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O que mercado exige de um profissional para projetos de Blockchain?

Entre outras coisas, entender o aspecto do negócio ao qual o Blockchain será aplicado é extremamente importante

Está se tornando consensual que o sistema de registo distribuído utilizado para a autenticação de pagamentos em criptomoedas pode ser adaptado para uma vasta gama muito mais alargada de processos.

A Computerworld do Reino Unido falou com Niamh O’Connell e Gavin Pacini, do laboratório de blockchain da Deloitte, para recolher alguns conselhos sobre como desenvolver as habilidades dos profissionais deTi para trabalhos que envolvam Blockchain. 

A procura de peritos para desenvolver projetos piloto e lançar produtos tem crescido acentuadamente.  Há indícios de que o crescimento da contratação está em vários setores e verticais da indústria. Alguns têm as estratégias Blockchain mais desenvolvidas, outros, como os bancos Barclays ou BBVA, estão a investigar a tecnologia, enquanto que outros já têm conhecimento, mas estão ainda a testar o terreno.

As empresas estão contratando vários perfis relacionados com Blockchain. Para algumas isto significa recrutar peritos com experiência no desenvolvimento e acompanhamentos de sistemas de produção. Mas por vezes, grandes organizações preferem criar uma equipe em torno de um núcleo de peritos em Blockchain. Neste caso, o que precisam, além de profissionais com fortes competências em programação de software e engenharia, é ter conhecimentos sólidos sobre os princípios que regem a tecnologia.

Naturalmente, o Blockchain é apenas mais uma peça na engrenagem da tecnologia. Os engenheiros especializados em redes ou segurança, por exemplo, têm um papel vital a par daqueles com competências específicas em desenvolvimento de software.

Conhecer ferramentas modernas como a de contentores Docker ou arquiteturas de microsserviços é uma vantagem também.

Qualificações necessárias para um programador de Blockchain
Obviamente, em primeiro lugar, esse profissional necessita de conhecimentos em Ciências de Computação ou Engenharia. A partir daí é possível fazer cursos de formação em Blockchain adicionais. No entanto, esses cursos são escassos, uma vez que a tecnologia ainda é recente. A experiência em funções de desenvolvimento de back-end é crucial, sendo que é essencial ter algumas noções de criptografia.

Se o programador tiver essas bases pode começar a aprender mais sobre as diversas plataformas Blockchain, o que vai acabar por se tornar mais sistematizado, explica Gavin Pacini, do laboratório de Blockchain na Deloitte. Existem algumas opções em linguagem de programação para Blockchain, mas Pacini diz que muitas das APIs e dos SDKs desenvolvidos são criados em Javascript. Mais especificamente, em Node.js. “Sendo uma plataforma relativamente nova e de rápida implantação, as pessoas na indústria do Blockchain estão tentando acompanhar o ritmo e não querem usar tecnologias antigas”, explica.

De qualquer modo os engenheiros de software poliglotas, que são capazes de programar em várias linguagens, parecem estar entre os preferidos. Conhecimentos de Java e C++ estão entre os requisitos de muitas ofertas de emprego.  

Profissionais que vão trabalhar em projetos Blockchain também precisam ser adaptáveis e ter vontade de interagir com outros programadores. Geralmente falta documentação para se apoiar e os programadores precisam se sentir confortáveis na busca de código de opensource. “Não é uma plataforma consolidada, por isso não existe ainda uma curva de aprendizagem real. Tivemos casos em que tivemos de pesquisar o código fonte de projetos de código aberto, com mais intensidade que o normal”, disse Pacini. As equipes vão precisar usar o  Reddit, para se manterem  atualizados  com as discussões relevantes na indústria, e o GitHub, para aprenderem com os seus pares e compartilharem código.  Tal como muitas coisas na vida, quanto maior o empenho, maiores os resultados.

Além disso, O’Connel lembrar que entender o aspecto do negócio ao qual o Blockchain será aplicado é extremamente importante para trabalhar com a tecnologia. Um dos desafios únicos do seu papel no laboratório tem sido educar os clientes sobre as características únicas da tecnologias e analisar se ela é aplicável ou não para os seus negócios.

 “O interesse no Blockchain tem aumentado, especialmente no último ano, e isto significa que as pessoas estão interessadas em utilizá-lo, mesmo sem compreender de que modo é que deve ser utilizado em comparação com uma base de dados tradicional”, disse. “Os clientes vinham nos procurar com casos de uso que pretendiam explorar, e,depois de algumas sessões de formação, concluíamos que o Blockchain não fazia sentido para os seus negócios”, acrescentou.

 

Fonte: CIO

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eSocial: versão final está aberta para testes e governo capacita auditores para fiscalização

A temporada de testes da versão 2.4.01 está aberta desde o dia 27 de novembro. Essa será a versão que será a adotada no início de obrigatoriedade do eSocial, em janeiro/2018. A principal novidade do teste é a validação do NIS – Número de Inscrição Social, na base do CNIS – Cadastro Nacional de Informações Sociais.

