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Meta de CIOs é migrar metade do trabalho para nuvem

Atualmente, apenas 18% da carga de trabalho é migrada, em média, segundo 400 líderes de TI ouvidos por estudo da Bain & Company

Uma pesquisa recente da Bain & Company, realizada com mais de 400 companhias, revelou que a migração de 50% das suas cargas de trabalho para cloud é um objetivo de empresas que realmente buscam redução de custos.

No entanto, o estudo revela que a situação atual ainda está distante da ideal. Segundo os dados coletados pela Bain & Company, as empresas transferem, em média, apenas 18% da carga de trabalho. A variação é maior ou menor dependendo do segmento industrial.

Executivos de TI e de negócios conhecem todas as vantagens de transferir suas cargas de trabalho para a computação em nuvem, entre elas a agilidade no TTM (Time To Market), sistemas mais flexíveis e redução de custos em data center. Então, o que os impede de investir com mais intensidade nesse tipo de arquitetura?

A pesquisa indica que muitos líderes de TI ainda hesitam diante do que seria considerada uma grande mudança e adiam a tarefa deslocando apenas uma parcela da carga para cloud, justamente pelo receio das tecnologias disruptivas, que interferem em processos, organizações e às vezes até em indústrias inteiras.

Um ob犀利士
stáculo que ainda aparece no estudo é o dilema de escolher o modelo certo de nuvem, entre as alternativas de nuvem pública, privada ou híbrida. Muitos executivos acreditam que optar por cloud privada pode aumentar o potencial de extrair valor para a companhia.

Em algumas situações e para determinadas cargas de trabalho,  especialmente aquelas que sofrem restrições por compliance, segurança ou requisitos de IP, a nuvem privada é de fato a opção mais segura. No entanto, segundo os analistas da Bain & Company, a nuvem privada gera apenas 1/3 dos benefícios que podem ser encontrados na nuvem pública.

Para extrair todo o potencial do armazenamento em nuvem, a indicação do estudo é incentivar uma abordagem cloud-first. Uma vez que as cargas de trabalho estejam  armazenadas na nuvem, as equipes de desenvolvimento e operações podem acessar ambientes e outros recursos, sem qualquer obstáculo que encontrariam no processo tradicional de TI.

Manter servidores próprios pode parecer a decisão mais segura, mas não tem protegido as vítimas dos ataques cibernéticos de alto perfil, incluindo Sony e JPMorgan Chase. O segredo de uma migração bem sucedida é avaliar o modelo correto para a empresa e ter coragem para enfrentar um reforma completa do modelo tradicional de TI.

O estudo compra mais uma vez o que vem sendo provado constantemente: as empresas que continuarem receosas com o armazenamento em nuvem tendem a ficar para trás. Apostar em inovações tecnológicas é investir na evolução da empresa.

Fonte: CIO

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CTO é peça-chave na evolução do digital

Chief Technology Officer da EMC aconselha profissional a garantir alinhamento com CIO para obter sucesso em um mundo de rápida mudança tecnológica

Chief Technology Officer (CTO) ganhou notoriedade na era digital. Em meio à avalanche de dados, que pipocam de todo lado, agravada pela internet das coisas (IoT), ele é promessa de agilidade, análise e resgate inteligente de dados estratégicos. Esse profissional, portanto, tem lugar garantido em companhias de TI que desejam tomadas de decisões mais rápidas e alto nível de competitividade. Mas o pulo do gato é estar em linha com o CIO, quando torna-se ainda mais estratégico.
 
“Acredito que grande parte do trabalho do CTO deve ser evangelizar os clientes e outra olhar cada negócio de forma muito particular, aconselhando o CIO e a empresa sobre o que eles devem fazer”, afirma Sal DeSimone, vice-presidente e CTO da divisão de Software Avançado da EMC. Segundo ele, há uma tensão saudável entre CTO e CIO e se as duas figuras estiverem em linha, poderão juntos obter excelentes resultados de negócios.
 
Na entrevista que segue, concedida durante o EMC World, que acontece de 4 a 7 de maio em Las Vegas (EUA), DeSimone lista a importância do CTO no desenvolvimento de tecnologias, as características necessárias para obter sucesso nessa posição e como a digitalização está mudando o papel do CTO.
 
