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Nova obrigatoriedade do Manifesto do Destinatário Eletrônico passa a valer para distribuidoras de cigarros e bebidas

A partir de agosto, as empresas terão de se adequar às novas regras de controle fiscal para recebimento de mercadorias

A partir de primeiro de agosto de 2015, as novas regras de controle fiscal incluem, no recebimento das mercadorias, a operação do Manifesto do Destinatário Eletrônico (MD-e). As novas regras passam a valer para os distribuidores de cigarros e bebidas em geral, o que era um processo voluntário, até então.

O MD-e tem o objetivo de trazer maior segurança nas operações fiscais das empresas, garantindo que não houve uso indevido de seu CNPJ e de sua Inscrição Estadual para acobertar operações fraudulentas de remessas de mercadorias para destinatários diversos do indicado na Nota Fiscal Eletrônica. Além disso, ele proporciona segurança jurídica no uso do crédito fiscal correspondente, pois uma nota não poderá ser cancelada pelo seu emitente após o registro do evento de confirmação de operação de entrada pelo destinatário.

Adão Lopes, CEO da Varitus Brasil, empresa desenvolvedora de softwares para emissão, gestão e armazenamento de documentação fiscal eletrônica, nos conta: “O MD-e já era obrigatório para distribuidores de combustíveis, desde 2013 e, também, para todas as notas com valores superiores a R$ 100 mil, independente do ramo da empresa. A ideia é que o processo fosse gradual. Agora chegou a vez de empresas transportadoras de cigarros e bebidas, alcoólicas, refrigerantes e água”.

O não cumprimento do novo modelo implica em considerar a NF-e como inidônea, o que pode trazer às empresas muitos problemas junto ao Fisco. Importante também o emissor da NFe (nota fiscal eletrônica) ficar atento com o evento de manifesto executado pelo destinatário, podendo em alguns casos desconhecer uma operação legítima, coisa que também pode gerar passivo fiscal.

A Manifestação do Destinatário (MD-e), ocorrência relacionada com uma NF-e, chamado de um Evento de NF-e podem ser classificadas através de seu progresso em trânsito. Esses estágios são:

· Ciência da Operação: quando é constatado o recebimento pelo destinatário ou pelo remetente de informações relativas à existência de NF-e.

· Confirmação da Operação: é a manifestação do destinatário confirmando que a operação descrita na NF-e ocorreu com sucesso.

· Operação não Realizada: é a manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada, mas esta operação não se efetivou. Podendo o caminhão voltar com a mesma NFe e o evento de operação não realizada já efetuado na SEFAZ.

· Desconhecimento da Operação: é a manifestação do destinatário declarando que a operação descrita da NF-e não foi por ele solicitada.

“A Varitus, inclusive, está pronta à ofertar uma solução pronta e adequada às novas obrigatoriedades, juntamente com o armazenamento seguro e monitoramento dos eventos dos destinatários para notas emitidas. É de suma importância que esses processos sejam acompanhados e monitorados, evitando passivos, gerando economia, confiança nas operações e um controle muito maior para a empresa e para os órgãos de fiscalização”, finaliza Adão.

Fonte: SEGS

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Empresas levam cerca de 200 dias para descobrir que foram hackeadas

Companhias precisam estabelecer uma visão holística de segurança para serem mais ágeis na detecção e resposta de ameaças, defende Cisco

 

As empresas precisam mais agilidade na detecção e resposta aos ataques hackers, adverte a Cisco. A gigante de redes divulgou o relatório globalMidyear Security Report 2015, no qual defende que uma postura proativa é fundamental para minimizar as consequências de ameaças cada vez mais sofisticados.

De acordo com a fabricante, as empresas levam cerca de 200 dias para descobrir que foram hackeadas. “É preciso criar uma visão holística e integral dos projetos”, sentencia Marcelo Bezerra, líder de engenharia na provedora para a América Latina, sugerindo uma abordagem que busque visibilidade, avalie contextos e aplique inteligência nas ações orientadas à proteção.

A ideia é identificar métodos e ferramentas que preencham lacunas e brechas, construindo um ambiente de segurança que entenda os negócios e contemple toda a cadeia de suprimento onde uma companhia atua.

Na visão do executivo, há uma grande quantidade de servidores vulneráveis no Brasil. “Existe um erro comum, que é subestimar os adversário”, comenta. “Ainda temos a ideia do hacker adolescente. Hoje, há toda uma indústria voltada à invasão de sistemas e roubo de dados, tão lucrativa quanto ao tráfico de drogas”.

