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Analytics Versus BI – Tsunami Tecnológico

De tempos em tempos, empresas bilionárias e líderes do mercado global, passam por momentos de ruptura e quebra do Status quo que ajudaram a criar, com consequências dramáticas para a sobrevivência de toda uma cadeia de empresas.

O mercado de softwares de BI (Business Intelligence) e Analytics, também conhecidos como soluções de Inteligência e Análise de Negócios está passando por uma verdadeira batalha silenciosa nos últimos anos. De um lado empresas bilionárias e tradicionais do mercado de Tecnologia da Informação (TI), com os softwares de BI. Do outro, jovens empresas com menos de 5 anos, com os softwares Analytics,  que pouco a pouco começam a ameaçar este domínio, em um verdadeiro movimento de ruptura do mercado.

Estamos falando de um mercado prá lá de interessante, que segundo previsões² de IDC e Gartner deverá atingir US$59 Bilhões até 2018. Se incluirmos a este mercado o Big Data, tecnologia que anda de braços dados com o Analytics, estima-se que o mercado atinja US$1 trilhão até 2018. O mercado global de Software atingia US$659 bilhões em 2013, com as gigantes IBM, Oracle, Microsoft, SAP, e SAS responsáveis por 60,2% deste mercado, enquanto que o mercado brasileiro atingia US$10,94 bilhões.

Segundo estudo da Frost & Sullivan, “Big Data and Analytics in Brazil on the Road to Become a Billion Dollar Market by 2018”, o mercado brasileiro de Big Data e Analytics que até 2014 ainda se encontrava em estágio inicial de desenvolvimento, deverá atingir cerca de US$1 bilhão em 2018.

A situação do mercado atual de BI e Analytics é similar a ocorrida no mercado de Mainframes, Workstations e PCs no final dos anos 1980s. Naquela época, as Workstations e PCs, eram vistos com desconfiança e desprezo por muitos especialistas, técnicos e analistas do mercado, até então dominado pelo Mainframe. Algumas décadas depois assistimos à substituição dos grandes computadores por computadores de pequenas dimensões com o poder computacional superior aos antigos mainframes.

Hoje em dia, empresas tradicionais como IBM, Microsoft, Oracle, SAS e SAP, líderes e gigantes bilionárias do mercado de TI, tem perdido fatia significativa do mercado de BI para as empresas de Analytics, que em menos de 3 anos abocanharam uma grande fatia do mercado e continuam crescendo. Tableau, Alteryx, GoodData, Tibco, a brasileira beMemo entre outras, são as responsáveis por esta verdadeira revolução no mercado.

Os softwares de BI e Analytics trabalham com as informações de uma empresa, armazenadas por muitos anos em grandes bases de dados, presentes e dispersas pelas diversas áreas de negócio da empresa (finanças, vendas, estoques, custos, recursos humanos, etc.). Os analistas de negócios e usuários corporativos estão exigindo novas funcionalidades, que possam ser criados em tempo real e capacidades mais avançadas, sem a dependência das áreas de TI.

 Por conta disto, está havendo uma mudança na forma como as empresas estão satisfazendo estes novos requerimentos e exigências de negócios. As informações estão sendo obtidas tanto das bases centralizadas dentro das empresas, quanto de dados descentralizados e dispersos fora da empresa, por exemplo nas redes sociais. Os antigos relatórios gerenciais continuam sendo produzidos e entregues, seja através dos sistemas já implantados ou através das áreas técnicas até então responsáveis por isto. Novas análises de tendências e comportamento do mercado, passam a ser obtidas de forma interativa diretamente pelos usuários de negócios.

 As soluções de software Analytics vem rapidamente ganhando espaço neste mercado. Os projetos para implantação de soluções de BI sempre foram considerados de alto custo (licenças de uso, suporte e manutenção, especialistas técnicos), longos e demorados (meses e por vezes anos para implantação), inflexíveis e altamente dependentes das áreas técnicas (TI). Por sua vez, a implantação de um software Analytics tende a ser muito mais rápida, pouco dependente da área técnica e com TCO muito mais baixo para a empresa.

