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Equipe de dados: cinco passos para montar um time de sucesso

Além dos cientistas de dados, as empresas que querem ganhar mais competitividade devem construir uma força de trabalho dirigida por dados.

Os dados são a força vital das organizações. Na Europa, por exemplo, um banco de varejo tem gerado um aumento médio de 500% nas vendas oriundas de suas campanhas de marketing por meio da segmentação da base de consumidores através do uso de análises avançadas, determinando quais produtos oferecer a cada segmento. Para encontrar e decifrar esse tipo de vantagem competitiva direcionada pelos dados, contudo, os líderes de negócios devem desenvolver um time especialista em dados.
Estamos começando a ver uma transição para uma força de trabalho dirigida por dados, na qual alguns papéis tradicionais desempenham extrema importância e novos papéis têm surgido para suprir a necessidade de gerenciar e explorar completamente os dados.
Aqui estão cinco passos essenciais para seguir se você quer construir uma organização dirigida por dados:
Chief Data Officer (ou gerente de dados): o CDO está se tornando cada vez mais importante à medida que as companhias têm considerado os dados como ativos. Uma pesquisa da Accenture aponta que dois terços das organizações escolhem uma figura sênior para ser o chief data officer responsável por liderar o gerenciamento de dados e análises em seus negócios.
Administrador de dados: ele mantém a qualidade, disponibilidade e segurança dos dados e busca melhorar a coleta e apresentação dos dados para os negócios.
Cientista de dados: os cientistas de dados constroem modelos analíticos e algoritmos. Esse papel foi apontado como a “profissão mais sexy do século 21” pela Harvard Business Review, mas ainda é muito difícil encontrar esses profissionais no mercado.
Especialista em análise: é responsável por liderar iniciativas de analytics do ponto de vista de quem domina o negócio. Ele entende qual é o valor por trás de um insight e desafia a TI a expor mais dados para análise.
Usuários de negócios: eles representam cerca de 70 a 80% da força de trabalho. Aplicam os resultados dos modelos analíticos e impulsionam o trabalho da TI e as equipes de dados.
No entanto, poucas empresas já possuem essa força de trabalho estruturada, e encontram dificuldades quanto a disponibilidade de talentos em análises. Dessa maneira, listamos aqui algumas recomendações para desenvolver essas habilidades:
– Adote uma abordagem de equipe. Crie um time de pessoas que individualmente podem não ter todas as capacidades de um cientista de dados mas que, em grupo, oferecem as habilidades necessárias.
– Amplie o campo de recrutamento. Busque esses profissionais fora de sua indústria, e até mesmo fora do mundo dos negócios. Por exemplo, designers gráficos muitas vezes conseguem oferecer mais criatividade e uma visão imaginativa na visualização de dados.
– Foco no aprendizado do time. É essencial estimular os membros a aprender habilidades com outros membros do grupo. Quando um membro não estiver disponível, outros poderão ajudar na situação, o que cria uma unidade mais resistente a atritos.
Próximo passo: melhores perguntas, melhores tecnologias.
Possuir as pessoas certas e todos esses especialistas não é o suficiente. Para inovar, todos os papéis de uma companhia – de administradores de dados a usuários de negócios – precisam ser interrogadores dos dados.
As empresas não podem se satisfazer simplesmente em perguntar “O que aconteceu?”. Ao invés disso, precisam insistir em alcançar perguntas de níveis mais altos – como “Por que e como isso aconteceu?” – para identificar oportunidades de crescimento.

 

Fonte: IT Forum

 

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Mudança na arquitetura transforma perfil do profissional de infra

De acordo com o Gartner, pelo menos 80% das empresas terão dificuldade de encontrar profissionais de TI com o perfil adequado para atender demanda de infraestrutura mais ágil.

À medida que demanda por infraestruturas ágeis aumenta, por conseguinte, será maior a necessidade das empresas por profissionais de infraestrutura e operações com conhecimentos de gestão de performance.

A abordagem web-scale, termo utilizado pelo Gartner para definir o padrão de computação aplicado por grandes fornecedores de serviços na nuvem, como Amazon, Google e Facebook, será cada vez mais comum no ambiente empresarial de TI nos próximos anos. A empresa de consultoria e pesquisa em TI aponta que até 2017 essa arquitetura estará presente em metade das companhias globais, contra 10% em 2013.

