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9 benefícios da automação de processos na indústria

Novas ferramentas são utilizadas para otimizar tempo e reduzir custos

Você se lembra da época em que todos os processos eram realizados manualmente nas indústrias? Do financeiro ao chão de fábrica, tudo demandava muito tempo para ser executado, além do alto investimento na contratação de colaboradores para exercer funções que hoje, são feitas de maneira totalmente automatizada.

Com o advento da internet e a evolução tecnológica, foram desenvolvidas diversas ferramentas com o objetivo de auxiliar na gestão dos processos nas empresas – como as planilhas e arquivos de texto – que, somente, mudaram o problema de lugar. Nesse período, todos os documentos eram salvos de maneira desordenada, dificultando o acesso às informações e, novamente, diminuindo a produtividade e aumentando o tempo para a execução das atividades.

Contudo, hoje essa realidade é bem diferente. Com a chegada da Indústria 4.0 e as inúmeras inovações tecnológicas provenientes dela – por exemplo, a internet das coisas (IoT) – está sendo mais fácil controlar e até mesmo aumentar o desempenho global de todas as operações realizadas dentro das fábricas, através da otimização de tarefas, proporcionando mais agilidade e integrando todos os processos.

Empresas nacionais e multinacionais já estão à frente do mercado, automatizando grande parte de seus processos com o auxílio de máquinas e robôs que interagem com os seres humanos, da manufatura aditiva (através de impressoras 3D) que produzem moldes e peças em grande escala, e com o auxílio de softwares, que garantem uma integração completa entre todas as áreas e atividades. Todas essas tecnologias têm contribuído para agilizar a fabricação dos produtos e diminuir a quase zero os gaps de produção e controle.

Nos últimos anos, a indústria automobilística foi o segmento que mais aderiu aos processos automatizados. Em algumas fábricas deste setor os profissionais já utilizam tecnologias – como, óculos de realidade virtual – para visualizar e fazer alterações no design dos veículos. Há também montadoras que produzem seus veículos por meio de cadeias de robôs, que auxiliam na produção e montagem de cada peça. Estes são alguns exemplos que demonstram a linha tênue entre o físico e o digital, marcado pela intensa transformação digital que vêm ocorrendo nas indústrias.

Ainda não estou inserido na indústria 4.0, e agora?

Usufruir das tecnologias oriundas da Quarta Revolução Industrial, como as utilizadas por médias e grandes empresas, ainda é uma realidade um pouco distante para empresas que estão em período de transição, ou tampouco começaram a se adaptar a essa nova Era. No entanto, há uma alternativa que resolve diversos problemas dentro da sua indústria, e ainda auxilia na gestão de processos e na automação da produção: a aquisição de um software de gestão.

Com o uso de um sistema de gestão, é possível ter acesso a inúmeras informações em poucos segundos, monitorar dados em tempo real por meio de qualquer dispositivo móvel, obter relatórios completos de todas as atividades realizadas na empresa, padronizar todas as operações e, ainda, ter a possibilidade de programar tarefas que serão executadas automaticamente. Ou seja, essa ferramenta permite automatizar grande parte dos processos, integrando todos os departamentos, melhorando a qualidade de vida dos colaboradores e contribuindo para uma gestão mais segura e assertiva.

Veja abaixo os principais benefícios da gestão de processos que contribuem para a automatização das operações na indústria:

  1. Otimização do tempo – processos mais automatizados
  2. Monitoramento dos resultados em tempo real
  3. Aumento da produtividade – identifica rapidamente problemas de ineficiência e reduz desperdícios
  4. Comunicação mais ágil – cada departamento pode lançar os dados no sistema e a informação fica disponível de maneira global, em um sistema único e integrado
  5. Melhor qualidade de vida para os colaboradores – elimina funções repetitivas e altamente exaustivas
  6. Integração de todos os setores da indústria
  7. Redução de custos
  8. Controle de prazos e entregas – permite a rastreabilidade dos processos
  9. Equipe alinhada com tudo o que está acontecendo na empresa

A sua indústria vai ficar de fora dessa transformação? Esse é o momento de inovar em seus processos, por meio das diversas tecnologias disponíveis. Esteja à frente do mercado e usufrua das vantagens que a automação pode trazer para o dia a dia da sua empresa.

