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Transformação Digital é cada Dia mais necessária nas Empresas

Os tempos mudaram e é preciso mudar a forma de gerenciar os negócios, e criar um relacionamento próximo com o cliente

Termo bastante utilizado atualmente, a transformação digital é o uso da tecnologia para melhorar o desempenho das empresas e garantir resultados mais efetivos. Com essa transformação, a empresa atinge seus receptores de forma mais abrangente na rede. Internamente, é possível usar a tecnologia para realizar pesquisas, prever possíveis resultados, armazená-los para avaliações posteriores, acompanhar em tempo real a percepção dos consumidores etc. A empresa se posiciona como digital – como complemento ao modelo atual ou migrando totalmente – mas ainda existem diversas dúvidas sobre seus benefícios e como se deve promover essa ideia “digital”, tais como:

Quais empresas podem desenvolver uma cultura digital?

O processo deve ser iniciado e estruturado no planejamento estratégico das organizações, considerando o tempo de aplicação do processo e os recursos envolvidos. Isso significa que todas as áreas da empresa devem ser envolvidas em um plano de negócios, não somente a área de Tecnologia da Informação. E também não é aplicável somente às empresas do setor de tecnologia ou startups que nasceram no meio digital: todas as empresas podem se adaptar. O processo de mudança deve começar do topo, com os líderes desenvolvendo programas para que todos os colaboradores estejam cientes e integrados nessa mudança.

Na prática, como a transformação digital pode ajudar as empresas?

Para começar, a empresa passa a integrar um dos meios mais utilizados atualmente, estando mais perto do consumidor. Além disso, a transformação digital permite, por exemplo, que as empresas segmentem melhor o público a partir de ferramentas de métricas e analytics, que analisam o comportamento e permitem uma abordagem mais personalizada. Permite, também, acompanhar em tempo real o que os receptores pensam das empresas por meio de redes sociais, para melhorar a experiência do público.

Os processos internos também se beneficiam da transformação digital. Com o uso de sistemas, é possível armazenar e consultar dados rapidamente, facilitando os processos de trabalho. Melhora também a comunicação interna e a integração dos setores, gerando equipes de alta performance e motivação. O modelo de negócios das empresas também pode ser aprimorado, como ampliação de produtos e serviços do portfólio que se beneficiem da tecnologia.

Quais os desafios para a transformação digital?

As ações isoladas nas empresas não são suficientes para que se notem os efeitos da transformação digital. Ela precisa ser feita de maneira planejada e integrada, como citado acima. É necessário estar ciente que essa mudança influencia na cultura da empresa. Além disso, a área de TI, mesmo que não seja a única envolvida nesse processo, é essencial para o bom funcionamento de softwares e hardwares que permitem a transformação digital. Por isso, é sempre bom contar com fornecedores e consultorias de confiança para manter tudo funcionando.

Socialmente falando, é notável que o uso da tecnologia tem alterado os padrões da sociedade, como os comportamentos de consumo, que se tornaram mais imediatos. Pedir táxi, comida, mandar mensagens instantâneas, transferir dinheiro, realizar comprar, fazer reservas de voos e hotéis, e expressar opiniões, são apenas alguns exemplos do que nos tornou mais exigentes mediante a troca de informações. Portanto, essas características sociais demonstram que é quase obrigatório que as empresas repensem seus negócios para se transformarem em digitais.

Fonte: Administradores.com

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Mais da metade das Empresas não está preparada para o eSocial

Quase metade das empresas que passarão a enviar via eSocial informações de folha de pagamento e encargos trabalhistas em tempo real ao governo, a partir de 2018, ainda não se preparou para o novo sistema. A Receita Federal estima que 14 mil companhias estarão sujeitas ao eSocial a partir de janeiro. As demais entram no sistema no segundo semestre de 2018.

Pesquisa da consultoria EY (antiga Ernst Young) com 386 companhias com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano -sujeitas à obrigação no começo do ano- aponta que 48% não têm nenhuma avaliação sobre quais as mudanças que terão de ser feitas para adotar o novo sistema. O eSocial permitirá um aumento na capacidade de fiscalização de órgãos como Ministério do Trabalho e Previdência, além do fisco.

Deslizes comuns no cumprimento da legislação – como horas extras acima do limite de duas por dia e divisão de férias além do previsto em lei – e de procedimentos poderão ser monitorados sem fiscalização presencial. Segundo Marcelo Godinho, sócio da EY, não será mais possível resolver questões trabalhistas com “jeitinho”. Empresas deverão ter mais planejamento e controle.

Se uma obra estiver atrasada, por exemplo, não será possível telefonar para trabalhadores para que venham no dia seguinte e formalizar a contratação depois, diz. A empresa que não se adequar não conseguirá fazer suas declarações, perderá a certidão negativa de débitos (será considerada inadimplente com o governo) e estará sujeita a multas.

Dados

O novo sistema, diz Valter Shimidu, sócio da KPMG, exigirá nome, CPF, PIS e endereço de cada funcionário. Se um dado estiver errado, as informações não são enviadas.”Temos visto que 10% da base cadastral das empresas tem alguma inconsistência. Em uma empresa de 5.000 pessoas, 500 cadastros têm problema”, afirma. Segundo a EY, 54% das empresas ainda não revisaram os cadastros de funcionários.

