Autor admin_rs

poradmin_rs

Transformação Digital e indústria de impressão: tudo a ver

De forma simples, a tecnologia se torna o principal meio de transformação, entregando dados e não mais papel

O mundo atual está passando por uma forte mudança de comportamento. A chegada de novas tendências deu força à palavra “disrupção” e o uso de algumas tecnologias pelas empresas deixaram de ser apenas um desejo para tornar-se necessidade.

A Transformação Digital entrou em pauta de forma ampla e estruturada e pode-se dizer que aquilo que não nasceu digital, como o mercado de impressão, por exemplo, precisou se transformar rápido para ter relevância na estratégia de negócio de uma empresa. A necessidade de estruturar melhor os dados passou a ser primordial para antecipar uma decisão, surpreender um cliente, garantir uma experiência diferente, aumentar a produtividade e outras melhorias que passaram a ser cruciais para se manter no mercado.

O assunto é amplo e gera muitas discussões, afinal, ter um ecossistema que permite utilizar tecnologias como Big Data, inteligência artificial, cloud e mobilidade só é possível se o negócio permitir que os dados criados a partir do meio digital sejam a base dessa plataforma. Outro pilar fundamental desse ecossistema e que não pode ser esquecido, chama-se Segurança da Informação.

“Por onde começar?” é certamente uma das frases mais ditas em reuniões de vendas e, diferentemente de um passado recente, as palavras Saving (economia) e ROI (retorno sobre investimento) deixaram de ser o ponto principal de discussão, apesar de serem obrigatórios e cruciais, porém, hoje em dia, o projeto precisa trazer valor para o negócio do cliente.

E você deve estar se perguntando onde uma empresa de impressão se encaixa em tudo isso? Não, não é no mercado de impressão 3D (deixemos isso para um texto futuro). As empresas de impressão se encaixam nisso porque hoje também são o apoio para a entrada no mundo digital.

As multifuncionais deixaram de ser equipamentos de saída de documentos (impressão) e passaram a ser equipamentos de entrada de documentos. Ou seja, essas máquinas tornaram-se agentes de transformação para tudo aquilo que não nasceu digital.

Se antigamente, a efetividade das multifuncionais eram medidas em capacidade e velocidade de impressão, hoje, os equipamentos trazem uma experiência diferente para o usuário, com telas grandes, usabilidade semelhante a dos smartphones e tablets e digitalização dos documentos em altíssima velocidade, além de se conectarem em clouds, permitindo a criação de soluções como workflow de documentos. 

Ah, é importante lembrar que elas, por conveniência, também imprimem.

Criar um ambiente com essa tecnologia permite democratizar a experiência de uso para todas as áreas da empresa. E, é aqui que está o segredo. Não se trata apenas de um projeto específico, mas, sim, criar uma plataforma que permite a transformação para o digital, utilizando soluções em todas as áreas de negócios da empresa. De forma simples, a tecnologia se torna o principal meio de transformação, entregando dados e não mais papel, para o uso das ferramentas poderosas que vão lhe permitir estar um passo à frente.

Fonte: CIO

poradmin_rs

Errar é preciso! Erre rápido, aprenda e inove sempre!

Especialistas dão dicas de como implantar uma gestão ágil e eficiente em empresas de tecnologia

A Indústria 4.0 e o aumento da participação da tecnologia em setores da economia e da sociedade criam novas rotinas e processos. A velocidade com que as mudanças acontecem e a necessidade de soluções inovadoras fomentam uma dinâmica de trabalho cada vez mais ágil. Tudo isso faz com que as empresas estimulem cada vez mais a experimentação: tentativas de sucesso que podem ou não dar certo, mas que devem ser frequentes.

No ambiente interno das empresas de tecnologia, por exemplo, a experimentação ganhou lugar privilegiado nas últimas décadas. De acordo com um estudo lançado pela Standish Group, grandes projetos de software só são plenamente satisfatórios a uma taxa de 2%, enquanto 17% deles costumam falhar.

As novas máximas são: falhe, aprenda e tenha sucesso, características da Cultura Lean. 

Eric Ries, criador da estratégia Lean Startup, afirma que o fracasso é inevitável, mas é necessário que esse fracasso seja superado de forma rápida e indolor. Dessa forma o empreendedor aprenderá com os erros a ter sucesso.

Pensando em auxiliar os empreendedores a implementar uma gestão ágil, especialistas dão quatro dicas para ajudar as empresas a construírem valor por meio do erro e validação. 

Confira:

1 – Estabeleça metas simples e de curto prazo

Estabelecer metas a curto prazo ajuda a identificar rapidamente o que está dando certo e o que não está, podendo mostrar para a equipe de gestão em qual caminho focar, ressalta George Eich, sócio fundador da CoBlue, desenvolvedora de um software de OKR brasileiro. A metodologia é baseada na ideologia lean – que prevê a entrega de valor de forma rápida e constante – e ficou famosa pela adoção em grandes empresas como Google e Spotify. 

“Para conseguir medir com precisão objetivos a curto prazo, eles não podem ser amplos ou complicados de entender. Portanto, prefira aumentar 20% as vendas por e-commerce do que aumentar o número de negócios feitos digitalmente. Assim todos da empresa conseguem trabalhar com um foco claro”, explica o executivo.

