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Rede sem fio é o ponto mais vulnerável da TI

As redes wireless representam o elemento mais vulnerável da infraestrutura de TI. É o que mostra uma nova pesquisa da Fortinet. Quase metade (49%) dos entrevistados classifica as redes wireless como sendo o ponto de maior exposição do ponto de vista da segurança, em contraste com apenas 29% que citam a infraestrutura central da rede como ponto principal de preocupação.

A pesquisa revela também que a segurança sem fio deficiente é uma preocupação para a quase todos (92%) os CIOs entrevistados – o que faz sentido, dado que mais de um terço das redes sem fio corporativas para funcionários internos não tem a função de autenticação de segurança básica em vigor.

Os resultados fazem parte de uma pesquisa independente com mais de 1.490 tomadores de decisões de TI em organizações com mais de 250 trabalhadores espalhadas pelo mundo. Todos os entrevistados foram ouvidos a partir do painel on-line da empresa de pesquisa de mercado independente, a Lightspeed GMI.

Fonte: Decision Report

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Omini-channel: inovação e geração de valor no varejo

Esta tendência parece ser duradoura e é uma oportunidade para gerar fidelização, elevando o número de conversões

O Comércio Eletrônico faz 20 anos no Brasil em 2015. O conceito de varejo multicanal talvez tenha idade próxima, já que teve maior relevância com a venda pela Internet, inicialmente pelos grandes varejistas, todos com grande representação no mundo físico.

Varejistas de grande porte desbravaram o canal online, tendo no seu primórdio, uma operação “pure player” de destaque, o Submarino. Nos primeiros anos do Comércio Eletrônico no Brasil, os 10 maiores lojistas online representavam quase 90% do faturamento do setor, sendo nove deles multicanais com origem no mundo físico.

Neste início do e-commerce brasileiro, a gestão e a operação das lojas online eram integradas às lojas físicas. Uma mudança foi percebida no início deste século, quando algumas destas grandes operações separaram a gestão entre as lojas físicas e online.

Assim, centros de distribuição das lojas online passaram a ser independentes e processos de controle, vendas, contabilização, marketing e back-office foram apartados.

Entendia-se que o ciclo de vendas online era muito distinto, necessitando desta organização separada. Na verdade, na fase inicial do e-commerce, esta diferença começava pelo consumidor. Uma loja tradicional tinha um perfil de consumidor totalmente diferente entre os canais físico e online, com ticket médio dez vezes maior no online.

Entretanto, o perfil do consumidor online foi se transformando com o aumento do consumo nas camadas de menor renda e hoje, para alguns segmentos, este perfil é bastante homogêneo entre os diversos canais.

Com o mesmo consumidor comprando em diferentes pontos, surge uma nova tendência organizacional do varejo, o Omini-channel, na qual a necessidade de integração dos canais é evidente.

Para citar um exemplo, consideremos o consumidor comprando na loja online, mas opta por retirar a mercadoria em um endereço da loja por ele escolhido. Ou escolhe seu produto na loja física, mas usa o site para fazer o pedido.

Esta nova transformação não equivale aos primórdios do e-commerce. É uma nova realidade que exige adaptações, pois “mistura” a gestão da loja física com os canais online (e-commerce, m-commerce, smartTV, telefone e etc) e gera novas necessidades em toda a cadeia do comércio multicanal.

Esta mudança afeta o marketing para atrair consumidores de forma integrada e permitirá conhecer as necessidades deste cliente mais profundamente ao reunir informações dos diversos pontos. Comprar passa a ser uma experiência que envolve informação, bom atendimento, criatividade e entretenimento, sem esquecer das necessidades atuais: segurança, agilidade, variedade de produtos, diversas opções de pagamento, gestão do estoque, back-office etc, que devem ser interligados.

O Omni-channel afeta também a gestão de tecnologia para fornecedores do mundo físico e online. Entre as adaptações necessárias estão as soluções de pagamentos, que precisam interagir entre todos os canais.

O Omini-Channel é um vasto campo a ser explorado, no qual criatividade, eficácia e consistência serão fundamentais. Quem se adaptar com mais agilidade certamente elevará a vantagem competitiva no mercado.

