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Rede de churrascarias usa nuvem para otimizar gestão

Solução contribui na padronização dos processos e eleva qualidade de operação da rede de restaurantes

A rede de churrascarias NB Steak, restaurante que reinventou o sistema de rodízio no país e conta com seis unidades, sendo três em São Paulo (SP) e três em Porto Alegre (RS), adota o SAP na nuvem para gestão dos negócios. A solução foi implementada pela Ramo Sistemas e RSITech no modelo de contrato de licenciamento Original Equipment Manufacturer (OEM), baseado no SAP Business One. A rede de churrascarias aposta na solução SAP como uma ferramenta de padronização da gestão dos processos administrativos para elevar os níveis de qualidade de suas casas, simplificar os processos de gestão e garantir a expansão.

O diretor financeiro da MDR, grupo que detém a rede de restaurantes NB Steak e Maremonti Trattoria & Pizza, Fernado Makiyama, comenta que a tomada de decisão pela implementação SAP partiu do empresário Arri Coser, sócio-proprietário da rede, que ao longo de sua carreira empreendedora teve oportunidade de trabalhar com sistemas SAP e, para ele, tornou-se um padrão pessoal de gestão e de qualidade ter em seus empreendimentos o sistema da companhia para suporte e controle das operações. “É importante para a gestão dos nossos restaurantes e para a expansão dos negócios contar com uma ferramenta que acompanhe o crescimento pautado na excelência dos produtos e serviços prestados e garantir a padronização da qualidade e dos processos empresariais”, explica o executivo.

Com a expansão da rede era preciso um software de gestão que respaldasse a dinâmica na tomada de decisão, organização e integração das áreas, agilidade no acesso às informações e controle dos processos. A NB Steak decidiu substituir o antigo processo interno de gestão pela solução SAP e obter melhor controle de preços, compras, estoque, consumo e de todas as transações com autonomia das operações. Além disso, o SAP na nuvem proporcionou a análise de todas as informações com indicadores confiáveis e de fácil acesso. “O SAP permite a visualização das informações que necessito para tomada de decisões, em qualquer lugar e em tempo real, com integração dos processos em uma única base”, conclui Makiyama.

Os bons resultados da rede NB Steak e a expansão das unidades nos últimos anos é a prova da eficiência de uma gestão de processos bem direcionada. Em 2015, a marca dobrou o número de unidades da rede. Segundo Makiyama, “a SAP oferece tecnologia que atende às nossas necessidades e consegue suportar o crescimento do negócio”.

O SAP conferiu um ganho de tempo e de qualidade em relação à análise de atividades envolvidas no preparo dos produtos e na prestação de serviços da rede de restaurantes. De acordo com o presidente da Ramo Sistemas, Décio Krakauer, “é uma solução que está preparada para atender às necessidades específicas da rede NB Steak”.

A nova marca estrou em São Paulo em 2013, no bairro Campo Belo e, hoje, conta com unidades em Pinheiros e no Itaim, além das três unidades em Porto Alegre. Fundada no início dos anos 90, na capital gaúcha, pelos empresários Lemir Magnani e Mairi Coser Magnani e, posteriormente, tendo como sócio Arri Coser, a rede NB Steak mudou o conceito de churrascaria e serviços. O novo posicionamento aliou a excelência do churrasco gaúcho pelo qual a casa é reconhecida, a um ambiente diferenciado com opções gastronômicas de uma casa de carnes com padrão internacional.

Fonte: IPNews

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Águas inteligentes: tecnologias que podem evitar desperdício

Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Big Data antecipam crises e desperdícios e permitem gerir a água de forma holística

O Brasil passou por um momento de estiagem muito grande em 2015, principalmente o estado de São Paulo. Já em 2016 os níveis voltaram a subir e quase não se fala de novas crises hídricas. Muitos brasileiros acabam se esquecendo da importância de poupar água. Além disso, as empresas que abastecem precisam nesse tempo se adequar e usar as tecnologias disponíveis para ajudar a combater o desperdício e uma nova crise hídrica.

Para isso, existem soluções que combinam Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Big Data, e que podem detectar onde uma rede de distribuição de água está falhando e antecipar crises e desperdícios. A perda do recurso natural no Brasil é grande e estima-se que seis represas Cantareiras sejam desperdiçadas por ano. No total são R$ 8 bilhões jogados fora anualmente e cerca de 37% da água produzida é inutilizada no país, segundo estudo do Instituto Trata Brasil.