2- Erre, erre e erre

A validação do modelo de negócio é um dos passos mais importantes para o crescimento de uma empresa. Para alcançar objetivos ambiciosos é preciso testar diferentes métodos e ousar. Gabriel Sant’Ana, coordenador da incubadora MIDITEC defende a importância de testar modelos: “mesmo que o empreendedor acerte de primeira e tenha uma ideia inovadora e escalável, para manter a empresa sempre a frente no mercado é preciso que ele teste novas saídas e valide suas soluções. A cada erro ele está mais perto do acerto, uma vez que aprende onde deve focar a atenção e onde não pode ir”.

3 – Estimule a participação em todos os níveis

Para Victor Oliveira, CEO da Cheesecake Labs, a gestão ágil impacta diretamente na rotina dos colaboradores e no desenvolvimento de soluções mais efetivas, pois incentiva resultados mais rápidos e cria ambientes colaborativos. “Gerar feedbacks e integrar equipes são processos fundamentais para a satisfação dos colaboradores e para o alcance dos resultados. Estrategicamente, para as pequenas empresas é sempre importante reorientar os desafios, o que pode ser feito a partir de dinâmicas frequentes de participação e ciclos mais curtos de feedback, definindo metas cada vez mais altas”. Hoje, a Cheesecake Labs aplica uma gestão disruptiva de pessoas e incentiva o engajamento e a participação constante de seus 50 colaboradores tanto nas metas internas quanto nos projetos dos clientes. Com base em métodos ágeis, a empresa de desenvolvimento e design web & mobile aplica o desenvolvimento colaborativo em parceria com empresas do Vale do Silício, com a missão de criar soluções que impactem positivamente a sociedade.

4 – Projetos simples são melhores para avaliar e evoluir

Gustavo Dechichi, CEO da Avanti, afirma que dentro da área de projetos de uma empresa é importante mostrar ao cliente que o ideal é fazer um projeto enxuto e rápido para ser colocado no ar. “No e-commerce, por exemplo, muitas vezes o cliente tem em mente um projeto com muitas funcionalidades, que além de levar mais tempo para o desenvolvimento, pode não ter relevância na taxa de conversão da loja. Então vale mais a pena fazer um projeto enxuto e rápido, e depois ter um contrato de evolução. Com a loja no ar será possível analisar os hábitos de compra dos consumidores e propor evoluções que serão mais fáceis para medir os resultados efetivos”. 

Gustavo defende também que os projetos precisam ser testados quando já estão ativos. Não adianta fazer muitas alterações antes de colocar para rodar, uma vez que é na prática que naturalmente aparecem os GAPs e imperfeições.

Fonte: CIO

poradmin_rs

5 recomendações do Gartner em infraestrutura e operações

Até 2020, 80% dos projetos de modernização ficarão aquém das metas de redução de custos devido a uma falha na simplificação e na resolução de uma complexidade que é desnecessária
Líderes de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) devem estar atentos à importância de planejar os ambientes de TI antes de iniciar aquisições, diz o Gartner. Segundo a consultoria, as empresas geralmente iniciam a modernização de suas infraestruturas de TI Bimodal gastando com novas tecnologias e talentos, quando, na realidade, deveriam antes avaliar, racionalizar e simplificar seus ativos e sistemas já existentes.

Em muitos casos, os líderes de I&O podem simplificar suas infraestruturas sem a necessidade de investimentos adicionais significativos em Capex (despesas de capital) ou Opex (despesas operacionais). “Isso cria uma plataforma mais forte para avançar e investir com sabedoria para o posicionamento da TI no coração do crescimento dos negócios”, afirma Phil Dawson, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Até 2020, a consultoria prevê que 80% dos projetos de modernização ficarão aquém das metas de redução de custos devido a uma falha na simplificação e na resolução de uma complexidade que é desnecessária.

A consultoria recomenda cinco passos para alcançar resultados otimizados com a modernização da I&O nas organizações:

1.Refaça seu inventário de servidores para solucionar a proliferação aleatória dos mesmos

As organizações nesta etapa possuem uma infraestrutura altamente ineficiente, marcada pela propagação aleatória de servidores, cujos sistemas foram adicionados com segurança para satisfazer às necessidades específicas das unidades de negócios ou para as quantidades de trabalho específicos. Os líderes de I&O devem abordar o tema, produzindo um inventário detalhado de recursos para, uma vez concluído o levantamento, conseguir informações necessárias para iniciar um processo de consolidação e racionalização.

2.Desenvolva ferramentas e processos de gerenciamento comuns

Quando os recursos desnecessários tiverem sido removidos, será um bom momento para implementar uma governança que envolva toda a infraestrutura de TI, incluindo a rede definida pelo software, a infraestrutura de computação e o armazenamento. Isso pode permitir a medição do sucesso de todas as etapas seguintes.

