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Você conhece o conceito de Cyber Kill Chain?

Conceito é chamado de cadeia porque, se algum dos pontos for perdido, todo o processo pode ser prejudicado

As forças armadas americanas foram as primeiras a formalizar o conceito de “Cyber Kill Chain”, definido como as seis etapas de uma cadeia percorrida para eliminar um alvo: localizar, corrigir, rastrear, segmentar, envolver e avaliar.

O conceito é chamado de cadeia porque, se algum dos pontos for perdido, todo o processo pode ser prejudicado. Ela refere-se às sete etapas que são geralmente necessárias para criar um ataque cibernético. São elas:

– Reconhecimento: coleta de informações e reconhecimento do alvo. Isso pode ser feito por meio da coleta de endereços de e-mail ou de técnicas de engenharia social, como em redes sociais ou qualquer outra informação disponível na web. Também podem ser feitas varreduras de servidores abertos.

– Armamento: é criado um sistema de ataque, ou seja, uma maneira de comprometer a rede, encontrando o malware certo para o trabalho. Por exemplo, um trojan de acesso remoto e uma técnica que atrairá o alvo.

– Entrega: entregar um pacote para a vítima via e-mail, web, USB, entre outros.

– Exploração: usar uma vulnerabilidade no sistema de destino para executar o código malicioso.

– Instalação: instalar o referido código.

– Comando e Controle: após o alvo estar totalmente comprometido, o sistema retorna ao atacante, meio de um bot, zumbi ou outro sistema comprometido.

– Ações em Objetivos: é onde o atacante alcança o que planejou. Pode ser desde espionagem a comprometer sistemas mais profundos na rede, roubar credenciais, instalar ransomware ou simplesmente causar estragos.

Assim como o Cyber Kill Chain, um ataque típico normalmente exige que todos esses passos sejam bem-sucedidos para que o ataque como um todo tenha sucesso. A maior parte dos ataques segue esse modelo, enquanto ataques mais sofisticados podem estar em desenvolvimento ou fazem uso de automação.

Cyber Kill Chain

Em um documento técnico da Lockheed Martin (empresa de segurança) de 2015, autoridades analisam algumas das medidas de precaução que as organizações podem tomar para limitar os danos de cada etapa.

O Reconhecimento é difícil de ser evitado, porque pode contar com a exploração de informações disponíveis na web. Quando ocorrem violações de dados, esses detalhes acabam à venda na deep web ou até na web, como no Pastebin. O que pode ser feito é coletar logs de visitantes para que seja possível pesquisar por eles se ocorrer um ataque.

O Armamento acontece em grande parte do lado dos atacantes, então é improvável que seja possível identificá-lo até o ataque. Mas é possível impor regras rigorosas de correção em toda a organização e incentivar o treinamento dos funcionários. Duas das linhas mais comuns para invasores são conformidade com correção ou atualização incorreta e erro humano comum.

Já para a Entrega – qualquer organização deve ter soluções de proteção de firewalls e, idealmente, verificação ativa de ameaças na própria rede. Mas se o firewall não tiver sido configurado corretamente, torna-se apenas atividade de registro, em vez de impedir ou sinalizar atividades maliciosas. Do lado técnico, é preciso executar varreduras de vulnerabilidades regulares e colocar equipes em testes de penetração regulares.

Na Instalação, se detectado um malware na rede, a empresa deve fazer o melhor para isolar o ataque, ainda que isso reduza as operações do dia. Em seguida, deve examinar os processos de terminais para procurar novos arquivos incomuns e usar um sistema de prevenção de invasões de host para alertar ou bloquear caminhos comuns de instalação.

O Comando e Controle é a última chance do defensor bloquear a operação. Para isso, é preciso descobrir a infraestrutura do ataque por meio da análise de malware, deixar a rede mais segura consolidando o número de pontos de presença na Internet e solicitando proxy para todos os tipos de tráfego.