Segundo o gerente, o cibercrime movimenta entre US$ 450 bilhões e US$ 1 trilhão por ano, só nos Estados Unidos. Justamente por isso, trata-se de uma indústria que inova constantemente para não se tornar obsoleta.

 

Fonte: CIO

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Gerenciamento de dados pode ajudar empresas

Para acompanhar um mercado empresarial extremamente competitivo e obter sucesso em suas iniciativas, é necessário que as companhias absorvam a enorme quantidade de informações geradas a todo instante e as gerencie de forma inteligente, produzindo conhecimentos valiosos para a tomada de decisão. Diariamente, empresas enfrentam o desafio de receber grandes volumes de dados oriundos de sistemas distintos.

Quando o banco de dados é bem estruturado, uma empresa é capaz de conhecer o perfil do cliente, examinar seus hábitos de consumo e determinar iniciativas que podem fidelizá-lo à marca, além de atrair novos clientes com ações de marketing, campanhas personalizadas ou outros projetos que também envolvam a expansão de negócios de áreas específicas da companhia.

A complexidade das informações está cada vez maior. Hoje em dia, as grandes estratégias são fundamentadas em dados, garantindo ganhos mais efetivos para a companhia. Para manter a organização desses conteúdos é necessário eliminar a redundância de informações com a utilização de ferramentas e sistemas com uma solução única que possibilite a integração e gerenciamento desses dados. A ideia é englobar desde pequenos projetos táticos até grandes iniciativas de negócio. Esse tipo de serviço permite que a organização gerencie seus projetos de forma eficiente, qualificada, em tempo reduzido e baixo custo operacional.

As ferramentas desenvolvidas para o gerenciamento de dados das organizações possibilitam uma centralização no armazenamento dessas informações, processando-as rapidamente e movimentando-as entre diversas plataformas e sistemas, o que possibilita maior confiança e precisão de dados estratégicas.

 

Fonte: Decision Report

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Como se manter competitivo em um cenário de rápidas mudanças tecnológicas

Para quem deseja ser competitivo no segmento tecnológico, a velocidade de entrada no mercado é essencial. Já não é nenhum segredo que as margens apertadas e níveis de estoque voláteis indicam que a produção precisa ser a mais eficiente possível, e por isso, os processos complexos precisam ser otimizados cada vez mais. Há pouco espaço para falhas de comunicação, falta de estoque, qualidade irregular ou atrasos na produção. Qualquer uma dessas contínuas pequenas falhas de produção pode ser desastrosa, fazendo com que um fabricante perca todo um ciclo ou perca um mercado para o “primeiro que chegar”.

Aqueles simples “palpites” não são mais suficientes para identificar as verdadeiras oportunidades. A análise de padrões cíclicos de mudanças, previsão de preferências do cliente e resposta ágil às constantes mudanças em inovação tecnológica podem ser difíceis. Mas existem ferramentas para auxiliar os fabricantes de produtos eletrônicos e de alta tecnologia a transformar estas informações vistas de modo caótico em um plano estruturado por lucratividade.

A tecnologia deve assumir uma função central na gestão deste desafio de inteligência de negócios e otimização de processos de modo misto. Soluções de TI integradas com análises inclusas de grande quantidade de dados criaram novas expectativas e redefiniram a função das soluções de software, convertendo empresas reativas em proativas.

De fato, fabricantes de produtos eletrônicos e de alta tecnologia com visão futurista que adotaram a tecnologia ERP estão entre os melhores na operação enxuta, criando novas normas operacionais e melhores práticas. Motivados por clientes exigentes e fortes pressões de mercado, o modo de sobrevivência tem impulsionado estas empresas a fazer mais, melhor, mais rápido, com mais inteligência e menos recursos (produção enxuta).

Elas estão definindo rapidamente novas normas de produção de fabricação, alterando as principais competências da fabricação. Empresas que não estão acompanhando à altura e incorporando novos conceitos de melhoria de processos correm o risco de serem eliminadas por fabricantes ágeis e agressivos em mercados emergentes. Uma maior agilidade pode ajudar os fabricantes a aproveitarem as tendências de curta duração e vencerem concorrentes no mercado, usando a mais recente inovação ou lançamento atualizado.