Uma das premissas para o envio de informações e recolhimento das obrigações por meio do eSocial é a consistência dos dados cadastrais enviados pelo empregador, o que está disponível para testes a partir desta versão. Será necessário, então, que o empregador realize a Qualificação Cadastral dos trabalhadores, dado que não está sendo cumprido pelas empresas, de acordo com o portal eSocial.

Para facilitar o trabalho de regularização cadastral, e como medida preventiva à rejeição dos dados, foi disponibilizado no Portal do eSocial a aplicação CQC (Consulta Qualificação Cadastral) para identificar possíveis divergências associadas ao nome da pessoa, à data de nascimento, ao CPF e ao NIS. Eventuais divergências serão apontadas pelo sistema que apresentará uma mensagem orientativa de como proceder à correção dos dados.

Simultaneamente, o Ministério do Trabalho está capacitando auditores-fiscais para a atuação no eSocial. A Inspeção do Trabalho recém-formou 82 auditores-fiscais do Trabalho na fiscalização do eSocial em todo país, sistema que unifica a prestação de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais pelos empregadores, inclusive os domésticos. Os auditores vão atuar como multiplicadores do eSocial, realizando palestras para esclarecimento de dúvidas ao público sobre o sistema em todos os estados da federação.

A partir de janeiro de 2018, o Comitê Gestor do eSocial inicia o cronograma de implantação do programa, inicialmente para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões que passam ter a utilização obrigatória do programa a partir de 8 de janeiro. Esse grupo representa 13.707 mil empresas e cerca de 15 milhões de trabalhadores, aproximadamente 1/3 do total de trabalhadores do país. 

Numa segunda etapa serão as demais empresas privadas, incluindo Simples, MEIs e pessoas físicas que possuam empregados cuja utilização obrigatória está prevista para 16 de julho do ano que vem; e na terceira etapa serão os entes públicos, obrigatório a partir de 14 de janeiro de 2019.

Obrigatório no país a partir de janeiro de 2018, o eSocial será a nova forma de prestação de informações do mundo do trabalho e integrará a rotina de mais de 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores, um projeto que integra o Ministério do Trabalho, a Caixa Econômica Federal, a Secretaria de Previdência, o INSS e a Receita Federal.

Fonte: Convergência Digital

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Aprimorar a postura de segurança é o melhor investimento para o futuro

Obter conhecimento detalhado sobre a estrutura, o funcionamento dos produtos e saber onde estão os riscos é a forma mais eficiente de investir em segurança atualmente

A segurança da informação está cada vez mais complexa, as empresas agregam diversos produtos ao seu ambiente tentando fechar todas as portas para as ameaças, novos projetos de segurança são implementados a cada ano, novas soluções são adquiridas e o esforço exigido das equipes continua aumentando, assim como o volume de ameaças. 

De olho no futuro, o mercado desenvolve novas tecnologias buscando estar sempre à frente dos cibercriminosos. Automação, sensores, inteligência artificial e machine learning são alguns termos que temos ouvido bastante ultimamente.

Mas antes de olhar para o futuro precisamos primeiro olhar para o passado. As ameaças antigas como ransomware, malware de macro, phishing e tantas outras conhecidas há décadas ainda causam muitos estragos. Ataques bem sucedidos ainda são realizados com pen drives infectados e e-mails falsos, e os criminosos continuam explorando com sucesso vulnerabilidades há muito tempo conhecidas.

O Machine Learning e a Inteligência Artificial vão ajudar muito a automatizar os processos, analisar comportamento das ameaças, acelerar dos diagnósticos e reduzir os esforços das equipes já tão sobrecarregadas, mas ainda não é a bala de prata. São apenas novos elementos dentro de algo muito maior.

Antes de abraçar novas tecnologias a empresa precisa avaliar qual é a sua real postura de segurança. Será que uma nova solução com inteligência artificial é o que a empresa precisa no momento ou será que um projeto de classificação de dados seria mais eficiente para proteger os dados sensíveis da companhia? Existem vulnerabilidades no endpoint, na rede, na nuvem ou são os processos de segurança que precisam ser revistos?

Os cibercriminosos não são diferentes dos bandidos tradicionais, eles sempre vão atacar quem estiver menos protegido e vão procurar até encontrar o que existe de mais valioso. Se a empresa está bem protegida, o atacante vai tentar acesso por meio da rede de um parceiro que tenha segurança falha, tentar acesso via um dispositivo móvel desprotegido ou então usar engenharia social para tentar ganhar acesso com a ajuda de um colaborador menos atento aos procedimentos de segurança. Eles também vão procurar pelos dados mais preciosos da empresa, seja no terminal, na nuvem ou no data center.

