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Startup brasileira lança plataforma de big data gratuita

Uma startup de TI brasileira, a Gaio, anuncia a plataforma GAIO, ferramenta gratuita que proporciona análise de dados de forma simples (sem codificação). Segundo a empresa, a plataforma é inovadora por trazer dashboards conectados. Eles fazem análises avançadas e possuem uma espécie de rede social interna, que a partir da análise de dados gera tarefas para os colaboradores. Os usuários podem trabalhar de forma colaborativa em torno de dados, compartilhar informações, experiências e projetos.

“Queremos transformar decisões orientadas por dados, mas de uma forma acessível, rápida e simples. Sem altos investimentos em hardware e software, desmistificando o conceito de Big Data”, conta Eder Balbino, cientista de dados e fundador da startup. A ferramenta, admite ele, está pronta para concorrer com soluções multinacionais de dashboards como Tableau, Qlikview e Spotfire.

Segundo Balbino, a plataforma GAIO permite que analistas de diversos departamentos construam sofisticados dashboards interconectados somente arrastando “caixinhas”, além de aplicar modelos preditivos. “É uma plataforma open source que traz soluções que dão poder real aos analistas para construírem aplicações inteiras de análise do negócio”, complementa.

De acordo com o executivo, a ferramenta é tão simples que os profissionais das áreas de marketing, vendas, finanças ou recursos humanos, terão enorme autonomia para tratar seus dados, fazer análises e direcionar a tomada de decisão. Seguindo alguns passos simples, o usuário acessa a plataforma, insere seus próprios dados, identifica o problema, cria indicadores, disponibiliza dashboards e usa uma rede colaborativa dentro da própria plataforma para resolver os problemas de negócio.

Fontes: Convergência Digital

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SAP expande portfólio da plataforma digital SAP Leonardo

A gigante alemã anunciou a expansão da SAP Leonardo. A partir de agora, a plataforma irá contar com tecnologias como machine learning, blockchain, internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), e big data e analytics, para acelerar as jornadas digitais das organizações.

Dessa forma, a Leonardo passa a ser a marca da plataforma digital da empresa, integrando todas essas tecnologias a pessoas, máquinas e negócios.

“Tornar-se um negócio digital requer um modelo e mudanças nos processos que nenhuma tecnologia pode oferecer de forma isolada”, afirma Rebecca Pascuas, Head de Digital Supply Chain e IoT da SAP Brasil. “Cada um dos componentes do portfólio SAP pode adicionar valor para empresas em sua jornada digital, mas o poder real é quando todos eles funcionam juntos”, destaca.

A empresa também irá integrar recursos do Leonardo a aplicações, além de oferecer serviços para que desenvolvedores e parceiros possam criar seus próprios aplicativos personalizados, apoiados por uma rede de Centros SAP Leonardo, inicialmente sediados em Nova York, Paris, Bangalore e Brasil – especificamente na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

As novidades no portfólio incluem a criação de um conjunto de novas aplicações com recursos de aprendizagem automatizada, abrangendo desde faturamento até atendimento e retenção de clientes, bem como um serviço SAP Cloud Platform Blockchain para criação de extensões de aplicativos e novas soluções usando tecnologias de registros distribuídos em Blockchain.

Fonte: B!T Magazine

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O papel do cloud computing na transformação digital das empresas

Computação em nuvem consegue unir o diferencial competitivo de cada solução em um único lugar para entregar melhores experiências aos usuários

A adoção da transformação digital implica muitos desafios como, por exemplo, por onde começar, quais os impactos nos negócios, entre outros, que têm assombrado muitos CIOs, diretores e demais executivos. Apesar das dúvidas e da insegurança que muitos estão enfrentando, sua adoção é um caminho sem volta, pois pesquisas de mercado apontam essa inovação como o principal pilar da chamada 4ª Revolução Industrial.

Mas como gerir de forma harmoniosa todas as novas tecnologias que a transformação digital traz para dentro das companhias, para que os desafios de adoção se tornem oportunidades de negócio? 

Primeiro temos de colocar de forma clara que a transformação digital não consiste apenas em transformar processos obsoletos em automáticos. Ela também contempla a aplicação de soluções tecnológicas para alavancar os resultados de negócios como, por exemplo, o big data, o business intelligence e analytics, os aplicativos, a mobilidade e, em especial, cloud computing.

Grande habilitadora de oportunidades, a nuvem também é o caminho para gerenciar esses ativos descritos acima nos ambientes de TI de maneira equilibrada, seja para processar dados não estruturados em máquinas virtuais como o big data, ou armazená-los e permitir a análise inteligente de grandes volumes de informação, como no caso do business intelligence. O cloud computing consegue unir odiferencial competitivo de cada solução em um único lugar para entregar melhores experiências aos usuários.

Em outras palavras, a nuvem possibilita orquestrar, ou seja, intermediar o uso de novas tecnologias por meio de serviços focados na aplicação das mesmas aos negócios, enquanto mantém funcionando os processos essenciais às empresas, entre eles, a análise e a coleta de dados críticos, acesso a ferramentas essenciais ao trabalho, como pacote Office, documentos, etc.