As corporações também terão de estar em dia com seus programas de saúde e segurança no trabalho e registrar com prontidão faltas e licenças médicas, afirma Helio Donin Júnior, diretor de educação e cultura da Fenacon (federação das empresas contábeis). Os testes com empresas de tecnologia já começaram em 26 de junho. Para as demais empresas, o novo eSocial estará liberado para testes em agosto.

Altemir Linhares de Melo, auditor-fiscal da Receita e assessor especial para o eSocial, afirma que o órgão acompanha a evolução do quadro, que se assemelha muito aos períodos que antecederam outras cinco etapas de implantação do Sistema Público de Escrituração Digital. Ele afirma que a decisão de postergar o início do eSocial para janeiro de 2018 decorreu de apelos dos segmentos econômicos envolvidos. E segundo Linharess, não existe hipótese de novo adiamento na entrada do regime.

Fonte: Convergencia Digital

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Como Alcançar o Próximo Nível com uso de Tecnologias

A transformação digital é o único caminho a ser seguido pelas organizações que desejam atingir o próximo nível em seus negócios

Vivemos hoje em um mundo totalmente conectado, com a tecnologia em um papel central e como transformadora do modo de trabalho das empresas. Ao longo dos últimos anos, as organizações tradicionais tiveram que se adaptar ao uso de novas soluções, que chegavam ao mercado em ciclos a cada dois anos. Agora, o ritmo é outro. Tecnologias disruptivas, como cloud computing e Internet das Coisas (IoT), ganharam espaço em um mercado cada vez mais instantâneo —com novos aplicativos a cada dia — e que obrigam as empresas a entrarem em um modelo constante de reinvenção. Em um cenário de competição global, o sucesso estará presente nas empresas que conseguirem promover a transformação digital e alcançarem o próximo nível.
Na prática, é preciso entender que se transformar não significa apenas a aplicação de tecnologias nos processos corporativos. É necessário mudar a cultura da empresa, repensando ações, posicionamento da marca, produção e distribuição de produtos e serviços, por exemplo. Aos CEOs, que enfrentam maiores desafios de gestão, cabe um novo papel de liderança, mobilizando colaboradores, fornecedores e consumidores para seguirem um novo formato de trabalho. Consequentemente, a transformação digital irá gerar novos cargos e funções menos mecânicas e mais direcionadas a resultado. Como qualquer mudança, o processo não é instantâneo e demanda um bom planejamento. Por isso, quanto antes a transformação digital começar, melhor.

O primeiro passo dessa mudança é definir um bom plano de ação. Com o apoio de bons parceiros tecnológicos, é possível fazer a escolha adequada de soluções digitais que precisam estar alinhadas ao modelo de negócios e bem desenhadas para possibilitarem o crescimento das empresas.
Antes de partir para a ação, faça um estudo detalhado das variáveis que influenciam o futuro de suas atividades. Avalie o mercado no qual a sua empresa está inserida e pesquise sobre os concorrentes. Estude a estrutura de sua organização, as áreas estratégicas e os ganhos esperados com a digitalização dos processos. Essa análise será fundamental para compreender os esforços e as necessidades de transformação.

Independentemente do segmento de atuação, big data, Internet das Coisas (IoT) e computação em nuvem são algumas das novas tecnologias que impulsionarão a digitalização das empresas nos próximos anos. O aumento de produtividade, com redução de custos e produtos com maior valor agregado são alguns dos benefícios obtidos pelas empresas que apostarem na evolução de seus negócios.

Após o processo de pesquisa e de planejamento estratégico é hora de escolher os líderes de projeto que estarão à frente dessa evolução. A transformação digital é um processo irreversível, gradual e contínuo, que apenas ocorre quando todo o ecossistema no qual a empresa está inserida passa a absorver uma cultura de inovação. Por isso, as empresas mais bem-sucedidas contarão com apoio total dos colaboradores, com divisão de tarefas e alinhamento de expectativas.

Digital será a base de todas as empresas e a transformação das empresas ‘analógicas’ em novas versões mais modernas será fundamental para atender às expectativas da sociedade hiperconectada que temos hoje. É o caso de grandes empresas do ramo de varejo que criaram lojas virtuais para novos consumidores que buscam produtos e serviços acessíveis a toda hora, a partir de qualquer lugar e por meio de todos os dispositivos. Ao contrário das empresas que já nascem digitais, a transição para o novo formato demanda tempo e é natural que as empresas enfrentem alguns percalços durante esse processo.

Caberá aos líderes seguir os planos traçados e atuar com resiliência. Adaptar-se às mudanças, aos novos cenários que se apresentam e saber tirar lições dos momentos de adversidade faz parte do processo de integração de novas tecnologias ao modelo tradicional de trabalho e produção. O mundo corporativo é dinâmico e exige foco, disciplina e resistência a longo prazo, além de uma visão empresarial estratégica. Diante disso, é preciso que as empresas mapeiem os benefícios digitais que podem obter para começarem a traçar planos de evolução o quanto antes.

A inovação é transformadora tanto internamente quanto da porta para fora. Para se destacar no novo cenário digital, as organizações precisam oferecer opções diferenciadas e que surpreendam positivamente seus clientes. Um caminho interessante a se percorrer é o da personalização, que se torna possível graças às soluções digitais e ao uso de tecnologias específicas para análise de dados, como big data e analytics.

