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Nuvem privada reina na cloud brasileira

O Brasil abraçou a computação em nuvem e está começando a descobrir o big data, revela estudo da Frost&Sullivan, realizado com 313 empresas brasileiras.  Tanto é assim que até dezembro, 66% das corporações brasileiras devem usar pelo menos uma oferta de nuvem, enquanto 42% planejam investir na tecnologia, sendo que 25% delas investirão pela primeira vez. O relatório aponta que 41% das empresas no Brasil já utilizam a computação em nuvem.

A pesquisa indica ainda que, enquanto a maioria das empresas no país opta pelo modelo de nuvem privada, prevê-se que o modelo híbrido vai comandar a atenção significativa nos próximos anos. Esta tendência está em linha com a percepção crescente de que a melhor opção de implantação – on-premise, privado ou público – depende da solução em consideração.

Embora as empresas brasileiras tenham uma melhor compreensão do conceito de computação em nuvem, elas ainda se preocupam com a falta de confidencialidade dos dados. Sendo a segurança um fator importante para investir em computação em nuvem, infraestrutura, conectividade e acordo de nível de serviço foram citados pelos respondentes como os critérios mais importantes para a seleção de provedores de computação em nuvem.

“Prestadores de serviços de computação em nuvem devem conscientizar os clientes dos esforços que fazem para aumentar a segurança dos dados, por exemplo, obtendo certificação”, salienta o analista de mercado da Frost & Sullivan, Guilherme Campos. “Eles também devem assegurar que os clientes entendam que seus dados estarão seguros e inacessíveis a outras empresas”, completa.

Se cloud avança, o mercado brasileiro de big data analytics ainda não está maduro; são poucas as empresas que já investiram nessas soluções e estão mensurando os resultados. Mas a repercussão sobre o big data chamou a atenção das empresas do país. Até o final de 2015, mais de 34% das empresas brasileiras terão iniciado investimentos em big data analytics.

“Apenas 10% das empresas entrevistadas usam big data analytics, indicando que estas soluções têm uma prioridade menor na agenda do CIO quando comparada com cloud computing e outras tecnologias”, disse Guilherme Campos, analista senior de TI da Frost & Sullivan.

“A falta de consenso do que realmente é big data junto com a falta de profissionais especializados no mercado são atualmente os principais desafios deste mercado, o que explica o fato de 35% dos entrevistados não terem nenhum plano de começar a investir nestas soluções nos próximos dois anos”, completa o analista.

O uso de diferentes taxonomias pelos provedores de big data complementa essa falta de entendimento entre os clientes, mas o cenário tende a melhorar. Já em 2015, 29% das empresas pretendem fazer investimentos em big data, sendo que a maior parte (24%) investirá em big data analytics pela primeira vez.

“Em um país onde grande parte das empresas toma decisões somente com base na opinião de seus empregados mais experientes, a análise de dados pode fazer um mundo de diferença”, opina Campos. “Com big data analytics as empresas no Brasil podem obter dados de diferentes fontes para melhorar a tomada de decisões, reter clientes e descobrir novas oportunidades que não seriam tão visíveis sem uma ferramente analítica”.

Fonte: Convergência Digital

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INVESTIMENTO EM NUVEM PÚBLICA CRESCERÁ 153% EM 3 ANOS NA AMÉRICA LATINA

Conforme a consultoria Frost& Sullivan, a América Latina investirá, em 2017, US$ 2,866 bilhões em nuvem pública. E haverá, em 2020, 1,3 bilhão de aparelhos conectados na região.

Os investimentos em cloud pública (em suas três formas mais conhecidas, PaaS, SaaS e IaaS) na América Latina irão crescer 153% em três anos, passando para US$ 2,866 bilhões,  dos atuais US$ 1,113 bilhão, prevê a consultoria Frost&Sullivan.

Conforme as projeções da consultoria, em 2020 a América Latina terá 1,3 bilhão de aparelhos conectados, em 80 bilhões de aparelhos conectados em todo o mundo. Para cada residência, haverá pelo menos 10 aparelhos conectados. E para cada usuário, pelo menos cinco aparelhos conectados. Para suportar este crescimento, a empresa aponta o  constante dos investimentos em big data em todo o globo.