Com os serviços certos, operados da forma correta, a nuvem pode englobar todos os processos internos e até externos, e atender à mobilidade que as empresas precisam, independente do porte e segmento em que atuam. Afinal, grande parte do atrativo do cloud computing é se adequar à necessidade de cada modelo de negócio.

Outro desafio trazido pela transformação digital é a exigência de um novo perfil de profissional de TI, que trabalhe com conceitos voltados à inovação para acompanhar a evolução das novas tecnologias. Ele terá também que trazer novidades em relação ao desenvolvimento de produtos e soluções, participar das tomadas de decisões junto aos gestores, e, o mais importante, lidar com diferentes ambientes de TI.

Ou seja, o profissional da área terá de exceder suas funções básicas, e se transformar num expert em diversas áreas, seja na criação de apps, na análise de dados não estruturados ou na elaboração de um plano de expansão da matriz e suporte a filiais da empresa onde trabalha, por exemplo. Neste quesito, mais uma vez o cloud computing aparece como ferramenta fundamental para gerir as cargas de trabalho das equipes de TI e propiciar inovação.

Por meio da nuvem também é possível separar dois ambientes diferentes de TI, na chamada TI bimodal, que é a união da TI tradicional, aquela que objetiva estabilidade, integração e eficiência operacional, com a responsabilidade de manter todos os processos ininterruptos, somada à TI experimental, que se diferencia pela rapidez, agilidade e experimentação, como a criação de um aplicativo para uso interno.

Mas, as empresas ainda têm muito chão para se transformarem digitalmente, e isso não ocorrerá do dia para a noite. Por isso, optar por delegar todo esse processo a um provedor de serviços de nuvem que ofereça os profissionais certos e capacitados para atender a todas essas tarefas tem sido uma alternativa atraente para que os gestores possam alcançar seus objetivos, seja em vendas, governança, ou produtividade.

É importante que o parceiro de TI tenha ampla expertise na nuvem para poder transformar a área de TI de uma empresa, em um ativo estratégico para os negócios. Embora seja só o começo desta imensa jornada, é apenas uma questão de tempo para que a transformação digital se torne um pré-requisito para alavancar os resultados.

Fonte: Computerworld

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Estudo refere que só 26% dos projetos de iot alcançam pleno sucesso

O estudo da Cisco apresentado no IoT World Forum, em Londres, revela as principais chaves para a otimização de projetos de Internet das Coisas e conclui que 60% das iniciativas da IoT param na fase de aprovação do conceito.

O novo estudo, no qual foram entrevistados 1.845 profissionais de TI e diretores executivos dos Estados Unidos, Reino Unido e Índia de diversos setores que lideraram projetos de IoT, conclui que apenas um em cada quatro projetos de Internet das Coisas é bem sucedido

A pesquisa refere a importância do “fator humano”, sendo que 54% dos entrevistados referem que a colaboração entre os Departamentos de TI e linhas de negócio é um fator de sucesso. Já 49% considera que a cultura tecnológica, em que chefes de equipa são promovidos para o Conselho de Direção, é essencial.  

A verdade é que 60% dos entrevistados acreditam que, embora as iniciativas da IoT parecessem simples no papel, as mesmas são complexas. As principais barreiras citadas são o tempo para concluir; a limitação de experiência interna: qualidade dos dados; a integração da equipa e superar o que estava planeado inicialmente. O estudo indica que as organizações com maior sucesso das iniciativas IoT foram apoiados por ecossistemas de parceiros em cada fase do projeto.

Quanto aos benefícios, 73% dos inquiridos estão a utilizar dados dos projectos IoT para otimizar o negócio. As três principais vantagens referidas são o aumento da satisfação do cliente (70%), melhorias operacionais (67%) e maior qualidade dos produtos ou serviços (66%). Além disso, 39% referiu que o aumento da rentabilidade é o principal benefício não esperado.

Apesar dos desafios, muitos dos entrevistados estão otimistas sobre o futuro da IoT, 61% acreditam que estamos apenas no começo do que a IoT pode fazer pelo seu negócio.

“Todos os dias adicionamos objetos à Internet que nunca pensámos que poderiam ser conectados. Visto que nenhuma empresa pode cobrir todas as áreas, a maior oportunidade para o sucesso é a parceria com outros fornecedores para criar soluções que não só são conectadas, mas também que partilham dados capazes de se tornarem valor para organizações de qualquer setor”, referiu Inbar Lasser-Raab, Vice Presidente de Marketing de Soluções para Empresas da Cisco.

Fonte: B!t Magazine

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Google oferece treinamento gratuito para profissionais de tecnologia no Brasil

Se você é desenvolvedor, programador ou especialista em tecnologia da informação, a Google tem uma excelente notícia para te dar. A gigante da internet acaba de abrir inscrições para o Google Cloud OnBoard, um programa de treinamento voltado para essas áreas e que vai trabalhar diretamente com os fundamentos das tecnologias da Google Cloud Plataform (GCP).