3.Reduza o número de locais comuns em uma infraestrutura

A partir deste ponto surgirão oportunidades para reduzir o número de espaços físicos na infraestrutura de TI, o que deverá diminuir os custos imobiliários, bem como simplificar a gestão e o abastecimento de informações. Muitas vezes, o processo envolverá o deslocamento do Data Center ou o reexame das reservas para as operações de automação integrada (lights out) e de gestão de escritórios remotos.

4.Renove a infraestrutura por meio da consolidação da quantidade de trabalho e automação
Essa etapa pode ser complexa e o objetivo geral é reduzir ainda mais os recursos físicos ao aumentar a densidade e a eficiência da carga de trabalho (workload) de cada servidor. Normalmente, a virtualização é usada para que caibam mais tarefas em cada recurso físico e para reduzir o custo total de infraestrutura de TI. Este procedimento é um ótimo momento para identificar o workload e os processos que são bons candidatos para a automação e, com isso, aumentar ainda mais a eficiência da infraestrutura.

5.Racionalize a variedade e o tipo de itens de sua infraestrutura
Com o número de recursos físicos reduzido, o próximo passo é racionalizar a quantidade e o tipo de recursos lógicos presentes dentro da infraestrutura das organizações.

“Inicialmente, essa última etapa é preocupante, principalmente, com a padronização de infraestrutura para um modelo comercial, pronto para o uso e geralmente alcançado com implementações e virtualizações definidas por software. Trata-se de um processo contínuo à medida que novas demandas corporativas são inseridas na infraestrutura de TI das organizações, fazendo com que os processos antigos e as cargas de trabalho dos servidores tornem-se redundantes”, finaliza.

Fonte: CIO

poradmin_rs

4 recomendações do Gartner para iniciantes em Inteligência Artificial

Tal como acontece com a maioria das tecnologias emergentes ou desconhecidas, ‘early adopters’, enfrentam muitos obstáculos

A implementação significativa de Inteligência Artificial está apenas começando, de acordo com o Gartner. Pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas mostra que 4% dos CIOs implementaram IA recentemente, enquanto 46% têm planos de fazê-lo nos próximos 12 meses.

Segundo Whit Andrews, vice-presidente de pesquisa e analista da consultoria, há grande potencial de crescimento desse percentual, com líderes de TI iniciando programas piloto de IA.

Tal como acontece com a maioria das tecnologias emergentes ou desconhecidas, ‘early adopters’, enfrentam muitos obstáculos no progresso da IA em suas organizações. Os analistas do Gartner fazem quatro recomendações para esse cenário:

  1. Comece com pequenos ganhos
    “Não caia na armadilha de buscar resultados difíceis, como ganhos financeiros diretos com projetos de IA”, alerta Andrews. “Em geral, é melhor iniciar projetos de IA com um escopo pequeno e buscar resultados suaves, como melhorias de processos, satisfação do cliente ou benchmarking financeiro.”

Projetos de IA, na melhor das hipóteses, produzirão lições que irão ajudar com experiências, pilotos e implementações subsequentes e maiores. Em algumas organizações (ou até na maioria delas), o objetivo financeiro será um requisito para iniciar o projeto. “Nessa situação, defina algo possível”, disse Andrews.

  1. Concentre-se em ampliar a capacidade das pessoas, não em substituí-las
    Os grandes avanços tecnológicos são frequentemente associados com a redução de pessoal. Embora a redução dos custos do trabalho seja atraente para as empresas, é provável que crie resistência daqueles cujos empregos parecem estar em risco.

“Os benefícios mais transformadores da IA no curto prazo resultarão da sua utilização para permitir que funcionários possam se dedicar a  atividades de maior valor”, acrescentou Andrews. O Gartner prevê que, até 2020, 20% das organizações dedicarão esforços ao monitoramento e à orientação das redes neurais.

  1. Planeje a transferência de conhecimento
    A maioria das organizações não está bem preparada para implementar IA. Isso porque elas não possuem habilidades internas em Ciência de Dados e planejam confiar plenamente em provedores externos para preencher a lacuna. Cinquenta e três por cento das organizações classificaram suas capacidades de explorar dados como “limitadas” – o nível mais baixo.

O Gartner prevê que, até 2022, 85% dos projetos de IA fornecerão resultados errados devido à baixa qualidade dos dados, algoritmos ou equipes responsáveis por gerencia-los. “Os dados são o combustível para a IA. Então, organizações precisam se preparar agora para armazenar e administrar quantidades ainda maiores de dados”, alertou Jim Hare, vice-presidente de pesquisa do Gartner.

Segundo ele, basear-se principalmente em fornecedores externos para essas habilidades não é a solução ideal, no longo prazo. “Portanto, assegure-se de que os primeiros projetos de IA ajudem a transferir o conhecimento de especialistas externos para seus funcionários e a construir capacidades internas antes de avançar para projetos de larga escala.”

  1. Escolha soluções de IA transparentes
    Projetos de IA geralmente envolvem software ou sistemas de provedores de serviços externos. É importante que algumas informações sobre como as decisões são alcançadas estejam integradas em qualquer contrato de serviço. “Um sistema de IA que produza a resposta certa não deves ser a única preocupação”, diz Andrews. “Os executivos precisam entender por que é efetivo oferecer uma visão de seu raciocínio.”