A americana Tableau fundada em 2003 por Chris Stolte, Pat Hanrahan e Christian Chabot, da Universidade de Standord, no lendário Silicon Valley, até 2009 mantinha-se com base em investimentos de US$15milhões de um fundo de Venture Capital (New Enterprise Associate). Em 2014 após crescimentos anuais sucessivos da ordem de 100%, consegue atingir uma receita total de US$912milhões, com mais de 3 milhões de usuários em mais de 150 países. Enquanto que IBM, SAP e Oracle levaram cerca de 15 anos para atingir este número neste mercado, a Tableau levou pouco menos de 5 anos, e já desponta como empresa Líder no Quadrante Mágico de BI e Analytics do Gartner em 2015².

A Alteryx, outra empresa californiana, com menos de 5 anos de vida, vitaminada por investimentos da ordem de US$78milhões (segundo os sites de análises de startups Crunchbase.com e Techcrunch.com), há dois anos tem apresentando crescimentos da ordem de 200% (Year over Year), tendo atingido mais de 700 clientes e 200 mil usuários em todo o mundo.

A brasileira beMemo.com com pouco mais de 3 anos de vida e no mercado há pouco mais de 1 ano, vem ganhando o mercado doméstico paulatinamente, através de parcerias estratégicas com empresas nacionais e no mercado da americana latina. Um de seus diferenciais, além de um custo muito mais baixo do que seus concorrentes, é a capacidade dele ser embarcado (Embedded) em outros software ou produtos, agregando toda a capacidade Analítica em outros softwares ou produtos.

E assim como proposto por Chan Kim & Renée Mauborgne em “Estratégia do Oceano Azul” (Blue Ocean Strategy³), cria-se um novo mercado (soluções Analytics) onde os antigos rivais (soluções BI) tornam-se irrelevantes. Desafios e características intransponíveis para uns, e normais e naturais para os outros: plataforma tecnológica na Nuvem (In-Cloud), Software como Serviço (SaaS – Software as a Service), Pague somente quando usar (Pay as you Go), maior independência da área técnica e o principal: custo muito mais baixo do que os concorrentes BI.

SAP, Oracle, SAS, Microsoft, entre outras empresas de software, tem uma dependência gigantesca da receita da venda das licenças de uso, suporte e manutenção, custo este que deixa de existir com as novas empresas de software Analytics. Vejamos o que acontece nos próximos anos.

Fonte: CIO

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Para analytics decolar, CIO precisa se aproximar das áreas de negócios

Consultoria tem observado criação de novos silos pelo distanciamento entre demandas das áreas de negócios e entrega da TI

Não é de hoje que a falta de alinhamento ou de um trabalho mais colaborativo entre TI e áreas de negócio reflete nos resultados e gera atritos internos nas empresas. Mas se for para olhar para soluções específicas, uma das que mais sofre por conta desse não-diálogo é a de analytics/BI. Como trata-se de aplicações que geram impacto direto nos negócios, departamentos como o marketing, vendas e finanças sempre estão em busca de melhorias e de diferentes tipos de cruzamento de dados para extraírem o máximo de valor possível. E aí começam os problemas, já que, geralmente, a TI não permite tanta flexibilidade.
Afora essa falta de liberdade das áreas de negócio, muitas companhias continuam olhando para o passado. “Em muitas empresas relatórios e dashboards ainda são usados como ferramentas únicas de exploração, olhando para o passado, quando existe muita informação, tudo dentro da corporação, não sendo explorada”, comentou João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner.

O especialista lembra ainda que outro problema enfrentado por essas mesmas companhias está relacionado ao ferramental utilizado, que, no geral, não é adequado para produzir as análises. E aí, na visão de Tapadinhas, começa o processo de separação entre TI e negócios.