Cada empresa é diferente, é preciso conhecer de fato quais são as vulnerabilidades de cada uma e estudar como elas devem ser tratadas. Uma análise de postura irá apontar onde devem ser feitos os investimentos e também como aproveitar os investimentos anteriores. Muitas vezes os produtos necessários para uma boa segurança já estão lá, mas estão mal configurados, não estão integrados ou a equipe não está utilizando todos os recursos disponíveis.

O universo de coisas que as empresas consomem envolvendo tecnologia é gigantesco e por isso elas acabam perdendo a visibilidade do ambiente corporativo como um todo. Obter conhecimento detalhado sobre a estrutura, o funcionamento dos produtos e saber onde estão os riscos é a forma mais eficiente de investir em segurança atualmente.

Fonte: CIO

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Inteligência Artificial ou Inteligência Aumentada?

Quais aplicações darão o suporte necessário para a tomada de decisão?

Inteligência artificial (IA) está em alta. Uma infinidade de empresas tem investido na tecnologia e o Gartner estima que quase todos os softwares terão IA integrada até 2020. Segundo a consultoria, essa deve ser uma das cinco prioridades de investimento para mais de 30% dos CIOs no mundo.

No entanto, muito do que temos hoje não pode ser considerado IA, mas sim inteligência aumentada. A diferença pode parecer pequena, mas as aplicações desses conceitos funcionam de forma bastante distinta. A inteligência artificial é a ideia de um sistema que reproduz a cognição humana e funciona de forma autônoma. Já a inteligência aumentada tem como base sistemas com tecnologia cognitiva que apoia o ser humano, seus planejamentos e análises.

As duas vertentes tiveram início na década de 1950, mas o termo inteligência artificial passou a ser aplicado de forma mais ampla, nomeando inclusive alguns produtos que são resultado de pesquisas em inteligência aumentada. E é nessa tecnologia que aposto para o futuro. Isso por que o ser humano não será retirado da equação, ou seja, do momento da decisão.

Há muitos riscos em uma inteligência artificial que, de fato, tome decisões por si só. Há, inclusive, uma infinidade de filmes apocalípticos sobre o tema. No mais famoso — O Exterminador do Futuro — a IA de uma empresa chamada Skynet se rebela e passa a destruir o mundo. Guardadas as devidas proporções, fantasias e viagens no tempo, há de se convir que o ser humano precisa ter controle sobre a tecnologia. O físico Stephen Hawking já disse que a inteligência artificial pode acabar com a humanidade se não soubermos controlá-la.

Quando deixamos de lado o filme estrelado por Arnold Schwarzenegger e pensamos em algo palpável e próximo à nossa realidade, como os carros autônomos, os perigos reais começam a surgir. No caso de um acidente iminente e sem chances de ser evitado, por exemplo, a máquina deverá escolher quem será ferido com mais gravidade ou até morrer. Como lidar com isso? Quem será responsável pelo acidente? Como as montadoras e seguradoras devem agir nesse caso?

Os dilemas morais, éticos, tecnológicos e de responsabilidade existem e precisarão ser enfrentados com muito cuidado se algum dia chegarmos a esse patamar. E esse tipo de questão torna as aplicações de IA pouco viáveis, porque retiram o ser humano da jogada e o substitui quase que completamente.

Já a inteligência aumentada se aproxima, de fato, do que há hoje. Podemos usá-la em aplicações que verificam informações online sobre diagnósticos e apoiam o parecer de um médico ou em análises financeiras parcialmente interpretadas que suportam tomadas de decisão. Esse tipo de uso, com base na análise de dados e que caminha lado a lado com a decisão humana, é mais simples, eficiente e seguro.

Acredito que o ser humano é — e sempre será — essencial para tomar decisões. As máquinas não são capazes de captar e interpretar todas as nuances das nossas relações, ou mesmo ter algo próximo à inexplicável intuição. Isso é inerente da nossa espécie. Esse é o uso que precisamos de imediato, e é nele que devemos investir, ao menos enquanto não soubermos como mitigar os riscos da inteligência artificial e transformá-la em algo que não sairá do controle.

Fonte: CIO

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Implantação do eSocial para empresas começa em janeiro

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira, 29, o cronograma de implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) para empresas. De acordo com o assessor especial da Receita Federal para o eSocial, Altemir Melo, o programa, que inicialmente foi criado para o registro de empregados domésticos, será implantado para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões a partir do dia 8 de janeiro de 2018. De acordo com a Receita, 13.707 empresas se enquadram no perfil dessa primeira fase.

A segunda etapa terá início em 16 de julho de 2018 e abrangerá os demais empregadores, incluindo micros, pequenas empresas e micro empreendedores individuais (MEIs). No caso dos entes públicos, ele será implantado a partir de 14 de janeiro de 2019. “Esses entes serão detalhados em uma resolução que publicaremos [provavelmente] amanhã (30)”, acrescentou o representante da Receita no comitê gestor do eSocial, Clóvis Peres.

