Autor admin_rs

poradmin_rs

O fim da era dos serviços tradicionais nos data centers

Está acontecendo uma expansão dos data centers na América Latina em função da maior adesão das empresas às terceirização da infraestrutura, sustenta estudo da consultoria Frost & Sullivan, divulgado nesta quinta-feira, 16/02. Segundo ainda o relatório, com a demanda maior, os data centers atraem os investimentos de fundos de private equity.

“A necessidade de soluções de tecnologia não é exclusiva dos departamentos de TI”, pontua o analista da Industria de Transformação Digital da Frost & Sullivan, Mauricio Chede. “Áreas como marketing, vendas e finanças estão demandando e adquirindo soluções de TI para suas operações, impulsionando os provedores a serem mais consultivos, apresentando as melhores soluções de tecnologia que se adéquam a cada departamento da empresa”, completa.

De acordo com o relatório Data Center Services Market in Latin America, da Frost & Sullivan, a receita desse mercado na América Latina em 2016 foi de US$ 2,87 bilhões e a projeção de receita é de US$ 4,37 bilhões para 2021. Hosting dedicado foi o serviço mais demandado em 2016 com 49,2% de representatividade, seguido por recuperação de desastre com 21,3%, storage com 19,4% e colocation com 10,1%.

Apesar de serviços de colocation sofrerem com comoditização e baixas margens, existem provedores que focam suas estratégias em oferecer esse serviço, para players de cloud computing ou empresas que não possuem infraestrutura local e alugam espaço dentro dos data centers. O levantamento mostra ainda que o Brasil representou 47,6% do mercado total em 2016, seguido por México com 25,8%, Chile 8,5%, Colômbia 7,6%, Argentina 6,7% e Peru com 3,8%.

O relatório da consultoria orienta que, em função da alta competição, as ofertas tradicionais de data center não são mais suficientes. Ainda de acordo com a Frost&Sullivan, os provedores precisam oferecer serviços de mais alto valor agregado como, por exemplo, serviços gerenciados de computação na nuvem para se manterem competitivos, evitando comoditização e prevenindo erosão de preços vindo das ofertas mais tradicionais.

Os analistas sustentam que os clientes preferem a flexibilidade do pagamento por uso proporcionado pela computação na nuvem. De modo similar, serviços gerenciados vão inaugurar uma era de modelos híbridos que combina infraestrutura com serviços que consigam se adequar as principais necessidades dos clientes.

Fonte: Convergência Digital

poradmin_rs

Analytics em Cloud Híbrida: O que é possível?

Conceito tem sido muito utilizado, mas mal interpretado enquanto a indústria tenta se alinhar a essa tendência

Com as tendências relacionadas à infraestrutura híbrida cada vez mais fortes, o termo “Analytics em nuvem híbrida” começa a se tornar mais comum no mercado de Business Intelligence (BI). De qualquer forma, ele tem sido muito utilizado, mas mal interpretado enquanto a indústria tenta se alinhar a essa tendência. Para nós, o valor futuro da nuvem híbrida será capacitar e empoderar os clientes em suas estratégias de cloud, em vez de ser um fornecedor que os arrasta para este modelo.

O ambiente de nuvem híbrida é definido pelo consumidor. A solução não deveria ditar onde o cliente deve manter sua instalação on-premise. Mesmo parecendo óbvio, grandes fornecedores do setor ignoram este fato, enquanto tomam decisões pelos clientes de acordo com a (falta de) experiência e conhecimento deles.

Existe muita dúvida sobre o que é possível com Analytics na nuvem híbrida, então aqui está minha contribuição sobre o que é híbrido, e o que não é.

Cloud – Mecanismo de entrega, não uma solução

Não fico surpreso com o número de integrantes do mercado que nasceram da nuvem e a utilizam como diferencial competitivo. Computação em nuvem é um veículo de entrega. Visualizações de dados simples por meio da nuvem não geram valor ao negócio. Estamos há anos no mercado moderno de BI e aprendemos que os clientes precisam de uma análise ampla e profunda com as melhores visualizações, explorações e entendimento dos dados. Isso é importante para se tornar mais informado, ganhar novos insights e tomar boas decisões – que geram, por meio de analytics, valor real ao negócio. Ter uma solução superficial, entregue via cloud, pode deixar sua empresa para trás. Dito isso, é importante valorizar a entrega de plataformas completas que possam ser implementadas na nuvem privada dos clientes.

