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Portal do eSocial traz novidades e garante maior transparência e acessibilidade ao sistema

Quem já está se preparando para a implantação do eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) deve ter notado que no mês passado uma novidade a favor da transparência e acessibilidade foi lançada. O novo site do eSocial passou a adotar a Identidade Padrão de Comunicação Digital (IDG) do governo federal e oferece um menu com mais funcionalidades para facilitar a navegação e o acesso às informações pelo público em geral.

O novo portal traz conteúdo acessível, informação, serviços e notícias. Estão disponíveis informações sobre acesso ao eSocial, documentação técnica, legislação trabalhista, previdenciária e tributária, as novidades do sistema, além de orientações, manuais e seção de perguntas frequentes, para solucionar as principais dúvidas. Além disso, será implantado um canal de comunicação com o usuário, para resolução de dúvidas. O portal é compatível com todos os dispositivos móveis de acesso à internet, além de cumprir as diretrizes de acessibilidade para pessoas com deficiência.

Enquanto não se torna obrigatório o preenchimento deste módulo do Sped, é possível fazer sugestões à otimização desta e de outras áreas do sistema através de uma seção específica no Fale Conosco da Receita Federal, voltada principalmente à melhoria e simplificação dos sistemas. Há uma relação com os oito módulos em fase ainda inicial de implementação, e os contribuintes podem enviar mensagens ao Fisco. O próximo passo dentro do cronograma do projeto é a abertura do ambiente de testes do programa, prevista para julho deste ano.

O ambiente de testes do programa deverá ser aberto em julho deste ano. As empresas terão cerca de seis meses para se habituarem ao novo layout, já que a obrigatoriedade de envio das informações passa a valer em 2018. Para auxiliar nessa fase de adaptação ao sistema, a Fenacon lançou o Portal Árvore do Conhecimento, onde são disponibilizados vídeos com orientações sobre o uso da nova ferramenta.

A obrigatoriedade do e-Social começará no dia 1º janeiro de 2018 para grandes empresas, faturamento superior a R$ 78 mil, e para as demais a implantação do eSocial será obrigatória a partir de 1º julho de 2018.

Fonte: TI Rio

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Big Data nas redes sociais promete estreitar a relação entre artistas e fãs

Uma sugestão interessante certamente pode fazer diferença na hora de tomar uma decisão. Agora imagine a possibilidade de ter, em tempo real, a opinião de milhões de pessoas que curtem o seu trabalho e estão a fim de colaborar de alguma forma? Na música, isso se tornou possível graças à tecnologia – mais precisamente, graças ao Big Data. Soluções de coleta e análises de dados são capazes de ler e interpretar um volume imenso de informação relevante em diferentes plataformas; no caso da música, mais especificamente nas redes sociais.

Desafiado a criar uma nova versão da música “El Perdedor” do cantor colombiano Maluma, o produtor Dudu Borges usou pela primeira ver ferramentas de Big Data e de análise de dados para descobrir o que os fãs do artista gostariam de ouvir. Antes de começar seu trabalho com a dupla sertaneja Bruninho & Davi junto com o colombiano, Dudu escutou as redes sociais para entender os gostos, comportamento e preferências musicais dos fãs para começar a quebrar a cabeça e decidir como faria a releitura da música.

O engajamento nas redes sociais foi grande: mais de 40 milhões de pessoas foram atingidas pelas perguntas do Dudu; destas, mais de cinco milhões interagiram com as publicações do produtor, que usou o Big Data até para confirmar sua escolha pela dupla sertaneja para participar do projeto.

Entre diversos questionamentos, Dudu focou principalmente em dois argumentos para começar a produzir. Primeiro, ele questionou sobre os ritmos que mais agradam; sertanejo ficou em quarto lugar, atrás de pop, rock e samba. Agora o que surpreendeu mesmo o produtor foi quando ele quis saber quais instrumentos mais emocionam os fãs; em ordem de preferência ficaram a bateria, violão, viola e… piano! Mas, e a sanfona, Dudu? Dupla sertaneja sem sanfona? Como assim?…

O resultado da mistura da dupla sertaneja – sem sanfona – e o cantor colombiano de reggaeton foi uma versão mais universal da música que é capaz de agradar ainda mais gente do que a música original. A participação das mais de cinco milhões de cabeças mexeu bastante com o processo de criação e resultado: o ritmo mais pop e a pegada forte da bateria estão lá.