Esta tendência parece ser duradoura e é uma oportunidade para gerar valor e inovação no varejo, na qual a interação com o cliente pode ocorrer de inúmeras maneiras, com mais potencial de fidelização, elevando o número de conversões.

Fonte: CIO

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De nuvem em nuvem, a busca pelo melhor provedor

Nas organizações em que a decisão de adotar uma solução de nuvem gerenciada já está madura, o passo seguinte é o de identificar o provedor mais adequado. A recomendação dos especialistas em cloud computing é escolher os que apresentam melhor visão estratégica, além de estarem aptos a fornecer uma infraestrutura em nuvem corporativa flexível e segura.

O provedor precisa ser habilidoso o suficiente para manipular o sistema operacional escolhido pelo cliente (UNIX, Windows, Linux etc.). Além de ter experiência para programar análise e automação de forma adequada para fazer a migração em massa de cargas de trabalho mais simples, enquanto oferece serviços com alta interação para a migração dos aplicativos mais complexos.

Outro ponto de atenção são os modelos de implementação. O provedor de tecnologia precisa oferecer uma variedade de modelos em nuvem, incluindo privado (dedicado), compartilhado (com diversos ambientes) ou híbrido, mesclando a TI tradicional com infraestruturas em nuvem privada e pública. Também se destacam os provedores que apresentam opções de níveis de serviços em camadas.

Assim, o tempo de recuperação, consequentemente o custo dos serviços, pode ser selecionado com base na tolerância para o período de inatividade de um conjunto específico de aplicativos ou dados. Antes de optar pelo provedor, vale lembrar que, após a execução do ambiente de nuvem, será necessária uma consultoria posterior. Portanto, será interessante que o provedor possa oferecer serviços de gerenciamento.

Fonte: Convergência Digital

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Analytics Versus BI – Tsunami Tecnológico

De tempos em tempos, empresas bilionárias e líderes do mercado global, passam por momentos de ruptura e quebra do Status quo que ajudaram a criar, com consequências dramáticas para a sobrevivência de toda uma cadeia de empresas.

O mercado de softwares de BI (Business Intelligence) e Analytics, também conhecidos como soluções de Inteligência e Análise de Negócios está passando por uma verdadeira batalha silenciosa nos últimos anos. De um lado empresas bilionárias e tradicionais do mercado de Tecnologia da Informação (TI), com os softwares de BI. Do outro, jovens empresas com menos de 5 anos, com os softwares Analytics,  que pouco a pouco começam a ameaçar este domínio, em um verdadeiro movimento de ruptura do mercado.

Estamos falando de um mercado prá lá de interessante, que segundo previsões² de IDC e Gartner deverá atingir US$59 Bilhões até 2018. Se incluirmos a este mercado o Big Data, tecnologia que anda de braços dados com o Analytics, estima-se que o mercado atinja US$1 trilhão até 2018. O mercado global de Software atingia US$659 bilhões em 2013, com as gigantes IBM, Oracle, Microsoft, SAP, e SAS responsáveis por 60,2% deste mercado, enquanto que o mercado brasileiro atingia US$10,94 bilhões.

Segundo estudo da Frost & Sullivan, “Big Data and Analytics in Brazil on the Road to Become a Billion Dollar Market by 2018”, o mercado brasileiro de Big Data e Analytics que até 2014 ainda se encontrava em estágio inicial de desenvolvimento, deverá atingir cerca de US$1 bilhão em 2018.

A situação do mercado atual de BI e Analytics é similar a ocorrida no mercado de Mainframes, Workstations e PCs no final dos anos 1980s. Naquela época, as Workstations e PCs, eram vistos com desconfiança e desprezo por muitos especialistas, técnicos e analistas do mercado, até então dominado pelo Mainframe. Algumas décadas depois assistimos à substituição dos grandes computadores por computadores de pequenas dimensões com o poder computacional superior aos antigos mainframes.

Hoje em dia, empresas tradicionais como IBM, Microsoft, Oracle, SAS e SAP, líderes e gigantes bilionárias do mercado de TI, tem perdido fatia significativa do mercado de BI para as empresas de Analytics, que em menos de 3 anos abocanharam uma grande fatia do mercado e continuam crescendo. Tableau, Alteryx, GoodData, Tibco, a brasileira beMemo entre outras, são as responsáveis por esta verdadeira revolução no mercado.

