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Facebook declara guerra a bloqueador de anúncio. O que muda?

O Facebook anunciou nesta semana uma grande mudança na sua relação com anúncios—e, principalmente, os bloqueadores de anúncios, ou ad blockers. A empresa passará a trabalhar para fazer com que propagandas na rede social não sejam detectadas e, portanto, não possam ser bloqueadas por essas aplicações.

Um estudo recente realizado nos EUA mostrou que 26% dos entrevistados usava bloqueadores de anúncios em seus computadores. Em tablets e smartphones, o número cai para 15%. Esses usuários, portanto, prejudicam a monetização de sites que precisam exibir anúncios para sobreviver.

As técnicas de combate aos bloqueadores de anúncios têm variado bastante. Alguns sites exibem mensagens pedindo que o bloqueador seja desativado. Outros, mais radicais, bloqueiam o acesso do usuário assim que percebem que ele navega usando um programa do tipo.

Mas o Facebook usará uma estratégia alternativa. A rede social tentará mudar configurações de anúncios para que os bloqueadores não entendam que aquele conteúdo é uma propaganda. Um representante da empresa afirmou à Wired que engenheiros trabalharão com novas formas de código para que os anúncios sejam exibidos.

Com isso, os bloqueadores não seriam capazes de distinguir quais são conteúdos legítimos e originais compartilhados e quais seriam anúncios.

A reação de algumas empresas que desenvolvem os bloqueadores não foi muito positiva, como já era de se esperar. Em uma postagem no blog da Adblock Plus, um executivo afirmou que a atitude do Facebook é “um caminho sombrio contra a escolha do usuário”.

Além da briga

A atitude do Facebook, no entanto, pode trazer algumas consequências diferentes. Se a tática para driblar bloqueadores funcionar, isso pode se espalhar entre outros sites. É claro que mais cedo ou mais tarde os desenvolvedores desses aplicativos podem achar outra forma de bloquear propagandas.

Ao anunciar sua nova estratégia, o Facebook falou sobre os motivos que levam usuários a adotar os bloqueadores de anúncios. Em muitos casos, propagandas ser invasivas, desagradáveis e irrelevantes.

“Nos últimos anos, trabalhamos para entender melhor as preocupações dos usuários com anúncios online”, escreve Andrew Bosworth, vice-presidente de anúncios e negócios do Facebook.

“O que ouvimos é que as pessoas não gostam de ver anúncios que são irrelevantes.” Para ajudar nesse quesito, o Facebook está expandindo sua central de personalização de anúncios.

Agora, os usuários podem, com mais facilidade, adicionar áreas de interesse. É claro que isso traz um enorme benefício para o Facebook. Para anunciantes, a rede social oferece sua capacidade de focar nas pessoas certas. Com a nova central, essa capacidade de foco deve ficar ainda melhor.

Fonte: Exame.com

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A Rio 2016 foi invadida pela internet das coisas

A abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 ficará na história, assim como a festa feita com baixo orçamento e em meio a uma das piores crises políticas e econômicas que o país já viu. Mas outro destaque, completamente tecnológico, deve marcar a competição e direcionar o comportamento das pessoas nos próximos anos. A Olimpíada do Brasil tem sido um marco no uso de wearables e internet das coisas (IoT).

Tudo começa com uma boa infraestrutura de TI. No caso da Rio 2016, grandes empresas que patrocinam as competições do Comitê Olímpico Internecional (COI) cuidaram disso. São conhecidas nossas, como a Cisco, que colocou no centro de operações da cidade maravilhosa os equipamentos mais modernos de transmissão de rede e Wi-Fi. A empresa forneceu servidores e switches de rede no back-end e também será responsável por registrar todos os dados coletados. No acordo de operação, também realizou diversas parcerias para que o legado de TI permaneça para transformar o Rio em uma cidade inteligente.