A era da conectividade aproximou clientes das marcas, criando uma nova dinâmica de relacionamento, de estudo de hábitos de consumo e de previsão de anseios e de movimentos de consumo. As empresas que ainda têm dúvidas sobre o processo acabarão ficando pelo caminho. A transformação digital é o único caminho a ser seguido pelas organizações que desejam atingir o próximo nível em seus negócios. Para manter-se à frente da concorrência é preciso dar logo o primeiro passo.

Fonte: Computerworld

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Software continua a Liderar o Investimento em TI

Gastos em TI devem crescer 2,4% em 2017, projeta o Gartner. E o grande motor do crescimento será a Transformação Digital das organizações

As empresas estão atualizando suas plataformas de software para usarem Cloud Computing e combinar novos sistemas para suportar projetos de negócios digitais. O resultado é o acréscimo de investimento em TI em todo o mundo.

O Gartner prevê que os gastos aumentem perto de 2,4% em 2017, atingindo 3,5 biliões de dólares, face ao crescimento anêmico de 0,3% no ano passado. O grande motor do crescimento é de fato de que os investimentos em software empresarial deverá aumentar 7,6% este ano, atingindo 351 mil milhões de dólares, de acordo com a consultoria.

“Estamos chegando aos sistemas de ERP ‘pós-modernos’, com substituição e envolvimento de sistemas existentes para a nuvem. Além disso, o investimento em CRM está crescendo imensamente porque é fácil de oferecer na nuvem”, assinala John David Lovelock, vice-presidente de pesquisa da Gartner. A despesa com CRM em alguns países deverá aumentar 35% em 2017, prevê Lovelock. No geral, espera-se que as empresas gastem 30 mil milhões em sistemas de ERP, em média, e 39 mil milhões nos de CRM.

As previsões do Gartner para 2017 variaram nos últimos trimestres, mas a maioria dos ajustes às suas previsões deveu-se a flutuações no valor do dólar. (Em termos de valor constante de moeda, a consultoria prevê um crescimento de gastos de TI na ordem dos 3,3%).

Mas as flutuações não estão alterando as tendências fundamentais nos gastos de TI: à medida que os usuários se apegam aos seus smartphones por dois, três ou até quatro anos, em vez de atualizá-los todos os anos, o grande motor de crescimento dos investimentos em TI será a Transformação Digital das organizações.

As tendências do negócio “transformado” inclui a utilização de infraestrutura de IoT nas estruturas de fabricação e de blockchain em serviços financeiros e outras indústrias, assim como “máquinas inteligentes” no vaerjo, diz Lovelock.

Mas a tecnologia para impulsionar a Transformação Digital ainda não foi “comoditizada”, observa Lovelock. “Já se conseguem obter fragmentos, mas muito ainda está por ser ‘escrito’”, considera.

Negócio dos serviços cresce 3,1%
As empresas estão despendendo mais dinheiro em sistemas modernos de inteligência para negócio capazes de complementar a aprendizagem automática e, consequentemente, a receita de fornecedores desses sistemas na ordem dos 35% em 2017, diz Lovelock.

Para construir novos sistemas baseados em aprendizagem automática, IoT e máquinas inteligentes, as empresas também recorrem à ajuda de grandes fornecedores de serviços, alimentando o crescimento dos serviços de TI 3,1% durante o corrente ano, prevê a Gartner.

Espera-se que os gastos com o sistema de data centers cresçam 0,3 % à medida que as implantações de equipamento de armazenamento diminuem. São apenas parcialmente equilibradas pelos gastos em tecnologia de servidores para a Cloud Computing.

Fonte: CIO

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Dez Tecnologias Disruptivas que vão mudar o Panorama da TI

Inteligência Artificial e Blockchain estão entre as mais promissoras, segundo da Frost & Sullivan

A “inteligência pós-digitalização” está resultando em tecnologias disruptivas que estão mudando a paisagem da TI. Estudo recente da Frost & Sullivan comprova que essas tecnologias disruptivas já estão começando modificar várias aplicações e mercados em todo o mundo.

Dentro deste grupo de tecnologias disruptivas emergentes, há 10 que se destacam, de acordo com o Top Information and Communication Technologies de 2017 :

1. Inteligência Artificial (AI) 
2. Blockchain 
3. 5G 
4.Cibersegurança
5. Realidade Combinada
6. Interação em linguagem natural 
7. Small data 
8. Sistemas hiperconvergentes
9. Tudo-como-Serviço 
10. Robótica na automação do processo

Entre essas dez tecnologias, a Frost & Sullivan destacou Inteligência Artificial e Blockchain como os mais expressivas.

Já a proeminência da Internet das Coisas (IoT) tornou-se um novo paradigma para a coleta de dados, uma vez que os pontos de extremidade da rede geram enormes quantidades de dados que as empresas precisam analisar em tempo real para obter informações acionáveis.  “As organizações dependem cada vez mais de tecnologias como o Advanced Analytics e IA para interpretar padrões interessantes nos dados coletados e fornecer informações úteis”, diz Swapnadeep Nayak, analista da consultoria.

A IA é uma das tecnologias que vem recebendo maior volume de investimentos de corporações e empresas de capital de risco. 

“Mais de 21 mil patentes já foram publicadas neste espaço nos últimos três anos”, disse Guha.

