Autor admin_rs

poradmin_rs

Como ser inteligente com sua smart home

À medida que a Internet das Coisas avança, donos de smart home devem aprender a lidar com a vulnerabilidade de aparelhos e dispositivos para não serem surpreendidos por invasores. Mark Rittmann alcançou oficialmente a fama na internet em 11 de outubro de 2016. Foi nesse dia que ele documentou sua luta épica de 11 horas para fazer com que uma Smarter iKettle – uma chaleira elétrica inteligente conectada ao Wi-Fi e controlada por smartphone – fervesse a água para fazer chá.

O processo, que parecia simples, esbarrou em forças contrárias, como a depuração forçada do software que Rittmann criou para a chaleira, a reinicialização da base do aparelho e problemas gerais de conectividade.

Por fim, sua missão vitoriosa de fazer uma xícara de chá usando uma chaleira inteligente se tornou o exemplo mais atual para aqueles que discutem se ter dispositivos inteligentes – e portanto também mais econômicos e eficientes – necessariamente significa ter uma vida mais fácil.

Mas isso pode ser a mais inofensiva das questões que emergem no horizonte num momento em que a chamada Internet das Coisas (IoT) está se ampliando. Estimativas apontam que mais de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados até 2020. É um número muito contestado, mas poucos duvidam da escala quase inimaginável da IoT, com zettabytes de dados trafegando em todas as direções.

Vulneráveis a invasores

Numa casa inteligente, a montanha de dados coletados por instrumentos e aparelhos inteligentes ajuda a descrever as características dos moradores – seu nível de riqueza, seus hábitos de uso, quando eles estão em casa, quantas pessoas vivem no local e assim por diante.

Que ninguém saiba exatamente o que acontece com todos esses dados já é ruim o bastante. Mas, além disso, dispositivos inteligentes mal protegidos podem abrir caminho para que hackers invadam toda a rede doméstica – e não só ela.

“Há um número alarmantemente alto de componentes abertos de smart home diretamente acessíveis pela internet e vulneráveis a invasores”, diz o especialista em segurança de dados Michael Veit. “A maioria dos componentes são projetados para um gerenciamento fácil e não com foco na segurança.”

Pouco mais de uma semana depois do cômico duelo de Rittmann contra sua chaleira viralizar nas redes sociais, o maior ataque distributed-denial-of-service (DDoS) – conhecido também como ataque de negação de serviço – colocou sites amplamente acessados de joelhos.

Os grupos Anonymous e New World Hackers reivindicaram a responsabilidade por instalar o malware Mirai em dispositivos domésticos como impressoras, babás eletrônicas e câmeras de segurança, transformando-os nos chamados bots, que executaram o ataque DDoS.

Divisão e conquista

É difícil explicar para alguém que não mudar a senha padrão de uma escova de dentes inteligente pode levar ao colapso de um site de comércio eletrônico. Ou, pelo menos, ser o elo frágil que possibilita a invasão de hackers.

“Informar bem os clientes sobre os riscos dos produtos inteligentes é só uma pequena parte do problema”, afirma Christian Funk, chefe da equipe global de pesquisa e análises da Kaspersky na Alemanha. “É responsabilidade principalmente do fabricante garantir que os produtos que ele vende são seguros.” Muitas vezes, fabricantes de dispositivos inteligentes não fornecem atualizações para o software de seus produtos, mesmo quando vulnerabilidades se tornam conhecidas.

“A comunidade de cibersegurança faz um bom trabalho ao acompanhar a evolução, embora, naturalmente, 100% de proteção seja apenas uma ilusão”, afirma Funk. “Mas a comunidade de segurança só pode emitir avisos e notificar os fabricantes quando falhas são descobertas. Quem projeta e vende os produtos são os fabricantes.”

Já os donos de smart home devem tomar as mesmas medidas de segurança de uma pequena empresa, trocando regularmente as senhas e mantendo atualizados os softwares dos produtos – caso as atualizações sejam disponibilizadas pelos fabricantes. E o mais importante: eles devem fazer uso da divisão e conquista.