Vert, um dos wearables que ajudam atletas e técnicos na Rio 2016

A Visa está testando pagamentos móveis com wearables e os atletas não se importam de exibir suas pulseiras FitBits e smartwatches. Outros dispositivos menos conhecidos também estão circulando nos campos de treinamento e na Vila Olímpica. Um deles é o Vert, um monitor que registra condições físicas dos competidores. Ele é conectado com um cinto inteligente e o smartphone. Um software cruza dados de performance e cria um analytics para prevenir lesões. As jogadoras de voleibol dos EUA estão entre suas usuárias.

No ciclismo, alguns competidores estão usando o Solos, um óculos aerodinâmico e com película para proteger os olhos que lembra um Google Glass. Ele também tem um visor na frente da retina que cria uma camada de realidade aumentada com gráficos do desempenho do atleta durante a competição.

Estímulo cerebral e força

Em algumas fotos dos atletas, eles aparecem com um tipo de fone de ouvido moderno e um logotipo redondo branco e azul. Não é só música que eles estão ouvindo. O Halo é um estimulador cerebral que estimula o córtex durante os treinamentos. O dispositivo é um dos avanços da neurociência atual e promete aumentar o desempenho dos atletas no ideal grego de mente sã em corpo são, trabalhando cérebro e músculos.

Outro wearable interessante é o Hykso, que vai grudado no punho dos atletas do boxe. No treino, o device usa seu conjunto de acelerômetros e sensores para medir direção, força, velocidade e eficiência de cada golpe desferido. A solução está sendo usada pelo time de boxe do Canadá.

Os dispositivos são diversos e uma lista deles seria enorme. Calcula-se que 20% do orçamento total dos Jogos Rio 2016, cerca de R$ 7,4 bilhões, tenham sido investidos em tecnologias e telecomunicações. Nas competições, uma série de sensores novos estão ajudando a medir os resultados com mais precisão. No tiro com arco, eles substituíram as planilhas em papel e dão uma visão da competição melhor para os espectadores. Outro conjunto de sensores, com radares, estão mudando a forma como o golfe é acompanhado por juízes e torcedores.

Fonte: r7

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Vendas de baterias portáteis aumentam graças ao Pokémon Go

Nada pior do que encontrar aquele monstro raro com 1% de energia restante

Qualquer pessoa que tenha jogado Pokémon Go por um tempo mínimo sabe que o game é um verdadeiro sugador de energia — e mesmo com as nossas dicas de economia, ainda assim, é difícil não ficar na mão na hora H. Tanto sucesso, inclusive, também está impulsionando outro mercado paralelo: o de carregadores portáteis para celulares.

De acordo com a empresa de consultoria The NPD Group, as vendas de baterias portáteis “feitas para carregar dispositivos móveis como smartphones e tablets” tiveram um aumento de 101 por cento nos Estados Unidos no período entre 10 e 23 de julho.

A NPD credita esse enorme impulso nas vendas à “popularidade extraordinária” de Pokémon Go.

“Nas seis semanas anteriores ao lançamento de Pokémon Go”, as vendas de baterias portáteis estavam apenas 4% maiores do que no ano anterior. Nas duas semanas seguintes ao lançamento do game, “as vendas de carregadores portáteis alcançaram a casa de 1,2 milhão de unidades”, disse o relatório da NPD.

O modo de economia de bateria, que foi removido de Pokémon Go após uma atualização da Niantic, está programado para retornar, mas ainda não há data para isso. Não que vá melhorar muita coisa: mesmo com o modo “battery saver” ligado, o aplicativo já consumia energia a uma velocidade surpreendente. Ben Arnold, analista da NPD Group, atribui o rápido consumo aos recursos de “localização, sensores de movimento e realidade aumentada” que são utilizados pelo app durante seu uso normal.

E você, já comprou uma bateria portátil extra por causa de Pokémon Go? Seja honesto, não vamos julgar você.

Fonte: IGN

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Google pode fazer mudanças na tela inicial do Android

O Google pode estar considerando fazer mudanças consideráveis na tela inicial do sistema Android. As alterações devem atingir a listagem de apps e a barra de buscas, de acordo com o site Android Police.

A mudança mais significativa seria na lista de aplicativos instalados. O Google pode abandonar o botão localizado na barra inferior. A listagem seria acessível a partir de um gesto (um arrastar de dedos da parte inferior à superior da tela). Com isso, a lista apareceria na tela, acompanhada de uma animação tirando de foco o papel de parede.

