão entender todos os tipos de redes necessárias para conectar dispositivos da Internet das Coisas, diz Robinson.

A especialização em tecnologias de Redes Definidas por Software (SDN) também estará em alta com a disseminação da IoT. “Muitas empresas ainda não exploraram a SDN até este momento”, diz Robinson. “Elas realmente não tiveram essa necessidade de virtualizar a rede e obter esse controle fino sobre o tráfego que está passando por ela. Mas com a quantidade de tráfego que vai transitar pela rede [graças ao IoT] essa se tornará uma questão maior “.

3 – Software e conectividade

O software é necessário para tornar os dados em informação útil e a conectividade é necessária para compartilhar esses dados com todo o sistema.

“Algumas pessoas são muito boas em um sistema”, diz Bennett. “Em um ambiente de IoT, os mais bem sucedidos já descobriram como vincular vários sistemas, e como vincular os dados deles para realizar um segundo objetivo. Entendem como o sistema A se comunica com o sistema B para executar algo.”

4 – Big Data

A grande força que pode impulsionar as implementações de Internet das Coisas é a grande quantidade de dados capaz de gerar. “Mesmo que sua empresa ainda não tenha pensado em fazer uso de Big Data, as chances são de que se você vá usar qualquer dispositivo IoT e, por isso, precisará ter pelo menos algum conhecimento funcional sobre”, diz Foote.

A Foote Partners lista Apache Hadoop, NoSQL e NewSQL e Apache Spark entre as habilidades mais procuradas.

Na GE Aviation, uma transformação digital orientada para o IoT levou à criação de novas posições – incluindo a de chefe de dados e “líder de fábrica”. Da mesma forma, as iniciativas de desenvolvimento de software da empresa passaram a requer pessoas com um amplo conhecimento de Big Data, diz o CIO Jude Schramm.

“Estamos procurando por pessoas versáteis, capazes de lidar com Hadoop, Cassandra, Greenplum. Estamos investindo em contratar ou transformar funcionários existentes para serem muito competentes nessas habilidades”, diz Schramm, enfatizando que a GE Aviation não quer que as pessoas se tornem especialistas. Ele diz que está procurando “um especialista em Big Data e generalistas em todas as tecnologias relacionadas”.

5 – Analytics

Outro motor de projetos IoT é o desejo de tomar melhores decisões, o que exige análise para apresentar conclusões de uma forma útil.

Cerca de 60% das empresas pesquisadas pela LNS Research disseram que não têm conhecimento interno suficiente para lançar um projeto de IoT por falta de profissionais de análise de dados. Matthew Littlefield, presidente e analista principal da LNS, diz que os 40% restantes – aqueles que dizem ter as habilidades necessárias – “não entendem realmente o tamanho do desafio”.

Quase um quarto das empresas sem habilidades analíticas planejam usar uma empresa de consultoria com conhecimentos analíticos e um terço dos entrevistados disseram que não sabem como resolverão o problema.

A comunidade analítica também enfrenta uma “divisão” em relação às funções de ciência dos dados” quando se trata de IoT, diz Littlefield. Com o Analytics tradicional, os analistas podem apresentar respostas preditivas, diagnósticas ou prescritivas usando modelos, simulações e programação estatística. “Em um mundo de IoT, você está apenas coletando dados de muitas fontes diferentes e as relações entre essas fontes não são conhecidas de antemão”, diz ele.

“Não é algo que você possa modelar efetivamente ou simular de forma eficaz, e você realmente não entende a física subjacente do que você está tentando modelar. Então, formar especialistas do setor sobre como fazer ciência de dados em IoT é um dos grandes desafios. Há um novo conjunto de regras em torno da ciência dos dados, e os especialistas da indústria são realmente céticos sobre elas. “

6 – Cloud Computing

À medida que os dados são gerados, o armazenamento se torna um problema, e os sistemas baseados em nuvem se tornam a infraestrutura ideal para as iniciativas de IoT.

As empresas vão abrir mão de seus data centers e terão de trabalhar com provedores de serviços em nuvem, diz Foote. Isso aumentará a demanda por pessoas que entendam a computação em nuvem e saibam como gerenciar dados de forma eficiente e torná-los rapidamente disponíveis para análise.