Por fim, sobre as Ações sobre objetivos, muitos ataques não são detectados por dias, semanas, meses ou até anos. Então, ao detectar uma invasão, metade do caminho está feito. Mas isso significará mitigação de danos e rapidez: descobrir quais dados vazaram, para onde o malware se espalhou e procurar por credenciais não autorizadas. Dependendo da gravidade do ataque, talvez seja necessário trazer ajuda externa especializada.

Fonte: Computerworld

Autor: Tamlin Magee – Computerworld UK

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4 dicas para adequar sua empresa ao eSocial

A partir de julho, companhias com faturamento inferior a R$ 78 milhões deverão enviar seus dados cadastrais e tabelas no novo sistema do governo

O eSocial, novo sistema de envio de informações da folha de pagamento e encargos trabalhistas ao governo, segue seu cronograma. O prazo para as empresas com faturamento inferior a R$ 78 milhões de reais por ano aderirem ao sistema termina no dia 16 de julho.

Para evitar inconsistências no processo de adequação, e consequentemente multas, o ideal é que uma série de medidas preparatórias sejam adotadas, como adaptação de processos, capacitação dos profissionais, dentre outras.

Patrícia Capistrano, especialista em eSocial e Reforma Trabalhista e Assessora de conhecimento da Fortes Tecnologia – empresa que atua há mais de 30 anos oferecendo softwares de gestão contábil, financeira e de pessoas – lista quatro dicas fundamentais para o processo.

1. Enviar dados dentro do prazo

Algumas empresas possuem o hábito de deixar tudo para a última hora. Com o eSocial isso não será mais possível e é fundamental que os contratantes reorganize, por exemplo, seus processos de admissão. É necessário rever o tempo para realizar a contratação, criar prazos para substituição de colaboradores e entrega de documentos, para que não sejam aplicadas multas devido ao envio de informações fora de época. A aquisição de um sistema de gestão de pessoas que esteja adequado ao eSocial e apto a transferir arquivos passa a ser primordial. Nesse momento ter um bom sistema, além de dar mais confiabilidade às informações que serão geradas, facilitará a complexidade dos processos e evitará o envio de informações erroneamente e fora do prazo.

2. Rever cadastro dos dependentes

Para passar por este procedimento de forma tranquila, é aconselhável atualizar todas as informações dos funcionários, Da mesma forma que é necessária a regularização do cadastro dos trabalhadores no banco de dados do empregador, os dados dos dependentes também precisam ser organizados e preenchidos corretamente, incluindo o CPF dos dependentes acima de 12 anos. Sem estes dados, o registro do colaborador nem chega a ser recebido pelo eSocial. Os dados dos dependentes são extremamente relevantes, principalmente para aqueles trabalhadores que possuem desconto de pensão alimentícia, estes também precisam informar o CPF do pensionista.

São muitas empresas que ainda desconhecem esse processo e ele é muito importante para todas as fases seguintes do eSocial. Alguns sistemas inclusive disponibilizam ferramentas para essa conferência de forma otimizada, mas também é possível no Portal do eSocial, através de uma ferramenta gratuita disponibilizada pela Receita Federal para realizar a consulta de qualificação cadastral.

3. Planejamento da folha de pagamento

É comum as empresas apurarem a folha de pagamento de um mês para o outro, a fim de ganhar tempo para fazer lançamentos de horas extras, gratificações, bônus etc. Caso um funcionário faltasse, o seu registro era feito na folha apenas no mês seguinte. No entanto, isto não poderá mais ocorrer no eSocial, porque o mês é calculado a partir do dia 1 ao último dia do mês. No eSocial as empresas não poderão mais lançar verba de um mês em outro mês, por isso é importante ter um planejamento assertivo. Este fato deve estreitar a relação empresa X escritório de contabilidade, que devem sempre permanecer alinhados e trabalhando em sintonia e em tempo real.

4. Mudança cultural

É muito importante que os responsáveis pelo departamento pessoal do escritório tenham uma alta organização para o eSocial, a fim de declarar corretamente as informações e saber passar para as empresas com clareza o caminho do preenchimento correto dos dados no eSocial. Por isso, é essencial estreitar a comunicação entre colaboradores, gestores e diretoria para que as informações sejam fiéis e enviadas para o eSocial em tempo hábil e de forma alinhada à equipe.