O termo “escala” está mais relacionado à velocidade do que a tamanho, indicando que as empresas precisam imitar as arquiteturas, processos e práticas destes fornecedores se quiserem manter o ritmo de crescimento, de acordo com o Garnter.

Enquanto terão que manter e sustentar suas habilidades de planejamento de capacidade convencionais e ferramentas, as grandes organizações ainda deverão reavaliar regularmente as ferramentas disponíveis, e fazer um esforço especial para adquirir e aperfeiçoar conhecimentos e habilidades de gerenciamento de desempenho, aponta a empresa de pesquisa e consultoria.

Assim, a consultoria estima que até 2016 a dificuldade de encontrar profissionais com essas competências de gestão de desempenho para arquiteturas em escala horizontal será enfrentada por 80% das grandes empresas.

Considerando essa oportunidade para os arquitetos de TI, o analista e diretor de pesquisa Ian Head afirma que será preciso aderir plenamente às arquitetura de aplicação e escalar horizontalmente as arquiteturas de infraestrutura para tirar proveito da web-scale.

Em geral, as ferramentas de computação in-memory e de análises são usadas ​​para extrair as informações necessárias a partir de uma combinação das ferramentas de monitoramento de infraestrutura e da instrumentação construída nas aplicações. Desse modo, a informação analítica resultante é aplicada para gerar ações proativas e em tempo real para alocar recursos e gerenciar possíveis gargalos. O Gartner ressalta que funcionalidades semelhantes também serão utilizadas para modelar o impacto de movimentações de fluxos de trabalho e para simular os efeitos de mudanças de infraestrutura e aplicações potenciais.

Essas capacidades de adequar as demandas em tempo real serão imprescindíveis, juntamente com as ferramentas, na abordagem web-scale. Contudo, a maioria dos profissionais de TI ainda não estão preparados para lidar com essa mudança nas organizações.

Fonte: IT Web

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PC Sistemas lança solução de auditoria eletrônica

Para garantir um ciclo de melhorias contínuas nos processos organizacionais das empresas, a PC Sistemas, lança, na APAS 2014, em São Paulo, o myAudit, solução de auditoria eletrônica capaz de diagnosticar gargalos ou desvios nas rotinas operacionais. Além disso, a ferramenta está apta para reagir com velocidade aos diagnósticos apurados, propondo planos eficientes para contornar as situações encontradas. Com a solução, a companhia objetiva fornecer aos clientes informações de fácil acesso sobre irregularidades nas operações, garantindo, assim, a qualidade dos processos produtivos da empresa. O sistema é totalmente integrado ao WinThor, ERP carro-chefe da PC Sistemas, e possibilita acesso às informações através de diferentes dispositivos móveis, sejam em plataforma iOS ou Android. Além disso, ele disponibiliza ao usuário uma série de recursos para a implantação de novos processos e de abertura de planos de ação. Tudo para garantir a utilização das melhores práticas em todas as áreas da empresa, consolidando uma importante ferramenta para impulsionar os seus negócios. Resultados bastante significativos já foram alcançados através dos diagnósticos gerados pelo myAudit, como, por exemplo, a redução de 15 mil reais em um único recolhimento de PIS e COFINS, devido a erros detectados tanto na composição do cálculo da base de crédito, quanto em débitos indevidos nas operações de saída da empresa. Outros casos de falhas apuradas pelo myAudit podem ser citados, como o recolhimento de ICMS em duplicidade, que ocasionava na perda de 18 mil reais por mês, e erros no gerenciamento do estoque, que acarretavam na perda de páletes inteiros de produto.

Fonte: TI Inside Online

 

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Fórum Banrisul discute adoção de Bitcoin como meio de pagamento

Começa nesta quarta-feira, 7, em Porto Alegre, o 7º Fórum Internacional de TI Banrisul, cujo objetivo é discutir as tendências de mercado, explorando os diversos aspectos e visões de temas contemporâneos de relevância. Um dos destaques dessa edição será a palestra sobre Bitcoin como meio de pagamento, que está despertando controvérsias em relação a sua adoção e segurança das transações.

