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Manifesto pede mudanças na lei de proteção de dados (LGPD)

Assespro Nacional lidera iniciativa que pede criação de autoridade nacional

A Assespro Nacional (Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), entidade que representa as empresas de TI no Brasil, está liderando um manifesto em que faz um apelo ao governo pelo aperfeiçoamento da Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais (LGPD), solicitando, sobretudo a criação de uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

A entidade reitera seu apoio aos vetos do Poder Executivo ao texto original principalmente no parágrafo sobre a criação da ANPD, uma vez que vários dos trechos vetados são potencialmente inconstitucionais. Após o veto, o governo chegou a dizer que iria solucionar esta questão por meio de um projeto de lei, em forma de Medida Provisória, porém esta ação ainda não evoluiu.

A entidade ressaltou a importância da criação de uma ANPD, com bases nas funções de uma Agência Reguladora, assessorada por um Conselho Representativo da sociedade organizada.

Ítalo Nogueira, presidente recém-eleito para o biênio 2019-2020 da Assespro Nacional, comenta que, no texto original, foi dada a ANPD o poder de fiscal, polícia, juiz de forma simultânea a regulação, violando o princípio constitucional da divisão de poderes. “O que queremos é um aperfeiçoamento da Agência, que ela tenha sim função de regulação, controle, inspeção e punição, mas que seja uma agência reguladora autônoma e que disponha de um órgão consultivo constituído por representantes credenciados da sociedade civil”, disse.

No manifesto, a entidade ressalta também que a proteção de dados pessoais no país seja claramente identificada como sendo matéria de exclusivo ordenamento jurídico federal, de forma a barrar legislação municipal e estadual, que apenas aumenta o ‘custo Brasil’ sem trazer nenhuma proteção adicional aos cidadãos. “É importante evitar, por exemplo, o surgimento de leis de âmbitos municipais ou estaduais que possam atrapalhar a soberania de normas da Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais”, completou Nogueira.

Fonte: Computerworld

 

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2019: ano do compliance, nuvem, inteligência artificial e IoT

Conheça algumas das principais previsões para o mercado de segurança da informação

2018 chega ao fim e 2019 desponta no horizonte com uma indagação: quais serão os principais destaques no que tange à segurança da informação?

Não é uma ciência exata, uma vez que as ameaças envolvem atores com motivações e interesses múltiplos. Entretanto, pelas regulamentações que passaram a vigorar em algumas regiões globais e a maior atenção de organizações públicas e privadas à segurança, destacamos quatro áreas que estarão em evidência no próximo ano: compliance, nuvem, inteligência artificial e IoT.

Compliance

Houve um grande impulso na segurança de dados e nos regulamentos de proteção privada em todo o mundo. O mais comentado deles foi o GDPR, regulamento europeu, que passou a vigorar nos países pertencentes à União Europeia (UE) em maio. Similares a ele, existem outros já estabelecidos ou em projeto de sanção em outras regiões do globo.

É preciso atentar-se que regulamentações como esta exigem a conformidade de:

  1. gerenciamento de informações pessoais;
  2. armazenamento de dados;
  3. transferência transnacional de dados.

Para que as normas sejam cumpridas, espera-se que a fiscalização atenda à medida que as empresas que estão em conformidade atingem a massa crítica. Como as violações de segurança continuam ocorrendo, as empresas vão buscar se proteger da negligência aumentando o investimento para atender às normas – o que será observado ao menos nos próximos dois anos.

Mesmo havendo ramificações globais destes regulamentos globais, os esforços de conformidade das empresas ainda são complexos. Isto porque podem interagir e potencialmente entrar em conflito. E o outro desafio latente aos times de segurança é como preservar a eficiência operacional enquanto implementam medidas de conformidade.

Nuvem

À medida que a tecnologia em nuvem continua a expandir e a ser adotada, a segurança na nuvem continua se tornando cada vez mais importante. Observou-se a recuperação na demanda por tecnologia de segurança ao longo de 2018 e essa tendência permanecerá. Como diferentes regiões globais estão em diferentes estágios de aceitação da nuvem, há a adoção de vários tipos de implantação em coexistência, tais quais nuvem pública, nuvem privada, nuvem híbrida, nuvem comunitária, multi-cloud, e etc. Os requisitos de segurança e tecnologia para essas implantações são diversos e eles são cada vez mais parte do investimento corporativo da empresa.

A outra tendência é que, cada vez mais, as ofertas de segurança são entregues por meio da nuvem ou a utilizam para aprimorar os recursos. Muitos destes habilitados por inteligência artificial devido aos seus grandes requisitos de dados e computação, os quais são fornecidos por meio da nuvem. Do lado do cliente, as empresas costumavam utilizar os serviços em nuvem para proteção da Web e de e-mail, o que foi estendido para outras áreas, como Cloud Access Security Brokers. Além disso, muitas soluções para segurança na nuvem também são fornecidas por meio da nuvem.