A tecnologia não foi limitadora do processo de criação, longe disso. A serviço da música, nesta primeira experiência nacional, o Big Data mostrou a capacidade e a facilidade de aproximar os fãs dos seus artistas favoritos. Para o produtor e todo mundo nos bastidores, uma ferramenta que promete transformar o mundo da música.

Essa é a ideia, inclusive na indústria fonográfica – que vai muito além da música em si: usar essa infinidade de dados que trafegam pelas redes sociais de maneira inteligente não só como fonte inesgotável de inspiração, mas também como estratégia de gestão de negócios.

Fonte: Olhar Digital

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Empresas apostam na nuvem para capitalizar

Investir em cloud computing para gerenciar os negócios deixou de ser um desejo para se tornar uma necessidade

Se, por um lado, os usuários corporativos estão usando cada vez mais dispositivos móveis pessoais, serviços de cloud computing, redes sociais e outras ferramentas de software nas salas e rotinas das companhias, por outro, as empresas precisam se adaptar à nova realidade, que está fundamentada em necessidades de negócio das empresas.

Chamado de Consumerização de TI, o movimento que define o novo cenário corporativo pode representar ameaças e oportunidades.

Dados da última pesquisa IDG Enterprise Consumerization of IT in the Enterprise (CITE) ressaltam que o atual cenário de mobilidade não será interrompido e as empresas devem fazer mudanças para proteger dados corporativos acomodando os dispositivos que seus funcionários esperam.

Quase 82% das empresas pesquisadas já estavam fazendo mudanças, como definir o compartilhamento de dados corporativos, investir em soluções de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) e comprar serviços seguros de compartilhamento de arquivos.

A partir dos resultados da pesquisa, especialistas acreditam que – em vez de combater a consumerização da TI – as empresas estão reconhecendo que ela é mais que uma tendência e estão encontrando maneiras de responder e se adaptar.

A nuvem veio para ficar

Uma das formas pelas quais as empresas estão se adaptando é por meio do aumento da dependência de aplicativos baseados em computação em nuvem – 60% dos entrevistados disseram que o uso de tecnologia de consumo aumentaria o uso da computação em nuvem em suas empresas.

A facilidade de acesso remoto a arquivos e programas, apenas por meio da Internet, agiliza muitos processos do mundo corporativo.

Além de facilitar o negócio, o uso da computação em nuvem implica no crescimento das empresas, na facilidade da terceirização de sua infraestrutura, na praticidade do home office, dentre muitos outros benefícios, tanto para a empresa quanto para seus funcionários.

O mundo tecnológico está em constante mudança de melhorias para o dia a dia, e as organizações precisam estar atentas a essas mudanças. Um exemplo de investimento importante para as empresas são as tecnologias SMAC (Social, Mobile, Analytics e Cloud), que incluem aplicativos colaborativos, disponíveis em qualquer dispositivo, que acumula e compartilha dados, os tornando acessíveis de maneira rápida e fácil, pela Internet.

Fonte: Segs

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Startup brasileira lança plataforma de big data gratuita

Uma startup de TI brasileira, a Gaio, anuncia a plataforma GAIO, ferramenta gratuita que proporciona análise de dados de forma simples (sem codificação). Segundo a empresa, a plataforma é inovadora por trazer dashboards conectados. Eles fazem análises avançadas e possuem uma espécie de rede social interna, que a partir da análise de dados gera tarefas para os colaboradores. Os usuários podem trabalhar de forma colaborativa em torno de dados, compartilhar informações, experiências e projetos.

“Queremos transformar decisões orientadas por dados, mas de uma forma acessível, rápida e simples. Sem altos investimentos em hardware e software, desmistificando o conceito de Big Data”, conta Eder Balbino, cientista de dados e fundador da startup. A ferramenta, admite ele, está pronta para concorrer com soluções multinacionais de dashboards como Tableau, Qlikview e Spotfire.