Cada vez mais ouviremos falar do conceito de ‘Água Inteligente’, que permite gerir a água de forma holística para alcançar benefícios para a cidade, usuários e empresas de distribuição de água e saneamento. Os benefícios vão desde a economia diária até a prevenção de grandes crises na distribuição da rede.

A ajuda das TIC

Este novo conceito de “Águas Inteligentes” é capaz de coletar informações importantes, por meio da Internet das Coisas, utilizando sensores localizados ao longo da rede de água. Estes dados são processados por sistemas de Inteligência Artificial e manipulados por grandes redes de dados (Big Data) que oferecem um plano de monitoramento e solução para as perdas e vazamentos.

Algumas empresas do setor de TI, como a TCS, já possuem essas ferramentas de detecção de falhas por meio de tele satélites, soluções in loco e terrestres, além de redes de sensores ao longo de toda a distribuição de água corrente. Há também ferramentas que podem ser instaladas na rede de distribuição de água que integram essas soluções, tais como tubos inteligentes que proporcionam avaliações de risco em tempo real, evitando vazamentos de água, mesmo antes de ocorrerem.

Junto com os grandes vazamentos, outro tema recorrente na gestão da água é a chamada “água não faturada” ou pequenas perdas de água ao longo de sistemas de distribuição.

Mas o que é água não faturada?

A “água não faturada” é todo o volume perdido devido vazamentos existentes na rede de distribuição que ocorrem por conta da idade dos tubos, do envelhecimento do material, da má instalação e qualidade dos materiais, do tráfego de veículos e das variações de pressão, entre outros. O total desperdiçado pelas empresas foi de 6,53 bilhões de m³ de água tratada, segundo estudo divulgado em 2015 pela Trata Brasil. Tais perdas equivalem a cerca de 80% dos investimentos em água e esgoto realizados em 2013.

A incorporação de novas tecnologias, como Inteligência Artificial e Big Data, em todo o sistema de abastecimento de água permitirá que as empresas recolham dados durante todo o processo, que podem ser analisados e processados em tempo real. Isso permitirá o monitoramento remoto de ativos físicos e fluxos de água em todo o sistema, que pode identificar oportunidades de otimização do consumo, vazamento ou possíveis falhas no sistema. Dessa forma, evita-se desperdícios antes mesmo que eles aconteçam, gerando assim, benefício para toda a cadeia de distribuição e impedindo que a população fique sem água ou pague mais por isso.

Problema global e o futuro

O desperdício de água é uma questão global como mostra um estudo do Banco Mundial. As águas não Faturadas’ estão em níveis de 15% e estima-se que a redução em 50% de vazamentos geraria US$ 2,9 bilhões por ano, e permitiria que 90 milhões de pessoas pudessem ter acesso à água limpa, sem novos recursos hídricos. Por esse motivo, a tecnologia é cada vez mais importante em todos os setores básicos: abastecimento de água, energia, agricultura e indústria. Estamos caminhando para um mundo que será totalmente conectado com soluções em Internet das Coisas. E quanto mais inovação menor será o desperdício dos nossos recursos. Estamos preparados?

Fonte: COMPUTERWORLD

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85% dos usuários do Windows Phone estão sem suporte ao Skype

O aplicativo de mensagens instantâneas e conversas por vídeo deixará de funcionar por completo no início de 2017.

A Microsoft deixou de oferecer neste mês suporte do Skype em 85% dos aparelhos Windows Phone 8 e 8.1, conforme prometido em julho deste ano. Assim sendo, quem possui um destes modelos de smartphone, não será capaz de baixar o aplicativo da Windows Store.

O aplicativo de mensagens instantâneas e conversas por vídeo deixará de funcionar por completo no início de 2017. O Skype está mudando de uma base peer-to-peer para uma infraestrutura na nuvem. Com isso, é possível sincronizar melhor as mensagens entre dispositivos e ainda acrescentar recursos como acesso offline, tradutores, bots, entre outros.

Através da migração do Skype para a nuvem, a empresa tem removido o suporte para o aplicativo não só em aparelhos equipados com o Windows Phone, mas também em plataformas rivais. Alguns usuários do Android, por exemplo, também encontrarão problemas. Os dispositivos que usam o Android 4.0.2 ou ainda versões anteriores também não poderão mais instalar o aplicativo. O abandono do Windows Phone por desenvolvedores independentes deveria ter surtido outro efeito na Microsoft, como a adoção de um sistema que pudesse oferecer algum tipo de apoio, antes de abandonar de vez a plataforma. Coisa que não aconteceu.