Inteligência artificial

O uso da análise de big data e da inteligência artificial tem proliferado em empresas de todos os segmentos e portes. No passado, a tecnologia tinha sido desenvolvida e usada para beneficiar os negócios sem muita consideração sobre segurança, mas isso está prestes a mudar, uma vez que a inteligência artificial consome grandes quantidades de dados heterogêneos de diferentes origens e requisitos de segurança e conformidade. Há também a questão sobre quem acessa aos diferentes mecanismos e protege a entrada dos mesmos.

Em alguns casos, a inteligência artificial pode ser muito sensível aos dados de entrada, e os hackers aproveitam para infectá-los e fazer com que o mecanismo tome as decisões erradas. Por último, mas não menos importante, os dados que são divulgados geralmente são extremamente importantes e precisam ser protegidos.

Muitos fornecedores incorporaram a inteligência artificial em seus produtos de segurança e uma grande porcentagem de empresas já adotou a segurança baseada em dados. Uma das principais angústias da resposta de segurança TI corporativa atual é como lidar com montanhas de dados de alerta. Ao utilizar o aprendizado de máquina e a análise avançada de dados, o sistema é capaz de filtrar o ruído e destacar eventos críticos que exigem atenção. A tecnologia de inteligência artificial ainda pode ser usada em outras partes da segurança da empresa, como segurança de Endpoint, tráfego de rede e análise de comportamento. Por isso, uma grande parte do investimento em segurança das empresas terá recursos habilitados para inteligência artificial até o próximo ano.

IoT

Houve alguns pontos críticos no desenvolvimento da internet das coisas (IoT) no ano passado, especialmente em carros inteligentes, automação residencial e câmeras. Tradicionalmente, a segurança no espaço da Internet das Coisas (em português) não existe devido a vários motivos, como a variedade de fornecedores e protocolos proprietários. Isso inclui a falta de conscientização e foco em segurança, bem como a falta de interação do usuário final com os dispositivos – o que resulta em menos chances de detectar possíveis violações. Soluções de segurança específicas para segmentos do mercado de IoT têm sido observadas, como a segurança para carros inteligentes e redes de câmeras. Este mercado crescerá em 2019 e a adoção do IoT em larga escala será observado nos próximos anos. A segurança, nestes casos, será orientada pelos requisitos de conformidade e de proteção de dados.

*Tim Liu é CTO da Hillstone Networks

Fonte: Computerworld

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5 principais tendências tecnológicas para empresas em 2019

Especialista em gestão de projetos revela o que deve melhorar o ambiente de negócios a partir do próximo ano

Passado um ano turbulento, com incertezas e novas decisões políticas, a expectativa do mercado para 2019 é de retomada de investimentos. E as tecnologias estão na lista de desejos para companhias que querem ter atuações modernas e eficazes.

Diante da democratização do acesso à tecnologias, impulsionada sobretudo pelo formato de venda de aplicações na nuvem, alguns sistemas, antes reservados a um grupo pequeno de empresas – com mais dinheiro -, agora se mostram mais acessíveis dentro de uma faixa mais larga de negócios, principalmente quando projetos são gerenciados com maestria e experiência.

Para o consultor Fabio Braggio, da FLB Info, uma grande tendência que será bem explorada no próximo ano é a inteligência artificial. Como desdobramento, as empresas vão lidar muito e de forma mais organizada com outros recursos, como machine learning, internet das coisas (IoT), blockchain, big data, além de metodologias Agile.

Braggio listou as cinco principais tendências nas empresas de 2019. São elas:

Expansão da metodologia Ágil

“As práticas Ágeis não estão mais restritas ao ambiente de TI, ao desenvolvimento de software. Hoje em dia – e cada vez mais – elas estão se expandindo para as áreas de negócios. Práticas ágeis proporcionam às organizações uma abordagem que melhora a eficiência, acrescentam mais velocidade e autonomia em seu núcleo, defendendo um processo que conta com divisão de tarefas em ciclos curtos de trabalho e reavaliações e adaptações frequentes. Como diz o economista e guru dos negócios Tom Peters, a prática ágil permite às empresas testar rápido, falhar rápido e consertar rápido. É possível organizar uma empresa em torno de equipes enxutas, multidisciplinares e inovadoras para pôr em prática ideias em pequena escala, que driblam com sabedoria a burocracia interna, além das incertezas e complexidades do mercado.”

