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Você sabe o que é Edge Computing, e por que o modelo é tão importante?

Veículos autônomos, drones e dispositivos de IoT transformarão a nuvem de hoje na névoa de amanhã

A onipresença da computação em nuvem pode não ser tão longa se o capitalista de risco Peter Levine estiver certo. Na opinião do parceiro de Andreessen Horowitz, à medida que mais capacidade de computação se move para os chamados dispositivos de “borda”, incluindo aí qualquer coisa conectada, desde carros sem motorista e drones até os dispositivos de Internet das Coisas, a nuvem começará a evaporar lentamente, em um fenômeno que os especialistas batizaram de Edge Computing _ e que a Cisco tem chamado de Fog Computing.

“Uma grande parte da computação que hoje é feita hoje na nuvem vai voltar para as extremidades da rede”, disse Levine durante o Wall Street Journal CIO Network, na última semana.

Os carros autônomos, equipados com GPUs ou CPUs de alto desempenho, são efetivamente “data center sobre rodas”, e um excelente exemplo de dispositivo de borda com capacidade de computação auto-suficientes, comentou o investidor. Sem esse poder local, se dependessem 100% da nuvem, questões como latência, disponibilidade e qualidade da infraestrutura de transmissão de dados do carro seriam um grande problema.

De acordo com o World Economic Forum, os EUA estão em 35o lugar no mundo em largura de banda por usuário, o que é um gargalo para quem precisa transmitir um grande volume de dados. Com a IoT esse problema só vai aumentar. Em situações onde o tempo é crítico, atrasos causados por congestionamento de largura de banda ou dados roteados de forma ineficiente podem ser sinônimo de fracasso.

A nuvem também pode ser um obstáculo para o desempenho de muitos cenários de Machine Learning, que dependem de computação rápida para fornecer decisões mais rápidas.

“Dada a latência da rede e a quantidade de informação, não é aconselhável que essa informação volte para a nuvem central para ser processada,” diz Levine. Ele argumenta que a extremidade da rede [onde são executadas as aplicações] será forçada a se tornar mais sofisticada. E acrescenta: “Esta mudança vai transformar a nuvem como a conhecemos”.

Levine considera a Edge Computing menos uma novidade do que talvez o próximo ciclo de computação, quando a nuvem tende desaparecer. Décadas atrás, a maior parte da computação estava centralizada em mainframes, com bancos e a maioria das outras grandes empresas contando com gabinetes refrigerados para gerenciar suas operações comerciais. Muitos mainframes foram desativados para dar espaço à era cliente-servidor, descentralizada. Pois bem, a nuvem é essencialmente o novo mainframe, com o data center hospedado em um fornecedor. Se o fluxo e refluxo natural da computação se mantiver, a Internet das Coisas acelerará a próxima etapa da computação distribuída. O que significa que a nuvem “deve acabar em um futuro não muito distante”.

Um cenário pode ser assustador para os milhares de vendedores de serviços em nuvem. Durante a última década, muitas empresas têm ofertado aplicações, infraestrutura, armazenamento e praticamente todos os tipos concebíveis de tarefas de computação como um serviço. Mas o trabalho de um capitalista de risco é ter uma visão mais ampla e mais longa para que possa ver quais inovações virão a seguir. O Levine está dizendo é que os serviços disruptivos de nuvem de hoje sofrerão sua própria disrupção nos próximos cinco a 10 anos.

Diana McKenzie, CIO do provedor da empresa de SaaS Workday, não acredita que a nuvem desaparecerá por completo. Na sua opinião. Os dois mundos – o da Cloud e o da Fog ou Edge Computing – vão coexistir. Por exemplo, as empresas vão querer agregar dados coletados de dispositivos de borda na nuvem para posterior análise e geração de insights de negócios.

“O desafio para nós como CIOs é ter certeza de que estamos pensando sobre isso mais como algo contínuo, fluido, do que como uma ruptura. O próximo desafio será como arquitetar sua solução para usar o melhor dos dois mundos”, afirma ela.

No curto prazo, Levine concorda com MacKenzie. A nuvem, segundo ele, será onde a informação ficará armazenada por longos períodos de tempo, e onde os algoritmos de aprendizado de máquina acessarão vastas coleções de dados para análise e treinamento. Mas até isso poderá mudar no futuro.