Para o vice-presidente da ManageEngine, Sridhar Iyengar, a Inteligência Artificial será cada vez mais integrada em arquiteturas e aplicações existentes como uma forma de impulsionar a inovação ao longo do ano. Empresas como a Xero , a Microsoft e o Google já ingressaram no jogo.

Outra tecnologia que tem um enorme potencial disruptvo é o Blockchain, de acordo com Kiran Kumar, gerente do programa TechVision, da Frost & Sullivan.

“O Blockchain está expandindo seu escopo de aplicação além das instituições bancárias e financeiras em uma ampla gama de casos de uso em todas as indústrias.  O financiamento global para as start-up de Blockchain vem sendo de mais de US$ 1 bilhão,  desde 2014”, acrescentou Kumar.

A Frost & Sullivan aponta ainda que a convergência do Blockchain e da IoT, juntamente com a análise de Big Data, será um tripé importante para o sucesso das empresas.   

“Blockchain está provando ser uma solução viável para muitos desafios, como a autenticação e autorização de dispositivos IoT. Como resultado, isso ajudará a proteger redes mesh e eliminar a necessidade de intermediários centrais “, afirmou.

Fonte: CIO

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Trend Micro Anuncia Fundo de US$100 Milhões para Investir em Startups

A Trend Micro Incorporated – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem anunciou recentemente o lançamento de um fundo de investimento para explorar mercados emergentes de tecnologia.

Com um investimento inicial de US$ 100 milhões, a Trend Micro poderá fomentar a criação de um portfólio voltado às startups desenvolvedoras de novas ideias e que estão no epicentro de mercados de alto crescimento, como a Internet das Coisas (IoT).

“A visão da Trend Micro sempre foi tornar o mundo seguro para troca de informações digitais. A explosão de dispositivos passou a transformar o modo como o mundo funciona, pensa e age. O ecossistema ainda está evoluindo e, por isso, existe muito trabalho a ser feito para garantir que organizações e indivíduos possam trabalhar e viver com segurança nesta nova realidade”, afirma Eva Chen, fundadora e diretora executiva da Trend Micro.

O investimento da Trend Micro oferecerá apoio financeiro às empresas, acesso à inteligência global de ameaças da empresa e alianças estratégicas com uma rede de canais que conta com mais de 28 mil parceiros.

Para a Trend Micro, a iniciativa trará informações sobre oportunidades emergentes deste ecossistema com modelos de negócios inovadores que ajudarão a responder os gaps existentes de mercado. Estas descobertas influenciarão o planejamento voltado às soluções de cibersegurança da Trend Micro.

“Temos uma história de 29 anos de sucesso antecipando tendências de tecnologia para proteger todos os tipos de ambientes. A primeira grande onda que tivemos foi o crescimento do mercado de computadores e nos comprometemos desde cedo no desenvolvimento da proteção endpoint, permanecendo como Líder no Quadrante Mágico da Gartner para Plataformas de Proteção de Endpoints até os dias de hoje”, diz Chen.

“Em seguida, apostamos em proteger a nuvem e, até agora, protegemos mais de dois bilhões de horas de workloads, e isso só na Amazon Web Services (AWS). Agora, acreditamos que a próxima onda chegou com a IoT e nosso fundo nos ajudará a aproveitar esta oportunidade”, finaliza Chen.

Com uma posição financeira sólida, a Trend Micro está bem posicionada para investir em fundos para fazer pesquisas e avanços consistentes com sua estratégia corporativa.

Fonte: E-Commerce News

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Metade dos Incidentes de Segurança é causada pelos Funcionários

Relatório da Kaspersky Lab mostra que 52% das empresas admitem que suas equipes são o elo mais fraco em sua segurança de TI

Quando ocorre um incidente de segurança de TI, os funcionários não são sinceros — eles tendem a esconder os problemas para evitar punições. Cerca de 46% dos incidentes são causados pelos próprios funcionários, o que gera uma fragilidade nas empresas que deve ser resolvida em vários níveis, não apenas pelo departamento de segurança de TI.

A constatação é do novo relatório da Kaspersky Lab e B2B International, “O Fator Humano na Segurança de TI: Como os funcionários tornam as empresas vulneráveis de dentro para fora”. O documento cita funcionários desinformados ou descuidados como uma das causas mais prováveis dos incidentes de segurança virtual — só perdem para o malware. Embora os malwares estejam se tornando cada vez mais sofisticados, a triste realidade é que o eterno fator humano pode representar um perigo ainda maior.

Em particular, quando se trata de ataques direcionados, o descuido dos funcionários é uma das maiores brechas na blindagem da segurança virtual corporativa. Embora os hackers modernos possam usar malware sob medida e técnicas de alta tecnologia para planejar um roubo, é provável que comecem explorando o ponto de entrada mais frágil: a natureza humana.

Segundo a pesquisa, um terço (28%) dos ataques direcionados sobre empresas no último ano começou com o phishing/engenharia social. Por exemplo, um contador descuidado pode facilmente abrir um arquivo malicioso disfarçado como uma fatura de um dos inúmeros fornecedores da empresa e, assim, desligar toda a infraestrutura da organização, tornando-se um cúmplice involuntário dos invasores.