Segundo Melo, “a principal premissa do eSocial é a entrada única de dados que alimentará a base de dados dos entes de controle”, disse ele referindo-se a Receita Federal, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Ministério do Trabalho. “Nossa base de dados contará também com a participação dos próprios contribuintes. E a grande mudança de paradigma é que o eSocial será agora um fluxo. O sistema que as empresas têm hoje está sendo ajustado para se comunicar com a base nacional. Assim, cada evento registrado na empresa, como a admissão de um trabalhador, será replicado para a base nacional do eSocial, a fim de compartilhar os dados com os entes de controle”.

O eSocial Empresas é um novo sistema de registro feito pelo governo federal com o objetivo de desburocratizar e facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores, de forma a simplificar a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Por meio dele, pretende-se também reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Com as informações coletadas por cerca de 8 milhões de empresas, será criado um banco de dados único administrado pelo governo, abrangendo mais de 40 milhões de trabalhadores. Ao ser implantado, o eSocial pretende garantir direitos previdenciário e trabalhistas, além de simplificar o cumprimento de obrigações, eliminando redundâncias no que se refere a informações de pessoas físicas e jurídicas.

De acordo com a Receita, para o empregador, o eSocial terá como vantagem reduzir penalidades e sanções por incorreções e discrepâncias, além da unificação e padronização de obrigações. A Receita aponta, como vantagens, a maior garantia de efetivação de direitos trabalhistas e previdenciários; maior agilidade para o acesso de benefícios; e maior transparência em relação às informações do contrato de trabalhos.

Para o governo, o eSocial terá como vantagens a ampliação da capacidade de fiscalização; a possibilidade de implementar programas sociais lastreados em dados mais qualificados; e a possibilidade de usar informações com mais qualidade, padronização, consistência, unicidade e validação prévia.

Fonte: Infonet

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11 Indústrias nas quais a realidade virtual tem potencial

A realidade virtual tem um enorme potencial além do entretenimento. Com a RV é possível mudar a forma como se fabrica, compra, experimenta, comunica e até conduz negócio.

O que é realidade virtual? O objectivo é alterar a percepção humana através de sistemas virtuais. Basicamente, a informação sensorial parece tão realista para o cérebro que este é enganado para interpretar o virtual como realidade. A adopção por parte do consumidor ainda está numa fase embrionária, mas a tecnologia já foi aplicada com sucesso na indústria dos jogos. Agora, com o balanço, mais negócios estão a identificar maneiras de também utilizar a realidade virtual. Aqui estão alguns dos campos que já se beneficiaram com o uso de VR.

Indústria automóvel

A realidade virtual na indústria automóvel mudou processos de design, segurança e compra. Os elementos realistas da RV permitem aos designers e engenheiros verificar como é que o automóvel ficaria e funcionaria sem ter de construir de facto vários modelos.

Ao replicar o ambiente exterior virtualmente é igualmente possível fazer ensaios de segurança sem gastar tempo, dinheiro e energia em testes reais. Marcas como a Ford, a Volvo e a Hyundai estão a utilizar a RV no processo de construção, mas também nas vendas. Há gamas de veículos disponíveis para que os clientes possam experimentar vários aspectos do automóvel desde experimentar recursos a fazer testes de condução. A necessidade de “showrooms” poderá ficar obsoleta com a utilização da tecnologia da realidade virtual.

Saúde

Com ambientes virtuais realistas e modelos virtuais da anatomia humana, os profissionais da saúde podem obter informação sobre o que vão enfrentar antes de realmente trabalhar num corpo humano. É útil, não apenas para os estudantes, mas também para os profissionais experientes que pretendem realizar procedimentos novos ou de alto risco. As cirurgias podem ser visualizadas em 360º, em tempo real, em qualquer parte do mundo através de aplicações de realidade virtual como a Medical Realities. As cirurgias podem ser observadas em RV, mas a cirurgia robótica é também uma possibilidade com a tecnologia. A oportunidade do cuidado descentralizado do paciente é também incrivelmente útil. As aplicações de RV estão a ser projectadas para aprender sobre os pacientes e para os examinar do mesmo modo que um profissional de saúde faria. O tempo e as receitas poupadas com estes procedimentos podem ser significativos.

Turismo

A realidade virtual permite fazer visitas guiadas a partir de qualquer lugar no mundo. Combinado com os avanços da indústria turística, as pessoas podem agora “testar antes de comprar” destinos. Estas soluções vão ajudar especialmente lugares mais pequenos ou menos conhecidos, uma vez que os viajantes poderão observar o que cada destino tem para oferecer.