Os softwares de BI e Analytics trabalham com as informações de uma empresa, armazenadas por muitos anos em grandes bases de dados, presentes e dispersas pelas diversas áreas de negócio da empresa (finanças, vendas, estoques, custos, recursos humanos, etc.). Os analistas de negócios e usuários corporativos estão exigindo novas funcionalidades, que possam ser criados em tempo real e capacidades mais avançadas, sem a dependência das áreas de TI.

 Por conta disto, está havendo uma mudança na forma como as empresas estão satisfazendo estes novos requerimentos e exigências de negócios. As informações estão sendo obtidas tanto das bases centralizadas dentro das empresas, quanto de dados descentralizados e dispersos fora da empresa, por exemplo nas redes sociais. Os antigos relatórios gerenciais continuam sendo produzidos e entregues, seja através dos sistemas já implantados ou através das áreas técnicas até então responsáveis por isto. Novas análises de tendências e comportamento do mercado, passam a ser obtidas de forma interativa diretamente pelos usuários de negócios.

 As soluções de software Analytics vem rapidamente ganhando espaço neste mercado. Os projetos para implantação de soluções de BI sempre foram considerados de alto custo (licenças de uso, suporte e manutenção, especialistas técnicos), longos e demorados (meses e por vezes anos para implantação), inflexíveis e altamente dependentes das áreas técnicas (TI). Por sua vez, a implantação de um software Analytics tende a ser muito mais rápida, pouco dependente da área técnica e com TCO muito mais baixo para a empresa.

A americana Tableau fundada em 2003 por Chris Stolte, Pat Hanrahan e Christian Chabot, da Universidade de Standord, no lendário Silicon Valley, até 2009 mantinha-se com base em investimentos de US$15milhões de um fundo de Venture Capital (New Enterprise Associate). Em 2014 após crescimentos anuais sucessivos da ordem de 100%, consegue atingir uma receita total de US$912milhões, com mais de 3 milhões de usuários em mais de 150 países. Enquanto que IBM, SAP e Oracle levaram cerca de 15 anos para atingir este número neste mercado, a Tableau levou pouco menos de 5 anos, e já desponta como empresa Líder no Quadrante Mágico de BI e Analytics do Gartner em 2015².

A Alteryx, outra empresa californiana, com menos de 5 anos de vida, vitaminada por investimentos da ordem de US$78milhões (segundo os sites de análises de startups Crunchbase.com e Techcrunch.com), há dois anos tem apresentando crescimentos da ordem de 200% (Year over Year), tendo atingido mais de 700 clientes e 200 mil usuários em todo o mundo.

A brasileira beMemo.com com pouco mais de 3 anos de vida e no mercado há pouco mais de 1 ano, vem ganhando o mercado doméstico paulatinamente, através de parcerias estratégicas com empresas nacionais e no mercado da americana latina. Um de seus diferenciais, além de um custo muito mais baixo do que seus concorrentes, é a capacidade dele ser embarcado (Embedded) em outros software ou produtos, agregando toda a capacidade Analítica em outros softwares ou produtos.

E assim como proposto por Chan Kim & Renée Mauborgne em “Estratégia do Oceano Azul” (Blue Ocean Strategy³), cria-se um novo mercado (soluções Analytics) onde os antigos rivais (soluções BI) tornam-se irrelevantes. Desafios e características intransponíveis para uns, e normais e naturais para os outros: plataforma tecnológica na Nuvem (In-Cloud), Software como Serviço (SaaS – Software as a Service), Pague somente quando usar (Pay as you Go), maior independência da área técnica e o principal: custo muito mais baixo do que os concorrentes BI.

SAP, Oracle, SAS, Microsoft, entre outras empresas de software, tem uma dependência gigantesca da receita da venda das licenças de uso, suporte e manutenção, custo este que deixa de existir com as novas empresas de software Analytics. Vejamos o que acontece nos próximos anos.