Vale lembrar que essa mudança chegaria para o Android “puro”. Como as fabricantes podem modificar o sistema, isso seria mais perceptível no Nexus e em smartphones de empresas que façam poucas modificações. Algumas, como a LG, sequer usa a listagem de aplicativos, preferindo uma abordagem similar à Apple, que deixa todos apps instalados com ícones nas telas iniciais.

Uma segunda mudança seria abandonar a barra de buscas do Google. Ela viraria um ícone recolhido na lateral esquerda da tela. No final das contas, funcionaria como um widget que não pode ser removido.

As mudanças são apenas rumores e devem ser vistas com desconfiança. A expectativa é que elas sejam colocadas em prática nos próximos smartphones Nexus—que devem ser apresentados pelo Google até o final deste ano.

Fonte: Exame.com

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Oxford Economics confirma papel do Big Data na Saúde

Associadas à personalização da medicina, as tecnologias de analítica de dados contribuem para melhorias de resultados de tratamento.

A medicina personalizada concorre para a melhoria dos resultados dos pacientes, com o Big Data a tornar-se crucial na equação, conclui um estudo de Oxford Economics patrocinado pela SAP. Por isso o sector de saúde vai realizar investimentos nesta área, nos próximos dois anos, prevê.

Os profissionais de saúde reconhecem que a analítica de grandes volumes de dados acaba por ser determinante na medicina personalizada que, de acordo a 74% dos participantes no estudo, está a ter resultados que podem ser quantificados. Por isso, nos próximos dois anos, vão ser realizados investimentos essencialmente na analítica (44%), análise preditiva (43%), captação e armazenamento (41%) e ferramentas para partilha de dados entre organizações e departamentos (38%).

As bases da medicina personalizada são a genética, a genômica, Big Data e cooperação, uma vez que a capacidade de partilhar dados e resultados de estudos e tratamentos é determinante para obter grandes benefícios, como podem ser a optimização dos resultados e a redução dos gastos em saúde através da maior eficácia dos tratamentos e melhoria na prevenção.

Desafios a superar

Cooperação entre instituições deverá ser um dos pilares da medicina personalizada. Para poder avançar mais rápido nas investigações deveria trabalhar-se no sentido de atingir maior capacidade na partilha de dados, ainda que nem sempre seja fácil por diversos motivos, como aspectos legislativos ou técnicos, por exemplo.

Muitas vezes, a partilha de informação é complicada por razões de ordem técnica, por isso as tecnologias de Big Data ganham importância. Outro dos grandes desafios apontados pelo estudo é a qualificação, uma vez que para se poder obter o máximo rendimento tecnológico e alcançar os máximos benefícios da medicina personalizada, são necessários profissionais com competências adequadas para ocupar lugares na condição de biólogos informáticos e profissionais de bioestatística.

Mas a empresa sublinha que “mesmo quando nas grandes organizações não existem problemas para encontrar pessoal qualificado, a medicina personalizada também deve chegar a centros e laboratórios pequenos, nos quais é possível que tenham de dar resposta à falta de profissionais especializados”.

Fonte: Computer World

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Por que investir em gestão, inovação, TI e competência para mudar

Ao conversar com CIOs e diretores de TI de empresas de diversos segmentos, tenho constatado que a reflexão sobre a aplicação de práticas de condução de mudanças organizacionais já está mais presente em suas agendas. Isto é um fato. Por que? Porque todos percebem que é necessário começar a aplicar as lições aprendidas de projetos vividos e, portanto, apostar e investir em fazer novos caminhos para não enfrentar velhos problemas conhecidos. Isto é gerir mudanças organizacionais e no modelo de gestão de seus projetos.

Então, quando me perguntam se há novidades sobre Gestão de Mudanças Organizacionais (GMO) respondo que não. Este é um assunto que já encontramos no discurso de muitos diretores e CIOs, pois estão cientes que esta técnica apoia a melhor condução das estratégias (e das mudanças); que objetivos e metas empresariais serão alcançados com menos retrabalho (e replanejamento); e, consequentemente, menos custos.