Afinal de contas, no mundo da IoT, quanto mais a análise puder ser realizada no ponto onde (ou muito perto de onde) os dados são coletados, melhor. Muitas vezes, é aqui que a ação baseada nos insights fornecidos pelos dados será mais necessária.

Outras tendências

O debate sobre Edge Computing foi quente, mas não foi o único. Levine e os demais participantes do painel – Rich Wong, General Parter da Accel e Steve Herrod, diretor da Catalyst – abordaram outras tendências emergentes.

– Do Big Data ao Machine Learning: Na visão de Levine, o Big Data 1.0 se concentrou em coletar muita informação, mas a próxima onda envolve prever o que vai acontecer no futuro. “O Aprendizado de Máquinas vai desbloquear essas vastas lagoas de informações que temos … que podem nos ajudar a prever o futuro de maneira melhor”, disse o investidor.

Na opinião de Wong, empresas já podem usar Machine Learning para automatizar funções de serviços de TI, como resets de senha para os clientes. Confiar essas operações corporativas a algoritmos de máquinas pode render de 30% a 100% de economia de custos, disseram os VCs.

Como investidor, Wong manifestou interesse em incentivar startups a implantar uma estratégia “land and expand” (ou seja, aterriza primeiro e logo ganha mercado).

– Proof-of-concepts-as-a-service: Tornou-se moda para os CIOs se imaginarem como provedores de “IT-as-a-service”, essencialmente como brokers de recursos digitais, incluindo Cloud, Mobile, Analytics e IoT. Neste modelo, faz sentido para o CIO reconhecer que provas de conceitos são uma valiosa maneira de avaliar novas tecnologias, disse Herrod. Ele sugeriu que startups ofereçam provas de conceitos como um serviço para ajudar.

– Necessidade de analistas de dados: Levine diz que se os dados são o ingrediente mais importante para desbloquear o valor do negócio, então os cientistas e analistas capazes de derivar insights a partir dos dados coletados e transformá-lo em informações acionáveis serão os mais requisitados. Mas muitos CIOs seguem tendo muita dificuldade em contratá-los. São as posições mais difíceis de preencher.

Herrod discordou. Na sua opinião, as contratações mais difíceis são os líderes do DevOps porque há pouco consenso sobre o que define o DevOps.

Fonte: CIO

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SAP revela programa de aceleração para IoT

A SAP anunciou o SAP Leonardo, um programa que visa implementação de estratégias de Internet das Coisas (IoT) e que permite que seus clientes adotem mais rapidamente as inovações que surgem nessa área e consigam adaptá-las a seus negócios.

A multinacional já tinha demonstrado seu comprometimento com a IoT quando anunciou que investiria €2 bilhões em desenvolvimentos nesse campo, durante os próximos 5 anos. Esse novo projeto vem nesta sequência e aumenta portfólio de IoT da empresa. O SAP Leonardo é constituído por aplicações de negócio, Big Data e conectividade em soluções transversais a todos os sectores do mercado.

“A passagem de coisas para resultados assenta em novos processos de negócio, tais como indústria 4.0, novos modelos de negócio e novas formas das pessoas viverem e trabalharem”, refere a Dr. Tanja Rueckert, vice-presidente executiva de Digital Assets e IoT, da SAP. “Com o portfólio SAP Leonardo, ligamos não só “as coisas” a processos de negócio que são instantâneos e proativos, como também a pessoas que podem executar e gerenciar de forma mais eficaz, com recurso a sistemas autônomos de inteligência aumentada (AI). O nosso portfólio de IoT SAP Leonardo baseia-se no compromisso da SAP para a criação de mais valor de negócio através da inovação empresarial baseada em IoT.”

Esse programa acelerador quer ajudar as organizações a identificar e a validar pilotos e casos de utilização IoT. Combina design thinking com as estratégias e os objetivos dos clientes para trazer valor aos negócios e estabelecer pilotos que possam ser escalados, quer dentro das próprias empresas dos clientes, quer a outros tipos de companhias.