Híbrida – uma abordagem híbrida para Analytics faz sentido

Hoje, as empresas precisam de opções de implementação, seja on-premise ou em uma nuvem privada, que auxiliem a infraestrutura escolhida. Eles podem definir onde querem que as análises rodem.

No entanto, a verdade é que a escolha de apenas uma das opções não representa onde a maioria das organizações está hoje em seus investimentos de TI e onde elas planejam estar. Uma abordagem verdadeiramente híbrida é necessária para ajudar os clientes a suportar os dois locais onde estão atualmente, assim como auxiliar a migrar suas cargas de trabalho off-premise com o passar do tempo. A abordagem de nuvem híbrida para analytics é a chave para disponibilizar uma estratégia de cloud para os clientes, em vez de impô-la.

Analytics na nuvem híbrida – Controle centralizado de dados, onde quer que esteja

A definição simples de híbrido é um ambiente de computação que utiliza um mix de nuvem privada e pública para entregar serviços com orquestração entre as plataformas. Após essa definição geral, muitos fornecedores afirmam oferecer Analytics em sua nuvem híbrida. Entretanto, apesar de ser excelente a opção de publicar dashboards de aplicações on-premise na cloud, isso não é Analytics em nuvem híbrida.

O local onde os dados estão alocados em uma soluçã犀利士5mg
o de analytics em nuvem híbrida não deveria importar para o usuário, que pode acessá-la de qualquer dispositivo. Uma solução propriamente governada permite que você defina as regras de onde os dados e as análises de dados funcionam – é possível criar regras de execução baseadas na sensibilidade e segurança das informações, por exemplo. Deveria ser fácil gerenciar direitos e licenças entre as plataformas. Uma solução de analytics na nuvem deve permitir uma migração de um ambiente para outro e gerenciá-los como se fossem um só, por meio de um único controle.

Este é o futuro para onde o Analytics em nuvem híbrida caminha, com base no que os líderes de TI consideram seguro, flexível e escalável, a fim de alavancar cada vez mais soluções de dados self-service na nuvem.

Fonte: CIO

poradmin_rs

Casa inteligente está na mira dos latino-americanos

Uma empresa de pesquisa de mercado de TI detectou em seu estudo que, acima de três quartos dos consumidores consultados nas principais economias da América Latina afirmam que gostariam de saber mais sobre produtos para casa inteligente.

De acordo com a empresa, a potencial demanda pela nova tendência tecnológica global traz oportunidades significativas para o setor de TI na América Latina. O levantamento foi realizado em janeiro de 2017 com 2 mil consumidores no Brasil, México, Argentina e Chile.

“Embora esses países demonstrem um nível encorajador de conscientização sobre a casa inteligente, devido à exposição limitada aos novos produtos ou ideias, ainda não há conhecimento detalhado do conceito”, diz Adam Simon, diretor global de Comércio e Varejo da Context.

Ele acrescenta que isso não surpreende pelo fato de nenhum setor ter explicado ou demonstrado claramente o conceito. O que as pessoas sabem sobre a casa inteligente tende a vir de sites online e não do contato pessoal com produtos expostos em lojas, acredita o executivo.

Conceito ainda não entendido

A pesquisa indicou que nove entre dez pessoas tinham, no mínimo, uma dúvida sobre o conceito da casa inteligente, incluindo sobre o mau funcionamento do produto, questões sobre privacidade e roubo de identidade.

“Chegar em casa”, “acordar” e “segurança otimizada” estão entre os três principais cenários que motivam os usuários a comprar produtos relacionados à casa inteligente.

Quanto aos centros de interesse pelo produto, Apple, Amazon e Google parecem ser os mais confiados, de acordo com o estudo. A Amazon lidera no Brasil, a Apple no México e Chile, e o Google na Argentina.

“Apesar da falta de conhecimento mais profundo e das barreiras que isso acarreta, a boa notícia é que existe, em todos os países, o interesse de aprender mais”, diz Simon. “Saber mais especialmente sobre como se pode economizar dinheiro, e como tornar o ‘morar’ mais agradável, mais fácil e melhor.”

Fonte: IT Forum 365

poradmin_rs

Confira 9 tendências de tecnologias para 2017

As tecnologias, media e telecomunicações vão ficar marcadas, este ano, pela mobilidade, inteligência e rapidez, obrigando as organizações a modificarem a forma como operam. António Largartixo, partner e Tecnhologia, Media & Telecommunications leader da Deloitte, considera que as empresas, governos e consumidores terão de criar oportunidades para uma transformação mais abrangente em todas as indústrias.