Somente no Brasil, México e Colômbia o mercado de big data deverá alcançar US$ 2,345 bilhões, com a liderança do mercado nacional, que irá somar perto de US$ 1,2 bilhão em quatro anos, prevê a consultoria

Fonte: Telesintese

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CIO brasileiro é menos responsável por evolução digital do que pares globais

Enquanto 47% dos líderes de TI do mundo se enxergam como principais agentes do processo, no Brasil proporção cai para 38%, revela o Gartner

CIOs brasileiros se veem menos responsáveis pelas transformações digitais em suas empresas do que pares do mundo e, inclusive, da América Latina. É o que revela pesquisa “Global Perspectives on Flipping to Digital Leadership: The 2015 CIO Agenda” (“Perspectivas Globais na Virada para a Liderança Digital: a Agenda 2015 do CIO”, em tradução livre), produzida pela consultoria internacional Gartner.

Conforme o levantamento, a proporção dos líderes que se sentem com esse papel é de 39% no Brasil, contra 47% da média global e 45% das respostas entre colegas latino-americanos. Atrás do Brasil estão China e Japão, ambos com 33%, e países ibéricos, com 38% das respostas.

Os CIOs que mais se sentem participativos no processo de transformação para o ambiente digital estão na Alemanha (58%), seguidos pelos norte-americanos (54%) e o grupo de australianos e neozeolandeses (52%).

Investimento de tempo

O Gartner pontua ainda que uma medida de liderança e influência na empresa é a quantidade de empenho do CIO com executivos seniores em comparação com o tempo dedicado à rotina da área.

Em 2015, CIOs mais estratégicos vão gastar menos de 40% do seu dia com a rotina de TI, dando preferência a investir 27% de seu tempo com outros C-levels, 18% com líderes de unidades de negócio e 16% com clientes externos.

Fonte: IT Forum

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Segurança cibernética para além do bem e do mal

Um equívoco bastante comum é o de se trazer o julgamento ético ou a preferência ideológica para a discussão relacionada à segurança cibernética das empresas, governos e sociedade. Julgamento equivocado e inócuo por dois motivos muito simples: primeiro, porque esse tipo de debate jamais conduzirá ao consenso e em nada ajudará na questão da segurança.

E segundo, porque, ainda que por motivos eticamente generosos e louváveis, qualquer pessoa ou grupo organizado que se apodere de certas armas, e as leve ao espaço público para fazer valer a sua opinião, deverá ser prontamente desarmado em favor do real interesse coletivo.

Vejamos, a este propósito, o caso dos cada vez mais sofisticados ataques DDoS (ou de negação de serviços). Para muitos, eles correspondem apenas à metáfora de um piquete (cuja validade ética não entra em questão aqui), no qual um grupo de pessoas promove um cerco na porta de entrada do escritório ou da fábrica que se deseja paralisar em função de uma reivindicação ou protesto.

No imaginário que se constituiu sobre a estratégia de ataques DDoS, esta prática é opcionalmente atribuída a um hacker especialista “do bem” (também chamado ‘hacktivista’), que organiza um cerco massivo ao site da empresa “maldosa” (aquela que não respeita a privacidade alheia, por exemplo); ou ao contrário, é atribuída a um cibercriminoso comum, sem ética e sem piedade, que utiliza o mesmo estratagema para enfraquecer os mecanismos de guarda de um banco, ou de uma empresa de cartão, para assim invadir os seus tesouros.

Ao lado dos dois personagens, campeiam o ciberterrorismo (que também promove o sequestro de dados, a sabotagem, o roubo, a fraude etc. por motivos políticos ou ideológicos) e a guerra fria cibernética em si, que envolve o engajamento de países com suas forças estratégicas de inteligência, e que não será objeto deste artigo.

Mas se a prática hacktivista pode às vezes ser considerada “do bem” por sua finalidade altruística (em contraposição ao sempre condenável cibercrime), de que lado devemos ficar quando o grupo hacktivista “Anonymous” invade e faz profanação em inocentes sites islâmicos, em nome do protesto “je suis Charlie”? ou quando os hacktivistas islâmicos do “L’Apoca-Dz” derrubam sites cristãos em nome da suas crenças?