7 – Gerenciamento de Projetos

As empresas não estão se afastando dos grupos centrais de uso de TI enquanto adotam tecnologias IoT, mas as relações e conexões da TI com outros grupos da organização estão mudando, diz Robinson. Uma área em que essa tendência é evidente é a gestão de projetos, diz ele, porque os projetos “estão se tornando mais complexos e esses grupos estão se tornando mais multidisciplinares”.

8 – Perspicácia nos negócios aliada ao domínio de tecnologia

Com a ascensão da IoT, os profissionais de TI precisarão entender bem o negócio da empresa porque “a tecnologia estará sendo aplicada a mais um nível relacionado a ele”, diz Robinson. “As empresas estão percebendo que podem conectar a tecnologia com a geração de receita”.

Bennett diz que os profissionais de TI precisarão “da capacidade de entrar em um departamento e descobrir rapidamente através de conversas com a liderança sênior quais dados” eles querem monitorar. “Ter um profissional de TI que pode descobrir o que é realmente importante em termos de medição de desempenho nos permite ser uma organização baseada em dados”, acrescenta.

Uma nova classe de trabalhadores

A natureza colaborativa dos sistemas IoT exigirá que os profissionais de TI tenham conhecimento de tecnologias fora de suas próprias áreas de especialização. Muitas empresas já iniciaram o treinamento cruzado de desenvolvedores de hardware e software – especialmente no setor industrial, como parte da convergência da TI para a OT (tecnologia operacional) industrial, diz Littlefield.

“Eles estão treinando o pessoal de TI para entender melhor a lógica do PLC e do controle da automação, e vice-versa – eles estão tomando engenheiros de controle e ensinando-os a TI no lado de redes”, diz ele.

A GE Aviation está treinando seu pessoal de TI através de uma nova equipe chamada Digital League, composta por 35 funcionários formadas em partes iguais por profissionais de TI, gerenciamento de operações / cadeia de suprimentos e engenharia. A equipe se reúne diariamente para colaborar na criação da análise que gerenciará o inventário, melhorará o tempo de atividade da máquina e automatizará o chão de fábrica.

“Os profissionais de TI estão aprendendo muito rapidamente o que é estar no chão de fábrica, porque eles têm que ver isso para entender como alguns desses dados se movem e como as análises serão criadas”, diz Schramm. “As pessoas de operações e os líderes da cadeia de suprimentos estão entendendo como codificar, porque eles estão criando as análises que vão melhorar a maneira como dirigimos nossas lojas”.

Educação na veia

Os líderes de IoT concordam que as equipes de tecnologia de amanhã serão maiores, mais inteligentes e mais rápidas.

Empresas e profissionais de TI devem se preparar agora. “Certifique-se de que seus líderes são como pentatletas polivalentes que podem trabalhar com codificação, mas ao mesmo tempo entender por que eles estão fazendo essa codificação em termos de referência estratégica e KPIs, para que você tenha certeza de que estará medindo as coisas certas”, diz Bennett.

A Foote recomenda a criação de centros de aprendizagem. “O treinamento de habilidades inovadoras deve ser combinado no ambiente de trabalho diário de uma maneira prática” para ser eficaz, diz ele.

E os profissionais de TI independentes devem “educar-se sobre o que esses sistemas podem fazer, e quais são os componentes do ecossistema de IoT”, diz Robinson. “Se baseie no básico e na forma como esses sistemas funcionam em conjunto e no que eles estão fazendo para construir um verdadeiro ecossistema IoT”.

“Fique confortável para ver e reconhecer padrões”, diz Foote. “O reconhecimento de padrões representa uma parte essencial de uma competência de “pensamento associativo”. Ele também recomenda aprender uma linguagem de programação ou uma plataforma de análise.

“Tente se especializar pela indústria”, diz Littlefield. “Cada uma dessas indústrias tem seus próprios consórcios ou grupos que estão focados em tópicos de IoT.”

