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Cinco previsões que devem nortear o mercado de Cloud em 2018

A computação em nuvem tem sido o motor para a transformação digital das empresas, de todos os tamanhos e indústrias. Confira quais são as principais tendências que devem dar o tom do mercado em 2018, segundo a A10

Há alguns anos, não era possível prever que a computação em nuvem atingiria os níveis atuais, ou seja, que 79% das empresas no mundo já executam cargas de trabalho na nuvem — divididas quase que em partes iguais entre nuvens públicas e privadas. Para analisar as futuras tendências da nuvem, a A10, fornecedora de soluções para otimização do desempenho de aplicações e dados em rede, e ligou seu capacitor de fluxo e acelerou o DeLorean, o carro “De volta para o futuro”, até 88 milhas por hora para ver o que está por vir em 2018:

Surgimento de verdadeiras nuvens hibridas

A possibilidade das empresas de hospedar suas aplicações em diferentes infraestruturas — nuvens públicas, privadas e on premises com ferramentas comuns de orquestração e gerenciamento — é atraente. Multinuvem, com diferentes cargas de trabalho em diferentes nuvens e sendo gerenciadas separadamente, se tornará dominante em 2018, enquanto nuvens híbridas verdadeiras começarão a surgir.

Já existem projetos de tecnologia importantes e parcerias se formando para tornar isso uma realidade. Por exemplo, o Azure e Azure Stack da Microsoft fornecem um conjunto uniforme de recursos de infraestrutura e API em nuvens públicas e privadas; a parceria entre VMware e AWS da Cisco e Google. Esses mashups criam nuvens híbridas que unem realmente os ambientes e melhoram ainda mais a agilidade operacional, eficiência e escalonamento.

Kubernetes dominarão a orquestração de contêineres

A luta pelo domínio da orquestração de contêineres tem sido um dos principais desafios da nuvem nos últimos dois anos. A batalha de três vias entre Docker Swarm, Kubernetes e Mesos tem sido feroz.

Em 2018, no entanto, a Kubernete está preparada para levar o título da orquestração de contêiner e também se tornar cada vez mais importante em implantações de produção escaláveis e de missão crítica. O seu conjunto de colaboradores aliado ao rápido desenvolvimento de capacidades e suporte em muitas plataformas díspares tornaram a empresa um vencedor claro.

Ela conta ainda com a ajuda de amigos de peso: Microsoft Azure e Google Cloud lançaram serviços gerenciados da Kubernetes. A IBM também anunciou que sua nuvem privada suportará Kubernetes na Bluemix; A AWS também está seguindo o mesmo caminho, ao firmar parceria com a Cloud Native Computing Foundation (CNCF) como membro platina.

Todos estes fatores levarão as Kubernets para projetos mais mainstream, com crescimento contínuo de workloads de grande produção.

Analytics com inteligência artificial (IA)

IA está em toda parte. Está em nossos lares com o Amazon Echo, por exemplo. Em 2018, veremos um aumento do uso de Inteligência Artificial incorporada às ferramentas analíticas de TI, tornando a tarefa proativa em vez de reativa.

Por meio de análise preditiva, os gestores de TI e aplicações receberão informações e recomendações úteis. Adicione a isso a capacidade de automatizar sua resposta, e o poder da IA torna-se mais relevante.

Os sistemas de análise terão uma visão do comportamento da infraestrutura, aplicações e clientes. Ele reconhecerá um desempenho anômalo ou comportamento de segurança e quando uma aplicação ou servidor falhará. Uma vez que esse comportamento é notado, a automação pode entrar em ação para remediar um problema potencial, ou seja, ativar outro servidor ou carregar o balanceamento da aplicação. É como se sua infraestrutura pudesse dizer “Alexa, ative outro servidor”.

Adoção de serveless computing

Um dos benefícios da nuvem é a facilidade de uso para aplicar recursos adicionais e seu modelo de consumo de pagamento por uso. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que na computação sem servidor (serverless computing). Antes, a unidade para recursos de computação era uma instância ou VM. Agora, uma “função” tornou-se uma unidade ainda menor de “uso”. O fato de gerenciar e expandir os recursos sob demanda no provedor de nuvem é econômico e tira o peso das costas do TI. Os custos com base em um modelo de consumo facilitam a vida em orçamentos apertados.

Já disponível na nuvem pública, para o próximo ano, a computação sem servidor também começará a aparecer em implementações de nuvem privada. Embora não se torne dominante, uma adoção mais ampla acontecerá no curto prazo.

A computação severless, em conjunto com o amadurecimento de nuvem, colocará pressão nos fornecedores de servidores e hardware para transformar seus modelos de negócios afim de manter relevância em um novo mundo virtual, elástico e automatizado da nuvem.

Instâncias de nuvem personalizadas irão proliferar

À medida que a adoção da nuvem cresce, os tipos de instâncias de computação vão tonar-se ainda mais segmentados e otimizados para casos específicos de uso; permitindo melhor desempenho e novas aplicações. Em 2018, veremos o crescimento de instâncias de aplicações especificas dentro da nuvem — desde big data e otimização para IA até redes de alto desempenho e tipos de memória grandes. Aplicações otimizadas que aproveitarem estes pontos, vão começar a surgir.

Por exemplo, no início deste ano, a A10 em parceria com a Microsoft conseguiu entregar 30Gbps com o vThunder na Azure. Isso é uma instância de alta performance. Espere ver mais destes modelos surgindo em 2018

Previsão Bônus

Adeus às preocupações com segurança na nuvem

A segurança está ausente da nossa lista de previsões da nuvem. Por quê? Simples. É hora de seguir em frente. Sim, a segurança é sempre importante e ainda mais na nuvem. Mas não é mais o obstáculo que era quando a nuvem estava em seus primeiros passos. Ao longo dos anos, a nuvem e os serviços disponíveis nela amadureceram. Há mais segurança integrada. Mais ferramentas estão disponíveis. O compliance chegou à nuvem.

Como toda a TI, é primordial pensar em soluções de segurança, políticas e governança ao implementar cloud ou uma grande mudança de infraestrutura, mas, em 2018, a nuvem não será mais considerada como um ambiente não seguro por padrão.

Conclusão

No mundo da nuvem, as coisas se movem rapidamente. Isso é apenas um snapshot do que achamos que Doc e Marty encontrarão se levarem o DeLorean para o próximo ano. Certamente veremos grandes manchetes sobre uso da nuvem, pois mais pessoas encontrarão maneiras cada vez mais inovadoras de consumi-las.

Fonte: ComputerWorld

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Cinco aplicações da Internet das Coisas no varejo

Os principais elementos de uso da IoT incluem a cadeia de suprimentos, o consumidor sempre conectado e as aplicações em lojas inteligentes.