“Muitas vezes, os criminosos virtuais usam os funcionários como ponto de entrada para invadir a infraestrutura corporativa. E-mails de phishing, senhas fracas, chamadas falsas do suporte técnico; já vimos tudo isso. Até um cartão de memória comum caído no estacionamento do escritório ou perto da mesa da recepção pode comprometer toda a rede. Basta que alguém dentro da organização não tenha conhecimento ou não preste atenção à segurança para que o dispositivo possa ser facilmente conectado à rede, onde é capaz de causar verdadeiros desastres”, explica David Jacoby, pesquisador em segurança da Kaspersky Lab.

Os ataques direcionados sofisticados não acontecem todos os dias, mas o malware convencional opera em grande escala. Infelizmente, a pesquisa também mostra que, mesmo em relação ao malware, muitas vezes funcionários inconscientes e descuidados estão envolvidos e provocam as infecções em 53% dos incidentes.

Esconde-esconde: por que o RH e a direção devem se envolver
Quando a equipe esconde os incidentes nos quais se envolveram, as consequências podem ser drásticas, aumentando o prejuízo total causado. Um único evento não relatado poderia indicar uma violação muito maior, e as equipes de segurança precisam ser capazes de identificar rapidamente as ameaças que enfrentam para poder escolher a tática de atenuação correta. 

Porém, os funcionários preferem colocar a organização em risco do que informar um problema porque temem ser punidos ou ficam constrangidos por serem responsáveis por algo errado. Algumas empresas estabeleceram regras rígidas e impõem uma responsabilidade excessiva sobre os funcionários, em vez de simplesmente incentivá-los a ficar atentos e cooperar. Isso significa que a proteção virtual não está apenas no âmbito da tecnologia, mas também faz parte da cultura e do treinamento da organização. E, nesse ponto, o envolvimento da diretoria e do RH é fundamental.

“A questão da ocultação de incidentes deve ser conversada não apenas com os funcionários, mas também com a diretoria e o departamento de RH. Se os funcionários escondem os incidentes, deve haver um motivo. Em alguns casos, as empresas adotam políticas rígidas, mas confusas, e colocam pressão demais sobre a equipe, com advertências para que não façam isso ou aquilo, pois serão responsabilizados caso ocorra algo errado. Essas políticas alimentam o medo e dão apenas uma opção aos funcionários: evitar as punições a qualquer custo. Se você tem uma cultura de segurança virtual positiva, baseada na educação e não em restrições, em todas as instâncias, os resultados são óbvios”, comenta Slava Borilin, gerente do programa de educação sobre segurança da Kaspersky Lab.

Borilin também lembra de um modelo de segurança industrial em que a divulgação e a abordagem de ‘aprendizado pelo erro’ ocupam posição central na empresa. Por exemplo, nesta declaração recente, Elon Musk, da Tesla, solicitou que qualquer incidente que afetasse a segurança dos funcionários fosse informado diretamente a ele, para que ele próprio pudesse direcionar a mudança necessária. 

O fator humano: o ambiente corporativo e além

Organizações do mundo inteiro já estão acordando para o problema das vulnerabilidades em suas empresas causadas por funcionários: 52% das empresas pesquisadas admitem que suas equipes são o elo mais fraco em sua segurança de TI. A necessidade de implementar medidas voltadas para os funcionários se torna cada vez mais evidente: 35% das empresas buscam melhorar a segurança por meio do treinamento das equipes, sendo esse o segundo método mais popular de defesa cibernética, atrás apenas da implementação de software mais sofisticado (43%).

A melhor maneira de proteger as organizações contra ameaças virtuais relacionadas ao pessoal é associar as ferramentas e as práticas corretas. Isso deve envolver iniciativas de RH e de gerenciamento para motivar e incentivar os funcionários a ficarem atentos e procurar ajuda no caso de um incidente. O treinamento em conscientização de segurança da equipe, a apresentação de instruções claras em vez de documentos extensos, o desenvolvimento de qualificação sólida e a motivação e o cultivo de um ambiente de trabalho adequado são os primeiros passos que as organizações devem dar.

Em termos de tecnologias de segurança, a maioria das ameaças que visam funcionários desinformados ou descuidados, inclusive o phishing, pode ser resolvida por soluções de segurança de endpoints. Elas tratam das necessidades específicas de PMEs e grandes empresas em termos de funcionalidades, proteção pré-configurada ou configurações avançadas de segurança para minimizar os riscos.

Fonte: CIO

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Cinco Mitos sobre a Transformação Digital

Você já ouviu o que é a transformação digital. Que tal conversarmos um pouco sobre o que ela não é?

Os gerentes de TI podem ser perdoados por sentirem-se pressionados para transformar digitalmente suas organizações.

Acadêmicos e empresas de pesquisa estão convencidos de que as organizações podem melhorar radicalmente seu desempenho e identificar novas áreas de negócios aplicando estrategicamente as tecnologias digitais aos seus processos organizacionais e operacionais.

No entanto, apesar de todo o hype e de décadas de investimentos em infraestrutura de TI, poucas empresas dizem ter atingido o  estágio desejado.

Dos 196 gerentes de TI, diretores e executivos que responderam ao COMPUTERWORLD Tech Forecast 2017, apenas 11% disseram já estar 100% digitais, 40% ‘bem em seu caminho’, o que significa ter mais de metade da organização já na Era Digital, e 49% “a menos da metade do caminho”. E  mais da metade desses mesmos executivos, quando solicitados a dar uma nota para os esforços de sua organização em prol da Transformação Digital, deram-se um C ou uma letra menor.