Tendo o software adequado, os fabricantes podem focar nas tendências com antecedência e projetar resultados no tempo. Funcionalidades ERP avançadas, incluindo gerenciamento de vida útil do produto (PLM) para agilizar novas introduções de produtos, e planejamento de operações e vendas (S&OP) para melhor gerenciar complexidade, podem auxiliar fabricantes com visão de futuro a transformar estes desafios em oportunidades para se sobressaírem e superarem a concorrência.

Mas como atender às demandas?

Para atender às demandas do cliente por velocidade, valor e novas introduções de produtos, é preciso fazer três melhorias fundamentais:

1. Otimizar a cadeia de fornecimento
Fabricantes modernos devem gerenciar suas cadeias de fornecimento com maior velocidade, escopo, agilidade, rastreabilidade e profundidade do que se poderia imaginar há uma década. Como a volatilidade econômica global exige maior flexibilidade geográfica e capacidade de gerenciar uma rede global de recursos, sua estratégia de cadeia de fornecimento deve incluir a capacidade de suporte a diversos idiomas, moedas e requisitos de conformidade, enquanto mantém visibilidade em uma ampla rede de fornecedores, prestadores de serviços e distribuidores. Como as questões de conformidade, responsabilidade e rastreabilidade trazem alto risco e preço elevados, é mais importante que nunca monitorar fornecedores e recursos de forma mais detalhada.

A única maneira de monitorar e gerenciar com eficiência uma rede tão complexa e manter a vigilância em programações e desempenho é por meio de soluções de fabricação. Você deve ser capaz de monitorar as condições de status atuais e, ainda, precisa antecipar situações e empreender ações preventivas para evitar potenciais entraves. Ao dominar a complexa tarefa de fornecimento de bens aos clientes com lucratividade, você pode expandir sua rede, mantendo um controle firme e obtendo visibilidade em detalhes críticos.

2. Otimizar recursos e estoque
Um depósito repleto de mercadorias não vendidas ou peças inutilizáveis é um investimento caro e arriscado para um fabricante. É essencial que você alcance um equilíbrio entre ter peças e produtos suficientes em estoque para satisfazer pedidos para curto prazo, mas não tanto que possa criar um consumo desnecessário no fluxo de caixa. Você pode obter esse equilíbrio aproveitando as soluções de estoque que ajudam a analisar, de modo rápido e preciso, o que você possui, prever o que será necessário, e fazê-lo de modo totalmente eficiente.

Uma solução de inteligência de negócios e gerenciamento de depósito pode fazer muito mais do que simplesmente auxiliar na previsão e demanda de produtos. Pode também contribuir com a compreensão do mix de produtos ideal e mostrar como a lucratividade de um produto se compara com a de outro, afim de manter um estoque sem ariscar a lucratividade.

3. Comprometer-se em controles de qualidade e excelência operacional
Os benefícios das iniciativas de qualidade dos fabricantes vão além de um interesse na redução de defeitos dos produtos, embora este seja um resultado altamente desejável. Um compromisso permanente com a qualidade possui um impacto positivo imediato na lucratividade, eficiência, fidelidade do cliente e uma gama de benefícios de desempenho inerentes.

A gestão de qualidade é particularmente importante em muitos segmentos de alta tecnologia, especialmente quanto à regularidade de funções (para especificações), alinhamento de peças de precisão e qualidade de desempenho digital ou elétrico de muitos itens eletrônicos. Controles de qualidade rígidos normalmente distinguem nomes de marca de imitações baratas.

Será preciso monitorar toda sua operação para garantir que todos os processos permaneçam coerentemente eficientes e confiáveis. Você precisa ainda fiscalizar obrigações contratuais com clientes, gerenciar garantias, adequar-se a legislações do segmento e atingir objetivos de resultados da fábrica.

Soluções de fabricação sofisticadas podem simplificar seus esforços de coleta, armazenamento e análise de dados, e tornar tais dados de fácil manipulação com ferramentas de inteligência de negócios inclusas. Adicionalmente, você pode ainda empregar soluções altamente flexíveis que permitem que as máquinas até mesmo conectem-se entre si. Esta abordagem abrange a telemática, conectividade M2M e a internet das coisas, que permitem que as máquinas usem sensores inteligentes para retransmitir informações de volta para o sistema de fabricação.