A Internet das Coisas (IoT), uma das tecnologias que mais deve impactar a vida das pessoas e das empresas nas próximas décadas, nada mais é uma do que uma rede em que objetos passam a estar conectados uns aos outros por meio de sensores embutidos capazes de receber e transmitir dados em tempo real. Essa rede permite que esses dispositivos se comuniquem, analisem e compartilhem informações sobre o mundo ao nosso redor, utilizando plataformas e softwares baseados em nuvem.

No caso do varejo, as tais “coisas” conectadas podem incluir chips para rastreamento de inventário (RFID – Identificação por Rádio-Frequência), balcões com infravermelho para controle de tráfego no interior das lojas, sistemas de rastreamento via celular e Wi-Fi, sinalização digital, um quiosque ou até mesmo um dispositivo móvel que o cliente esteja usando.

Os principais elementos de uso da IoT incluem a cadeia de suprimentos, o consumidor sempre conectado e as aplicações em lojas inteligentes. A seguir, confira exemplos de cinco áreas nas quais os varejistas já estão tirando proveito das vantagens da Internet das Coisas:

1 – Manutenção Preditiva – Ela é usada no gerenciamento de energia, na prevenção de falhas ou na detecção de outros problemas. Em um supermercado, por exemplo, há muitos equipamentos em uso constante, entre os quais os sistemas de refrigeração dos setores de frios, laticínios e carnes. Naqueles que possuem sensores, é possível prever qualquer ocorrência que possa afetar o consumo de energia, no intuito de manter ou monitorar as variações de temperatura e assim garantir a qualidade dos alimentos.

2 – Transporte Inteligente – A eficiência no transporte dos produtos é um dos objetivos de aplicações no varejo, e a Internet das Coisas pode ser utilizada com diversos propósitos: manutenção, rastreamento e otimização de rotas, por exemplo. Muitos varejistas fizeram uso no passado do GPS, mas com a IoT é possível saber a que distância um pallet está de determinada loja, com um grau de precisão muito maior.

3 – Armazenamento Sob Demanda – Quando se trata de estocagem, a IoT se conecta a dois conceitos muito atuais: automação e robótica, ambos impulsionados pela demanda de compras tanto nas lojas físicas quanto de compras online. A Internet das Coisas permite monitorar as oportunidades de vendas em tempo real e, ao mesmo tempo, fazer o rastreamento das vendas perdidas nas lojas. Vale lembrar que o RFID é um item da IoT muito bem testado e que pode ser usado para a gestão do inventário. Atualmente, um centro de distribuição ou armazém é organizado com corredores e prateleiras. No futuro, eles serão espaços abertos, nos quais os pallets automáticos serão organizados de acordo com a demanda e em tempo real.

4 – Cliente Conectado – Cada vez mais os consumidores, sempre conectados, são impactados por onde passam. Os varejistas entendem que os clientes são capazes de pesquisar preços e níveis de estoque das lojas em seus dispositivos móveis. Mas e se fosse possível fazer uma oferta personalizada e com um melhor preço ou oferecer serviços com base na geolocalização? E se fosse possível oferecer serviços exclusivos aos clientes mais leais e que geram mais valor para o negócio? Antes, a regra era oferecer promoções a todos os clientes, na esperança de que alguns deles pudessem ter interesse. Com a Internet das Coisas, é possível entender todo esse contexto e saber quando o o cliente precisa de ajuda ou de algum incentivo para realizar a compra, agindo de forma proativa.

5 – Loja Inteligente – Em um shopping center, o tráfego de pessoas pode ser analisado entre vários lojistas, sendo possível entender toda a jornada de compras. Antigamente, era necessário realizar pesquisas para saber se os varejistas estavam atendendo às necessidades dos clientes, e só então eram aplicados os programas de treinamento. Agora, pode-se usar o monitoramento de tráfego para saber se os clientes estão frequentando a área onde está determinado produto. Com isso, basta direcionar um atendente para aquele local ou analisar essa informação posteriormente e verificar a necessidade de algum ajuste no layout da loja, para atrair clientes mais rentáveis. Fazendo isso, é possível personalizar a experiência de compra, abrindo oportunidades para implementar ações de marketing digital ou a oferta de anúncios nos dispositivos móveis.

Com o rápido crescimento das compras online, os varejistas estão muito interessados em trazer a experiência do cliente para dentro de suas lojas físicas. A razão disso é que eles querem ter acesso aos mesmos tipos de dados e análises já usados no varejo digital, com o objetivo de criar novas experiências e coletar novas informações que os ajudem a prever quando os clientes irão comprar novamente.

O diferencial com o uso da Internet das Coisas vem da capacidade do varejista em detectar, entender e trabalhar em cima dos dados e das análises. Para isso, será necessário investir em aplicativos que melhor atendam às demandas dos clientes e que, no fim das contas, gerem valor para o negócio.        

Fonte: Administradores

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Dez tendências tecnológicas em infraestrutura e operações, segundo o Gartner

Forças externas moldarão a jornada de TI em direção a uma infraestrutura digital em 2018

 

Antigas práticas de infraestrutura e operações (I&O) e arquiteturas de data centers tradicionais não são suficientes para atender às demandas dos novos negócios digitais. A Transformação Digital requer agilidade e velocidade de TI superando arquiteturas e práticas clássicas. Em 2018, a tecnologia será cada vez mais responsável por suportar aplicativos complexos e distribuídos, usando novas tecnologias espalhadas por vários sistemas em vários locais, incluindo data centers locais, na nuvem pública e em fornecedores de hospedagem.

Líderes de I&O devem se concentrar em dez tecnologias e tendências para apoiar a transformação digital de suas empresas. “Essas não são necessariamente as 10 principais tecnologias, nem as melhores tendências em TI, mas sim as 10 tendências que consideramos que terão impacto nas equipes de I&O nos próximos anos. Algumas já estão acontecendo, algumas estão apenas começando, mas cada uma terá um impacto sobre como a TI opera, planeja, aprimora conjuntos de habilidades internas e oferece suporte ao negócio”, diz David Cappuccio, vice-presidente e analista emérito do Gartner. 

Confira!