Fonte: CIO

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Business Intelligence: informação e tomada de decisão

Comunicar-se com o seu cliente não é uma tarefa fácil, isso porque há três problemas básicos que travam esse relacionamento. Em primeiro lugar o cliente geralmente está muito ocupado. Ele sempre quer ter o máximo possível de atenção e urgência sem ter de empregar muito esforço nessa troca, a não ser quando possuir alguma reclamação.

Ouvir as reclamações é sempre bom, ajuda na melhoria do negócio, mas fora isso, opiniões mais construtivas são difíceis de captar. Outro ponto é conhecer o cliente, entender o que ele quer e precisa para dialogar oferecendo sempre tópicos de seu interesse.

E por último: o cliente tem preconceito com a comunicação ligada as empresas, isso porque relaciona essa conversa de maneira passiva onde ele será alvo para consumo. Em parte, as marcas querem sim entender como vender mais, porém, elas também querem progredir e ofertar produtos e serviços melhores para seus consumidores.

É nesse ponto que a empresa pode virar o jogo e se dar conta de algo muito simples: o cliente já oferece um monte de informações, todo dia, de graça, e sem demandar grande esforço da sua parte. Foi isso que empresas como Google, Facebook e Twitter notaram anos atrás. O consumidor fala de si, mostra seu comportamento e dialoga com o mundo o tempo inteiro através de redes sociais e padrões de navegação.

Essas informações dizem exatamente quem é quem na internet e consequentemente no mundo. O melhor é que ela é aberta, foi dada de graça, espontaneamente. Cabe as marcas analisá-las de forma coerente a construir ações de publicidade, marketing e negócios que possam atrair mais clientes.

Transformar o comportamento do consumidor em consumo, a informação em dinheiro, é justamente o que se faz quando se contrata alguém para analisar redes sociais e mídias. Esses profissionais conseguem acessar e direcionar campanhas de vendas para interagir com o consumidor padrão, tudo usando os dados fornecidos gratuitamente pelo próprio consumidor.

A todo esse processo de análise e utilização do mesmo nos planos de negócios, damos o nome de Business Intelligence. Recolher dados através dos sistemas de informação que atestem uma veracidade da análise comportamental é algo inestimável.

Considerar o Business Intelligence na tomada de decisão de sua empresa garante ações mais confiáveis em seu retorno. O ROI (retorno por real investido) é maior, o relacionamento é intensificado, e é possível abrir brechas para fidelização.

O cliente é muito emocional, essa é uma característica humana. Conhecer bem seu comportamento pode te garantir uma criação de vínculo no mundo dos negócios. Proporcionando melhor atendimento, produtos e serviços mais focados e assertivos. É importante considerar a informação na tomada de decisão, dessa forma todos ganham.

Fonte: segs

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A análise de dados guiando a tomada de grandes decisões

A análise de dados tem nos ajudado amplamente a aprimorar diversas atividades no mercado, automatizando tarefas, permitindo mensurar resultados e simplificando processos. No entanto, a maioria das empresas ainda não está explorando ao máximo seu potencial.

A análise de dados permite ao gestor prever cenários, descobrir tendências e obter insights precisos sobre seus clientes, parceiros e o mercado como um todo.

Com essas informações, a análise de dados está permitindo que gestores tomem decisões mais certeiras. E aliada a outras tecnologias, a análise de dados expande ainda mais a capacidade analítica dos gestores. De acordo com a IDC, o investimento em funções analíticas na nuvem deverá crescer cinco vezes mais rápido do que as soluções locais nos próximos cinco anos.

Uma pesquisa recente da PwC revela que executivos acreditam que suas empresas precisam ser mais ágeis e mais sofisticadas quando se trata de capacidades de tomada de decisão. O levantamento incluiu mais de 2.100 empresas de 15 indústrias, entre comunicação, saúde, bancos, energia, tecnologia, entre outras. Confira os principais dados da pesquisa no infográfico a seguir.

 

Infográfico análise de dados e tomada de desisões

Fonte: SAP News Center

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Gestão inteligente dos dados é chave para Transformação Digital

Empresas cada vez mais inteligentes, esse é o resultado da Transformação Digital, processo que aplica novas tecnologias como Mobilidade, Cloud Computing, eSocial e Big Data, à gestão de negócios das empresas. Das pranchetas e anotações em papel aos aplicativos em smartphones que registram e sincronizam dados em tempo real. Essa revolução tecnológica, juntamente com seus desafios, elevou o nível da agilidade nos resultados e a assertividade nas tomadas das decisões corporativas.