Ao falar dessa falta de maturidade que ainda vigora em analytics, Tapadinhas comentou que em diversas empresas existe uma plataforma de BI bem estabelecida, com data warehouse e todos os demais pontos, mas que os problemas começam quando os usuários pedem novas formas de explorar a informação e as equipes de BI não estão dispostas à atenderem tal demanda. É aquele velho dilema de que o negócio demanda e a TI não atende na mesma velocidade ou simplesmente não atende. Por isso, começa a crescer o que tem sido um pesadelo para muitos CIOs: a shadow IT.
Como um dos primeiros passos nessa jornada, o usuário exporta informações para o Excel que se torna o analytics da área de negócio. Com o passar do tempo, as fabulosas planilhas também deixam de atender e as equipes buscam no mercado por soluções específicas, criando essa TI invisível. “Para a TI que tem o BI centralizado isso é terrível, mas atende às demandas das áreas de negócio. E, por final, esses departamentos compram ferramentas como Tableau, porque a equipe de BI continua não atendendo a demanda e isso é preciso ser mudado”, complementa Tapadinhas.
Para o Gartner, o CIO precisa orientar suas equipes de BI a trabalharem mais próximo do negócio e a trabalharem por uma transformação da plataforma de analytics, de forma que o usuário ganhe mais autonomia no manuseio da ferramenta. Falta, como ressaltou Tapadinhas, um trabalho integrado para que novos silos não sejam criados nas empresas. A TI precisa partir para um modelo onde a plataforma de BI contemple uma Analytics Workbench, que seria uma espécie de mesa central com todas as funcionalidades disponíveis e de maneira que o usuário tenha a liberdade de criar os cruzamentos necessários.
“É preciso criar um ambiente de colaboração entre TI e negócio, de maneira que o usuário poderá chegar a algo novo, colocando seus pontos, parametrizações. Nesse modelo, o conteúdo precisa ter uma certificação, principalmente se for para uso fora da organização”, concluiu Tapadinhas.
Fonte: ITForum
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Empresas precisam reconstruir suas plataformas de BI e analytics, afirma Gartner

O Excel está por todo o lado. A equipe de BI continua não dando resposta”, resume João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria

CIOs e especialistas debruçados em ferramentas analíticas estão passando metade do tempo no mundo tradicional e a outra metade no mundo emergente. Na visão do Gartner, a ascensão da economia digital, exige das organizações um processo de reconstrução de suas plataformas de BI e analytics. A consultoria afirma que esses profissionais precisam achar formas de “superar a fronteira analítica”, dentro de um conceito de TI bimodal.

Para a companhia, a abordagem de sistema único de business intelligence fracassou. “O Excel está por todo lado. A equipe de BI continua não dando resposta”, resume João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria, dizendo que isso faz com que usuários das áreas de negócio busquem recursos que atendam a suas demandas, criando zonas de sombra tecnológica dentro das organizações.

Essas áreas usuárias avançam em suas capacidades de exploração de dados até chegar a um nivel que as planilhas não são mais suficientes, e então compram ferramentas como Tableau e Qlik, pois os times de BI as não atendem. Na sua visão, ferramentas mais sofisticadas não trazem um problema novo às companhias, mas adicionam a capacidade de gerenciar uma dificuldade que antes não era possível aos gestores. “O primeiro ponto para isso é criar um ambiente de colaboração”, afirma.

O especialista propõe uma abordagem em níveis para endereçar uma solução à situação. Isso passa por dar autonomia aos usuários para que, no futuro, seja possível estabelecer um laboratório de data science dentro da empresa.

Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisa do Gartner, observa que o mercado de ferramentas está mudando mais rápido que as pessoas esperam. “As opções de DBMS (sistemas de gestão de bancos de dados, na sigla em inglês) crescem rapidamente. Há seis anos, havia seis players e, hoje, no Brasil, já tem Hortonworks e Cloudera atuando e há a expectativa da chegada de vendors de NoSQL, como Mongo”, cita.

O especialista menciona que isso adiciona complexidade à decisão sobre qual caminho seguir, especialmente com o advento de cloud e soluções in-memory. “Começaremos a ver um ambiente cada vez maior de startups vindo mais cedo para cá do que vieram no passado. Coisas andarão mais rápido mundialmente”, comenta.

Caminho a seguir

“Líderes de TI e de Analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese”, afirma Frank Buytendijk, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

O analista observa que resolver um dilema exige um pensamento de soma de variáveis. “Não é um equilíbrio ou uma escolha entre duas opções, mas a fusão de elementos e a formação de um novo todo”, acredita, citando três dilemas-chave que são vivenciados quando o assunto é BI.