A SAP apresentou o SAP Connected Goods, SAP Vehicle Insights, SAP Predictive Maintenance and Service e SAP Asset Intelligence Network e indicou que os mesmos estarão disponíveis a um preço promocional para software e serviços, que cobre o piloto e o primeiro ano de utilização das soluções IoT do SAP Leonardo.

Segundo a empresa, as aplicações IoT estão ligadas à plataforma SAP HANA para oferecer “serviços funcionais e técnicos para desenvolvimento e processamento de informação e inteligência” e conseguir processar a informação ao nível do dispositivo.

Estas são as áreas em que a SAP disponibiliza suas soluções IoT:

– Produtos Conectados para a descoberta de novos dados ao nível da gestão do ciclo de vida do produto (procura, resposta e fornecimento), das redes digitais de aprovisionamento e, ainda, desenho, fabrico e distribuição de produtos inteligentes e conectados para todas as indústrias;

– Ativos Conectados para monitorização e análise de ativos fixos, incluindo os processos de fabrico e manutenção, de forma a se obter uma redução de custos e aumentar o tempo de funcionamento do equipamento;

– Frota Conectada para permitir aos negócios e organizações de serviço público terem seus próprios ativos móveis (veículos, robots, empilhadoras e veículos autônomos) para melhorar os serviços, a segurança, bem como a visibilidade relativamente à logística e qualidade de serviço;

– Infraestrutura Conectada para uma nova inteligência operacional digital a partir de sistemas de infraestrutura física, construção e redes de energia, que permitem um melhor serviço, operações mais eficientes, não só para mitigar o risco, como também para facilitar a adoção de normas de conformidade;

– Mercados Conectados de forma a possibilitar a produção de novos modelos de negócio de relevância local e com os prazos adequados, sejam negócios de agricultura digital, portos inteligentes ou cidades inteligentes;

– Pessoas Conectadas para tarefas de trabalho mais colaborativas, gestão de saúde e ambientes domésticos inteligentes que ligam pessoas e comunidades, fornecendo um melhor e mais personalizado estilo de vida.

O nome do programa é inspirado em Leonardo da Vinci, o conhecido artista que, também, foi um homem da ciência e inovação durante o Renascimento.

Fonte: B!T magazine

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Governo baiano aprimora gestão de capital humano com SAP

SAP HCM vai gerenciar informações de mais de 247 mil empregados públicos, eliminando o uso do papel em mais de 90% dos processos de RH

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O golive marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto foram Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3 mil empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes.

Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, as informações, vantagens e benefícios.

“O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias em vez dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizada em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de cem pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

Fonte: IT FORUM 365

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O fim da era dos serviços tradicionais nos data centers

Está acontecendo uma expansão dos data centers na América Latina em função da maior adesão das empresas às terceirização da infraestrutura, sustenta estudo da consultoria Frost & Sullivan, divulgado nesta quinta-feira, 16/02. Segundo ainda o relatório, com a demanda maior, os data centers atraem os investimentos de fundos de private equity.

“A necessidade de soluções de tecnologia não é exclusiva dos departamentos de TI”, pontua o analista da Industria de Transformação Digital da Frost & Sullivan, Mauricio Chede. “Áreas como marketing, vendas e finanças estão demandando e adquirindo soluções de TI para suas operações, impulsionando os provedores a serem mais consultivos, apresentando as melhores soluções de tecnologia que se adéquam a cada departamento da empresa”, completa.

De acordo com o relatório Data Center Services Market in Latin America, da Frost & Sullivan, a receita desse mercado na América Latina em 2016 foi de US$ 2,87 bilhões e a projeção de receita é de US$ 4,37 bilhões para 2021. Hosting dedicado foi o serviço mais demandado em 2016 com 49,2% de representatividade, seguido por recuperação de desastre com 21,3%, storage com 19,4% e colocation com 10,1%.

Apesar de serviços de colocation sofrerem com comoditização e baixas margens, existem provedores que focam suas estratégias em oferecer esse serviço, para players de cloud computing ou empresas que não possuem infraestrutura local e alugam espaço dentro dos data centers. O levantamento mostra ainda que o Brasil representou 47,6% do mercado total em 2016, seguido por México com 25,8%, Chile 8,5%, Colômbia 7,6%, Argentina 6,7% e Peru com 3,8%.