Se a pergunta se refere à preferência ideológica ou à religião, cada um que opte por seu lado. Mas se a discussão é de fato voltada à questão da segurança, o papel do debatedor é ignorar solenemente tais embates. Os responsáveis pela segurança devem fazer uma suspensão radical desses julgamentos ideológicos e entender que, em ambos os casos, o que está sendo violado é o bom funcionamento da Internet do qual depende, em última instância, a tranquilidade pública.

Não só a tranquilidade dos sites e instituições afetadas, mas a de todos os cidadãos, obrigados a conviver com o aumento progressivo do medo e da frustração em relação às salvaguardas de autointegridade no espaço público da Internet.

Glamourizar ou não glamourizar o ativismo cibernético baseado em ferramentas hackers é uma questão que deve passar totalmente ao largo daqueles que precisam se preocupar com a segurança cibernética.

Que partam de uma agremiação idealista, a favor do direto inegável de minorias injustiçadas; ou que partam de organizações voltadas para promover o tráfico de crianças, as táticas de ativismo ancoradas em ataques cibernéticos comungam em pelo menos dois aspectos básicos:

Primeiro, todas elas exploram as vulnerabilidades técnicas de terceiros inocentes (que quase nunca têm algo a ver com o alvo de seus ataques) e usam de expedientes igualmente espúrios, como phishing; roubo de identidade; clonagem de páginas web; interceptação ilegal; reedição de códigos fontes; invasão de propriedade; violação de privacidade e violação de inúmeros direitos.

Segundo, todos esses tipos de agentes acabam negociando entre si, ainda que inadvertidamente, seja no submundo ou em fóruns lícitos de interação, para a troca de experiências e para as operações de compra e venda de kits para a atividade hacker. E isto engloba não apenas o tráfico de códigos maliciosos utilizados nos ataques, mas também as listagens globais de verdadeiros parques computacionais zumbis, que são transformados em clusters, tanto para o ataque de pane (DDoS), quanto para o processamento de dados, necessário à decifração de senhas ou à quebra de algoritmos em geral.

Assim, é papel da comunidade de segurança acompanhar o cibercrime, o ciberterrorismo e o hacktivismo como facetas de um mesmo movimento de constante pressão em que vive a sociedade atual (suas pessoas, suas instituições de estado, suas empresas e agremiações), em função da vulnerabilidade sistêmica que existe na Internet.

E cabe à indústria de software e dispositivos de segurança o esforço permanente de oferecer à sociedade os mecanismos de combate (prioritariamente, de proteção) contra toda a sorte de atacantes virtuais. Em outras palavras, a ordem é contribuir – de modo frio e agnóstico – para a mitigação dessas vulnerabilidades, que são cada dia maiores, mais complexas e mais desafiadoras.

Fonte: Decision Report

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Marketing Digital e Cloud Computing na prática

Muito se fala sobre o cloud computing, seus benefícios e atributos, mas pouco leio sobre seus casos práticos. Vamos falar então sobre o uso típico que uma agência digital faz dessa tecnologia.

Vou abordar dois cenários. O primeiro, mais abrangente, mostra a agência se beneficiando do cloud para atender suas necessidades internas. Esse caso se aplica a qualquer empresa de médio porte que não seja especializada em tecnologia, mas que precise dela no seu dia a dia (por isso decide terceirizar sua TI migrando para um provedor). Na segunda parte, falaremos do uso específico para o atendimento das demandas de seus clientes.

Uma agência digital de médio porte, antenada, usa o cloud tipicamente para uma ou mais das opções a seguir: para hospedagem do seu ERP, centralizando no cloud as informações financeiras e de controle do seu negócio; para armazenar propostas, apresentações, campanhas e projetos de seus clientes (ambiente conhecido como file server); para hospedar uma ferramenta de gerenciamento de projetos em Software as a Service (SaaS) usada em ambiente compartilhado pelos times de criação, atendimento, mídia e produção; em treinamentos; e obviamente no email.

