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Como se proteger contra ransomware

O que é possível fazer para evitar ser alvo de um ataque e o que fazer caso você se veja nessa situação. Você deve pagar?

Perder o acesso a seus arquivos, sejam fotos preciosas ou documentos comerciais, é algo que esperamos que você nunca experimente. Mas se o pior acontecer e seu PC ou celular acabar infectado com WannaCry, CryptoLocker ou algum outro ransomware, o que você deve fazer?
 Será que os hackers realmente honram o pagamento e entregam uma chave de descriptografia? 
Aqui está o que sabemos, como se proteger contra ransomware, e o que o FBI aconselha às vítimas.

Ransomware scams: pagar ou não pagar 
Antes que um  ransomware, chamado Wanna Decryptor ou WannaCry, atingisse empresas do mundo inteiro na última  sexta-feira, derrubando parte de sua rede, algumas empresas já haviam experimentado o desabor de lidar com o problema. 

Em 2016 um hospital em Hollywood ganhou as manchetes depois que admitiu ter pago quase 17mil para recuperar arquivos críticos, incluindo dados do paciente. Segundo relatos, os criminosos destrancam os arquivos do hospital e tudo estava bem apenas 10 dias após o ataque.

Mas não há garantias de que os criminosos por trás de todas as variantes ransomware façam o mesmo. Se você pagar, você corre o risco de não receber nada em troca.

Ninguém está completamente certo da probabilidade exata de obter seus arquivos de volta se você optar por entregar o dinheiro (ou, mais tipicamente, Bitcoins).

Além disso, as empresas raramente admitem pagar resgates, porque isso também admite que sua rede foi comprometida em primeiro lugar.

Ferramentas de descodificação de ransomware grátis

Normalmente, o resgate cobrado envolver várias centenas de dólares, o que é mais barato do que empregar uma empresa de recuperação de dados para tentar decifrar os arquivos. Mas antes de você pagar alguém, verifique se há uma ferramenta livre disponível, capaz de recuperar o que foi perdido.

A Kaspersky, por exemplo, tem um decifrador de ransomware que trabalha com o Coinvault e o Bitcryptor. Há outra ferramenta que funciona com arquivos criptografados com Teslacrypt .

Se você é uma vítima de Locker, então veja este tópico em Pastebin.

A primeira tarefa, então, é descobrir qual o malware exato criptografou seus arquivos e, em seguida, pesquisar  para ver se uma ferramenta de descriptografia está disponível.

Se não, verifique se você tem backups atualizados o suficiente para evitar ter que pagar o resgate.

E se você não tem backups, o conselho do FBI – incrivelmente – é ir em frente e pagá-lo. Diz que é frequentemente a maneira mais rápida e mais barata de resolver o problema, mas nem todos concordam.

Existem duas principais escolas de pensamento. A primeira é que os cibercriminosos querem tornar tão fácil quanto possível o pagamento e a obtenção da sua chave de descriptografia. Afinal, eles querem outras pessoas pagando també,. Então, o processo precisa funcionar. Assim, se voc6e seguir as instruções quando ao ver o resgate na tela e você obterá seus dados de volta. Mas isso também pode torná-lo presa fácil de outros ataques.

Mesmo que você obtenha uma chave ou alguma ferramenta para descriptografar seus arquivos, ainda asssim você não estará seguro. Os criminosos ainda podem ter acesso à sua máquina e mantê-la para solitação de um novo resgate.

Aqueles que aconselhariam você a não pagar também alertaram contra crenças como o caso do hospital de Hollywood, já que os criminosos irão muito longe para postar falsos depoimentos sobre como descifrar arquivos com sucesso para persuadir as vítimas a pagarem.

Como proteger contra ransomware

Se você estiver lendo isso tendo sofrido um ataque ransomware, o seguinte conselho provavelmente vem tarde demais. Mas se você não tiver, há várias coisas que você deve fazer:

1 – Fazer backups regulares de todos e qualquer arquivo que você não pode perder. Não assuma que os backups em nuvem ou o armazenamento em nuvem são imunes a ransomware: muitos serviços sincronizam arquivos com aqueles no seu disco rígido e poderiam sobrescrever arquivos não criptografados por outros, mais novos, criptografados. O melhor plano é fazer vários backups que incluem cópias em discos rígidos ou em qualquer mídia que não esteja conectada a um computador ou à Internet. Um disco rígido USB portátil é o ideal.