Segundo Balbino, a plataforma GAIO permite que analistas de diversos departamentos construam sofisticados dashboards interconectados somente arrastando “caixinhas”, além de aplicar modelos preditivos. “É uma plataforma open source que traz soluções que dão poder real aos analistas para construírem aplicações inteiras de análise do negócio”, complementa.

De acordo com o executivo, a ferramenta é tão simples que os profissionais das áreas de marketing, vendas, finanças ou recursos humanos, terão enorme autonomia para tratar seus dados, fazer análises e direcionar a tomada de decisão. Seguindo alguns passos simples, o usuário acessa a plataforma, insere seus próprios dados, identifica o problema, cria indicadores, disponibiliza dashboards e usa uma rede colaborativa dentro da própria plataforma para resolver os problemas de negócio.

Fontes: Convergência Digital

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SAP expande portfólio da plataforma digital SAP Leonardo

A gigante alemã anunciou a expansão da SAP Leonardo. A partir de agora, a plataforma irá contar com tecnologias como machine learning, blockchain, internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), e big data e analytics, para acelerar as jornadas digitais das organizações.

Dessa forma, a Leonardo passa a ser a marca da plataforma digital da empresa, integrando todas essas tecnologias a pessoas, máquinas e negócios.

“Tornar-se um negócio digital requer um modelo e mudanças nos processos que nenhuma tecnologia pode oferecer de forma isolada”, afirma Rebecca Pascuas, Head de Digital Supply Chain e IoT da SAP Brasil. “Cada um dos componentes do portfólio SAP pode adicionar valor para empresas em sua jornada digital, mas o poder real é quando todos eles funcionam juntos”, destaca.

A empresa também irá integrar recursos do Leonardo a aplicações, além de oferecer serviços para que desenvolvedores e parceiros possam criar seus próprios aplicativos personalizados, apoiados por uma rede de Centros SAP Leonardo, inicialmente sediados em Nova York, Paris, Bangalore e Brasil – especificamente na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

As novidades no portfólio incluem a criação de um conjunto de novas aplicações com recursos de aprendizagem automatizada, abrangendo desde faturamento até atendimento e retenção de clientes, bem como um serviço SAP Cloud Platform Blockchain para criação de extensões de aplicativos e novas soluções usando tecnologias de registros distribuídos em Blockchain.

Fonte: B!T Magazine

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O papel do cloud computing na transformação digital das empresas

Computação em nuvem consegue unir o diferencial competitivo de cada solução em um único lugar para entregar melhores experiências aos usuários

A adoção da transformação digital implica muitos desafios como, por exemplo, por onde começar, quais os impactos nos negócios, entre outros, que têm assombrado muitos CIOs, diretores e demais executivos. Apesar das dúvidas e da insegurança que muitos estão enfrentando, sua adoção é um caminho sem volta, pois pesquisas de mercado apontam essa inovação como o principal pilar da chamada 4ª Revolução Industrial.

Mas como gerir de forma harmoniosa todas as novas tecnologias que a transformação digital traz para dentro das companhias, para que os desafios de adoção se tornem oportunidades de negócio? 

Primeiro temos de colocar de forma clara que a transformação digital não consiste apenas em transformar processos obsoletos em automáticos. Ela também contempla a aplicação de soluções tecnológicas para alavancar os resultados de negócios como, por exemplo, o big data, o business intelligence e analytics, os aplicativos, a mobilidade e, em especial, cloud computing.

Grande habilitadora de oportunidades, a nuvem também é o caminho para gerenciar esses ativos descritos acima nos ambientes de TI de maneira equilibrada, seja para processar dados não estruturados em máquinas virtuais como o big data, ou armazená-los e permitir a análise inteligente de grandes volumes de informação, como no caso do business intelligence. O cloud computing consegue unir odiferencial competitivo de cada solução em um único lugar para entregar melhores experiências aos usuários.

Em outras palavras, a nuvem possibilita orquestrar, ou seja, intermediar o uso de novas tecnologias por meio de serviços focados na aplicação das mesmas aos negócios, enquanto mantém funcionando os processos essenciais às empresas, entre eles, a análise e a coleta de dados críticos, acesso a ferramentas essenciais ao trabalho, como pacote Office, documentos, etc.