Fonte: Oficina da net

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Prazo do eSocial é prorrogado pelo governo para 2018

O eSocial foi prorrogado novamente e entrará em vigor apenas no início do próximo ano. O novo prazo foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). A resolução traz ainda outra alteração decisiva: a transferência do ano-base do faturamento de 2014 para 2016.

Segundo a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), que integra o Grupo de Trabalho Confederativo (GTC) e acompanha de perto a implantação do sistema, o calendário de testes sofreu atraso e inviabilizou a operação em setembro.

A prorrogação do prazo vinha sendo discutida desde o início de junho, mas ainda não havia confirmação oficial sobre as datas. Segundo o novo cronograma divulgado pelo Comitê Gestor do eSocial, a obrigatoriedade passa a valer em 1º de janeiro de 2018, no caso das empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões, e, em 1º de julho do mesmo ano, para as demais companhias.

A resolução oficializou, ainda, a transferência do ano-base do faturamento para 2016. Muitos empreendimentos que, em 2014, faturavam acima de R$ 78 milhões, fecharam 2015 com resultado menor por causa da retração da economia brasileira e devem chegar ao fim deste ano com resultados semelhantes.

Fonte: Jornal A Tribuna

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Europa teme uso de Big Data em práticas anticompetitivas

A comissária europeia para competição, Margrethe Vestager, defendeu nesta sexta, 9/9, durante seminário em Copenhague, que os órgãos antitruste acompanhem de perto o uso de dados pelas empresas, notadamente quando eles podem ser utilizados como arma para prejudicar competidores.

“É verdade que não devemos suspeitar de todas as empresas que detenham um valioso conjunto de dados. Mas precisamos olhar de perto para controle de dados únicos pelas empresas, dados que ninguém mais consegue obter, e se elas podem usá-los para fechar o mercado a rivais”, afirmou.

Segundo a imprensa europeia, Vestager – que tem processos em andamento sobre práticas de grandes empresas como Apple e Google – defendeu abordagens regulatórias mais fortes sobre o uso do Big Data durante participação em seminário promovido pela Copenhagen Business School nesta sexta.

“O problema para a competição não é somente porque uma empresa detém muitos dados. O problema aparece se os dados são realmente únicos e não podem ser duplicados por mais ninguém”, insistiu a comissária.

Ela também voltou a defender a decisão da Comissão Europeia de exigir que a Irlanda cobre o equivalente a R$ 46 bilhões em impostos atrasados da Apple. “Foi uma decisão baseada em fatos em um trabalho que busca remover as distorções criadas pela vantagem que uma empresa tem por pagar muito menos impostos”.

Fonte: Convergência Digital

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Google Fuchsia: novo sistema operacional vai rodar em PCs e celulares

O Google pode estar desenvolvendo um novo sistema operacional. Descoberto na segunda semana de agosto e conhecido até agora como Fuchsia, a plataforma traz algumas peculiaridades como, por exemplo, não ser baseado no kernel do Linux, como são o Android, o Chrome OS e o Chromecast, outros sistemas da gigante de tecnologia.

No entanto, será que o Fuchsia virá para substituir o Android? Como deve ficar o Chrome OS com a chegada do novo sistema? Por enquanto, muitas dúvidas pairam sobre o possível lançamento de uma nova plataforma do Google. No artigo abaixo, o TechTudo tenta responder as principais dúvidas sobre o assunto. Saiba tudo o que foi descoberto até agora sobre a nova aposta do Google.

O que é kernel do Linux?

O Fuchsia será um sistema operacional open source — ou seja, de código aberto — completamente novo. Isso porque, ao contrário das outras plataformas do Google, a empresa não adotou o kernel do Linux.

A grosso modo, o kernel é o núcleo do sistema. É o responsável pelas instruções básicas, como o acesso à memória e ao processador. O kernel age fazendo a integração da parte física (hardware) com a parte lógica (software) do aparelho, seja um celular ou um PC.

Em quais dispositivos o Fuchsia deverá funcionar?

O Google optou por utilizar o Magenta que, por sua vez, é baseado em outro kernel chamado de LK. Essa escolha foi feita porque o Magenta traz algumas vantagens em relação ao kernel do Linux. A mais importante delas é por ser um núcleo mais enxuto. Outra característica interessante do Fuchsia é oferecer suporte a processadores ARM, tanto de 32 bits quanto de 64 bits.