Na 16ª edição do estudo “Technology, Media & Telecommunications Predictions”, a consultora revela as nove tendências que vão marcar estas três áreas em 2017:

1 – Aprendizagem automática

Nos próximos 12 meses, a Deloitte prevê que mais de 300 milhões de smartphones (mais de um quinto das unidades vendidas este ano) disponham de capacidades de aprendizagem automática. Porém, à medida que o tempo avança, esta tecnologia deixará de ser exclusiva dos telemóveis e passará a integrar também tablets, automóveis, drones, dispositivos de realidade virtual e aumentada, instrumentos médicos, equipamentos de Internet das Coisas, entre outros;

2 – Travagem automática

Segundo a consultora, as mortes em acidentes rodoviários deverão cair 16% nos EUA, em 2022, devido, em grande parte, às tecnologias de travagem automática, também conhecidas como AEB. A sua ampla adoção poderá ainda levar à desaceleração dos automóveis autônomos;

3 – Ataques informáticos

Os ciber-ataques conhecidos como Denial-of-Service (DDos) vão aumentar em escala, ao longo dos próximos meses. A empresa avança que são mais difíceis de eliminar e explica a sua expansão com o número crescente de dispositivos de Internet das Coisas e disponibilização online de metodologias de malware. Está previsto o surgimento de um ataque de escala terabit/s por mês;

4 – Segurança biométrica

A base ativa de dispositivos equipados com leitores de impressão digital deverá alcançar os mil milhões pela primeira vez no início deste ano. Cada sensor será utilizado, em média, 30 vezes por dia;

5 – Tablets atingem pico? As vendas de tablets deverão ficar abaixo dos 165 milhões de unidades, este ano, o equivalente a menos 10% face a 2016. Esta previsão leva a empresa a sugerir que o pico da procura por este tipo de equipamentos já terá passado;

6 – A ascensão do vinil

O vinil, por outro lado, está a regressar ao quotidiano de muitos consumidores. As vendas deste mercado deverão aproximar-se do milhão de milhões de dólares pela primeira vez este milênio, com as novas receitas de vinil a contabilizar 6% das receitas totais globais de música. Ainda assim, a empresa alerta para o facto de que o vinil nunca se tornará no maior motor de crescimento ou de lucro da indústria musical, que está decididamente focada no digital;

7 – Navegação digital

A partir de 2022, pelo menos um quarto de todas as utilizações humanas ou computorizadas de navegação digital de precisão deverão ocorrer dentro de portas. Isto significa que será possível localizar pessoas e objetos dentro de um espaço;

8 – 5G

A quinta geração de rede móvel será amplamente divulgada pelas operadoras, que pretendem dar a conhecer as funcionalidades e vantagens desta tecnologia: velocidades superiores, latência mais baixa e capacidade para dispositivos e sensores IoT de baixa taxa de bits e reduzido consumo energético;

9 – Publicidade na TV

A publicidade na televisão não está, definitivamente, morta. Segundo a Deloitte, o setor mostra-se estável e a estabilidade é sinônimo de satisfação, levando a que a despesa se mantenha inalterada.

Fonte: Marketeer

poradmin_rs

Migração para a nuvem precisa de segurança adequada

A popularização da nuvem (cloud computing) está mudando a forma como as empresas atuam e como elas lidam com a segurança. A confiança está aumentando e cada vez mais empresas estão optando por serviços como SaaS, PaaS e IaaS, principalmente devido aos benefícios alcançados como custo reduzido, flexibilidade e elasticidade. O volume crescente de dados e de dispositivos conectados, no entanto, também atraem a atenção dos cibercriminosos, e exigem das empresas ainda mais cuidados com a segurança.

De acordo pesquisa elaborada pela Intel Security no ano passado em oito países, incluindo o Brasil, a nuvem privada é, no momento, o modelo predominante nas empresas, com 51%. A pública constitui 30% e as implementações de cenários de nuvem híbrida representam 19% das distribuições em ambientes corporativos.

Uma das principais vantagens da cloud é a flexibilidade, o cliente paga apenas pelos ativos que estão em uso e pode expandir ou reduzir o uso de acordo com a demanda. Ainda assim, muitas organizações hesitam em aproveitar plenamente a cloud computing devido à preocupações com a conformidade, visibilidade das operações, perda de dados e o acesso não autorizado.