“Faça a segmentação de sua rede”, explica Veit. “Isso significa que os controles dos sistemas de alarme, ou das portas, não estão na mesma rede que o escritório residencial ou os aparelhos de entretenimento doméstico. Crie redes diferentes para funções diferentes.”

Fonte: Terra

poradmin_rs

Quatro duras verdades sobre Internet das Coisas

Erros na coleta e uso de dados, furos de segurança e padrões em rápida mudança estão entre as armadilhas que devem ser evitadas

A maioria das tecnologias passa por uma fase em que tudo parece possível. Aconteceu com os computadores pessoais no início dos anos 80, com a Internet no final da década de 1990 e com os aplicativos móveis no início desta década.

Com o tempo, de repente ou gradualmente, a realidade se instala.

A Internet das Coisas ainda parece promissora, com vendedores e analistas prevendo bilhões de dispositivos conectados que resolverão todos os tipos de problemas em casas e empresas. Mas as costuras estão começando a aparecer. Por mais promissora que seja a tecnologia, ela apresenta algumas deficiências. Aqui estão alguns delas.

1 – Bad Data (Dados ruins)

Os sistemas IoT são tão bons quanto os dados que capturam, e alguns desses dados estão aquém do necessário.

Até 40% dos dados dos sensores de Internet das Coisas podem estar errados, ser redundantes ou inúteis quando chegarem à nuvem, de acordo com a General Electric. Isso torna mais difícil a sua coleta e processamento.

Ambientes agressivos aumentam as probabilidades de um sensor gerar informações ruins: condições de temperatura e pressão, como a variação do tempo, o vandalismo e as pragas estão entre os muitos perigos enfrentados pela coletada massiva de dados a partir de sensores. Para obter melhores resultados, usuários de IoT empresarial podem precisar calibrar seus sensores, instalar nós redundantes ou usar um tipo de dispositivo de detecção, como uma câmera, para monitorar todo o sistema.

A Inteligência Artificial pode ajudar a resolver o problema, analisando dados de vários sensores para chegar a conclusões mais precisas. Por exemplo, os médicos podem monitorar um paciente com wearables que medem diferentes sinais vitais que podem ser cruzados para uma análise mais precisa e até para identificação e descarte de erros. Além disso, a filtragem de leituras que não sejam necessárias – como 1 mil relatórios consecutivos de que um pipeline não apresentou falhas nos últimos cinco minutos – é uma grande parte do que a Fog ou a Edge Computing deve fazer.

2 – Dispositivos inseguros

Muitos dispositivos IoT domésticos já saem de fábrica com brechas de segurança, e aqueles que não as têm, provavelmente terão. E não é suficiente enviar pacotes de correção e atualização e pedir aos proprietários para instalá-los, porque a maioria não vai fazê-lo, conforme alerta do Broadband Internet Technical Advisory Group.

O pessoal da Hangzhou Xiongmai Technology aprendeu esta lição da maneira mais dura no ano passado, quando seus DVRs e câmeras conectadas à Internet passaram a ser usados em um ataque de negação de serviço da botnet Mirai, que tirou do ar grandes serviços de Internet. Senhas fracas padrão permitiram a captura desses equipamentos pelos atacantes. A empresa já havia parado vender unidades com essas senhas fracas no ano anterior, mas produtos mais antigos não foram atualizados por seus proprietários, apesar do peido da empresa para que o firmware fosse atualizado e as senhas alteradas manualmente.

Isso significa duas coisas: dispositivos de Internet das Coisas atraem hackers, porque eles são abundantes e negligenciados, e cabe aos fornecedores construir a camada de segurança e permitir atualizações automáticas over-the-air.

3 – Rápidas mudanças tecnológicas

Internet das Coisas ainda é um alvo em movimento, e assim permanecerá por muito tempo ainda. Isso torna difícil escolher tecnologias, porque algumas podem não sobreviver no longo prazo.