2 – Mantenha o seu antivírus e software de segurança da Internet atualizado e certifique-se de que você está usando o software que pode proteger contra todos os tipos de malware, incluindo ransomware. Leia o PC Advisor’s up-to-date independente Melhores análises antivírus .

3 – Seja cada vez mais vigilante sobre quais anexos de e-mail você abre e links que você clica. Ransomware geralmente depende de vulnerabilidades humanas, em vez de apenas fraquezas no software de segurança. Mesmo que um e-mail ou anexo seja de uma pessoa conhecida, ou do seu provedor de serviços, verifique se ele é genuíno. Em caso de dúvida, não abra o e-mail, muito menos abra um anexo ou clique em um link que supostamente o levará a uma página onde você pode inserir seus dados bancários.

Fonte: CIO

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Receita Federal lança novo portal do eSocial

A Receita Federal do Brasil lançou na quarta-feira (10) o novo portal do eSocial.
O site, que foi desenvolvido dentro da Identidade Padrão de Comunicação Digital (IDG) do Governo Federal, oferece um menu com mais funcionalidades que facilita a navegação e acesso às informações a ao público em geral.

Em julho será dado o segundo passo do processo de atualização do portal que é a abertura do ambiente de testes do programa.

O órgão informou que o site só passará a recepcionar as informações do eSocial após a abertura do período de testes, sendo obrigatório o envio das informações somente em 1° de janeiro de 2018, no caso das empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões, e em 1° de julho do mesmo ano, para as demais companhias.

Conforme solicitação da Fenacon, a entrada em vigor terá como ano-base o faturamento de 2016.

Fonte: TIRio

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Quatro dicas para TI ser estratégica na agenda de Compliance da organização

Na busca pela conformidade e pela garantia de transparência para os stakeholders, cada vez mais, a TI será peça chave para as organizações. Não seja só um espectador do que estão fazendo, domine essa agenda

Nos últimos anos, temos um número crescente de textos falando sobre a importância do Compliance para as organizações. Se pararmos para pensar, é algo curioso, dado que estar em compliancesignifica estar em conformidade com algo que, em tese, é uma referência de boa prática ou um normativo a ser seguido.

Por que, então, temos que escrever e convencer alguém, ou alguma organização, que é importante estar em conformidade com algo que é bom? Não seria o comportamento esperado?

Se voltarmos ao fim da década de 90, início dos anos 2000, vamos nos lembrar do famoso episódio da Enron e das fraudes contábeis que balançaram Wall Street. Acionistas enganados por balanços alterados e por sistemas de informação que possibilitavam a adulteração de informações. Este episódio ensinou que o complicado mundo de Tecnologia da Informação era uma ferramenta poderosa, a ser usada tanto para o lado positivo quanto para o negativo. Nem sempre estar conforme algo correto fez parte das estratégias de negócio, infelizmente.

Voltando ao presente, no contexto brasileiro, a demanda por ações de transparência e combate à corrupção estão colocando a agenda de compliance entre as prioritárias dos conselhos de administração. Mais uma vez, de forma mais poderosa ainda, a TI pode e deve ser vista como uma grande aliada a esse combate. Aqui, trago quatro dicas advindas de lições aprendidas para alinhar a TI à agenda de compliance de sua organização.

  1. Estabeleça princípios de compliancetecnológico alinhados à estratégia da organização:

–  Defina, aprove e comunique corretamente a todos os colaboradores o que a empresa irá monitorar, como ela pretende fazer isso e quais são os comportamentos proibidos e quais são os desejados.

–  Traduza as definições em controles tecnológicos, tais quais o monitoramento de tráfego de rede, controle de palavras-chave em e-mail e chats corporativos, alertas de conteúdo, entre outros.

–  Mais importante: foque em estimular o comportamento desejado e premie os bons exemplos. Gaste mais tempo nisso do que no papel de polícia, vigiando e punindo. Faça esse último apenas quando realmente necessário.

  1. Garanta uma cadeira no Comitê Executivo de Compliance para a Tecnologia da Informação:

–  Grande parte das ações de conformidade corporativa pode passar por TI e, em muitos casos, nenhum representante da área está presente nas discussões. Acabam recebendo apenas demandas do estilo “faça isso para ontem”. Envolva os arquitetos de informação e os especialistas em segurança para contribuírem para a agenda de compliance global do negócio.