A aula acontece no dia 2 de junho no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas. No entanto, você não precisará se deslocar até lá para conferir o treinamento, já que ele será transmitido ao vivo em salas de cinemas de seis cidades brasileiras. Assim, se você estiver em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou Salvador, poderá acompanhar as aulas na telona.

Segundo a Google, o Cloud OnBoard vai contar com a participação dos principais especialistas em Cloud da empresa e demonstrações das ferramentas de GCP. Ao todo, o treinamento será dividido em sete módulos focados em tecnologias e soluções de nuvem, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning. Já o módulo de encerramento trabalhará com dicas de como esse conhecimento pode ser usado para ajudá-lo em sua carreira.

Além disso, outro grande destaque é o networking realizado, seja com outros participantes ou mesmo com os especialistas que vão estar presentes. Isso sem falar do certificado de participação, que é sempre bom para enriquecer seu currículo.

Porém, a melhor notícia mesmo é que tudo isso é de graça. Você não precisa pagar nada para se inscrever no Google Cloud OnBoard, bastando ir ao site do evento e dar seu nome. Contudo, é melhor fazer isso o quanto antes, já que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho.

Fonte: Canaltech

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O universo corporativo está em nuvem

Pesquisas recentes apontam que o uso mais comum da nuvem é para gestão de conteúdos e compartilhamento de arquivos. Mas é preciso doutrinar os líderes tomadores de decisão para entenderem que a capacidade da nuvem vai muito além. Ela é possível e totalmente recomendável aos sistemas de alta complexidade. Mais do que armazenar arquivos, a tecnologia comporta lojas virtuais, monitoramento de redes, banco de dados, backup, sistemas de gestão como ERP e CRM, entre outros.

A busca por um modelo de tecnologia ágil e flexível vem aumentando consideravelmente e evidencia o crescimento da adoção de infraestruturas híbridas, a fim de otimizar custos e melhorar a eficiência. Hoje, não é preciso adquirir servidores ou fazer cabeamentos. Esse tipo de atividade promove escalabilidade, um dos requisitos motivadores para a aquisição por parte dos clientes. De acordo com o Gartner, até 2020, 90% das empresas adotarão recursos para gerenciamento das infraestruturas híbridas.

Companhias que procuram agilidade estão buscando oportunidades nas soluções em nuvem para desenvolver modelos de negócios inovadores. A oferta de serviços voltados para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS) estão aumentando consideravelmente. Ainda de acordo com o Gartner, o mercado tradicional de Data Center terceirizado está recuando, enquanto o de IaaS em nuvem e hospedagem continua crescendo. Até 2020, os investimentos das empresas brasileiras em cloud devem chegar a US$ 20 bilhões. As ofertas são tão fascinantes que, até lá, 94% das companhias estarão utilizando a tecnologia.

O investimento em uma solução em nuvem pode parecer distante da realidade de muitas companhias. Entretanto, com a possibilidade de contratação sob demanda, como ofertado por muitas empresas prestadoras desse serviço, trata-se de uma solução de alta rentabilidade e baixo custo. Dessa forma, é possível fazer as contratações por projetos e períodos específicos, dispensando orçamentos gigantescos.

Mas as vantagens vão além do orçamento reduzido. Flexibilidade, praticidade e conectividade são palavras-chave em cloud computing. Flexibilidade porque os usuários podem acessar os dados corporativos a qualquer hora e lugar, já com possíveis alterações realizadas. Praticidade na utilização da base de dados que não precisa estar alocada dentro da estrutura da empresa, proporcionando redução de custos de infraestrutura e otimizando atividades operacionais. E, por fim, conectividade por permitir que diferentes soluções conversem entre si de forma simples e segura.

E por falar em segurança, profissionais enxergam o cloud computing como uma tecnologia positiva, mas ainda existem dúvidas relacionadas a sua vulnerabilidade. É importante ressaltar que as invasões acontecem justamente em sistemas instáveis que não receberam os devidos cuidados com a segurança. São necessários testes de correção e atualizações constantes para que as regras de firewall sejam seguidas e a operação não apresente riscos.

Esse novo ciclo exigirá das empresas um planejamento diferenciado e, por parte dos Data Centers externos, uma capacidade ainda maior para acolher essa nova demanda. O comportamento do mercado dita as regras da estratégia e a situação econômica do país forçou as empresas a reverem os investimentos e reduzirem os custos. A mudança da lógica do investimento para a contratação sob demanda aumentou o alcance da tecnologia, também, para micro e pequenas empresas e possibilitou a utilização de nuvens menos complexas, aumentando a abrangência da aplicação. As empresas que não acompanharem essa nova realidade permanecerão obsoletas e assumirão as consequências de ficarem atrasadas no processo de transformação digital, um caminho sem volta.

Fonte: Investimentos e Notícia

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Você conhece o The Leader’s Data Manifesto?

Documento junta-se a outros manifestos que pedem às organizações que pensem mais sobre o quanto os dados importam para as elas e como devem ativar o seu valor para que sejam de fato guias para o futuro dos negócios

As melhores oportunidades para o crescimento das organizações residem nos dados. Para muitos, os dados são o novo combustível que moverá a economia nas próximas décadas. Também é notório que os cenários atuais dos dados nas organizações envolvem variáveis maiores e mais complexas do que em um passado recente. O conceito de Big Data nos mostrou que as suas variáveis – o volume, a variedade, a velocidade, a veracidade e o valor agregado dos dados, em grandes proporções, são reais e mudaram a forma de como devemos utilizar os mesmos para apoiar as decisões e definições das estratégias empresariais.