Mas, o uso crescente das ferramentas e dispositivos tecnológicos em todas as fases dos negócios, como smartphones e tablets, redes sociais e a entrega de serviços por meio da nuvem, assim como ambientes virtualizados, não são suficientes para que as empresas entrem na Era da Transformação Digital. É preciso entender que, repensar os antigos processos, inovar, bem como criar modelos de negócios mais competitivos, são parte de “se transformar digitalmente”.

Estar apto para viver essa Transformação Digital exige antes mudar o ‘mindset’ das corporações para que os executivos enxerguem os dados como ativos da empresa e como ponto de partida para analisar e definir estratégias. Assim, para iniciar o que chamamos de Big Data Analytics, ou seja, o trabalho analítico de grandes volumes de dados, estruturados ou não-estruturados, que são coletados, armazenados e interpretados por softwares de altíssimo desempenho, algumas perguntas devem ser feitas, tais como: “Como coletar cada vez mais dados e tratá-los de forma a mantê-los consistentes e protegidos?”; “Quais análises estatísticas retornarão os resultados mais precisos?”; “Como integrar dados oriundos de diversas fontes?”, entre outras tantas.

Em 2012, o Centro de Negócios Digitais do Massachusetts Institute of Technology (MIT) realizou uma pesquisa com funcionários de diversas companhias para avaliar em uma escala de 0 a 5 pontos a maturidade destas com relação ao uso dos dados na tomada de decisões. Como resultado, 32% dos entrevistados classificaram suas empresas igual ou inferior a 3 nesta escala, o que mostra que ainda há resistência por parte dos executivos em utilizar e confiar nos dados.

O que é mais motivador, ou assustador, é a quantidade de dados digitais disponíveis que vem crescendo anualmente. De 2005 para 2010, houve um aumento de 150 para 1.200 exabytes de dados (que corresponde a 1 bilhão de gigabytes) e para os próximos anos estima-se um aumento de 40% ao ano, o que significa que o estoque de dados digitais deve aumentar 44 vezes entre 2007 e 2020, segundo informações da Data-Pop Alliance, coligação mundial de Big Data.

Tudo isso porque as origens de dados tradicionais, como os sistemas transacionais ERPs – Planejamento de Recurso Corporativo (Enterprise Resource Planning, em inglês), e os canais de gerenciamento de atendimento aos consumidores CRM (Customer Relationship Management), não são mais as únicas plataformas para dimensionar e definir estratégias. Hoje somos consumidores recorrentes de ambientes móveis, das redes sociais e do acesso irrestrito às redes na nuvem, pois a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) nos circunda. Mas de que adianta se toda essa chuva de informação não virar conhecimento?

Mais do que possuir infraestrutura dedicada para armazenar e processar grandes quantidades de dados, trabalhar com Big Data requer capacidade para tratá-los e torná-los confiáveis mesmo perante as diversas formas de se burlar a segurança da informação. Um exemplo e algo que se tornará tendência nas próximas eleições são as análises de sentimentos da população a partir de redes sociais em relação aos candidatos, porém como podemos diferenciar os milhares de tweets provenientes do eleitorado e de robôs que simulam esse público? Esse e outros casos nos apontam que inteligência é indispensável para lidar com processos de análise de grande volume de dados.

E mais do que inteligência artificial, é preciso inteligência humana, pois profissionais com habilidades que trafegam entre a ciência de dados e a linguagem de negócios estão mais aptos a influenciar lideranças para que estratégias efetivas de gestão sejam adotadas.

Quando adicionamos a localização para entender melhor um problema de negócio, passamos a ser capazes de identificar espacialmente padrões de ocorrência por meio de análises históricas e de monitoramentos, bem como conseguimos prever cenários. Estamos então aplicando a Inteligência Geográfica.