Os benefícios de tirar todas estas ferramentas de dentro de casa, migrando para uma estrutura em nuvem são vários, destaco: mobilidade no acesso – qualquer colaborador pode acessar informações relevantes sem ter que estar fisicamente no escritório; segurança física dos dados ao migrá-los para um provedor competente – ficam em datacenters profissionais certificados, com acesso restrito e infraestrutura de ponta, garantido alta disponibilidade e possibilidade de contratar serviços de backup e redundância para armazenamento; além de tempo para focar no seu negócio.

Para o atendimento das necessidades de seus clientes, as agências digitais se beneficiam do cloud em pelo menos dois casos: para hospedagem de hotsites, suportando campanhas; e na hospedagem de aplicações, desenvolvidas para seus clientes, operadas pela agência, ou disponibilizadas por webservices.

Em ambos os casos, características do cloud como elasticidade, que permite o crescimento da capacidade de processamento de forma automatizada para absorver picos de demanda durante as campanhas, são essenciais. Por exemplo, no caso de uma campanha de TV, a cada “chamada” espera-se um crescimento exponencial do consumo de banda e recursos computacionais, que somente uma arquitetura bem montada em cloud, com escalabilidade horizontal e vertical, pode absorver.

Outro aspecto muito valorizado nesse mercado é a velocidade na contratação da infraestrutura. A dinâmica da propaganda e do mercado exige uma TI que responda muito rapidamente a demandas por infraestrutura, para um novo projeto que o cliente acaba de aprovar.

Toda empresa precisa de TI para aumentar sua produtividade, mas o ônus de ter que administrar essa complexidade não cabe no bolso da maior parte delas, por isso o modelo de terceirização em cloud cresce a taxas de dois dígitos por ano, e deve crescer mais forte ainda no Brasil nos próximos anos. Por ser um conceito baseado em software, permite a criação de servidores virtuais em prazos imbatíveis quando comparado a compra, entrega, comissão e ativação de servidores físicos.

Cada vez mais o marketing digital abocanha mercado na preferência dos anunciantes, por ser mais rápido, mensurável e barato que do que as mídias tradicionais. As empresas vêm orientando seus investimentos para ações de comunicação, usando a internet para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar sua rede de relacionamentos. Em resumo, esse marketing digital agressivo que conhecemos hoje – que suporta o crescimento dos serviços âncora da internet, os mecanismos de busca e as redes sociais – não existiria sem o cloud.

Fonte: Canaltech

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Apenas 30% das PMEs fazem gestão de TI

Em análise realizada pela M3Corp, de 10 empresas pequenas e médias, sete delas não possuem visão gerencial sobre ameaças, acessos indevidos de colaboradores a sites de conteúdo impróprio ou infectado e roubo ou perda de dados confidenciais.

A análise, realizada com clientes e usuárias do Professional Service e outras soluções, também identifica que as ferramentas usadas pelas PMEs estão sem gestão centralizada ou então, mal implementadas.

Diante desse cenário, a empresa indica dois principais passos para a gestão eficaz da TI de Pequenas e Médias empresas: Auditoria periódica, que adequa o ambiente de acordo com as orientações dos responsáveis pela ferramenta; e suporte com orientação e qualificação de parte técnica para manter colaboradores sempre atualizados frente às novidades do mercado.

Fonte: Decision Report

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Cloud reduz custos com TI em mercado financeiro

Um modelo de computação em nuvem rendeu à Enfoque Informações Financeiras uma redução de 25% dos custos de TI. Especializada em elaborar, desenvolver e transformar produtos e serviços de informações financeiras em ferramentas de suporte à tomada de decisão de investimentos nos mercados de risco, a empresa investiu cerca de R$ 2 milhões em TI nos últimos cinco anos. E, ao optar pela contratação de serviços de data center, hosting, firewall, backup e conectividade, a organização, conseguiu diminuir as despesas.

Após pesquisar qual seria a melhor solução de data center para otimizar sua infraestrutura de TI, a Enfoque optou pela Alog. A proximidade do data center, instalado no centro de São Paulo, com a Bolsa de Valores foi um dos fatores determinantes na escolha pelo site.

Rogério Nogueira, diretor de operações da Enfoque, explica que, no mercado financeiro, micro segundos são cruciais para qualquer negócio. Ele acrescenta que o site está a menos de 200 metros da Bolsa, o que oferece ultra baixa latência e alta disponibilidade para as soluções da Enfoque.