Se você é uma empresa com milhões de sensores instalados, de um fornecedor que acabou saindo o mercado, manutenção e migração podem sair muito caro.

Algumas especificações com apenas alguns anos de idade, como IoTivity e AllJoyn, já estão se fundindo. Ter menos padrões é provavelmente uma coisa boa, e os fornecedores vão tentar manter a compatibilidade do trabalho antigo com o novo, mas toda consolidação pode gerar surpresas.

Redes de baixa potência e de área ampla também endereçam esse problema. Há muitas para escolher a partir de agora, mas analistas dizem que, provavelmente, o mercado não suportará uma diversidade muito grande no longo prazo. E embora as torres possam não ser desativadas antes que seja hora de substituir os dispositivos conectados à rede, ela também não estará em expansão.

Por enquanto, é melhor proceder com cautela.

4 – Falta de critério na adoção

Conectando um monte de máquinas e passar a automatizar processos e receber insights de negócios soa como boa música, mas IoT não funciona dessa maneira.

Não se jogue de cabeça. Projetos-piloto são uma boa maneira de começar. Pressa pode causar mais confusão do que conveniência: 51% das empresas participantes de um estudo da Strategy Analytics não tinham certeza se seus projetos de IoT estavam se pagando.

Um dos grandes motivos para projetos IoT é o desejo de tomar melhores decisões, o que exige análise para apresentar conclusões de uma forma útil.

Cerca de 60% das empresas pesquisadas pela LNS Research disseram que não têm conhecimento interno suficiente para lançar um projeto de IoT por falta de profissionais de análise de dados. Matthew Littlefield, presidente e analista principal da LNS, diz que os 40% restantes – aqueles que dizem ter as habilidades necessárias – “não entendem realmente o tamanho do desafio”.

Projetos de coleta de dados precisam caminhar de mãos dadas com os de análise, incluindo saber que perguntas fazer e quais ferramentas serão necessárias para respondê-las.

O ecossistema de IoT é complexo, e os trabalhadores de tecnologia terão que ter algum conhecimento sobre cada aspecto desse ecossistema, diz Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

“Não se trata apenas de construir um sistema técnico competente que possa realizar uma tarefa para a operação diária”, diz ele. “Trata-se de usar esta tecnologia para avançar em novas áreas. Tem que haver esse conhecimento do que o negócio está tentando fazer”.

Conclusão

Acima de tudo, para que as empresas possam aproveitar essa revolução tecnológica e aplicar o conceito de Internet das Coisas a favor dos negócios, é preciso entender que ele não é limitado a uma tecnologia específica, e sim a um momento que estamos vivenciando no setor de TI, no qual os fornecedores de tecnologia, organizações e usuários finais, vêm construindo juntos.

Fonte: CIO

poradmin_rs

IoT, Big Data e os desafios de privacidade nas Cidades Inteligentes

Entre os tipos de ataque que podem ocorrer nesse cenário, e para os quais precisamos estar prevenidos, está a inserção de dados falsos para geração de falsos alertas, por exemplo

O conceito de Cidades Inteligentes, ou Smart Cities, envolve a adoção de tecnologia massiva para a melhoria de serviços públicos como saúde, meio ambiente, segurança, alimentação e transportes.

Distritos que já adotam redes de sensores para prevenir catástrofes naturais, cidadãos que utilizam chaves inteligentes para assistir filmes e pagar bilhetes de metrô e um conselho municipal 100% conectado ao Twitter: tudo isso pode soar futurístico, mas já é realidade.

Na verdade, não precisamos ir muito longe para encontrarmos estas iniciativas. A prefeitura do Rio de Janeiro, conta com um aclamado centro em que trabalha informações para responder rapidamente casos de acidentes no trânsito e até mesmo agilizar o atendimento às vítimas em deslizamentos decorrentes de chuva.