 

Fonte: CIO

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Quando a inovação supera o risco

Muitas empresas com as quais nos relacionamos atualmente nasceram na era da rápida inovação tecnológica: têm os negócios baseados em aplicativos, processos eficientes, baixo custo de operação, dão respostas rápidas e conseguem entender o comportamento dos clientes e, além disso, adaptam-se com grande agilidade às necessidades deles. Os empreendimentos – em alguns casos, chamados de “start-ups” – focados em serviço são os que mais se destacam e nem nos damos conta do quão comum é pedirmos comida, táxi, reservarmos hotel e até adquirirmos cartão de crédito com apenas alguns clicks.

Mas nem só de novidades é feito o nosso dia a dia. Ainda mantemos contato muito próximo com empresas que, mesmo tentando se encaixar nesse mundo, possuem um custo alto de operação e convivem com tecnologias antigas, as quais não podem ser simplesmente desligadas ou substituídas.

Um exemplo são as empresas do mercado financeiro, que, embora convivam com um legado, têm outra característica marcante: a capacidade de investimento para inovar. O nosso sistema bancário é um dos mais desenvolvidos do mundo e acompanha, como poucos, o comportamento da nova geração da tecnologia. São inúmeras aplicações móveis, uma ampla gama de serviços e formas de atendimento diferenciadas que melhoram a experiência e até fidelizam os clientes. Essa capacidade pode ser identificada facilmente, ou você não realizou nenhuma transação hoje por meio do seu aplicativo móvel ou internet banking?

Por quanto tempo isso será novidade? Sabemos que inovar de maneira cada vez mais ágil é preciso, mas, garantir a segurança e a estabilidade dos serviços prestados também. Por essa razão, o cuidado com o ambiente antigo é fundamental. Os bancos possuem um grande sistema legado, softwares robustos que suportam suas transações; são verdadeiras espinhas dorsais do negócio e qualquer nova aplicação impacta diretamente em sua operação.

Mesmo com o crescimento brutal dos aplicativos, ainda não vimos todo o potencial que esses serviços podem nos oferecer. Isso pode gerar ameaças para as grandes instituições. Qual será o posicionamento delas? Hoje, há casos em que – apesar de todo o investimento em tecnologia – as decisões dessas instituições financeiras são tomadas tendo como base políticas padronizadas, aplicadas igualmente a todos os clientes. Essa prática parece espantosa se considerarmos que o avanço tecnológico possibilita justamente o contrário: que essas instituições bancárias tenham acesso, por meio de redes sociais ou dentro dos próprios bancos de dados, ao comportamento de consumo dos clientes, para, assim, ofertar produtos de maneira mais personalizada. Este paradoxo ocorre justamente pela falta de capacidade de uma rápida adaptação e ausência de mecanismos que deem visibilidade ao impacto dessas inovações nas tecnologias do banco.

Afim de evitar problemas gerados por esse impacto e interrupções dos serviços, é preciso, antes de qualquer coisa, ter visibilidade total desse universo. A nova aplicação precisa integrar-se perfeitamente – e com rapidez – às já existentes. Mais do que isso, ela precisa ser desenvolvida tendo em vista a plataforma na qual será implantada, sobre quais operações atuará, quais clientes atingirá e qual diferencial imprimirá ao negócio. Todas essas pontas precisam estar muito bem amarradas para o investimento em um novo aplicativo ou funcionalidade fazer sentido.

Ótimas aplicações podem ser desenvolvidas de forma muito rápida, entretanto nem sempre elas são introduzidas adequadamente em um ambiente complexo ou pensadas considerando processos inovadores e criativos. Quando qualquer problema derruba um sistema bancário, por exemplo, ele deixa de realizar transações e gera perdas financeiras significativas que nem sempre são consideradas. Por isso, a clareza e conhecimento do ambiente são fundamentais para o CIO conseguir uma perfeita harmonia entre a inovação atual, a que está chegando, o legado que continuará existindo e até o potencial de substituição deste legado que resultar em reduções significativas de custo e risco.

Sabe-se dos vários riscos inerentes à inovação, mas assim como uma construção não resiste sem um bom alicerce, um sistema legado precisa de uma arquitetura bem estabelecida com transparência e preparo para suportar o novo. Esse é o ponto de partida para o sucesso de qualquer tecnologia que vise modernizar e trazer vantagens competitivas às organizações.

Fonte: CIO

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Jovens preferem atendimento via redes sociais

A Salesforce divulgou a nova pesquisa sobre o que a geração do milênio espera do atendimento ao cliente em comparação a outras gerações. Definida como aqueles com idade entre 18 e 35 anos em 2015, essa geração tem influência crescente, correspondendo a mais de um terço da força de trabalho hoje. Eles também têm poder de compra significativo, gastando cerca de US$ 200 bilhões por ano, e isso deve dobrar até 2020.