Independentemente do modelo escolhido, a segurança precisa acompanhar todos os processos. É cada vez mais difícil limitar um perímetro para definir a estrutura de proteção de uma empresa, por isso é preciso garantir a segurança dos dados em qualquer lugar, desde os data centers tradicionais até os ambientes em nuvem. A proteção tem que ser pensada juntamente com o negócio e envolver toda a infraestrutura, seja no ambiente físico, virtual ou nuvem.

Complexidade e ameaças

Mesmo com o avanço dos serviços, não é possível depositar a responsabilidade da segurança dos dados apenas no provedor de nuvem. A responsabilidade é compartilhada. Uma das formas de aumentar a proteção é levar também uma solução de segurança especializada para a nuvem. Ferramentas que ajudem a expandir a visibilidade sobre as operações e cargas de trabalho da nuvem são grandes aliadas da segurança corporativa.

A estrutura de TI está ficando cada vez mais complexa, por isso mesmo o gerenciamento na nuvem tem que ser o mais simples possível, tem que ser rápido e fácil. Identificar ameaças e corrigir ataques rapidamente pede a atuação de uma segurança integrada, que abrange toda infraestrutura de TI, tanto no local quanto nas nuvens, com gerenciamento centralizado.

Além de proteger os dados, a segurança precisa oferecer suporte a novos dispositivos, aplicativos e serviços de nuvem sem introduzir novos riscos. O mundo está sendo reescrito de forma digital e a segurança precisa caminhar junto com o negócio.

Fonte: R7

poradmin_rs

Estratégia de dados e big data são as principais tendências para o ano

A maioria das empresas hoje já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação

Aproveitar dados, fazer uso deles e conseguir novas formas de aumentar receitas e reduzir custos. A estratégia de dados deve ser a principal tendência para os CIOs trabalharem neste ano. A consolidação do cloud computing e o trabalho integrado entre tecnologia e a área financeira, responsável por agregar mais valor ao negócio, também exigirão atenção em 2017.

O ano de 2016 foi de intensa aprendizagem em relação ao uso de nuvem. Certamente teremos o controle de alguns dados dentro da empresa, enquanto outros estarão fora. É recomendável que, nos próximos anos, tenhamos como foco encontrar o equilíbrio entre as informações internas e os dados da nuvem. Com isso, vamos entender qual o nível de mobilidade que precisamos desses dados.

Outros temas muito fortes em 2016 foram: o armazenamento em flash, devido principalmente ao seu custo reduzido, e também a necessidade de adicionar valor ao negócio de TI. Graças à pressão das companhias para concretizar a transformação digital nas empresas, as áreas de negócios estão mais adiantadas que as de tecnologia. Isso exige que a TI tenha uma postura dedicada ao negócio tradicional, mas que também tenha foco em inovação.

Sabe-se que 82% de todos os recursos da TI são para manter os sistemas existentes. Precisamos pôr mais energia em inovar, por isso o papel do CIO deve mudar para que ele valorize ainda mais o negócio. Esse valor, muitas vezes, virá dos dados disponíveis, isto é, da capacidade das empresas de pegar dados estruturados e não estruturados, que venham de máquinas ou de pessoas, para integrá-los, analisá-los e, com isso, encontrar informação valiosa. Trata-se de uma análise que efetivamente permita gerar ações de negócios.

Hoje a maioria das empresas já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação. Temos estatísticas que apontam que só 3% dos dados de uma empresa são usados para análise, o que é muito pouco. Ainda temos muito a fazer.

Um dos principais desafios para os CIOs em 2017 será, certamente, implementar uma estratégia de dados efetiva, que vai do armazenamento, passa pelo gerenciamento de dados e garante a mobilidade e reúso dessas informações. No modelo tradicional, muitas vezes o CIO apenas armazena e cuida dos dados, mas não tira real proveito deles. A verdade é que a análise de dados vai muito além de gráficos e telas bonitas. É preciso coletar os dados, armazená-los, garantir sua segurança, dar acesso a eles, mobilidade e ainda promover o reúso.

Outro fator que merece destaque é que já a partir deste ano a maior parte dos dados será gerada pelas máquinas, e não por pessoas. Serão os sensores, as câmeras de segurança, os aparelhos de saúde, entre outros, as principais fontes de informação. O verdadeiro big data vem das máquinas e o armazenamento dessas informações transforma a tecnologia da informação em verdadeiras empresas de inovação social, que busca soluções para beneficiar os negócios e fazer o melhor para a sociedade.