As poucas empresas que conseguiram adotar este “conceito” de forma satisfatória, já fundamentam as suas decisões baseadas na predição. Essas previsões, com alto grau de certeza, nos dizem o que ocorrerá no futuro. Ao contrário do que estávamos acostumados em um passado recente, onde a maioria das decisões eram baseadas no histórico dos dados, no conhecimento do que ocorreu até uma determinada data.

Esta diferença de abordagem tem trazido vantagens significativas. De forma geral, as decisões são muito mais ágeis e assertivas. Tornando essas empresas mais competitivas em relação às demais.

Contudo, extrair o que há de melhor nos dados continua sendo um difícil desafio para a maioria das empresas. Na verdade, como profissional ativo da área há mais de 20 anos, sinto-me à vontade em afirmar que as empresas sempre adotaram o discurso de que os dados são ativos muito importantes, porém, em sua grande maioria, ainda não os tratam como tais.

Tive a oportunidade de acompanhar algumas das grandes revoluções que envolveram os “dados” no passado, como a adoção dos bancos relacionais, downsizing, implantação dos ERPs, soluções baseadas em BI e mais recentemente o Big Data. Boa parte dos projetos necessários para viabilizar essas mudanças nas empresas não atingiram o êxito esperado, pois, de forma geral, o foco foi dado exclusivamente nos aspectos tecnológicos, visando somente a implementação das novas tecnologias, esquecendo aspectos mais triviais como por exemplo, a cultura organizacional e a gestão dos dados.

Engana-se quem acha que este tipo de problema ocorre somente no Brasil. Claro que com uma incidência um pouco menor, países mais desenvolvidos também sofrem com as mesmas adversidades.

Em abril de 2017, durante o evento mundial da DAMA International, o Enterprise Data World, um grupo composto por renomados consultores na área de Dados e Informações lançou um documento denominado “Data Manifesto”. O conteúdo do documento nos traz uma visão global do cenário atual de como os dados são vistos nas empresas e propõe a adoção de mudanças simples no nosso cotidiano, a fim de iniciar uma mudança cultural para diminuir os problemas oriundos de uma má gestão dos dados.

Vamos ao conteúdo do manifesto:

DATA MANIFESTO

–  As melhores oportunidades para o crescimento orgânico das organizações estão nos dados

Os dados oferecem um enorme potencial inexplorado para criar vantagem competitiva, novos trabalhos e riquezas, melhorar os cuidados com a saúde, manter todos seguros e melhorar a condição humana.

–  As organizações estão distantes de serem orientadas a dados

A maioria das empresas:

  1. Não sabem completamente quais dados possuem ou mesmo quais dados são os mais importantes.
  2. Confundem os dados com a tecnologia da informação ou digitalização, ocasionando o mal gerenciamento de ambos.
  3. Não possuem qualquer tipo de visão dos dados ou estratégia, definindo como os dados podem contribuir com seus negócios.
  4. Subestimam o esforço necessário para gerenciar os dados e carecem de estruturas organizacionais para fazer a gestão.

Muitas empresas estão conseguindo em pequena escala iniciativas de analytics, governança, qualidade e outros esforços. Ainda assim, não encontramos exemplos corporativos de mudanças fundamentais e duradouras, sem uma liderança comprometida e o envolvimento de todas as pessoas, em todos os níveis da organização.

E estamos plenamente conscientes do quão difícil será desbloquear o real potencial dos dados, tanto para cima quanto para baixo nas estruturas dos organogramas das empresas.

– Portanto, pedimos a todos que liderem a mudança 

Comitês, Gerências e Lideranças sêniores: Desafiem suas noções preconcebidas dos dados.

Vejam os dados não como os detalhes enterrados nas entranhas da TI e seus sistemas, mas como uma fonte ilimitada de novas oportunidades.

Percebam que o potencial dos dados não é visto apenas pelos especialistas, como por exemplo, os cientistas de dados, mas sim por todos, como uma forma da sua empresa se destacar verdadeiramente dos concorrentes.

Enxerguem os dados como uma forma de deixar os legados duradouros.

Considerem quais ativos de dados devem ser colocados em seus balanços patrimoniais.

As lideranças devem prover aos envolvidos uma visão dos dados. Em um primeiro estágio focado em:

  1. Cuidar melhor dos dados, com foco na qualidade dos dados mais importantes;
  2. Experimentar diversas formas de trabalhar com os dados e obter uma vantagem competitiva;
  3. Evoluir com um sistema de gestão mais adequado a severidade dos dados.

Todos que precisam dos dados para realizar seus trabalhos: Tornem-se agentes para impulsionar a mudança!
As oportunidades existem em grande quantidade, então escolham uma ou duas áreas de interesse;

Se possível, melhorando a qualidade dos dados, descobrindo métodos analíticos mais apurados, desenvolvendo novas métricas,  fornecendo uma ideia que quantifica o valor monetário dos dados ou utilizando os dados para construir pontes com outros departamentos.