 Estratégico

 

  1. Planejamento Geográfico –Os fatores externos, incluindo novas leis globais como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, as cargas de trabalho de cada região e o acesso à rede global e regional estão levando a TI a gastar mais tempo no planejamento geográfico como parte de suas estratégias de longo prazo. O objetivo em longo prazo não é possuir uma infraestrutura global, mas construir a infraestrutura necessária para suportar o negócio por meio de parceiros, bem como alavancar a infraestrutura de parceiros de uma organização para ajudar a apoiar iniciativas como múltiplas conexões de rede e design e suporte de infraestrutura.
  2. Intelligent Edge –Muitos projetos de negócios digitais criam dados que podem ser processados de forma mais eficiente quando o poder de computação é próximo da coisa ou da pessoa que o gera. As soluções de Edge Computing abordam essa necessidade de poder de computação localizada. Por exemplo, no contexto da Internet de Coisas (IoT), as fontes de geração de dados geralmente são coisas com sensores ou dispositivos embutidos. A era da inteligência serve como a extensão descentralizada das redes de campus, redes celulares, redes de Data Center ou a nuvem. As organizações que embarcaram em uma jornada de negócio digital perceberam que é necessária uma abordagem mais descentralizada para atender aos requisitos de infraestrutura de negócios digitais.
  3. Intent-based Networking (IBNS) – O Gartner prevê que até 2020, mais de mil grandes empresas usarão sistemas de Intent-Based Networking. Intent-based networking (IBNS) não é um produto ou um mercado e sim um software de rede que ajuda a planejar, projetar e implementar/operar redes que podem melhorar a disponibilidade e agilidade das empresas, o que se torna cada vez mais importante à medida em que há a transição das organizações para novos modelos com negócios digitais. Com a IBNS, ao invés de definir explicitamente a rede o que precisa ser feito, o software traduz a intenção do negócio para determinar a “correção” da configuração da rede antes da implantação. O sistema então compara continuamente o estado real e desejado da rede em execução.

 

Tático

  1. Economia de Integração – Um negócio digital é suportado por plataformas tecnológicas em cinco áreas: Sistemas de Informação, Experiência do Cliente, Dados e Análises, IoT e Ecossistemas. A plataforma de tecnologia de ecossistemas apoia a criação e conexão de ecossistemas externos, mercados e comunidades. O gerenciamento da Interface de Desempenho de Aplicativos (API- Application Performance Interface) permite que a plataforma digital funcione. As organizações devem projetar APIs, com base nos requisitos do ecossistema, não “de fora para fora”, com base em aplicativos existentes ou infraestrutura tecnológica. “Certifique-se de que sua organização adote uma ‘primeira API’, projetada com base nos requisitos do ecossistema da sua organização. As APIs projetadas dessa maneira podem ser mapeadas para infraestrutura de tecnologia interna. Esta abordagem é mais eficaz do que simplesmente gerar APIs baseadas em modelos de infraestrutura e dados existentes ” explica Cappuccio.
  2. Reputação e Experiência Digital – Existem duas tendências interligadas que afetam os negócios hoje que não têm nada a ver com a infraestrutura de TI, mas tudo a ver com o design da infraestrutura. O Gerenciamento de Experiência Digital (DEM – Digital Experience Management) é o impacto de apresentar a experiência digital correta aos clientes. A experiência pode ser móvel ou baseada na web, e deve estar sempre disponível, melhorando e executando continuamente de forma rápida e consistente. Se algum desses itens estiverem faltando, a satisfação do cliente corre riscos. Se a satisfação do cliente está em perigo, especialmente no mundo das redes sociais de hoje, a reputação corporativa pode ser prejudicada rapidamente.
  3. Além da TI tradicional, novas realidades – As unidades de negócios exigem agilidade, abrindo novos mercados, assumindo concorrentes emergentes, trazendo novos fornecedores e criando formas inovadoras de interagir com os clientes. Mais de 30% dos gastos atuais em TI não fazem parte do orçamento do setor, mas a responsabilidade geral por apoiar essas novas iniciativas –uma vez que elas são testadas e estabilizadas– residirá com TI tradicional. Gerenciar esses novos provedores, gerenciar fluxos de trabalho e gerenciar novos tipos de ativos neste ambiente híbrido, independentemente de onde eles estão localizados, se tornará crucial para o sucesso da TI.

Operacional

  1. DCaaS como estratégia – Em um mundo perfeito, pelo menos na perspectiva de muitos líderes empresariais, a TI e o centro de dados seriam essencialmente um gerador muito ágil de resultados de serviços, e não o proprietário da infraestrutura. Para fazer isso, as organizações estão criando um modelo de Data Center como Serviço (DCaaS), no qual o papel da TI e do centro de dados é entregar o serviço certo, no ritmo certo, do provedor certo, ao preço certo. “Tomar decisões fundamentais em um curto prazo pode levar a uma estratégia de longo prazo que incorpora o melhor de ‘como um serviço’ e a nuvem, sem comprometer os objetivos globais da TI, tanto para proteger e habilitar o negócio. Desta forma, a TI pode permitir o uso de serviços na nuvem em toda a empresa, mas com foco na escolha do serviço certo, no momento certo, do provedor certo e de tal maneira que o serviço e suporte de TI subjacente não ficar comprometido”, afirma Cappuccio.
  2. Adoção cautelosa da nuvem – Para muitas empresas, migrar para a nuvem é um processo lento e controlado. Os provedores de colocação e hospedagem estabeleceram nuvens privadas ou compartilhadas em suas instalações para fornecer aos clientes alguns serviços básicos, permitindo migrações controladas, treinamento de habilidades de pessoal e um ambiente de nuvem “seguro” como um passo para o aumento da adoção de nuvem no futuro. À medida que os clientes se sentem confortáveis com esses serviços e custos, o aumento das migrações para provedores externos é habilitado através de serviços de interconexão. Usar esse ecossistema parceiro para permitir uma infraestrutura ágil é uma tendência emergente.
  3. Otimização de capacidade – Em todo o lado – As organizações precisam se concentrar na otimização da capacidade e evitar desperdícios – coisas que são pagas, mas que não são realmente usadas. Esse problema pode ser encontrado tanto nos centros de dados de premissa existentes quanto na nuvem. É necessária uma mudança de cultura para corrigir esse problema. As organizações devem aprender a se concentrar não apenas no tempo de atividade e na disponibilidade, mas também na capacidade, na utilização e na densidade. Isso pode prolongar a vida de um Data Center existente e reduzir as despesas operacionais dos fornecedores da nuvem.
  4. Gerenciamento de infraestrutura ampliada – O centro de dados como única fonte de infraestrutura de TI deu lugar a um modelo híbrido de instalações locais, colocação, hospedagem e soluções de nuvem públicas e privadas. Esses elementos estão sendo combinados com um foco no fornecimento de serviços e resultados de negócios, ao invés de um foco na infraestrutura física. As empresas devem aplicar uma “mão firme” para a estratégia e planejamento de TI, de futuro, em toda a empresa, e aplicar proteções apropriadas, ou enfrentar a possibilidade de perder relevância, governança e agilidade empresarial.

 

Fonte: CIO

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Edge computing é emergência para 2018

Em maio de 2018 entra em vigor na Europa, as novas regras gerais para proteçaõ de dados(GDPR), e muitas empresas temem não terem como cumprir as determinações, pontua estudo da Ixia, empresa especializada em soluções de rede. De acordo com o relatório, proteger dados pessoais é uma tarefa complexa, no contexto em que a rede está por toda parte, como consequência da corrida para a nuvem. 