Fonte: itforum365

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Como a Computação em Nuvem impacta o setor de Distribuição de TI

De que forma sua empresa pode aproveitar os novos conceitos de computação em nuvem para atrair e gerenciar negócios na distribuição.

Você já ouviu falar que o papel das empresas de distribuição de tecnologia não é mais o de mover caixas. De fato, isso é realmente verdade. E é importante dizer que um dos grandes motivadores para esse cenário é a Computação em Nuvem.

Consolidada como a primeira das grandes ofertas da Era de Serviços, a Computação em Nuvem impacta a Distribuição de Tecnologia de diversas formas. A principal delas é a migração das vendas de produtos físicos para a venda de soluções virtuais, por assinatura.

E isso abre espaço para um ponto que merece atenção: “Se a distribuidoras não têm mais caixa para receber e enviar, o que será, então, do futuro da distribuição?”

Ainda estamos longe de chegar ao ponto final dessa resposta, mas, ao contrário do que muitos imaginavam, a Computação em Nuvem não significa o fim da linha para os distribuidores.

Uma das razões para isso é o fato de que a Cloud Computing trouxe à tona outra forma de negócio, com a venda consultiva. Hoje, mais importante do que investir em prateleiras é estar atento ao que seus clientes procuram, com um portfólio mais diversificado, e com a proposta de vendas por diferentes canais.

Distribuidores: um novo olhar para o consumo

A venda consultiva reforçou a responsabilidade do vendedor em entregar uma solução assertiva para o problema do cliente. E isso, por sua vez, quer dizer que a forma de relacionamento que os distribuidores precisam ter com seu público também mudou. Assim como uma revenda ou fabricante, as distribuidoras precisam procurar e oferecer serviços e produtos de forma mais próxima de seu consumidor, sejam eles os usuários de tecnologias, revendas, integradoras ou fabricantes.

Além de ser o elo entre as diferentes pontas do mercado de TI, o distribuidor também deve resolver, dentro de seu dia a dia, questões de entrega, como customização, valor agregado e especialização em negócios.

Para cumprir esse papel, as empresas e gestores podem contar com novos aliados para desenvolver suas habilidades de gestão e análise. Um destes aliados, aliás, é a própria Computação em Nuvem.

De que forma as distribuidoras podem usar a Computação em Nuvem?

A Nuvem não é essencial para as distribuidoras apenas como um item à venda. Na verdade, essas soluções podem representar vantagens estratégicas para o próprio dia a dia do distribuidor.

Os recursos de Cloud podem, por exemplo, aumentar a agilidade de processamento das informações para os times de venda de uma distribuidora e melhorar o gerenciamento dos processos internos.

Aliás, é importante dizer que outros conceitos tecnológicos baseados em Serv犀利士
iços e na inteligência de dados também têm seu papel nesse contexto. Em destaque, podemos olhar para o Big Data, Analytics e Hiper convergência para o gerenciamento de dados e insights de negócios.

Porque aplicar a inovação no dia a dia da distribuição?

Assim como a forma de vender mudou bastante desde a época das caixinhas, a demanda administrativa e de negócios das companhias de distribuição também deve evoluir. Por isso, é preciso estar alerta às demandas para construir este novo caminho. Por exemplo, inserir Soluções em Nuvem e de Analytics são pontos essenciais para agregar competitividade, rapidez e eficiência à cadeia distribuidora, ampliando a chance para automatizar e melhorar os processos da companhia.

Com essa evolução, a gestão do negócio pode ser mais segura, confiável e assertiva, entregando acesso ágil às informações e melhores formas para se avaliar e entender os resultados de vendas e as necessidades dos clientes.

A Nuvem, portanto, não é um risco e tampouco quer dizer o fim da cadeia de distribuição. Mas, parece ser cada vez mais importante saber usá-la, como um fator mandatório para o futuro de quem produz, distribui e vende tecnologia da informação.

Fonte: IT Forum

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Não enviar Rais pode render multa a empresários

Empresas têm que compartilhar dados da Relação Anual de Informações Sociais com o governo, sob pena de serem fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho.