Diversas organizações têm mudado estratégias, adotado novas companhas de Marketing e tomado decisões inovadoras com o uso da Geografia. Um exemplo é a Nike que desenvolveu um aplicativo com o objetivo de monitorar o desempenho de atletas através de alguns indicadores, como por exemplo, frequência cardíaca, velocidade da corrida, quantidade de passos e etc. utilizando a geolocalização dos mesmos. E o impacto disso é tamanho, pois além dos atletas poderem compartilhar os próprios desempenhos por meio das redes sociais, o que contribui para a motivação na competição e no ganho de performance, a empresa atinge novos públicos e passa a ser mais assertiva na indicação de novos produtos para um público específico. É uma nova forma de fazer gestão!

O conceito de Cidades Inteligentes, do inglês Smart Cities, que tem aparecido com bastante frequência na mídia, também tem inovado a forma de fazer gestão, pois é preciso profissionais com perfis que compreendam o mundo de possibilidades que os dados tridimensionais oferecem e, para isso estar munido de conhecimento e de softwares com alta capacidade de processamento é essencial.

Já pensou os avanços que os governos teriam com a melhor alocação da defesa civil e na retenção de custos se fossem capazes de prever os danos frente a fenômenos naturais? Isso já existe! O governo francês juntamente com o Institut D’Aménagement Et D’Urbanisme simulou como seria a inundação na cidade de Paris na confluência dos Rio Sena e Marne e os resultados foram surpreendentes! Mediante essas análises, foi possível identificar quanto tempo levaria para a água atingir certos intervalos de alturas, o que otimiza tempo, custos e recursos para a gestão das operações de resgate.

E não para por aí, os avanços que as organizações podem alcançar com o engajamento da sociedade são diversos. E em meio a todo esse contexto, estar orientado a uma gestão moderna significa não se engessar a sistemas, enxergar os problemas de negócio como ponto focal e manter a satisfação de clientes, isto é, um salto na linha do tempo. A palavra da vez é antecipar. Estar na era do ‘just-in-time’ e de frente para mercado não é mais o suficiente, é preciso antecipar tendências de consumo, influenciar e ditar movimentos corporativos e mercadológicos.

Assim, entender como a Internet das Coisas é parte fundamental no processo de obtenção de retornos significativos de investimento (ROI) e de educação corporativa nos prepara para as empresas garantirem seus espaços no mundo dos negócios.

Fonte: segs

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Fibria implementa big data da SAP para ampliar conhecimentos

Solução de análise de grandes volumes de dados ajuda empresa brasileira a reduzir gastos, aumentar produtividade e otimizar investimentos

Presente em 242 municípios brasileiros, em sete Estados, e dona de uma capacidade de produção de 5,3 milhões de toneladas anuais em suas fábricas. Tamanha complexidade da Fibria exigiu um processo complexo de sinergia das suas operações, envolvendo desde a estratégia de negócios até a otimização da infraestrutura de TI e a implementação de projetos de big data e análise preditiva. Para auxiliar na organização, desempenho e otimização de resultados, a companhia adotou as ferramentas SAP Predictive Analytics, rodando na plataforma de processamento de dados em tempo real HANA.

Em menos de um ano de produção da solução de big data da SAP, o gerente-geral de TI da Fibria, Wilson Lopes, destacou o expressivo ROI (Retorno sobre o Investimento). A partir da análise preditiva de dados gerados durante 14 anos de operações, a companhia passa a contar com processos otimizados em seus negócios core, o que significou a redução de gastos, aumento de produtividade, excelência em processos produtivos, mais eficiência e otimização de investimentos. Outros indicadores destacados por Lopes são as 654 variáveis organizadas em 735 milhões de registros em apenas 27GB de HANA, a inclusão das principais variáveis nos planos estatísticos de processo e uma maior compactação de dados proporcionada pela plataforma.

Um dos principais desafios, de acordo com Robert Sartório, gerente de manejo florestal e recursos naturais do CT da Fibria, é antecipar o conhecimento sobre as causas e efeitos de anomalias sobre os plantios provocadas pelas mudanças do clima e nortear ações para minimizar os impactos sobre a produtividade dos plantios. “Mapeamos fontes de dados, entendemos as variáveis, fizemos correlações com dados de clima e assim reduzindo o impacto climático em nossas florestas”, explica.