O relatório da consultoria orienta que, em função da alta competição, as ofertas tradicionais de data center não são mais suficientes. Ainda de acordo com a Frost&Sullivan, os provedores precisam oferecer serviços de mais alto valor agregado como, por exemplo, serviços gerenciados de computação na nuvem para se manterem competitivos, evitando comoditização e prevenindo erosão de preços vindo das ofertas mais tradicionais.

Os analistas sustentam que os clientes preferem a flexibilidade do pagamento por uso proporcionado pela computação na nuvem. De modo similar, serviços gerenciados vão inaugurar uma era de modelos híbridos que combina infraestrutura com serviços que consigam se adequar as principais necessidades dos clientes.

Fonte: Convergência Digital

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Analytics em Cloud Híbrida: O que é possível?

Conceito tem sido muito utilizado, mas mal interpretado enquanto a indústria tenta se alinhar a essa tendência

Com as tendências relacionadas à infraestrutura híbrida cada vez mais fortes, o termo “Analytics em nuvem híbrida” começa a se tornar mais comum no mercado de Business Intelligence (BI). De qualquer forma, ele tem sido muito utilizado, mas mal interpretado enquanto a indústria tenta se alinhar a essa tendência. Para nós, o valor futuro da nuvem híbrida será capacitar e empoderar os clientes em suas estratégias de cloud, em vez de ser um fornecedor que os arrasta para este modelo.

O ambiente de nuvem híbrida é definido pelo consumidor. A solução não deveria ditar onde o cliente deve manter sua instalação on-premise. Mesmo parecendo óbvio, grandes fornecedores do setor ignoram este fato, enquanto tomam decisões pelos clientes de acordo com a (falta de) experiência e conhecimento deles.

Existe muita dúvida sobre o que é possível com Analytics na nuvem híbrida, então aqui está minha contribuição sobre o que é híbrido, e o que não é.

Cloud – Mecanismo de entrega, não uma solução

Não fico surpreso com o número de integrantes do mercado que nasceram da nuvem e a utilizam como diferencial competitivo. Computação em nuvem é um veículo de entrega. Visualizações de dados simples por meio da nuvem não geram valor ao negócio. Estamos há anos no mercado moderno de BI e aprendemos que os clientes precisam de uma análise ampla e profunda com as melhores visualizações, explorações e entendimento dos dados. Isso é importante para se tornar mais informado, ganhar novos insights e tomar boas decisões – que geram, por meio de analytics, valor real ao negócio. Ter uma solução superficial, entregue via cloud, pode deixar sua empresa para trás. Dito isso, é importante valorizar a entrega de plataformas completas que possam ser implementadas na nuvem privada dos clientes.

Híbrida – uma abordagem híbrida para Analytics faz sentido

Hoje, as empresas precisam de opções de implementação, seja on-premise ou em uma nuvem privada, que auxiliem a infraestrutura escolhida. Eles podem definir onde querem que as análises rodem.

No entanto, a verdade é que a escolha de apenas uma das opções não representa onde a maioria das organizações está hoje em seus investimentos de TI e onde elas planejam estar. Uma abordagem verdadeiramente híbrida é necessária para ajudar os clientes a suportar os dois locais onde estão atualmente, assim como auxiliar a migrar suas cargas de trabalho off-premise com o passar do tempo. A abordagem de nuvem híbrida para analytics é a chave para disponibilizar uma estratégia de cloud para os clientes, em vez de impô-la.

Analytics na nuvem híbrida – Controle centralizado de dados, onde quer que esteja

A definição simples de híbrido é um ambiente de computação que utiliza um mix de nuvem privada e pública para entregar serviços com orquestração entre as plataformas. Após essa definição geral, muitos fornecedores afirmam oferecer Analytics em sua nuvem híbrida. Entretanto, apesar de ser excelente a opção de publicar dashboards de aplicações on-premise na cloud, isso não é Analytics em nuvem híbrida.