Todo começo de ano, principalmente em janeiro, nos deparamos com uma série de compromissos como o pagamento de impostos, entre eles IPTU, IPVA, entre outras obrigatoriedades como o envio de informações para o governo e o Imposto de Renda, além das novidades para esse ano como a obrigatoriedade do eSocial para todas as empresas e as adequações à Reforma Trabalhista.

O tema de hoje da “Credibilidade que conta!” não é sobre uma novidade, mas sim sobre mais uma das obrigatoriedades que os empresários brasileiros têm que cumprir anualmente. Estou falando da Relação Anual de Informações Sociais, a Rais, que é um relatório de informações socioeconômicas solicitado pelo Ministério do Trabalho e que foi criado em 23 de dezembro de 1975.

Para quem tem dúvidas sobre esse documento, a Rais reúne informações sobre empregadores e trabalhadores formais de todo o País, como ocupações, salário e tipo de vínculo que mantêm. A presença na base de dados também é critério para acessar direitos do trabalhador como o abono salarial e o seguro desemprego e para a contagem de tempo para a aposentadoria, por exemplo.

De acordo com a portaria publicada no dia 18 de janeiro, foram fixadas novas regras para a Rais, a fim de adaptar o instrumento às novas regras trabalhistas. Estabelece também que todas as pessoas jurídicas com CNPJ ativo na Receita Federal em qualquer período do ano passado, com ou sem empregado, bem como todos os estabelecimentos com Cadastro Específico do INSS (CEI) com funcionários, devem repassar as informações.

Microempreendedores Individuais (MEI) só precisarão fazer a declaração se tiverem empregados, caso contrário a declaração é facultativa.

Empresas inscritas no CNPJ com ou sem empregados que mantiveram suas atividades paralisadas durante o ano-base 2017 estão obrigadas a entregar a Rais Negativa, na qual são fornecidos somente os dados cadastrais do estabelecimento.

O prazo de preenchimento do documento começou no dia 23 de janeiro e a entrega deve ser feita até dia 23 de março exclusivamente pela internet e não há possibilidade de prorrogação do prazo de entrega do formulário.

Lembrando que o envio dos dados da Rais é obrigatório e o não cumprimento desse processo pode resultar em multa e causar uma ação de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Fonte: O Liberal

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Estamos no limiar da Quarta Revolução Industrial

O Brasil tem muitas ilhas de excelência, seja no agronegócio, seja na indústria, mas é pouco provável que esteja preparado para o advento da indústria 4.0

O desenvolvimento tecnológico tem progredido exponencialmente, dando origem a avanços como a inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), robótica, big data, computação na nuvem, impressoras 3D, algoritmos avançados, machine learning (máquinas que aprendem), nano e biotecnologias, fintechs (uso de novas tecnologias para o setor financeiro), drones etc. E logo estarão incorporados ao nosso cotidiano avanços como os carros autônomos e a telefonia 5G, dez vezes mais rápida que a 4G.

Essas novas tecnologias, por si sós, não definem a indústria 4.0, mas servem de insumo, por meio de sua convergência, para a implementação de fábricas inteligentes. “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes” – faz-se oportuno Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolução Industrial.

Uma das características da indústria 4.0 (Quarta Revolução Industrial) é a intensa e crescente automação das fábricas, cumprindo-se, em tom jocoso, a profecia de que a fábrica do futuro terá apenas dois operários: um homem e um cachorro. Função do cachorro: não permitir que o homem toque nas máquinas. Função do homem: alimentar o cachorro.

“Das três grandes oportunidades para o seu desenvolvimento ao longo da história, o Brasil aproveitou apenas uma.”

Como pano de fundo, cumpre lembrar que a história da humanidade passou pelos umbrais de três grandes processos transformadores. A Primeira Revolução Industrial foi iniciada na Inglaterra a partir de 1760, com a invenção da máquina a vapor e sua utilização na indústria têxtil, locomotivas e navios, produção de aço e ferro em larga escala etc. A Segunda Revolução Industrial, com início aproximado em 1850, se caracterizou pela invenção do motor a combustão interna movido a petróleo (e seu uso em profusão nos aviões, automóveis e navios) e a eclosão do uso da eletricidade, rádio, televisão, telefone, telégrafo sem fio etc. A partir da Segunda Guerra Mundial, emerge a eletrônica, a informática, a corrida espacial, a energia atômica e a engenharia genética, marcos determinantes para se denominar a Terceira Revolução Industrial.