As empresas de “travel and hospitality” poderão ter uma montra de destinos e alojamentos. A tecnologia interactiva permite aos potenciais hóspedes de um hotel ou resort explorar o local antes de fazer a reserva. Algumas empresas têm ido tão longe como recriar o ambiente do alojamento usando estimulantes reais (vento, aromas, etc) sobre o cliente potencial durante a experiência virtual. A colaboração entre a Thomas Cook e o Samsung Gear VR é um exemplo que apresenta uma representação real dos empreendimentos da Thomas Cook em todo o mundo. O investimento já representou receitas de quase 12 mil libras (aproximadamente 13.450 euros) e 40% de retorno doo investimento em apenas três meses.

Arquitectura

Tal como na construção automóvel, a realidade virtual tem o potencial de mudar a forma como os arquitectos projectam edifícios. Os arquitectos podem experimentar todos os aspectos de um edifício incluindo iluminação, materiais ou disposição, enquanto os clientes exploram virtualmente as suas novas casas ou edifícios, compreendendo cada detalhe. Os empreiteiros e construtores também poderão compreender melhor o que se espera do processo de concepção. Editar o projecto antes e durante a construção pode significar uma poupança enorme e facilitar as falhas de comunicação.

Retalho

Com a realidade virtual as lojas podem mostrar tudo o que têm desde diferentes modelos de mobília a vários tons de uma camisola, sem ter o produto no local. Também permite aos clientes experimentar os produtos antes de comprar, contribuindo ainda para dar aos comerciantes uma visão diferente do comportamento do consumidor. As compras sociais são um método de realidade virtual que de verá surgir nos próximos anos e que permitirá ao consumidor comprar sem sair de casa. A experiência de compra será adaptada a cada um e poderá permitir experimentar roupa depois de fazer uma digitalização total do corpo. As informações e interacções adicionais dos consumidores poderão contribuir para uma maior satisfação e mais compras.

Indústria aero-espacial

A indústria aeroespacial está a tornar-se mais imersiva uma vez que tecnologia de RV permite a colaboração em todas as fases dos processos de construção e manutenção. As capacidades interactivas suportam a comunicação e melhoram a compreensão entre os colaboradores de diferentes departamentos. Designers, engenheiros e pessoa da manufactura são capazes de criar produtos mais rapidamente com a ajuda de testes de comportamento e visualização. Uma forte relação entre departamentos é possível devido às propriedades de visualização da RV que promove a compreensão em todas as fases de construção e projecto. Os pilotos, pessoal de terra e engenheiros também podem manter os produtos de um modo mais eficiente com as dificuldades de comunicação ultrapassadas.

Educação

A educação é um dos campos mais desenvolvidos da realidade virtual, permitindo a disponibilização virtual de ambientes de ensino mais imersivos. Um exemplo é a Google que está a disponibilizar o “Google Expeditions” para que estudantes e professores possam fazer “viagens virtuais imersivas”. A aplicação foi disponibilizada aos utilizadores em Julho de 2017.

Finanças

A realidade virtual também está no mundo das finanças. Por exemplo, o banco norte-americano Wells Fargo tornou-se num dos primeiros bancos a começar a testar RV quando abriu um laboratório digital para testar o auricular “Oculus Rift” da Facebook em 2014. O objectivo era permitir a entrada dos clientes em balcões virtuais. Várias aplicações bancárias com RV foram lançados entretanto para disponibilizar novas experiências bancárias digitais ao longo dos anos. Em Junho de 2017, BNP Paribas lançou uma aplicação de RV que foi implantada para permitir aos utilizadores da banca de retalho ter acesso à actividade das suas contas e transacções em ambiente de realidade virtual.

Indústria

O fabricante de automóveis Ford tem vindo a utilizar Realidade Virtual para projectar novos veículos, incluindo veículos autónomos nos seus laboratórios de imersão e inovação na América desde 2015. Em Setembro de 2017, a Ford começou uma fase de experiência para começar a testar a realidade mista para prototipagem rápida com auriculares Hololens da Microsoft. Outros fabricantes como BAE Systems e a General Motors também têm realizado testes de RV.

Marketing

O Marketing poderá ser uma das primeiras indústrias a explorar a realidade virtual através de campanhas e publicidade. Em 2014, a Volvo apresentou um teste de condução do modelo XC90 SUV com o “VolvoReality” entregue na forma de uma aplicação que tirava partido do dispositivo Cardboard VR da Google. Projectos mais recentes incluem o lançamento de seus equipamentos de realidade virtual da Samsung em determinadas lojas para promover os seus produtos.

Cinema e entretenimento

Os realizadores Ridley Scott and Steven Spielberg têm trabalhado em projectos usando tecnologia de realidade virtual que se espera irá revolucionar a forma como se assiste a filmes. Quem tem dispositivos de realidade virtual como os Gear VR da Samsung também já pode ver alguns filmes em realidade virtual.