O local onde os dados estão alocados em uma soluçã犀利士5mg
o de analytics em nuvem híbrida não deveria importar para o usuário, que pode acessá-la de qualquer dispositivo. Uma solução propriamente governada permite que você defina as regras de onde os dados e as análises de dados funcionam – é possível criar regras de execução baseadas na sensibilidade e segurança das informações, por exemplo. Deveria ser fácil gerenciar direitos e licenças entre as plataformas. Uma solução de analytics na nuvem deve permitir uma migração de um ambiente para outro e gerenciá-los como se fossem um só, por meio de um único controle.

Este é o futuro para onde o Analytics em nuvem híbrida caminha, com base no que os líderes de TI consideram seguro, flexível e escalável, a fim de alavancar cada vez mais soluções de dados self-service na nuvem.

Fonte: CIO

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Casa inteligente está na mira dos latino-americanos

Uma empresa de pesquisa de mercado de TI detectou em seu estudo que, acima de três quartos dos consumidores consultados nas principais economias da América Latina afirmam que gostariam de saber mais sobre produtos para casa inteligente.

De acordo com a empresa, a potencial demanda pela nova tendência tecnológica global traz oportunidades significativas para o setor de TI na América Latina. O levantamento foi realizado em janeiro de 2017 com 2 mil consumidores no Brasil, México, Argentina e Chile.

“Embora esses países demonstrem um nível encorajador de conscientização sobre a casa inteligente, devido à exposição limitada aos novos produtos ou ideias, ainda não há conhecimento detalhado do conceito”, diz Adam Simon, diretor global de Comércio e Varejo da Context.

Ele acrescenta que isso não surpreende pelo fato de nenhum setor ter explicado ou demonstrado claramente o conceito. O que as pessoas sabem sobre a casa inteligente tende a vir de sites online e não do contato pessoal com produtos expostos em lojas, acredita o executivo.

Conceito ainda não entendido

A pesquisa indicou que nove entre dez pessoas tinham, no mínimo, uma dúvida sobre o conceito da casa inteligente, incluindo sobre o mau funcionamento do produto, questões sobre privacidade e roubo de identidade.

“Chegar em casa”, “acordar” e “segurança otimizada” estão entre os três principais cenários que motivam os usuários a comprar produtos relacionados à casa inteligente.

Quanto aos centros de interesse pelo produto, Apple, Amazon e Google parecem ser os mais confiados, de acordo com o estudo. A Amazon lidera no Brasil, a Apple no México e Chile, e o Google na Argentina.

“Apesar da falta de conhecimento mais profundo e das barreiras que isso acarreta, a boa notícia é que existe, em todos os países, o interesse de aprender mais”, diz Simon. “Saber mais especialmente sobre como se pode economizar dinheiro, e como tornar o ‘morar’ mais agradável, mais fácil e melhor.”

Fonte: IT Forum 365

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Confira 9 tendências de tecnologias para 2017

As tecnologias, media e telecomunicações vão ficar marcadas, este ano, pela mobilidade, inteligência e rapidez, obrigando as organizações a modificarem a forma como operam. António Largartixo, partner e Tecnhologia, Media & Telecommunications leader da Deloitte, considera que as empresas, governos e consumidores terão de criar oportunidades para uma transformação mais abrangente em todas as indústrias.

Na 16ª edição do estudo “Technology, Media & Telecommunications Predictions”, a consultora revela as nove tendências que vão marcar estas três áreas em 2017:

1 – Aprendizagem automática

Nos próximos 12 meses, a Deloitte prevê que mais de 300 milhões de smartphones (mais de um quinto das unidades vendidas este ano) disponham de capacidades de aprendizagem automática. Porém, à medida que o tempo avança, esta tecnologia deixará de ser exclusiva dos telemóveis e passará a integrar também tablets, automóveis, drones, dispositivos de realidade virtual e aumentada, instrumentos médicos, equipamentos de Internet das Coisas, entre outros;

2 – Travagem automática

Segundo a consultora, as mortes em acidentes rodoviários deverão cair 16% nos EUA, em 2022, devido, em grande parte, às tecnologias de travagem automática, também conhecidas como AEB. A sua ampla adoção poderá ainda levar à desaceleração dos automóveis autônomos;