Evidentemente, há uma área borrada entre o que se pode definir como tecnologia da Terceira ou da Quarta revolução, mas é uma discussão bizantina, irrelevante, pois é preponderante e inegável que estamos vivenciando o limiar de transformações disruptivas e avassaladoras, com elevados impactos nas relações de trabalho, geopolítica, costumes, ética e afetos. Já há quem diga que um novo ser humano está surgindo.

Nos últimos 250 anos, sob a égide das três revoluções industriais, os avanços tecnológicos e de produtividade promoveram saúde, longevidade, bem-estar e aumento da renda per capita. Cada uma das revoluções trouxe uma nova dinâmica para a empregabilidade, com funções que se tornam dispensáveis e outras que emergem. A intensidade de adaptação de indivíduos e nações às mudanças indica o grau e a qualidade de sua sobrevivência. Um exemplo clássico é a Itália, com passado glorioso, porém resistente aos avanços tecnológicos; consequentemente, hoje se mantém na rabeira das nações desenvolvidas.

Valho-me do muito bem estruturado livro A História da Riqueza no Brasil, de Jorge Caldeira, para afirmar que o nosso país, das três grandes oportunidades para o seu desenvolvimento ao longo da história, aproveitou apenas uma, pois, para nosso enlevo, de 1890 a 1930, o governo central destravou o setor privado e o Brasil tornou-se um dos países que mais cresceram no mundo.

Entretanto, duas janelas de oportunidade foram desperdiçadas. A primeira, de 1820 a 1890. No início desse período, Estados Unidos e Brasil tinham economias muito parecidas: exportações anuais de 4 milhões de libras esterlinas, população em torno de 5 milhões e rendas per capita não tão díspares, US$ 670 para o Brasil e US$ 1,3 mil para os EUA, ou seja, beirava o dobro. Já em 1890, a renda per capita americana superou a brasileira em 5,7 vezes. O que aconteceu? A partir de 1820, os EUA se abraçam ao capitalismo, revolucionam o papel do governo, incorporam as inovações da Primeira Revolução Industrial, abrem em profusão escolas e universidades. Nesse período, o Brasil pouco avança na alfabetização – de 2%, chega a apenas 17% da população, ao passo que EUA e outras nações dão saltos gigantescos na alfabetização.

Para Jorge Caldeira, desde o período do regime militar a segunda janela foi desperdiçada, pois, em nome de um nacionalismo, cometeu-se um monumental erro estratégico ao não se abrir o país suficientemente para o mercado externo, limitando ou proibindo a importação de equipamentos eletrônicos e outras tecnologias. Em sentido oposto, trafegam nações asiáticas como o Japão e as emergentes China, Coreia do Sul e Cingapura. Em 1972, quando do aperto de mãos entre Richard Nixon e Mao Tsé-tung, a China tinha um PIB correspondente ao dobro do Brasil. Embora comunista, fez a abertura comercial e hoje seu PIB é cerca de seis vezes maior que o nosso.

Reconhecidamente, o Brasil tem muitas ilhas de excelência, seja no agronegócio, seja na indústria (produção de aviões, extração de petróleo em águas profundas etc.). Porém, é pouco provável que o país esteja preparado para o advento da indústria 4.0. Não temos uma agenda desenvolvimentista, tampouco a educação é uma prioridade nacional, conquanto “a escola seja a nova riqueza das nações”, nas oportunas palavras de Peter Drucker. E sem profissionais qualificados, o atraso se perpetua.

Fonte: Gazeta do Povo

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Gartner lista as 10 principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018

A consultoria Gartner listou as dez principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018, para que gestores as considerem em suas tomadas de decisão. Confira quais são:

1 – Base em Inteligência Artificial (IA)

De acordo com a consultoria, ao menos até 2020, a criação de sistemas que atuem de forma autônoma será um importante campo de batalha para fornecedores de tecnologia. O desafio é ser capaz de usar a inteligência artificial para aprimorar a tomada de decisões e reinventar modelos de negócios. A estimativa é que até 2025 essas iniciativas sejam recompensadas ao refazer a experiência do cliente.