Embora nem sempre seja possível explicar todos os detalhes de um modelo analítico avançado, como uma rede neural profunda, é importante, pelo menos, oferecer algum tipo de visualização das escolhas potenciais. Na verdade, em situações nas quais decisões estejam sujeitas à regulação e auditoria, pode ser um requisito legal fornecer esse tipo de transparência.

Fonte: CIO

poradmin_rs

9 benefícios da automação de processos na indústria

Novas ferramentas são utilizadas para otimizar tempo e reduzir custos

Você se lembra da época em que todos os processos eram realizados manualmente nas indústrias? Do financeiro ao chão de fábrica, tudo demandava muito tempo para ser executado, além do alto investimento na contratação de colaboradores para exercer funções que hoje, são feitas de maneira totalmente automatizada.

Com o advento da internet e a evolução tecnológica, foram desenvolvidas diversas ferramentas com o objetivo de auxiliar na gestão dos processos nas empresas – como as planilhas e arquivos de texto – que, somente, mudaram o problema de lugar. Nesse período, todos os documentos eram salvos de maneira desordenada, dificultando o acesso às informações e, novamente, diminuindo a produtividade e aumentando o tempo para a execução das atividades.

Contudo, hoje essa realidade é bem diferente. Com a chegada da Indústria 4.0 e as inúmeras inovações tecnológicas provenientes dela – por exemplo, a internet das coisas (IoT) – está sendo mais fácil controlar e até mesmo aumentar o desempenho global de todas as operações realizadas dentro das fábricas, através da otimização de tarefas, proporcionando mais agilidade e integrando todos os processos.

Empresas nacionais e multinacionais já estão à frente do mercado, automatizando grande parte de seus processos com o auxílio de máquinas e robôs que interagem com os seres humanos, da manufatura aditiva (através de impressoras 3D) que produzem moldes e peças em grande escala, e com o auxílio de softwares, que garantem uma integração completa entre todas as áreas e atividades. Todas essas tecnologias têm contribuído para agilizar a fabricação dos produtos e diminuir a quase zero os gaps de produção e controle.

Nos últimos anos, a indústria automobilística foi o segmento que mais aderiu aos processos automatizados. Em algumas fábricas deste setor os profissionais já utilizam tecnologias – como, óculos de realidade virtual – para visualizar e fazer alterações no design dos veículos. Há também montadoras que produzem seus veículos por meio de cadeias de robôs, que auxiliam na produção e montagem de cada peça. Estes são alguns exemplos que demonstram a linha tênue entre o físico e o digital, marcado pela intensa transformação digital que vêm ocorrendo nas indústrias.

Ainda não estou inserido na indústria 4.0, e agora?

Usufruir das tecnologias oriundas da Quarta Revolução Industrial, como as utilizadas por médias e grandes empresas, ainda é uma realidade um pouco distante para empresas que estão em período de transição, ou tampouco começaram a se adaptar a essa nova Era. No entanto, há uma alternativa que resolve diversos problemas dentro da sua indústria, e ainda auxilia na gestão de processos e na automação da produção: a aquisição de um software de gestão.

Com o uso de um sistema de gestão, é possível ter acesso a inúmeras informações em poucos segundos, monitorar dados em tempo real por meio de qualquer dispositivo móvel, obter relatórios completos de todas as atividades realizadas na empresa, padronizar todas as operações e, ainda, ter a possibilidade de programar tarefas que serão executadas automaticamente. Ou seja, essa ferramenta permite automatizar grande parte dos processos, integrando todos os departamentos, melhorando a qualidade de vida dos colaboradores e contribuindo para uma gestão mais segura e assertiva.

Veja abaixo os principais benefícios da gestão de processos que contribuem para a automatização das operações na indústria:

  1. Otimização do tempo – processos mais automatizados
  2. Monitoramento dos resultados em tempo real
  3. Aumento da produtividade – identifica rapidamente problemas de ineficiência e reduz desperdícios
  4. Comunicação mais ágil – cada departamento pode lançar os dados no sistema e a informação fica disponível de maneira global, em um sistema único e integrado
  5. Melhor qualidade de vida para os colaboradores – elimina funções repetitivas e altamente exaustivas
  6. Integração de todos os setores da indústria
  7. Redução de custos
  8. Controle de prazos e entregas – permite a rastreabilidade dos processos
  9. Equipe alinhada com tudo o que está acontecendo na empresa

A sua indústria vai ficar de fora dessa transformação? Esse é o momento de inovar em seus processos, por meio das diversas tecnologias disponíveis. Esteja à frente do mercado e usufrua das vantagens que a automação pode trazer para o dia a dia da sua empresa.

Fonte: itforum365

poradmin_rs

Como a Computação em Nuvem impacta o setor de Distribuição de TI

De que forma sua empresa pode aproveitar os novos conceitos de computação em nuvem para atrair e gerenciar negócios na distribuição.

Você já ouviu falar que o papel das empresas de distribuição de tecnologia não é mais o de mover caixas. De fato, isso é realmente verdade. E é importante dizer que um dos grandes motivadores para esse cenário é a Computação em Nuvem.