O Centro de Operações do Rio, como é chamado, utiliza-se também de crowdsourcing de informações por meio de aplicativos de trânsito para gerar rotas alternativas.

A Trend Micro levantou quais países contam com cidades inteligentes e, junto a isso, como estão fazendo uso de tecnologias inteligentes para enfrentar seus desafios.

Songdo IBD, Coreia do Sul

O distrito Internacional de Negócios de Songdo foi construído do zero, e é a 1ª cidade inteligente do mundo. Seus moradores têm acesso à comunicação de vídeo em tempo real que lhes permite remotamente frequentar aulas, consultar médicos ou até mesmo trabalhar em casa.

Chaves inteligentes que são utilizadas pelos cidadãos para abrir a porta de suas residências, servem também como um meio para pagar bilhetes de metrô e estacionamento, assistir a filmes e muito mais. Estes cartões não estão ligados às identidades dos usuários e podem ser facilmente cancelados e reiniciados em caso de perda.

Singapura

Singapura, que tem o objetivo de ser a primeira cidade-estado 100% smart do mundo, já conta com grande avanço em big data, segurança cibernética, logística urbana e assistência inteligente à saúde.

Quando Singapura verdadeiramente se tornar uma nação inteligente, não só manterá a conectividade em toda a cidade, mas também uma rede de sensores – composta de câmeras de segurança e detectores de qualidade do ar,

temperatura e velocidade – será instalada para dar um retorno comportamental (fumar em áreas proibidas ou a localização dos cruzamentos de tráfego com maior congestionamento) para que os problemas possam ser facilmente resolvidos.

Holanda

A cidade de Rotterdam instalou o Rain Radar, sistema sustentável de gestão da água que interpreta a quantidade de chuva em áreas específicas.

Este sistema permite que seja armazenado e/ou direcionado o excesso de água encontrado nos reservatórios subterrâneos de água e canais para evitar inundações. Amsterdam também está bem adiantada com seus esforços de inovação civil. A cidade dispõe de serviços de entrega de alimentos por meio de triciclos movidos a energia solar e estacionamentos de colaboração coletiva. Melhor que isso, três cidades do país já têm projetos inteligentes notáveis.

Jun, Espanha

Jun, uma pequena cidade na Espanha, possui WiFi liberado para todos seus cidadãos porque provê todos os serviços de atendimento à população 100% online através do Twitter. Todos os seus escritórios e funcionários públicos são, portanto, obrigados a ter uma conta no Twitter. A rede social pode ser usada para denunciar crimes, marcar consultas médicas, e até mesmo entrar em contato com funcionários do governo local.

Sensores e IoT

Grande parte dos exemplos contam com algum tipo de sensor para seu monitoramento: de câmeras ao controle pluvial, os sensores são praticamente parte fundamental de uma smart city. Esse conjunto de sensores, quando conectados à Internet, denomina-se Internet das Coisas, ou IoT(Internet of Things).

No entanto, estes sensores conectados apresentam potencial enorme aos cibecriminisosos que vem sendo explorado: uma segurança altamente falha. Isso ocorre pela forma que esses dispositivos são projetados e operados: em sua maioria, são baratos e de baixa manutenção, fazendo com que fiquem sem atualizações de segurança muitas vezes por toda sua vida útil.

Big Data: modernização vs privacidade

Uma vez coletado pelos sensores, os dados precisam ser processados para se obter inteligência deles. O processamento de tantos dados, o já famoso Big Data, pode otimizar o desenvolvimento das cidades, mas potenciais problemas ao longo desse processo podem ameaçar a segurança e privacidade dos moradores.

Isso ocorre especialmente porque massas de dados tão grandes como essa costumam ser processadas em servidores em nuvem, ou seja, servidores operados por empresas que muitas vezes nem no mesmo país da coleta se encontram, dificultando inclusive a capacidade do Estado de administrar esses dados.