Sejam mais proativos, comuniquem-se com os colegas de negócios, divulguem os conceitos, tornem-se mentores dos dados e ajudem as pessoas a criar suas próprias histórias de sucesso.

Continue com o trabalho
Estes são momentos motivantes e perigosos: motivantes, pois dados oferecem oportunidades para criar vantagens competitivas, criar e melhorar os produtos e serviços existentes, entender melhor as necessidades dos clientes e reduzir custos. E perigoso, pois será um trabalho árduo corrigir o que está errado e também aqueles que há muito tempo encontram dentro de si desvantagens desnecessárias.

Dê a este manifesto consideração profunda. Compartilhe. Debata. E faça funcionar em sua organização.

 

Este manifesto surgiu no mês passado, durante a Conferência Mundial de Dados Empresariais de 2017, em Atlanta, e já conta com a adesão de vários profissionais no mundo. 

Em nenhum momento o documento foca em aspectos ligados à tecnologia, mas sim em fatores culturais e ligados à gestão dos dados. 

São ações relativamente simples que podem e devem ser adotadas em qualquer empresa.

Fonte: CIO

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Sete Práticas Para Uma Gestão De Projeto Mais Eficiente

Confira algumas abordagens que aumentam consideravelmente as chances de sucesso de um PMO, segundo o Gartner

O mundo passa por uma grande revolução provocada pela tecnologia. Os projetos cada vez mais complexos pedem profissionais capazes de conduzir iniciativas de forma assertiva para aumentar a eficácia das iniciativas empresariais. Mas que habilidades são fundamentais nesse momento que se fala tanto em digitalização, análise avançada de dados e Internet das Coisas?

O Gartner quer ajudar os profissionais de TI a responderem tal pergunta. A consultoria listou o que considera como as sete melhores práticas fundamentais a um PMO (Project Management Offices). De acordo com a companhia, quem seguir os conselhos aumentará consideravelmente as chances de sucesso em suas iniciativas.

“Falhar na evolução e adaptação a essas mudanças pode resultar em um escritório de gestão de projetos desalinhado com os objetivos da organização e, portanto, em uma falha na entrega de valor”, julga Mbula Schoen, analista de pesquisa do Gartner, que apresenta a lista a seguir.

  1. Trabalhe com pessoas, conhecimentos, habilidades e comportamentos colaborativos corretos.Segundo a consultoria, essa é a chave fundamental para um PMO altamente eficaz. Quando gerentes de projetos que fazem parte de um PMO agem como administradores, eles afetam a credibilidade do PMO e dão a impressão de estarem focados somente nas tarefas e nos resultados diários. Isso negligencia uma parte crucial da entrega efetiva do projeto de TI – guiar a transformação estratégica dentro da organização. “As pessoas geralmente são avessas a mudanças, então é essencial que o departamento de projetos contrate colaboradores que possam conduzir transformações diante da resistência. Gerentes de projetos precisam de várias habilidades sociais em comunicação, resolução de conflitos, persuasão e facilitação”, afirma Mbula.
  2. Identifique e execute iniciativas de alto impacto e visibilidade.Pode-se levar anos para construir um histórico do aumento da maturidade da gestão de Projeto, Portfólio e Programa (PPM) e melhores resultados do investimento em TI. No entanto, é possível acelerar o processo identificando “conquistas simples” e otimizando a entrega para alguns projetos PMO com mais visibilidade e importância. É fundamental demonstrar o valor do PMO. Isso garantirá o comprometimento com públicos de interesse e o apoio às futuras iniciativas orientadas pelo PMO.
  3. Forneça relatórios com foco no que realmente importa para a empresa.A visão da empresa sobre o PMO é inconsistente. Executivos geralmente concordam que o PMO deveria relatar os status dos projetos e dos programas, mas a maioria acredita que isso não é feito da maneira mais adequada. “A realidade é que profissionais de PMO estão fornecendo relatórios de status dos projetos e dos programas, mas a percepção de muitos executivos sugere que há falha na comunicação ou que os relatórios não são adequados à finalidade. É importante verificar se o relatório fornece liderança organizacional com informações que ofereçam suporte à tomada de decisão eficaz”, afirma Mbula.
  4. Construa um quadro mostrando como o PMO se alinha aos objetivos estratégicos da empresa.Um quadro claro é essencial para articular o alinhamento do PMO com os objetivos e direcionamento da empresa, que estão em constante evolução. Isso também auxilia na identificação dos objetivos e metas ao longo do caminho para a resolução de obstáculos e problemas que bloqueiam o sucesso estratégico. Em essência, é a chave para comunicar o valor do PMO. O que é frequentemente esquecida é a necessidade do profissional de PMO de definir objetivos estratégicos com os gerentes seniores de TI e os líderes empresariais. Sem isso, o trabalho do PMO, apesar de bem realizado, raramente é percebido como valioso.
  5. Forneça informações simples e claras aos gerentes seniores.É comum que os profissionais de PMO sejam considerados falhos em fornecer os tipos de dados que os gerentes seniores querem. Isso leva a uma desconexão entre as expectativas e a realidade percebida. Os profissionais de PMO devem deixar a crença de que “quanto mais detalhes, melhor” para uma evolução de reportes que forneçam aos líderes informações que os apoiem em seu papel. Para gerentes seniores muito ocupados, relatórios curtos, precisos e informativos são mais efetivos. Essas pessoas atarefadas querem “conclusões”: elas esperam que o PMO trabalhe junto a elas para identificar e fornecer essas informações.
  6. Destaque as realizações do PMO. Métricas acordadas são importantes, mas elas devem ser complementadas com cases de sucesso do PMO para a empresa.Trata-se menos de números e mais de benefícios tangíveis que são reconhecidos pelos públicos de interesse, como prazos menores para concluir projetos que contribuem para a solução de problemas-chave (longo tempo de comercialização para novos produtos, por exemplo). Em termos de benefícios que são difíceis de mensurar, pode ser apropriado usar pesquisas para medir o valor que o PMO fornece.
  7. Desenvolva o PMO para auxiliar a TI Bimodal e os negócios digitais.O PMO deve adaptar seu modelo de serviço para auxiliar as mudanças tecnológicas no coração de cada projeto de transformação orientado para inovação e crescimento. Por exemplo, um PMO formado há vários anos, com a crise econômica, teve a redução de custos e a eficiência como os principais resultados pretendidos, mas a mesma empresa pode estar agora muito mais preocupada com a flexibilidade e velocidade da entrega. Consequentemente, a configuração e a equipe do PMO podem não ser mais ideais, precisando mudar para refletir o novo foco. “Um PMO eficaz revisa seus processos e recursos continuamente para garantir que eles estejam em sintonia com as necessidades atuais da empresa”, conclui Mbula.