Modelos centralizados versus descentralizados – De acordo com o Gartner, muitos líderes de TI e de Analytics estão se esforçando para encontrar o equilíbrio correto entre modelos organizacionais centralizados e descentralizados. Tradicionalmente, o trabalho é feito por uma única equipe de BI, com o armazenamento de dados empresariais responsáveis por toda a integração de informações, e relatórios da organização criados para garantir uma “única versão da verdade”.

A consultoria aponta, no entanto, que esta consistência também pode criar um gargalo. “Os usuários comerciais agora exigem um recursos descentralizado, em que indivíduos e grupos de trabalho possam integrar, analisar e relatar seus próprios dados”, lista. O desafio passa a ser uma questão de como permitir uma abordagem descentralizada, mas sem sacrificar a consistência e a integridade das informações.

Certezas existentes versus novas oportunidades –Executivos de tecnologia estão se esforçando para escolher entre a certeza e a necessidade de completar o registro dos casos de uso atuais e as oportunidades inovadoras oferecidas pelo negócio digital – mas com altos níveis de risco e incerteza. Casos de negócio incertos com novas tecnologias geram resultados arriscados, mas também oportunidades imensas.

A abordagem tradicional é concebida tendo em vista a certeza. Muitas organizações ainda têm um registro de trabalho de BI que cobre facilmente três anos ou mais, e sempre haverá uma necessidade de relatórios de gestão padrão e informações integradas. Ao mesmo tempo, existe a ameaça de que o desempenho comercial e o retorno em iniciativas de BI se reduzam lentamente, se não houver inovação.

Proteger dados versus compartilhá-los – Segundo o Gartner, inércia, mudanças e resistência humana ao novo estão reduzindo a capacidade das empresas de obter mais de seus dados. Carreiras foram construídas em torno da proteção de dados, ao invés de compartilhá-los livremente, mas os novos modelos comerciais dizem respeito ao compartilhamento de informações.

“No mundo do comércio digital, a informação se tornou o principal recurso de organizações em localidades e setores diferentes. Na maioria dos casos, a informação é o fluxo primário, seguido de bens e serviços e do fator financeiro”, pondera a consultoria, reforçando a visão de que a tecnologia se torna parte dos produtos e serviços de uma empresa.

Fonte: Computer World

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65% das aplicações de IoT geram receita

A Progress anunciou os resultados de sua mais recente pesquisa de mercado, realizada em conjunto com a empresa especializada Harbor Research. Os resultados iniciais mostram que 65% dos aplicativos de Internet das Coisas (IoT) em produção hoje no mercado estão gerando receita real. O estudo da Harbor Research também revela que os desenvolvedores preveem uma ampliação desse número para 80% das aplicações em 2018. Os setores que atualmente lideram o desenvolvimento de IoT incluem o de casas inteligentes, wearables, automotivo e o de esportes/fitness.

A pesquisa solicitou respostas de 675 desenvolvedores de aplicações ao redor do globo, cobrindo os países EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Suécia, Holanda e Índia. O estudo mostra que 45% dos desenvolvedores entrevistados estão desenvolvendo aplicações IoT atualmente. Os desenvolvedores baseados nos EUA estão produzindo o maior número de aplicações de Internet das coisas (58%), seguidos pelos Países Baixos (50%) e Alemanha (43%).

Quando perguntados sobre quais indústrias são fundamentais para o desenvolvimento de aplicações para Internet das Coisas, os entrevistados citaram casas inteligentes (19%), wearables (13%), automotivo (11%) e esportes/fitness (11%) como os mercados prioritários. Eles também apontaram essas indústrias como as de maior potencial de receita em apps para IoT hoje. O setor público, por sua vez, apareceu apenas na parte inferior da lista (4%).

Mudanças nesse cenário estão previstas para um prazo de três a cinco anos, quando os desenvolvedores de aplicativos esperam que a saúde (14%) venha a liderar a lista, seguida de cidades inteligentes (13%) e setor automotivo (12%), sendo estes os três principais setores com potencial para o desenvolvimento de aplicações e geração de receitas com IoT. O setor público também deve subir e se igualar ao atual popular mercado de dispositivos usáveis (ambos com 8%).

Tecnologia

Os desenvolvedores citaram o Android como o melhor sistema operacional (OS) para criar aplicações para dispositivos da Internet das Coisas (29%), seguido pelo Windows (24%), Linux (21%) e iOS (16%).