3 – Ataques informáticos

Os ciber-ataques conhecidos como Denial-of-Service (DDos) vão aumentar em escala, ao longo dos próximos meses. A empresa avança que são mais difíceis de eliminar e explica a sua expansão com o número crescente de dispositivos de Internet das Coisas e disponibilização online de metodologias de malware. Está previsto o surgimento de um ataque de escala terabit/s por mês;

4 – Segurança biométrica

A base ativa de dispositivos equipados com leitores de impressão digital deverá alcançar os mil milhões pela primeira vez no início deste ano. Cada sensor será utilizado, em média, 30 vezes por dia;

5 – Tablets atingem pico? As vendas de tablets deverão ficar abaixo dos 165 milhões de unidades, este ano, o equivalente a menos 10% face a 2016. Esta previsão leva a empresa a sugerir que o pico da procura por este tipo de equipamentos já terá passado;

6 – A ascensão do vinil

O vinil, por outro lado, está a regressar ao quotidiano de muitos consumidores. As vendas deste mercado deverão aproximar-se do milhão de milhões de dólares pela primeira vez este milênio, com as novas receitas de vinil a contabilizar 6% das receitas totais globais de música. Ainda assim, a empresa alerta para o facto de que o vinil nunca se tornará no maior motor de crescimento ou de lucro da indústria musical, que está decididamente focada no digital;

7 – Navegação digital

A partir de 2022, pelo menos um quarto de todas as utilizações humanas ou computorizadas de navegação digital de precisão deverão ocorrer dentro de portas. Isto significa que será possível localizar pessoas e objetos dentro de um espaço;

8 – 5G

A quinta geração de rede móvel será amplamente divulgada pelas operadoras, que pretendem dar a conhecer as funcionalidades e vantagens desta tecnologia: velocidades superiores, latência mais baixa e capacidade para dispositivos e sensores IoT de baixa taxa de bits e reduzido consumo energético;

9 – Publicidade na TV

A publicidade na televisão não está, definitivamente, morta. Segundo a Deloitte, o setor mostra-se estável e a estabilidade é sinônimo de satisfação, levando a que a despesa se mantenha inalterada.

Fonte: Marketeer

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Migração para a nuvem precisa de segurança adequada

A popularização da nuvem (cloud computing) está mudando a forma como as empresas atuam e como elas lidam com a segurança. A confiança está aumentando e cada vez mais empresas estão optando por serviços como SaaS, PaaS e IaaS, principalmente devido aos benefícios alcançados como custo reduzido, flexibilidade e elasticidade. O volume crescente de dados e de dispositivos conectados, no entanto, também atraem a atenção dos cibercriminosos, e exigem das empresas ainda mais cuidados com a segurança.

De acordo pesquisa elaborada pela Intel Security no ano passado em oito países, incluindo o Brasil, a nuvem privada é, no momento, o modelo predominante nas empresas, com 51%. A pública constitui 30% e as implementações de cenários de nuvem híbrida representam 19% das distribuições em ambientes corporativos.

Uma das principais vantagens da cloud é a flexibilidade, o cliente paga apenas pelos ativos que estão em uso e pode expandir ou reduzir o uso de acordo com a demanda. Ainda assim, muitas organizações hesitam em aproveitar plenamente a cloud computing devido à preocupações com a conformidade, visibilidade das operações, perda de dados e o acesso não autorizado.

Independentemente do modelo escolhido, a segurança precisa acompanhar todos os processos. É cada vez mais difícil limitar um perímetro para definir a estrutura de proteção de uma empresa, por isso é preciso garantir a segurança dos dados em qualquer lugar, desde os data centers tradicionais até os ambientes em nuvem. A proteção tem que ser pensada juntamente com o negócio e envolver toda a infraestrutura, seja no ambiente físico, virtual ou nuvem.

Complexidade e ameaças

Mesmo com o avanço dos serviços, não é possível depositar a responsabilidade da segurança dos dados apenas no provedor de nuvem. A responsabilidade é compartilhada. Uma das formas de aumentar a proteção é levar também uma solução de segurança especializada para a nuvem. Ferramentas que ajudem a expandir a visibilidade sobre as operações e cargas de trabalho da nuvem são grandes aliadas da segurança corporativa.