IT Forum 365 – Em algumas empresas, o CIO responde para o CTO. Mas essa configuração é mais comum em empresas de TI. Como é esse modelo na EMC?
DeSimone – Na EMC temos muitos CTOs, mas há um CTO corporativo. Toda divisão na empresa tem seu CTO. Em alguns casos, até mesmo um produto, tem um CTO. Ao todo, são cerca de 20 CTOs. Sou CTO para a divisão de tecnologias emergentes e minhas responsabilidades estão na divisão de software defined storage, elastic cloud e infraestrutura hiperconvergente que estarão disponíveis até o final deste ano, além de produtos para data center, como rede.
 
ITF 365 – Você trabalha na EMC há cerca de dez anos. O que você aprendeu nessa década que hoje são fundamentais para seu trabalho atualmente?
DeSimone – Podemos dizer que estou há 20 anos na EMC, pois antes trabalhava em uma empresa adquirida pela EMC. Quando cheguei à fabricante, como engenheiro de software, tinha uma forte base em sistemas de rede, não tinha muito conhecimento em storage e dados. Por isso, foi ótimo acumular experiência em storage. Mas hoje, rede e storage estão muito relacionados e conectados, especialmente agora que tudo está se tornando ‘definido por software’. É muito difícil ser expert em apenas uma área e fica até difícil de lidar com esse novo mundo apenas olhando um setor. Nos últimos três anos, desde o início da estratégia de hiperconvergência e defined storage, tenho acompanhado de perto o desenvolvimento dessas áreas e esse meu conhecimento prévio me ajuda bastante a desempenhar meu papel hoje.
 
ITF 365 – Qual sua principal função como CTO?
DeSimone – Todo o meu trabalho envolve focar na tecnologia que estamos construindo. Além de ver o lado da arquitetura, precisamos construir soluções que têm o selo ‘estado da arte’. Com software defined, muita inovação está por vir e desenhar soluções no estado da arte é desafiador. Temos de construir tecnologias que são o estado da arte, mas que resolvam problemas de nossos clientes. Em alguns casos, quando foca somente na tecnologia, pode não resolver o problema. Tento buscar esse balanço. Além disso, sou muito próximo do time de produtos. Geralmente, CTOs são muitos focados em clientes, passando 95% do tempo falando com clientes e o restante com a equipe interna. Passo dois terços do meu tempo com a equipe interna.
 
ITF 365 – Quais características um CTO precisa ter para ser bem-sucedido?
DeSimone – Ele precisa ter influência para liderar o time. Precisa ter capacidade de colaboração e paciência. Tem de ser tecnicamente inteligente para entender um nível muito profundo sobre os princípios tecnológicos, mas também ter a habilidade de falar com clientes sobre negócios. Precisam ainda resolver um problema e explicar como as tecnologias podem solucioná-lo. 
 
ITF 365 – Qual seu principal desfio como CTO?
DeSimone – Acredito que é conquistar o estado da arte. Mas construir soluções com essas características consome tempo. Por outro lado, o mundo atual não permite que você passe quatro anos, por exemplo, construindo soluções. É preciso encontrar um caminho e assumir riscos. Encontrar esse balanço é vital. É preciso investir em soluções que realmente têm diferencial, que levem valor para os clientes.
 
ITF 365 – Você comentou sobre assumir riscos. Muitas empresas querem que seus colaboradores assumam riscos, mas quando algo sai errado culpam as pessoas. Por que isso acontece?
DeSimone – Riscos soam bem até que eles dão errado. Muitos dos nossos clientes são focados em storage. Eles estão na lista de pessoas que mais arriscam na empresa, porque eles estão lidam com dados e ao perdê-los pode acabar com tudo. A maioria dos nossos clientes vem uma mudança, uma evolução de empresas tradicionais, para empresas construídas com base na web. Eles também lidam com esse conflito de precisar de tecnologias estáveis e sólidas, mas não podem consumir anos e anos. Da mesma forma que estamos tentando encontrar o balanço para o risco, nossos clientes também. Alguns clientes são muito conservadores e isso está bom para eles, porque é o perfil da empresa, outros estão em setores que precisam ter mais riscos. Nosso objetivo como companhia é dar produtos e serviços para os clientes para lidarem com riscos. Assuma riscos e seja bem-sucedido, porque há empresas como EMC ajudando nessa tarefa.
 