–  Sendo o representante de TI deste comitê, aproveite para educar a todos sobre como a Tecnologia da Informação pode ser um forte aliado no combate à corrupção e a práticas não aceitáveis. Busque bons exemplos e casos e venda para o seu comitê.

  1. Busque elevar a maturidade dos controles de Governança de TI para novos patamares:
    Não é nenhuma novidade que o mercado de TI possui diversos e bons modelos de referência para Governança e Compliance.

– Busque elevar a maturidade de seus processos, uma vez que práticas internacionais já foram testadas com sucesso em diversas organizações e podem lhe servir de guia.

–  Busque apoio principalmente no framework do CobiT®5, uma vez que é usado como base pelas principais empresas de auditoria e pelos órgãos de controle brasileiros, mesmo que eles não citem diretamente.

–  Implante uma cultura de conformidade dentro da própria TI, buscando processos maduros. Dê especial atenção às disciplinas de Gestão de Identidade e Acesso, Gestão da Segurança da Informação, Arquitetura e Gestão de Controles Internos/Externos.

  1. Comunique em excesso e foque na agenda positiva:

–  A maioria das empresas trata compliance como agenda negativa e com tom punitivo. Inverta essa lógica e você verá o sucesso. Busque trazer palestras, comunicados e bons exemplos de como estar em conformidade com boas práticas e normas pode ser uma alavanca de negócios.

–  Premie os melhores comportamentos e, principalmente sendo um gestor, lidere pelo exemplo. Uma liderança forte e íntegra serve muito mais à organização do que um bom manual escrito.

Na busca pela conformidade e pela garantia de transparência para os stakeholders, cada vez mais, a TI será peça chave para as organizações. Não seja só um espectador do que estão fazendo, domine essa agenda.

Fonte: CIO

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Internet das Coisas: Seis coisas que você precisa saber sobre a segurança

Para começar, parta de uma premissa simples: A IoT torna nossas vidas mais fáceis. Falhas de segurança, não

O surgimento do Internet das Coisas está alterando nosso paradigma pessoal de segurança tecnológica e mudando o jogo na interação cliente/negócio, em parte devido ao amplo escopo de dados disponíveis e ao grande número de dispositivos que coletam esses dados.

A McKinsey & Company estima que o ecossistema IoT deve gerar 6 trilhões de dólares até 2025. As ofertas de IoT bem-sucedidas dependem da percepção do benefício que elas podem oferecer às empresas e aos consumidores ao criar uma base proporcional de segurança, confiança e integridade dos dados.

Existem maneiras importantes de que a tecnologia IoT possa reduzir o risco de segurança de dados ao mesmo tempo em que melhora a experiência do cliente em um mundo conectado.

 Jack Nichols, diretor de gerenciamento de produtos da Genesys , aponta seis delas.

1 – Justificar a despesa empresarial de “incorporação” de segurança 
Como com todas as tecnologias, as considerações de segurança de IoT devem ser incorporadas em todas as fases do desenvolvimento, desde o início até a implantação. Algumas organizações têm dificuldade em justificar o tempo e as despesas adicionais que acompanham as novas iniciativas de segurança ou a adesão à implementação contínua das melhores práticas. Todo mundo quer as maravilhosas novas capacidades, mas muitos se recusam a ver os custos e a complexidade operacional que acompanhas a implementação e udso dessas novas tecnologias. Não raro, segurança torna-se uma reflexão tardia que é abordada no final do processo. Essas mesmas organizações devem estar cientes de que existem agora inúmeras implicações legais em torno de como uma organização lida com sua segurança IoT. Muito mais importante, a “experiência do cliente” é o diferenciador de negócios reinante.

2 – Testar, testar e re-testar 
Uma pesquisa recente descobriu que 80 por cento dos aplicativos IoT não são testados para vulnerabilidades de segurança. Isso representa um número impressionante de pontos de extremidade disponíveis de forma insegura. À medida que você está desenvolvendo seus aplicativos e serviços de IoT, você precisa realizar análises de vulnerabilidades internas e de terceiros e testes de penetração. Tenha em mente que é melhor dobrar a segurança no ciclo de desenvolvimento do produto, em vez de ter que correr atrás depois do primeiro ataque. Se você tornar operacional um sistema de IoT inseguro, então você está arriscando tudo, inclusive a inestimável confiança do consumidor.