O Java provou ser a plataforma/linguagem mais popular usada para coletar e integrar os dados do lado do servidor (55%), seguida pelo PHP (17%) e Node.js (12%). 40% dos entrevistados – sempre ou geralmente – usam uma ferramenta de desenvolvimento rápido de aplicações (RAD) , ao invés de construir a partir do zero, uma mudança significativa a partir de abordagens de desenvolvimento tradicionais.

Fonte: Decision Report

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Como construir um networking de sucesso

Cada vez mais o networking – ou a habilidade de desenvolver relacionamentos – tem sido reconhecido como a chave do sucesso para o acesso às novas oportunidades, tanto na carreira profissional, seja em uma entrevista de emprego ou na liderança de um grupo, quanto no mundo dos negócios, na venda de produtos ou serviços

Reforço aqui o meu conceito da aplicação dos “3 Ps” que são utilizados em qualquer relação pessoal, profissional ou comercial. São eles: Paciência, Persistência e Pontualidade.A efetivação de um networking exige um certo grau de esforço e engajamento pessoal no ato de estabelecer os primeiros contatos e tempo para poder acompanhá-los e sustentá-los.

Então, a primeira pergunta que você deve se fazer para iniciar um networking de sucesso é “O que eu sei fazer que posso oferecer para alguém?” e a segunda – tão importante quanto a primeira – é “O que alguém necessita que posso aprender a oferecer?”.

A primeira pergunta “O que eu sei fazer que posso oferecer para alguém?”  está diretamente ligada ao autoconhecimento e a segunda “O que alguém necessita que posso aprender a oferecer?” ao autodesenvolvimento e às necessidades específicas de um público.

Isso significa que um “networker de sucesso” ou, seja, aquele que está trabalhando para criar uma rede eficaz de relacionamentos com compromissos mútuos, deve acreditar e confiar naquilo que oferece para sua rede e, acima de tudo, continuar investindo constantemente na sua atualização de conteúdos para promover um aprimoramento no seu rol de produtos ou serviços oferecidos.

Um networking de sucesso não é apenas atender ao maior número de pessoas que você puder atender em um determinado local presencial ou virtual com a intenção de mostrar um vídeo sobre aquilo que você faz, compreende? As pessoas precisam perceber que você tem uma preocupação e interesse genuíno na construção de um relacionamento de confiança e que deseja realmente entregar algo útil e necessário para que elas possam se sentir melhores, valorizando o tempo e recursos que estão investindo.

Tenho visto esse erro em muitos networkers que vivem colocando vídeos com dicas na Internet com o intuito de vender algo depois. Isso alavanca público mas não consolida o networking, pois é apenas uma vitrine de um produto ou serviço. A princípio, esta estratégia pode até funcionar por um algum tempo, mas aos poucos vai se desgastando se o público perceber que está sendo “usado” apenas para passar o seu cartão de crédito e acumular cifrões para o networker.

Quantas vezes você já se desconectou de alguma estratégia de telemarketing ativo ou abandonou um grupo por não acreditar naquilo que estava sendo comunicado? É assim que as pessoas desistem de algo, pois não acreditam que o que está sendo comunicado está expressando uma compreensão da sua real necessidade de ser atendido.

Criar um evento presencial ou até virtual para o estabelecimento dos primeiros contatos pode ser uma armadilha se o networker não tiver a consciência real daquilo que acredita que irá oferecer ao seu público como um benefício. É preciso ter, portanto, um interesse genuíno em oferecer um benefício que possa auxiliar alguém a reconhecer um valor agregado naquilo que está sendo comunicado, pois as pessoas percebem quando o interesse é apenas na obtenção de uma vantagem pessoal.

Cabe aqui, neste momento, um outro conceito, o dos 3 Gs, que é o Ganha – Ganha – Ganha, ou seja o bom networker deve saber equalizar a sua comunicação para “Eu ganho – Você ganha – Nós ganhamos”.

Uma outra armadilha é falar mais do que fazer. É preciso ser congruente e agir conforme a sua fala, ou seja, se você deseja ser lembrado na sua rede de relacionamentos faça mais e fale menos. Isso significa que as pessoas se afastam de pessoas que apenas ficam prometendo aquilo que irão fazer. Então, neste encontro presencial, precisará fazer algo para mostrar ao público presente que você domina o assunto e está muito mais aberto a doar algo do que ganhar algo.