Fonte: Computerworld

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Gartner alerta: Transformação Digital exige agilidade dos gestores

Em até quatro anos, tecnologia avançará de modo a impactar negócios em diversas esferas desde ferramentas às informações. Mudança interna e criação de valor tornam-se essenciais

Os gestores que almejam trazer transformação digital para suas empresas a fim de obter sucesso precisam de uma combinação essencial de três aceleradores de escala. Esta foi uma das principais mensagens lançadas pelo Gartner no evento Gartner Symposium – ITxpo 2017 em Orlando. De acordo com a empresa, os três aceleradores de escala são: destreza digital, tecnologias de efeitos de rede e uma plataforma digital industrializada.

Esse movimento será necessário porque, em 2018, os CIOs serão mais responsáveis do que nunca pela geração de receita, criação de valor e desenvolvimento, além de lançamento de novos modelos de negócios usando tecnologias comprovadas e emergentes. Até 2020, 30% dos gestores incluirão inteligência Artificial nas prioridades de investimentos e 30% dos novos desenvolvimentos incluirão IA como componente de entrega, junto com um time de cientista de dados e desenvolvedores.

Além disso, o evento também apontou que em cinco anos a Internet das Coisas ajudará o consumidor e os negócios a economizarem US$ 1 trilhão por ano em manutenções e consumíveis. Isso mostra que a interrupção da tecnologia está fornecendo oportunidades de crescimento exponencial, mas ainda há barreiras para os negócios. O ambiente continua a ser volátil: taxas de câmbio, lento crescimento macroeconômico, implicações geopolíticas e segurança cibernética. Desse modo, os CIOs e outros líderes digitais – como você profissional de Marketing – tornaram-se mais importantes do que nunca para uma empresa.

Previsões
Alguns pontos levantados no evento mostram o quanto a tecnologia será acelerada nos próximos anos e ganharão mais relevância nos negócios. Por exemplo, até 2021, as empresas que redesenharem seus sites para suportar pesquisas visuais e de voz aumentarão a receita de comércio digital em 30%. Outro chamariz é que nesses três anos, mais de 50% das empresas estarão gastando mais por ano em bots e criações de chatbot do que os desenvolvimentos tradicionais de aplicativos para dispositivos móveis.

Até lá, 40% da equipe de TI será versátil, ocupando vários papéis, a maioria dos quais será de negócios, e não de tecnologia. Por outro lado, em menos de dois anos a tecnologia IoT estará em 95% dos eletrônicos para novos projetos de produtos e ainda a IA se tornará um motivador de emprego líquido positivo, criando mais de dois milhões de postos de trabalho, porém, eliminando outros 1,8 milhões.

Até 2020, a criação de “realidade falsa”, baseada em IA, ou conteúdo falso, superará a capacidade da AI de detectá-la, fomentando a desconfiança digital. Além disso, cinco dos sete principais gigantes digitais irão se “self-disrupt” intencionalmente para criar sua próxima oportunidade de liderança e o setor bancário obterá US$ 1 bilhão em valor comercial a partir do uso de cripto moeda baseada em blockchain.

Quando o prazo se estende até 2022, a Gartner prevê que a maioria das pessoas em economias maduras consumirá mais informações falsas do que informações verdadeiras e que metade de todos os orçamentos de segurança para a IoT irão para remediação de falhas, recuperações e falhas de segurança em vez de proteção.

Transformações necessárias
Ter uma cultura digital ativa será fundamental para o futuro dos negócios. As empresas precisarão de pessoas com habilidades digitais, colaborativas, ágeis, analíticas, inovadoras e criativas. A área de Recursos Humanos passará a captar um número maior de pessoal com capacidade de explorar tecnologias existentes e emergentes para melhores resultados comerciais.

Para isso, as companhias terão que fazer mudanças internas para que o reconhecimento externo chegue. Além da Inteligência Artificial e Internet das Coisas, a Interface de Programação de Aplicativos (APIs) passará a demandar mais atenção. Enquanto a IoT escala o mundo físico, as APIs escalam os relacionamentos nos ecossistemas. Eles permitem que os CIOs se conectem facilmente com parceiros, funcionários e até concorrentes.

Por fim, a criação de valor utilizando as ferramentas será mais do que essencial. Durante o evento falou-se sobre a industrialização da plataforma digital, que consiste em usar uma plataforma digital para criar novos mercados digitais. Ou seja, definir sua ambição digital, determinando o tipo de organização que querem ser.

Fonte:  Mundo do Marketing

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Nuvem pública ou infraestrutura de TI híbrida, qual a melhor opção?

Agora que a nuvem pública amadureceu, as empresas estão reconhecendo que a combinação certa de infraestrutura de TI híbrida oferece uma melhor abordagem

Ninguém sabe o que o futuro nos reserva, entretanto, é possível fazermos algumas previsões com base no que conhecemos hoje. Muitos em TI estão nessa posição: com a peteca na mão e deve decidir como avançar em termos de estratégia de TI.