Big Data e Dark Data

“A quantidade de informação gerada em todos os segmentos da indústria é enorme e demanda coleta, análise e processo de implementação a partir dos insights provocados por determinados dados. É esse processo que permite a uma empresa estar à frente da concorrência. O big data na nuvem, por exemplo, permite que até pequenas empresas possam aproveitar as tendências tecnológicas mais recentes e tenham acesso a grandes oportunidades de crescimento. Nesse contexto, é importante que as empresas considerem também o Dark Data – informações digitais adquiridas por várias operações de redes de computadores que não são usadas de para insights ou tomadas de decisão. Como as análises e os dados se tornam aspectos cotidianos das organizações, há uma necessidade crescente de entender que qualquer dado deixado inexplorado é uma oportunidade perdida e pode levar a um possível risco de segurança.”

Internet das coisas

“Relatórios de pesquisa com as últimas tendências da indústria revelam que a IoT irá gerar mais de 300 bilhões de dólares por ano até 2020, sendo que o mercado global de IoT deve alcançar uma taxa de crescimento anual de 28,5%. A nova geração de plataformas de internet das coisas pode ajudar as empresas a combinar novas fontes de dados com as já tradicionais, examinando informações em tempo real. Esse tipo de iniciativa permite fazer novas correlações de dados e é fundamental para questionar o pensamento institucional, além de agilizar mudanças.”

Blockchain

“Dados da consultoria Gartner revelam que somente 10% das empresas tradicionais terão feito transformações radicais com tecnologias blockchain até 2023. Trata-se de uma corrente de blocos na qual cada bloco (banco de dados) é ligado ao próximo através de um registro público (Public Ledger). Essa descentralização de registros aumenta a segurança das operações, evitando a ação de hackers. São três as principais áreas de negócios que estão se expandindo com o uso de blockchain: referência de dados, pagamentos no varejo e empréstimos ao consumidor. Respeitado o tempo da curva de aprendizado, o blockchain é uma solução que veio para ficar, podendo ser implantada por uma equipe de TI ou ser contratada como serviço.”

Entre os ganhos principais, o executivo lista:

  • Acesso a novas tecnologias;
  • Possibilidade de testar uma nova tecnologia sem necessariamente correr os riscos inerentes ao processo;
  • Suporte ao cliente;
  • Soluções compatíveis com o tamanho da empresa;
  • Redução de custos, especialmente de energia.

Outra vantagem é que se for detectado qualquer problema no processo, é simples voltar para o ponto de origem

Machine learning

“Derivado da inteligência artificial, machine learning implica em computadores ou robôs programados para aprender a desempenhar algo que antes era restrito a humanos. Essa tendência vem sendo rapidamente absorvida por vários setores da indústria, gerando demanda para profissionais altamente capacitados. Tanto que esse mercado deve atingir 8,81 bilhões de dólares até 2022 – gerando mais empregos para engenheiros, desenvolvedores, pesquisadores e cientistas de dados. Quando se pensa em machine learning aplicado à gestão de projetos vislumbramos a inteligência artificial preenchendo espaços que até então eram deixados em branco. Novos dados vão sendo gerados e transformados em informações que faltavam – ou até mesmo que nunca haviam sido consideradas em sua importância global para um projeto. Isso certamente acaba encorajando colaboradores e equipes a melhorar o nível de desempenho profissional, entregando resultados muito mais próximos do nível de excelência desejado. Quando isso não acontece, a própria tecnologia está apta a detectar problemas e sugerir soluções de correção – ainda que complexas. Trata-se de um avanço muito significativo, útil e poderoso para as empresas.”

Fonte: Computerworld

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5 motivos para apostar no conceito de indústria 4.0

Entre maiores benefícios estão os efeitos positivos na tomada de decisões, apoio à cadeia de supply chain e uso de analytics para economizar energia

 A Minsait, uma companhia da Indra, estima que o potencial econômico de digitalização da indústria global deve representar um mercado de US$ 1,2 a US$ 3,7 trilhões em 2025.

O principal conceito que tem balizado investimentos do setor industrial é o de indústria 4.0, ou a chamada quarta revolução industrial.

Nesse cenário, como saber em quais áreas investir? Para a Minsait, é preciso identificar as tendências que terão maior impacto dentro da empresa em curto prazo. A companhia elencou cinco benefícios que devem marcar o desenvolvimento da transformação digital da indústria nesse período. Confira:

  1. Capacidade de visão integrada e apoio à tomada de decisão

Com o controle de processos em tempo real, será possível identificar quaisquer desvios e áreas de oportunidade para aumentar a eficiência e construir novas áreas de negócio. A tecnologia possibilitará a tomada de decisão ágil e permitirá que ações preventivas sejam programadas para operação semiautomática.