Ou seja: doar imediatamente para receber a prazo, pois você irá construir uma relação duradoura baseada em compromissos mútuos, lembra-se?

Isso vale até para um candidato a uma vaga de emprego, pois ele precisa acreditar em si mesmo e saber quais são as necessidades do contratante. Para isso, é necessário novamente saber fazer as perguntas certas e estar disposto a ouvir as respostas, ou apenas relembrando “Quais são os interesses mútuos nesta relação?” ou “O que eu posso oferecer?” ou “O que eu preciso aprender a oferecer?”.

E deste modo, identificando as necessidades e interesses do seu público que pode ser uma empresa, um indivíduo ou um grupo de pessoas, o seu trabalho será o de apresentar as respostas certas que eles querem receber, enfim, as soluções inteligentes para os problemas e necessidades deste networking.

Feito isso, você irá manter esta rede sempre informada com novidades e atualizações constantes de conteúdos, dicas e soluções e irá acompanhar pontualmente as novas necessidades que irão surgir por e-mail, telefone e até contato presencial com seu público.

É preciso também saber agradecer a quem estiver junto com você na sua rede de relacionamentos, pois estas pessoas também estão auxiliando-o, fornecendo informações ou apenas fazendo perguntas que você irá, prontamente, se dedicar para responder.

Portanto, sempre que possível, agradeça publicamente e elogie genuinamente o seu público, pois isso reforçará positivamente a sua autoconfiança e elevará a motivação do seu networking de sucesso.

Para finalizar, quero reforçar que esse networking deve ser alimentado continuamente, compreende? Apenas desta forma ele irá crescer e evoluir com o tempo e as pessoas que fazem parte dele irão se lembrar de você como um inteligente e confiável solucionador de problemas.

Este é o segredo dos networkers de sucesso: eles entregam soluções confiáveis que as pessoas seguem e replicam.

Fonte: Administradores

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Uma nuvem para cada um de nós

Grande parte dos serviços em cloud já sofreu ataques que expuseram dados sensíveis sobre seus usuários.

A velocidade com que novas tecnologias e metodologias surgem na computação só não é mais alta do que a rapidez com que algumas desaparecem. De tempos em tempos, porém, uma inovação vence algumas barreiras para “mudar o jogo” completamente. A última delas foi a adoção em massa do cloud computing – a famosa nuvem –, que, como a conhecemos hoje, pode ser usada para fins diversos, sejam pessoais ou profissionais.

Antes de defender suas utilidades, vale a pena dizer que não existe nenhuma solução totalmente segura e confiável. Grande parte dos serviços em cloud usados para armazenar e compartilhar documentos, fotos, vídeos e senhas, como Dropbox e Evernote, já sofreram ataques que expuseram dados sensíveis sobre seus usuários. Outro fator que se deve ter em mente é a resistência dos serviços contra desastres naturais. Não existe proteção capaz de resistir a um forte terremoto, tsunami ou incêndio.

Atualmente, alguns destes serviços realizam a duplicação de dados em espaços físicos distantes para minimizar o impacto caso o pior aconteça. Mas tudo o que estiver cuidadosamente gravado em um disco externo, DVD ou flashdrive, também está suscetível às mesmas falhas de segurança e corrupção de informações citadas anteriormente. A grande diferença é que os serviços baseados na nuvem dispõem de profissionais que tomam conta dos dados apoiados pela mais alta tecnologia disponível.

Existem serviços de armazenamento para todo tipo de arquivo, não importa o formato. O céu – mais precisamente, a nuvem – é o limite quando falamos de provedores deste tipo. A disponibilidade dos arquivos também é um diferencial, já que os dados passam a ser acessíveis por qualquer dispositivo conectado à Internet.

Para um usuário comum, agora é possível começar a se beneficiar com a nuvem sem gastar nada. A maioria das ferramentas disponibiliza um espaço gratuitamente, que varia: Dropbox, OneDrive, Copy e Mega oferecem desde 2GB até 50GB de graça, enquanto o Flickr (que armazena fotos e imagens) permite 1 Terabyte de fotos por usuário sem cobrar um centavo

Existem também soluções voltadas à empresas, como a Amazon Web Services e o Box. Essas são bem mais robustas e podem ser mais custosas. A verdade é que, sabendo a real necessidade e o serviço provedor que melhor atende os objetivos do usuário, a nuvem só tem a trazer benefícios em curto, médio e longo prazo.