ITF 365 – Para ser bem-sucedido, é preciso que o CTO tenha um forte alinhamento com o CIO?
DeSimone – Se você tiver CTOs com tecnologias que não podem ser implementadas pelo CIO, então você simplesmente não tem nada. Acredito que um bom CTO entende isso. Tem de haver um entusiasmo com as novas coisas, que ao final do dia não é tecnologia por tecnologia, mas para ajudar os negócios a serem bem-sucedidos. Há uma tensão saudável entre CTO e CIO e é bom ter isso, mas se todos operaram com as prioridades dos negócios e colocar isso na frente, podem usar a situação para obter excelentes resultados de negócios. 
 
ITF 365 – Como você vê o papel do CTO no futuro, uma vez que estamos vivenciando diversas transformações na indústria de TI?
DeSimone – Em razão da digitalização, negócios estão muito mais dependentes de tecnologia, mais do que antes. De alguma forma, isso torna o papel do CTO mais estratégico e importante, porque é preciso fazer grandes apostas tecnológicas para obter sucesso e ficar em linha com os objetivos de negócios. Por isso, acredito que grande parte do trabalho deve ser evangelizar os clientes e outra olhar cada negócio de forma muito particular, aconselhando o CIO e a empresa sobre o que eles devem fazem, porque há muitas opções, muitos riscos. Ajudar a companhia a construir a fundação que são necessárias é algo que o CTO tem de prover. Com a evolução do digital, o papel do CTO se torna mais crítico. 
 
ITF 365 – Você acha que o CTO vai roubar o lugar do CIO no futuro próximo?
DeSimone – Não, porque CIOs precisam entregar. Geralmente, o CTO não precisa entregar. Em algumas empresas precisam, mas de forma geral, não. É bom ter alguém focado em tecnologia e outro para entregar as funções do dia a dia. Se você tentar fazer os dois, pode, muitas vezes, ser mais conservador e não evoluir da forma esperada.
Fonte: ITForum
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Os CIOs estão preparados para a chegada dos wearables nas empresas?

Robert Half Technology aponta que líderes de TI observam rápida adoção da tecnologia no ambiente de trabalho, mas precisam deixar a casa em ordem para recebê-la

Wearables estão ganhando popularidade no mercado. Agora, é apenas uma questão de tempo para que os aplicativos comecem a surgir no mercado corporativo. A constatação é de um estudo realizado pela Robert Half Technology com 270 CIOs em empresas com cem ou mais funcionários no Canadá.
 
O levantamento mostra que 63% dos CIOs acreditam que os dispositivos vestíveis, como óculos e relógios inteligentes, vão ser ferramentas comuns no local de trabalho. Entre os líderes de TI que acreditam no uso da tecnologia no trabalho, 20% esperam que essa onda chegue ao ambiente corporativo nos próximos cinco anos.
 
Na avaliação de Deborah Bottineau, gerente regional sênior da Robert Half Technology, será interessante observar o impacto das tecnologias vestíveis nas empresas. No entanto, a chegada dessas tecnologias vai exigir investimentos consideráveis por parte da TI. Com o aumento da mobilidade e da conectividade, profissionais da área terão de apoiar essa nova tecnologia, tornando-a benéfica para o dia a dia profissional. 
 
O uso prático desses dispositivos, no entanto, ainda é uma dúvida para os líderes de TI. Por isso, a Robert Half Technology aconselha que os CIOs façam três perguntas para considerar a adoção dos wearables:
 
1. A implementação vai aprimorar nossos negócios e/ou a produtividade? 
Considere os benefícios das tecnologias e como ela irá adicionar valor ao negócio. Isso é vital para medir os benefícios de longo prazo de dispositivos vestíveis e como eles poderão impactar positivamente o ambiente de trabalho. Responder a essa pergunta vai ajudar a comunicar o valor potencial dos líderes na organização.
 
2. Estou consciente dos riscos de segurança e a empresa está equipada para lidar com eles? 
As novas tecnologias têm o potencial de gerar vulnerabilidades para a segurança. Líderes de tecnologia devem entender – e se comunicar com outros líderes empresariais – para entender os riscos dos wearables e como é possível mitigá-los ao criar planos e políticas.
 