Não há novidades no tema. Há mudanças. Mudança na forma como as áreas de tecnologia, e toda a organização, reconhecem hoje esta prática como um conhecimento empresarial.

Uma das mudanças está diretamente ligada aos gestores, entre eles os de TI, que passam a compreender a necessidade de desenvolver um processo estruturado de mudanças em seus projetos, na empresa e em suas áreas. Avançam no sentido de entender cada vez mais que GMO não é um evento esporádico; GMO é um processo, com etapas, método e atividades estruturadas e integradas que levam à instalação desta competência organizacional.

Outro aspecto é uma abordagem da questão de GMO como investimento no conhecimento empresarial, da mesma forma como são realizados investimentos em conhecimento de gerir projetos, novas tecnologias e novas linguagens de inovação. Tratar Inovação é tratar mudanças.

Mas, qual é o risco atual? Em épocas de crise e cortes em orçamentos, voltamos a olhar novamente este ativo empresarial de forma restrita. Não perceber que é na crise que precisamos localizar as oportunidades de fazer diferente para chegar em resultados melhores. E com GMO como método, prática e ferramenta, este caminho se viabiliza. Pensar diferente para obter novos resultados.

Assim, o velho modelo de cortar custos em capacitação e conhecimento não pode prevalecer. Precisamos inverter esta lógica e modelo antigo. Atuar na raiz que é ter pessoas capacitadas e processos estruturados que, juntos, organizam o conhecimento e resultados da empresa.

A mensuração para tais resultados não deve ser feita a partir do número de colaboradores capacitados, e sim no que cada um desses funcionários pode agregar de valor para a empresa e em quais atividades. Esta é uma mudança relevante no nosso modelo de gestão e um papel importante que pode ser conduzido a partir das práticas de GMO.

A estruturação de um método de GMO e sua governança integrada com as demais técnicas de TI (projetos, processos e indicadores de resultado) deve sempre levar em consideração o cenário e especificidades de cada empresa. Não há “receita de bolo”, mas há como desenvolver pessoas que sabem “misturar muito bem os ingredientes corretos” para cada ocasião. Tenho visto técnicas de GMO aplicadas em alguns projetos das áreas de tecnologia, pois é ali que chegam as inovações, as novas tecnologias; e com elas as reivindicações de mudanças. Mas ainda são poucos os casos que tratam o tema como ativo da organização.

Outra mudança importante sobre GMO nas empresas é o início da disseminação desta prática em outras áreas. Por exemplo, na área de abrangência do CFO (Chief Financial Officer), do CSO (Chief Strategy Officer) ou CHRO (Chief Human Resources Officer) ou CCO (Chief Culture Officer), entre outros.

Independente do que acontecer na empresa, pense em: (1) atuar em GMO de forma estruturada, por processo, para garantir o aprendizado; (2) sustentar as mudanças com ganhos mensuráveis e significativos, visando proporcionar a inovação interna que a empresa tanto necessita; (3) organizar e orquestrar este conhecimento por meio de uma governança corporativa integrada.

Pessoas certas, no lugar correto e com as responsabilidades bem definidas é a receita exata para transformar problemas em soluções e em ganhos efetivos em todos os setores.

Fonte: Computer World

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Governança de segurança da informação está em alta, diz Gartner

O Gartner observa um movimento de amadurecimento das práticas de governança de segurança da informação. A conclusão é resultado da pesquisa anual com 1064 usuários finais, entre eles 964 executivos de grandes empresas (com receitas superiores a US$ 50 milhões) e 100 funcionários de 7 países.

“A consciência cada vez maior sobre os riscos dos negócios digitais, associada aos altos níveis de publicidade retratando incidentes de segurança cibernética, está tornando os riscos de TI um problema que merece a atenção dos altos cargos das empresas”, argumentou Tom Sholtz, vice-presidente da consultoria.

Segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados defenderam a influência dos dados de gestão de risco de TI nas decisões tomadas pela diretoria. “Isso também se reflete em um maior foco ao lidar com estes riscos como parte integrante da governança corporativa”, avaliou o especialista.