Segundo Elizabeth Ploshay, que faz parte do Conselho de Diretores da Bitcoin Foundation e Communication Manager na Bitcoin Mazagine, que fará sua palestra na quinta-feira, 8, a adoção do Bitcoin é uma opção para os países que tem uma grande parte da população desbancarizada, como os situados na África e Ásia, que podem receber recursos através de uma plataforma Open Source, sem interferência de regulamentações, com toda a segurança, já que as transações são criptografadas.

Ela vai falar sobre os avanços que o Bitcoin, inicialmente uma moeda de um grupo restrito de pessoas, que atualmente está se transformando em um meio de pagamento aceito por muitos segmentos de mercado e na pauta de diversos governos ao redor do mundo, inclusive no Brasil.

A executiva vai discutir ainda no Fórum a situação atual e futura desse meio de pagamento, questões legais, de segurança e possíveis fraudes.

Fonte: TI Inside Online

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Empresas que usam Conectividade Social da Caixa devem renovar certificados digitais

Empresas com 20 ou mais empregados que entre maio e junho de 2011 passaram a utilizar certificado digital, em atendimento às normas da Caixa Econômica Federal, para a transmissão de arquivos de Recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da Previdência Social (SEFIP e GFIP), precisam, agora, se atentar quanto ao prazo de renovação dos mesmos. O alerta é da Boa Vista Serviços, que também ressalta a necessidade de substituição das mídias (cartão e token).

Como explica Ângelo Tonin, diretor de Identidade Digital da Boa Vista Serviços, a maioria dos certificados digitais emitidos pelas Autoridades Certificadoras credenciadas na ICP-Brasil entre maio e junho de 2011 tinham validade de três anos. Por isso, a necessidade de renovação em 2014. Na época, lembra Tonin, houve um pico de emissões de certificados digitais, em detrimento da obrigatoriedade da Caixa. O volume observado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), no período, foi de aproximadamente 276 mil certificados digitais emitidos. “Como a maioria era de certificados tipo A3 com validade de três anos, hoje nós estimamos que 70% desse volume estejam no período de renovação”, completa.

Outra ponderação importante, feita pelo diretor de Identidade Digital da Boa Vista Serviços, refere-se à troca da tecnologia usada. Ou seja, das mídias CD e token. Segundo Tonin, por determinação da ICP-Brasil, que regulamenta a certificação digital no país, desde janeiro de 2012 vigora uma nova tecnologia, a chamada Cadeia V2 e, por esta razão, as mídias em uso antes desta data precisam agora também ser substituídas. Com esta medida, os certificados digitais ganham um sistema de criptografia mais complexo.

Para empresas e escritórios de contabilidade, a Boa Vista Serviços recomenda o e-CNPJ tipo A3. Para os funcionários vinculados a essas empresas e que trabalharão com as transmissões das informações de FGTS (procuradores), sugere informar o PIS nos novos certificados digitais, que devem ser e-CPF nestes casos. Já para profissionais autônomos, caso da maioria dos contadores, a recomendação é do e-CPF, desde que tenha o CEI (Obrigatório). “Recomendamos ainda que, no momento de renovar ou fazer um novo documento digital, avaliem o custo-benefício dos fornecedores e escolham aquele que mais se adeque às necessidades”, completa Tonin.

Alguns exemplos de utilizações mais comuns do Conectividade Social, por intermédio de procuração são o CNPJ para CNPJ, em que deve-se cadastrar uma procuração para a empresa de Contabilidade ou Assessoria, o CNPJ para CPF, neste caso a empresa deve cadastrar uma procuração para o seu funcionário, sendo importante o funcionário ter um certificado digital em seu nome (e-CPF), contendo o número de PIS para que haja o vínculo entre empresa x funcionário e, ainda, um terceiro exemplo, quando a empresa deve cadastrar uma procuração para o contador autônomo, sendo importante o contador ter um certificado digital em seu nome (e-CPF) contendo o número de CEI para que haja o vínculo entre empresa x autônomo, caracterizando-o como “pessoa jurídica”. Lembrando que a procuração é feita no próprio sistema Conectividade Social da Caixa.

Fonte: TI Inside Online