2 – Analítica e Aplicativos Inteligentes

Os aplicativos inteligentes, conforme o Gartner, criam uma nova camada intermediária entre pessoas e sistemas, com potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local. A inteligência artificial também deve avançar em softwares de gestão empresarial (ERP). Softwares e provedores de serviços integrados deverão elaborar estratégias para adicionar valor comercial, com novas versões, sob a forma de analítica avançada.

3 – Coisas Inteligentes

As coisas inteligentes nada mais são que objetos que vão além da execução de modelos de programação rígidos. Essas coisas exploram a inteligência artificial, para oferecer comportamentos avançados e interagir mais naturalmente com seus arredores e com as pessoas. Alguns exemplos: veículos autônomos, robôs e drones. Através da chamada Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), esses objetos se conectam ao consumidor e a sistemas industriais.

4 – Gêmeos Digitais 

Gêmeos digitais (digital twins) bem projetados de ativos têm o potencial de melhorar significativamente a tomada de decisões empresariais. Eles possibilitam diferentes simulações e a previsão de danos que podem, assim, ser evitados. Esse tipo de inovação está ligado a suas contrapartes do mundo real. A intenção é usar os gêmeos digitais para entender o estado do produto ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor. As organizações devem implementar essa tecnologia de maneira simplificada no início, para depois as desenvolver ao longo do tempo, melhorando sua capacidade de coletar e visualizar os dados certos, aplicar analítica e regras corretas e responder cada vez mais efetivamente aos objetivos comerciais.

5 – Na Ponta da Nuvem

A edge computing descreve um tipo de computação em que o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais perto das fontes dessa informação. As empresas devem começar a usar padrões de design Edge em suas arquiteturas de infraestrutura, particularmente para aqueles com elementos significativos de IoT. Embora muitos vejam cloud computing e edge como abordagens concorrentes, a nuvem (cloud) é um estilo de computação no qual as capacidades de tecnologia escaláveis são entregues como um serviço e, inerentemente, impõe um modelo centralizado.

6 – Plataformas de Conversação

As plataformas de conversação devem impulsionar uma grande mudança de paradigma na forma como as pessoas interagem com o mundo digital, de acordo com o Gartner. Quem deverá traduzir a intenção será o computador e não mais o usuário. A plataforma pega uma pergunta ou comando do usuário e depois responde, executando algumas funções, apresentando alguns conteúdos ou solicitando uma entrada adicional. Nos próximos anos, a expectativa é que as interfaces conversacionais se tornarão um objetivo principal de design para a interação do usuário e serão entregues em hardware dedicado, recursos de sistema operacional, plataformas e aplicativos.

7 – Experiência Imersiva 

Enquanto as interfaces conversacionais mudam a maneira como as pessoas controlam o mundo digital, as realidades virtuais, aumentadas e mistas já estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital. O mercado da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR) é atualmente jovem e fragmentado. No entanto, o interesse é alto, resultando em muitas aplicações de novidades em VR que oferecem pouco valor comercial real fora do entretenimento avançado, como videogames e vídeos de 360 graus. Para gerar benefícios reais e tangíveis, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real nos quais VR e AR possam ser aplicados para tornar os funcionários mais produtivos e aprimorar os processos de design, treinamento e visualização, entre outras possibilidades.

8 – Blockchain 

As tecnologias de blockchain oferecem uma saída radical dos atuais mecanismos centralizados de transação e manutenção de registros. Elas podem servir como base de negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas quanto para startups. Embora as propagandas de blockchain foquem mais no setor de serviços financeiros, o blockchain têm vários potenciais de aplicações, incluindo governo, saúde, processos fabris, distribuição de mídia, verificação de identidade, registro de títulos e cadeia de suprimentos. Trata-se de uma promessa de longo prazo e que, sem dúvida, criará uma disrupção. A inovação está mais à frente do que a realidade atual de blockchain e muitas das tecnologias associadas estarão ainda imaturas nos próximos dois ou três anos.