Os analistas e a diretoria executiva têm anunciado a ideia de que todas as empresas devem se transformar em empresas digitais para se manterem competitivas. Mas determinar o que a Transformação Digital significa para qualquer organização, estabelecer um roteiro para chegar lá e, em seguida, conseguir um nível significativo de transformação não são feitos pequenos.

Para reverter a mudança organizacional que a transformação exige, as empresas e a liderança de TI são susceptíveis a enfrentar em uma série de desafios – de orçamentos que restringem o quanto podem conseguir, até a falta de habilidades de TI necessárias para iniciativas com tecnologia. Inclusive, esbarrar em inúmeros equívocos sobre o que a Transformação Digital é, de fato, e o que ela requer. Para esclarecer essa confusão e repor as expectativas, a COMPUTERWORLD pediu a vários CIO experientes e analistas da indústria que apontassem cinco mitos mais comuns em torno da Transformação Digital.

Mito 1: Transformação significa reformar completamente o negócio
“A Transformação Digital não significa que você precise se tornar uma empresa online”, diz Larry Wolff, presidente e diretor de operações da Ouellette & Associates Consulting, também um ex-CIO. Em vez disso, ele diz, a Transformação Digital significa “aproveitar a tecnologia não apenas para eficiência e eficácia, mas para transformar o negócio e permitir novas oportunidades. Não muda fundamentalmente o negócio em que você está, mas o petencializa”.

Wolff diz que a verdadeira transformação digital não é necessariamente sobre se tornar uma empresa completamente diferente, mas sim usar a tecnologia para melhorar e expandir os principais pontos fortes do negócio. “É uma peça ofensiva para criar uma vantagem competitiva e, ao mesmo tempo, um jogo defensivo que o impedirá de ficar obsoleto”, acrescenta.

Mito 2: A transformação digital é um projeto específico ou uma  iniciativa única
Líderes de TI dizem que não definem a “transformação” como o término bem sucedido de uma implementação específica da tecnologia ou a conquista de um marco estratégico. A transformação é um processo contínuo para colocar todas as peças certas no lugar, remover tecnologias legadas obsoletas, explorar o que é novo e investir nas tecnologias em evolução para manter suas organizações competitivas.

Pegue o setor bancário, que sofreu uma transformação digital passando de um sistema de caixa e talões de cheque para uma experiência digital quase onipresente, que possibilita às pessoas transacionar dinheiro através de smartphones.

Essa jornada pode parecer revolucionária, mas Paul Willmott, co-líder global digital da McKinsey, ressalta que a transformação aconteceu através de múltiplos passos incrementais ao longo de quase duas décadas.

“Essas mudanças levam tempo, nada disso acontece durante a noite”, diz Willmott.

 O CIO DA Hitachi Data Systems, Renée McKaskle,  diz que a transformação de uma empresa de hardware para uma empresa de soluções de TI mais ampla está em andamento. E significou tirar proveito da computação em nuvem, construir as capacidades de internet da empresa e, agora, investir em Inteligência Artificial e a robótica. Essas novas tecnologias ajudarão as várias equipes da empresa a acessar os dados de que precisam para gerar decisões inteligentes.

“Há um platô em que você pode descansar, mas você nunca para. E o tempo de descanso é muito mais curto”, diz ela.

Mito 3: É possível transformar digitalmente o negócio, sozinho
Não! Você não pode fazê-lo sozinho.

“Muitas vezes, a Transformação Digital é conduzida pela organização de TI. Mas ainda há um nível de receptividade no negócio [liderança], muito importante. É aí que a TI tem que criar credibilidade e respeito para obter o respeito das outras áreas e liderar a organização”, Diz Wolff. “Os líderes de TI precisam educar e informar”.

A Ouellette & Associates, que desenvolveu a Curva de Maturidade da TI com base em um estudo de um ano com o Babson College , lista quatro estágios pelos quais as organizações devem passar: prestação de serviços básicos e soluções confiáveis nos estágios 1 e 2; a oferta de valor comercial como parceiro estratégico no estágio 3; chegando a ser um “antecipador” da inovação no estágio 4.

Wolff diz que aqueles no estágio 4 são capazes de transformar suas organizações porque têm a visão estratégica, visibilidade e o respeito de sua organização e a capacidade de vender sua visão de como suas organizações podem ser. Eles não são os convidados para a primeira reunião – eles são os organizadores dessa reunião.

Mito 4: A área de TI pode ser adaptar aos poucos
Os CIOs que desejam transformar suas organizações precisam ter visão, mas as grandes ideias não irão longe se a infraestrutura necessária e os conjuntos de habilidades adequados para implementar sua estratégia não estiverem presentes.

Larry Freed, CIO da Overhead Door,  em Lewisville, Texas, diz que durante seu mandato de seis anos ele testemunhou sistemas legados e abordagens desatualizadas que dificultam a empresa em suas habilidades para melhorar a experiência do cliente e oferecer qualidade usando as tecnologias integradas críticas nessa Era digital.

Na opinião de Freed, as fases iniciais da transformação tecnológica dizem respeito à condução de melhorias de processos e ao aumento da eficiência e da produtividade.  Freed enfatiza que construir uma base melhor ao longo dos últimos anos foi fundamental para avançar, criar melhores experiências de clientes e abrir novas oportunidades para transformar a empresa de 96 anos.