O projeto da Fibria foi o primeiro case de Analytics utilizando a solução de big data da SAP na plataforma HANA no Brasil – e o primeiro na área de celulose no mundo. “Estamos extremamente satisfeitos em poder comprovar os benefícios que nossa solução pode proporcionar a empresas do porte da Fibria, tanto na área de TI quanto nos processos de negócio”, disse Valeria Soska, vice-presidente de vendas da SAP Brasil.

Fonte: IT FORUM 365

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Brasil ainda enfrenta desafios para avanço da IoT

Regulamentação, altos custos e cultura são alguns entraves que impedem ou adiam adoção

Projetos que envolvem recursos de uma das tecnologias mais revolucionárias do momento, a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), estão sendo adiados ou abandonados por empresas no mercado brasileiro, em razão de desafios que precisam ser superados como cultura, modernização da infraestrutura de telecomunicações e altos custos. Esta foi uma das conclusões do painel “IoT, da teoria à prática”, durante o IT Forum Expo, hoje (08/11), em São Paulo.

São várias as etapas pelas quais os fornecedores têm de ultrapassar para que as empresas comprem, de fato, a ideia de implementar recursos de IoT. “Internet das Coisas é a definição de um estado. É como a internet no final dos anos 90. Todos comentavam, mas ainda não havia muito impacto”, diz Luciano Santos, diretor da Divisão de TI no Brasil da Schneider Eletric.

O executivo acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido na questão cultural. Para ele, as empresas precisam acreditar na transformação que a Iot pode trazer para seus negócios. “É indiscutível o aumento na produtividade e a redução de custos que proporciona”, diz.

Ele relata que em um dos seus projetos, uma concessionária que instalou um sistema inteligente conseguiu reduzir o tempo de atendimento para religar a energia, depois de um incidente, de duas horas para um minuto e trinta segundos. Isso porque o próprio sistema pode fazê-lo, com segurança, sem a necessidade de deslocar equipes. “É impressionante.”

Benedito Luis Fayan, diretor-geral da Solvian, um dos participantes do debate, destaca que a indústria nacional já está desfrutando dos benefícios da tecnologia 4.0, em especial nas aplicações de chão de fábrica. “Sensores em máquinas são capazes, por exemplo, de realizar avaliações sobre o seu funcionamento e emitir informações preditivas, com alertas sobre uma parada que poderá acontecer. Isso possibilita evitar o problema e não interromper a produção”, relata.

De acordo com Camilo Rodegher, CEO da DEV Tecnologia, hoje o custo dos sensores ainda é muito alto e por esse motivo fica difícil fechar a conta no momento de vender a ideia do projeto. “É necessário mostrar que o investimento trará retorno para a empresa. Mas também é importante saber que toda revolução quebra paradigmas e então teremos novos modelos de negócio e portanto retornos tangíveis e intangíveis.”

Outras barreiras citadas, que podem engavetar projetos, são as questões regulatórias, que necessitam da apreciação do governo, e a questão da conectividade, que cada vez mais precisa da modernização da rede de telecomunicações nacional, para que suporte às atuais demandas digitais e também o problema da segurança, considerando os bilhões de dispositivos que estarão pendurados nela até 2020.

Fonte: IT FORUM 365

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Rede de churrascarias usa nuvem para otimizar gestão

Solução contribui na padronização dos processos e eleva qualidade de operação da rede de restaurantes

A rede de churrascarias NB Steak, restaurante que reinventou o sistema de rodízio no país e conta com seis unidades, sendo três em São Paulo (SP) e três em Porto Alegre (RS), adota o SAP na nuvem para gestão dos negócios. A solução foi implementada pela Ramo Sistemas e RSITech no modelo de contrato de licenciamento Original Equipment Manufacturer (OEM), baseado no SAP Business One. A rede de churrascarias aposta na solução SAP como uma ferramenta de padronização da gestão dos processos administrativos para elevar os níveis de qualidade de suas casas, simplificar os processos de gestão e garantir a expansão.