Fonte: Computerworld
Autor: Redação Computerworld

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Como a inteligência artificial impacta o futuro do trabalho

Máquinas e humanos deverão trabalhar em conjunto, mas quais os impactos de AI e machine learning?

Inteligência artificial (AI), automação e machine learning não são mais tecnologias futuras – elas são realidade em muitas empresas. Seja para organizar dados, descobrir tendências ou para facilitar a vida dos humanos, AI pode ter impacto positivo nas companhias.

“A única coisa certa é que haverá muita disrupção nos próximos cinco a dez anos, conforme essas tecnologias passem pelas empresas, setores e regiões geográficas” diz Erik Brynjolfsson, diretor da Iniciativa sobre a Economia Digital do MIT e professor do MIT Sloan School of Management. “Mas, se entendermos melhor esses efeitos e trabalharmos para reinventar nossos processos de negócios, poderemos aproveitar essas tecnologias para criar muita riqueza e muitos benefícios para muitas pessoas diferentes.”

Tecnologia não acaba com empregos

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos criou um conjunto de dados chamado ONET, que inclui as descrições de 964 ocupações no país. Cada trabalho tem uma lista que inclui cerca de 20 a 32 tarefas, com um total de mais de 18 mil tarefas existentes.

A equipe de Brynjolfsson coletou esses dados e avaliou cada conjunto de habilidades para determinar quais tarefas poderiam ser mais bem executadas pela AI ou pelos humanos. A equipe descobriu que, para muitos empregos, sempre havia tarefas que a AI  poderia fazer melhor, mas ainda havia muitas tarefas em que os humanos se destacavam.

“Esse foi o padrão que encontramos: na maioria dos casos, o machine learning era capaz de realizar algumas tarefas, mas não outras, dentro de uma determinada ocupação. Isso significa que a maioria dos trabalhos será parcialmente afetada pelo aprendizado de máquina, mas também haverá coisas que os humanos precisam continuar a fazer”, explica o especialista.

Isso exigirá coordenação para que a tecnologia e os humanos a trabalhem juntos, “mas muito raramente vamos acabar com todas as categorias de empregos”, diz Brynjolfsson.

Mas e os robôs assistidos por AI? A conclusão é a mesma. Em muitos casos, os robôs podem ajudar a aliviar tarefas demoradas, trabalhosas, tediosas ou mesmo fisicamente extenuantes, sem que os funcionários percam seus empregos. Na verdade, o cenário mais provável seria ver humanos e robôs trabalhando juntos, com muitos robôs construídos para colaboração, também conhecidos como co-bots.

egundo Brynjolfsson, ainda estamos longe da “inteligência artificial geral”, que é o tipo de automação vista em filmes, em que os robôs podem “enganar as pessoas em todas as dimensões”. Mas a AI pode fazer uma grande diferença na empresa – especialmente em tarefas com dados suficientes para mapear para um conjunto de soluções.

Jason Jackson, professor assistente em economia política e planejamento urbano no MIT, exemplifica com os profissionais de saúde. Automatizar tarefas como transferências de pacientes e elevadores pode ajudar a aliviar parte da carga física sobre os trabalhadores, ao mesmo tempo em que protege os pacientes e previne lesões. É uma tarefa que requer força e esforço do lado do profissional de saúde – portanto automatizar uma habilidade não substituirá os profissionais de saúde, apenas os ajudará a ser mais eficazes e a oferecer um ambiente mais seguro.

Há uma tendência similar nas indústrias automotiva e manufatureira, de acordo com Elisabeth Reynolds, diretora executiva do Grupo de Trabalho do Futuro do MIT. Ela argumenta que os co-bots estão criando mais oportunidades para os colaboradores, que agora estão livres para trabalhar em tarefas mais complexas.

Propriedade da AI e dados de machine learning

O futuro dos robôs e da inteligência artificial na empresa não é isento de riscos. Assim como em outras tecnologias passadas, as organizações precisam olhar os potenciais riscos, problemas ou obstáculos.