Com os serviços certos, operados da forma correta, a nuvem pode englobar todos os processos internos e até externos, e atender à mobilidade que as empresas precisam, independente do porte e segmento em que atuam. Afinal, grande parte do atrativo do cloud computing é se adequar à necessidade de cada modelo de negócio.

Outro desafio trazido pela transformação digital é a exigência de um novo perfil de profissional de TI, que trabalhe com conceitos voltados à inovação para acompanhar a evolução das novas tecnologias. Ele terá também que trazer novidades em relação ao desenvolvimento de produtos e soluções, participar das tomadas de decisões junto aos gestores, e, o mais importante, lidar com diferentes ambientes de TI.

Ou seja, o profissional da área terá de exceder suas funções básicas, e se transformar num expert em diversas áreas, seja na criação de apps, na análise de dados não estruturados ou na elaboração de um plano de expansão da matriz e suporte a filiais da empresa onde trabalha, por exemplo. Neste quesito, mais uma vez o cloud computing aparece como ferramenta fundamental para gerir as cargas de trabalho das equipes de TI e propiciar inovação.

Por meio da nuvem também é possível separar dois ambientes diferentes de TI, na chamada TI bimodal, que é a união da TI tradicional, aquela que objetiva estabilidade, integração e eficiência operacional, com a responsabilidade de manter todos os processos ininterruptos, somada à TI experimental, que se diferencia pela rapidez, agilidade e experimentação, como a criação de um aplicativo para uso interno.

Mas, as empresas ainda têm muito chão para se transformarem digitalmente, e isso não ocorrerá do dia para a noite. Por isso, optar por delegar todo esse processo a um provedor de serviços de nuvem que ofereça os profissionais certos e capacitados para atender a todas essas tarefas tem sido uma alternativa atraente para que os gestores possam alcançar seus objetivos, seja em vendas, governança, ou produtividade.

É importante que o parceiro de TI tenha ampla expertise na nuvem para poder transformar a área de TI de uma empresa, em um ativo estratégico para os negócios. Embora seja só o começo desta imensa jornada, é apenas uma questão de tempo para que a transformação digital se torne um pré-requisito para alavancar os resultados.

Fonte: Computerworld

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Estudo refere que só 26% dos projetos de iot alcançam pleno sucesso

O estudo da Cisco apresentado no IoT World Forum, em Londres, revela as principais chaves para a otimização de projetos de Internet das Coisas e conclui que 60% das iniciativas da IoT param na fase de aprovação do conceito.

O novo estudo, no qual foram entrevistados 1.845 profissionais de TI e diretores executivos dos Estados Unidos, Reino Unido e Índia de diversos setores que lideraram projetos de IoT, conclui que apenas um em cada quatro projetos de Internet das Coisas é bem sucedido

A pesquisa refere a importância do “fator humano”, sendo que 54% dos entrevistados referem que a colaboração entre os Departamentos de TI e linhas de negócio é um fator de sucesso. Já 49% considera que a cultura tecnológica, em que chefes de equipa são promovidos para o Conselho de Direção, é essencial.  

A verdade é que 60% dos entrevistados acreditam que, embora as iniciativas da IoT parecessem simples no papel, as mesmas são complexas. As principais barreiras citadas são o tempo para concluir; a limitação de experiência interna: qualidade dos dados; a integração da equipa e superar o que estava planeado inicialmente. O estudo indica que as organizações com maior sucesso das iniciativas IoT foram apoiados por ecossistemas de parceiros em cada fase do projeto.

Quanto aos benefícios, 73% dos inquiridos estão a utilizar dados dos projectos IoT para otimizar o negócio. As três principais vantagens referidas são o aumento da satisfação do cliente (70%), melhorias operacionais (67%) e maior qualidade dos produtos ou serviços (66%). Além disso, 39% referiu que o aumento da rentabilidade é o principal benefício não esperado.

Apesar dos desafios, muitos dos entrevistados estão otimistas sobre o futuro da IoT, 61% acreditam que estamos apenas no começo do que a IoT pode fazer pelo seu negócio.