3 – Gerenciar proativamente as operações de segurança de IoT, remotamente 
Hoje, um grande número de fabricantes de produtos IoT e desenvolvedores de aplicativos contam com o usuário final para a instalação de atualizações e configurações de segurança, o que não é aconselhável. Idealmente, as empresas devem ser capazes de realizar remotamente as instalações de patches e atualizações de segurança assim que estiverem disponíveis, para evitar vulnerabilidades. De acordo com a versão mais recente do IoT Trust Framework, tais atualizações devem ser assinadas e/ou verificadas de outra forma, para garantir que são provenientes de uma fonte confiável. As atualizações e os patches não devem modificar as preferências configuradas pelo usuário, sem que antes haja a notificação do usuário. Atualizações automatizadas (em vez de automáticas) aumentam a confiança do cliente porque você faz o trabalho pesado, enquanto ainda fornece aos usuários a capacidade de aprovar, autorizar ou rejeitar alterações de privacidade, por exemplo.

4 – A criptografia é sua amiga
O uso da velha criptografia também é aconselhado no novo IoT Trust Framework. Mostre aos seus clientes que você se preocupa com sua privacidade, garantindo que qualquer site de suporte usado em seu serviço IoT criptografa completamente as sessões de usuários, do dispositivo ao backend. “As melhores práticas atuais incluem HTTPS ou HTTP Strict Transport Security (HSTS) por padrão, também conhecido como AOSSL ou Always On SSL”. Além disso, os dispositivos devem incluir mecanismos para autenticar de forma confiável seus serviços de back-end e aplicativos de suporte.

5 – Transparência é importante 
A FTC multou o Visio por coletar e vender dados de proprietário de TV inteligente . Conforme descrito em um recente boletim IEEE IoT, os princípios de boa transparência não são exclusivos de IoT, mas exigem compreensão de que as ameaças de privacidade em um sistema IoT são exclusivas e exigem transparência de divulgação relacionada a três entradas:

1 – Dados pessoais coletados ou gerados.

2 – Ações de dados executadas nessas informações.

3 – O contexto em torno da coleta, geração, processamento, divulgação e retenção desses dados pessoais.

Esta não é apenas uma questão de direitos da empresa de coletar dados de sua base de consumidores. Por exemplo, o Regulamento Geral de Protecção de Dados (GDPR) na Europa determina que os consumidores deem o seu consentimento expresso para a coleta e seja informado sobre como cada um destes três inputs é gerido. Em geral, o melhor é indicar suas práticas de coleta de dados, bem como políticas de privacidade, segurança e suporte, em um local facilmente detectável no site da empresa, que pode ser revisado antes da compra ou do opt-in do serviço. Além disso, divulgue quais recursos e como eles deixarão de funcionar se os usuários recusarem consentir.

6 – Adotar análise de ponta e minimizar a quantidade de dados confidenciais em trânsito 
Um subproduto natural de conectar tudo é a criação de um excedente valioso de dados de clientes, que podem ser surpreendentes e perigososs. Além de salvaguardar o armazenamento desses dados, há a questão adicional de proteger enormes quantidades de dados à medida que trafegam na rede. Com as aplicações IoT, à medida que as informações são retransmitidas dos pontos finais para a nuvem, para computação e análise, há sempre o risco de exposição e ameaças de interceptação. Mas a atual tendência de mover a computação para os endpoints (a Fog Compunting ou Edge Computing) e transmitir apenas a informação essencial para a solução de IoT funcionar a contento, é possível reduzir potencialmente o trânsito de dados sensíveis. Os argumentos para a computação de borda geralmente se centram em torno do aumento de funcionalidades em tempo real e associados com a aprendizagem de máquina e IA. Mas ajudam na redução dos custos com conexão e aumento da segurança.

Fonte: CIO

 

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Três apostas em tecnologia já presentes no Brasil

O segredo para o sucesso na implementação delas é realmente conhecer as necessidades da sua empresa

Conectividade e integração. Essas são as palavras que representam o atual cenário da segurança – seja patrimonial, pública ou digital. Tive a oportunidade de participar da ISC West deste ano, em Las Vegas, nos Estados Unidos, e ver de perto as grandes novidades do mercado global da segurança. Lá, notei que algumas tendências que antes eram consideradas futuristas estão hoje se concretizando.