  1. Rastreabilidade da cadeia de supply chain

A rastreabilidade da cadeia de supply chain em tempo real vai trazer como benefícios a redução de incertezas e aumento na eficiência em geral. Um exemplo prático disso é o uso de sensores no transporte, com a integração de dados em tempo real e informações reunidas a partir de áreas variadas que ajudam a otimizar processos, identificar desvios, tomar decisões para antecipar consequências e aumentar os níveis de qualidade do serviço.

  1. Analytics orientado a resultados

A aplicação de advanced analytics nos negócios industriais tornará possível obter melhorias em qualidade e custos, bem como novas funcionalidades em áreas de relacionamento com o cliente, por exemplo, entendendo o comportamento de uso dos produtos e serviços e antecipando padrões que possam prejudicar o nível de qualidade com muito mais antecedência, permitindo a correção de possíveis falhas.

  1. Rastreabilidade da cadeia de supply chain

Realidade aumentada ou soluções virtuais vão proporcionar aos trabalhadores focar em tarefas com maior valor agregado, já que toda a informação necessária para os processos estará acessível remotamente e através de ambientes inteligentes. Técnicas como a gamificação devem oferecer novas capacidades de treinamento. A próxima geração de robôs e automações vai se integrar com tarefas humanas de maneira mais ágil, eficiente e segura, levando a produtividade a níveis mais altos.

  1. Eficiência de energia

O monitoramento em tempo real de consumo de energia e a geração de regras analíticas avançadas vão permitir uma redução dramática de consumo de energia em complexos industriais. O monitoramento e otimização serão estendidos a fluxos e processos, permitindo aumento na precisão da contabilidade e melhoria geral nos custos operacionais.

Fonte: Computerworld

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Chatbots e o futuro da interação corporativa

Companhias já devem começar a adotar os chatbots com o objetivo de amadurecer o uso dessa tecnologia para explorar ao máximo no futuro

inteligência artificial (AI) está transformando o mundo em que vivemos, transformando-o em um lugar cheio de robôs e sistemas capazes de interagir e realizar tarefas antes praticadas exclusivamente pelos seres humanos. Filmes como HER, Blade Runner, A.I. – Artificial Intelligence, entre tantos outros do gênero de ficção, já previram como seria, em um futuro distante, a chegada de máquinas inteligentes, multifuncionais, e em alguns casos, capazes até mesmo de expressar sentimentos.

Mas não precisamos esperar mais por esses dias. O nosso presente já está repleto de exemplos funcionais de AI, que nos ajudam em diversas ocasiões do cotidiano – os chamados chatbots, softwares que trabalham e gerenciam trocas de mensagens de forma automática.

Os chatbots, diferentes das URAs (Unidade de Resposta Audível), conhecidas por Atendentes Eletrônicas – que dispõem de menu de opções com recursos pré-configurados, têm capacidades cognitivas para aprender com cada atendimento realizado. Dessa forma, se tornam ainda mais inteligentes, chegando ao ponto de se parecerem humanos.

Esses robôs, ou bots, de atendimento podem identificar demandas e realizar tarefas, como cancelar um serviço ou registrar reclamações, por exemplo, seja por telefone ou online, reduzindo o tempo de espera dos clientes ao mesmo tempo em que diminuem os custos com mão de obra.

Por apresentarem recursos e benefícios, como atendimento personalizado, padronização, assertividade (elimina erros causados por intervenção humana) e pelo fato de não se cansarem nunca, os chatbots estão sendo amplamente aplicados em praticamente todos os segmentos do mercado, desde funções de SACs (Serviços de Atendimento aos Clientes) até de vendas e marketing.

Como é o caso da rede de fast food Pizza Hut, que possui seu próprio bot com o objetivo de agilizar a realização de pedidos, por meio de histórico de compras e geolocalização, e facilitar a entrega de ofertas nos smartphones dos consumidores.

Outro modelo da aplicação desses robôs são os assistentes virtuais inteligentes (AVI), como a Siri, da Apple, que interage por meio da voz a fim de ajudar os usuários em atividades básicas, como ativar um app ou fazer uma busca online, até mais complexas e fora do padrão, como enviar mensagens de áudio e e-mail, e até jogar cara ou coroa.