9 – Foco nos Eventos 
O negócio central para o digital é a ideia de que ele está sempre monitorado e pronto para explorar novos momentos comerciais digitais. Os eventos de negócios podem ser qualquer coisa que seja percebida digitalmente, refletindo a descoberta de condições importantes ou mudanças de condições como, por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra ou pouso de uma aeronave. Com o uso de agentes de eventos, IoT, cloud computing, blockchain, gerenciamento de dados na memória e IA, eventos comerciais podem ser detectados mais rapidamente e analisados com maiores detalhes. Mas a tecnologia sem mudanças culturais e da liderança não fornece o valor total do modelo conduzido por evento. O negócio digital impulsiona a necessidade de líderes de TI, planejadores e arquitetos de abraçarem o pensamento por evento.

10 – Confiança e Risco Adaptativo Contínuo

As barreiras entre as equipes de segurança e de aplicações devem ser superadas nas organizações. Para ativar de forma segura as iniciativas de negócios digitais em um mundo com ataques constantes e avançados, líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de confiança e risco adaptativo (CARTA – Continuous Adaptive Risk and Trust Assesment) para permitir a tomada de decisões em tempo real, com base no risco e na confiança e com o uso de respostas adaptativas. A infraestrutura de segurança deve ser adaptável em todos os lugares, para gerenciar os riscos de um mercado continuamente se reinventando.

Todas as tendências apontadas pela consultoria Gartner evidenciam a necessidade de energia ininterrupta e de qualidade. Somente no-breaks protegem as aplicações, sejam pequenos sistemas de TI até grandes data centers, contra problemas de energia, infelizmente muito comuns no Brasil. Fique atento às tendências e garanta a continuidade dos negócios em 2018.

Fonte: SEGS

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SPED: suas mudanças e impactos em softwares de gestão empresarial

Ao longo dos anos, o meio fiscal brasileiro vem passando por inúmeras mudanças e evoluções significativas. Para minimizar esses impactos burocráticos, administrar e atualizar de forma ágil e precisa as mais de 30 novas regras tributárias editadas diariamente (conforme o IBPT – o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), a tecnologia tem se tornado cada vez mais vital.

Um exemplo claro e atual é o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, criado pelo governo, essencialmente para tornar mais eficaz, rápido e digital, não só a escrituração, mas também o pagamento de tributos entre o Fisco e contribuintes. O SPED Fiscal, por exemplo, contará com uma série de novas resoluções para o ano de 2018.

Como uma das várias mudanças que ocorrerão no cenário fiscal deste ano, em 1º de maio entra em vigor a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações), que abrangerá apenas empresas com faturamento anual acima de R$78 milhões, inicialmente, para depois, a partir de 1º de novembro, contemplar os demais negócios. A EFD-Reinf trata-se de um módulo do SPED que complementará o eSocial – sistema no qual as empresas informarão suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, informando as retenções feitas pelo contribuinte que não estão relacionadas com o seu trabalho, assim como renda bruta.

O novo módulo contará com dados sobre tributos, como PIS, Cofins, Imposto de Renda, CSLL, INSS e informações sobre o comércio de produção rural por parte de pessoas jurídicas ou recursos recebidos ou transferidos por associações desportivas. Dessa forma, o SPED alia tecnologia ao eSocial, diminuindo o tempo gasto no envio de todas as informações tributárias ao Fisco.

Sendo visto como obrigatoriedade, a maior dificuldade das empresas em aderir ao SPED Fiscal e, agora, ao EFD-Reinf, é o fato de ter seus sistemas de gestão atualizados e preparados para a emissão desses dados ao Fisco. Com a aderência ao projeto, é necessário integrar as atividades para que o arquivo seja submetido corretamente ao PVA (Programa Validador e Assinador) e a validação seja devidamente feita, sob assinatura digital e certificação A1 ou A3.

Com o SPED Fiscal, é importante que todas as empresas entendam a sua obrigatoriedade e importância para que integrem as informações e emitam os dados necessários e corretos ao Fisco, reduzindo burocracias e permitindo uma maior facilidade e velocidade na transmissão de arquivos relevantes para o pagamento de impostos. Além disso, faz-se necessário que as organizações se valham de ferramentas de automatização, para melhor cada vez mais a gestão fiscal.