A consultoria saliente o papel que profissionais das linhas de negócios devem ter no  estabelecimento de uma governança eficaz. Parte dos consultados na pesquisa (38%) indicou que os principais responsáveis pela proteção dos dados na empresa trabalham fora do setor de TI. Alguns dos possíveis motivos para isso toca o aperfeiçoamento do perfil corporativo na função de segurança da informação e a ruptura da mentalidade de funcionários e representantes da instituição sobre o conceito de que segurança é um problema de TI.

“As organizações reconhecem cada vez mais que a segurança deve ser gerenciada como uma questão de risco da empresa, e não apenas como um problema operacional de TI. Há um entendimento cada vez maior de que os desafios da segurança cibernética vão além do âmbito tradicional de TI em áreas como Tecnologia Operacional (TO) e segurança da Internet das Coisas (IoT)”, comentou Sholtz.

O estudo também apontou o aumento do nível de senioridade dos patrocinadores dos programas de segurança, com 63% dos entrevistados sinalizando a recepção de patrocínio e suporte para seus programas de segurança da informação de líderes fora da TI. O aumento é significativo se comparado aos 54% do ano passado.

A pesquisa indicou consideráveis diferenças regionais, com 57% dos consultados americanos admitindo patrocínio de fora do setor de TI frente aos 67% de Ásia e Pacífico e 63% da Europa Ocidental .

Metade dos entrevistados informou que a equipe de governança participa da avaliação e aprimoramento de políticas, mas somente 30% afirmaram que as unidades de negócio participam ativamente de seu desenvolvimento.

Ainda que seja uma melhoria considerável (o índice foi de 16% em 2014), o resultado ainda demonstra a falta de envolvimento ativo nas organizações. Por sua vez, ela leva a diferentes visões de risco entre a equipe de segurança e a empresa, podendo resultar em controles redundantes e mal geridos, ocasionando em resultados de auditoria desnecessários e que reduzem a produtividade.

Fonte: CIO

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Onde roda a sua nuvem?

Nos dias de hoje, os líderes de negócios têm debatido, frequentemente, sobre como a computação em nuvem afetará suas empresas e se questionam qual é a melhor opção entre cloud pública e privada. Por um lado, ouvem que a cloud pública possibilita consumir produtos e serviços de TI em um modelo pay-per-use, ganhando velocidade de acesso a recursos e flexibilidade para adicionar e diminuir capacidade. Por outro lado, também escutam que a cloud privada oferece níveis mais altos de visibilidade de gestão, controle, segurança, privacidade e proximidade física com dados, sabendo sempre onde estão baseados os dados do seu negócio e dos seus clientes.

Qual é a resposta correta? Para responder, devemos levar em conta três premissas sobre computação em nuvem. Primeiro, a nuvem pública e a privada não irão acabar. As empresas continuarão investindo no que consideram mais adequado para cada caso específico. A segunda premissa é que a melhor opção para a maioria das empresas é – e será cada vez mais – a abordagem da nuvem híbrida. Por conseguir combinar os melhores elementos das nuvens pública e privada, a empresa pode evoluir seus ativos de TI já existentes, ao mesmo tempo em que usa de maneira seletiva outras formas de computação em nuvem para suportar uma maior flexibilidade e inovação mais rápida dos negócios.

Por último, como acontece com qualquer nova tecnologia, é importante que ela seja alinhada com ecossistemas de nuvem baseados em tecnologias abertas a fim de preservar a escolha do fornecedor e a interoperabilidade. Sobre este último ponto, destaco o que considero ser o mais importante para se adotar computação em nuvem: a infraestrutura tem um papel essencial, independentemente do tipo de nuvem escolhida. Costumo dizer que a nuvem não roda na nuvem. Ou seja, é importantíssimo ter uma infraestrutura de TI eficiente, disponível e segura. Só assim será garantido um gerenciamento consolidado, eficaz, dinâmico e integrado com as soluções de computação, armazenamento e rede.