3. Já preparei uma boa política, plano de comunicação e estratégia de formação em torno da tecnologia wearable? 
É crucial ter uma abordagem de comunicação que irá incluir novas políticas e treinamento. Preparação será fundamental para o sucesso na adoção de wearabless nas empresas.
Fonte: ITForum
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Cloud passará por transformação radical em cinco anos

Urs Hölzle, VP da gigante de buscas, acredita que a computação em nuvem passará pela mesma revolução vista no mundo dos smartphones depois do lançamento do 犀利士
iPhone

Algo grande mudará o que se conhece atualmente como computação em nuvem. Urs Hölzle, vice-presidente de infraestrutura da Google, acredita que a formatação do que é cloud hoje em dia será irreconhecível dentro de cinco anos, de tanto que o conceito se transformará. Ele desafia: pense quão inteligente era um smartphone em 2007, pouco antes do iPhone ser lançado. “Compare aqueles telefones com os aparelhos atuais”, sugere.

O executivo, que ajudou a gigante de buscas a construir sua plataforma de cloud, acredita que o mercado passará por uma evolução similar à vivenciada no campo dos celulares. “Estamos muito no início de tudo. Logo, há bastante espaço para crescer”, define.

E onde a nuvem enfrenta desafios para se expandir nos moldes atuais? Segurança continua a ser um dos grandes inibidores para sua adoção. No futuro, Hölzle acredita que isso poderá ser justamente uma das principais razões pelas quais as organizações adotarão cloud computing.

Provedores como Google, Amazon e Microsoft evoluíram significativamente os recursos de segurança de seus sistemas cloud. Agora, colocar aplicações em uma dessas nuvens dependerá de quanto esse sistema será configurado para aquele ambiente. A AWS chama isso de “modelo de segurança compartilhada”, o que significa que a companhia garantirá a disponibilidade do app, mas os clientes precisam ter certeza de seus fluxos de trabalho sejam seguros também.

Hölzle espera que no futuro o conceito seja mais seguro do que construir um lugar para rodar aplicações. Usuários, na sua visão, assumiriam mais riscos por não rodar workloads em ambientes em nuvem. Esse futuro considera certificados, criptografia, logs e outra parafernália para garantir questões ainda em aberto hoje em dia.

“Nossos sistemas são bastante seguros, mas quem quiser construir um app seguro no topo dessa plataforma, terá um grande trabalho pela frente”, sinaliza o executivo da Google. “Espero que em cinco anos isso não seja mais algo recorrente”.

O mercado de nuvem evoluiu significativamente nos últimos anos. Há três anos, o conceito evoluiu em recursos disponíveis e diminuição de preços. No futuro, a expectativa é que cloud seja um padrão, com ambiente de desenvolvimento e hospedagem ultra seguro.

Fonte: CIO

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Inovação de dentro para fora

A pesquisa divulgada na semana passada pela Fundação Getúlio Vargas indicou que o Varejo brasileiro destinou 3,4% da receita em gastos e investimentos em TI. Na visão de Eduardo Terra, presidente Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, o setor está passando por um processo de amadurecimento e vem se consolidando como uma das indústrias que mais cresce, o que exige aportes nas mais variadas tecnologias.

“Quem mais investe em TI são os grandes grupos varejistas. Essas empresas não existiam e vem surgindo principalmente por meio de processos de fusões e aquisições. Quanto mais surgirem grandes empresas de Varejo com faturamento acima de um bilhão de reais, mais veremos o percentual da receita sendo investido em tecnologia, pois uma empresa desse porte precisa de um ERP, de soluções na nuvem, de servidores, de analytics, entre outras tecnologias que permitam controle e processos bem definidos”, aponta Terra.

Segundo ele, o Brasil conta hoje com aproximadamente cem empresas do setor de Varejo com faturamento acima de um bilhão de reais. Cinco anos atrás, esse número não passava de 30 companhias. “Há cinco anos, o segmento de farmácia, por exemplo, nem entrava nesse ranking, hoje, existem cerca de dez grandes empresas deste setor”, acrescenta.

Base tecnológica

Esse cenário de crescente expansão desperta boas expectativas de amadurecimento e investimento em tecnologias, processo que permite ao Varejo inovar a cada dia. Aqui, Eduardo Terra divide o papel da TI em dois planos: a tecnologia de backoffice, que é aquela “invisível” aos olhos, mas que resolve os problemas estruturais e traz a base de operação, logística, multicanalidade e processos. E a tecnologia de frente de caixa, aquelas que são mais visíveis aos consumidores com conceitos de loja do futuro.