E isso se reflete também no mercado brasileiro. A busca incessante por evoluções tecnológicas que facilitem e simplifiquem os processos empresariais também ficou muito evidente na edição desse ano da ISC Brasil, onde tive oportunidade de conversar sobre o tema.

Algumas das tendências que estavam presentes nas soluções de diversos expositores se destacaram, e prometem dominar o mercado nos próximos anos:

1 – Internet das Coisas

Cada vez mais a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) abandona o campo do futuro e passa a ser tratada como realidade no nosso cotidiano. Projeções da IDC mostram que a IoT pode movimentar US$ 13 bilhões no Brasil até 2020, confirmando o impulso e investimento nessa tecnologia no país.

A IoT está literalmente mudando o mundo à nossa volta, permitindo que as empresas alcancem níveis de eficiência que antes não eram nem cogitados, e atingindo aspectos minuciosos do nosso cotidiano, como facilitar as tarefas domésticas.

No campo da segurança eletrônica, estamos caminhando cada vez mais para a automação dos ambientes, por exemplo. Os dispositivos estão conectados e interligados de várias maneiras, sendo que todo o sistema de segurança pode ser controlado pela internet, a partir de um dispositivo móvel.

Câmeras com acesso remoto pela internet, sistemas com Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Aumentada são apenas alguns dos recursos que já estão disponíveis para o usuário comum e que aparecem como tendência no mercado de segurança também no Brasil.

2 – Reconhecimento facial analítico

Não seria ótimo se as câmeras da sua loja reconhecessem os seus melhores clientes? Ou então identificassem o perfil do público que frequenta o seu estabelecimento? Isso já é realidade e está mais acessível do que podemos imaginar.

Os sistemas de reconhecimento facial, são cada vez mais comuns para estabelecer a identidade de um indivíduo para fins de segurança. Mas, além do campo da segurança, essas soluções estão trazendo diversos benefícios para o mercado, principalmente para o varejo, com produtos que são capazes de fornecer informações para o varejista sobre o cliente, bem como a performance da loja, detalhando a taxa de conversão de vendas em tempo real.

Além disso, há soluções que identificam o gênero e faixa etária do cliente e assim, ajudam a definir o perfil do público que frequenta o comércio.

O Vídeo Analítico para varejo foi uma das novidades que a Head Tecnologia apresentou na ISC Brasil, que usa dados para fornecer uma experiência muito mais profunda e qualitativa tanto para os varejistas quanto para consumidores. Com essa ferramenta, informações que antes eram utilizadas apenas para a segurança, agora podem ser aproveitadas para gerar um diferencial competitivo aos clientes. É possível, por exemplo, extrair importantes métricas de resultado, como o número de pessoas que pararam na vitrine e de fato entraram na loja. Pode-se também criar estratégias específicas para clientes VIPs, garantindo um atendimento diferenciado com base nos dados presentes no sistema de gestão.

As possibilidades são muitas, e o mercado tem só a se beneficiar com avanços nesta tecnologia.

3 – ChatBot

No último ano vimos a popularização de agentes virtuais nas mais diversas aplicações. Popularmente conhecidos como bots, esses agentes são capazes de realizar tarefas e interagir quase como uma pessoa. Através de um chat, o bot é capaz de compreender o que o usuário escreve para tomar decisões e responder perguntas.

A “humanização” da tecnologia, impulsionada pelo uso de inteligência artificial, representa um papel fundamental no atendimento ao cliente, muito mais personalizado e próximo do consumidor. Mas, além disso, os assistentes virtuais trazem algumas vantagens do ponto de vista dos negócios, como redução de custos, retenção de atendimentos, e aumento da satisfação do usuário, com um tempo de retorno muito mais rápido.

A assistente virtual Sara (Senior Automated and Responsive Agent), já presente na nossa solução de CRM, pode fornecer informações sobre clientes e até realizar agendamento de visitas, por exemplo.

E a Sara é só um exemplo de como os chatbots estão ganhando um espaço significante no mercado e estão trazendo inúmeras novas possibilidades de interação e otimização da experiência de uso para os usuários.

Essas tecnologias já são realidades para o meu negócio?

Essa é uma pergunta que pode surgir na cabeça de muitos empreendedores.