“Todos os dias adicionamos objetos à Internet que nunca pensámos que poderiam ser conectados. Visto que nenhuma empresa pode cobrir todas as áreas, a maior oportunidade para o sucesso é a parceria com outros fornecedores para criar soluções que não só são conectadas, mas também que partilham dados capazes de se tornarem valor para organizações de qualquer setor”, referiu Inbar Lasser-Raab, Vice Presidente de Marketing de Soluções para Empresas da Cisco.

Fonte: B!t Magazine

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Google oferece treinamento gratuito para profissionais de tecnologia no Brasil

Se você é desenvolvedor, programador ou especialista em tecnologia da informação, a Google tem uma excelente notícia para te dar. A gigante da internet acaba de abrir inscrições para o Google Cloud OnBoard, um programa de treinamento voltado para essas áreas e que vai trabalhar diretamente com os fundamentos das tecnologias da Google Cloud Plataform (GCP).

A aula acontece no dia 2 de junho no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas. No entanto, você não precisará se deslocar até lá para conferir o treinamento, já que ele será transmitido ao vivo em salas de cinemas de seis cidades brasileiras. Assim, se você estiver em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou Salvador, poderá acompanhar as aulas na telona.

Segundo a Google, o Cloud OnBoard vai contar com a participação dos principais especialistas em Cloud da empresa e demonstrações das ferramentas de GCP. Ao todo, o treinamento será dividido em sete módulos focados em tecnologias e soluções de nuvem, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning. Já o módulo de encerramento trabalhará com dicas de como esse conhecimento pode ser usado para ajudá-lo em sua carreira.

Além disso, outro grande destaque é o networking realizado, seja com outros participantes ou mesmo com os especialistas que vão estar presentes. Isso sem falar do certificado de participação, que é sempre bom para enriquecer seu currículo.

Porém, a melhor notícia mesmo é que tudo isso é de graça. Você não precisa pagar nada para se inscrever no Google Cloud OnBoard, bastando ir ao site do evento e dar seu nome. Contudo, é melhor fazer isso o quanto antes, já que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho.

Fonte: Canaltech

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O universo corporativo está em nuvem

Pesquisas recentes apontam que o uso mais comum da nuvem é para gestão de conteúdos e compartilhamento de arquivos. Mas é preciso doutrinar os líderes tomadores de decisão para entenderem que a capacidade da nuvem vai muito além. Ela é possível e totalmente recomendável aos sistemas de alta complexidade. Mais do que armazenar arquivos, a tecnologia comporta lojas virtuais, monitoramento de redes, banco de dados, backup, sistemas de gestão como ERP e CRM, entre outros.

A busca por um modelo de tecnologia ágil e flexível vem aumentando consideravelmente e evidencia o crescimento da adoção de infraestruturas híbridas, a fim de otimizar custos e melhorar a eficiência. Hoje, não é preciso adquirir servidores ou fazer cabeamentos. Esse tipo de atividade promove escalabilidade, um dos requisitos motivadores para a aquisição por parte dos clientes. De acordo com o Gartner, até 2020, 90% das empresas adotarão recursos para gerenciamento das infraestruturas híbridas.

Companhias que procuram agilidade estão buscando oportunidades nas soluções em nuvem para desenvolver modelos de negócios inovadores. A oferta de serviços voltados para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS) estão aumentando consideravelmente. Ainda de acordo com o Gartner, o mercado tradicional de Data Center terceirizado está recuando, enquanto o de IaaS em nuvem e hospedagem continua crescendo. Até 2020, os investimentos das empresas brasileiras em cloud devem chegar a US$ 20 bilhões. As ofertas são tão fascinantes que, até lá, 94% das companhias estarão utilizando a tecnologia.

O investimento em uma solução em nuvem pode parecer distante da realidade de muitas companhias. Entretanto, com a possibilidade de contratação sob demanda, como ofertado por muitas empresas prestadoras desse serviço, trata-se de uma solução de alta rentabilidade e baixo custo. Dessa forma, é possível fazer as contratações por projetos e períodos específicos, dispensando orçamentos gigantescos.