“O avanço significativo que temos visto no Varejo são essas tecnologias que dão mais trabalho, as desenvolvidas para resolver os problemas de ruptura, precificação e produtividade. Elas são as bases para o varejista poder inovar em frentes tecnológicas para o consumidor. Claro que dá mais glamour falar das pirotecnias da loja do futuro, mas o varejista precisa entender qual tecnologia vai trazer mais resultado. Em muitos casos, essas soluções não são aparentes, parece que o empresário não investiu nada, mas, na verdade, o investimento foi feito no backoffice, o que trará mais maturidade para o varejista ter seu diferencial em termos de entrega de experiência do cliente”, aponta.

Isso envolve a movimentação na indústria de softwares com soluções que permitem melhorias nas operações de estoque, precificação e multicanalidade, além de tecnologias analíticas para medir produtividade e eficiência. Na visão de Terra, as ferramentas de computação na nuvem vêm entregando muito valor ao Varejo, pois são as mais democráticas no modelo de entrega tanto para as grandes redes com servidores em cloud, quanto para os menores varejistas que já utilizam soluções como Dropbox ou Google Drive.

“A nuvem já é uma realidade no Varejo Brasileiro. Por outro lado, o big data não se consolidou tão fortemente. Na minha visão, é uma tendência que está avançando, até porque o varejista é orientado a informação e histórico de relacionamento com o cliente. Mas a aplicabilidade do big data ainda está sendo usada em forma de ‘laboratório’. Existem muitas perguntas e poucas respostas sobre isso”, explica.
Fusão dos canais

De fato, o Varejo brasileiro vem aprimorando o relacionamento com o cliente e, ao mesmo tempo, o uso de tecnologia em seus processos. Até o menor varejista precisa se automatizar com a obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica do consumidor. Para Eduardo Terra, mesmo o setor vivendo um momento de estabilização do negócio diante de desafios econômicos, o futuro espera grandes inovações com boas expectativas de crescimento, principalmente com o amadurecimento do e-commerce e de conceitos do omnichannel.

A própria NRF 2015, um dos maiores eventos de Varejo que aconteceu em janeiro em Nova York, trouxe um novo ponto de reflexão de atendimento em múltiplos canais. “Ao invés da integração entre loja física e virtual, o evento discutiu muito a fusão dos canais. Um exemplo é o Star Bucks que nos Estados Unidos o cliente faz o pedido pelo celular, paga por meio de mobile payment e retira o produto na loja mais próxima. Nesse processo, quem vendeu? A loja física ou a virtual?”, questiona.

Fonte: Decision Report

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IoT pode gerar oportunidades e riscos

O Gartner Inc. anuncia que a Internet das Coisas (IoT) representa diversas tecnologias e usos que resultam tanto em oportunidades como em riscos sem precedentes para as empresas. A chave para a gestão de ameaças e o pleno aproveitamento das oportunidades é estabelecer uma estratégia de arquitetura de IoT.

“Os arquitetos corporativos têm grande possibilidade de se posicionar no coração dos negócios digitais”, diz Mike Walker, Diretor de Pesquisas do Gartner. “Essa pode ser a forma de consolidar um centro de competência empresarial que explore o modo como a Internet das Coisas cria avanços inovadores para modelos de negócios, produtos e serviços da organização por meio da experimentação rápida”.

Fonte : Decision REPORT

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Saiba como preparar seu data center para o mundo digital

Estrutura e função dos centros de processamento de dados precisarão passar por modernização para não comprometer o futuro dos negócios das empresas

A economia digital mudará a forma como as empresas se relacionam com mercados e seus públicos-alvos. Porém, levar a TI a uma posição de protagonista nos processos de negócio exigirá mudanças sistêmicas na retaguarda das organizações. “A estrutura e a função dos data centers terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a força competitiva empresarial será comprometida”, afirma o Gartner.

A consultoria reconhece que as infraestruturas de processamento de dados ocuparam papel importante no ecossistema tecnológico até o momento. Mas, apesar de mudanças em tecnologias de energia, refrigeração e construção, as funções básicas permaneceram similares ao longo dos anos

“Os data centers são centrados em altos níveis de disp必利勁
onibilidade e redundância, processos bem documentados para gerir a mudança, estruturas tradicionais de fornecimento e estruturas organizacionais segmentadas. Essa abordagem, no entanto, já não é apropriada para o mundo digital”, define.