A TI deve ainda prestar atenção aos avanços do setor financeiro, que teve uma grande evolução tecnológica no último ano. Na América Latina, é preciso ficar atento também ao setor de agronegócio, pois ele está envolvido diretamente com os principais problemas que podemos ter no futuro: o fornecimento de água, alimentos e energia.

Ainda em 2017, os CIOs passarão a trabalhar com vários parceiros estratégicos, especialistas que assumirão diferentes partes da operação. Essa é uma forma de delegar funções e, com isso, conseguir se concentrar na inovação.

Fonte: Computerworld

poradmin_rs

Indústria de TI diz que bloqueio a estrangeiros nos EUA afeta operações

Ordem executiva assinada por Trump na sexta-feira, 27/01, proíbe a entrada de estrangeiros de 7 países nos Estados Unidos por 90 dias

A indústria norte-americana de tecnologia alertou que a suspensão temporária da entrada de estrangeiros de sete países nos Estados Unidos por 90 dias, conforme ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira (27/01) vai impactar as operações dessas companhias, que possuem um largo contingente de funcionários estrangeiros.

A Internet Association, grupo que reúne várias empresas de tecnologia, incluindo Google, Amazon, Facebook e Microsoft, disse que a ordem executiva de Trump limitando a imigração e o movimento de estrangeiros para o país vai complicar seus negócios e operações, uma vez que muitas delas têm em seus quadros funcionários que são imigrantes legais e que serão afetados pelas ordens, ficando portanto impedidos de voltar para os Estados Unidos para seus empregos e famílias.

“O trabalho deles beneficia nossa economia e cria empregos nos Estados Unidos”, disse o CEO e Presidente da Internet Association, Michael Beckerman, em pronunciamento oficial no final de semana. E executivos de um grande número de empresas de tecnologia, como Twitter, Microsoft e Netflix criticaram diretamente a ordem assinada por Trump.

A ordem de Trump, que exigiria a detenção e deportação de pessoas chegando nos aeroportos nos Estados Unidos vindas de sete países muçulmanos – Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iemen – a partir da sexta-feira (27/01), foi bloqueada temporariamente no sábado por um juiz da corte de Nova Iorque, que concedeu estadia aos estrangeiros com visto de imigração ou visita válidos que chegaram ao país dizendo que eles não poderiam ser removidos dos EUA. O Departamento de Segurança de Fronteiras (US Homeland Security) confirmou que vai obedecer a ordem do juiz e está liberando os estrangeiros.

O levante dos CEOs

Empresas como Uber, Apple, Microsoft e Google entraram em contato com seus funcionários afetados pela ordem de Trump. Segundo a Bloomberg, o CEO da Google, Sundar Pichai, detonou a decisão de Trump em um memorando interno na sexta-feira afirmando que pelo menos 100 funcionários da companhia seriam afetados por ela. Pichai disse que era “doloroso ver o custo pessoal da ordem executiva sobre os colegas”. A Google teria chamado de volta, com urgência, funcionários potencialmente afetados pela ordem executiva para que voltassem para os EUA antes da ordem ser assinada.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, também levantou a voz em um post na sua página da rede social dizendo que ele e sua esposa Priscilla Chan são descendentes de imigrantes e refugiados e que os Estados Unidos deveriam permanecer abertos para refugiados. “Precisamos manter esse país seguro, mas deveríamos fazer isso nos focando nas pessoas que realmente representam uma ameaça”, escreveu Zuckerberg.

A Uber está trabalhando em um esquema para compensar alguns de seus motoristas que vêm dos países listados e que tinham tirado férias ou que estavam fora dos Estados Unidos visitando suas famílias e que agora não podem voltar para os Estados Unidos, publicou o CEO do Uber, Travis Kalanick.

“Como um imigrante e como CEO, eu experimentei e vi o impacto positivo que a imigração tem na nossa companhia, no país e no mundo”, escreveu Satya Nadella, CEO da Microsoft CEO, em um post online no final de semana. “Vamos continuar defendendo esse tópico importante”, escreveu o CEO da Netflix, Reed Hastings, em um post no Facebook. “As ações de Trump estão afetando negativamente funcionários da Netflix em todo o mundo e são tão anti-americanas que penalizam todos nós”.