Consolidada como a primeira das grandes ofertas da Era de Serviços, a Computação em Nuvem impacta a Distribuição de Tecnologia de diversas formas. A principal delas é a migração das vendas de produtos físicos para a venda de soluções virtuais, por assinatura.

E isso abre espaço para um ponto que merece atenção: “Se a distribuidoras não têm mais caixa para receber e enviar, o que será, então, do futuro da distribuição?”

Ainda estamos longe de chegar ao ponto final dessa resposta, mas, ao contrário do que muitos imaginavam, a Computação em Nuvem não significa o fim da linha para os distribuidores.

Uma das razões para isso é o fato de que a Cloud Computing trouxe à tona outra forma de negócio, com a venda consultiva. Hoje, mais importante do que investir em prateleiras é estar atento ao que seus clientes procuram, com um portfólio mais diversificado, e com a proposta de vendas por diferentes canais.

Distribuidores: um novo olhar para o consumo

A venda consultiva reforçou a responsabilidade do vendedor em entregar uma solução assertiva para o problema do cliente. E isso, por sua vez, quer dizer que a forma de relacionamento que os distribuidores precisam ter com seu público também mudou. Assim como uma revenda ou fabricante, as distribuidoras precisam procurar e oferecer serviços e produtos de forma mais próxima de seu consumidor, sejam eles os usuários de tecnologias, revendas, integradoras ou fabricantes.

Além de ser o elo entre as diferentes pontas do mercado de TI, o distribuidor também deve resolver, dentro de seu dia a dia, questões de entrega, como customização, valor agregado e especialização em negócios.

Para cumprir esse papel, as empresas e gestores podem contar com novos aliados para desenvolver suas habilidades de gestão e análise. Um destes aliados, aliás, é a própria Computação em Nuvem.

De que forma as distribuidoras podem usar a Computação em Nuvem?

A Nuvem não é essencial para as distribuidoras apenas como um item à venda. Na verdade, essas soluções podem representar vantagens estratégicas para o próprio dia a dia do distribuidor.

Os recursos de Cloud podem, por exemplo, aumentar a agilidade de processamento das informações para os times de venda de uma distribuidora e melhorar o gerenciamento dos processos internos.

Aliás, é importante dizer que outros conceitos tecnológicos baseados em Serv犀利士
iços e na inteligência de dados também têm seu papel nesse contexto. Em destaque, podemos olhar para o Big Data, Analytics e Hiper convergência para o gerenciamento de dados e insights de negócios.

Porque aplicar a inovação no dia a dia da distribuição?

Assim como a forma de vender mudou bastante desde a época das caixinhas, a demanda administrativa e de negócios das companhias de distribuição também deve evoluir. Por isso, é preciso estar alerta às demandas para construir este novo caminho. Por exemplo, inserir Soluções em Nuvem e de Analytics são pontos essenciais para agregar competitividade, rapidez e eficiência à cadeia distribuidora, ampliando a chance para automatizar e melhorar os processos da companhia.

Com essa evolução, a gestão do negócio pode ser mais segura, confiável e assertiva, entregando acesso ágil às informações e melhores formas para se avaliar e entender os resultados de vendas e as necessidades dos clientes.

A Nuvem, portanto, não é um risco e tampouco quer dizer o fim da cadeia de distribuição. Mas, parece ser cada vez mais importante saber usá-la, como um fator mandatório para o futuro de quem produz, distribui e vende tecnologia da informação.

Fonte: IT Forum

poradmin_rs

Não enviar Rais pode render multa a empresários

Empresas têm que compartilhar dados da Relação Anual de Informações Sociais com o governo, sob pena de serem fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho.

Todo começo de ano, principalmente em janeiro, nos deparamos com uma série de compromissos como o pagamento de impostos, entre eles IPTU, IPVA, entre outras obrigatoriedades como o envio de informações para o governo e o Imposto de Renda, além das novidades para esse ano como a obrigatoriedade do eSocial para todas as empresas e as adequações à Reforma Trabalhista.

O tema de hoje da “Credibilidade que conta!” não é sobre uma novidade, mas sim sobre mais uma das obrigatoriedades que os empresários brasileiros têm que cumprir anualmente. Estou falando da Relação Anual de Informações Sociais, a Rais, que é um relatório de informações socioeconômicas solicitado pelo Ministério do Trabalho e que foi criado em 23 de dezembro de 1975.

Para quem tem dúvidas sobre esse documento, a Rais reúne informações sobre empregadores e trabalhadores formais de todo o País, como ocupações, salário e tipo de vínculo que mantêm. A presença na base de dados também é critério para acessar direitos do trabalhador como o abono salarial e o seguro desemprego e para a contagem de tempo para a aposentadoria, por exemplo.

De acordo com a portaria publicada no dia 18 de janeiro, foram fixadas novas regras para a Rais, a fim de adaptar o instrumento às novas regras trabalhistas. Estabelece também que todas as pessoas jurídicas com CNPJ ativo na Receita Federal em qualquer período do ano passado, com ou sem empregado, bem como todos os estabelecimentos com Cadastro Específico do INSS (CEI) com funcionários, devem repassar as informações.

