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Brasil ganha duas antenas voltadas para aplicações de IoT

Nesta semana, a Samsung Electronics, em parceria com a empresa Sigfox, anunciou ter concluído a instalação de duas antenas totalmente voltadas para aplicações de Internet das Coisas (IoT) para fins de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A parceria também envolve a WND, companhia responsável pela instalação da infraestrutura de rede e exploração comercial da rede na América Latina.

As antenas ficam nas unidades do Samsung Ocean nas Universidades de São Paulo e do Amazonas, e os dados obtidos por elas são transmitidos para a nuvem. Com alcance de até 50 km em áreas rurais e até 10 km em centros urbanos, as antenas utilizam uma tecnologia de transmissão chamada Low Power Wide Area (LPWA), que requer baixo consumo de energia, ao contrário de outros tipos de conexão móvel, como Wi-Fi, 3G ou 4G.

De acordo com pesquisas realizadas, as novas antenas são as únicas usadas exclusivamente para fins de P&D no Brasil, permitindo a criação de novas soluções e serviços, utilizando dispositivos de baixo custo e consumo de energia. Além disso, os equipamentos estão enriquecendo os estudos a respeito de IoT e viabilizando novos projetos com parceiros da comunidade acadêmica, startups e grandes empresas. As possibilidades que o projeto oferece por meio de antenas de transmissão incluem desde soluções de eficiência energética utilizando sensores de temperatura, luminosidade e presença até soluções de saúde que se valem de sensores de movimento, localização ou sinais vitais.

O Ocean é uma iniciativa da Samsung no Brasil que tem como meta incentivar o desenvolvimento de soluções em tecnologia móvel, utilizando plataformas e ferramentas da Samsung, e fomentar a criação de novas empresas de base tecnológica. O local oferece gratuitamente capacitação técnica combinada com temas relacionados a usabilidade e empreendedorismo, além do contato com especialistas da empresa e do mercado durante todo o ano.

Fonte: iMasters

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Os novos rumos do consumo corporativo de Tecnologia da Informação

Soluções em nuvem e segurança são exemplos que renderam mais receitas à cadeia de distribuição

Desde 2010, temos uma parceria com a ITData, com o objetivo de realizarmos, anualmente, uma análise mais profunda e estruturada do segmento de Distribuição de TI.

Como fruto dessa iniciativa, são produzidos dois estudos bem relevantes para o nosso negócio: O Estudo Setorial, no qual são entrevistados os associados da ABRADISTI e outros Distribuidores, atuantes no mercado, porém que ainda não fazem parte do quadro de associados. O principal resultado desse estudo é um mapeamento, muito realista, da performance do setor. O outro estudo foi batizado de Censo das Revendas, é e por meio dessa pesquisa que conseguimos identificar e analisar as tendências no negócio de nossos clientes. Nesse ano de 2017 foram ouvidas quase 2.000 revendas, espalhadas por todo o Brasil.

Como complemento qualitativo desses dois trabalhos, a IT Data entrevista 1500 empresas de médio e grande porte, atuantes nos mais diversos segmentos da economia e em escala nacional. E são os resultados dessas entrevistas, que achei muito enriquecedores, que estou compartilhando nesse Blog.

Perguntados sobre quais os itens mais importantes da agenda de tecnologia para 2017, os entrevistados responderam: BI, Cloud Computing, Mobilidade, IoT, Soluções de Teletrabalho, Qualificação dos funcionários de TI e Big Data.

Essas respostas dão uma indicação inequívoca de como as empresas estão alinhadas com as tendências tecnológicas, e como esse alinhamento vai influenciar a forma como serão feitos negócios, no universo do consumo corporativo.

Outra resposta muito importante, retrata como os entrevistados deverão distribuir as despesas e investimentos em seus orçamentos com Tecnologia da Informação: 15% serão utilizados para aquisição de hardware; outros 15% para aquisição de software; 11% serão utilizados com aquisição de soluções de telecomunicações, 6% com utilização de soluções de Cloud Computing; 18% com serviços profissionais e outsourcing; e, os restantes 35% serão utilizados com despesas internas.