Com isso, é esperado que o Fuchsia seja consideravelmente mais leve e rode bem tanto em computadores e smartphones mais robustos, como também em outros dispositivos mais simples, voltados para Internet das Coisas (IoT), carros smart, além de placas como a Raspberry Pi 3.

Tudo isso com uma interface bastante parecida com aquela já conhecida pelos usuários. Afinal, o possível novo sistema da empresa utiliza as linguagens de programação Dart e Flutter, as mesmas utilizadas no Material Design, que o Google usa desde o Android 5.0 Lollipop.

O que muda no Android e no Chrome OS com a chegada do Fuchsia?

O novo sistema operacional ainda está em fase embrionária e o Google não deu uma declaração oficial. No entanto, é pouco provável que, a curto prazo, o Fuchsia chegue para substituir o Android e o Chrome OS. Vale lembrar que sistema operacional móvel da gigante das buscas é um dos produtos mais rentáveis para a empresa — que licencia o software para as fabricantes de celulares que possuem compatibilidade com os parâmetros de uso do Android pelo Google.

A longo prazo, porém, a conversa pode ser diferente. Como tem a capacidade de rodar tanto em smartphones quanto em PCs, o Google pode estar preparando o Fuchsia para ser um sistema operacional universal, assim como a Microsoft fez com o Windows 10 que roda em vários dispositivos. Além disso, por também servir para Internet das Coisas, o Fuchsia pode cravar de vez o nome do Google nesse mercado de objetos smart.

Fonte: techtudo

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SAP apoia gestão de nova empresa de base comunitária na Amazônia

SAP Business One vai gerenciar o beneficiamento e a comercialização e auxiliar na rastreabilidade de sementes coletadas na Floresta Amazônica

A SAP Brasil e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização não-governamental e sem fins lucrativos que trabalha para promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida de comunidades da bacia amazônica, anunciam a implementação da solução SAP Business One na Unidade de Beneficiamento de Produtos Florestais – UBPF de Bauana (AM), inaugurada em 2015.

A SAP Brasil doou o software e sua implementação será conduzida pelo parceiro Ramo Sistemas para gerenciar o fluxo de produção da nova Empresa de Base Comunitária (EBC) e rastrear a qualidade de sementes produzidas por cerca de 75 famílias produtoras da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) de Uacari, no Estado do Amazonas, localizada a 800km em linha reta e mais de 1.500 km por via fluvial de Manaus.

A ideia da formação da UBF na região do Médio Juruá surgiu como resultado de várias ações e de um curso específico em produção sustentável organizado pela FAS para os moradores e usuários da RDS de Uacari entre 2013 e 2014. “Abordamos, em um primeiro momento, a capacitação técnica de jovens da região e, posteriormente, melhorias nos processos de extração de produtos locais”, explica Wildney Mourão, supervisor de empreendedorismo e negócios sustentáveis da FAS. Como trabalho de conclusão, os alunos elaboraram planos de negócios que levaram à realização de um projeto de pesquisa e desenvolvimento para melhoria de processos e adoção de boas práticas para a produção de açaí e óleos vegetais. O legado desse projeto foi a UBPF Bauana.

“A unidade é fruto desse investimento de três anos da FAS, articulado com diversos parceiros para promover o desenvolvimento sustentável das famílias da região e que agora conta também com o apoio da SAP”, salienta Mourão.

O primeiro passo para a viabilização das atividades da UBPF de Bauana foi a montagem de uma unidade de extração de óleo. “A região do Médio Juruá é tradicionalmente extrativista, mas os produtores locais sempre enfrentaram um enorme desafio logístico ao ter de comercializar sua produção para a cidade mais próxima, distante até 50 horas de barco”, explica Virgílio Viana, superintendente geral da entidade. “A UBPF de Bauana encurta essa distância agregando valor à matéria prima, garante emprego para moradores da região e a circulação do resultado das vendas nas próprias comunidades.” Ele lembra ainda que o plano de negócios foi organizado de forma a aproveitar a sazonalidade dos frutos da Amazônia, garantindo produção e beneficiamento de sementes durante todo o ano.

A primeira fase do projeto prevê o beneficiamento de sementes de andiroba, murumuru e açaí. “Já estamos produzindo óleo de murumuru, entre outros itens, com a qualidade exigida pelos fabricantes de cosméticos e também pelos produtores de bebidas à base de açaí”, destaca Mailson Gondim, um dos empreendedores à frente das atividades da UBPF. “Fechamos, inclusive, com uma cooperativa da região, um contrato de intenção de compra de quatro toneladas de óleo de murumuru ainda neste semestre para ser fornecido a uma grande empresa de cosméticos”, comemora.