Muitas soluções revolucionárias estão sendo lançadas e o segredo para o sucesso na implementação delas é realmente conhecer as necessidades da sua empresa.

Ao contratar um serviço, é preciso avaliar se essa tecnologia será útil e atenderá suas expectativas, ponderando se o serviço trará um retorno do investimento em curto ou médio prazo. Além disso, a implementação deverá reduzir os custos operacionais e apresentar aumento da produtividade. Esses três fatores são essenciais para o sucesso da solução contratada.

Também é muito importante estar antenado com o que acontece no segmento da sua empresa, acompanhando as novidades e pesquisando novos serviços que podem impulsionar os seus negócios. E, como pudemos perceber pelos lançamentos em grandes feiras internacionais e nacionais, uma coisa é certa: tudo estará conectado e integrado.

 

Fonte: CIO

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Golpe no WhatsApp usa futebol para enganar usuários e roubar dinheiro

Os usuários do WhatsApp precisam estar atentos a mais um golpe no aplicativo de mensagens. De acordo com a empresa PSafe, os criminosos estão usando a paixão do brasileiro por futebol para enganar os usuários e roubar dinheiro.

No novo golpe, o usuário recebe uma mensagem no aplicativo para entrar em uma promoção e personalizar o WhatsApp com o tema do seu time de coração. Ao clicar no link, a pessoa é levada a se cadastrar em um programa pago de SMS. Para continuar, o usuário deve compartilhar a mensagem com amigos ou grupos e depois é levado a preencher seus dados para conseguir personalizar o aplicativo.

Imagem golpe WhatsApp

Até o momento mais de 2 milhões de pessoas caíram no golpe, sendo mais de 400 mil torcedores do Flamengo, 382 mil palmeirenses e 358 mil corintianos. Ao todo, torcedores de 15 clubes de diferentes estados brasileiros acabaram vítimas do ataque.

Para não cair nesse tipo de fraude, evite abrir links suspeitos e, se possível, baixe um antivírus no seu smartphone.

 

Fonte: Olhar Digital

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Solução de gestão de capital humano da SAP registra crescimento

A família de soluções de gestão de capital humano SAP SuccessFactors registrou um crescimento de dois dígitos na América Latina em 2016. Brasil, México, Colômbia e Peru foram os países que mais se destacaram nas vendas.

Hoje, a estratégia de uma empresa pode afetar significativamente sua operação e seu futuro no mercado. Organizações que priorizam a gestão eficiente de talentos, dando especial atenção à melhoria de desempenho de seus colaboradores, além de alcançarem melhores níveis de satisfação, retêm os melhores funcionários. O resultado é o aumento da produtividade e uma maior capacidade de resposta para enfrentar os desafios dos negócios.

“As estratégias atuais são baseadas em pessoas. Para apoiar o desenvolvimento profissional, promovendo uma cultura participativa, e para dar um salto-chave na transformação digital, é essencial contar com soluções de serviços de gestão de capital humano”, afirma Juan Albelo, líder da SAP SuccessFactors para a SAP América Latina.

Entre as empresas da região que começaram a trabalhar recentemente com a solução está a Honda América do Sul, que as utiliza, no Brasil, para integrar, padronizar e consolidar seus processos de gestão de talentos. A empresa tem planos para aumentar a visibilidade do desempenho e progressão da carreira dos seus colaboradores e também para minimizar o desperdício de tempo na resolução de tarefas administrativas

A Cielo também escolheu o programa para melhorar a visibilidade do desempenho no trabalho, planeja犀利士
mento de carreira e desenvolvimento profissional de seus colaboradores. A empresa quer racionalizar seus processos de RH, padronizar os processos de gestão, aumentar sua eficiência, reduzir o tempo gasto em tarefas administrativas, concentrando-se em seus objetivos e clientes.

Fonte: BrasilAlemanha News

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Brasil ganha duas antenas voltadas para aplicações de IoT

Nesta semana, a Samsung Electronics, em parceria com a empresa Sigfox, anunciou ter concluído a instalação de duas antenas totalmente voltadas para aplicações de Internet das Coisas (IoT) para fins de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A parceria também envolve a WND, companhia responsável pela instalação da infraestrutura de rede e exploração comercial da rede na América Latina.