Dos 1500 entrevistados, 39% responderam que não farão investimentos em 2017, devido à falta de recursos; 15% responderam que reduzirão investimentos em servidores e storage, pois estão implantando soluções de Cloud Computing para substituí-los; 26% dos entrevistados já fizeram investimentos em modernização e atualização tecnológica nos últimos 12 meses; 21% farão investimentos em aquisição de hardware e software em função da base instalada desatualizada e; 21% responderam que vão ampliar a infraestrutura em função do crescimento da empresa.

Quando perguntados especificamente sobre a utilização de Cloud Computing em 2017, 34% dos entrevistados responderam que começarão a utilizar alguma solução de Nuvem Pública; 21% começarão a utilizar soluções de Nuvem Híbrida; e, 11% começarão a utilizar soluções de Nuvem Privada.

67% dos entrevistados esperam que os investimentos em TI ajude a reduzir custos, enquanto 42% vão investir em projetos que tragam aumento de competitividade e/ou vendas. Apenas 3% responderam que esperam que os investimentos em TI ajudem a aumentar as exportações.

Outro dado, muito interessante, e que merece ser compartilhado e a análise do comportamento do mercado de Tecnologia da Informação.

O Estudo trouxe indicadores que demonstram que a expectativa para 2017 aponta que 46% das receitas de TI do mercado brasileiro serão provenientes da venda de serviços; 35% da venda de hardware; e 19% da venda de software.

Como costumam dizer os americanos, essas informações são food for thought (motivo para reflexão), já que colocam na mesa, importantes vetores para o planejamento estratégico dos distribuidores e canais que atuam no ecossistema de vendas de produtos e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

Fonte: IT FORUM 365

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Dados disponíveis aceleram competitividade

Informática acena com integração e gestão eficiente da informação para gerar vantagens aos negócios

Ter os dados disponíveis e poder acessá-los com agilidade e de maneira inteligente criam grande vantagem para os negócios, especialmente em momentos de turbulência econômica. Essa é a linha da Informática, especializada em integração e gestão eficiente de informações.

De acordo com a avaliação de Carlos Eduardo Salvador, gerente de Pré-vendas da Informática, ainda é comum encontrar empresas que mantém uma estrutura apoiada em “silos de informação”. É um modelo, segundo ele, em que cada departamento detém seus dados em um desenho sem integração, dificultando o acesso e, muitas vezes, gerando duplicações.

Esse cenário deve ser revisto e atualizado, diz Salvador, e representa um grande desafio para as organizações, visto que terá de modernizar processos e, consequentemente, mexer na cultura. “Mas os benefícios que apresentamos ao cliente com o uso da tecnologia e o quanto pode ser explorada para os objetivos de negócios sempre vencem esse obstáculo”, diz.

A Informática, que tinha foco em grandes empresas, estendeu sua atuação para médias companhias, ao expandir portfólio e oferecer soluções na nuvem, em modelos on demand. O modelo de negócios é híbrido, com vendas diretas e por meio de canais. “Somamos hoje cerca de 30 canais na América Latina e temos a preocupação de treiná-los, certificá-los e manter um relacionamento estreito”, diz.

Vantagem competitiva

Salvador afirma que o grande volume de dados gerado no dia a dia das corporações torna cada vez mais complexo seu gerenciamento e, por essa razão, os silos de informações vão sendo formados naturalmente. “Manter os dados padronizados e disponíveis de maneira estratégica é vital para as empresas, sobretudo em um cenário recessivo economicamente, que exige agilidade nas tomadas de decisão”, diz. “É preciso liberar o cliente dessa gestão para que ele foque no negócio e explore essa disponibilidade estratégica.”

A solução da Informática oferece em um primeiro momento um diagnóstico do desenho atual dos dados do cliente: onde eles se concentram, o fluxo, entre outras informações. “Em geral, o cliente não tem uma visão geral desse ambiente”, afirma.

Além de proporcionar essa visibilidade, o sistema é capaz de catalogar e correlacionar dados técnicos com os conceitos de negócio. Esse procedimento, diz Salvador, acelera sobremaneira processos que antes consumiam dias de trabalho. “Obter correlação de dados para algum objetivo de negócio, como uma campanha de marketing, acontece muito rapidamente quando os dados estão organizados. Torna essas ações mais efetivas e ágeis.”