Fonte: ComputerWorld

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Investimento global cresce 33% e abre espaço para TI Bimodal

Segundo Gartner, mercado de infraestrutura como serviço deve movimentar US$ 16,5 bilhões esse ano e transformar formato de gestão

Segundo Gartner, mercado de infraestrutura como serviço deve movimentar US$ 16,5 bilhões esse ano e transformar formato de gestão

O investimento global com infraestrutura como serviço (infrastructure as a service, ou IaaS) vai crescer 32,8% e atingir US$ 16,5 bilhões em 2015, segundo projeção do Gartner. A taxa composta anual de crescimento até 2019 será de 29,1%, estima a consultoria.

Pelo modelo, é possível contratar servidores virtuais, roteadores e demais elementos de forma flexível, pagando apenas conforme os recursos utilizados. A consultoria levantou que, em 2015, 83% dos CIOs consideram adotar soluções IaaS, e que 10% já as implantaram como opção primária.

O Gartner aponta que os usos mais comuns para a IaaS são ambientes de desenvolvimento e teste; computação de alto desempenho e processamento em lote; sites na internet; aplicativos com conexão à web; e aplicativos para negócios internos não-sensíveis. Um número crescente de empresas já executa aplicativos de operações críticas na nuvem IaaS, aponta a consultoria.

Bimodal

Com a adoção maior de infraestrutura em cloud na empresa, é essencial que o departamento de TI saiba operar de forma bimodal, avalia a consultoria. No chamado Modo 1, deve estar apto a preservar a visão tradicional e privilegiar eficiência, segurança e escalabilidade; e, no Modo 2, é preciso enfatizar inovação, agilidade e velocidade.

As soluções de IaaS atuais costumam ser instaladas em projetos ligados ao Modo 2, ágeis e de menor escopo e budget, segundo o Gartner. Conforme as empresas se adaptarem à tecnologia, passarão a adotá-la em iniciativas de Modo 1, tradicionais e de longo prazo. Essa movimentação já foi efetuada com outras soluções, como virtualização e data center, e as lideranças de TI devem ficar atentas às expectativas da empresa e à realidade do mercado para ajudar a promover uma transição proveitosa para o negócio.

Fonte: ITForum365

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Cérebros humanos ligados à Cloud em 2030?

A tecnologia tem vindo a crescer a um ritmo frenético. Com o aparecimento do conceito da Cloud,  existem cada vez mais serviços digitais que oferecem as mais diversas funcionalidades.

Mas, os visionários desta área, já falam na ligação dos cérebros humanos à cloud podendo assim o utilizador guardar e recuperar várias informações.

Realizou-se em Nova Iorque, na passada quarta-feira, a conferência de Finanças Exponenciais onde participou Ray Kurzweil, Director de engenharia de tecnológica da Google.

Segundo ele, a tecnologia evoluirá de tal forma que, já em 2030, o cérebro terá um funcionamento/processamento híbrido: metade biológico e metade digital, podendo este ser ligado à Internet para backup de informação.

Kurzweil refere que o cérebro vai estar ligado à Internet via nanobots, pequenos robôs feitos de cadeias de ADN.

“Our thinking then will be a hybrid of biological and non-biological thinking”

Na perspetiva de Kurzweil,  tudo isto vai evoluir gradualmente, pois é esta a natureza do ser humano… transcendermos as nossas limitações.

“We’re going to gradually merge and enhance ourselves”.. “In my view, that’s the nature of being human — we transcend our limitations.”

Ray Kurzweil é um visionário pois, em 1990, o engenheiro previu 147 mudanças tecnológicas para 2009, tendo vindo a confirmar-se 87% das mesmas. Kurzweil também previu que os computadores portáteis iriam sem amplamente usados e que as ligações por fio iam perder de importância.

Fonte: PPLWare

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Por que transações no e-commerce não são completadas?