“Trabalhamos com informações em tempo real. Além de dados coletados de mais de 60 fontes de informação, em cinco continentes, processamos mais de 20 milhões de mensagens/dia – nossos bancos de dados somam aproximadamente 1 terabyte. Por isso, robustez, conectividade, segurança, eficiência de processamento e redundância de infraestrutura de TI são características fundamentais”, afirma Nogueira.

Segundo o executivo, a postura de neutralidade da Alog, com relação ao colocation de operadoras de Telecom, permite a contratação de fornecedores distintos. Nogueira diz que isso é crucial para alta disponibilidade dos serviços.

Ainda de acordo com Nogueira, por fazer parte da Equinix, a Alog consegue oferecer acesso à Plataforma Equinix – um programa de interconexão global com mais de 4500 empresas, brasileiras e do exterior, para possibilidade de novos negócios.

“Muitos de nossos clientes também são clientes da Alog, o que nos permitiu oferecer acesso aos serviços Enfoque com menor custo e maior estabilidade – a conectividade rack a rack, inclusive, aumentou a velocidade de transmissão das informações. Vale ressaltar que o modelo cloud computing nos permite oferecer alta disponibilidade com capacidade escalável para suportar picos sazonais de armazenamento e processamento de dados com total segurança”, explica.

Segundo Rodrigo Guerrero, diretor nacional de vendas da Alog nesse modelo, evitam-se contratempos de segurança, latência e até mesmo banda de internet. Ele explica que, como tudo é realizado internamente, os custos de implementação de projetos também são reduzidos”, acrescenta.

“A Enfoque, inclusive, pode explorar todo o nosso ambiente para encontrar, além de novos clientes, outros parceiros de negócios e agilizar, assim, todos os seus projetos”, completa Guerrero.

Fonte: Convergência Digital

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Pesquisador demonstra chip 43% mais eficiente para aplicações de IoT

Professor do MIT estuda design que permite ao componente economizar energia quando em estado de repouso

Um pesquisador do MIT demonstrou um design para um novo chip de rádio que pode melhorar a eficiência energética em aplicações de internet das coisas. O professor de engenharia elétrica, Anantha Chandrakasan, apresentou o componente em um evento realizado em San Francisco (EUA) na última seman.

Seu artigo, intitulado “A +10dBm 2.4GHz Transmitter with sub-400pW Leakage and 43.7% System Efficiency”, indica o potencial de economia e redução de perdas do modelo. A pesquisa está sendo financiada pela Shell e pela Texas Instruments.

Em um ambiente de IoT, onde inúmeros dispositivos usam conexão sem fio através de sensores e processadores, uma das preocupações dos arquitetos é fazer com que os endpoints sejam potentes o suficiente sem que consumam energia demais.

Isso vale tanto para entregas de automação residencial quanto para aplicações corporativas, onde se espera que o conceito ganhe tração.

“Há um desafio-chave no desenho desses circuitos para consumo extremamente baixo quando em repouso, pois muitos desses aparelhos ficam ‘inativos’ esperando por um evento que demande que se comuniquem quando surja tal necessidade”, comentou Chandrakasan, em comunicado. “Quando ativados, esses aparelhos precisam ser o mais eficiente possível; e quando desligados, não podem perder energia”, adiciona.

Fonte: Computer World

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Como melhorar a produtividade da equipe

Líderes de TI e especialistas de produtividade compartilham dicas de como melhorar o fluxo de trabalho e tirar o máximo proveito de suas equipes

1. Estabeleça metas – e seja “Ágil” 
“Seja ágil na sua definição de metas”, diz Zubin Irani, co-fundador e CEO da cPrime , consultoria de gestão. “Estabeleça metas para o trimestre – e quebre o trabalho em pequenos pedaços que possam, em seguida, serem facilmente atribuídos e gerenciados.”

2. Comunique metas, expectativas e papéis
“Forneça aos membros da sua equipe informações básicas e a visão estratégica por trás de cada projeto, atividade, tarefa, etc”, Hussein Yahfoufi, vice-presidente de Tecnologia e Serviços Corporativos da OneRoof Energia. “Bem informados, os funcionários ficam mais motivados e se sentem mais envolvidos com os projetos e os objetivos da empresa.”