Salvador destaca que a tecnologia ajuda a aprimorar a governança, facilitando saber como a informação está atualizada, como pode ser acessada, por quais grupos. “Além disso, a segurança dos dados também é uma de nossas preocupações ao oferecer eficiência na gestão”, revela.

Ele diz que é importante saber onde se encontram os dados sensíveis e ter visibilidade global, além disso, reconhecer o que está correndo risco. “Nosso desenho de gestão pode incluir o Secure@Source, que ajuda as empresas a minimizar riscos de violação e uso indevido de dados por meio de um monitoramento mais proativo e inteligente de dados sensíveis”, acrescenta o executivo para quem hoje ter os dados estratégicos disponíveis, padronizados e seguros traz grande valor competitivo.

Fonte: IT FORUM 365

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Como ser inteligente com sua smart home

À medida que a Internet das Coisas avança, donos de smart home devem aprender a lidar com a vulnerabilidade de aparelhos e dispositivos para não serem surpreendidos por invasores. Mark Rittmann alcançou oficialmente a fama na internet em 11 de outubro de 2016. Foi nesse dia que ele documentou sua luta épica de 11 horas para fazer com que uma Smarter iKettle – uma chaleira elétrica inteligente conectada ao Wi-Fi e controlada por smartphone – fervesse a água para fazer chá.

O processo, que parecia simples, esbarrou em forças contrárias, como a depuração forçada do software que Rittmann criou para a chaleira, a reinicialização da base do aparelho e problemas gerais de conectividade.

Por fim, sua missão vitoriosa de fazer uma xícara de chá usando uma chaleira inteligente se tornou o exemplo mais atual para aqueles que discutem se ter dispositivos inteligentes – e portanto também mais econômicos e eficientes – necessariamente significa ter uma vida mais fácil.

Mas isso pode ser a mais inofensiva das questões que emergem no horizonte num momento em que a chamada Internet das Coisas (IoT) está se ampliando. Estimativas apontam que mais de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados até 2020. É um número muito contestado, mas poucos duvidam da escala quase inimaginável da IoT, com zettabytes de dados trafegando em todas as direções.

Vulneráveis a invasores

Numa casa inteligente, a montanha de dados coletados por instrumentos e aparelhos inteligentes ajuda a descrever as características dos moradores – seu nível de riqueza, seus hábitos de uso, quando eles estão em casa, quantas pessoas vivem no local e assim por diante.

Que ninguém saiba exatamente o que acontece com todos esses dados já é ruim o bastante. Mas, além disso, dispositivos inteligentes mal protegidos podem abrir caminho para que hackers invadam toda a rede doméstica – e não só ela.

“Há um número alarmantemente alto de componentes abertos de smart home diretamente acessíveis pela internet e vulneráveis a invasores”, diz o especialista em segurança de dados Michael Veit. “A maioria dos componentes são projetados para um gerenciamento fácil e não com foco na segurança.”

Pouco mais de uma semana depois do cômico duelo de Rittmann contra sua chaleira viralizar nas redes sociais, o maior ataque distributed-denial-of-service (DDoS) – conhecido também como ataque de negação de serviço – colocou sites amplamente acessados de joelhos.

Os grupos Anonymous e New World Hackers reivindicaram a responsabilidade por instalar o malware Mirai em dispositivos domésticos como impressoras, babás eletrônicas e câmeras de segurança, transformando-os nos chamados bots, que executaram o ataque DDoS.

Divisão e conquista

É difícil explicar para alguém que não mudar a senha padrão de uma escova de dentes inteligente pode levar ao colapso de um site de comércio eletrônico. Ou, pelo menos, ser o elo frágil que possibilita a invasão de hackers.

“Informar bem os clientes sobre os riscos dos produtos inteligentes é só uma pequena parte do problema”, afirma Christian Funk, chefe da equipe global de pesquisa e análises da Kaspersky na Alemanha. “É responsabilidade principalmente do fabricante garantir que os produtos que ele vende são seguros.” Muitas vezes, fabricantes de dispositivos inteligentes não fornecem atualizações para o software de seus produtos, mesmo quando vulnerabilidades se tornam conhecidas.