Fonte: E-Commerce News

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Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

  • A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano
  • As capacidades dos processadores estão crescendo
  • Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)
  • A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches;
  • O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.

Desafios da Migração

Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers.

O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

Planejamento da Migração

A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo.

Construindo para o futuro

Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

Fonte: SEGS

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Profissionais do mainframe acreditam que plataforma será base para a transformação digital

Pesquisa feita com 1000 executivos e profissionais técnicos indica que parte do universo de TI formam uma espécie de fã clube do mainframe. A 12ª Pesquisa Anual de Mainframe insinua que mesmo que muitas organizações continuem a adotar tecnologias multi-cloud como parte de suas profundas transformações, o mainframe continua sendo um relevante e crescente hub do data center para muitas delas.

91% dos respondentes globais preveem que as cargas de trabalho do mainframe continuarão a crescer, sendo que no Brasil o número chega a 96%. Além disso, 51% dos respondentes globais afirmam que mais da metade de seus dados estão no Mainframe. No Brasil, 43% dos entrevistados afirmam o mesmo.

Este ano, 44% dos entrevistados globais indicaram que equipe e habilidades são desafios-chave por conta de mudanças na força de trabalho e 36% dos respondentes globais indicaram que esta será uma prioridade no próximo ano. No Brasil, a porcentagem foi de 32%.

Para os respondentes brasileiros, as quatro maiores prioridades são: redução de custo/otimização (58%); modernização das aplicações (55%); disponibilidade das aplicações (36%); melhoria da automação/análise operacional (35%).

Segundo a pesquisa, as principais aplicações em execução no Mainframe são sistemas transacionais, big data e analytics, e as organizações continuam se concentrando em aumentar a disponibilidade.

Nos resultados deste ano, 47% dos executivos globais indicaram que irão crescer e atrair novas cargas de trabalho.

Como perfil de profissionais, a pesquisa revela que 53% dos respondentes globais têm menos de 50 anos. No Brasil, os profissionais de Mainframe abaixo de 50 anos chegam a surpreendentes 82%

Dentre os que possuem menos de 30 anos, a porcentagem global é de apenas 7%, contra 25% no Brasil. Este dado demonstra que a geração Y brasileira está muito entusiasmada com o futuro do Mainframe.

69% dos respondentes globais do grupo de meio de carreira (idades entre 30 e 49 anos com um a dez anos de experiência), observam crescimento nas cargas de trabalho de seus Mainframes e consideram que a plataforma tem uma posição forte de crescimento no setor, de forma geral.

O estudo ouviu 1.069 profissionais entre 16 de maio e 4 de junho de 2017. A pesquisa foi aplicada mundialmente, de forma online, e oferecida em seis idiomas: inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e português. 62% dos respondentes eram profissionais técnicos e gerentes, 34% eram executivos e 4% exerciam outras funções.

Fonte: TI Inside

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Empresários têm insegurança com reforma

O trabalho intermitente e a negociação individual com funcionários estão entre os pontos da reforma trabalhista que trazem maior incerteza para empresários do Estado de São Paulo, aponta pesquisa.

Os tópicos ficaram entre os mais citados quando os executivos foram questionados sobre as regras que merecem um maior tempo de espera antes de serem adotadas, para que seja consolidado um posicionamento mais claro do Legislativo ou jurisprudencial. O levantamento foi realizado pelo Sindicato das Empresas de Contabilidade e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon/SP).

Além do trabalho intermitente e da negociação individual, ambos mencionados por 9% dos entrevistados, tiveram destaque o trabalho autônomo (8%), a rescisão por acordo (8%), a terceirização (8%), o acordo coletivo diretamente com o sindicato (8%) e o pagamento de parcelas que não integram a remuneração tradicional (8%).

“No começo, a reforma vai trazer um pouco de insegurança, já que existem diversos posicionamentos distintos dentro do judiciário. Isso pode durar alguns anos, até que um tribunal superior, como o STF [Supremo Tribunal Federal], defina uma interpretação para os pontos polêmicos da lei”, afirma Márcio Massao Shimomoto, presidente do Sescon/SP.