“Todo mundo na equipe deve saber qual é o alvo no qual estão atirando e o que será considerado sucesso no final de sua jornada”, acrescenta Tony McClain, sócio-diretor e conselheiro da Geneca.

“É preciso ser absolutamente claro sobre o papel que desempenham no projeto e como eles vão ajudar a equipe a chegar à linha de chegada”, disse McClain. “É extremamente importante que todos os membros da equipe conheçam e entendam do que eles são parte e por que eles existem no que se refere à sua organização.”

3. Forneça ferramentas e infraestrutura que promovam a colaboração e a eficiência
“Esta é basicamente a regra fundamental para qualquer gestor de TI”, diz Wes Wright, CIO do Hospital Infantil de Seattle. “Mesmo o melhor time é tão eficaz quanto os recursos e sistemas que utilizam no dia a dia”, diz ele. “Se você quiser tirar o máximo proveito de sua equipe de TI, invista em ferramentas adequadas. Implante soluções intuitivas que ajudem os  usuários a reduzirem horas manuais e melhorem a precisão na identificação de problemas de rede, por exemplo.”

“Implemente uma estrutura que dê visibilidade e métricas compartilhadas para o desenvolvimento e as equipes de TI, de modo que a saúde de uma aplicação [ou projeto] seja  facilmente vista pelos integrantes das equipes, uma vez operacionais e que problemas possam ser resolvidos mais rapidamente”, diz Andi Gutmans, CEO da Zend.

“Ter recursos tecnológicos que permitam a comunicação através de sucursais/locais quando se trabalha em um projeto cross-escritório é uma obrigação”, acrescenta Aaron Weiss, diretor de Marketing, HP LaserJet e Enterprise Solutions . “Os gerentes de TI e CIOs devem ser capazes de gerar relatórios de status do projeto, facilmente, através do uso de sistemas de gerenciamento de documentos em nuvem que permitam que as equipes forneçam atualizações para o documento de status.”

Além disso, “os CIOs podem melhorar a eficiência da organização através da implementação de uma solução, independente de plataforma, que permita aos usuários sincronizar arquivos de trabalho importantes e acessá-los a partir de qualquer dispositivo, em qualquer lugar, a qualquer hora”, observa Ross Piper, vice-presidente de Estratégia Empresarial no Dropbox .

4. Agilize o fluxo de trabalho – E reduzir tarefas desnecessárias
“As equipes querem entregar coisas grandes e às vezes só precisamos eliminar as barreiras”, diz Charles Galda, CIO da GE Capital . “Temos um programa chamado TAP (Tecnologia de Aceleração Produtividade), que dá dicas simples sobre como usar a tecnologia melhor, encontrar o melhor momento para uma reunião com funcionários que trabalham em diferentes fusos horários, etc”, diz ele.

“Nós temos o hábito de rever continuamente aprovações e notificações dos gerentes, por isso sabemos quando determinadas tarefas já não agregam valor e podem ser eliminadas. A eliminação de etapas desnecessárias mantém ritmo, tornando-nos mais rápido e mais ágeis na resposta aos clientes, “

Além disso, pergunte a si mesmo: “Será que cada formulário, relatório de atualização de status, e-mail, mensagem e reunião é realmente necessário?” diz Steven A. Lowe, fundador / CEO da Innovator LLC.

“Se uma tarefa a ser feita, obviamente, não contribui diretamente para o objetivo em questão, veja se ela pode ser simplificada ou suprimida”, diz Lowe. E “peça para a equipe sugestões sobre formas de agilizar os processos e sobre que tarefas, ainda necessárias, poderiam ser feitas por outros.

5. Realize reuniões regulares – Mas cuidado para não cair na armadilha de reuniões excessivas
“Reuniões são uma oportunidade de compartilhar a visão departamental com a equipe e fazer com que todos estejam na mesma página”, observa Mazin Abou-Seido, diretor de Tecnologia da Informação da Halogen Software. “Descobrimos que, compartilhar o objetivo e o andamento de cada etapa realizada para atingi-lo [nas reuniões mensais e trimestrais] dá para toda a equipe uma melhor compreensão do que estamos tentando realizar e incentiva todos a trabalharem em conjunto para alcançar objetivos comuns.”