O diretor financeiro da MDR, grupo que detém a rede de restaurantes NB Steak e Maremonti Trattoria & Pizza, Fernado Makiyama, comenta que a tomada de decisão pela implementação SAP partiu do empresário Arri Coser, sócio-proprietário da rede, que ao longo de sua carreira empreendedora teve oportunidade de trabalhar com sistemas SAP e, para ele, tornou-se um padrão pessoal de gestão e de qualidade ter em seus empreendimentos o sistema da companhia para suporte e controle das operações. “É importante para a gestão dos nossos restaurantes e para a expansão dos negócios contar com uma ferramenta que acompanhe o crescimento pautado na excelência dos produtos e serviços prestados e garantir a padronização da qualidade e dos processos empresariais”, explica o executivo.

Com a expansão da rede era preciso um software de gestão que respaldasse a dinâmica na tomada de decisão, organização e integração das áreas, agilidade no acesso às informações e controle dos processos. A NB Steak decidiu substituir o antigo processo interno de gestão pela solução SAP e obter melhor controle de preços, compras, estoque, consumo e de todas as transações com autonomia das operações. Além disso, o SAP na nuvem proporcionou a análise de todas as informações com indicadores confiáveis e de fácil acesso. “O SAP permite a visualização das informações que necessito para tomada de decisões, em qualquer lugar e em tempo real, com integração dos processos em uma única base”, conclui Makiyama.

Os bons resultados da rede NB Steak e a expansão das unidades nos últimos anos é a prova da eficiência de uma gestão de processos bem direcionada. Em 2015, a marca dobrou o número de unidades da rede. Segundo Makiyama, “a SAP oferece tecnologia que atende às nossas necessidades e consegue suportar o crescimento do negócio”.

O SAP conferiu um ganho de tempo e de qualidade em relação à análise de atividades envolvidas no preparo dos produtos e na prestação de serviços da rede de restaurantes. De acordo com o presidente da Ramo Sistemas, Décio Krakauer, “é uma solução que está preparada para atender às necessidades específicas da rede NB Steak”.

A nova marca estrou em São Paulo em 2013, no bairro Campo Belo e, hoje, conta com unidades em Pinheiros e no Itaim, além das três unidades em Porto Alegre. Fundada no início dos anos 90, na capital gaúcha, pelos empresários Lemir Magnani e Mairi Coser Magnani e, posteriormente, tendo como sócio Arri Coser, a rede NB Steak mudou o conceito de churrascaria e serviços. O novo posicionamento aliou a excelência do churrasco gaúcho pelo qual a casa é reconhecida, a um ambiente diferenciado com opções gastronômicas de uma casa de carnes com padrão internacional.

Fonte: IPNews

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Águas inteligentes: tecnologias que podem evitar desperdício

Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Big Data antecipam crises e desperdícios e permitem gerir a água de forma holística

O Brasil passou por um momento de estiagem muito grande em 2015, principalmente o estado de São Paulo. Já em 2016 os níveis voltaram a subir e quase não se fala de novas crises hídricas. Muitos brasileiros acabam se esquecendo da importância de poupar água. Além disso, as empresas que abastecem precisam nesse tempo se adequar e usar as tecnologias disponíveis para ajudar a combater o desperdício e uma nova crise hídrica.

Para isso, existem soluções que combinam Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Big Data, e que podem detectar onde uma rede de distribuição de água está falhando e antecipar crises e desperdícios. A perda do recurso natural no Brasil é grande e estima-se que seis represas Cantareiras sejam desperdiçadas por ano. No total são R$ 8 bilhões jogados fora anualmente e cerca de 37% da água produzida é inutilizada no país, segundo estudo do Instituto Trata Brasil.

Cada vez mais ouviremos falar do conceito de ‘Água Inteligente’, que permite gerir a água de forma holística para alcançar benefícios para a cidade, usuários e empresas de distribuição de água e saneamento. Os benefícios vão desde a economia diária até a prevenção de grandes crises na distribuição da rede.