Apesar de todos esses benefícios, os chatbots ainda não substituem por completo a mão de obra das empresas, que ainda precisam – e precisarão por um longo tempo – dos funcionários humanos para fornecer serviços de atendimento diferenciados, fidelizar os clientes e prestar informações, como contatos de e-mails e de telefone, por exemplo. Além disso, eles não têm capacidade para tomar decisões, desenhar estratégias e definir os rumos dos negócios. Mas para não perder as oportunidades que estão surgindo com a AI, as companhias já devem começar a adotar os chatbots com o objetivo de amadurecer o uso dessa tecnologia para explora-la ao máximo no futuro, e não ser engolido pela irrefreável evolução tecnológica que está transformando a maneira com as companhias executam suas operações corporativas.

Fonte: Computerworld
Autor: Fabiano Pardini 

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3 melhorias que a inteligência artificial promove nos negócios

Confira alguns ganhos para empresas que adotam soluções como os chatbots nas rotinas empresariais

Presente em 37% das empresas americanas, de acordo com a Salesforce, a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) começa a conquistar o mercado brasileiro. Só na indústria, a previsão é de que soluções de robotização estejam em 15% dos negócios nos próximos dez anos, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Entre as opções mais utilizadas estão os chatbots, robôs de atendimento que trazem uma série de benefícios, como destaca Carlos Alberto D’Avila, diretor de desenvolvimento da Ellevo. A empresa é parceira da IBM no projeto Watson, um dos mais famosos no segmento, e desenvolve soluções baseadas em IA.

O executivo lista três mudanças que essa tecnologia proporciona aos negócios:

  1. Reforço das áreas estratégicas

Uma das questões mais importantes da Inteligência Artificial é que ela substitui a atuação humana em algumas situações. E isso não pode ser visto de forma negativa. “Muita gente acha que está vivendo em um filme de ficção científica em que as máquinas dominam o mundo. Na verdade, o que ocorre é que neste processo as pessoas deixam de realizar tarefas repetitivas, que podem ser resolvidas rapidamente, com mais agilidade. Isso significa, por exemplo, que o chatbot vai responder as dúvidas mais frequentes dos clientes enquanto a equipe poderá focar em estratégias para melhorar a atuação. Ou seja: mais eficiência aos processos”, explica D’Avila.

  1. Aumento no faturamento

Já está comprovado que a tecnologia ajuda a melhorar a situação financeira das empresas. Uma pesquisa da Accenture mostrou, por exemplo, que o uso da AI pode elevar em 41% o faturamento do varejo em cinco anos. “Esse dado foi baseado na realidade de quem já usa os recursos. Destaco aqui o aumento da produtividade como uma das questões que contribuem para o resultado. Sua equipe não perde mais tempo pesquisando informações em um banco de dados – o sistema faz isso por ela”, exemplifica.

  1. Tomada de decisão assertiva

Sua empresa optou por um chatbot na área de atendimento ao cliente. Além de garantir agilidade no setor, existem outros ganhos. “Um deles é ter dados confiáveis para a mensuração do trabalho. Um recurso de inteligência artificial nada mais é do que um imenso banco de dados, que pode ser alimentado diariamente e consultado rapidamente. Com ele, em poucos minutos é possível visualizar informações estratégicas antes não avaliadas ou sequer registradas. Assim, a empresa tem uma tomada de decisão eficaz e ainda ganha em competitividade”, comenta o diretor.

Organize para implantar

Antes de recorrer a um projeto de AI, no entanto, é preciso ter um escopo bem definido de como ela será utilizada. “Para isso, procure uma empresa de confiança que irá ajudá-lo a organizar processos, avaliar a melhor forma de implantação. Um recurso de AI funciona da mesma forma que um sistema de gestão mais tradicional: só dará resultado se a equipe ligada a ele estiver também preparada para usá-lo”, finaliza.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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10 erros comuns de segurança e como evitá-los, segundo o Gartner

Segundo a consultoria, avaliar programas de conscientização de segurança com atenção a erros comuns ajuda as organizações a construírem uma forte linha de defesa

A maioria dos CISOs (Chief Information Security Officer) e dos executivos de programas de conscientização e segurança enfrenta dificuldades para definir a visão, objetivos e os resultados das organizações, ocasionando índices insatisfatórios e sentimentos negativos. A observação é do Gartner.

Segundo o instituto de pesquisas, ao evitar erros comuns, programas de conscientização serão um componente importante na mudança dos padrões de segurança das organizações. De acordo com o Gartner, as falhas relacionadas à segurança mais comuns nas empresas são a falta de competências, falta de autoridade, manifestações de preconceito, conteúdo entediante, falta de clareza nos objetivos, audiência desconectada, métricas ruins, foco errado, reforço irregular e dificuldade em reconhecer ações bem-sucedidas.

Para evitar essas falhas, analistas do Gartner aconselham avaliar o estado atual do programa de segurança e determinar se o foco está no lugar correto. Outro pronto a considerar é saber o que questionar de modo que garanta a atenção apenas na dificuldade. Analistas indicam ainda que é importante não se deixar seduzir por ajustes fáceis que podem mascarar o problema.