“A comunidade de cibersegurança faz um bom trabalho ao acompanhar a evolução, embora, naturalmente, 100% de proteção seja apenas uma ilusão”, afirma Funk. “Mas a comunidade de segurança só pode emitir avisos e notificar os fabricantes quando falhas são descobertas. Quem projeta e vende os produtos são os fabricantes.”

Já os donos de smart home devem tomar as mesmas medidas de segurança de uma pequena empresa, trocando regularmente as senhas e mantendo atualizados os softwares dos produtos – caso as atualizações sejam disponibilizadas pelos fabricantes. E o mais importante: eles devem fazer uso da divisão e conquista.

“Faça a segmentação de sua rede”, explica Veit. “Isso significa que os controles dos sistemas de alarme, ou das portas, não estão na mesma rede que o escritório residencial ou os aparelhos de entretenimento doméstico. Crie redes diferentes para funções diferentes.”

Fonte: Terra

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Quatro duras verdades sobre Internet das Coisas

Erros na coleta e uso de dados, furos de segurança e padrões em rápida mudança estão entre as armadilhas que devem ser evitadas

A maioria das tecnologias passa por uma fase em que tudo parece possível. Aconteceu com os computadores pessoais no início dos anos 80, com a Internet no final da década de 1990 e com os aplicativos móveis no início desta década.

Com o tempo, de repente ou gradualmente, a realidade se instala.

A Internet das Coisas ainda parece promissora, com vendedores e analistas prevendo bilhões de dispositivos conectados que resolverão todos os tipos de problemas em casas e empresas. Mas as costuras estão começando a aparecer. Por mais promissora que seja a tecnologia, ela apresenta algumas deficiências. Aqui estão alguns delas.

1 – Bad Data (Dados ruins)

Os sistemas IoT são tão bons quanto os dados que capturam, e alguns desses dados estão aquém do necessário.

Até 40% dos dados dos sensores de Internet das Coisas podem estar errados, ser redundantes ou inúteis quando chegarem à nuvem, de acordo com a General Electric. Isso torna mais difícil a sua coleta e processamento.

Ambientes agressivos aumentam as probabilidades de um sensor gerar informações ruins: condições de temperatura e pressão, como a variação do tempo, o vandalismo e as pragas estão entre os muitos perigos enfrentados pela coletada massiva de dados a partir de sensores. Para obter melhores resultados, usuários de IoT empresarial podem precisar calibrar seus sensores, instalar nós redundantes ou usar um tipo de dispositivo de detecção, como uma câmera, para monitorar todo o sistema.

A Inteligência Artificial pode ajudar a resolver o problema, analisando dados de vários sensores para chegar a conclusões mais precisas. Por exemplo, os médicos podem monitorar um paciente com wearables que medem diferentes sinais vitais que podem ser cruzados para uma análise mais precisa e até para identificação e descarte de erros. Além disso, a filtragem de leituras que não sejam necessárias – como 1 mil relatórios consecutivos de que um pipeline não apresentou falhas nos últimos cinco minutos – é uma grande parte do que a Fog ou a Edge Computing deve fazer.

2 – Dispositivos inseguros

Muitos dispositivos IoT domésticos já saem de fábrica com brechas de segurança, e aqueles que não as têm, provavelmente terão. E não é suficiente enviar pacotes de correção e atualização e pedir aos proprietários para instalá-los, porque a maioria não vai fazê-lo, conforme alerta do Broadband Internet Technical Advisory Group.

O pessoal da Hangzhou Xiongmai Technology aprendeu esta lição da maneira mais dura no ano passado, quando seus DVRs e câmeras conectadas à Internet passaram a ser usados em um ataque de negação de serviço da botnet Mirai, que tirou do ar grandes serviços de Internet. Senhas fracas padrão permitiram a captura desses equipamentos pelos atacantes. A empresa já havia parado vender unidades com essas senhas fracas no ano anterior, mas produtos mais antigos não foram atualizados por seus proprietários, apesar do peido da empresa para que o firmware fosse atualizado e as senhas alteradas manualmente.

Isso significa duas coisas: dispositivos de Internet das Coisas atraem hackers, porque eles são abundantes e negligenciados, e cabe aos fornecedores construir a camada de segurança e permitir atualizações automáticas over-the-air.