Imagine a seguinte situação: os dados de um dado morador são violados e o atacante conta com informações como o trajeto percorrido pelo cidadão e, até mesmo, quais serviços recentes foram utilizados. O atacante poderá forjar um e-mail se passando por um órgão real do governo, para conseguir obter informações ainda mais valiosas, como os dados do cartão de crédito do cidadão.

Outro tipo de ataque que pode ocorrer nesse cenário é a inserção de dados falsos: um atacante poderia, por exemplo, gerar um falso alerta de trânsito intenso em uma via vazia e apontar uma via que na realidade está engarrafada, como com trânsito leve. O governo irá, então, realizar ações momentâneas no tráfego para apontar a via já saturada como uma ótima opção para motoristas que ainda não estão nela, piorando o trânsito local.

Os benefícios em potencial da utilização da tecnologia para o bem-estar da população são incríveis. No entanto, é fundamental que a segurança esteja sempre em primeiro lugar durante todo o controle dos sistemas, desde os sensores até o processamento dos dados em nuvem, pois ela é fundamental para a qualidade de vida da população de uma smart city.

Fonte: CIO

poradmin_rs

Google finalmente permite salvar local de estacionamento no Google Maps

Atualização está disponível, inicialmente, apenas na versão beta do Google Maps para usuários nos EUA e Europa

O Google Maps está finalmente começando a entender a dor de cabeça que é um estacionamento. No início deste ano, a companhia adicionou um recurso de disponibilidade de vagas de estacionamento, que permite que você saiba o quão difícil é encontrar um local no seu destino. Mas a mais recente adição à versão beta do Google Maps é a que estamos esperando há anos.

Há um tempo o Google havia oferecido um cartão de lembrete de estacionamento no Google Now, mas sempre foi algo impreciso. Agora, com o Google Maps mais recente, o Google parece ter acertado.

Ao tocar no ponto de localização azul no mapa, você verá uma nova opção para salvar sua vaga estacionamento, que lhe permitirá traçar sua posição diretamente dentro do Google Maps.

Depois de tocar nela, o aplicativo salvará automaticamente a sua localização atual no Maps e adicionará um lembrete ao seu painel de notificação.

Embora a localização automática já seja boa o suficiente, você também poderá acrescentar algumas notas em um campo na mesma tela, bem como adicionar uma foto. Há também um alerta de temporizador para o estacionamento, bem como a capacidade de compartilhar suas informações, que enviará o endereço, as notas e um link para o local no Google Maps.

A versão beta também inclui um novo indicador de tempo para direções de trânsito e uma tela de chegada atualizada para usuários do Android Auto.

Entretanto, a função aparece inicialmente para usuários dos Estados Unidos e Europa, mas deve chegar em breve para o Google Maps Beta no Brasil.

Este recurso aparece com um bom atraso para o Google Maps, tanto que até mesmo a Apple tem habilidade semelhante em seu aplicativo. Não sabemos por que o Google levou tanto tempo para adicioná-lo, mas esperamos que o teste beta seja rápido.

Fonte: IDG Now!

poradmin_rs

Conheça algumas situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com alguns exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Fonte: Exame

poradmin_rs

Chrome 57 promete ser mais rápido e seguro

A Google acaba de anunciar uma nova verão do seu browser, o Chrome 57. Esta atualização promete ser mais rápida, poderosa e segura. Sabe-se que traz também, à semelhança da recente versão da Mozilla, o Firefox 52, suporte para a tecnologia WebAssembly.

Esta funcionalidade permite um melhor desempenho tanto no browser, como na rodagem de aplicações 3D, jogos e aplicações complexas de áudio ou vídeo. Torna-se assim possível conseguir uma performance semelhante das apps instaladas na web e das nativas, isto é, que necessitam de ser instaladas no próprio sistema do PC.

Estando a Google preocupada com as constantes ameaças à segurança, foram adicionadas a esta versão um total de 36 patches de segurança. O Chrome 57 conta ainda com uma nova funcionalidade de URL que alerta o navegador quando o mesmo se encontra num website seguro.