Diante dessa realidade, o Gartner destaca cinco razões pelas quais as organizações precisam desenvolver uma estratégia mais adequada e moderna para estruturas de DC:

1. Faça o data center se comportar como uma fábrica e um laboratório – Com a explosão no volume de dados, as infraestruturas precisarão estar preparadas para trabalhar montanhas de informação com agilidade. Dessa forma, precisarão escala no processamento. Na outra ponta, necessitarão ter habilidade de testar novas abordagens sem interromper as rotinas.

2. Gerencie a pressão sobre o data center para torná-lo ágil e inovador – O ambiente precisa estar preparado para rodar processos tradicionais sem perder a capacidade de abrigar tecnologias inovadoras, no que a consultoria chama de abordagem bimodal da TI.

3. Gerencie diferentes tipos de risco – O data center será o ponto para onde irá convergir bilhões de dados oritundos de milhões de dispositivos. Tradicionalmente, esses ambientes focam gestão de risco associadas a tempo de parada, disponibilidade ou brechas em aplicações. As estratégias para um mundo digital precisam ser mais amplas considerando a capacidade de concluir transações sem falhas e assegurando todo o ciclo dos serviços.

4. Torne o data center parte de uma topologia híbrida e ampla – Nos próximos anos, mais da metade do investimento em TI será feito pelas áreas usuárias. Os recursos canalizados por executivos das linhas de negócio tende a considerar a contratação de soluções em nuvem. Torne sua infraestrutura apta para acomodar esse contexto.

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente – Lembre-se que a digitalização dos negócios trará consigo novas tecnologias. Será, portanto, necessário expandir os horizontes para além dos recursos tradicionais utilizados atualmente.

Fonte: Computer World

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Mercado digital desperta profissões

Não é à toa que o mercado digital brasileiro cresce a passos largos. Vinte anos atrás, com o início da internet comercial no País, éramos cerca de 120 mil usuários. Hoje, o número de internautas no Brasil com mais de dez anos de idade chega a 85,9 milhões, segundo a pesquisa TIC Domicílios, divulgada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br).

Tanto as empresas quanto os consumidores amadureceram e apostaram no universo online, pois é um caminho sem volta e um mundo novo de oportunidades. Atenta a esse cenário, a Associação Paulista de Agentes Digitais (ABRADi-SP), que representa os interesses de Agências e Agentes Digitais do Estado de São Paulo, vem trabalhando pelo desenvolvimento, normatização, consolidação, aculturamento e profissionalização do mercado corporativo de comunicação digital.

Na visão de Bernardo Castello Branco, presidente da ABRADi-SP, o universo digital trouxe muitas oportunidades de negócio, o que demanda maior suporte aos profissionais desse segmento, mas ainda apresenta desafios de maturidade. “É um mercado crescente que possui gargalos naturais dos negócios ligados à tecnologia. Justamente por ser desafiador e fascinante é que continua atraindo muita gente. O Brasil é um dos líderes em vários setores dos negócios online e acredito que o caminho para o crescimento é investir sempre em pesquisa e educação”, aponta.

São muitos os profissionais que estão por trás do bilionário mercado digital. Desde os agentes de criação e de e-commerce aos desenvolvedores de aplicativos. Para o presidente, esse cenário tem impacto profundo na vida do CIO, principalmente pela oportunidade de mesclar as habilidades profissionais com novas ferramentas digitais.

“O CIO está completamente envolvido no universo online. No seu dia a dia, ele usa aplicativos mobile que facilitam sua comunicação e organização de tarefas. Os serviços na nuvem permitem o compartilhamento de um número cada vez maior de dados, atualizados quase instantaneamente. E grande parte da análise dos negócios é feita online, ou seja, seu envolvimento é cada vez maior e isso é irreversível”, acrescenta.

Para ele, é cada vez mais comum o uso da tecnologia no desenvolvimento de novas lideranças e de diferentes negócios nas áreas digitais. Entretanto, para essas ações traçarem caminhos de sucesso, é preciso planejamento. “Tenho recebido muitos clientes de startups voltados a negócios nas áreas digitais. Infelizmente a maioria dos projetos não resiste a dois anos. Em boa parte, por falta de recursos financeiros e investidores. Por isso é importante planejar. Não basta ter uma boa ideia, mas é necessário ter um objetivo bem definido e traçar um plano para alcançá-lo”, conclui.