Microempreendedores Individuais (MEI) só precisarão fazer a declaração se tiverem empregados, caso contrário a declaração é facultativa.

Empresas inscritas no CNPJ com ou sem empregados que mantiveram suas atividades paralisadas durante o ano-base 2017 estão obrigadas a entregar a Rais Negativa, na qual são fornecidos somente os dados cadastrais do estabelecimento.

O prazo de preenchimento do documento começou no dia 23 de janeiro e a entrega deve ser feita até dia 23 de março exclusivamente pela internet e não há possibilidade de prorrogação do prazo de entrega do formulário.

Lembrando que o envio dos dados da Rais é obrigatório e o não cumprimento desse processo pode resultar em multa e causar uma ação de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Fonte: O Liberal

poradmin_rs

Estamos no limiar da Quarta Revolução Industrial

O Brasil tem muitas ilhas de excelência, seja no agronegócio, seja na indústria, mas é pouco provável que esteja preparado para o advento da indústria 4.0

O desenvolvimento tecnológico tem progredido exponencialmente, dando origem a avanços como a inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), robótica, big data, computação na nuvem, impressoras 3D, algoritmos avançados, machine learning (máquinas que aprendem), nano e biotecnologias, fintechs (uso de novas tecnologias para o setor financeiro), drones etc. E logo estarão incorporados ao nosso cotidiano avanços como os carros autônomos e a telefonia 5G, dez vezes mais rápida que a 4G.

Essas novas tecnologias, por si sós, não definem a indústria 4.0, mas servem de insumo, por meio de sua convergência, para a implementação de fábricas inteligentes. “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes” – faz-se oportuno Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolução Industrial.

Uma das características da indústria 4.0 (Quarta Revolução Industrial) é a intensa e crescente automação das fábricas, cumprindo-se, em tom jocoso, a profecia de que a fábrica do futuro terá apenas dois operários: um homem e um cachorro. Função do cachorro: não permitir que o homem toque nas máquinas. Função do homem: alimentar o cachorro.

“Das três grandes oportunidades para o seu desenvolvimento ao longo da história, o Brasil aproveitou apenas uma.”

Como pano de fundo, cumpre lembrar que a história da humanidade passou pelos umbrais de três grandes processos transformadores. A Primeira Revolução Industrial foi iniciada na Inglaterra a partir de 1760, com a invenção da máquina a vapor e sua utilização na indústria têxtil, locomotivas e navios, produção de aço e ferro em larga escala etc. A Segunda Revolução Industrial, com início aproximado em 1850, se caracterizou pela invenção do motor a combustão interna movido a petróleo (e seu uso em profusão nos aviões, automóveis e navios) e a eclosão do uso da eletricidade, rádio, televisão, telefone, telégrafo sem fio etc. A partir da Segunda Guerra Mundial, emerge a eletrônica, a informática, a corrida espacial, a energia atômica e a engenharia genética, marcos determinantes para se denominar a Terceira Revolução Industrial.

Evidentemente, há uma área borrada entre o que se pode definir como tecnologia da Terceira ou da Quarta revolução, mas é uma discussão bizantina, irrelevante, pois é preponderante e inegável que estamos vivenciando o limiar de transformações disruptivas e avassaladoras, com elevados impactos nas relações de trabalho, geopolítica, costumes, ética e afetos. Já há quem diga que um novo ser humano está surgindo.

Nos últimos 250 anos, sob a égide das três revoluções industriais, os avanços tecnológicos e de produtividade promoveram saúde, longevidade, bem-estar e aumento da renda per capita. Cada uma das revoluções trouxe uma nova dinâmica para a empregabilidade, com funções que se tornam dispensáveis e outras que emergem. A intensidade de adaptação de indivíduos e nações às mudanças indica o grau e a qualidade de sua sobrevivência. Um exemplo clássico é a Itália, com passado glorioso, porém resistente aos avanços tecnológicos; consequentemente, hoje se mantém na rabeira das nações desenvolvidas.

Valho-me do muito bem estruturado livro A História da Riqueza no Brasil, de Jorge Caldeira, para afirmar que o nosso país, das três grandes oportunidades para o seu desenvolvimento ao longo da história, aproveitou apenas uma, pois, para nosso enlevo, de 1890 a 1930, o governo central destravou o setor privado e o Brasil tornou-se um dos países que mais cresceram no mundo.

Entretanto, duas janelas de oportunidade foram desperdiçadas. A primeira, de 1820 a 1890. No início desse período, Estados Unidos e Brasil tinham economias muito parecidas: exportações anuais de 4 milhões de libras esterlinas, população em torno de 5 milhões e rendas per capita não tão díspares, US$ 670 para o Brasil e US$ 1,3 mil para os EUA, ou seja, beirava o dobro. Já em 1890, a renda per capita americana superou a brasileira em 5,7 vezes. O que aconteceu? A partir de 1820, os EUA se abraçam ao capitalismo, revolucionam o papel do governo, incorporam as inovações da Primeira Revolução Industrial, abrem em profusão escolas e universidades. Nesse período, o Brasil pouco avança na alfabetização – de 2%, chega a apenas 17% da população, ao passo que EUA e outras nações dão saltos gigantescos na alfabetização.