3 – Rápidas mudanças tecnológicas

Internet das Coisas ainda é um alvo em movimento, e assim permanecerá por muito tempo ainda. Isso torna difícil escolher tecnologias, porque algumas podem não sobreviver no longo prazo.

Se você é uma empresa com milhões de sensores instalados, de um fornecedor que acabou saindo o mercado, manutenção e migração podem sair muito caro.

Algumas especificações com apenas alguns anos de idade, como IoTivity e AllJoyn, já estão se fundindo. Ter menos padrões é provavelmente uma coisa boa, e os fornecedores vão tentar manter a compatibilidade do trabalho antigo com o novo, mas toda consolidação pode gerar surpresas.

Redes de baixa potência e de área ampla também endereçam esse problema. Há muitas para escolher a partir de agora, mas analistas dizem que, provavelmente, o mercado não suportará uma diversidade muito grande no longo prazo. E embora as torres possam não ser desativadas antes que seja hora de substituir os dispositivos conectados à rede, ela também não estará em expansão.

Por enquanto, é melhor proceder com cautela.

4 – Falta de critério na adoção

Conectando um monte de máquinas e passar a automatizar processos e receber insights de negócios soa como boa música, mas IoT não funciona dessa maneira.

Não se jogue de cabeça. Projetos-piloto são uma boa maneira de começar. Pressa pode causar mais confusão do que conveniência: 51% das empresas participantes de um estudo da Strategy Analytics não tinham certeza se seus projetos de IoT estavam se pagando.

Um dos grandes motivos para projetos IoT é o desejo de tomar melhores decisões, o que exige análise para apresentar conclusões de uma forma útil.

Cerca de 60% das empresas pesquisadas pela LNS Research disseram que não têm conhecimento interno suficiente para lançar um projeto de IoT por falta de profissionais de análise de dados. Matthew Littlefield, presidente e analista principal da LNS, diz que os 40% restantes – aqueles que dizem ter as habilidades necessárias – “não entendem realmente o tamanho do desafio”.

Projetos de coleta de dados precisam caminhar de mãos dadas com os de análise, incluindo saber que perguntas fazer e quais ferramentas serão necessárias para respondê-las.

O ecossistema de IoT é complexo, e os trabalhadores de tecnologia terão que ter algum conhecimento sobre cada aspecto desse ecossistema, diz Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

“Não se trata apenas de construir um sistema técnico competente que possa realizar uma tarefa para a operação diária”, diz ele. “Trata-se de usar esta tecnologia para avançar em novas áreas. Tem que haver esse conhecimento do que o negócio está tentando fazer”.

Conclusão

Acima de tudo, para que as empresas possam aproveitar essa revolução tecnológica e aplicar o conceito de Internet das Coisas a favor dos negócios, é preciso entender que ele não é limitado a uma tecnologia específica, e sim a um momento que estamos vivenciando no setor de TI, no qual os fornecedores de tecnologia, organizações e usuários finais, vêm construindo juntos.

Fonte: CIO

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IoT, Big Data e os desafios de privacidade nas Cidades Inteligentes

Entre os tipos de ataque que podem ocorrer nesse cenário, e para os quais precisamos estar prevenidos, está a inserção de dados falsos para geração de falsos alertas, por exemplo

O conceito de Cidades Inteligentes, ou Smart Cities, envolve a adoção de tecnologia massiva para a melhoria de serviços públicos como saúde, meio ambiente, segurança, alimentação e transportes.

Distritos que já adotam redes de sensores para prevenir catástrofes naturais, cidadãos que utilizam chaves inteligentes para assistir filmes e pagar bilhetes de metrô e um conselho municipal 100% conectado ao Twitter: tudo isso pode soar futurístico, mas já é realidade.

Na verdade, não precisamos ir muito longe para encontrarmos estas iniciativas. A prefeitura do Rio de Janeiro, conta com um aclamado centro em que trabalha informações para responder rapidamente casos de acidentes no trânsito e até mesmo agilizar o atendimento às vítimas em deslizamentos decorrentes de chuva.

O Centro de Operações do Rio, como é chamado, utiliza-se também de crowdsourcing de informações por meio de aplicativos de trânsito para gerar rotas alternativas.