Segundo Luciana Coen, diretora de responsabilidade social corporativa e comunicação integrada da SAP Brasil, o sucesso da comercialização das sementes depende da sua correta qualificação. “A adoção do SAP Business One pela EBC também trará ganhos para gestão do fluxo de produção na Unidade, impactando diretamente a vida de pelo menos 75 famílias”, destaca Luciana Coen.

A doação do SAP Business One para a UBPF de Bauana dá sequência a uma parceria com a Fundação Amazonas Sustentável que começou em 2014. O primeiro projeto foi a doação à própria entidade do software SAP Lumira, uma solução tecnológica intuitiva e de fácil implementação, que proporcionou alta visibilidade e capacidade de análise de dados, melhorando consideravelmente a gestão de indicadores da instituição. Entre outras vantagens, a FAS, que coordena trabalhos e ações que beneficiam mais de 40 mil pessoas em 576 comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia, em uma área de 10,8 milhões de hectares, passou a contar com a agilidade de uma solução que possibilita rigor na análise e avaliação de indicadores e métricas. “O Lumira não só otimizou nossas ações como também aumentou a transparência e eficiência no uso de recursos e investimentos da organização”, salienta Virgílio.

Sobre a FAS

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma organização brasileira não governamental, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual. Foi criada em 20 de dezembro de 2007, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado do Amazonas e o Banco Bradesco. Posteriormente, passou a contar com o apoio da Coca-Cola Brasil (2009), do Fundo Amazônia/BNDES (2010) e da Samsung (2010), além de outras parcerias em programas e projetos desenvolvidos. A missão da FAS é promover o envolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas do Estado do Amazonas. As principais iniciativas são implementadas por meio do Programa Bolsa Floresta (PBF), Programa de Educação e Saúde (PES), e Programa de Soluções Inovadoras (PSI). Em 2015, a FAS assistiu 574 comunidades ribeirinhas no Estado do Amazonas, beneficiando mais de 40 mil pessoas.

PRÊMIOS FAS: ODM Brasil, Von Martius de Sustentabilidade e Calouste Gulbenkian entre outros.

Sobre a Ramo Sistemas

Fundada em 1982, a Ramo Sistemas é uma empresa com foco em soluções de software de gestão empresarial para pequenas e médias empresas, baseadas na tecnologia SAP Business One. Atualmente, a empresa possui uma base de mais de 460 clientes SAP no Brasil e cerca de 170 revendas autorizadas que atendem as diversas regiões e segmentos do mercado. A Ramo Sistemas é um parceiro Gold da SAP no Brasil para venda e implementação do SAP Business One.

Fonte: SAP News

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Implementando o BI no seu e-commerce

A ideia é integrar essas ferramentas tecnológicas para fornecer mais informações com o objetivo de suportar as decisões para o seu negócio

Diversas ferramentas compõe o BI, como por exemplo, o ERP (Enterprise Resource Planning) e o CRM (Customer Relationship Management). A ideia é integrar essas ferramentas tecnológicas para fornecer mais informações com o objetivo de suportar as decisões para o seu negócio.

Veja o passo a passo para aplicar o BI de maneira correta:

Identifique as ferramentas que formarão a base do seu BI. Pode ser um ERP, CRM, Web Analytics ou até um sistema de monitoramento de redes sociais.

Defina métricas como eficiência operacional, entrega de produtos, produtividade, geração de leads, conversões, aumento da base de clientes, ticket médio e faturamento. É importante definir o que será medido para então iniciar o fluxo de coleta, processamento, análise e monitoramento dos dados.

Garanta a integração das ferramentas utilizadas para que elas não sejam apenas geradoras de informações que jamais serão analisadas adequadamente. Com isso, sua equipe estará liberada para atividades mais estratégicas como interpretar os insights conseguidos por meio do BI.

Suporte a mudança através da conscientização dos colaboradores, afinal são muitas as mudanças culturais e tecnológicas que o BI trará ao seu e-commerce. Treine sua equipe para identificar o que é mais importante, refletir sobre os resultados e perseguir as metas do negócio.

Fonte: Administradores

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Sente enjoo no carro? O corpo acha que está sendo envenenado

É bem provável que você conheça alguém que não consegue entrar na estrada sem passar mal (aqueles saquinhos não estão no ônibus à toa).