Conforme converso com os clientes e observo as tendências da indústria, fica mais claro que a nuvem pública está se tornando uma extensão do data center como uma nova opção para o deslocamento da carga de trabalho. Embora as nuvens pública e privada continuem crescendo em popularidade, vejo mudanças dramáticas. O setor de TI agora tem mais informações sobre as opções de nuvem — com mais discernimento e mais cuidado sobre onde devem colocar suas cargas de trabalho de missão crítica.

As empresas estão cada vez mais preocupadas com questões como falta de controle, problemas de latência/desempenho e o custo em espiral da nuvem pública. Também tenho ouvido relatos de companhias que estão deixando a nuvem pública e adotando uma infraestrutura de TI híbrida, que combina nuvens pública, privada e TI tradicional. Além disso, as organizações estão começando a avaliar o risco financeiro ao adotar vários modelos de implementação para cada aplicativo — comparando o modelo Opex (gastos operacionais com serviços) da nuvem pública versus o modelo Capex TI (investimentos em equipamentos e infraestrutura), local ou nuvem privada.

Ultimamente, os CTOs e os administradores de TI também estão adotando novas tecnologias, como composable infraestructure e hiperconvergência. Essas inovações oferecem muitos dos benefícios da nuvem pública, tais como controle, segurança e custo de implementação nas instalações. Adicione a isso micro serviços, Azure Stack, entre outros benefícios, e você vai entender as complexidades que as empresas enfrentam ao traçar seu curso no futuro.

Simplificando a TI híbrida

Agora que a nuvem pública amadureceu, as empresas estão mais preparadas para avaliar seus prós e contras. E mais, elas estão reconhecendo que a combinação certa de infraestrutura de TI híbrida oferece uma melhor abordagem. Ao invés de mover tudo para a nuvem pública, as equipes de TI experientes estão utilizando a nuvem pública como mais uma ferramenta, dentro do seu leque de soluções. Os especialistas em TI sempre analisaram suas cargas de trabalho e tomaram cuidado para configurá-las nos modelos de implantação mais efetivos (como fazendas de máquinas virtuais, um cluster dedicado para aplicativos HPC ou um banco de dados anexado a uma tecnologia SAN).

Os administradores de TI estão fazendo o mesmo, adicionando uma variedade de opções na nuvem para sua infraestrutura no local. Eles estão ansiosos para ganhar a agilidade e o modelo Opex de nuvem pública para determinadas cargas de trabalho, mas reconhecem que certos aspectos de sua atual infraestrutura tradicional ainda são a melhor opção para muitas cargas de trabalho. À medida que novas tecnologias começam a surgir, eles estão cada vez mais confortáveis em avaliá-las e adotá-las conforme necessário.

Vivemos em um mundo que está se movendo extremamente rápido e parto do princípio de que aqueles que trabalham em TI assimilam isso melhor do que a maioria, uma vez que devem evoluir constantemente para atender o ritmo rápido e acelerado do negócio. Entretanto, para acompanhar novas tecnologias e novas estratégias de TI, muitos estão buscando especialistas da indústria para ajudá-los a entender suas opções e desenvolver uma estratégia de TI híbrida que lhes permita avançar com rapidez e sucesso.

O mundo se converteu para um mundo em nuvem. As empresas que tirarem proveito dela sobreviverão. Já aquelas que não o fizerem, não. A peteca está na sua mão. Qual é o próximo passo?

Fonte: COMPUTERWORLD

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Três bons motivos para decidir usar a nuvem se você vai empreender

A nuvem tem ajudado as PMEs a lucrar e crescer, com acesso a tecnologia que até pouco tempo era restrita às empresas multinacionais

Para quem trabalha em alguma empresa de tecnologia ou computação, as palavras ‘’Cloud’’ ou “Nuvem” são sinônimos de tecnologia corporativa para armazenar dados, cortar gastos e e ganhar mais flexibilidade. Para todas as outras empresas de diferentes verticais econômicas, as mesmas palavras sinalizam uma parte importante no caminho da transformação digital que precisa entrar na lista de tecnologias obrigatórias. Especialmente se você está começando a empreender.

Vou citar, só para começar, três motivos pelos quais vale a pena você começar a migrar seus dados para a nuvem:

1- Não é necessário investir em máquinas que, além de caras, também ocupam espaço útil;

2- É possível acessar os dados de qualquer lugar;

3- A segurança é garantida pela empresa que você está contratando.

A nuvem está na mira de todas as empresas, das micro às grandes. Recentemente, lançamos uma região de Cloud em São Paulo, com cobrança local, para ajudar as empresas brasileiras nesta jornada da transformação digital.