Mas as vantagens vão além do orçamento reduzido. Flexibilidade, praticidade e conectividade são palavras-chave em cloud computing. Flexibilidade porque os usuários podem acessar os dados corporativos a qualquer hora e lugar, já com possíveis alterações realizadas. Praticidade na utilização da base de dados que não precisa estar alocada dentro da estrutura da empresa, proporcionando redução de custos de infraestrutura e otimizando atividades operacionais. E, por fim, conectividade por permitir que diferentes soluções conversem entre si de forma simples e segura.

E por falar em segurança, profissionais enxergam o cloud computing como uma tecnologia positiva, mas ainda existem dúvidas relacionadas a sua vulnerabilidade. É importante ressaltar que as invasões acontecem justamente em sistemas instáveis que não receberam os devidos cuidados com a segurança. São necessários testes de correção e atualizações constantes para que as regras de firewall sejam seguidas e a operação não apresente riscos.

Esse novo ciclo exigirá das empresas um planejamento diferenciado e, por parte dos Data Centers externos, uma capacidade ainda maior para acolher essa nova demanda. O comportamento do mercado dita as regras da estratégia e a situação econômica do país forçou as empresas a reverem os investimentos e reduzirem os custos. A mudança da lógica do investimento para a contratação sob demanda aumentou o alcance da tecnologia, também, para micro e pequenas empresas e possibilitou a utilização de nuvens menos complexas, aumentando a abrangência da aplicação. As empresas que não acompanharem essa nova realidade permanecerão obsoletas e assumirão as consequências de ficarem atrasadas no processo de transformação digital, um caminho sem volta.

Fonte: Investimentos e Notícia

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Você conhece o The Leader’s Data Manifesto?

Documento junta-se a outros manifestos que pedem às organizações que pensem mais sobre o quanto os dados importam para as elas e como devem ativar o seu valor para que sejam de fato guias para o futuro dos negócios

As melhores oportunidades para o crescimento das organizações residem nos dados. Para muitos, os dados são o novo combustível que moverá a economia nas próximas décadas. Também é notório que os cenários atuais dos dados nas organizações envolvem variáveis maiores e mais complexas do que em um passado recente. O conceito de Big Data nos mostrou que as suas variáveis – o volume, a variedade, a velocidade, a veracidade e o valor agregado dos dados, em grandes proporções, são reais e mudaram a forma de como devemos utilizar os mesmos para apoiar as decisões e definições das estratégias empresariais.

As poucas empresas que conseguiram adotar este “conceito” de forma satisfatória, já fundamentam as suas decisões baseadas na predição. Essas previsões, com alto grau de certeza, nos dizem o que ocorrerá no futuro. Ao contrário do que estávamos acostumados em um passado recente, onde a maioria das decisões eram baseadas no histórico dos dados, no conhecimento do que ocorreu até uma determinada data.

Esta diferença de abordagem tem trazido vantagens significativas. De forma geral, as decisões são muito mais ágeis e assertivas. Tornando essas empresas mais competitivas em relação às demais.

Contudo, extrair o que há de melhor nos dados continua sendo um difícil desafio para a maioria das empresas. Na verdade, como profissional ativo da área há mais de 20 anos, sinto-me à vontade em afirmar que as empresas sempre adotaram o discurso de que os dados são ativos muito importantes, porém, em sua grande maioria, ainda não os tratam como tais.

Tive a oportunidade de acompanhar algumas das grandes revoluções que envolveram os “dados” no passado, como a adoção dos bancos relacionais, downsizing, implantação dos ERPs, soluções baseadas em BI e mais recentemente o Big Data. Boa parte dos projetos necessários para viabilizar essas mudanças nas empresas não atingiram o êxito esperado, pois, de forma geral, o foco foi dado exclusivamente nos aspectos tecnológicos, visando somente a implementação das novas tecnologias, esquecendo aspectos mais triviais como por exemplo, a cultura organizacional e a gestão dos dados.

Engana-se quem acha que este tipo de problema ocorre somente no Brasil. Claro que com uma incidência um pouco menor, países mais desenvolvidos também sofrem com as mesmas adversidades.

Em abril de 2017, durante o evento mundial da DAMA International, o Enterprise Data World, um grupo composto por renomados consultores na área de Dados e Informações lançou um documento denominado “Data Manifesto”. O conteúdo do documento nos traz uma visão global do cenário atual de como os dados são vistos nas empresas e propõe a adoção de mudanças simples no nosso cotidiano, a fim de iniciar uma mudança cultural para diminuir os problemas oriundos de uma má gestão dos dados.