“Muitas pessoas achavam que as mídias sociais iriam inaugurar esse futuro maravilhoso de conexão e comunidade, mas, em muitos aspectos, isso não aconteceu. Isso levou a alguns resultados muito disfuncionais. Então, como gerenciamos o risco para que a AI e a automação não tenham essas consequências indesejadas? ”, indaga Reynolds.

Em Toronto (Canadá), por exemplo, foi permitido que o Google instalasse sensores e outros equipamentos para coletar dados em uma rua ou em uma comunidade para fornecer informações valiosas sobre a cidade e descobrir novos insights sobre a infraestrutura. Mas quem possui esses dados? Google ou Toronto?

“É obviamente propriedade da cidade também, mas ela tem recursos para realmente fazer o bem com isso?”, reflete Reynolds. Todas essas são questões importantes que as empresas terão que se questionar ao se comprometer com a dependência dos dados.

Conforme as organizações adotam AI, robôs, aprendizado de máquina e aprendizado profundo, elas precisão de uma estratégia clara para alavancar a tecnologia sem criar medo em torno do deslocamento de empregos ou em ultrapassar linhas éticas.

Fonte: Computerworld
Autor: Sarah K. White – CIO (EUA)

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NF-e/NFC-e 4.0: sua empresa está preparada para as mudanças?

O que muda na prática e como essas mudanças deverão afetar o dia a dia da sua companhia?

Após algumas prorrogações, tudo indica que a partir de agosto deste anon a versão 3.10 da Nota Fiscal Eletrônica, documento eletrônico criado pelo Governo Federal para simplificar e trazer segurança aos empresários e consumidores, será desativada. Assim, quem não atualizar o sistema não poderá mais emitir as notas fiscais.

A versão que começará a valer será a 4.0. Ela traz melhorias no formato e no conteúdo dos documentos, com o objetivo de melhorar a fiscalização, aumentar a segurança e facilitar o dia a dia das empresas, e aborda as novidades regulatórias introduzidas nos últimos dois anos, bem como as necessidades levantadas pelos contribuintes.

Mas o que muda na prática e como essas mudanças deverão afetar o dia a dia da sua empresa?

Entre as principais novidades está o protocolo de comunicação da NF-e com o governo, que, até então, segue o padrão SSL e que passará, a partir da versão 4.0, a seguir o padrão TSL 1.2 ou superior. Sendo assim,  esta versão da nota eletrônica não funcionará em sistemas operacionais Windows XP e Vista, já que tais sistemas não suportam o protocolo em questão.

Também haverá a inserção de campos para preencher as informações referentes ao cálculo do ICMS referente ao Fundo de Combate à Pobreza (FCP) interno, que é incidente para algumas operações. 

Outra mudança diz respeito ao campo indicador de pagamento, que chegou a ser retirado do leiaute da nova versão mas retornou, passando a integrar o Grupo de Informações de Pagamento, e ainda adicionando novas modalidades, e também  o preenchimento com o valor de troco neste grupo.

Foram inclusos também alguns novos campos no grupo de totais da NF-e, que tem como objetivo fornecer o valor total do IPI nas devoluções de mercadorias quando as empresa não é contribuinte deste imposto; além disto novos controles para rastreamento de mercadorias que são reguladas pela ANVISA, como por exemplo às informações sobre medicamentos, matérias-primas farmacêuticas ou produtos que tenham controle por este órgão.

O novo modelo da SEFAZ traz ainda um detalhamento maior de informações para o fisco nas operações com combustíveis ligadas aos controles da ANP (Agência nacional do Petroleo) e também conta com a alteração do Grupo: “X-Informações do Transporte da NF-e”, que, conta, agora, com as seguintes modalidades de frete: “Transporte Próprio por Conta do Remetente” e “Transporte Próprio por Conta do Destinatário”.

Lembrando ainda que a NFC-e (Nota fiscal consumidor eletrônica) também seguirá a mesma versão 4.0 e assim também deverá estar em dia com a nova atualização. Em breve teremos algumas novidades também especificas como o novo QRCODE 2.0 que trará modificações na forma de consulta da nota ao consumidor, mas isto ocorrerá posteriormente e também falaremos sobre isto.