As antenas ficam nas unidades do Samsung Ocean nas Universidades de São Paulo e do Amazonas, e os dados obtidos por elas são transmitidos para a nuvem. Com alcance de até 50 km em áreas rurais e até 10 km em centros urbanos, as antenas utilizam uma tecnologia de transmissão chamada Low Power Wide Area (LPWA), que requer baixo consumo de energia, ao contrário de outros tipos de conexão móvel, como Wi-Fi, 3G ou 4G.

De acordo com pesquisas realizadas, as novas antenas são as únicas usadas exclusivamente para fins de P&D no Brasil, permitindo a criação de novas soluções e serviços, utilizando dispositivos de baixo custo e consumo de energia. Além disso, os equipamentos estão enriquecendo os estudos a respeito de IoT e viabilizando novos projetos com parceiros da comunidade acadêmica, startups e grandes empresas. As possibilidades que o projeto oferece por meio de antenas de transmissão incluem desde soluções de eficiência energética utilizando sensores de temperatura, luminosidade e presença até soluções de saúde que se valem de sensores de movimento, localização ou sinais vitais.

O Ocean é uma iniciativa da Samsung no Brasil que tem como meta incentivar o desenvolvimento de soluções em tecnologia móvel, utilizando plataformas e ferramentas da Samsung, e fomentar a criação de novas empresas de base tecnológica. O local oferece gratuitamente capacitação técnica combinada com temas relacionados a usabilidade e empreendedorismo, além do contato com especialistas da empresa e do mercado durante todo o ano.

Fonte: iMasters

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Os novos rumos do consumo corporativo de Tecnologia da Informação

Soluções em nuvem e segurança são exemplos que renderam mais receitas à cadeia de distribuição

Desde 2010, temos uma parceria com a ITData, com o objetivo de realizarmos, anualmente, uma análise mais profunda e estruturada do segmento de Distribuição de TI.

Como fruto dessa iniciativa, são produzidos dois estudos bem relevantes para o nosso negócio: O Estudo Setorial, no qual são entrevistados os associados da ABRADISTI e outros Distribuidores, atuantes no mercado, porém que ainda não fazem parte do quadro de associados. O principal resultado desse estudo é um mapeamento, muito realista, da performance do setor. O outro estudo foi batizado de Censo das Revendas, é e por meio dessa pesquisa que conseguimos identificar e analisar as tendências no negócio de nossos clientes. Nesse ano de 2017 foram ouvidas quase 2.000 revendas, espalhadas por todo o Brasil.

Como complemento qualitativo desses dois trabalhos, a IT Data entrevista 1500 empresas de médio e grande porte, atuantes nos mais diversos segmentos da economia e em escala nacional. E são os resultados dessas entrevistas, que achei muito enriquecedores, que estou compartilhando nesse Blog.

Perguntados sobre quais os itens mais importantes da agenda de tecnologia para 2017, os entrevistados responderam: BI, Cloud Computing, Mobilidade, IoT, Soluções de Teletrabalho, Qualificação dos funcionários de TI e Big Data.

Essas respostas dão uma indicação inequívoca de como as empresas estão alinhadas com as tendências tecnológicas, e como esse alinhamento vai influenciar a forma como serão feitos negócios, no universo do consumo corporativo.

Outra resposta muito importante, retrata como os entrevistados deverão distribuir as despesas e investimentos em seus orçamentos com Tecnologia da Informação: 15% serão utilizados para aquisição de hardware; outros 15% para aquisição de software; 11% serão utilizados com aquisição de soluções de telecomunicações, 6% com utilização de soluções de Cloud Computing; 18% com serviços profissionais e outsourcing; e, os restantes 35% serão utilizados com despesas internas.

Dos 1500 entrevistados, 39% responderam que não farão investimentos em 2017, devido à falta de recursos; 15% responderam que reduzirão investimentos em servidores e storage, pois estão implantando soluções de Cloud Computing para substituí-los; 26% dos entrevistados já fizeram investimentos em modernização e atualização tecnológica nos últimos 12 meses; 21% farão investimentos em aquisição de hardware e software em função da base instalada desatualizada e; 21% responderam que vão ampliar a infraestrutura em função do crescimento da empresa.

Quando perguntados especificamente sobre a utilização de Cloud Computing em 2017, 34% dos entrevistados responderam que começarão a utilizar alguma solução de Nuvem Pública; 21% começarão a utilizar soluções de Nuvem Híbrida; e, 11% começarão a utilizar soluções de Nuvem Privada.