A indústria de tecnologia teme também pelos movimentos e políticas de imigração do governo Trump que possam eventualmente bloquear a concessão de vistos de entrada H-1B para pessoas que ajudam essas companhias a tocar suas operações e desenvolver produtos e serviços. O programa de vistos H-1B frequentemente é criticado por substituir trabalhadores norte-americanos por estrangeiros, mesmo que todos eles tenham uma justificativa pela excelência do trabalho ou por serem únicos em suas áreas de atuação.

Fonte: IDGNOW!

poradmin_rs

Nuvem lidera crescimento da SAP Brasil em 2016

Empresa avança três dígitos em cloud. CEO comenta os resultados financeiros

A nuvem tem sido o principal vetor de crescimento da SAP no Brasil. Os resultados financeiros do quarto trimestre e o consolidado do ano fiscal de 2016, divulgados pela companhia nesta sexta-feira (27/01), mostram crescimento de três dígitos na receita total de vendas de serviços cloud.

As vendas em nuvem globalmente somaram € 2,99 bilhões, crescimento de 31% em relação a 2015. O faturamento global foi de € 22 bilhões (avanço anual de 6%) e lucro líquido de € 3,6 bilhões de euros, alta de 18%. A empresa não divulga números locais.

Cristina Palmaka, CEO da companhia no Brasil, destaca dois quesitos como primordiais para esse avanço. O primeiro deles é a quebra de paradigma de vários clientes brasileiros, que passam cada vez mais a entender os benefícios de soluções em nuvem, como flexibilidade, retorno rápido e, sobretudo, simplificação dos negócios. Em paralelo, Cristina ressalta a robustez do portfólio da SAP, que permite a oferta de soluções em diversas frentes, o que acaba ampliando as oportunidades de adoção de cloud, tanto com opções para gestão de pessoas, quanto para fornecedores, marketing e e-commerce. “É uma combinação de fatores que colocamos debaixo do guarda-chuva de cloud”, conta Cristina, em entrevista ao IT Forum 365.

No quarto trimestre de 2016, por exemplo, os destaques do portfólio cloud foram as vendas de soluções CEC (Engajamento de Clientes e Comércio), que incluem o SAP CRM, SAP hybris, entre outras aplicações em nuvem, e do SAP HANA Enterprise Cloud (HEC), plataforma que permite a transição do ambiente on premise de aplicações das empresas para um outro mais efetivo, em nuvem.

Cristina aponta que a nuvem chegou de vez na SAP Brasil em meados de 2016, sobretudo no segundo semestre. No fim, o crescimento de três dígitos ficou à frente do número registrado globalmente, o que, para a executiva, mostra, além de uma forte tendência, um certo atraso do País em relação a outros mercados em todo o mundo. “Globalmente, vários clientes já foram para soluções de nuvem um pouco antes que o Brasil, que demorou um pouco mais. No ano anterior houve crescimento expressivo, mas 2016 foi de fato o crescimento e a abrangência.”

Foco em PMEs

A SAP coleciona cases de sucesso em grandes empresas. Apenas citando alguns importantes contratos do último trimestre, a lista reúne nomes como Itaú, Aché Laboratórios, Burger King, Honda e C-Vale. Os grandes contratos estão no DNA, mas a intenção é avançar também rumo às pequenas e médias empresas, que, de acordo com a companhia, trouxeram resultados expressivos em 2016. O software de gestão SAP BusinessOne, específico para esse segmento, registrou salto de dois dígitos no ano em relação aos resultados de 2015.

Uma das estratégias de aproximação com esse público é oferecer modalidades de pagamento diferenciadas. A partir dessa diretriz, surgiu a parceria com o PayPal, que permite compra e pagamento de soluções SAP em nuvem direto pela internet. A parceria foi anunciada em dezembro do ano passado e a previsão é de que os usuários tenham o serviço disponível ainda neste trimestre.

“Temos, de fato, um universo muito grande e é nossa missão chegar a essas pequenas empresas. Queremos nos preocupar não só com a qualidade das soluções, mas também com a forma de pagamento. É um segmento relevante e o Brasil tem forte presença. Não tem porque uma empresa de menor tamanho não ter acesso a uma solução robusta como SAP”, declarou Cristina, que revelou que a empresa está preparando outros parceiros para essa modalidade de oferta.

Projeções

A SAP ainda espera crescimento acelerado de nuvem para 2017 no Brasil. Isso com base na migração de clientes da própria base da SAP e conquista de novos parceiros. “Há diversas empresas que hoje não são clientes SAP e, quando vão para nosso ecossistema, vão direto para a nuvem”, observa.