Só depois da cara arrumada é possível Investir na tecnologia certa permitirá que a empresa colete e analise os dados necessários para gerar oportunidades de negócios.

“Estamos em um ambiente muito competitivo, e se não fizermos investimentos para melhorar, nossos concorrentes o farão”, diz ele.

Analistas, conselheiros e CIOs que ajudaram a transformar suas organizações concordam que é preciso ter os blocos de construção adequados para mudar o poder. Eles precisam sair do legado, adotando tecnologias mais novas, como recursos em nuvem e Analytics, empregando trabalhadores tecnológicos que podem pensar de forma criativa sobre soluções empresariais, e desenvolver uma cultura que se mova tão rápido quanto as empresas e seja capaz de assumir riscos através do DevOps e princípios organizacionais semelhantes.

Muitas áreas de TI ainda não estão neste nível, segundo os analistas.

“A transformação digital “implica focar na própria tecnologia, e acho que é aí que as pessoas podem ter um papel preponderante”, diz Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia do grupo da indústria CompTIA . “Essas questões são pertinentes, mas também é preciso investir também na capacidade de pensar além da aquisição de tecnologia. Parte do jeito que você chegará lá passa por garantir que você tenha uma boa alfabetização tecnológica, então quando a nova tecnologia entrar, você terá pessoas prontas para lidar com o novo.”

A maioria das organizações se dá notas baixas nesta área. Quando perguntados sobre os esforços em direção à transformação digital, apenas 6% dos inquiridos se avaliou com um A, observando que estão à frente da curva. Outros 39% deram-se um B; 39% C, por manterem o ritmo, apesar de alguns obstáculos; 11% D, por o processo não está indo bem; e 5%, um F por não terem feito nenhum progresso.

Mito 5: O papel do CIO está garantido, porque a transformação digital depende da tecnologia.
Sim, a tecnologia dirige a Transformação Digital. No entanto, a Deloitte descobriu que muitos CIOs não estão prontos para exercer o seu papel nessa jornada. Por isso, a Deloitte divide os CIOs em três categorias: a primeira é do operador de confiança, onde o CIO dirige um jogo de eficiência tradicional; depois vem o co-criador de negócios, onde o CIO é mais um estrategista e se alinha com a liderança; e a terceira é o instigador da mudança, onde o CIO lidera a transformação. “Uma porcentagem significativa de CIOs ainda está naquela primeira categoria”, diz ele, acrescentando que os líderes de TI, no entanto, devem perseguir estar na terceira.

Os CIOs precisam ser visionários, caso contrário, eles serão encarregados de lidar com o encanamento, enquanto suas empresas criam novas posições (nomeadamente o papel deDigital Officer) para lidar as áreas capazes de impulsionar a transformação.

Não deixe isso acontecer, diz Scott Strickland, CIO global da Denon + Marantz Electronics , fabricante de equipamentos de áudio e vídeo.

“Se você está sentado com o negócio, o desenvolvimento de produtos, marketing e vendas, e você está trazendo para eles o estado da arte para  proporcionar  o uso da tecnologia para fazer as coisas de forma diferente, então você ganhou. Caso contrário, corre o risco de ser afastado do centro decisório”, diz ele.

Como outros CIOs, Strickland diz que sua área de TI se transformou ao longo do tempo, implementando uma gama de tecnologias de ponta. Esses investimentos em andamento, diz ele, têm sido fundamentais para mudar radicalmente o serviço ao cliente e o desenvolvimento de produtos.

Ele aponta especificamente para o aumento da Internet das Coisas. A maioria dos produtos da sua empresa está habilitada para IoT, então, quando os consumidores os compram e os inicializam em casa, eles também podem registrá-los facilmente. Por isso, diz Strickland, a empresa agora tem uma conexão com esse cliente – um relacionamento que não era possível no passado quando, os clientes lidavam apenas com varejistas vendendo o equipamento.

Strickland descreve como a TI e a IoT, em particular, transformaram o que a empresa pode oferecer, apontando para um problema recente com um produto de consumo. Um dos seus altofalantes HEOS desenvolveu uma questão de memória. Aproveitando os recursos de IoT incorporados aos alto-falantes, a empresa conseguiu fazer um teste para todos os seus produtos nessa linha – mesmo aqueles que já estavam vendidos e nas casas dos clientes. Este teste identificou cerca de 300 alto-falantes que precisavam ser substituídos. Strickland diz que a empresa entrou em contato com os clientes, alertando-os para o problema e enviando-lhes substituições antes que os próprios clientes já tivessem experimentado um problema.

Na verdade, o estudo Global Digital IQ Survey, da PwC , divulgado em fevereiro de 2017, descobriu que, de 2.216 líderes de TI e de negócios de 53 países, apenas 52% classificavam seu coeficiente Digital como forte. Índice menor do que o dos útimos dois anos: 67% em 2016 e 66% no ano anterior.

A PwC, que define o índice dogital digital como “habilidades de uma organização para aproveitar e lucrar com a tecnologia”, reconhece que a tarefa não é fácil.