A Trend Micro levantou quais países contam com cidades inteligentes e, junto a isso, como estão fazendo uso de tecnologias inteligentes para enfrentar seus desafios.

Songdo IBD, Coreia do Sul

O distrito Internacional de Negócios de Songdo foi construído do zero, e é a 1ª cidade inteligente do mundo. Seus moradores têm acesso à comunicação de vídeo em tempo real que lhes permite remotamente frequentar aulas, consultar médicos ou até mesmo trabalhar em casa.

Chaves inteligentes que são utilizadas pelos cidadãos para abrir a porta de suas residências, servem também como um meio para pagar bilhetes de metrô e estacionamento, assistir a filmes e muito mais. Estes cartões não estão ligados às identidades dos usuários e podem ser facilmente cancelados e reiniciados em caso de perda.

Singapura

Singapura, que tem o objetivo de ser a primeira cidade-estado 100% smart do mundo, já conta com grande avanço em big data, segurança cibernética, logística urbana e assistência inteligente à saúde.

Quando Singapura verdadeiramente se tornar uma nação inteligente, não só manterá a conectividade em toda a cidade, mas também uma rede de sensores – composta de câmeras de segurança e detectores de qualidade do ar,

temperatura e velocidade – será instalada para dar um retorno comportamental (fumar em áreas proibidas ou a localização dos cruzamentos de tráfego com maior congestionamento) para que os problemas possam ser facilmente resolvidos.

Holanda

A cidade de Rotterdam instalou o Rain Radar, sistema sustentável de gestão da água que interpreta a quantidade de chuva em áreas específicas.

Este sistema permite que seja armazenado e/ou direcionado o excesso de água encontrado nos reservatórios subterrâneos de água e canais para evitar inundações. Amsterdam também está bem adiantada com seus esforços de inovação civil. A cidade dispõe de serviços de entrega de alimentos por meio de triciclos movidos a energia solar e estacionamentos de colaboração coletiva. Melhor que isso, três cidades do país já têm projetos inteligentes notáveis.

Jun, Espanha

Jun, uma pequena cidade na Espanha, possui WiFi liberado para todos seus cidadãos porque provê todos os serviços de atendimento à população 100% online através do Twitter. Todos os seus escritórios e funcionários públicos são, portanto, obrigados a ter uma conta no Twitter. A rede social pode ser usada para denunciar crimes, marcar consultas médicas, e até mesmo entrar em contato com funcionários do governo local.

Sensores e IoT

Grande parte dos exemplos contam com algum tipo de sensor para seu monitoramento: de câmeras ao controle pluvial, os sensores são praticamente parte fundamental de uma smart city. Esse conjunto de sensores, quando conectados à Internet, denomina-se Internet das Coisas, ou IoT(Internet of Things).

No entanto, estes sensores conectados apresentam potencial enorme aos cibecriminisosos que vem sendo explorado: uma segurança altamente falha. Isso ocorre pela forma que esses dispositivos são projetados e operados: em sua maioria, são baratos e de baixa manutenção, fazendo com que fiquem sem atualizações de segurança muitas vezes por toda sua vida útil.

Big Data: modernização vs privacidade

Uma vez coletado pelos sensores, os dados precisam ser processados para se obter inteligência deles. O processamento de tantos dados, o já famoso Big Data, pode otimizar o desenvolvimento das cidades, mas potenciais problemas ao longo desse processo podem ameaçar a segurança e privacidade dos moradores.

Isso ocorre especialmente porque massas de dados tão grandes como essa costumam ser processadas em servidores em nuvem, ou seja, servidores operados por empresas que muitas vezes nem no mesmo país da coleta se encontram, dificultando inclusive a capacidade do Estado de administrar esses dados.

Imagine a seguinte situação: os dados de um dado morador são violados e o atacante conta com informações como o trajeto percorrido pelo cidadão e, até mesmo, quais serviços recentes foram utilizados. O atacante poderá forjar um e-mail se passando por um órgão real do governo, para conseguir obter informações ainda mais valiosas, como os dados do cartão de crédito do cidadão.