Fonte: CIO

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SAP aposta no Leonardo para revolucionar negócios

Para um mundo cada vez mais conectado – e com empresas ansiosas em aproveitar o melhor das novas tecnologias sem desperdiçar recursos – a resposta da SAP está na ponta da língua: Leonardo Digital Innovation System.

 A plataforma é a grande atração do Sapphire 2017, que acontece essa semana em Orlando (EUA) e, claramente, está no centro da estratégia da multinacional para os próximos anos.

Se a ideia ousada comprovar a sua efetividade nos clientes no médio e longo prazo, a SAP pode estar iniciando uma verdadeira revolução. Isso porque, a solução incorpora e promete conseguir integrar todas as tecnologias do mundo novo, como Big Data, Machine Learning, Analytics, Internet das Coisas (IoT) e Blockchain. Impossível? Não é o que pensa o CEO da SAP, Bill McDermott. “O SAP Leonardo será ainda maior no futuro”, projeta, otimista.

Lançada oficialmente em março, a plataforma recebeu novas funcionalidades, que foram apresentadas para os cerca de 30 mil participantes do evento. A expansão envolve novas capacidades de software como o SAP Leonardo Machine Learning Foundation, um conjunto de novas aplicações de aprendizado de máquinas para funções corporativas que vão desde o faturamento ao atendimento ao cliente e retenção. Outra novidade é o SAP Cloud Platform Blockchain para a construção de extensões de aplicativos e novas soluções usando a tecnologia.

A empresa também está integrando as capacidades do SAP Leonardo com suas aplicações existentes e oferecerá serviços para desenvolvedores e parceiros criar seus próprios aplicativos personalizados suportados por uma rede de Centros Leonardo localizados em diversos países. Um deles ficará no Brasil, mais precisamente no SAP Labs Latin America, em São Leopoldo.

“Estamos introduzindo novas funcionalidades para acelerar de forma dramática a experiência dos nossos clientes e aumentar a sua eficiência”, relata Bernd Leukert, Member of the Executive Board of SAP SE, Products & Innovation.

Um dos grandes diferenciais é que os clientes poderão acessar qualquer dado a partir deste ambiente, em tempo real e com conectividade com todas as tecnologias. “Leonardo não é um sistema, é a fundação para construirmos um novo estilo de aplicações e serviços. Não pegamos os dados de algum lugar e transformamos em algo inteligente, como algumas companhias do mundo estão fazendo. Com essa solução, tudo acontece dentro da nossa plataforma”, explica o co-fundador e Chairman do Supervisory Board da SAP, Hasso Plattner.

A Votorantim gostou do que viu. O CIO da empresa, João Donizetti, participa do evento e, quando retornar ao Brasil, pretende aprofundar conhecimento da solução. “Integrar tantas tecnologias é algo bem complexo, por isso o Leonardo nos chamou tanta atenção. Não descarto, inclusive, a adoção imediata”, afirma.

O conglomerado com atuação nas áreas de cimento, celulose e energia, entre outros, faz uso intensivo da tecnologia, como IoT, Analytics e Realidade Aumentada. As soluções da SAP estão presentes em todas as empresas do grupo Votorantim – são 13 mil usuários das soluções da multinacional de software. “Sabemos que a transformação digital é decisiva para a continuidade dos nossos negócios. Sem isso, não sobreviveremos aos próximos 100 anos”, afirma.