Ao contrário dos boomers, que preferem os canais de suporte tradicionais, como telefone e atendimento em pessoa, e a geração X, que é mais propensa a pesquisar na web e em FAQs on-line, a geração do milênio cresceu em uma cultura de mídias sociais de imediatismo e personalização.

Para conectar-se com esta importante geração, cada empresa de crescimento rápido deve oferecer ao cliente moderno serviço perfeitamente integrado com as redes sociais e aplicativos. Essa pesquisa mostra que a geração do milênio irá influenciar o futuro do atendimento aos clientes e que os negócios precisam adaptar suas ofertas para corresponder às expectativas dessa geração crescentemente poderosa.

Quatro de cinco membros da geração do milênio usariam as mídias sociais para atendimento ao cliente, e preferem esse canal em comparação à web, telefone ou chats online. Isso é aproximadamente duas vezes o número de boomers, os quais preferem ligações telefônicas para obter atendimento ao cliente, em relação a qualquer outro canal de suporte.

Segundo a pesquisa, os membros da geração do milênio evitam ardentemente ligar para o atendimento ao cliente. De fato, 34% deles iriam preferir ir ao dentista, 32% iriam preferir fazer compras na véspera do Natal, e 26% iriam preferir ir ao Detran do que ligar. Entre os membros da geração do milênio, o Facebook é o canal de mídias sociais mais popular para questões de atendimento ao cliente e ele é usado duas vezes mais do que o Twitter, que é o segundo site de mídias sociais mais usado.

Aproximadamente 25% dos membros da geração do milênio esperam obter uma resposta dentro de 10 minutos após acessar o atendimento ao cliente via mídias sociais, e mais de 30% esperam a mesma velocidade de resposta quanto enviam uma solicitação via mensagens de texto. Além disso, essa geração não perdoa serviços ruins: cerca de um quarto deles boicotariam uma empresa após uma experiência ruim. Através das gerações, 82% das pessoas iriam parar de usar uma empresa após a terceira experiência ruim.

Fonte: Decision Report

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Mercado global de cloud salta 25% no primeiro trimestre do ano

Dados do relatório Worldwide Quarterly Cloud IT Infrastructure Tracker, da IDC, indicam que a receita com a venda de produtos de infraestrutura (servidor, armazenamento e switch Ethernet) para cloud, incluindo as modalidades pública e privada, cresceu 25,1% ano sobre ano somando US$ 6,3 bilhões no primeiro trimestre de 2015.

A consultoria destaca que esse foi o segundo maior crescimento nos cinco trimestres que a IDC monitora esse mercado e a segunda maior em termos de despesa total em nove trimestres.

Os gastos com infraestrutura de TI na nuvem saltou para quase 30% das despesas globais de infraestrutura de TI no primeiro trimestre do ano, pouco acima dos 26,4% de um ano atrás. A receita com venda de infraestrutura para cloud privada cresceu 24,4% ano a ano movimentando US$ 2,4 bilhões, enquanto as vendas para nuvem pública cresceram 25,5%, atingindo a marca de US$ 3,9 bilhões.

Em comparação, o segmento de infraestrutura de TI tradicional, ou seja que não está na nuvem, aumentou 6,1% no primeiro trimestre, em grande parte impulsionado pelo crescimento nas vendas de servidores.

De acordo com a IDC, a migração para a nuvem tem impulsionado o mercado, tendência que deverá ser mantida nos próximos meses.

O levantamento mostra que, no período estudado, a HP liderou a receita em vendas de infraestrutura de TI para cloud, seguida por DellCiscoEMCNetApp e Lenovo. A HP também assumiu o topo do ranking em market share, com 15,7%.

Fonte: It Forum 365

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Dez coisas que CIOs precisam saber sobre desenvolvimento ágil

Os CIOs são pressionados diariamente a apoiarem negócios digitais de rápida evolução. Os métodos tradicionais de desenvolvimento, contudo, muitas vezes são incompatíveis com tais necessidades. Para superar esse problema, as empresas cada vez mais se voltam ao desenvolvimento ágil como forma de acelerar seus projetos e ilustrar seu valor, indica um relatório do Gartner.