A estrutura de TI está ficando cada vez mais complexa, por isso mesmo o gerenciamento na nuvem tem que ser o mais simples possível, tem que ser rápido e fácil. Identificar ameaças e corrigir ataques rapidamente pede a atuação de uma segurança integrada, que abrange toda infraestrutura de TI, tanto no local quanto nas nuvens, com gerenciamento centralizado.

Além de proteger os dados, a segurança precisa oferecer suporte a novos dispositivos, aplicativos e serviços de nuvem sem introduzir novos riscos. O mundo está sendo reescrito de forma digital e a segurança precisa caminhar junto com o negócio.

Fonte: R7

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Estratégia de dados e big data são as principais tendências para o ano

A maioria das empresas hoje já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação

Aproveitar dados, fazer uso deles e conseguir novas formas de aumentar receitas e reduzir custos. A estratégia de dados deve ser a principal tendência para os CIOs trabalharem neste ano. A consolidação do cloud computing e o trabalho integrado entre tecnologia e a área financeira, responsável por agregar mais valor ao negócio, também exigirão atenção em 2017.

O ano de 2016 foi de intensa aprendizagem em relação ao uso de nuvem. Certamente teremos o controle de alguns dados dentro da empresa, enquanto outros estarão fora. É recomendável que, nos próximos anos, tenhamos como foco encontrar o equilíbrio entre as informações internas e os dados da nuvem. Com isso, vamos entender qual o nível de mobilidade que precisamos desses dados.

Outros temas muito fortes em 2016 foram: o armazenamento em flash, devido principalmente ao seu custo reduzido, e também a necessidade de adicionar valor ao negócio de TI. Graças à pressão das companhias para concretizar a transformação digital nas empresas, as áreas de negócios estão mais adiantadas que as de tecnologia. Isso exige que a TI tenha uma postura dedicada ao negócio tradicional, mas que também tenha foco em inovação.

Sabe-se que 82% de todos os recursos da TI são para manter os sistemas existentes. Precisamos pôr mais energia em inovar, por isso o papel do CIO deve mudar para que ele valorize ainda mais o negócio. Esse valor, muitas vezes, virá dos dados disponíveis, isto é, da capacidade das empresas de pegar dados estruturados e não estruturados, que venham de máquinas ou de pessoas, para integrá-los, analisá-los e, com isso, encontrar informação valiosa. Trata-se de uma análise que efetivamente permita gerar ações de negócios.

Hoje a maioria das empresas já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação. Temos estatísticas que apontam que só 3% dos dados de uma empresa são usados para análise, o que é muito pouco. Ainda temos muito a fazer.

Um dos principais desafios para os CIOs em 2017 será, certamente, implementar uma estratégia de dados efetiva, que vai do armazenamento, passa pelo gerenciamento de dados e garante a mobilidade e reúso dessas informações. No modelo tradicional, muitas vezes o CIO apenas armazena e cuida dos dados, mas não tira real proveito deles. A verdade é que a análise de dados vai muito além de gráficos e telas bonitas. É preciso coletar os dados, armazená-los, garantir sua segurança, dar acesso a eles, mobilidade e ainda promover o reúso.

Outro fator que merece destaque é que já a partir deste ano a maior parte dos dados será gerada pelas máquinas, e não por pessoas. Serão os sensores, as câmeras de segurança, os aparelhos de saúde, entre outros, as principais fontes de informação. O verdadeiro big data vem das máquinas e o armazenamento dessas informações transforma a tecnologia da informação em verdadeiras empresas de inovação social, que busca soluções para beneficiar os negócios e fazer o melhor para a sociedade.

A TI deve ainda prestar atenção aos avanços do setor financeiro, que teve uma grande evolução tecnológica no último ano. Na América Latina, é preciso ficar atento também ao setor de agronegócio, pois ele está envolvido diretamente com os principais problemas que podemos ter no futuro: o fornecimento de água, alimentos e energia.

Ainda em 2017, os CIOs passarão a trabalhar com vários parceiros estratégicos, especialistas que assumirão diferentes partes da operação. Essa é uma forma de delegar funções e, com isso, conseguir se concentrar na inovação.