O presidente da SAP Latin America e Caribe, Claudio Muruzabal, diz que o SAP Leonardo está levando o conceito da transformação digital a novo patamar, na medida em que irá ajudar as empresas a abordar de forma eficiente as tecnologias digitais para melhorar produtividade. É um sistema integrado que faz uso intensivo das tecnologias emergentes para gerar valor exponencial das empresas”, analisa. – Jornal do Comércio

Fonte: Jornal do Comércio RS

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Cenário de padronização da Internet das Coisas segue confuso

Como o processo de padrões IoT ainda está em sua infância, há uma sensação crescente de urgência nesse campo

À medida que as empresas começam a pensar em construir redes de Internet das Coisas (IoT), a questão-chave passa a ser: o que vem acontecendo em relação à padronização?

Sem plataformas e padrões para orientar o desenvolvimento de produtos e serviços, a IoT pode se tornar uma bagunça caótica. 

Padrões amplamente aceitos são necessários em três áreas-chave:

1 – Os próprios dispositivos, que podem incluir praticamente qualquer coisa, desde luzes urbanas inteligentes até controles industriais e equipamentos agrícolas.

2 – A rede, que provavelmente será uma combinação de redes com e sem fio que levarão os dados IoT de volta para um data center.

3 – E um sistema de alertas ou análises ou alguma maneira de tornar os dados acionáveis.

Estes sistemas precisam trabalhar juntos para que a IoT seja útil para as empresas. Como o processo de padrões IoT ainda está em sua infância, há uma sensação crescente de urgência nesse campo.

Um levantamento oindo quase 1 mil empresas em todo o mundo, realizado pelo 451 Research entre agosto e outubro de 2016, mostra que 71% das organizações estão coletando dados como parte das iniciativas de IoT hoje. E elas esperam aumentar seus gastos com tecnologia de IoT em 33% nos próximos 12 meses.

A maioria (90%) planeja aumentar os gastos de IoT nos próximos 12 meses e 40% planejaram aumentar os investimentos relacionados ao IOT em 25% a 50% em relação a 2016.

Procedimento operacional padrão
Então, o que está acontecendo com os padrões de IoT? 

“Sinceramente, agora eu caracterizaria as atividades de padronização de IoT como confusas”, diz Mike Krell, analista principal de IoT da Moor Insights and Strategy.

“IOT é uma enorme paisagem que cobre tanto novos como antigos consumidores e aplicações industriais”, diz Krell. “Construir um sistema a partir do zero é uma coisa, mas tentar reaproveitar sistemas e instalações mais antigos é algo completamente diferente. Padrões que podem abranger as necessidades de todas essas partes móveis são muito difíceis, senão impossíveis, de se desenvolver. ”

Isso não significa que as pessoas não estejam tentando.  “A padronização de IoT é um trabalho em andamento”, acrescenta Ian Grant, analista sênior da empresa de inteligência de mercado e consultoria GlobalData. “Dada a complexidade do tema, provavelmente sempre haverá novos padrões para trabalhar”.

Em termos de redes móveis, o “hype” mais recente é o 5G, diz Grant.

“A maioria das empresas quer um sistema que funcione para elas, então a importância dos padrões é relativa à quantidade de dados que você precisa trocar entre sistemas e parceiros externos”, diz Grant. “Se você não precisa enviar dados fora do seu firewall, provavelmente não se importa muito com os padrões, contanto que o sistema geral funcione para você.”

Há um número de plataformas populares do software que endereçam partes do enigma de IoT, tais como dispositivos conectados, redes sem fio e alertas ou análise para tornar os dados processáveis, diz Grant.

Exemplos incluem a plataforma ThingWorx IoT, da PTC; GE Predix, que se concentra na IoT industrial; e Cisco Jasper Control Center.

Todos os três estão disponíveis em plataformas de nuvem pública hospedada dos principais players, como Microsoft Azure, AWS e IBM Bluemix, e em plataformas de co-operação.

Padrões de conectividade
Além de 5G, áreas de foco em relação a normas de conectividade para IoT incluem LTE-NB e LTE-M, diz Krell.

“Os dois padrões LTE são construídos como uma extensão da infraestrutura LTE existente, enquanto 5G é uma coisa inteiramente nova”, diz Krell. “Para conectividade de curto alcance, temos na maior parte extensões de padrões existentes como WiFi, Bluetooth e ZigBee, mas com opções de software adicionadas como Open Connectivity Foundation (OCF) e ZigBee’s DotDot”.

O OCF, que se formou quando vários consórcios se fundiram, está criando uma especificação e patrocinando um projeto de código aberto na camada de aplicação para que qualquer dispositivo conectado possa conversar com qualquer outro.

OCF “tem como objetivo tornar-se o padrão para comunicação de dados dispositivo a dispositivo em redes próximas como a da sua casa”, diz Chris Steck, diretor de relações técnicas Jasper, da Cisco, que fornece uma plataforma de software baseada em nuvem para o IoT.