Dados de mercado apontam que, em média, três em cada dez transações no e-commerce não são completadas. Seja por dificuldades de conexão entre adquirente e loja virtual ou por algum problema no cartão do cliente, é extremamente importante que o lojista saiba identificar e entender cada recusa para tornar a solução de pagamento uma ferramenta estratégica.

Conheça os cinco principais motivos que levam uma transação a ser recusada:

Timeout : problema frequente em qualquer produto ou serviço que funcione na Internet, um timeout ocorre quando a comunicação entre dois serviços leva mais tempo que o esperado. Algumas adquirentes em picos de volume costumam apresentar este erro.

Indisponibilidade: geralmente ocorre quando há dificuldades de conexão ente a loja virtual/gateway de pagamento com o adquirente.

Falta de limite: o valor da compra é superior ao permitido no cartão de crédito do cliente.

Informações erradas: ao preencher os dados do pagamento, o consumidor pode ter digitado errado, como número, data de vencimento, nome impresso no cartão etc.

Cartão bloqueado: este erro ocorre normalmente quando o portador do cartão sofre um bloqueio – que pode ser após uma tentativa de fraude ou roubo detectada pelo banco emissor do cartão.

Fonte: Decision Report

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Déficit de competências assombra CIOs na era moderna

Na era da terceira plataforma, o que os CIOs devem fazer para encontrar e reter talentos?

Em 1980 uma pequena porção de fornecedores e tecnologias dominavam o mundo da IT. Hoje, esse cenário cresceu drasticamente, com uma porção de novas arquiteturas de dados e aplicações, linguagens e ferramentas open-source que vieram para ficar – e para melhorar.
 
Mas os profissionais disponíveis no mercado, que antes se mostravam talentosas armas na corrida tecnológica, hoje se posicionam aquém do esperado. Criou-se, então, uma lacuna entre as habilidades que a nova TI requer e as que os atuais talentos possuem – e esse déficit de competências é uma das principais preocupações dos CIOs na era moderna, como observa o autor do livro “The U.S.Technology Skills Gap”, Gary Beach, em sua coluna para o CIO Journal.
 
No passado, a TI era definida pela Primeira Plataforma: o mainframe, o minicomputador e aquele terminal de tela verde. Essa era acabou com a chegada da Segunda Plataforma, onde foram estabelecidas as tecnologias Internet/LAN e cliente-servidor. A IBM, com seus softwares e hardwares, dominava 90% do mercado na primeira plataforma, enquanto que a Microsoft teve seu ápice na segunda.
 
O domínio de ambas as empresas ajudava os CIOs na tortuosa tarefa de encontrar talentos para o trabalho. Para as contratações, os chief information officers tinham apenas que procurar nos currículos de seus candidatos o conhecimento relativo a plataformas IBM e Microsoft e teriam prontamente escolhido o seu novo subordinado. Nessa época, não havia preocupações sobre o déficit de competências.
 
Em 2010, o cenário tecnológico mudou com a chegada da terceira plataforma, baseada nos pilares redes sociais, cloud, mobilidade e big data/analytics. E isso dificultou um pouco as coisas para os CIOs no quesito contratação de talentos qualificados. 
 
Perguntas como ‘como encontrar o talento certo para implementar uma nuvem híbrida’ ou ‘como encontrar especialistas em segurança da informação’ começaram a assombrar a TI moderna.
 
A dica de Frank Gens, vice-presidente do International Data Corporation e também o principal arquiteto da teoria da terceira plataforma, é: já que não há mais empresas dominantes para serem usadas como guias, os CIOs precisam, agora, procurar comunidades de desenvolvedores de softwares para determinar quais linguagens de programação são mais populares entre os desenvolvedores. A ideia é construir empresas digitais em cima disso.
 
Se as previsões estiverem certas, a terceira plataforma irá durar por um bom tempo e definirá como os CIOs farão seus trabalhos, irão adquirir tecnologias e gerenciar decisões relativas às equipes até 2040, de acordo com Beach. O cenário não terá mais as empresas nos holofotes, mas sim os desenvolvedores de softwares.
 
Se os CIOs forem espertos, aproveitarão as oportunidades para se tornarem protagonistas de uma história que será escrita em conjunto com as comunidades de desenvolvedores. Caso contrário, eles serão apenas coadjuvantes.
Fonte: ITForum365