Fonte: Decision Report

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Empresas não estão prontas para o futuro

Segundo previsões do Gartner e da IDC, em 2020, seremos mais de 7 bilhões de pessoas com cerca de 30 bilhões de dispositivos interconectados criando em torno de 44 zettabytes de dados. Embora esses números representem uma grande oportunidade para as organizações, 49% delas admitem não saber como tirar vantagem dessa enorme geração de dados, segundo um estudo recente encomendado pela EMC.

Realizada em 18 países pelo Institute for Future e Vanson Bourne, a pesquisa aborda a opinião de 3.600 líderes de empresas de grande e médio porte em nove verticais de negócios. Mesmo com 70% deles dizendo que podem obter informações relevantes com esses dados, apenas 30% são capazes de lidar com elas em tempo real. Outros 52% admitem que não usam os dados com eficiência ou estão soterrados pela avalanche de informações e somente 24% se consideram muito bons em transformar os dados em informações e ideias úteis.

Durante anúncio da pesquisa para jornalistas realizada ontem (16), em São Paulo, Rodrigo Gazzaneo, gerente do Executive Briefing Center da EMC, afirmou que quase a totalidade dos líderes entrevistados (96%) reconhece as mudanças das regras dos negócios proporcionadas pelas novas tecnologias. Além disso, 93% relatam que os recentes avanços tecnológicos estão redefinindo as expectativas do cliente e isso se acelerará ainda mais na próxima década. “Entre as expectativas do novo consumidor mais mencionadas estão acesso mais rápido aos serviços, conectividade 24 horas por dia, 7 dias por semana, seja onde for, acesso a mais dispositivos e uma experiência personalizada mais exclusiva”, explica Gazzaneo.

No levantamento, os líderes também identificaram cinco atributos cruciais para uma empresa surpreender – e não ser surpreendida. São elas: reconhecer bem cedo novas oportunidades no mercado, demonstrar transparência e confiabilidade, inovar com agilidade, oferecer experiências personalizadas e exclusivas e funcionar em tempo real. No entanto, eles admitem que muito poucos lidam bem com essas demandas. Apenas 12% conseguem perceber novas oportunidades, 9% inovam com agilidade, 14% demonstram transparência e confiabilidade e 11% oferecem experiência personalizada ou funcionam em tempo real (12%) – e o fazem bem e em toda a empresa.

“Para atender essas demandas, é preciso de um plano. As organizações precisam ser mais inovadoras, principalmente. O Gartner afirmou que 2015 seria o ano da TI bimodal (do trabalho para ter governança e mais eficiência operacional), porém, é preciso incluir uma parcela experimental onde estejam incluídos riscos para inovar, caso contrário, elas serão ultrapassadas”, conclui Gazzaneo.

Fonte: Decision Report

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Gastos com TI terão queda de 1,3% em 2015

Valorização do dólar é o principal responsável pelo declínio

Os gastos globais com TI em 2015 terão queda de 1,3% com relação à 2014, registrando US$ 3,66 trilhões, de acordo com levantamento realizado pelo Gartner.
 
Ainda de acordo com a empresa de pesquisas, avalorização do dólar é o principal responsável pelo declínio, juntamente com as vendas menores de PCs e a ampla adoção do software como serviços (SaaS).
 
Com relação aos gastos com dispositivos como tablets, celulares e PCs, a estimativa é que haja queda de 1,2%, chegando a US$ 685 bilhões em 2015.
 
Os gastos voltados para data center terão  aumento de 0,4% com relação a 2014, alcançando US$ 142 bilhões neste ano. Os segmentos de storages com controle externo, equipamentos de rede e servidores também foram atingidos com a depreciação de algumas moedas com relação ao dólar, sendo o segmento de servidores o que sofreu o maior dos impactos por conta da pressão que os fornecedores enfrentam devido o alto preço e as margens relativamente baixas.
 
Os gastos com o mercado de software corporativo irão crescer 2,3% com relação ao ano anterior, chegando a US$ 320 bilhões. As estimativas também apontam a adoção de SaaS como tendência no mercado de TI. Isso diminuirá os gastos com soluções tradicionais, ao passo que a adoção de serviços na nuvem irá aumentar.
 
Já para o segmento de serviços em TI, a previsão é de uma ligeira queda de US$ 948 bilhões em 2014 para US$ 942 bilhões em 2015.

Fonte: ITForum