Ao longo do seu desenvolvimento foram sendo oferecidas recompensas a quem fosse detetando possíveis falhas no sistema. Atualmente a versão já se encontra disponível para que os utilizadores de Windows, Mac e Linux a possam atualizar.

A versão para smartphones ainda não está oficialmente lançada, mas será certamente disponibilizada nas próximas semanas nas lojas da Apple e da Google.

Fonte: MaisTecnologia

poradmin_rs

Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades

O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem-estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1 – Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2 – Mudança de paradigma nas comunicações de homem a homem, máquina a máquina; algo como tudo a tudo

3 – Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

– 25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

– 24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

– 26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

– A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

– O mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

– A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

– O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

– Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas.

Fonte: CIO

poradmin_rs

Você sabe o que é Edge Computing, e por que o modelo é tão importante?

Veículos autônomos, drones e dispositivos de IoT transformarão a nuvem de hoje na névoa de amanhã

A onipresença da computação em nuvem pode não ser tão longa se o capitalista de risco Peter Levine estiver certo. Na opinião do parceiro de Andreessen Horowitz, à medida que mais capacidade de computação se move para os chamados dispositivos de “borda”, incluindo aí qualquer coisa conectada, desde carros sem motorista e drones até os dispositivos de Internet das Coisas, a nuvem começará a evaporar lentamente, em um fenômeno que os especialistas batizaram de Edge Computing _ e que a Cisco tem chamado de Fog Computing.

“Uma grande parte da computação que hoje é feita hoje na nuvem vai voltar para as extremidades da rede”, disse Levine durante o Wall Street Journal CIO Network, na última semana.

Os carros autônomos, equipados com GPUs ou CPUs de alto desempenho, são efetivamente “data center sobre rodas”, e um excelente exemplo de dispositivo de borda com capacidade de computação auto-suficientes, comentou o investidor. Sem esse poder local, se dependessem 100% da nuvem, questões como latência, disponibilidade e qualidade da infraestrutura de transmissão de dados do carro seriam um grande problema.

De acordo com o World Economic Forum, os EUA estão em 35o lugar no mundo em largura de banda por usuário, o que é um gargalo para quem precisa transmitir um grande volume de dados. Com a IoT esse problema só vai aumentar. Em situações onde o tempo é crítico, atrasos causados por congestionamento de largura de banda ou dados roteados de forma ineficiente podem ser sinônimo de fracasso.

A nuvem também pode ser um obstáculo para o desempenho de muitos cenários de Machine Learning, que dependem de computação rápida para fornecer decisões mais rápidas.

“Dada a latência da rede e a quantidade de informação, não é aconselhável que essa informação volte para a nuvem central para ser processada,” diz Levine. Ele argumenta que a extremidade da rede [onde são executadas as aplicações] será forçada a se tornar mais sofisticada. E acrescenta: “Esta mudança vai transformar a nuvem como a conhecemos”.

Levine considera a Edge Computing menos uma novidade do que talvez o próximo ciclo de computação, quando a nuvem tende desaparecer. Décadas atrás, a maior parte da computação estava centralizada em mainframes, com bancos e a maioria das outras grandes empresas contando com gabinetes refrigerados para gerenciar suas operações comerciais. Muitos mainframes foram desativados para dar espaço à era cliente-servidor, descentralizada. Pois bem, a nuvem é essencialmente o novo mainframe, com o data center hospedado em um fornecedor. Se o fluxo e refluxo natural da computação se mantiver, a Internet das Coisas acelerará a próxima etapa da computação distribuída. O que significa que a nuvem “deve acabar em um futuro não muito distante”.