Basta ter cuidado para não cair na armadilha da reunião excessiva. Agende reuniões de equipe ou departamento uma vez por semana ou uma vez por mês, e certifique-se que o dia ea hora estejam reservados na agenda de todos.

6. Reduza relatórios
“Você contratou pessoas inteligentes e talentosas, aptas a fazer o trabalho. Agora deixe-as fazê-lo”, diz Jonathan Bruskin, consultor de liderança e gestão da Excella Consulting . “Microgerenciamento e supervisão pode matar a criatividade e a motivação”, observa ele. “CIOs, executivos e gestores de projeto podem aumentar a produtividade de suas equipes, comunicando metas e evitando obstáculos administrativos.”

Além disso, “reduza a quantidade de relatórios que eles precisam fazer, para que possam se concentrar no trabalho a ser feito”, aconselha Christian Buckley, diretor da Metalogix. “Se mais de 10% do seu dia é gasto na produção de relatórios sobre o trabalho que estão fazendo, há algo fundamentalmente errado”, diz ele. “Constantemente, revise e refine relatórios para manter suas métricas otimizadas.”

7. Forneça feedbacks em tempo real – Tanto positivos quanto negativos
“Reconheça imediatamente e publicamente as realizações dos membros da equipe”, diz Halley Bock, CEO e presidente da Fierce. “Por outro lado, aborde questões ou áreas que precisam ser melhoradas imediatamente. Feedbacks de desempenho em tempo real capacitam os indivíduos a tomarem posse de seu trabalho, gera confiança e permite que eles saibam onde eles estão em todos os momentos.”

8. Afaste distrações
“Determine etapas do trabalho onde o mensageiro instantâneo deve ser desligado e as reuniões, evitadas”, diz Nathan Gilmore, co-fundador da TeamGantt. “Ter horas ininterruptas de trabalho pode fazer a produtividade da equipe subir.”

9. Implemente um programa inteligente de pagamento por performance
“Na Halogen nossos funcionários definem as metas a cada trimestre, em linha com os maiores objetivos da empresa”, diz Abou-Seido. “Como parte de nosso programa de remuneração por desempenho, as metas individuais dos funcionários estão vinculadas a nossa Gestão por programa (MBO), que oferece bônus trimestrais”, diz ele.

“Além de metas individuais, os membros das equipes também têm metas compartilhadas, que incentivam a colaboração e o trabalho em equipe. Empregados trabalham com os seus gestores para definir seus objetivos, e, como tal, são envolvidos no processo eestão  altamente motivados para alcançá-los”, diz Abou -Seido.

10. Ofereça oportunidades de desenvolvimento
“Dê aos trabalhadores uma oportunidade de intensificar e assumir um novo desafio ou responsabilidades”, diz Bock. “A oportunidade de desenvolvimento individual mostra para  toda a equipe que há oportunidades de aprendizado e de avanço disponíveis”, diz ela. Também ilustra que, como um líder, você está disposto a arriscar, e confia em que  os funcionários farão o seu melhor para serem bem sucedidos. “

11. Alimente-os. Literalmente
Há uma razão pela qual as empresas oferecem comida de graça, como faz a Google. “Certifique-se de manter o bem estar de sua equipe”, diz Gina Hunter, da Groopt.

“Às vezes só precisamos de uma pausa para o lanche para nos manter mais ativos ao longo do dia”, diz Hunter. E “é muito mais conveniente [e produtivo] ser capaz de pegar algo no escritório, em vez de andar pela rua.”

Fonte: CIO

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Saiba as diferenças entre computação em nuvem e computação em grade

Com a evolução da internet as empresas estão utilizando de diversas possibilidades para deixar cada vez mais seus produtos ou serviços competitivos no mercado. Dentre as diversas e conhecidas vantagens que as empresas podem utilizar na internet, estão o conceito de computação em nuvem e computação em grade. A seguir é abordado o conceito de computação em grade e computação em nuvem, bem como suas diferenças.

O que é computação em grade?