Agora, depois de incontáveis paradas no acostamento, a ciência finalmente descobriu o motivo disso tudo: para seu estômago, andar de carro pode ser bem parecido com ser envenenado.

Do ponto de vista evolutivo, faz pouco tempo que a humanidade trocou os calcanhares pelos motores e nossa biologia ainda não é completamente adaptada para essa nova realidade.

A verdade é que andar de carro confunde sua cabeça, literalmente: o cérebro recebe sinais de que está se mexendo e que está parado, ao mesmo tempo.

O ouvido interno é responsável por manter o equilíbrio do corpo. Para isso, ele conta com líquidos que se movimentam de acordo com seu movimento – é por isso que, mesmo vendado, você sabe se está deitado ou de pé, reto ou inclinado.

O movimento do carro faz com que os líquidos do ouvido interno se desloquem, e, com isso, o corpo sabe que não pode estar parado.

Mas os seus olhos e seus músculos dizem outra coisa. Especialmente para quem está sentado no banco de trás, tudo que os olhos veem é o interior do carro, sem movimento algum. Suas pernas também não se mexem. Então por que tem um rebuliço no ouvido dizendo que você está a 70 km/h?

O juíz responsável por dar o veredito sobre o seu movimento é uma parte do cérebro chamada tálamo, como explica o neurocientista Dean Burnett à rádio NPR.

E para responder à pergunta “como estou me mexendo sem me mexer”, a resposta que o tálamo encontra é que você está doidão.

O cérebro lê a confusão dos sentidos como sintoma de um possível envenenamento. Em termos evolutivos, as causas mais prováveis de desencontro dos sentidos, ao menos na natureza, são neurotoxinas.

É por isso que o estômago acaba envolvido em um problema de equilíbrio e movimento. Se existe uma chance de que o corpo tenha sido contaminado, a reação de emergência do cérebro é forçar o corpo a botar para fora o veneno e diminuir os danos.

Para Burnett, olhar pela janela ajuda a equilibrar os estímulos contrários que o corpo recebe, enquanto focar em um pedaço estático de papel (ou seja, ler) aumenta a discordância de opiniões entre sua visão e seu ouvido interno – e faz seu cérebro neurótico sentir mais vontade de “desintoxicar”.

Fonte: Exame.com

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Google está criando novo sistema operacional misterioso

Novo sistema em desenvolvimento pelo Google leva o nome de Fuchsia

Ao que tudo indica, o Google está desenvolvendo um novo sistema operacional. Ainda sem informações oficiais, fica difícil saber para que ele poderia ser usado. Pelo que se deduz, ele pode ser um substituto para o Android, uma plataforma para internet das coisas e realidade aumentada ou somente um passatempo para alguns dos funcionários da empresa.

De maneira geral, as hipóteses são apenas enormes chutes de pessoas ansiosas e animadas com as possibilidades.

O sistema foi encontrado no repositório de códigos GitHub. Lá, ele está batizado como Fuchsia (fúcsia, assim como a cor). A explicação presente na página não é nem um pouco esclarecedora. “Rosa + Roxo == Fuchsia (um novo sistema operacional”, se lê.

Alguns acreditam que o novo sistema poderá servir para unificar o Chrome OS e o Android. Essa seria uma enorme mudança para a empresa e para usuários, uma vez que o Android é o sistema operacional para smartphones mais usado do mundo. Essa unificação entre os sistemas têm sido motivo de rumores durante o último ano.

O blog Android Police acredita que o sistema poderá ser usado para aplicações em internet das coisas. O Android não é um sistema muito bom para isso por conta de suas especificações técnicas—o que explicaria a aposta do Google na criação de um novo sistema operacional.

Uma característica do Fuchsia é ser focado em “telefones e computação pessoal modernos com processadores rápidos” por conta da sua base. O que não significa que o uso será também nessas áreas.

Com a quantidade de informações concretas disponíveis até agora é muito difícil afirmar com propriedade para que o Fuchsia será usado. De acordo com um envolvido no projeto, Fuchsia será apresentado oficialmente em algum momento. Até agora, no entanto, se escolheu não falar oficialmente sobre o projeto e para que ele será usado.

A última hipótese possível é que Fuchsia seja somente um projeto paralelo de alguns funcionários do Google. Com isso, ele pode nunca ser lançado comercialmente.

Fonte: Exame.com