Fonte: CIO

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Plano de Internet das coisas vai priorizar cidades inteligentes, saúde e áreas rurais

Cidades Inteligentes, Saúde e Rural. Essas serão as áreas prioritárias de direcionamento de iniciativas e políticas públicas para o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) no Brasil, de acordo com as conclusões da fase 2 do estudo técnico Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil, que é capitaneado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Além dessas três áreas, foram definidos os segmentos das indústrias de base (Petróleo & Gás e Mineração) e manufatureira (Têxtil e Automotivo) para compor o rol de prioridades, como setores mobilizadores para a indústria em geral. Esses quatro segmentos foram escolhidos devido à sua relevância para a economia brasileira e por sua agenda de inovação já em curso.

As conclusões do estudo – que é financiado pelo BNDES e está sendo desenvolvido por um consórcio liderado pela consultoria McKinsey, com a participação da Fundação CPqD e do escritório de advocacia Pereira Neto Macedo – vão subsidiar o Plano Nacional de Internet das Coisas, que deverá ser anunciado pelo MCTIC até o fim do ano.

A aspiração do Plano de IoT, definido a partir de contribuições da sociedade recebidas pela Internet e diversos fóruns de discussão, é “Acelerar a implantação da Internet das Coisas como instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, capaz de aumentar a competitividade da economia, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e promover a melhoria da qualidade de vida”.

Para chegar à conclusão sobre os ambientes das Frentes Prioritária e Mobilizadora, a equipe técnica adotou, além da aspiração, critérios como demanda, oferta e capacidade de desenvolvimento de cada segmento. Além disso, foram consideradas experiências internacionais, consultas públicas, eventos com especialistas, fóruns de governança e pesquisas digitais, que foram consolidados pelo Comitê Gestor do estudo.

Paralelamente, foram definidas as frentes horizontais de trabalho, que perpassam todos os segmentos selecionados. São elas: Capital Humano; Investimento, Financiamento e Fomento; Ambiente de Negócios; Governança e Internacionalização; Infraestrutura de Conectividade; Aspectos Regulatórios; Privacidade de Dados; e Segurança de Dados.

A terceira e última fase do estudo técnico está prevista para terminar em setembro. Nela, serão mapeados os desafios e definidos os planos de ação de cada frente de trabalho proposta para o Plano de Internet das Coisas.

Fonte: Convergência Digital

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Na Internet, você enxerga menos a cada dia!

Pode parecer contraditório, mas da maneira como as coisas estão sendo construídas, a Internet, que deveria nos abrir uma porta para o mundo, nos limita a vermos cada vez mais do mesmo.

Você provavelmente já passou pela experiência de ter visitado um website de comércio eletrônico e perceber que aquele produto que você viu começou a te perseguir em outros websites. É o que chamamos de remarketing e que tem sido utilizado cada vez mais pelas lojas virtuais para conseguir impactar os seus clientes, mesmo após eles terem saído de seus domínios.

Isso já aconteceu comigo e fez com que eu me tornar-se cliente. Após visitar alguns websites de móveis, toda vez que entrava na internet, via o anúncio do e-commerce visitado mostrando exatamente aquele móvel que estava pesquisando. E isso se repetiu por alguns dias. Não resisti e acabei comprando.

A mesma técnica aplicada ao comércio eletrônico também está presente em todo tipo de website.

Os algoritmos das redes sociais e de diversos websites podem funcionar mostrando para você conteúdos muito semelhantes àqueles que você interagiu. A lógica é: já que você gosta de determinado tipo de conteúdo continuará recebendo outros semelhantes. Assim, essas empresas aumentam a chance de obter o seu engajamento.

Até mesmo em sites de filmes isso pode acontecer. Quando determinado sistema de streaming resolve te recomendar somente aqueles tipos de filme que você já assistiu, você vai perder a chance de conhecer outros títulos que podem “fugir um pouco” do seu perfil. Isso pode tomar uma proporção maior, quando você percebe que todos ao seu redor estão assistindo as mesmas coisas.

A inteligência artificial ou simplesmente os algoritmos presentes nos diversos websites que você frequenta – e não exclua o Google da sua lista- te mostrarão cada vez mais opções parecidas com o que você consome. A consequência disso é que você será cada vez menos exposto ao novo, ao diferente e ao não usual para o seu perfil.

Imagine como seria um mundo onde os computadores te conhecem tão bem, que a sua vida acaba sendo ditada pelo o que os algoritmos determinaram que é melhor para você e para seus amigos. Ruim, não?

Mas existe uma solução?

Talvez para um ou outro website você consiga fazer uma navegação anônima ou desabilitar os cookies, mas o fato é que estamos entrando na era da internet das coisas (IOT). Sua geladeira, se ainda não está, poderá muito em breve estar conectada à internet e automaticamente quando as suas cervejas acabarem esses sistemas preencherão sua lista de compras. E se você quiser simplesmente mudar seus hábitos e tomar um bom vinho?

Por isso, como consumidor, fique atento ao seu redor para não ficar refém da tecnologia. Esperamos que no futuro os computadores também saibam que, de tempos em tempos, sentimos prazer em descobrir o novo, experimentar novas sensações, comprar diferentes produtos e viajar para lugares ainda não explorados.

Experimente desconectar-se da internet e ter novas experiências que fujam um pouco do seu perfil, como por exemplo, comer em um restaurante diferente ou conhecer um novo museu, sem nunca ter visto algo a respeito on-line. Também vai fazer bem para você!

Fonte: ADNEWS