Nos dias de hoje a capacidade de processamento é limitada, tanto em nossos computadores pessoais ou mesmo em servidores de diversas empresas. Agora imaginemos ter a disposição mais taxa de processamento assim que a demanda de processamento do servidor estiver no pico, isto sem a necessidade de conhecer todo o aparato computacional que existe através deste processamento. Este conceito de processamento é chamado de Computação em grade (Grid Computing).

Computação em grade tem o objetivo de combinar poder de processamento de milhares ou até milhões de pequenos computadores ligados em redes locais ou redes de longa distancia para que seja possível processar grandes tarefas em um determinado servidor. As aplicações de computação em grade são executadas em um servidor virtual, no qual tem integração com outros recursos capazes de compartilhar recursos de forma rápida e de fácil gerenciamento.

O que é computação em nuvem?

Computação em nuvem (Cloud Computing) tem o objetivo de fornecer todos os recursos computacionais como um serviço através da internet. Um exemplo é que no inicio do século XIX, durante a revolução industrial, as indústrias tinham que produzir sua própria energia elétrica ou mecânica. Hoje em dia as indústrias consomem energia como um serviço, pagando somente o que se utilizar [1]. A computação em nuvem tem uma proposta similar, onde os recursos computacionais passarão a ser responsabilidade de empresas especializadas, onde irão gerenciar os recursos e comercializá-los como serviço através da internet.

Computação em nuvem pode ser descrito como um imenso ambiente de servidores virtuais ou físicos, chegando a um conceito de recursos computacionais que contemplam capacidade de processamento, armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e serviços disponibilizados na internet [2].

Diferenças de conceito entre Computação em Grade e Computação em Nuvem

Existe sempre uma confusão entre o conceito de computação em nuvem e computação em grade, pois ambos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos [3].

O conceito de computação em grade é basicamente oferecer poder de processamento através de algum mecanismo, já de computação em nuvem é fornecer toda pilha de recursos computacionais sob demanda, através da internet e consumindo como um serviço. Apesar das similaridades, os paradigmas trabalham com conceitos diferentes que podem trabalhar em conjunto ou podem trabalhar de forma isolada.

Podemos tomar como exemplo duas situações:

Situação A

Uma empresa de engenharia necessita de um servidor com alta performance para realizar cálculos para uma determinada solução. Esta empresa não dispõe de capital para realizar a compra de um servidor que atenda a sua necessidade neste momento.

Neste caso esta empresa de engenharia pode contratar um fornecedor especializado de Grid Computing, onde o fornecedor vai fornecer um ambiente de processamento que atenderá a necessidade da empresa de engenharia. Através deste ambiente de processamento existem diversas máquinas com os processadores ociosos, partindo disso existe um servidor central que irá gerenciar o processamento de todos os cálculos, onde receberá através da internet de cada maquina com o processador ocioso um fragmento da informação processada. Logo temos um servidor com alto poder de processamento.

Situação B

Uma pequena empresa de manufatura necessita de aplicativos de escritório como, por exemplo, o pacote da Microsoft, o Microsoft Office, que tem integrado em sua solução diversas ferramentas como editor de textos, planilha para realização de cálculos, editor para apresentação de slides entre outros aplicativos.

Esta pequena empresa não dispõe de capital para comprar toda uma solução de aplicativos de escritório. Com isso ela tem a oportunidade de utilizar-se do conceito de computação em nuvem.

Um modelo de computação em nuvem é o SaaS (Software as a Service) ou software como serviço. Neste modelo são oferecidas soluções de softwares através da internet, ou seja, a empresa não necessita de compras de licenças para ter uma solução, mas apenas necessita contratar um serviço de um provedor que oferece aplicativos para escritório. Podemos citar como exemplo uma solução de aplicativos de escritório que é gratuita, o Google Docs.

Nas situações A e B vimos similaridades de necessidades. As duas empresas não tinham capital para aquisição da solução, e como uma forma de solucionar o problema, foi proposta a utilização do conceito de computação em grade e computação em nuvem. Como se podem observar ambos os conceitos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos.

Portanto os dois conceitos abordados neste artigo têm objetivos semelhantes, porém trabalham de formas diferentes e para fins diferentes.

Fonte: Administradores