O uso de nuvens públicas retira os seus dados de seu data center interno e os coloca nas mãos do seu provedor. A ocorrência de violações e adulterações em órgãos de governo trouxe à tona as consequências que uma abordagem descuidada em relação a dados pessoais pode ter. Anos usando senhas ruins e abusando da liberalidade com informações pessoais garantiu que perdêssemos todo o controle sobre nossos dados. A consciência deste problema finalmente atingiu a massa crítica. 

O relatório destaca que, embora seja tarde demais para impedir que o dados escorram por entre nossos dedos, ainda é possível assegurar que os responsáveis por controlá-los se esforcem mais para mantê-los em segurança. Quando se trata de segurança, as ferramentas tecnológicas atuais não são a questão.

Os avanços significativos observados em firewalls, segurança de aplicativos da web e soluções de proteção de redes fez o setor avançar muito, mas o mesmo não aconteceu com o comportamento dos empregados. Ainda existe a presunção de que “o pessoal do TI vai cuidar de tudo” se eu clicar num link ruim ou deixar o acesso ao meu computador aberto para dispositivos sem vigilância.

Edge Computing é a cereja no bolo das nuvens

A nuvem se tornou o principal modelo de TI e as organizações percebem a necessidade de melhorar a segurança de suas nuvens e as soluções para a gestão de desempenho. As soluções “cloud-washed” que foram originalmente projetadas para os data centers simplesmente não dão conta. É necessária uma forma moderna de computação distribuída e descentralizada para agregar valor à nuvem e esse novo modelo se chama edge computing.

Edge computing melhora a eficiência global da nuvem mantendo recursos tecnológicos como computação, armazenamento e redes perto dos usuários. Veremos mais empresas usando padrões projetados para trabalhar nas pontas em suas arquiteturas de infraestrutura para alavancar melhor os benefícios da nuvem, sem sacrificar a velocidade ou a confiabilidade. Acrescentar o elemento de edge computing significará trazer de volta o poder de processamento à rede corporativa para obter resultados mais rápidos que funcionam, mesmo quando a nuvem não funcionar.

A infraestrutura de TI pública vai se tornar o seu trabalho

Os data centers não ficam mais na salinha ao lado do escritório; eles podem nem estar localizados num raio de 150 quilômetros do grande escritório mais próximo, sem falar nas filiais remotas. Os trabalhadores em casa e os guerreiros de estrada constituem uma porcentagem cada vez maior da força de trabalho – o que significa que tarefas diárias dependem de servidores e redes que não pertencem a sua empresa, o que provoca situações complicadas, como por exemplo, a interrupção da AWS em março deste ano, em que uma interrupção de um único data center de nuvem da Amazon derrubou vários grandes serviços online, tais como Quora, Business Insider e partes da Slack. 

Muitas organizações compraram o modelo de nuvem hiperdimensionado e ficarão à mercê desses provedores para sustentar a disponibilidade que eles precisam. As equipes de TI precisam estabelecer mais controle sobre o tráfego de dados na nuvem para evitar qualquer violação na experiência de segurança e proteção de seus clientes e na produtividade dos empregados. Eles vão precisar estabelecer maior visibilidade em suas nuvens, à medida que as nuvens se tornam o modo dominante de comunicação e processamento.

Fonte: Convergência Digital

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Tendências mais fortes em IoT para 2018

O próximo ano promete a aplicação de redes de IoT a muita tecnologia existente, além da conjugação com “edge computing” e melhor analítica.

O IoT tem sido um dos maiores fenómenos das TIC, mas 2018 é o ano em que começa a realmente abalar os utilizadores empresariais à escala mundial, de acordo com Christian Renaud, director de pesquisa sobre o segmento, na 451 Research. Existe um novo grau de sofisticação na forma como as empresas abordam o extremo da analítica, nas estruturas de IoT, acrescenta.

As empresas armazenam cerca de metade dos dados que captam e analisam aproximadamente metade do que está armazenado. “Então, porque paguei tanto dinheiro por esses malditos sensores se não vou fazer nada com todos os dados que eles captam?”, questionam-se os gestores, segundo o analista.

“Mas acho que as pessoas que implantaram os sistemas estão a conseguir perceber melhor que dados captados são importantes e quais não são”. Isso deverá mudar à medida que as empresas reconhecem a importância de processar todos os dados que estão a receber.

A fase de exploração/descoberta acabou e implantação mais generalizada está a caminho. A forma que assumirá esse enfoque na analítica deverá variar de acordo com o sector económico. No de retalho, por exemplo, as empresas estão a interligar sistemas de pontos de venda com todas as suas bases de dados, que estão a multiplicar-se por causa da IoT.

Isso permite o correlação de dados dos PoS com o número de pessoas que entram na loja, indicadores sobre as áreas da loja que visitaram, dados demográficos. E vincular isso às taxas de conversão.

Kilton Hopkins é um empreendedor e o director de um programa de formação sobre IoT na Northeastern University. Diz que a tendência para mensurar está a ser reforçada há algum tempo.

E que a queda dos preços do hardware faz parte dessa equação. “A cada ano que passa, vemos um aumento na medição. Com a diminuição contínua de preços no hardware de sensores e micro-controladores, torna-se mais rentável recolher mais dados ao longo do tempo “, afirmou. “Antes de podermos fazer qualquer analítica e fazer qualquer melhoria nas nossas operações comerciais, precisamos de ter dados. Então, se há alguma coisa que seja preciso medir, talvez 2018 seja o ano para isso”

Nos extremos

A intenção da edge computing, no contexto das IoT, é reduzir a latência, o que, de acordo com Renaud, significa que será uma tendência apelativa em certos tipos de aplicação na “IoT industrial”.

“Os fornecedores de TIC convenceram as pessoas a adoptarem cloud computing nas últimas décadas, e que disseram ‘OK, vamos trazer a cloud para a terra da IoT’. Mas os responsáveis por projectos de IoT ripostaram: “Não vão nada, porque eu tenho aplicações dependentes de latência ultra baixa que não podem suportar demoras de 200ms na AWS”, disse ele.

A tendência mais forte será assim o uso de equipamentos dedicados, nos extremos de redes de IoT, para conectar dispositivos ou fazer alguma forma de analítica de baixa latência ou aplicações de controlo.

“As pessoas a gerirem a compra de soluções de IoT geralmente não são as de TI”, disse Renaud. “São geralmente os donos de fábricas ou o responsável pela frota de automóveis”.

Fonte: Computerworld

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Sete mitos da Transformação Digital

Equívocos comuns podem prejudicar a capacidade da sua empresa para alcançar os resultados desejados

A Transformação Digital tem potencial para ser bem bastante arrojada. Quando feita corretamente, pode permitir que seus negócios obtenham benefícios significativos e bem documentados . Mas como em muitas casos na TI, é preciso  resistir à tendência para o exagero e para a ilusão até que a promessa corresponda à expectativa.