Outro tipo de ataque que pode ocorrer nesse cenário é a inserção de dados falsos: um atacante poderia, por exemplo, gerar um falso alerta de trânsito intenso em uma via vazia e apontar uma via que na realidade está engarrafada, como com trânsito leve. O governo irá, então, realizar ações momentâneas no tráfego para apontar a via já saturada como uma ótima opção para motoristas que ainda não estão nela, piorando o trânsito local.

Os benefícios em potencial da utilização da tecnologia para o bem-estar da população são incríveis. No entanto, é fundamental que a segurança esteja sempre em primeiro lugar durante todo o controle dos sistemas, desde os sensores até o processamento dos dados em nuvem, pois ela é fundamental para a qualidade de vida da população de uma smart city.

Fonte: CIO

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Google finalmente permite salvar local de estacionamento no Google Maps

Atualização está disponível, inicialmente, apenas na versão beta do Google Maps para usuários nos EUA e Europa

O Google Maps está finalmente começando a entender a dor de cabeça que é um estacionamento. No início deste ano, a companhia adicionou um recurso de disponibilidade de vagas de estacionamento, que permite que você saiba o quão difícil é encontrar um local no seu destino. Mas a mais recente adição à versão beta do Google Maps é a que estamos esperando há anos.

Há um tempo o Google havia oferecido um cartão de lembrete de estacionamento no Google Now, mas sempre foi algo impreciso. Agora, com o Google Maps mais recente, o Google parece ter acertado.

Ao tocar no ponto de localização azul no mapa, você verá uma nova opção para salvar sua vaga estacionamento, que lhe permitirá traçar sua posição diretamente dentro do Google Maps.

Depois de tocar nela, o aplicativo salvará automaticamente a sua localização atual no Maps e adicionará um lembrete ao seu painel de notificação.

Embora a localização automática já seja boa o suficiente, você também poderá acrescentar algumas notas em um campo na mesma tela, bem como adicionar uma foto. Há também um alerta de temporizador para o estacionamento, bem como a capacidade de compartilhar suas informações, que enviará o endereço, as notas e um link para o local no Google Maps.

A versão beta também inclui um novo indicador de tempo para direções de trânsito e uma tela de chegada atualizada para usuários do Android Auto.

Entretanto, a função aparece inicialmente para usuários dos Estados Unidos e Europa, mas deve chegar em breve para o Google Maps Beta no Brasil.

Este recurso aparece com um bom atraso para o Google Maps, tanto que até mesmo a Apple tem habilidade semelhante em seu aplicativo. Não sabemos por que o Google levou tanto tempo para adicioná-lo, mas esperamos que o teste beta seja rápido.

Fonte: IDG Now!

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Conheça algumas situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com alguns exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Fonte: Exame

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Chrome 57 promete ser mais rápido e seguro

A Google acaba de anunciar uma nova verão do seu browser, o Chrome 57. Esta atualização promete ser mais rápida, poderosa e segura. Sabe-se que traz também, à semelhança da recente versão da Mozilla, o Firefox 52, suporte para a tecnologia WebAssembly.

Esta funcionalidade permite um melhor desempenho tanto no browser, como na rodagem de aplicações 3D, jogos e aplicações complexas de áudio ou vídeo. Torna-se assim possível conseguir uma performance semelhante das apps instaladas na web e das nativas, isto é, que necessitam de ser instaladas no próprio sistema do PC.

Estando a Google preocupada com as constantes ameaças à segurança, foram adicionadas a esta versão um total de 36 patches de segurança. O Chrome 57 conta ainda com uma nova funcionalidade de URL que alerta o navegador quando o mesmo se encontra num website seguro.

Ao longo do seu desenvolvimento foram sendo oferecidas recompensas a quem fosse detetando possíveis falhas no sistema. Atualmente a versão já se encontra disponível para que os utilizadores de Windows, Mac e Linux a possam atualizar.

A versão para smartphones ainda não está oficialmente lançada, mas será certamente disponibilizada nas próximas semanas nas lojas da Apple e da Google.

Fonte: MaisTecnologia

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Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades

O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem-estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1 – Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2 – Mudança de paradigma nas comunicações de homem a homem, máquina a máquina; algo como tudo a tudo

3 – Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

– 25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

– 24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

– 26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

– A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

– O mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

– A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

– O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

– Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas.

Fonte: CIO