A Intel também está envolvida na IoT, como membro fundador da OCF. Além de uma especificação padrão, a OCF também fornecerá modelos de dados para um projeto de código aberto chamado IoTivity, hospedado pela Fundação Linux, diz Dipti Vachani, vice-presidente de Estratégia e Tecnologia do grupo de IoT da  Intel.

O projeto fornece uma implementação de referência completa da norma, bem como um programa de certificação OCF para garantir a interoperabilidade, diz Vachani.

O objetivo do OCF “é fornecer um middleware de interoperabilidade padrão necessário para que todos os dispositivos conectados possam descobrir e se comunicar uns com os outros, independentemente do fabricante, do sistema operacional, do chipset ou do transporte físico”, diz Vachani.

3GPP contra LoRaWAN
Outro esforço de padrões é o 3rd Generation Partnership Project (3GPP), que está liderando o esforço dos operadores móveis em IoT. O projeto une sete organizações de desenvolvimento de telecomunicações conhecidas como “parceiros organizacionais” e fornece a seus membros um ambiente estável para produzir os relatórios e especificações que definem as tecnologias 3GPP.

O projeto abrange as tecnologias de redes de telecomunicações celulares, incluindo o acesso via rádio, a rede de transporte principal e as capacidades de serviço, incluindo segurança e qualidade de serviço.

As especificações também fornecem ganchos para o acesso não-rádio à rede principal e para o interfuncionamento com redes WiFi. 

Os três grupos de especificações técnicas do 3GPP são Redes de Acesso pot Rádio, Serviços e Aspectos de Sistemas e Núcleo de Rede e Terminais.

O esforço 3GPP tem concorrência para baixa potência: a LoRa Alliance, que oferece LoRaWAN, uma especificação destinada a objetos sem fio operados por bateria em uma rede regional, nacional ou global. O LoRaWAN visa os principais requisitos do IoT, tais como serviços seguros de comunicação bidirecional, mobilidade e localização.

A especificação LoRaWAN fornece interoperabilidade perfeita entre coisas inteligentes sem a necessidade de instalações locais complexas, de acordo com a LoRa Alliance.

Machine to machine
Um dos esforços de padrões de IoT que está ganhando força é a aliança oneM2M , que está desenvolvendo especificações técnicas que atendem à necessidade de uma Camada de Serviço M2M (máquina a máquina) comum que pode ser prontamente incorporada ao hardware e ao software. O oneM2M seria usado para conectar dispositivos no campo com servidores de aplicativos M2M em todo o mundo.

O esforço da oneM2M é um bom exemplo de como várias organizações de desenvolvimento de padrões estão se concentrando onde podem agregar mais valor, diz Steck.

O OneM2M está ajudando a facilitar a troca de dados entre diferentes dispositivos e servidores de aplicativos, e provavelmente será adotado para casos de uso que exigem muita interconexão, como em cidades inteligentes, diz Steck.

“As indústrias provavelmente não usarão um padrão horizontal singular para IoT, mas sim um conjunto de padrões selecionados a partir de um grupo de padrões concorrentes, de várias verticais, para melhor atender a sua necessidade”, acrescenta.

Dispositivo para dispositivo
No campo da IoT Industrial, o protocolo de conectividade MQTT está sendo adotado para comunicações de dados de entre dispositivos unidirecionais e assíncronos e o provedor de serviços remoto, diz Steck. “O MQTT é visto como um padrão líder em comunicações de dispositivo a dispositivo, que se assemelha mais às comunicações em tempo real através de um ‘barramento'”, diz ele.

O gerenciamento de dispositivos é uma área onde a adoção de padrões está ocorrendo lentamente, diz Steck. “Mas isso deve mudar nos próximos dois anos, com o lançamento do OMA Lightweight M2M”, diz ele.

Internet industrial
Outra importante iniciativa de padronização de IoT é o Industrial Internet Consortium (IIC).

“Um dos objetivos o IIC é identificar e abordar questões do ecossistema para a implantação da IoT Industrial”, diz Steck. “Eles produziram arquiteturas de referência. As empresas da IIC se reúnem em um ambiente experimental para lidar com casos de uso, e relatar ao consórcio sobre os desafios identificados “.

Com algo tão amplo quanto o IoT, é provável que padrões universais e plataformas usadas por todos os usuários, cobrindo todas as áreas de IoT, não sejam viáveis.

“Não posso dizer honestamente que hoje temos padrões sendo desenvolvidos que permitam que tudo funcione em conjunto”, diz Krell. “Os tipos de itens e objetivos são muitos e variados. Estamos tentando encontrar áreas específicas que possamos trazer a algum nível de consistência, para que possamos pelo menos reduzir o número de opções. ”

“Haverá grupos de interesse que vão querer compartilhar dados e diminuir o custo de fazer isso”, diz ele. Mas dificilmente teremos um única norma.

“O IoT exige uma arquitetura além da que evoluiu para a internet”, diz Vachani. “Os bilhões de novos dispositivos conectados precisam ser capazes de descobrir e se comunicar uns com os outros. A interoperabilidade em grande escala precisa ser alcançada. ” Mas, dificilmente, teremos uma norma universal. 

Fonte: CIO