Fonte: CIO

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Para analytics decolar, CIO precisa se aproximar das áreas de negócios

Consultoria tem observado criação de novos silos pelo distanciamento entre demandas das áreas de negócios e entrega da TI

Não é de hoje que a falta de alinhamento ou de um trabalho mais colaborativo entre TI e áreas de negócio reflete nos resultados e gera atritos internos nas empresas. Mas se for para olhar para soluções específicas, uma das que mais sofre por conta desse não-diálogo é a de analytics/BI. Como trata-se de aplicações que geram impacto direto nos negócios, departamentos como o marketing, vendas e finanças sempre estão em busca de melhorias e de diferentes tipos de cruzamento de dados para extraírem o máximo de valor possível. E aí começam os problemas, já que, geralmente, a TI não permite tanta flexibilidade.
Afora essa falta de liberdade das áreas de negócio, muitas companhias continuam olhando para o passado. “Em muitas empresas relatórios e dashboards ainda são usados como ferramentas únicas de exploração, olhando para o passado, quando existe muita informação, tudo dentro da corporação, não sendo explorada”, comentou João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner.

O especialista lembra ainda que outro problema enfrentado por essas mesmas companhias está relacionado ao ferramental utilizado, que, no geral, não é adequado para produzir as análises. E aí, na visão de Tapadinhas, começa o processo de separação entre TI e negócios.

Ao falar dessa falta de maturidade que ainda vigora em analytics, Tapadinhas comentou que em diversas empresas existe uma plataforma de BI bem estabelecida, com data warehouse e todos os demais pontos, mas que os problemas começam quando os usuários pedem novas formas de explorar a informação e as equipes de BI não estão dispostas à atenderem tal demanda. É aquele velho dilema de que o negócio demanda e a TI não atende na mesma velocidade ou simplesmente não atende. Por isso, começa a crescer o que tem sido um pesadelo para muitos CIOs: a shadow IT.
Como um dos primeiros passos nessa jornada, o usuário exporta informações para o Excel que se torna o analytics da área de negócio. Com o passar do tempo, as fabulosas planilhas também deixam de atender e as equipes buscam no mercado por soluções específicas, criando essa TI invisível. “Para a TI que tem o BI centralizado isso é terrível, mas atende às demandas das áreas de negócio. E, por final, esses departamentos compram ferramentas como Tableau, porque a equipe de BI continua não atendendo a demanda e isso é preciso ser mudado”, complementa Tapadinhas.
Para o Gartner, o CIO precisa orientar suas equipes de BI a trabalharem mais próximo do negócio e a trabalharem por uma transformação da plataforma de analytics, de forma que o usuário ganhe mais autonomia no manuseio da ferramenta. Falta, como ressaltou Tapadinhas, um trabalho integrado para que novos silos não sejam criados nas empresas. A TI precisa partir para um modelo onde a plataforma de BI contemple uma Analytics Workbench, que seria uma espécie de mesa central com todas as funcionalidades disponíveis e de maneira que o usuário tenha a liberdade de criar os cruzamentos necessários.
“É preciso criar um ambiente de colaboração entre TI e negócio, de maneira que o usuário poderá chegar a algo novo, colocando seus pontos, parametrizações. Nesse modelo, o conteúdo precisa ter uma certificação, principalmente se for para uso fora da organização”, concluiu Tapadinhas.
Fonte: ITForum
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Empresas precisam reconstruir suas plataformas de BI e analytics, afirma Gartner

O Excel está por todo o lado. A equipe de BI continua não dando resposta”, resume João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria

CIOs e especialistas debruçados em ferramentas analíticas estão passando metade do tempo no mundo tradicional e a outra metade no mundo emergente. Na visão do Gartner, a ascensão da economia digital, exige das organizações um processo de reconstrução de suas plataformas de BI e analytics. A consultoria afirma que esses profissionais precisam achar formas de “superar a fronteira analítica”, dentro de um conceito de TI bimodal.

Para a companhia, a abordagem de sistema único de business intelligence fracassou. “O Excel está por todo lado. A equipe de BI continua não dando resposta”, resume João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria, dizendo que isso faz com que usuários das áreas de negócio busquem recursos que atendam a suas demandas, criando zonas de sombra tecnológica dentro das organizações.

Essas áreas usuárias avançam em suas capacidades de exploração de dados até chegar a um nivel que as planilhas não são mais suficientes, e então compram ferramentas como Tableau e Qlik, pois os times de BI as não atendem. Na sua visão, ferramentas mais sofisticadas não trazem um problema novo às companhias, mas adicionam a capacidade de gerenciar uma dificuldade que antes não era possível aos gestores. “O primeiro ponto para isso é criar um ambiente de colaboração”, afirma.