Para Jorge Caldeira, desde o período do regime militar a segunda janela foi desperdiçada, pois, em nome de um nacionalismo, cometeu-se um monumental erro estratégico ao não se abrir o país suficientemente para o mercado externo, limitando ou proibindo a importação de equipamentos eletrônicos e outras tecnologias. Em sentido oposto, trafegam nações asiáticas como o Japão e as emergentes China, Coreia do Sul e Cingapura. Em 1972, quando do aperto de mãos entre Richard Nixon e Mao Tsé-tung, a China tinha um PIB correspondente ao dobro do Brasil. Embora comunista, fez a abertura comercial e hoje seu PIB é cerca de seis vezes maior que o nosso.

Reconhecidamente, o Brasil tem muitas ilhas de excelência, seja no agronegócio, seja na indústria (produção de aviões, extração de petróleo em águas profundas etc.). Porém, é pouco provável que o país esteja preparado para o advento da indústria 4.0. Não temos uma agenda desenvolvimentista, tampouco a educação é uma prioridade nacional, conquanto “a escola seja a nova riqueza das nações”, nas oportunas palavras de Peter Drucker. E sem profissionais qualificados, o atraso se perpetua.

Fonte: Gazeta do Povo

poradmin_rs

Gartner lista as 10 principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018

A consultoria Gartner listou as dez principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018, para que gestores as considerem em suas tomadas de decisão. Confira quais são:

1 – Base em Inteligência Artificial (IA)

De acordo com a consultoria, ao menos até 2020, a criação de sistemas que atuem de forma autônoma será um importante campo de batalha para fornecedores de tecnologia. O desafio é ser capaz de usar a inteligência artificial para aprimorar a tomada de decisões e reinventar modelos de negócios. A estimativa é que até 2025 essas iniciativas sejam recompensadas ao refazer a experiência do cliente.

2 – Analítica e Aplicativos Inteligentes

Os aplicativos inteligentes, conforme o Gartner, criam uma nova camada intermediária entre pessoas e sistemas, com potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local. A inteligência artificial também deve avançar em softwares de gestão empresarial (ERP). Softwares e provedores de serviços integrados deverão elaborar estratégias para adicionar valor comercial, com novas versões, sob a forma de analítica avançada.

3 – Coisas Inteligentes

As coisas inteligentes nada mais são que objetos que vão além da execução de modelos de programação rígidos. Essas coisas exploram a inteligência artificial, para oferecer comportamentos avançados e interagir mais naturalmente com seus arredores e com as pessoas. Alguns exemplos: veículos autônomos, robôs e drones. Através da chamada Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), esses objetos se conectam ao consumidor e a sistemas industriais.

4 – Gêmeos Digitais 

Gêmeos digitais (digital twins) bem projetados de ativos têm o potencial de melhorar significativamente a tomada de decisões empresariais. Eles possibilitam diferentes simulações e a previsão de danos que podem, assim, ser evitados. Esse tipo de inovação está ligado a suas contrapartes do mundo real. A intenção é usar os gêmeos digitais para entender o estado do produto ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor. As organizações devem implementar essa tecnologia de maneira simplificada no início, para depois as desenvolver ao longo do tempo, melhorando sua capacidade de coletar e visualizar os dados certos, aplicar analítica e regras corretas e responder cada vez mais efetivamente aos objetivos comerciais.

5 – Na Ponta da Nuvem

A edge computing descreve um tipo de computação em que o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais perto das fontes dessa informação. As empresas devem começar a usar padrões de design Edge em suas arquiteturas de infraestrutura, particularmente para aqueles com elementos significativos de IoT. Embora muitos vejam cloud computing e edge como abordagens concorrentes, a nuvem (cloud) é um estilo de computação no qual as capacidades de tecnologia escaláveis são entregues como um serviço e, inerentemente, impõe um modelo centralizado.

6 – Plataformas de Conversação

As plataformas de conversação devem impulsionar uma grande mudança de paradigma na forma como as pessoas interagem com o mundo digital, de acordo com o Gartner. Quem deverá traduzir a intenção será o computador e não mais o usuário. A plataforma pega uma pergunta ou comando do usuário e depois responde, executando algumas funções, apresentando alguns conteúdos ou solicitando uma entrada adicional. Nos próximos anos, a expectativa é que as interfaces conversacionais se tornarão um objetivo principal de design para a interação do usuário e serão entregues em hardware dedicado, recursos de sistema operacional, plataformas e aplicativos.

7 – Experiência Imersiva 

Enquanto as interfaces conversacionais mudam a maneira como as pessoas controlam o mundo digital, as realidades virtuais, aumentadas e mistas já estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital. O mercado da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR) é atualmente jovem e fragmentado. No entanto, o interesse é alto, resultando em muitas aplicações de novidades em VR que oferecem pouco valor comercial real fora do entretenimento avançado, como videogames e vídeos de 360 graus. Para gerar benefícios reais e tangíveis, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real nos quais VR e AR possam ser aplicados para tornar os funcionários mais produtivos e aprimorar os processos de design, treinamento e visualização, entre outras possibilidades.