Saber estipular os objetivos que levam ao desfecho é um dos pontos importantes para evitar os possíveis erros em programas de segurança, além de definir propriamente a visão e alinhar expectativas com os executivos. Para garantir a adesão dos líderes, os analistas aconselham conceder suporte visível tanto para programas quanto para padrões de segurança, além de elaborar métricas e apresentá-las com relevância.

Acompanhe abaixo os dez erros mais comuns de segurança, segundo o Gartner, e como evitá-los.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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SAP mira liderança em CRM

C/4Hana, plataforma de CRM, é principal anúncio da companhia alemã no primeiro dia de evento anual

A SAP está de olho no mercado de Customer Relationship Management (CRM). Prova disso é que, em vez de novidades sobre ERP ou sobre a plataforma SAP Leonardo, o principal anúncio da multinacional alemã, durante abertura de sua conferência anual realizada nesta semana, foi o lançamento do C/4Hana, nova oferta de CRM da companhia, para bater de frente com grandes concorrentes, sobretudo a Salesforce.

O anúncio veio acompanhado de algumas cutucadas à Salesforce, líder e amplamente reconhecida por seu software de CRM. Dados do IDC apontam que a empresa norte-americana detém 19,6% do market share no setor, contra 7,1% da Oracle e 6,5% da SAP. Microsoft e Adobe completam o top 5.

Mas os planos da SAP vão além da liderança no mercado de ERP, o qual já tem domínio a nível global. “Não vamos sossegar enquanto não pegarmos o mercado de CRM”, disse Bill McDermott, CEO da SAP, durante o Sapphire Now, evento que ocorre nesta semana em Orlando, nos EUA. “Esse á uma prioridade para a companhia.”

A confiança da SAP com a nova solução é tão grande que a companhia define a novidade como quarta geração do CRM. “Acreditamos que nos próximos anos teremos mais software de CRM do que nossos competidores. Isso definitivamente vai impactar no market share”, disse Alex Atzberger, presidente da SAP Hybrids.

A grande aposta da SAP é em atender a necessidade de clientes, que não querem apenas usar o CRM para gerenciar a força de vendas, mas sim uma visão única de seus clientes que cubra toda a cadeia de suprimentos.

“Acreditamos que é hora de aposentar o CRM legado”, disse Atzberger. “Os clientes hoje querem privacidade de dados, experiências conectadas e as pessoas querem ser tratadas como pessoas, em vez de transações e números”, resumiu. O que os clientes da SAP querem, de acordo com Atzberger, é um processo integrado, de ponta a ponta, que garante que os leads criados pela equipe de marketing sejam acompanhados pelo time de vendas.

O fato é que a SAP, caminhando a passos largos em ERP, acabou entrando um pouco tarde na onda do CRM. Mas nunca é tarde para começar e recuperar o tempo perdido.

Fonte: Computerworld
Autor: Guilherme Borini

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Principais habilidades em Blockchain que você precisa manter no radar

A demanda está aquecida, e as empresas enfrentam uma escassez de talentos para preenchê-la

O desenvolvimento em Blockchain já está no topo de algumas das melhores habilidades do mercado de trabalho de TI, e milhares de empregos já estão surgindo em mercado mais avançados, como o norte-americano.

Mas quais são as ocupação relacionadas com o Blockchain nas quais as empresas estão apostando? E quanto elas representam de custo no orçamento?

Cerca de 23% da maiores empresas estão trabalhando ativamente em aplicativos Blockchain e normalmente contratam um gerente de projeto, um ou dois designers de aplicativos e dois a quatro desenvolvedores – todos com experiência anterior em Blockchain, de acordo com a Janco Associates, empresa de consultoria administrativa que realiza pesquisas salariais regulares.

Não surpreende que os salários para cargos de Blockchain sejam tipicamente mais altos do que em outras áreas de especialização, uma vez que há poucos candidatos qualificados, de acordo com o CEO da Janco, Victor Janulaitis.

Quão quente o mercado está em 2018? 
O trabalho de desenvolvedor de distributed ledgers  foi classificado recentemente em primeiro lugar entre as 20 habilidades profissionais de crescimento mais rápido  – e as ofertas para trabalhadores com essas habilidades cresceram mais de 200% no ano passado.

Mas os trabalhos mais promissores incluem mais do que apenas desenvolvedores e engenheiros, de acordo com pesquisa do BusinessStudent.com – um site que analisa escolas de negócios e seus cursos.

No mês passado, o BusinessStudent.com classificou as melhores posições futuras de Blockchain. Confira.