67% dos entrevistados esperam que os investimentos em TI ajude a reduzir custos, enquanto 42% vão investir em projetos que tragam aumento de competitividade e/ou vendas. Apenas 3% responderam que esperam que os investimentos em TI ajudem a aumentar as exportações.

Outro dado, muito interessante, e que merece ser compartilhado e a análise do comportamento do mercado de Tecnologia da Informação.

O Estudo trouxe indicadores que demonstram que a expectativa para 2017 aponta que 46% das receitas de TI do mercado brasileiro serão provenientes da venda de serviços; 35% da venda de hardware; e 19% da venda de software.

Como costumam dizer os americanos, essas informações são food for thought (motivo para reflexão), já que colocam na mesa, importantes vetores para o planejamento estratégico dos distribuidores e canais que atuam no ecossistema de vendas de produtos e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

Fonte: IT FORUM 365

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Dados disponíveis aceleram competitividade

Informática acena com integração e gestão eficiente da informação para gerar vantagens aos negócios

Ter os dados disponíveis e poder acessá-los com agilidade e de maneira inteligente criam grande vantagem para os negócios, especialmente em momentos de turbulência econômica. Essa é a linha da Informática, especializada em integração e gestão eficiente de informações.

De acordo com a avaliação de Carlos Eduardo Salvador, gerente de Pré-vendas da Informática, ainda é comum encontrar empresas que mantém uma estrutura apoiada em “silos de informação”. É um modelo, segundo ele, em que cada departamento detém seus dados em um desenho sem integração, dificultando o acesso e, muitas vezes, gerando duplicações.

Esse cenário deve ser revisto e atualizado, diz Salvador, e representa um grande desafio para as organizações, visto que terá de modernizar processos e, consequentemente, mexer na cultura. “Mas os benefícios que apresentamos ao cliente com o uso da tecnologia e o quanto pode ser explorada para os objetivos de negócios sempre vencem esse obstáculo”, diz.

A Informática, que tinha foco em grandes empresas, estendeu sua atuação para médias companhias, ao expandir portfólio e oferecer soluções na nuvem, em modelos on demand. O modelo de negócios é híbrido, com vendas diretas e por meio de canais. “Somamos hoje cerca de 30 canais na América Latina e temos a preocupação de treiná-los, certificá-los e manter um relacionamento estreito”, diz.

Vantagem competitiva

Salvador afirma que o grande volume de dados gerado no dia a dia das corporações torna cada vez mais complexo seu gerenciamento e, por essa razão, os silos de informações vão sendo formados naturalmente. “Manter os dados padronizados e disponíveis de maneira estratégica é vital para as empresas, sobretudo em um cenário recessivo economicamente, que exige agilidade nas tomadas de decisão”, diz. “É preciso liberar o cliente dessa gestão para que ele foque no negócio e explore essa disponibilidade estratégica.”

A solução da Informática oferece em um primeiro momento um diagnóstico do desenho atual dos dados do cliente: onde eles se concentram, o fluxo, entre outras informações. “Em geral, o cliente não tem uma visão geral desse ambiente”, afirma.

Além de proporcionar essa visibilidade, o sistema é capaz de catalogar e correlacionar dados técnicos com os conceitos de negócio. Esse procedimento, diz Salvador, acelera sobremaneira processos que antes consumiam dias de trabalho. “Obter correlação de dados para algum objetivo de negócio, como uma campanha de marketing, acontece muito rapidamente quando os dados estão organizados. Torna essas ações mais efetivas e ágeis.”

Salvador destaca que a tecnologia ajuda a aprimorar a governança, facilitando saber como a informação está atualizada, como pode ser acessada, por quais grupos. “Além disso, a segurança dos dados também é uma de nossas preocupações ao oferecer eficiência na gestão”, revela.

Ele diz que é importante saber onde se encontram os dados sensíveis e ter visibilidade global, além disso, reconhecer o que está correndo risco. “Nosso desenho de gestão pode incluir o Secure@Source, que ajuda as empresas a minimizar riscos de violação e uso indevido de dados por meio de um monitoramento mais proativo e inteligente de dados sensíveis”, acrescenta o executivo para quem hoje ter os dados estratégicos disponíveis, padronizados e seguros traz grande valor competitivo.

Fonte: IT FORUM 365