O que mais motiva a SAP para esse ano é a inovação, que passa por tecnologias e experiências como internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), machine learning e blockchain. “A missão é seguir olhando para a inovação. Não só tecnologia por si só, mas como essas tecnologias habilitam nossos cientes para estarem preparados e seguir no mercado. A meta é manter inovação como nosso carro-chefe.”

Por fim, Cristina destaca a importância do crescimento em números, mas classifica a conquista de clientes e negócios como a melhor conquista do ano, tornando-se verdadeiramente parceiros de negócios. “Isso nos fortalece e nos deixa animados e preparados para 2017”, finaliza.

Fonte: IT FORUM 365

poradmin_rs

As 10 grandes tendências de Business Intelligence para 2017

Em 2016 o número de colaboradores com competências tecnológicas, verdadeiros cientistas dos dados, cresceu e os programadores de aplicações e analistas de negócio passaram a ser muito procurados pelas empresas. Ficou, por isso, conhecido como “O ano do Ativista da Informação”. No entanto, o aumento destes especialistas não está a acompanhar o crescimento de dados, criando um gap apenas colmatável por plataformas de visual analytics capazes e ágeis.

As empresas e organizações deparam-se atualmente com um paradoxo assente na lacuna existente entre os dados criados e a capacidade de utilizá-los, podendo inclusivamente serem piores a tomar decisões data-driven em comparação com o tempo em que lidávamos com menos informação. São vários os pontos de informação diluídos à nossa volta, perdendo significado, levando à poluição de informação, falta de informação valiosa para a tomada de decisão e, por vezes, o estado mais perigoso de todos: ignorância da informação.

Em 2017, as sociedades e organizações vão começar a despertar para uma realidade: a literacia de dados, que é tão necessária a todos – para além dos ativistas da informação – assim como era a escrita e a leitura à 100 anos atrás.

Neste sentido, foram identificadas 10 grandes tendências no mercado de Business Intelligence que ajudarão a criar as bases para o aumento da literacia de dados, ou seja:

1. A poluição da informação tornar-se-á um assunto crítico

A Era pós-facto irá levar-nos a mais pontos de informação imprecisos e, em alguns casos, até mesmo a boa informação pode ser poluída pela má informação. Neste contexto, torna-se cada vez mais importante perceber qual a informação correta. Procurar, criticar, certificar e argumentar com dados de forma governada será o pilar da literacia de dados.

2. O Big Data será menos sobre tamanho e mais sobre combinações

Com uma maior fragmentação de dados, sendo a sua maioria criada externamente e na Cloud, olhar para conjuntos de dados singulares sem contexto diminuirá em valor. A onda seguinte será sobre a capacidade em combinar rapidamente Big Data com Small Data para casos específicos.

3. A visualização self-service tornar-se-á uma comodidade, acessível a todos

Os freemiums são esperados, tornando 2017 o ano em que as barreiras para aceder a grandes ferramentas analíticas serão virtualmente removidas. Com mais pessoas capacitadas a realizar as suas jornadas analíticas, as taxas de literacia de dados aumentarão.

4. O BI moderno ultrapassará o BI tradicional como a nova arquitetura de referência

A descoberta de dados evoluiu para o Business Intelligence (BI) moderno e tornar-se-á o “novo normal” nas organizações. Em 2017, esta questão evoluirá não apenas para complementar, mas substituir cada vez mais as arcaicas plataformas de relatório, no entanto, altera também os requisitos para as estruturas de back-end no que diz respeito à escala, performance, governança e segurança.

5. A Cloud híbrida e multiplataformas emergirão como modelos primários

Devido ao local onde os dados são criados, à facilidade de utilização e à sua capacidade de evolução, testemunhamos atualmente uma mudança acelerada para a Cloud. Porém, uma só Cloud não é suficiente porque os dados e workloads não estarão numa única plataforma. A Cloud híbrida e multi-ambiente emergirão como modelo primário, o que significa que os workloads vão ser possíveis na Cloud e nos softwares locais — resultando nesse mesmo modelo marginalizando uma abordagem de “apenas Cloud”.