Nathan Wilson, diretor de pesquisa da consultoria, afirma que a execução correta da metodologia ágil tem o potencial de impactar na entrega de valor a partir da tecnologia, o que só acontece se tanto o CIO quanto a equipe de gerenciamento de TI forem dedicados à mudança de cultura necessária para o sucesso.

“Bem feito, o desenvolvimento ágil pode integrar o portfólio de métodos usados por um CIO para lidar com a crescente demanda por inovação no negócio”, defende Wilson. “Mal feito, ele criará mais problemas do que é capaz de consertar”.

O Gartner identificou dez princípios para um desenvolvimento ágil:

1. É um método plural

A metodologia ágil é um conjunto de abordagens de desenvolvimento de software que compartilham uma filosofia comum, mas se diferenciam em pequenos detalhes de suas implementações. O procedimento ágil é adaptado a diferentes problemas. Empresas sofisticadas com experiência podem usar mais de uma abordagem, mas as iniciantes devem selecionar um modelo e dominá-lo antes de testar novas formas.

2. Não implemente pela metade

Metodologias ágeis são altamente sistematizadas e todos os elementos que as compõem são cruciais para seu sucesso. Um erro comum das empresas é abraçar alguns elementos do método, como o sprint, mas ignorar ou diminuir outros tão importantes quanto, como o gerenciamento de lacunas técnicas. Essas empresas apreciam os benefícios do desenvolvimento rápido e o lançamento do novo código, mas colecionam problemas ao não abordar as “dívidas” técnicas.

3. Incentive o engajamento dos setores de TI e corporativo

Os benefícios completos do desenvolvimento ágil não podem ser alcançados sem engajamento com líderes corporativos, gerentes e a comunidade de usuários. Se o resto do negócio não demonstrar empolgação com o novo modelo, um planejamento cuidadoso e uma boa comunicação serão essenciais para obter o apoio necessário.

4. Domine o básico antes de tentar o avançado

Profissionais com experiência na metodologia ágil podem trabalhar com larga escala. A obtenção das habilidades necessárias exige muitos anos de prática em projetos de software e empresas iniciantes no modelo devem começar aos poucos, aumentando sua confiança e competência para futuramente se engajar com tarefas mais robustas.

5. Aprenda com tudo

Os profissionais devem estar comprometidos a melhorarem continuamente a qualidade e o custo-benefício dos projetos. Isso significa que cada desenvolvimento é vasculhado à procura de lições para o aprimoramento de políticas e práticas corporativas.

Esse aprendizado não é de responsabilidade única dos profissionais no nível de gestão, mas componentes fundamentais da carga de trabalho de toda a equipe. Além disso, não é voltado somente aos programadores, mas a todos os campos relacionados, como gerenciamento de projeto, arquitetura, garantia de qualidade e gerenciamento de verba em TI.

6. Trabalhe bem em equipe

A unidade organizacional básica de entrega em desenvolvimento ágil é uma equipe pequena, entre cinco e nove pessoas, tanto desenvolvedores quanto certificadores de segurança. Sob uma perspectiva de recursos humanos, gerenciar equipes ágeis envolve se dividir entre manter os times produtivos unidos e mudar indivíduos de grupo para encorajar novas ideias.

Quando alteradas com muita frequência, as equipes falham em desenvolver unidades produtivas. Quando permanecem intactas, cada grupo passa a se isolar e a divergir dos outros. É importante ressaltar que a localização física das equipes é mais importante na metodologia ágil do que nas outras abordagens de desenvolvimento.

7. Combata a lacuna técnica

A lacuna técnica é a diferença entre o estado de um pedaço de software hoje e o estado necessário para atender requisitos exigidos em atributos de qualidade, como confiabilidade, eficiência de desempenho, portabilidade, usabilidade, manutenção e segurança.

Todo desenvolvimento cria as “dívidas técnicas”. A diferença do método ágil é que ele reconhece carências e as adiciona ao backlog ao invés de escondê-las. Qualquer organização que queira adotar metodologias ágeis deve configurar os elementos necessários para a refatoração e eliminação da lacuna técnica do método escolhido.

8.Tenha cuidado especial na hora de terceirizar

Muitas organizações de TI costumam terceirizar o desenvolvimento de aplicações a provedores de serviço especializados. Embora eles ainda tenham um papel no método ágil, o modelo comercial e de engajamento são diferentes. Já que a colocação com usuários corporativos é intrínseca aos métodos ágeis, as oportunidades de alocação de trabalho para outras empresas são limitadas, tornando mais provável a adoção de equipes suplementares.