A ajuda das TIC

Este novo conceito de “Águas Inteligentes” é capaz de coletar informações importantes, por meio da Internet das Coisas, utilizando sensores localizados ao longo da rede de água. Estes dados são processados por sistemas de Inteligência Artificial e manipulados por grandes redes de dados (Big Data) que oferecem um plano de monitoramento e solução para as perdas e vazamentos.

Algumas empresas do setor de TI, como a TCS, já possuem essas ferramentas de detecção de falhas por meio de tele satélites, soluções in loco e terrestres, além de redes de sensores ao longo de toda a distribuição de água corrente. Há também ferramentas que podem ser instaladas na rede de distribuição de água que integram essas soluções, tais como tubos inteligentes que proporcionam avaliações de risco em tempo real, evitando vazamentos de água, mesmo antes de ocorrerem.

Junto com os grandes vazamentos, outro tema recorrente na gestão da água é a chamada “água não faturada” ou pequenas perdas de água ao longo de sistemas de distribuição.

Mas o que é água não faturada?

A “água não faturada” é todo o volume perdido devido vazamentos existentes na rede de distribuição que ocorrem por conta da idade dos tubos, do envelhecimento do material, da má instalação e qualidade dos materiais, do tráfego de veículos e das variações de pressão, entre outros. O total desperdiçado pelas empresas foi de 6,53 bilhões de m³ de água tratada, segundo estudo divulgado em 2015 pela Trata Brasil. Tais perdas equivalem a cerca de 80% dos investimentos em água e esgoto realizados em 2013.

A incorporação de novas tecnologias, como Inteligência Artificial e Big Data, em todo o sistema de abastecimento de água permitirá que as empresas recolham dados durante todo o processo, que podem ser analisados e processados em tempo real. Isso permitirá o monitoramento remoto de ativos físicos e fluxos de água em todo o sistema, que pode identificar oportunidades de otimização do consumo, vazamento ou possíveis falhas no sistema. Dessa forma, evita-se desperdícios antes mesmo que eles aconteçam, gerando assim, benefício para toda a cadeia de distribuição e impedindo que a população fique sem água ou pague mais por isso.

Problema global e o futuro

O desperdício de água é uma questão global como mostra um estudo do Banco Mundial. As águas não Faturadas’ estão em níveis de 15% e estima-se que a redução em 50% de vazamentos geraria US$ 2,9 bilhões por ano, e permitiria que 90 milhões de pessoas pudessem ter acesso à água limpa, sem novos recursos hídricos. Por esse motivo, a tecnologia é cada vez mais importante em todos os setores básicos: abastecimento de água, energia, agricultura e indústria. Estamos caminhando para um mundo que será totalmente conectado com soluções em Internet das Coisas. E quanto mais inovação menor será o desperdício dos nossos recursos. Estamos preparados?

Fonte: COMPUTERWORLD

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85% dos usuários do Windows Phone estão sem suporte ao Skype

O aplicativo de mensagens instantâneas e conversas por vídeo deixará de funcionar por completo no início de 2017.

A Microsoft deixou de oferecer neste mês suporte do Skype em 85% dos aparelhos Windows Phone 8 e 8.1, conforme prometido em julho deste ano. Assim sendo, quem possui um destes modelos de smartphone, não será capaz de baixar o aplicativo da Windows Store.

O aplicativo de mensagens instantâneas e conversas por vídeo deixará de funcionar por completo no início de 2017. O Skype está mudando de uma base peer-to-peer para uma infraestrutura na nuvem. Com isso, é possível sincronizar melhor as mensagens entre dispositivos e ainda acrescentar recursos como acesso offline, tradutores, bots, entre outros.

Através da migração do Skype para a nuvem, a empresa tem removido o suporte para o aplicativo não só em aparelhos equipados com o Windows Phone, mas também em plataformas rivais. Alguns usuários do Android, por exemplo, também encontrarão problemas. Os dispositivos que usam o Android 4.0.2 ou ainda versões anteriores também não poderão mais instalar o aplicativo. O abandono do Windows Phone por desenvolvedores independentes deveria ter surtido outro efeito na Microsoft, como a adoção de um sistema que pudesse oferecer algum tipo de apoio, antes de abandonar de vez a plataforma. Coisa que não aconteceu.

Fonte: Oficina da net