O especialista propõe uma abordagem em níveis para endereçar uma solução à situação. Isso passa por dar autonomia aos usuários para que, no futuro, seja possível estabelecer um laboratório de data science dentro da empresa.

Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisa do Gartner, observa que o mercado de ferramentas está mudando mais rápido que as pessoas esperam. “As opções de DBMS (sistemas de gestão de bancos de dados, na sigla em inglês) crescem rapidamente. Há seis anos, havia seis players e, hoje, no Brasil, já tem Hortonworks e Cloudera atuando e há a expectativa da chegada de vendors de NoSQL, como Mongo”, cita.

O especialista menciona que isso adiciona complexidade à decisão sobre qual caminho seguir, especialmente com o advento de cloud e soluções in-memory. “Começaremos a ver um ambiente cada vez maior de startups vindo mais cedo para cá do que vieram no passado. Coisas andarão mais rápido mundialmente”, comenta.

Caminho a seguir

“Líderes de TI e de Analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese”, afirma Frank Buytendijk, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

O analista observa que resolver um dilema exige um pensamento de soma de variáveis. “Não é um equilíbrio ou uma escolha entre duas opções, mas a fusão de elementos e a formação de um novo todo”, acredita, citando três dilemas-chave que são vivenciados quando o assunto é BI.

Modelos centralizados versus descentralizados – De acordo com o Gartner, muitos líderes de TI e de Analytics estão se esforçando para encontrar o equilíbrio correto entre modelos organizacionais centralizados e descentralizados. Tradicionalmente, o trabalho é feito por uma única equipe de BI, com o armazenamento de dados empresariais responsáveis por toda a integração de informações, e relatórios da organização criados para garantir uma “única versão da verdade”.

A consultoria aponta, no entanto, que esta consistência também pode criar um gargalo. “Os usuários comerciais agora exigem um recursos descentralizado, em que indivíduos e grupos de trabalho possam integrar, analisar e relatar seus próprios dados”, lista. O desafio passa a ser uma questão de como permitir uma abordagem descentralizada, mas sem sacrificar a consistência e a integridade das informações.

Certezas existentes versus novas oportunidades –Executivos de tecnologia estão se esforçando para escolher entre a certeza e a necessidade de completar o registro dos casos de uso atuais e as oportunidades inovadoras oferecidas pelo negócio digital – mas com altos níveis de risco e incerteza. Casos de negócio incertos com novas tecnologias geram resultados arriscados, mas também oportunidades imensas.

A abordagem tradicional é concebida tendo em vista a certeza. Muitas organizações ainda têm um registro de trabalho de BI que cobre facilmente três anos ou mais, e sempre haverá uma necessidade de relatórios de gestão padrão e informações integradas. Ao mesmo tempo, existe a ameaça de que o desempenho comercial e o retorno em iniciativas de BI se reduzam lentamente, se não houver inovação.

Proteger dados versus compartilhá-los – Segundo o Gartner, inércia, mudanças e resistência humana ao novo estão reduzindo a capacidade das empresas de obter mais de seus dados. Carreiras foram construídas em torno da proteção de dados, ao invés de compartilhá-los livremente, mas os novos modelos comerciais dizem respeito ao compartilhamento de informações.

“No mundo do comércio digital, a informação se tornou o principal recurso de organizações em localidades e setores diferentes. Na maioria dos casos, a informação é o fluxo primário, seguido de bens e serviços e do fator financeiro”, pondera a consultoria, reforçando a visão de que a tecnologia se torna parte dos produtos e serviços de uma empresa.

Fonte: Computer World

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65% das aplicações de IoT geram receita

A Progress anunciou os resultados de sua mais recente pesquisa de mercado, realizada em conjunto com a empresa especializada Harbor Research. Os resultados iniciais mostram que 65% dos aplicativos de Internet das Coisas (IoT) em produção hoje no mercado estão gerando receita real. O estudo da Harbor Research também revela que os desenvolvedores preveem uma ampliação desse número para 80% das aplicações em 2018. Os setores que atualmente lideram o desenvolvimento de IoT incluem o de casas inteligentes, wearables, automotivo e o de esportes/fitness.