9. Esteja preparado para mudar as práticas de trabalho

Um dos componentes da metodologia ágil é o conceito de “entrega contínua”. O método se baseia em engajamento contínuo com gerentes de negócio e usuários, levando à entrega de uma corrente constante de software novo e modificado ao ambiente operacional. Isso exige mudanças significativas nas práticas de trabalho, tanto para a governança de negócio quanto para o gerenciamento de relações e equipes de infraestrutura e operações.

10. Outros métodos também terão espaço em seu portfólio

Na maioria das organizações comerciais e do setor público, o portfólio de aplicações apresentará diferentes tipos de problemas de desenvolvimento, alguns adequados ao método ágil enquanto outros são mais bem atendidos pela metodologia incremental, interativa ou pelo modelo modificado em cascata.

Fonte: Computer World

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E mais uma vez, Gartner identifica redução de gastos com investimentos em TI

Novamente revisado pelo Gartner no dia 30/06, a consultoria informa que a proporção de investimentos em TI, no ano de 2015, deverá cair cerca de 5,5% em todo o mundo quando comparados a 2014, podendo chegar a 3,5 trilhões de dólares em gastos.

Segundo John-David Lovelock, vice-presidente do Gartner, o percentual não demonstra baixa na movimentação de compra para as empresas que utilizam TI, mas sim, nos preços de produtos e serviços que o mercado oferece, sendo prevista uma atividade mais forte para 2015 quando relacionado a períodos anteriores, afirma consultor.

Por este motivo, as empresas acabam sendo as maiores beneficiadas já que irão pagar preços menores para serviços e telecomunicações, por outro lado, as companhias poderão pagar preços mais altos para a compra de equipamentos de hardware.

O executivo destaca que a baixa nos preços de telecom, serviços e o avanço na adoção de cloud computing, podem disfarçar a elevação na movimentação de compra de TI. Além do mais, a cotação em alta do dólar acaba impactando de forma significativa nos preços de hardware, provocando automaticamente resultados negativos nos gastos.

Gartner informa que fabricantes de PCs na Europa, Japão e América do Sul, onde a moeda local desvalorizou em relação à moeda Norte-Americana, não tem outra opção a não ser aumentar os preços para manter as margens de lucro, porém consequentemente, as empresas acabam optando por preços mais em conta, ou muitas vezes, adiam o processo de compra dos equipamentos.

O aumento geral na seção de smartphones continuará com os mesmos níveis do último ano. No setor corporativo, a consultoria revela uma tendência na compra de celulares intermediários com sistema operacional Android.

A tendência indica que equipamentos de data centers podem sofrer adiantamento nas atualizações, medida essa tomada pelas empresas para driblar o aumento nos preços de storages, switches e servidores.

Fonte: Computer World

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Crise energética aumenta demanda por soluções

O fornecimento ininterrupto de energia é condição essencial para manter as operações de um data center. Trata-se do principal insumo deste setor. Em razão do aumento das tarifas de eletricidade para todas as distribuidoras do Brasil, os usuários de serviços de TI buscam alternativas mais econômicas e sustentáveis para manter fluentes suas operações.

Cada servidor consome em torno de 450 watts por hora. Como tais máquinas operam em tempo integral, os custos finais referentes ao armazenamento de dados em modalidades tradicionais – hosting dedicado e colocation – tendem a aumentar substancialmente diante deste cenário. “A virtualização de servidores tem sido uma saída bastante valorizada neste momento por unir alto desempenho, custos compreensivos e baixo impacto ambiental. Adicionalmente, as empresas podem se livrar do ônus da gestão de infraestrutura, já que em cloud computing os recursos são disponibilizados como serviço”, afirma Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix.

“Nossa preocupação com sustentabilidade não vem de agora. A necessidade de otimizar recursos energéticos pautou a construção de nosso data center. Optamos por utilizar refrigeração de precisão, sem água, com divisão de corredores quentes e frios. Desta forma, apenas os servidores recebem refrigeração, e não todo o perímetro das salas-cofre. Isto representa considerável economia de eletricidade. Por termos um data center modular, a expansão física e de recursos energéticos só acontece se há uma demanda justificada para tanto. Temos consciência de que é necessário empregar de forma consciente os insumos que movem nosso universo de negócios”, finaliza o executivo.

Fonte: Decision Report