Os conceitos e estratégias subjacentes à Transformação Digital não são novos. A ideia de repensar a forma como uma organização usa tecnologia em busca de novos fluxos de receita ou novos modelos de negócios tem sido fundamental para os negócio,  “desde que começamos a colocar registros corporativos e transações em computadores na década de 1970, e continua a construir e acelerar no mercado”, observa Michael Kanazawa, líder consultivo em inovação da Ernst & Young para as Americas. Para aqueles que estão continuamente inovando e alavancando novas tecnologias, não há hype, acrescenta ele.

“Há um empurrão constante para inovar os negócios tão rápido quanto as novas tecnologias permitem avanços em valor e desempenho empresarial, e essa é uma jornada longa”, diz ele.

Aqui estão sete mitos sobre Transformação Digital apontados por especialistas da indústria e líderes de negócios e TI.

Mito1:: A Transformação Digital é uma função de TI

Com recursos digitais novos e emergentes que afetam todas as áreas do negócio, é importante lembrar que a transformação é tanto sobre a liderança quanto sobre tecnologia, diz Janice Miller, diretora de programas de liderança e gerenciamento de produtos da Harvard Business Publishing Corporate Learning.

“A liderança digital requer uma mentalidade inteiramente nova, que precisa ser considerada por todos os membros de uma organização, em todos os níveis”, diz ela. Para serem bem-sucedidas, “as empresas precisam avaliar como a tecnologia será usada para melhorar seu modelo comercial, gerar valor e se conectar com clientes finais”.

A tecnologia pode ser um poderoso facilitador, concorda Aaron Rubinstein, gerente de serviços compartilhados da Anadarko Petroleum. “Mas, sem uma estrutura organizacional alinhada para apoiar os objetivos do projeto, uma cultura que aceite o raciocínio da mudança e processos de negócios intuitivos que conectem pessoas e sistemas, um resultado verdadeiramente transformacional é muito difícil de alcançar”, diz ele.

Pensar sobre esses projetos de forma restrita como implementações de software muitas vezes resulta em uma falha em perceber todo o potencial do que foi imaginado, diz Rubinstein. Não só você precisa do time certo para liderar um esforço de transformação, como também de uma cultura organizacional pronta para realizar mudanças significativas.

Mito 2:: A verdadeira transformação é uma jornada blue chip

A realidade é que a transformação real vem de disruptores que não possuem grande participação de mercado, diz Stephen Andriole, professor de tecnologia de negócios na Escola de Negócios da Universidade Villanova.

Ainda há muita ignorância em torno do que é a Transformação Digital, diz ele. Alguns entrevistados achavam que era o equivalente a instalar um novo sistema ERP. Conseqüentemente, as grandes corporações pensam que dominam suas indústrias simplesmente porque foram bem sucedidas no passado, diz Andriole, observando que a “Marriott poderia ter feito a AirBnB”.

 

Outras startups, como Amazon, Uber e Netflix, também estão tendo sucesso em cima de players tradicionais em suas respectivas indústrias, ressalta. Mas poucas empresas estabelecidas, como a Starbucks, também estão ficando competitivas olhando para seus processos e experimentando, diz Andriole. “Eles são muito inovadores e promovendo ajustes para melhorar seus processos”, diz ele. “Estão entre os primeiros, eu acredito, em fazer transações sem dinheiro porque querem atrair mais consumidores e vender mais coisas. … Você acha que fazer café é simples, mas não é. ”

A maioria das empresas não investe tempo para entender seus processos de negócios ou criar mapas de processos ativos, diz ele. Somente quando já estão perdendo participação de mercado, ou um executivo começa a se preocupar em perder seu bônus, é que eles se dispõem a tentar coisas novas. 

Mais de 70% dos entrevistados em uma pesquisa feita pela universidade em 2016 manifestaram interesse em transformação de dados. Mas não possuíam mapas de processos ativos, de acordo com Andriole. “As pessoas tendem a não falar sobre transformação de dados e gerenciamento de processos de negócios (BPM) com a mesma intensidade”, diz ele.

Quando as organizações não possuem um inventário completo de seus processos de negócios, não conseguem fazer e responder as perguntas certas. Um processo está quebrado quando não é open e ágil.

Ele cita o tempo em que ele foi CIO global interino na empresa farmacêutica Shire, de 2010 a 2011, como exemplo. Andriole começou a olhar para o BPM e descobriu que muitos processos, como o planejamento da cadeia de suprimentos, estavam quebrados. “Mas o estoque estava aumentando, e não muitos gerentes e executivos que possuíam os processos quebrados estavam prosperando”, ele observa. “Por que chamar a atenção para os problemas quando todos estão ganhando dinheiro?”

Recentemente, porém, o estoque caiu e a necessidade de transformação digital passou a ser óbvia, ele diz. 

Este é o momento em que os CIOs experientes podem resurgir como salvadores . “Quando os tempos são difíceis, todos querem soluções, e ninguém quer processos quebrados”, diz ele. Os CIOs podem aumentar a sua influência nas organizações que precisam de ajuda liderando grandes esforços de transformação digital.  “Claro que, se eles falharem, eles poderiam se tornar uma vítima dos próprios processos que eles estão tentando transformar”.

A transformação digital funciona melhor quando os tempos são difíceis – e não quando tudo está indo bem, diz Andriole. “Então, de forma torcida, os CIOs devem estar prontos para se mover quando os preços das ações caírem”.

Mito 3:: A transformação digital consiste em reduzir a força de trabalho

As transformações digitais costumam fazer uso de inteligência emergente e capacidade de aprendizado de máquinas, levando alguns a acreditar que o fim da transformação digital é um papel menor para humanos. Mas até lá, você ainda precisará de seres humanos, diz Andy Bennett, vice-presidente sênior da IoT EcoStruxure da Schneider Electric. “Estamos ouvindo muito falar sobre esse enorme impacto que vai acontecer com o aprendizado da máquina. Que, em última instância, irá diminuir a força de trabalho e gerar eficiências. Isso é absolutamente algo que não estou vendo hoje.”

Bennett está vendo exatamente o contrário. Quanto mais automação e análise de dados, mais humanos são necessários para gerar os algoritmos e entender o que está acontecendo em edifícios complexos ou fábricas atendidas por ele.

Há “tantas ineficiências cozidas” nos dispositivos conectados, que é uma falácia assumir que a análise de dados permitirá um tempo de reação mais rápido. “Acho que estamos quase indo na direção oposta”, diz ele. A IoT nos ajuda a melhorar a busca de informações “, mas você precisa de muita interação humana”.

Quando Bennett conversa com CIOs, ele diz achar que existe uma crença inerente de que a análise de dados e a IA resultarão em equipamentos que não quebram ou que não precisam ser atendidos, o que não é o caso. “O que poderemos fazer é ser mais proativos; chegare às coisas antes de quebrem, mas você ainda precisará de uma pessoa para aparecer em uma planta e fazer algo sobre isso”.