A pesquisa solicitou respostas de 675 desenvolvedores de aplicações ao redor do globo, cobrindo os países EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Suécia, Holanda e Índia. O estudo mostra que 45% dos desenvolvedores entrevistados estão desenvolvendo aplicações IoT atualmente. Os desenvolvedores baseados nos EUA estão produzindo o maior número de aplicações de Internet das coisas (58%), seguidos pelos Países Baixos (50%) e Alemanha (43%).

Quando perguntados sobre quais indústrias são fundamentais para o desenvolvimento de aplicações para Internet das Coisas, os entrevistados citaram casas inteligentes (19%), wearables (13%), automotivo (11%) e esportes/fitness (11%) como os mercados prioritários. Eles também apontaram essas indústrias como as de maior potencial de receita em apps para IoT hoje. O setor público, por sua vez, apareceu apenas na parte inferior da lista (4%).

Mudanças nesse cenário estão previstas para um prazo de três a cinco anos, quando os desenvolvedores de aplicativos esperam que a saúde (14%) venha a liderar a lista, seguida de cidades inteligentes (13%) e setor automotivo (12%), sendo estes os três principais setores com potencial para o desenvolvimento de aplicações e geração de receitas com IoT. O setor público também deve subir e se igualar ao atual popular mercado de dispositivos usáveis (ambos com 8%).

Tecnologia

Os desenvolvedores citaram o Android como o melhor sistema operacional (OS) para criar aplicações para dispositivos da Internet das Coisas (29%), seguido pelo Windows (24%), Linux (21%) e iOS (16%).

O Java provou ser a plataforma/linguagem mais popular usada para coletar e integrar os dados do lado do servidor (55%), seguida pelo PHP (17%) e Node.js (12%). 40% dos entrevistados – sempre ou geralmente – usam uma ferramenta de desenvolvimento rápido de aplicações (RAD) , ao invés de construir a partir do zero, uma mudança significativa a partir de abordagens de desenvolvimento tradicionais.

Fonte: Decision Report

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Como construir um networking de sucesso

Cada vez mais o networking – ou a habilidade de desenvolver relacionamentos – tem sido reconhecido como a chave do sucesso para o acesso às novas oportunidades, tanto na carreira profissional, seja em uma entrevista de emprego ou na liderança de um grupo, quanto no mundo dos negócios, na venda de produtos ou serviços

Reforço aqui o meu conceito da aplicação dos “3 Ps” que são utilizados em qualquer relação pessoal, profissional ou comercial. São eles: Paciência, Persistência e Pontualidade.A efetivação de um networking exige um certo grau de esforço e engajamento pessoal no ato de estabelecer os primeiros contatos e tempo para poder acompanhá-los e sustentá-los.

Então, a primeira pergunta que você deve se fazer para iniciar um networking de sucesso é “O que eu sei fazer que posso oferecer para alguém?” e a segunda – tão importante quanto a primeira – é “O que alguém necessita que posso aprender a oferecer?”.

A primeira pergunta “O que eu sei fazer que posso oferecer para alguém?”  está diretamente ligada ao autoconhecimento e a segunda “O que alguém necessita que posso aprender a oferecer?” ao autodesenvolvimento e às necessidades específicas de um público.

Isso significa que um “networker de sucesso” ou, seja, aquele que está trabalhando para criar uma rede eficaz de relacionamentos com compromissos mútuos, deve acreditar e confiar naquilo que oferece para sua rede e, acima de tudo, continuar investindo constantemente na sua atualização de conteúdos para promover um aprimoramento no seu rol de produtos ou serviços oferecidos.

Um networking de sucesso não é apenas atender ao maior número de pessoas que você puder atender em um determinado local presencial ou virtual com a intenção de mostrar um vídeo sobre aquilo que você faz, compreende? As pessoas precisam perceber que você tem uma preocupação e interesse genuíno na construção de um relacionamento de confiança e que deseja realmente entregar algo útil e necessário para que elas possam se sentir melhores, valorizando o tempo e recursos que estão investindo.