  1. Estágiários e outras posições iniciais
    Os deveres para estagiários podem variar, mas podem incluir o projeto e o desenvolvimento de ledgers com base em plataformas proprietárias de Blockchain ou de código aberto. Blockchains privados ou “permitidos” serão o foco principal, já que a maioria das empresas procura criar redes transacionais para gerenciamento de cadeia de suprimentos e outros aplicativos de negócios internos ou mantidos entre parceiros de negócios.

Posições de nível de entrada provavelmente também incluirão o desenvolvimento de pilotos de blockchain e provas de conceito, já que a maioria das empresas está apenas nas fases de teste para soluções de DLT.

As habilidades técnicas mais cobiçadas incluem: NodeJS, Go RESTful, APIs, React, Java, C ++, Solidity, Truffle, CSS e HTML.

  1. Gerentes de projeto Blockchain

Os gerentes de projetos terão que converter as necessidades de uma empresa do idioma corrente para a linguagem técnica e, em seguida, voltar da linguagem dos desenvolvedores do blockchain para o idioma normal.

“O gerente de projeto é geralmente a primeira pessoa em uma organização que é contatada quando uma empresa quer investir em  Blockchain e adaptá-lo às suas plataformas de tecnologia”, escreveu Steele. “O gerente do projeto Blockchain é encarregado de planejar e supervisionar a execução do projeto Blockchain.”

  1. Desenvolvedores de Blockchain

Os desenvolvedores provavelmente terão as maiores oportunidades de carreira na cadeia de Blockchain; serviços financeiros, governos e empresas de tecnologia estão procurando encontrar maneiras de usar o Blockchain para servir melhor seus clientes.

As habilidades tecnológicas necessárias para desenvolvedores incluem: Microsoft SQL Server, Visual Studio, .NET, MVC, AJAX, SQL, C, C ++, C #, Javascript, Node.js, JQuery, SOAP, REST, FTP, HTML, XML, XSLT, XCOD, Redes Neuronais, Regressão, Agile Scrum, MYSQL.

  1. Engenheiro de qualidade Blockchain

Essa posição é responsável por garantir a qualidade em todas as áreas de desenvolvimento de Blockchain, como estruturas e testes de automação, testes manuais e painéis, “todos os quais funcionam para suportar engenharia móvel, web e de outras plataformas”.

Um engenheiro de qualidade precisará pesquisar e aconselhar sobre ferramentas Blockchain e desenvolver padrões de teste automatizados de garantia de qualidade (QA), bem como definir, criar e implementar estratégias de automação de testes para testes de desempenho de carga. Os candidatos também podem precisar de um MBA em gerenciamento de engenharia, disse Steele.

  1. Consultor jurídico Blockchain ou advogado

Essa posição é responsável por aconselhar as empresas sobre como estruturar e administrar ICOs, agora sob maior escrutínio regulatório. Os advogados também serão encarregados de desenvolver parcerias e contratos legais, já que a tecnologia Blockchain oferece uma ferramenta de automação de negócios conhecida como “contratos inteligentes”, que são auto-executáveis com base em termos previamente acordados.

  1. Designer web de Blockchain

Startups e até empresas estabelecidas geralmente incluem o uso de criptomoedas ao adotar Blockchains, e haverá uma maior necessidade de sites para informar aos clientes o que uma empresa está oferecendo. Um web designer precisará apresentar conceitos originais e interfaces de usuário “alucinantes”.

Um recente anúncio de vagas para um designer de interface de usuário (UI), por exemplo, queria que um profissional criasse um design de interface do usuário com o Sketch, o PS e o Figma que funcionasse tanto em aplicativos móveis quanto na Web.

“É necessário que o candidato possua excelentes habilidades de comunicação e seja capaz de interagir efetivamente com as equipes de conteúdo, operações e marketing”, escreveu Steele.

  1. Engenheiro Blockchain

Este trabalho prevê compreensão das necessidades tecnológicas de uma empresa e criação dos aplicativos Blockchain que atenderão a essas necessidades.

“Esse profissional pode trabalhar na implementação de ativos e aceleradores, configurar a infraestrutura da empresa para usar Ethereum e bitcoin, e  analisar o código e o treinamento de programação Blockchain para novos funcionários”, escreveu Steele.

Os engenheiros da Blockchain devem ter um alto nível de habilidade em Java, Hyperledger Fabric, Ripple, Solidity, Python, bitcoin, Oracle Identity, bem como soluções de gerenciamento de acesso.