Mito 4:: A Transformação Digital é toda sobre a tecnologia

Existe a percepção de que as empresas simplesmente precisam trazer novas ferramentas, modelos e habilidades para competir em um novo campo de jogo, diz Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

No entanto, a pesquisa da CompTIA mostra que, embora as empresas tenham interesse pela TI estratégica, elas não estão necessariamente preparadas para executar essa visão, diz ele. Setenta e oito por cento das empresas entrevistadas dizem que estão usando tecnologia para impulsionar os resultados comerciais, mas apenas 28% estão extremamente confiantes em sua capacidade de aplicar tecnologia aos objetivos comerciais, diz Robinson.

As empresas geralmente clamam pela Transformação Digital porque vêem os ambientes de negócios e as demandas dos clientes mudarem. Mas recentes avanços, em particular em torno da nuvem, construíram algumas expectativas que nem sempre são válidas, diz Robinson. A tecnologia sozinha, enfatiza, não é a panacéia alardeada quando os executivos não param de considerar a totalidade das exigências e habilidades necessárias.

“À medida que as empresas buscam a Transformação Digital, terão de investir na construção da cultura certa e também na transformação da função de TI, incluindo novas habilidades e oportunidades de parceria”.

Kanazawa, da E&Y, concorda. “O mito-chave é que a Transformação Digital é apenas sobre tecnologia, em vez de ser sobre a criação de incríveis novas experiências e valor para clientes, parceiros e funcionários”.

Mito 5:: O buy-in executivo é certo

Para que qualquer projeto seja bem-sucedido, você precisa de buy-in e suporte contínuo da alta administração; as transformações digitais não são diferentes. No entanto, os executivos seniores muitas vezes estão relutantes em exibir esses projetos porque são muitas vezes complexos e assustadores, diz Andriole, que também é consultor de negócios.

Muitas vezes, eles têm a síndrome do “se não está quebrado, não conserte”, diz ele.

Nesses casos, o conselho de Andriole é “encontrar um grande espelho e olhar para ele.” O que você realmente vê? Se não há motivos reais para implantar uma iniciativa ou compromisso digital por parte da administração, não faça, diz ele.

Mito 6:: A Transformação Digital traz harmonia de TI e negócios

As transformações digitais bem-sucedidas requerem colaboração entre a TI e o negócio, mas se você acha que a harmonia de negócios de TI é o resultado garantido de uma Transformação Digital, é melhor pensar novamente, diz Bennett, da Schneider Electric. 

É um mito acreditar que, apenas porque dispositivos conectados estão se movendo para as empresas, TI e OT “convergirão de maneira natural e preditiva”, afirma Bennett. 

Existe uma crença persistente por parte dos empresários de que eles estão sendo restringidos por TI em vez de habilitados por ela, diz ele. 

Mito 7:: A jornada digital termina na implementação
Dan Doggendorf aprendeu com a experiência que a Transformação Digital nem sempre é a bala de prata para resolver um problema do negócio. Doggendorf, vice-presidente de operações de negócios e CIO da equipe de hóquei Dallas Stars, diz que seus olhos foram abertos após a implantação de um novo sistema de telefone com recursos de relatórios para rastrear dados de vendas. Quando começaram a olhar para os sistemas, “os requisitos começaram a ser cada vez maiores, e cada vez que os executivos de vendas viam uma demo, eles queriam mais”.

Ele comprou um sistema com muita funcionalidade, e com toda sinceridade, a única coisa que eles usam é o dashboard, ele observa.

“Muitas vezes os usuários nos trazem uma solução que eles consideram legal, mas sobre a qual realmente não sabem como usar”. No caso do sistema de telefone, ele oferece a capacidade de fazer análise de dados e business intelligence, mas não está sendo usado em todo seu potencial, diz ele.

Fonte: CIO

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Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década

Sondagem da CNI identifica como inovações disruptivas vão impactar a competitividade do setor produtivo brasileiro

 

Pesquisa inédita, realizada pelo Projeto Indústria 2027, mostra que 21,8% das indústrias projetam ter o processo produtivo totalmente digitalizado nos próximos dez anos. A perspectiva representa um salto significativo, uma vez que hoje apenas 1,6% das empresas ouvidas afirma já operar na fronteira tecnológica, conhecida como indústria 4.0. A pesquisa foi feita com 759 grandes e médias empresas, entre junho e novembro deste ano. O Indústria 2027 é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp). O objetivo do projeto é identificar como inovações disruptivas vão impactar a competitividade do setor produtivo brasileiro.

“Os dados mostram que a indústria brasileira reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico para a sua competitividade, mas é preciso ir além. Precisamos de um empenho nacional nesse sentido. As empresas devem desenhar e executar estratégias e a política pública precisa amparar esse desenvolvimento”, afirma Paulo Mól, superintendente nacional do IEL. Também conhecida como quarta revolução industrial, a indústria 4.0 resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, controle e tecnologia da inovação em processos de manufatura. “Passaremos os próximos dez anos em um processo de transformação industrial muito intenso, com as empresas, de fato, buscando trazer essa tecnologia disruptiva e implementando essas práticas dentro do seu modo de produção”, avalia Mól. Ele sublinha que essas transformações tecnológicas servirão para aumentar a produtividade, reduzindo o custo de produção e tornando as empresas brasileiras mais competitivas.

A pesquisa também averiguou o planejamento das empresas quanto a estudos e perspectivas para incorporar tecnologias digitais de última geração, como internet das coisas, inteligência artificial, armazenamento em nuvem, big data, entre outros. Apenas 15,1% delas têm projetos em execução. A maioria (45,6%) está realizando estudos iniciais ou têm planos aprovados sem execução. Por fim, 39,4% não têm nenhuma ação prevista no tema. O economista e coordenador-adjunto do Indústria 2027, David Kupfer, avalia que é necessária maior mobilização. “É preciso disparar o processo de adoção dessas tecnologias, principalmente porque as transformações acontecem em alta velocidade e atrasos comprometem ainda mais a capacidade das empresas acompanharem a onda tecnológica. Por enquanto, não observamos um movimento consolidado para equiparar o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira ao de países como Alemanha e Estados Unidos”, afirma.

Gerações tecnológicas
Para chegar ao diagnóstico, a pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais. A Geração 1 é a produção rígida, com uso pontual de tecnologias da informação e comunicação (TIC) e automação rígida e isolada. A Geração 2 envolve automação flexível ou semi-flexível, com uso de TICs sem integração ou integração apenas parcial entre áreas da empresa. Já a Geração 3 consiste no uso de TICs integradas e conectadas em todas as atividades e áreas da empresa. A Geração 4, também chamada de produção conectada e inteligente, tem tecnologias da informação integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão.

Atualmente, segundo o estudo, 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2.  No entanto, os dados mostram que as empresas estão cientes do tamanho da influência das inovações no futuro. Para 67,5% delas, essas mais avançadas terão alto ou muito alto impacto no setor onde atuam. A pesquisa também avaliou como as tecnologias 4.0 influenciarão cinco aspectos dos negócios: relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios. Para 77,3% dos ouvidos, há probabilidade alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes no relacionamento com os fornecedores. Para 71,3%, o mesmo acontecerá na relação das empresas com seus consumidores.