Um cenário pode ser assustador para os milhares de vendedores de serviços em nuvem. Durante a última década, muitas empresas têm ofertado aplicações, infraestrutura, armazenamento e praticamente todos os tipos concebíveis de tarefas de computação como um serviço. Mas o trabalho de um capitalista de risco é ter uma visão mais ampla e mais longa para que possa ver quais inovações virão a seguir. O Levine está dizendo é que os serviços disruptivos de nuvem de hoje sofrerão sua própria disrupção nos próximos cinco a 10 anos.

Diana McKenzie, CIO do provedor da empresa de SaaS Workday, não acredita que a nuvem desaparecerá por completo. Na sua opinião. Os dois mundos – o da Cloud e o da Fog ou Edge Computing – vão coexistir. Por exemplo, as empresas vão querer agregar dados coletados de dispositivos de borda na nuvem para posterior análise e geração de insights de negócios.

“O desafio para nós como CIOs é ter certeza de que estamos pensando sobre isso mais como algo contínuo, fluido, do que como uma ruptura. O próximo desafio será como arquitetar sua solução para usar o melhor dos dois mundos”, afirma ela.

No curto prazo, Levine concorda com MacKenzie. A nuvem, segundo ele, será onde a informação ficará armazenada por longos períodos de tempo, e onde os algoritmos de aprendizado de máquina acessarão vastas coleções de dados para análise e treinamento. Mas até isso poderá mudar no futuro.

Afinal de contas, no mundo da IoT, quanto mais a análise puder ser realizada no ponto onde (ou muito perto de onde) os dados são coletados, melhor. Muitas vezes, é aqui que a ação baseada nos insights fornecidos pelos dados será mais necessária.

Outras tendências

O debate sobre Edge Computing foi quente, mas não foi o único. Levine e os demais participantes do painel – Rich Wong, General Parter da Accel e Steve Herrod, diretor da Catalyst – abordaram outras tendências emergentes.

– Do Big Data ao Machine Learning: Na visão de Levine, o Big Data 1.0 se concentrou em coletar muita informação, mas a próxima onda envolve prever o que vai acontecer no futuro. “O Aprendizado de Máquinas vai desbloquear essas vastas lagoas de informações que temos … que podem nos ajudar a prever o futuro de maneira melhor”, disse o investidor.

Na opinião de Wong, empresas já podem usar Machine Learning para automatizar funções de serviços de TI, como resets de senha para os clientes. Confiar essas operações corporativas a algoritmos de máquinas pode render de 30% a 100% de economia de custos, disseram os VCs.

Como investidor, Wong manifestou interesse em incentivar startups a implantar uma estratégia “land and expand” (ou seja, aterriza primeiro e logo ganha mercado).

– Proof-of-concepts-as-a-service: Tornou-se moda para os CIOs se imaginarem como provedores de “IT-as-a-service”, essencialmente como brokers de recursos digitais, incluindo Cloud, Mobile, Analytics e IoT. Neste modelo, faz sentido para o CIO reconhecer que provas de conceitos são uma valiosa maneira de avaliar novas tecnologias, disse Herrod. Ele sugeriu que startups ofereçam provas de conceitos como um serviço para ajudar.

– Necessidade de analistas de dados: Levine diz que se os dados são o ingrediente mais importante para desbloquear o valor do negócio, então os cientistas e analistas capazes de derivar insights a partir dos dados coletados e transformá-lo em informações acionáveis serão os mais requisitados. Mas muitos CIOs seguem tendo muita dificuldade em contratá-los. São as posições mais difíceis de preencher.

Herrod discordou. Na sua opinião, as contratações mais difíceis são os líderes do DevOps porque há pouco consenso sobre o que define o DevOps.

Fonte: CIO

poradmin_rs

SAP revela programa de aceleração para IoT

A SAP anunciou o SAP Leonardo, um programa que visa implementação de estratégias de Internet das Coisas (IoT) e que permite que seus clientes adotem mais rapidamente as inovações que surgem nessa área e consigam adaptá-las a seus negócios.