Fonte: Computerworld

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Indústria de TI diz que bloqueio a estrangeiros nos EUA afeta operações

Ordem executiva assinada por Trump na sexta-feira, 27/01, proíbe a entrada de estrangeiros de 7 países nos Estados Unidos por 90 dias

A indústria norte-americana de tecnologia alertou que a suspensão temporária da entrada de estrangeiros de sete países nos Estados Unidos por 90 dias, conforme ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira (27/01) vai impactar as operações dessas companhias, que possuem um largo contingente de funcionários estrangeiros.

A Internet Association, grupo que reúne várias empresas de tecnologia, incluindo Google, Amazon, Facebook e Microsoft, disse que a ordem executiva de Trump limitando a imigração e o movimento de estrangeiros para o país vai complicar seus negócios e operações, uma vez que muitas delas têm em seus quadros funcionários que são imigrantes legais e que serão afetados pelas ordens, ficando portanto impedidos de voltar para os Estados Unidos para seus empregos e famílias.

“O trabalho deles beneficia nossa economia e cria empregos nos Estados Unidos”, disse o CEO e Presidente da Internet Association, Michael Beckerman, em pronunciamento oficial no final de semana. E executivos de um grande número de empresas de tecnologia, como Twitter, Microsoft e Netflix criticaram diretamente a ordem assinada por Trump.

A ordem de Trump, que exigiria a detenção e deportação de pessoas chegando nos aeroportos nos Estados Unidos vindas de sete países muçulmanos – Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iemen – a partir da sexta-feira (27/01), foi bloqueada temporariamente no sábado por um juiz da corte de Nova Iorque, que concedeu estadia aos estrangeiros com visto de imigração ou visita válidos que chegaram ao país dizendo que eles não poderiam ser removidos dos EUA. O Departamento de Segurança de Fronteiras (US Homeland Security) confirmou que vai obedecer a ordem do juiz e está liberando os estrangeiros.

O levante dos CEOs

Empresas como Uber, Apple, Microsoft e Google entraram em contato com seus funcionários afetados pela ordem de Trump. Segundo a Bloomberg, o CEO da Google, Sundar Pichai, detonou a decisão de Trump em um memorando interno na sexta-feira afirmando que pelo menos 100 funcionários da companhia seriam afetados por ela. Pichai disse que era “doloroso ver o custo pessoal da ordem executiva sobre os colegas”. A Google teria chamado de volta, com urgência, funcionários potencialmente afetados pela ordem executiva para que voltassem para os EUA antes da ordem ser assinada.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, também levantou a voz em um post na sua página da rede social dizendo que ele e sua esposa Priscilla Chan são descendentes de imigrantes e refugiados e que os Estados Unidos deveriam permanecer abertos para refugiados. “Precisamos manter esse país seguro, mas deveríamos fazer isso nos focando nas pessoas que realmente representam uma ameaça”, escreveu Zuckerberg.

A Uber está trabalhando em um esquema para compensar alguns de seus motoristas que vêm dos países listados e que tinham tirado férias ou que estavam fora dos Estados Unidos visitando suas famílias e que agora não podem voltar para os Estados Unidos, publicou o CEO do Uber, Travis Kalanick.

“Como um imigrante e como CEO, eu experimentei e vi o impacto positivo que a imigração tem na nossa companhia, no país e no mundo”, escreveu Satya Nadella, CEO da Microsoft CEO, em um post online no final de semana. “Vamos continuar defendendo esse tópico importante”, escreveu o CEO da Netflix, Reed Hastings, em um post no Facebook. “As ações de Trump estão afetando negativamente funcionários da Netflix em todo o mundo e são tão anti-americanas que penalizam todos nós”.

A indústria de tecnologia teme também pelos movimentos e políticas de imigração do governo Trump que possam eventualmente bloquear a concessão de vistos de entrada H-1B para pessoas que ajudam essas companhias a tocar suas operações e desenvolver produtos e serviços. O programa de vistos H-1B frequentemente é criticado por substituir trabalhadores norte-americanos por estrangeiros, mesmo que todos eles tenham uma justificativa pela excelência do trabalho ou por serem únicos em suas áreas de atuação.

Fonte: IDGNOW!