Fonte: Revista Amanhã

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Lavoura high tech: A importância do uso da tecnologia no agronegócio

A transformação digital é a resposta aos grandes desafios do agronegócio, além de possibilitar aos produtores rurais melhor planejamento

O uso da tecnologia no agronegócio já é uma realidade. De acordo com levantamento recente da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. Responsável por 23% do PIB brasileiro, o agronegócio tem impulsionado a economia e, por isso, é imperativo que os players do setor se especializem e conheçam as novas demandas tecnológicas para destacarem-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

O mais recente levantamento do Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) medido pelo Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deagro/Fiesp) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), apontou que a confiança de industriais do agronegócio aumentou no terceiro trimestre deste ano na comparação com o trimestre anterior.

Nesse cenário de recuperação econômica, a transformação digital é a resposta aos grandes desafios atuais do agronegócio. A tecnologia promove a praticidade, facilita a execução de tarefas na rotina diária do campo, além de possibilitar aos produtores rurais melhor planejamento, mensuração e utilização correta de uma infinidade de informações e dados, para otimizar a produção. Já existem hoje no mercado soluções avançadas de gestão com algoritmos desenvolvidos especificamente para atender as demandas desse setor. Dessa forma, a agroindústria consegue alcançar seus objetivos operacionais, aumentar a produtividade e os ganhos de safra das fazendas, além de diminuir os custos.

Seguindo a mesma linha de inovação, a mobilidade também chega como um fator essencial para a evolução do agrobusiness, já que a utilização de dispositivos móveis integrados a uma plataforma tecnológica promove inteligência ao processo de gerenciamento das fazendas.
A utilização de drones no cultivo é outra ferramenta tecnológica que ganhou espaço na agricultura e na pecuária. Por tratar-se de um equipamento versátil, uma vez que é capaz de desempenhar diferentes funções na fazenda, o valor do investimento é justificável e rapidamente recuperável. Os softwares embarcados nos drones podem captar imagens georeferenciais em tempo real, identificar problemas e fornecer informações precisas de falhas no plantio, trechos com excesso ou falta d’água, pragas, entre outros dados que agilizam e tornam mais inteligente o processo de tomada de decisão.

A agricultura de precisão traz mais eficiência no campo, diminuindo as perdas por meio de um processo de trabalho mais eficiente. Os agricultores contam hoje com soluções avançadas de controle das máquinas com auxílio de GPS, sistemas de mapeamento da colheita, além de softwares de gestão de toda a cadeia produtiva, que oferecem suporte à decisão agronômica.

Abraçar a transformação digital exige não só a adoção das tecnologias disponíveis como manter-se à procura da próxima inovação tecnológica para o setor. Só assim será possível dar continuidade a este processo de evolução produtiva das operações no campo.

Fonte: Computerworld

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Blockchain também transformará o varejo

Sem dúvida, o uso da tecnologia é um passo qualitativo nos processos de negócio que, até o momento, eram estabelecidos pelos comerciantes e vendedores

 Que o Blockchain começa a se estabelecer como uma aposta estratégica de futuro para as empresas não é nada novo. Já faz anos que o setor bancário aposta nesta tecnologia que permite compartilhar informação digital de maneira segura e transparente e, o que é mais importante, fazer transferências (sejam elas bancárias ou de outros tipos) entre duas pessoas sem a necessidade de um terceiro, como ocorria até agora, com todos os benefícios possíveis em matéria de segurança e confiança para ambas as partes. Trata-se de uma revolução que reclama também seu espaço no setor do varejo. Finalmente, existem poucas coisas que sejam tão revolucionárias como os próprios consumidores.

Hoje em dia, a Transformação Digital está por todas as partes e, associadas a ela, surgem tecnologias que estão mudando a forma de fazer e conceber os comércios em busca de uma maior rentabilidade e benefício. O Blockchain pertence a este âmbito mas seu potencial vai mais além. Sim, já existem aplicações de controle que podem operar através de sistemas de base de dados, mas o Blockchain aporta um enfoque diferenciador, mais colaborativo, transparente e totalmente confiável. Com um crescimento exponencial, sua aplicação é inevitável na evolução que atualmente está vivendo este setor.

Blockchain é uma tecnologia que pode fazer a diferença em toda a cadeia de valor das empresas. Por exemplo, em produtos de marca, um registro digital em Blockchain pode ser associado ao objeto físico (mediante etiquetas inteligentes), para proporcionar garantia de autenticidade e rastreabilidade de bens, tanto na cadeia de fornecimento como para a venda e pós-venda. Algumas soluções permitem instalar um código no produto para rastrear seu histórico desde o momento da fabricação, recolhendo diferentes aspectos relacionados à autenticidade, propriedade e garantia, assim como com o monitoramento de peças ou características do produto sujeitas à reparações. Em outras palavras, é como se agisse como uma impressão digital que nos permite saber, a cada momento, a rastreabilidade do produto: onde está e o que está acontecendo. E isto é fundamental para a rentabilidade do negócio, que pode estabelecer um novo canal de comunicação com os consumidores, já que lhes permite obter conhecimento em profundidade sobre os produtos e realizar compras com mais informação, contribuindo para sua fidelização e reduzindo custos associados a atrasos e erros humanos.

Em resumo, o Blckchain aporta valor a toda a cadeia de fornecimento, desde que o produto é uma matéria-prima até que chegue às mãos do consumidor, e que pode ser aplicada a todos os setores e negócios. Por exemplo, em consumo, garante a origem do produto e que há seguido processos de produção socialmente responsáveis, com um grande potencial em setores sensíveis como o da alimentação orgânica, certificando a origem e qualidade; ou o monitoramento da cadeia de fornecimento no caso de produtos frescos.

Também em luxo e moda, seu principal aporte consiste em garantir a autenticidade da peça ou acessório, de maneira que se apresente como um filtro indispensável no momento de combater o alto grau de falsificações presentes em alguns países. Além disso, no ramo da joalheria, pode certificar que, por exemplo, um diamante não procede do mercado negro ou tenha sido roubado; ou no de arte, legitimando a origem da obra. Inclusive o mercado de segunda mão pode ser beneficiado, já que garante a autenticidade e a origem do produto na venda e, por isso, incrementa e assegura a confiança do consumidor.