8 – Blockchain 

As tecnologias de blockchain oferecem uma saída radical dos atuais mecanismos centralizados de transação e manutenção de registros. Elas podem servir como base de negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas quanto para startups. Embora as propagandas de blockchain foquem mais no setor de serviços financeiros, o blockchain têm vários potenciais de aplicações, incluindo governo, saúde, processos fabris, distribuição de mídia, verificação de identidade, registro de títulos e cadeia de suprimentos. Trata-se de uma promessa de longo prazo e que, sem dúvida, criará uma disrupção. A inovação está mais à frente do que a realidade atual de blockchain e muitas das tecnologias associadas estarão ainda imaturas nos próximos dois ou três anos.

9 – Foco nos Eventos 
O negócio central para o digital é a ideia de que ele está sempre monitorado e pronto para explorar novos momentos comerciais digitais. Os eventos de negócios podem ser qualquer coisa que seja percebida digitalmente, refletindo a descoberta de condições importantes ou mudanças de condições como, por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra ou pouso de uma aeronave. Com o uso de agentes de eventos, IoT, cloud computing, blockchain, gerenciamento de dados na memória e IA, eventos comerciais podem ser detectados mais rapidamente e analisados com maiores detalhes. Mas a tecnologia sem mudanças culturais e da liderança não fornece o valor total do modelo conduzido por evento. O negócio digital impulsiona a necessidade de líderes de TI, planejadores e arquitetos de abraçarem o pensamento por evento.

10 – Confiança e Risco Adaptativo Contínuo

As barreiras entre as equipes de segurança e de aplicações devem ser superadas nas organizações. Para ativar de forma segura as iniciativas de negócios digitais em um mundo com ataques constantes e avançados, líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de confiança e risco adaptativo (CARTA – Continuous Adaptive Risk and Trust Assesment) para permitir a tomada de decisões em tempo real, com base no risco e na confiança e com o uso de respostas adaptativas. A infraestrutura de segurança deve ser adaptável em todos os lugares, para gerenciar os riscos de um mercado continuamente se reinventando.

Todas as tendências apontadas pela consultoria Gartner evidenciam a necessidade de energia ininterrupta e de qualidade. Somente no-breaks protegem as aplicações, sejam pequenos sistemas de TI até grandes data centers, contra problemas de energia, infelizmente muito comuns no Brasil. Fique atento às tendências e garanta a continuidade dos negócios em 2018.

Fonte: SEGS

poradmin_rs

SPED: suas mudanças e impactos em softwares de gestão empresarial

Ao longo dos anos, o meio fiscal brasileiro vem passando por inúmeras mudanças e evoluções significativas. Para minimizar esses impactos burocráticos, administrar e atualizar de forma ágil e precisa as mais de 30 novas regras tributárias editadas diariamente (conforme o IBPT – o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), a tecnologia tem se tornado cada vez mais vital.

Um exemplo claro e atual é o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, criado pelo governo, essencialmente para tornar mais eficaz, rápido e digital, não só a escrituração, mas também o pagamento de tributos entre o Fisco e contribuintes. O SPED Fiscal, por exemplo, contará com uma série de novas resoluções para o ano de 2018.

Como uma das várias mudanças que ocorrerão no cenário fiscal deste ano, em 1º de maio entra em vigor a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações), que abrangerá apenas empresas com faturamento anual acima de R$78 milhões, inicialmente, para depois, a partir de 1º de novembro, contemplar os demais negócios. A EFD-Reinf trata-se de um módulo do SPED que complementará o eSocial – sistema no qual as empresas informarão suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, informando as retenções feitas pelo contribuinte que não estão relacionadas com o seu trabalho, assim como renda bruta.

O novo módulo contará com dados sobre tributos, como PIS, Cofins, Imposto de Renda, CSLL, INSS e informações sobre o comércio de produção rural por parte de pessoas jurídicas ou recursos recebidos ou transferidos por associações desportivas. Dessa forma, o SPED alia tecnologia ao eSocial, diminuindo o tempo gasto no envio de todas as informações tributárias ao Fisco.

Sendo visto como obrigatoriedade, a maior dificuldade das empresas em aderir ao SPED Fiscal e, agora, ao EFD-Reinf, é o fato de ter seus sistemas de gestão atualizados e preparados para a emissão desses dados ao Fisco. Com a aderência ao projeto, é necessário integrar as atividades para que o arquivo seja submetido corretamente ao PVA (Programa Validador e Assinador) e a validação seja devidamente feita, sob assinatura digital e certificação A1 ou A3.

Com o SPED Fiscal, é importante que todas as empresas entendam a sua obrigatoriedade e importância para que integrem as informações e emitam os dados necessários e corretos ao Fisco, reduzindo burocracias e permitindo uma maior facilidade e velocidade na transmissão de arquivos relevantes para o pagamento de impostos. Além disso, faz-se necessário que as organizações se valham de ferramentas de automatização, para melhor cada vez mais a gestão fiscal.

Fonte: E-Commerce News