São diversos serviços que podem ser oferecidos na nuvem, acredito que duas delas muito importantes para o negócio (e que nem sempre são levadas em consideração): fazer análise de dados de maneira eficiente e motivar o trabalho colaborativo em tempo real. De machine learning a máquinas virtuais e plataformas de desenvolvimento, a tecnologia tem conquistado adeptos, especialmente entre startups e PMEs, por ser uma grande aliada de novos mercados.

Mas como migrar, de fato, para a nuvem? Primeiramente, você tem de decidir qual é o tipo de nuvem que mais combina com a sua empresa. Se optar pela nuvem privada, será necessário dedicar uma área na empresa só para o serviço, já que a nuvem privada é um trabalho interno. É possível terceirizar essa supervisão, mas aí o corte de gastos fica comprometido. Na nuvem pública, o serviço sendo prestado por alguma outra fonte. Ou seja, a segurança, o espaço e o suporte estão garantidos, sem exigir esforço do lado de quem está contratando.

É a nuvem que tem ajudado pequenas e médias empresas no quesito lucro e expansão. Agora elas têm acesso à tecnologia que, há alguns anos, era restrita às empresas multinacionais. Com a versão pública de Cloud você não gasta com programas e com a instalação de uma estrutura de TI.

Outro ponto de destaque é a escalabilidade, ou seja, você pode escolher apenas os recursos que quer usar e não pagar por pacotes completos com produtos que não vai usar. Outro fator importante é a oportunidade de aumentar o armazenamento conforme a demanda, o que se mostra benéfico em datas sazonais.

Pense que você tem uma loja e que ela está conseguindo espaço no mercado. Vai ser necessário, cada vez mais, ter flexibilidade no armazenamento e processamento de dados, tudo para deixá-los organizados e prontos para serem usados a seu favor. Vamos desenhar um cenário mais atual: em época de Black Friday, por exemplo, lojas online têm que estar preparadas para o aumento do fluxo das vendas, se antecipando. Neste caso, a nuvem seria ideal, mas é preciso observar a latência, ou tempo de resposta, que  pode ser decisiva na hora do consumidor comprar online. Se o site tem um tempo de resposta lento, as chances do cliente desistir e visitar a loja do concorrente é maior.

Fonte: IDGNOW

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SAP S/4 Hana integra funcionalidades de machine learning

A nova versão da solução SAP S/4 Hana passa a integrar capacidades e analítica preditiva da solução solução SAP Leonardo Machine Learning, a fim de reforçar a competitividade das organizações que operam em ambientes de negócio de rápida mudança

A solução SAP S/4Hana é a suite ERP da SAP de última geração, construída totalmente sobre a plataforma SAP Hana, como forma de ajudar as empresas a gerir o seu negócio no atual mundo digital. As novas aplicações, incluídas na SAP S/4 Hana 1709, fornecem conhecimento e contexto de negócio em tempo real, ao mesmo tempo que libertam os recursos de tarefas repetitivas.

Reconhecendo as necessidades individuais das mais diversas indústrias, a solução SAP S/4Hana 1709 disponibiliza novas capacidades para as empresas do retalho e para o sector industrial e de exploração mineira, para além de ser facilmente adotável por empresas de todas as indústrias.

A otimização conferida pela versão SAP S/4Hana 1709 também responde às necessidades dos utilizadores de cada linha de negócio:

  • Financeiro: o cockpit SAP Financial Closing é uma parte do núcleo SAP S/4Hana 1709 e permite um fecho de contas mais célere, ao mesmo tempo que assegura o cumprimento dos requisitos regulamentares. Os gestores de negócio podem obter maior transparência e informação relevante ao longo do ciclo de fecho e, ainda, melhorar a produtividade com tarefas de fecho automatizadas e uma experiência de utilizador otimizada.
     
  • Cadeia de fornecimento: na continuidade da conversão digital da cadeia de fornecimento, a aplicação SAP Transportation Management está agora integrada na parte central da solução. Disponibiliza a convergência da cadeia de fornecimento e do sistema de produção industrial, desde o planeamento e previsão até à produção, execução e transporte.
     
  • Vendas e Marketing: esta nova versão quer ajudar as empresas a harmonizar os processos de faturação financeira, preço e serviços ao cliente para empresas com estratégias distintas, quer em cloud privadas quer com instalação do software nos próprios centros de dados.
     
  • Fabrico: disponível na nova versão, a solução SAP S/4Hana Manufacturing para engenharia de produção e operações combina engenharia de fabrico, operações de produção alargadas e soluções de montagem complexas numa experiência de utilização transversalmente aos processos de negócio, desde o planeamento até à produção. Empresas de linhas de produção podem agora minimizar as interrupções resultantes de roteiros alterados, instruções de trabalho e ordens de produção através do uso pró-ativo da análise de impacto de fabrico, enquanto utiliza o mais recente projeto de engenharia e dados corporativos em tempo real.

Fonte: IT Channel