Gestão intermediáriaa e trabalhos freelance em ascensão
Grandes organizações também estão planejando reforçar sua gestão de nível médio, uma vez que se concentram em Big Data, Blockchain e conectividade de smartphones e tablets, segundo Janco . As posições de maior demanda estão associadas ao e-commerce, segurança de desenvolvimento de aplicativos, Big Data, gerenciamento de projetos de sistemas distribuídos e móveis e controle de qualidade.

O desenvolvimento Blockchain é a habilidade mais quente no mercado de trabalho freelance hoje, crescendo mais de 6000% desde o ano passado, de acordo com um relatório publicado pelo site UpWork. A taxa média de pagamento de um freelancer Blockchain é de US $ 65 por hora, mas as taxas podem chegar a US $ 250 por hora, de acordo com a UpWork.

Pessoas com experiência específicas em Solidity e Hyperledger Composer estão em demanda ainda maior – e essa demanda continuará aumentando de forma constantemente, disse Eric Piscini, diretor de tecnologia e práticas bancárias da Deloitte Consulting LLP.

“Essa é a primeira coisa que tenho em mente quando acordo de manhã: ‘Onde encontrarei mais engenheiros para entrar no time'”, disse ele por e-mail.

Além de empresas estabelecidas como a Deloitte, 2.359 startups de Blockchain  já registraram 1.749 empregos , de acordo com o AngelList, um site para investidores e pessoas à procura de trabalho em startups.

Mesmo que as empresas estejam postando uma infinidade de empregos Blockchain, há uma escassez de talentos para preenchê-los.

De acordo com Upwork, 53% dos gerentes de contratação pesquisados citam o acesso a habilidades como seu maior desafio de contratação, e a maioria (59%) já está utilizando talentos flexíveis.

Em geral, a demanda por trabalhadores com habilidades computacionais/matemáticas excedeu a oferta em 17% este ano, de acordo com a Burning Glass Technologies.

O crescimento da demanda por funcionários com domínio de Blockchain ultrapassou 2000% por três trimestres consecutivos segundo a Upwork.com, e no primeiro trimestre do ano viu mais de 6000% de crescimento na variação ano a ano, tornando-se a habilidade de crescimento mais rápido entre as 5 mil cobertas pelo site.

“Em apenas alguns anos, mais de 30% das habilidades essenciais serão novas. Estamos vendo essa mudança ocorrer no Upwork, onde habilidades emergentes como Blockchain ocorrem mensalmente “, disse Stephane Kasriel, CEO da Upwork. 

“Se o crescimento continuar acelerando nesse ritmo e mais empresas revelarem suas próprias ofertas, como a IBM e a Salesforce planejam, o Blockchain pode realmente se tornar a próxima grande tecnologia disruptiva”, acrescentou.

Fonte: CIO
Autor: Lucas Mearian, Computerworld/EUA

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4 carreiras de TI em destaque até 2020

Com o advento do Digital, as funções ligadas à TI, experiência do cliente, design, arquitetura da informação e cultura organizacional têm tudo para bombar

Não há como negar. As empresas têm buscado automatizar a maioria das atividades do dia a dia. O que acontece depois? Não, não seremos todos substituídos por robôs ou algo do tipo.

Acredito que alcançamos uma economia dinâmica e em rotatividade que contribui para um avanço ainda maior da tecnologia. E é aí que surgem novas profissões e atividades jamais pensadas antes. Algo que vem acontecendo desde o tempo das cavernas.

Com o advento do Digital, as funções ligadas à TI, experiência do cliente, design, arquitetura da informação e cultura organizacional têm tudo para bombar. Quem, até 2020, estiver de olho nas seguintes profissões, podem dar um grande salto na carreira:

Analytics growth hacking

É o cara que manja da análise profunda de dados, que saca como ninguém o uso da inteligência artificial, machine learning e big data para chegar em uma tomada de decisão mais eficiente nos negócios. É um novo perfil, que vai entrar no ‘rol da fama de TI’ daqui pra frente.

Chief Culture Officer

Vai colocar na cabeça tanto da chefia quanto dos cargos operacionais como é importante ter uma cultura que defina o DNA da empresa, custe o que custar. Terá o feeling de tornar os negócios mais inteligentes e capazes de responder de forma direta às demandas do mercado. É a pessoa que não espera passivamente. Pelo contrário, vai lá, age e faz a diferença.

Designer especializado em customer experience

É a mente capaz de tornar a experiência do cliente incrível de ponta a ponta. É como se fosse um mix de especialistas em design, arquitetura da informação, tecnologias e negócios, ou seja, que cria uma navegação fácil do consumidor quando ele busca qualquer atendimento.

Especialista de arquitetura em TI e APIs

Conhece APIs e microsserviços como ninguém. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes.

Fonte: Computerworld
Autor: Rafael Cichini