Avanços que supõem um ponto de inflexão para as transações comerciais. Mas as possibilidades do Blockchain se ampliam e inclusive podem chegar a outro tipo de relações de negócio, como é o caso dos Contratos Inteligentes (Smart Contracts), aqueles acordos que tem a capacidade de se executarem automaticamente uma vez que tenham sido definidos pelas partes. Seu conceito não é algo novo, mas graças ao Blockchain e a tecnologia de cadeia de blocos, sua execução é mais possível que nunca, ajudando as relações profissionais e tornando possível, por exemplo, a formalização de acordos entre varejistas e fornecedores em todo o mundo, com condições de imutabilidade, segurança e transparência únicas. Sem dúvida, é um passo qualitativo nos processos de negócio que, até o momento, eram estabelecidos pelos comerciantes e vendedores.

A tecnologia está aí. O Blockchain, insisto, não é algo novo ainda que sua utilização quem sabe o seja. A inovação de nada vale se, no final, não encontra uma aplicação real. Por isso, mais além de previsões, avaliações e análise de tendências, é importante que as empresas adotem esta nova tecnologia e sejam conscientes dos benefícios que ela pode aportar ao negócio. Na Indra, tiramos vantagem desta tecnologia graças a uma oferta que incorpora ativos tecnológicos, experiência real e visão estratégica. Já não falamos de Blockchain. Fazemos Blockchain.

Certamente, o futuro é promissor e o setor varejista assiste a uma nova revolução na qual as tecnologias, algumas emergentes e outras já perfeitamente aplicáveis, se estabelecerão como a força motora de toda essa mudança. Contudo, todo avanço deve ser abordado e liderado com as melhores soluções e com os parceiros que saibam aproveitar essas capacidades e as coloquem a serviço de seus clientes. Porque essa é a verdadeira chave da inovação tecnológica. Que muito além do que promete, seja a chave do futuro para tornar a transformação das empresas em algo real, de ponta e que, acima de qualquer coisa, suponha um impacto real para a conta de resultados. Sem ele, não há revolução possível.

Fonte: CIO

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Indústria 4.0: O que é? O que esse mercado espera dos profissionais?

O futuro já está na nossa porta: a Indústria 4.0 é o novo movimento tecnológico que está mudando a perspectiva das empresas e do mercado de trabalho do mundo todo. Alavancado pela internet, indica um futuro muito mais integrado e com manufaturas muito mais inteligentes através do conceito chamado “Internet das Coisas”.

Já estamos na quarta revolução industrial?
Sim! O mundo já passou por 3 grandes revoluções industriais que causaram grandes reviravoltas no setor produtivo: a primeira, que aconteceu na Inglaterra em meados do Século XVII, responsável por introduzir a máquina a vapor e a locomotiva ao utilizar o carvão como força motriz. Tal mudança fez com que surgisse a primeira ideia de manufatura ao nascerem as primeiras fábricas que substituíam pouco a pouco a produção artesanal. A introdução dessas máquinas foi responsável por alterar a percepção mundial do que era comércio.

Na segunda metade do século XIX, o mundo se deparou com a energia elétrica, o petróleo e novas tecnologias foram surgindo, como o telégrafo. Com novas possibilidades de transformação de energia, sistemas mais eficientes e com rendimentos melhores surgiram (como o motor a combustão) e, assim, os antigos se aprimoraram (locomotivas e máquinas mais eficientes). Isso fez com que as indústrias conseguissem obter resultados mais positivos, mas a busca por aprimoramentos não parou por aí. 

Após a Segunda Guerra Mundial, no meio do século XX, foram desencadeados estudos mais complexos para gerar tecnologia de ponta através dos novos conhecimentos da eletrônica. Na Terceira Revolução Industrial, já podemos falar sobre a automação de máquinas e da robótica, estudos e aprimoramento dos computadores, da microeletrônica e de circuitos eletrônicos. Esses novos conhecimentos foram responsáveis por aumentar a capacidade da interação entre regiões e nações devido ao largo uso das mídias de comunicação, além de criar sistemas mais integrados com uma maior efetividade no processamento de pedidos e de dados, no fluxo de mensagens, de pessoas e de produtos.

É aí que descobriram o segredo do sucesso: com sistemas mais integrados, mais inteligentes e, consequentemente, mais competentes, é possível tornar tudo mais rápido, reduzir custos e, assim, utilizar a agilidade como estratégia competitiva.
Agora o intangível ganha força e uma nova concepção de pensamento toma forma ao conectar a produção com toda a conectividade que a internet pode oferecer: chegamos à Quarta Revolução Industrial.

O que muda na Quarta Revolução Industrial?

Também conhecida como a “Indústria Inteligente”, esse movimento tomou força na Alemanha, pioneira nessas tecnologias. A Indústria 4.0 apresenta novos conceitos através da “Internet das Coisas, dos Dados e dos Serviços”. Com ela, a interação entre o real e o virtual traz uma nova perspectiva para os processos dentro de uma indústria, como apresentado anteriormente. 

A Indústria 4.0 traz um novo paradigma ao descentralizar a produção através dos avanços tecnológicos que permitiram uma lógica reversa ao sistema produtivo convencional. Com o desenvolvimento dos sistemas ciber-físicos, o maquinário que era o responsável por processar o produto, agora terá que fazer o que o “produto” comunicar a ele.

Dentro das manufaturas, o desenvolvimento dos sistemas ciber-físicos significa maiores vantagens competitivas quando comparado com o sistema tradicional, ao possibilitar produtos com maior qualidade em um tempo e custo menores. Além disso, por ser um sistema orientado, é possível reduzir gastos desnecessários, representando um serviço mais sustentável, flexível e autoadaptável.

Isso é possível pela integração de sistemas que processa dados e traz informações em tempo real, fazendo com que seja possível tomar ações também em tempo real. Em qualquer hora e em qualquer lugar, você pode dar instruções de como fazer a manutenção de uma máquina ou alterar o processamento de uma matéria prima, tudo de acordo com as necessidades da sua produção ou do seu cliente, tornando muito mais fácil a aplicação de métodos já conhecidos e consagrados, como o Just in Time.

O ERP (Enterprise Resource Planning), como no software SAP, é um exemplo deste tipo de inovação ao trazer os dados de uma empresa já processados e em tempo real para qualquer setor, tudo isso de forma integrada e de acordo com a necessidade do funcionário para o desempenho de suas atividades.

Como devo me preparar para as novas exigências do mercado de trabalho?

As empresas estão cada vez mais em busca de pessoas que tenham habilidade para solucionar problemas, com boas relações interpessoais e com boas capacidades de comunicação. Isso exige um bom domínio de raciocínio lógico, memória e habilidade de enxergar o macroambiente, para agir pontualmente e criar soluções de forma precisa e efetiva.

Fique por dentro das inovações tecnológicas que já estão ocorrendo para entender que tipo de conhecimento as empresas estão precisando na sua área de atuação. Busque se especializar em algo que te faça único: ferramentas consagradas e amplamente utilizadas dentro das grandes empresas, tais como o SAP; banco de dados; armazenamento na nuvem; ou então conhecimentos que são extremamente requisitados e motivadores das grandes mudanças, como o setor de energia, tecnologia da informação e a automação.

Fonte: Portogente