As atuais demandas do mercado por soluções como mobilidade e redes sociais exigem que as empresas tenham a capacidade de reagir em tempo real. Cerca de 91% dos usuários de smartphones mantém os seus dispositivos ao alcance da mão o tempo todo, sendo que um usuário comum verifica o seu dispositivo mais de 100 vezes por dia. E com mais de 9,5 bilhões de dispositivos conectados no mundo, o dispositivo móvel criou não apenas novas oportunidades, mas também novos desafios para as empresas, que precisam ter sua infraestrutura disponível 24×7, sem interrupções. Junto a essas novas demandas, aumenta também a complexidade para integrar o que vem de sistemas legados, com o que possivelmente está numa nuvem pública ou privada.

Ambientes de TI eficientes e resilientes são compostos por servidores e sistemas de armazenamento inteligentes que permitem às diferentes áreas e equipes dentro da empresa compartilhar informações, realizar transações seguras e gerar insights em tempo real, tendo alta capacidade de responder a essa crescente complexidade do mundo conectado e na nuvem.

Dentro desse contexto, os modelos de nuvem híbrida – que usam tanto os recursos de TI privados quanto públicos – costumam ser menos caros para as empresas do que aqueles exclusivamente público ou privado. No entanto, cada organização deve avaliar as necessidades de seu próprio negócio para determinar qual tipo de nuvem é o mais adequado. Lembrando sempre que as soluções em nuvem devem ser suportadas por uma infraestrutura eficiente e segura. Por isso, ter fornecedores que entendam os aspectos técnicos de cloud computing certamente irá ajudá-lo a fazer a melhor escolha.

Fonte: Computer World

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O novo papel do CIO no conselho diretivo das empresas

Vivemos em um mundo no qual estamos rodeados de tecnologia em nossas vidas pessoais e profissionais. E os conselhos de administração já valorizam e reconhecem os benefícios e a importância da tecnologia para o potencial de seus negócios. Por isso, o CIO desempenha papel-chave em reuniões do conselho.
 
O perfil do CIO está passando por uma transformação, e ele está deixando de ser visto como provedor de serviços que resolve problemas técnicos para ser peça-chave na organização, contribuindo para alcançar os objetivos de companhia por meio de soluções estratégicas. Por esse motivo, os conselhos que viabilizam a participação ativa do departamento de TI em suas decisões estão um passo à frente em termos de competitividade, porque conseguem desenvolver estratégias de negócio que otimizam produtividade e oferecem maior eficiência, além de uma gestão financeira mais evoluída em termos do ROI da TI.
 
Nesse sentido, existem três aspectos-chave para que o CIO assuma papel estratégico no conselho:
  • Alinhar estratégias de TI com estratégias do negócio. O principal motivo de ampliar o envolvimento dos diretores de TI com as estratégias corporativas é garantir que a TI estará numa posição que consegue apoiar o negócio com mais eficiência. Os diretores devem ter capacidade de apresentar a estratégia de maneira clara e destacar a importância da tecnologia para aprimorar os processos corporativos, e assim alcançar as metas e desenvolver a estratégia do negócio.
  • Garantir que os projetos de TI rendam mais do que seus investimentos. Pergunta constante para os diretores de TI é “quanto isso vai custar?”. Obviamente, em muitos casos a infraestrutura de TI representa investimento considerável. O crescimento competitivo requer investimentos e isso implica passar horas apresentando relatórios e explicações ao conselho. Por isso, os conselhos precisam de informações adequadas para entender as projeções financeiras, a segurança, o controle de riscos e o plano operacional que o projeto de TI representará para a organização. Assim, os CIOs devem ter a capacidade de estruturar suas propostas e apresentá-las a um nível alto de executivos, com ênfase em ROI.
  • Aumentar o conhecimento do conselho na área de TI. Um CIO estratégico compartilha seus conhecimentos e divulga os aspectos mais relevantes dos projetos de TI, oferecendo ferramentas-chave para ampliar o conhecimento do conselho e facilitar a compreensão da tecnologia. As organizações precisam saber como e porque a TI deve nortear os negócios.
  • Contribuir para o crescimento do negócio. Em paralelo, o CIO não deve se limitar à “resolução de problemas”, mas contribuir para o crescimento do negócio, ser criativo e levar ideias para o conselho, encontrando novas formas para que a área de TI ajude a organização a apresentar projetos em que a tecnologia pode ser um recurso para gerar receitas. Por isso, é fundamental conhecer o negócio.
Sem dúvida, a integração do CIO com o conselho exige mudanças em relação ao paradigma tradicional do papel de TI. E cada CIO tem o potencial de ser peça-chave na organização, trazendo ideias e propostas estratégicas, alinhadas com o negócio. Num momento em que a tecnologia está no centro das atenções, contar com um CIO que consegue contribuir para que a companhia seja mais competitiva, reduza custos, maximize o uso da tecnologia e apresente cálculos claros sobre o ROI, ele passará a ter grande valor para a companhia e será fundamental para sua interação junto a outros departamentos.
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O valor do tempo é o tempo para alcançar o valor