A multinacional já tinha demonstrado seu comprometimento com a IoT quando anunciou que investiria €2 bilhões em desenvolvimentos nesse campo, durante os próximos 5 anos. Esse novo projeto vem nesta sequência e aumenta portfólio de IoT da empresa. O SAP Leonardo é constituído por aplicações de negócio, Big Data e conectividade em soluções transversais a todos os sectores do mercado.

“A passagem de coisas para resultados assenta em novos processos de negócio, tais como indústria 4.0, novos modelos de negócio e novas formas das pessoas viverem e trabalharem”, refere a Dr. Tanja Rueckert, vice-presidente executiva de Digital Assets e IoT, da SAP. “Com o portfólio SAP Leonardo, ligamos não só “as coisas” a processos de negócio que são instantâneos e proativos, como também a pessoas que podem executar e gerenciar de forma mais eficaz, com recurso a sistemas autônomos de inteligência aumentada (AI). O nosso portfólio de IoT SAP Leonardo baseia-se no compromisso da SAP para a criação de mais valor de negócio através da inovação empresarial baseada em IoT.”

Esse programa acelerador quer ajudar as organizações a identificar e a validar pilotos e casos de utilização IoT. Combina design thinking com as estratégias e os objetivos dos clientes para trazer valor aos negócios e estabelecer pilotos que possam ser escalados, quer dentro das próprias empresas dos clientes, quer a outros tipos de companhias.

A SAP apresentou o SAP Connected Goods, SAP Vehicle Insights, SAP Predictive Maintenance and Service e SAP Asset Intelligence Network e indicou que os mesmos estarão disponíveis a um preço promocional para software e serviços, que cobre o piloto e o primeiro ano de utilização das soluções IoT do SAP Leonardo.

Segundo a empresa, as aplicações IoT estão ligadas à plataforma SAP HANA para oferecer “serviços funcionais e técnicos para desenvolvimento e processamento de informação e inteligência” e conseguir processar a informação ao nível do dispositivo.

Estas são as áreas em que a SAP disponibiliza suas soluções IoT:

– Produtos Conectados para a descoberta de novos dados ao nível da gestão do ciclo de vida do produto (procura, resposta e fornecimento), das redes digitais de aprovisionamento e, ainda, desenho, fabrico e distribuição de produtos inteligentes e conectados para todas as indústrias;

– Ativos Conectados para monitorização e análise de ativos fixos, incluindo os processos de fabrico e manutenção, de forma a se obter uma redução de custos e aumentar o tempo de funcionamento do equipamento;

– Frota Conectada para permitir aos negócios e organizações de serviço público terem seus próprios ativos móveis (veículos, robots, empilhadoras e veículos autônomos) para melhorar os serviços, a segurança, bem como a visibilidade relativamente à logística e qualidade de serviço;

– Infraestrutura Conectada para uma nova inteligência operacional digital a partir de sistemas de infraestrutura física, construção e redes de energia, que permitem um melhor serviço, operações mais eficientes, não só para mitigar o risco, como também para facilitar a adoção de normas de conformidade;

– Mercados Conectados de forma a possibilitar a produção de novos modelos de negócio de relevância local e com os prazos adequados, sejam negócios de agricultura digital, portos inteligentes ou cidades inteligentes;

– Pessoas Conectadas para tarefas de trabalho mais colaborativas, gestão de saúde e ambientes domésticos inteligentes que ligam pessoas e comunidades, fornecendo um melhor e mais personalizado estilo de vida.

O nome do programa é inspirado em Leonardo da Vinci, o conhecido artista que, também, foi um homem da ciência e inovação durante o Renascimento.

Fonte: B!T magazine

poradmin_rs

Governo baiano aprimora gestão de capital humano com SAP

SAP HCM vai gerenciar informações de mais de 247 mil empregados públicos, eliminando o uso do papel em mais de 90% dos processos de RH

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O golive marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto foram Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3 mil empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes.

Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, as informações, vantagens e benefícios.

“O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias em vez dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizada em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de cem pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

Fonte: IT FORUM 365