Desembargadora da Justiça do Trabalho, Ivani Contini Bramante também acredita que deve haver certa instabilidade com a nova lei, ao menos em um primeiro momento. “É necessário ter muita cautela, pois só daqui a dois ou três anos os tribunais vão assentar uma forma de julgamento mais homogênea. Hoje, vemos vários juízes com posições bastante distintas”, afirma ela.

Sobre as dúvidas em relação ao trabalho intermitente, Shimomoto diz que parte dos empresários faz uma “leitura errônea” do novo modelo de contratação. “Muitos deles acham que o [trabalho] intermitente substituirá o tradicional, mas não é bem assim. Esse contrato só é benéfico em situações bastante específicas, por exemplo quando há o trabalho sazonal.”

Shimomoto afirma também que as empresas de contabilidade devem enfrentar certa dificuldade para se adaptar às novas regras. “Vai dar um bom trabalho, inclusive porque as convenções coletivas passaram a ter um peso maior para os contratos”. Com isso, explica ele, os contabilistas precisarão estudar, além da CLT e das legislações trabalhistas específicas, os acordos coletivos de cada classe.

Para a advogada e contabilista Valéria Maria Sant’Anna, o desafio será a adequação simultânea à nova CLT e ao eSocial, plataforma eletrônica que vai reunir dados trabalhistas, tributários, fiscais e previdenciários dos trabalhadores.

“Além das mudanças estabelecidas pela reforma [trabalhista], o eSocial está entrando em vigor durante este ano, trazendo exigências que são estranhas para boa parte dos empresários, especialmente aqueles que têm companhias de médio e pequeno porte.”

Mudanças

O levantamento do Sescon/SP também mostrou quais são as práticas da reforma trabalhista que os empresários pretendem implementar de imediato.

O parcelamento de férias foi o tópico preferido pelos executivos, citado por 19% dos entrevistados. Outros pontos que tiveram destaque foram a negociação individual com novos empregados (10%), o uso do banco de horas com período de seis meses (9%), a rescisão por acordo (8%) e a compensação de jornada (8%).

Fonte: DCI

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Chegou a 4ª Revolução Industrial

Entre os muitos desafios que tem pela frente, o Brasil terá que se preparar — e rapidamente — para as transformações provocadas pela Quarta Revolução Industrial. A superação não implica apenas altos investimentos em infraestrutura e melhoria nos parques de fábricas, mas principalmente em educação e capacitação dos jovens para o futuro mercado de trabalho e também de quem está empregado, evitando que a massa de desocupados seja ainda maior num futuro breve. O Fórum Econômico Mundial (FEM) prevê que, até 2021, pelo menos 7 milhões de empregos estejam extintos devido às transformações tecnológicas e financeiras que ocorrem em todo o planeta.

Batem à porta internet das coisas, sistemas ciberfísicos, computação em nuvem, nanotecnologia, impressão 3D, robótica e ciberdependência. A velocidade das inovações e das descobertas, favorecidas pelo grau de tecnologia alcançado, exige de todas as nações adequações rápidas a fim de que não fiquem a reboque de potenciais parceiros econômicos e comerciais.

O tempo entre a primeira e a terceira revolução industrial foi superior a três séculos. Hoje, estamos há menos de 100 anos das últimas transformações que surgiram em meados do século 19. As mudanças ocorrem em ritmo frenético. O Brasil, no entanto, não consegue dar passos largos na educação, fundamental para acompanhar toda essa evolução.

Hoje, no país, há 11,8 milhões de analfabetos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada no fim do ano passado — pouco menos que o total de desempregados. O Brasil está entre as piores nações no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudante (Pisa), coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre 70 países. O último resultado, divulgado em 2017, mostrou uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. O país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

Mudar essa realidade impõe ao poder público ações efetivas que tornem a educação prioridade no país. Não basta ter o setor em primeiro lugar nos discursos oficiais e dos futuros candidatos ao comando da nação. É urgente tomar decisões que a tornem, efetivamente, a grande aposta nacional. Não há outro caminho para tirar o país do eterno grau de nação “em desenvolvimento”. O descaso e o desperdício de recursos destinados à educação significam empurrar o Brasil para o atraso, para a rota inversa às necessidades do mundo moderno. É aprisioná-lo no subdesenvolvimento.

Fonte: Diário de Pernambuco