Há algum tempo a expressão “as soon as possible” (ASAP), antes utilizada para pedir agilidade na resolução de algumas questões, se tornou sinônimo de imediatismo. Este é um exemplo da pressão por tempo que os negócios exigem atualmente. Uma solução rápida que atenda ao menor tempo possível, contudo, não pressupõe ser incompleta ou pouco qualificada. Pelo contrário, aquele que exige imediatismo não abrirá mão de uma solução completa e com qualidade suficiente para resolver um problema ou necessidade, hoje e amanhã.

Então nos deparamos com outra questão: a certeza no mundo atual dos negócios de que a solução que apresentamos hoje já não será tão adequada amanhã e, provavelmente, será inadequada no curto prazo. Aliás, já parou para pensar o que é curto, médio e longo prazo no seu negócio? Os períodos estão cada vez menores!

Se você acha que implantar a última inovação é o melhor que você pode fazer, fique sabendo que o melhor é preparar a implantação da próxima inovação que você ainda nem sabe qual será. A dinâmica da inovação impõe que a solução implantada retorne o valor procurado o mais rápido possível para que possa ser substituída em prazos cada vez menores.

Neste cenário, ao invés de falarmos somente de ROI (retorno do Investimento), VPL (Valor Presente Líquido) ou Payback, devemos também considerar o indicador “Time to Value” (TtV). Nem sempre a solução que traz o melhor resultado financeiro e/ou de melhor qualidade é a ideal para o dinamismo do negócio, mas sim aquela que traz o valor mínimo esperado no menor prazo.

TtV é um termo que descreve o tempo entre a identificação de uma necessidade específica (um valor para o negócio) e o início da entrega deste valor. Entenda-se valor como o total de resultados financeiros, e outros mensuráveis, e também benefícios intangíveis. Quanto menor o TtV, melhor será o desempenho da solução para o negócio. Em outras palavras, mais cedo o negócio irá usufruir do valor entregue pela solução.

A evolução da Tecnologia da Informação e da rede de comunicação fizeram surgir soluções, como o SaaS (Software como Serviço), que permitem uma modalidade diferente da tradicional para aquisição de licenças de software. Os indicadores financeiros tradicionais, contudo, não conseguem responder a todas as questões para uma tomada de decisão segura entre o tradicional e o SaaS. É nesta hora que entram em cena novos fatores de avaliação, como o TtV.

Em termos de comparação, as tradicionais soluções “on-premise” (aquisições de licenças de software) – desde uma simples gestão de e-mails até projetos de missão crítica com oum ERP – precisam ser adaptadas ao seu negócio, gerando customizações que tornarão o projeto mais complexo, demorado e custoso. Já o SaaS tem como foco oferecer as melhores práticas do mercado e uma implantação rápida e menos custosa. Além do benefício financeiro, esta modalidade permite que a empresa obtenha o valor da solução em um prazo menor.

A chave do sucesso é obter valor e benefícios financeiros no menor prazo, para que a sua empresa possa se preparar para a próxima inovação e manter-se à frente da competição. Não precisa de bola de cristal para adivinhar o que vem pela frente.

Fonte: CanalTech