Vamos ao conteúdo do manifesto:

DATA MANIFESTO

–  As melhores oportunidades para o crescimento orgânico das organizações estão nos dados

Os dados oferecem um enorme potencial inexplorado para criar vantagem competitiva, novos trabalhos e riquezas, melhorar os cuidados com a saúde, manter todos seguros e melhorar a condição humana.

–  As organizações estão distantes de serem orientadas a dados

A maioria das empresas:

  1. Não sabem completamente quais dados possuem ou mesmo quais dados são os mais importantes.
  2. Confundem os dados com a tecnologia da informação ou digitalização, ocasionando o mal gerenciamento de ambos.
  3. Não possuem qualquer tipo de visão dos dados ou estratégia, definindo como os dados podem contribuir com seus negócios.
  4. Subestimam o esforço necessário para gerenciar os dados e carecem de estruturas organizacionais para fazer a gestão.

Muitas empresas estão conseguindo em pequena escala iniciativas de analytics, governança, qualidade e outros esforços. Ainda assim, não encontramos exemplos corporativos de mudanças fundamentais e duradouras, sem uma liderança comprometida e o envolvimento de todas as pessoas, em todos os níveis da organização.

E estamos plenamente conscientes do quão difícil será desbloquear o real potencial dos dados, tanto para cima quanto para baixo nas estruturas dos organogramas das empresas.

– Portanto, pedimos a todos que liderem a mudança 

Comitês, Gerências e Lideranças sêniores: Desafiem suas noções preconcebidas dos dados.

Vejam os dados não como os detalhes enterrados nas entranhas da TI e seus sistemas, mas como uma fonte ilimitada de novas oportunidades.

Percebam que o potencial dos dados não é visto apenas pelos especialistas, como por exemplo, os cientistas de dados, mas sim por todos, como uma forma da sua empresa se destacar verdadeiramente dos concorrentes.

Enxerguem os dados como uma forma de deixar os legados duradouros.

Considerem quais ativos de dados devem ser colocados em seus balanços patrimoniais.

As lideranças devem prover aos envolvidos uma visão dos dados. Em um primeiro estágio focado em:

  1. Cuidar melhor dos dados, com foco na qualidade dos dados mais importantes;
  2. Experimentar diversas formas de trabalhar com os dados e obter uma vantagem competitiva;
  3. Evoluir com um sistema de gestão mais adequado a severidade dos dados.

Todos que precisam dos dados para realizar seus trabalhos: Tornem-se agentes para impulsionar a mudança!
As oportunidades existem em grande quantidade, então escolham uma ou duas áreas de interesse;

Se possível, melhorando a qualidade dos dados, descobrindo métodos analíticos mais apurados, desenvolvendo novas métricas,  fornecendo uma ideia que quantifica o valor monetário dos dados ou utilizando os dados para construir pontes com outros departamentos.

Sejam mais proativos, comuniquem-se com os colegas de negócios, divulguem os conceitos, tornem-se mentores dos dados e ajudem as pessoas a criar suas próprias histórias de sucesso.

Continue com o trabalho
Estes são momentos motivantes e perigosos: motivantes, pois dados oferecem oportunidades para criar vantagens competitivas, criar e melhorar os produtos e serviços existentes, entender melhor as necessidades dos clientes e reduzir custos. E perigoso, pois será um trabalho árduo corrigir o que está errado e também aqueles que há muito tempo encontram dentro de si desvantagens desnecessárias.

Dê a este manifesto consideração profunda. Compartilhe. Debata. E faça funcionar em sua organização.

 

Este manifesto surgiu no mês passado, durante a Conferência Mundial de Dados Empresariais de 2017, em Atlanta, e já conta com a adesão de vários profissionais no mundo. 

Em nenhum momento o documento foca em aspectos ligados à tecnologia, mas sim em fatores culturais e ligados à gestão dos dados. 

São ações relativamente simples que podem e devem ser adotadas em qualquer empresa.

Fonte: CIO