Tenho visto esse erro em muitos networkers que vivem colocando vídeos com dicas na Internet com o intuito de vender algo depois. Isso alavanca público mas não consolida o networking, pois é apenas uma vitrine de um produto ou serviço. A princípio, esta estratégia pode até funcionar por um algum tempo, mas aos poucos vai se desgastando se o público perceber que está sendo “usado” apenas para passar o seu cartão de crédito e acumular cifrões para o networker.

Quantas vezes você já se desconectou de alguma estratégia de telemarketing ativo ou abandonou um grupo por não acreditar naquilo que estava sendo comunicado? É assim que as pessoas desistem de algo, pois não acreditam que o que está sendo comunicado está expressando uma compreensão da sua real necessidade de ser atendido.

Criar um evento presencial ou até virtual para o estabelecimento dos primeiros contatos pode ser uma armadilha se o networker não tiver a consciência real daquilo que acredita que irá oferecer ao seu público como um benefício. É preciso ter, portanto, um interesse genuíno em oferecer um benefício que possa auxiliar alguém a reconhecer um valor agregado naquilo que está sendo comunicado, pois as pessoas percebem quando o interesse é apenas na obtenção de uma vantagem pessoal.

Cabe aqui, neste momento, um outro conceito, o dos 3 Gs, que é o Ganha – Ganha – Ganha, ou seja o bom networker deve saber equalizar a sua comunicação para “Eu ganho – Você ganha – Nós ganhamos”.

Uma outra armadilha é falar mais do que fazer. É preciso ser congruente e agir conforme a sua fala, ou seja, se você deseja ser lembrado na sua rede de relacionamentos faça mais e fale menos. Isso significa que as pessoas se afastam de pessoas que apenas ficam prometendo aquilo que irão fazer. Então, neste encontro presencial, precisará fazer algo para mostrar ao público presente que você domina o assunto e está muito mais aberto a doar algo do que ganhar algo.

Ou seja: doar imediatamente para receber a prazo, pois você irá construir uma relação duradoura baseada em compromissos mútuos, lembra-se?

Isso vale até para um candidato a uma vaga de emprego, pois ele precisa acreditar em si mesmo e saber quais são as necessidades do contratante. Para isso, é necessário novamente saber fazer as perguntas certas e estar disposto a ouvir as respostas, ou apenas relembrando “Quais são os interesses mútuos nesta relação?” ou “O que eu posso oferecer?” ou “O que eu preciso aprender a oferecer?”.

E deste modo, identificando as necessidades e interesses do seu público que pode ser uma empresa, um indivíduo ou um grupo de pessoas, o seu trabalho será o de apresentar as respostas certas que eles querem receber, enfim, as soluções inteligentes para os problemas e necessidades deste networking.

Feito isso, você irá manter esta rede sempre informada com novidades e atualizações constantes de conteúdos, dicas e soluções e irá acompanhar pontualmente as novas necessidades que irão surgir por e-mail, telefone e até contato presencial com seu público.

É preciso também saber agradecer a quem estiver junto com você na sua rede de relacionamentos, pois estas pessoas também estão auxiliando-o, fornecendo informações ou apenas fazendo perguntas que você irá, prontamente, se dedicar para responder.

Portanto, sempre que possível, agradeça publicamente e elogie genuinamente o seu público, pois isso reforçará positivamente a sua autoconfiança e elevará a motivação do seu networking de sucesso.

Para finalizar, quero reforçar que esse networking deve ser alimentado continuamente, compreende? Apenas desta forma ele irá crescer e evoluir com o tempo e as pessoas que fazem parte dele irão se lembrar de você como um inteligente e confiável solucionador de problemas.

Este é o segredo dos networkers de sucesso: eles entregam soluções confiáveis que as pessoas seguem e replicam.

Fonte: Administradores

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Uma nuvem para cada um de nós

Grande parte dos serviços em cloud já sofreu ataques que expuseram dados sensíveis sobre seus usuários.

A velocidade com que novas tecnologias e metodologias surgem na computação só não é mais alta do que a rapidez com que algumas desaparecem. De tempos em tempos, porém, uma inovação vence algumas barreiras para “mudar o jogo” completamente. A última delas foi a adoção em massa do cloud computing – a famosa nuvem –, que, como a conhecemos hoje, pode ser usada para fins diversos, sejam pessoais ou profissionais.