6. O foco vai mudar de “análises avançadas” para “análises em evolução”

As análises avançadas vão continuar a proliferar, mas a criação de modelos, assim como a governança destes, está dependente de peritos altamente especializados. Contudo, uma vez criados, muitos mais deveriam beneficiar desses modelos, o que significa que podem ser aproveitados como ferramentas de self-service. A jornada analítica não pode ser uma caixa-preta ou demasiada prescritiva. Existe muito hype à volta da “inteligência artificial”, mas servirá melhor enquanto acréscimo do que como um substituto da análise humana, pois é tão importante fazer as perguntas certas como dar as respostas certas.

7. Vamos aprender o outro lado das “análises pessoais”

Existem dois ângulos para análises pessoais: o primeiro assenta na forma como os ativistas da informação – e outros – podem cada vez mais fazer um uso self-service e utilizar informação para seu próprio benefício. O outro ângulo é sobre como a informação se torna cada vez mais granular e é utilizada para o “segmento do único”. Ao compreenderem as preferências dos consumidores e os padrões de comportamento, as organizações podem utilizar este tipo de informação para personalizar produtos, serviços e mensagens. No entanto, os consumidores vão ficar mais alertas para o valor da sua informação pessoal à medida que esta se torna mais disponível para os outros.

8. Os mundos digital e físico vão conhecer a analítica

A analítica não só estará em todo o lado como, cada vez mais, em tudo. O Pokémon GO© é um indicador das próximas mudanças depois da mobilidade, e o mundo empresarial notará. Isto significa que a analítica vai começar a surgir no contexto da realidade geo-espacial, toque, voz, realidade virtual e gamificação, continuando no trajeto de ligar-se a dispositivos.

9. O foco vai mudar para aplicações de análise personalizadas e análises nas aplicações

Ninguém é, em simultâneo, criador e consumidor de aplicações mas, ainda assim, devem ser capazes de explorar os seus dados. A literacia de dados beneficiará ambos pois vai ao encontro das necessidades dos indivíduos através de aplicações de análise personalizadas e contextualizadas, assim como análises que nos alcançam nos nossos “momentos.” Ferramentas abertas e extensíveis que podem ser personalizadas e contextualizadas pela aplicação e os programadores web farão progressos.

10. A visualização enquanto conceito vai evoluir de apenas análises para toda a informação da cadeia de abastecimento

A visualização tornar-se-á uma forte componente nos hubs unificados que têm uma abordagem visual à gestão de ativos de informação, assim como preparação de dados visuais em self-service, sustentando a verdadeira análise visual. Posteriormente, mais progressos serão feitos na área da visualização, fazendo desta um meio de comunicação de resultados. O efeito de rede disto assenta em números crescentes de utilizadores que conseguem fazer mais nos dados da cadeia de abastecimento, promovendo o conceito de literacia de dados.

Estas tendências estabelecem a base para os crescentes níveis de ativismo da informação, assim como da literacia de dados. Novas plataformas e tecnologias que conseguem alcançar “a outra metade” (isto é: colaboradores com menos competências na área da informação e colaboradores operacionais) vão ajudar-nos a entrar numa Era em que os dados certos ligam-se às pessoas e às suas ideias, o que nos coloca na direção de uma Era mais iluminada, orientada pela informação e baseada em factos.

Fonte: Paralelo CS

poradmin_rs

Governo assina acordo para desenvolver Internet das Coisas no Brasil

Com um custo total estimado em R$17,4 milhões, o estudo técnico terá a maior parte do valor, de R$9,8 milhões, investido pelo BNDES.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, assinou nesta segunda-feira, 12/12, um acordo de Cooperação Institucional para o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) no Brasil.

O acordo prevê um estudo financiado pelo BNDES e pela iniciativa privada para subsidiar um chamado Plano Nacional de Internet das Coisas, que deve ter duração de cinco anos, entre 2017 e 2022.

Com um custo total estimado em 17,4 milhões de reais, o estudo técnico terá a maior parte do valor, de 9,8 milhões de reais, investido pelo próprio BNDES, enquanto que o restante, 7,6 milhões de reais, ficará a cargo da McKinsey & Company Brasil, que também fará a consultoria do plano.

De acordo com a reportagem, a primeira parte do projeto será voltada para a elaboração de um estudo independente em busca de diagnósticos e propostas de políticas públicas sobre Internet das Coisas no Brasil.

Qualcomm

Além disso, Kassab participou nesta segunda, 12/12, de uma reunião sobre a implantação no Brasil de uma fábrica de dispositivos semicondutores com tecnologia da Qualcomm (QSIP – Qualcomm System in a Package).

Fonte: IDG Now!