Antes de defender suas utilidades, vale a pena dizer que não existe nenhuma solução totalmente segura e confiável. Grande parte dos serviços em cloud usados para armazenar e compartilhar documentos, fotos, vídeos e senhas, como Dropbox e Evernote, já sofreram ataques que expuseram dados sensíveis sobre seus usuários. Outro fator que se deve ter em mente é a resistência dos serviços contra desastres naturais. Não existe proteção capaz de resistir a um forte terremoto, tsunami ou incêndio.

Atualmente, alguns destes serviços realizam a duplicação de dados em espaços físicos distantes para minimizar o impacto caso o pior aconteça. Mas tudo o que estiver cuidadosamente gravado em um disco externo, DVD ou flashdrive, também está suscetível às mesmas falhas de segurança e corrupção de informações citadas anteriormente. A grande diferença é que os serviços baseados na nuvem dispõem de profissionais que tomam conta dos dados apoiados pela mais alta tecnologia disponível.

Existem serviços de armazenamento para todo tipo de arquivo, não importa o formato. O céu – mais precisamente, a nuvem – é o limite quando falamos de provedores deste tipo. A disponibilidade dos arquivos também é um diferencial, já que os dados passam a ser acessíveis por qualquer dispositivo conectado à Internet.

Para um usuário comum, agora é possível começar a se beneficiar com a nuvem sem gastar nada. A maioria das ferramentas disponibiliza um espaço gratuitamente, que varia: Dropbox, OneDrive, Copy e Mega oferecem desde 2GB até 50GB de graça, enquanto o Flickr (que armazena fotos e imagens) permite 1 Terabyte de fotos por usuário sem cobrar um centavo

Existem também soluções voltadas à empresas, como a Amazon Web Services e o Box. Essas são bem mais robustas e podem ser mais custosas. A verdade é que, sabendo a real necessidade e o serviço provedor que melhor atende os objetivos do usuário, a nuvem só tem a trazer benefícios em curto, médio e longo prazo.

Fonte: ComputerWorld

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Investimento global cresce 33% e abre espaço para TI Bimodal

Segundo Gartner, mercado de infraestrutura como serviço deve movimentar US$ 16,5 bilhões esse ano e transformar formato de gestão

Segundo Gartner, mercado de infraestrutura como serviço deve movimentar US$ 16,5 bilhões esse ano e transformar formato de gestão

O investimento global com infraestrutura como serviço (infrastructure as a service, ou IaaS) vai crescer 32,8% e atingir US$ 16,5 bilhões em 2015, segundo projeção do Gartner. A taxa composta anual de crescimento até 2019 será de 29,1%, estima a consultoria.

Pelo modelo, é possível contratar servidores virtuais, roteadores e demais elementos de forma flexível, pagando apenas conforme os recursos utilizados. A consultoria levantou que, em 2015, 83% dos CIOs consideram adotar soluções IaaS, e que 10% já as implantaram como opção primária.

O Gartner aponta que os usos mais comuns para a IaaS são ambientes de desenvolvimento e teste; computação de alto desempenho e processamento em lote; sites na internet; aplicativos com conexão à web; e aplicativos para negócios internos não-sensíveis. Um número crescente de empresas já executa aplicativos de operações críticas na nuvem IaaS, aponta a consultoria.

Bimodal

Com a adoção maior de infraestrutura em cloud na empresa, é essencial que o departamento de TI saiba operar de forma bimodal, avalia a consultoria. No chamado Modo 1, deve estar apto a preservar a visão tradicional e privilegiar eficiência, segurança e escalabilidade; e, no Modo 2, é preciso enfatizar inovação, agilidade e velocidade.

As soluções de IaaS atuais costumam ser instaladas em projetos ligados ao Modo 2, ágeis e de menor escopo e budget, segundo o Gartner. Conforme as empresas se adaptarem à tecnologia, passarão a adotá-la em iniciativas de Modo 1, tradicionais e de longo prazo. Essa movimentação já foi efetuada com outras soluções, como virtualização e data center, e as lideranças de TI devem ficar atentas às expectativas da empresa e à realidade do mercado para ajudar a promover uma transição proveitosa para o negócio.

Fonte: ITForum365