A NF-e estará sempre em constante atualização e as empresas brasileiras devem adaptar-se tecnologicamente às mudanças implícitas das novas versões que forem surgindo ao longo do tempo. Por isso, é muito importante checar se sua fornecedora de ERP está atualizada e devidamente apta a lhe auxiliar a estar em dia com o Fisco.

Fonte: Computerworld
Autor: Fabianni Luiz

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Atlético-MG adota SAP Business One para gestão de negócios

Galo é mais um clube de futebol a apostar na solução de ERP da SAP focada em pequenas empresas

O Atlético-MG vai adotar a solução de gestão empresarial (ERP) SAP Business One para integrar suas operações e gerenciar, entre outras áreas, faturamento, oportunidade de vendas, compras, estoque, finanças, relacionamento com clientes e inteligência fiscal.

O clube, que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro, conta com mais de 100 mil sócios-torcedores, contou com consultoria da Seidor para implementação. O go live do projeto está previsto para o começo de novembro.

Daniel Cabrera, diretor da SAP para Business One, comenta que a parceria é um marco para a SAP pelo reconhecimento, por um clube da importância do Galo, dos benefícios que a solução SAP Business One Cloud rodando com Hana (plataforma de cloud da SAP) proporciona.

“Entre eles, destacam-se acelerar os processos de negócios com mais inteligência, eficiência, segurança, controle e transparência, além da simplificação do ambiente de TI com a redução de custos que se refletirão positivamente no relacionamento com o mercado, associados, torcedores e no desempenho do time”, destaca.

O executivo revela ainda que a segunda fase do projeto de transformação digital será totalmente disruptivo e irá privilegiar especialmente os torcedores, com a implementação de uma solução SAP de CRM.

O clube mineiro se junta ao Palmeiras e ao Botafogo (SP) na opção pelo SAP Business One. No Brasil, a SAP também atende Flamengo e São Paulo – , que optaram pelo sistema de gestão de maior porte SAP S/4Hana, já em implementação.

Mundialmente, a SAP tem outros importantes cases na área esportiva, como a Seleção da Alemanha de Futebol, bem como a Liga Espanhola de Futebol.

Fonte: Computerworld

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NF-e 4.0 e ERP: o que muda para as empresas depois do dia 2 de agosto?

Se sua organização já possui um ERP de qualidade, que acompanha todas as novidades e demandas da Secretaria da Fazenda, não deve haver nenhum problema. Mas…

 Agosto de 2018. Esse é o seu prazo final para adotar de vez a NF-e 4.0. O novo formato da nota fiscal eletrônica já está disponibilizado para uso desde 2017, junto com a sua versão anterior, a NF-e 3.10. O Governo permitiu a utilização dos dois formatos para que os comerciantes e os desenvolvedores de soluções de emissão de NF tivessem tempo hábil para adequar os programas e se adaptarem ao novo modelo. Se você usa uma solução fiscal que esteja atualizada com as exigências governamentais, certamente já está apto a utilizar a nova versão 4.0.

Com o prazo chegando ao fim, a versão 3.10 para de funcionar e apenas a 4.0 passa a ser aceita. Na prática, isso significa que os emissores terão mais algumas informações para preencher no documento, mas nada que cause muita dor de cabeça, principalmente para quem já trabalha com uma boa solução de ERP. 

A Nota Fiscal Eletrônica no Brasil começou a valer em 2006 e foi recebida com certa desconfiança. Hoje, sua emissão já virou rotina, com mais de 17 bilhões de notas emitidas por mais de 1 milhão de emissores, segundo o site oficial da NF-e.

Depois do dia 2 de agosto de 2018, apenas a versão 4.0 será aceita pela Secretaria da Fazenda. O arquivo XML que passa a ser gerado terá um novo layout, definido pela Nota Técnica 2016.002 em novembro de 2016 e atualizado em abril de 2017.

Entre as principais mudanças, podemos destacar a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior, ficando proibida a utilização do protocolo SSL. Essa mudança chega para garantir mais segurança durante o processo de envio da Nota Fiscal, já que o protocolo SSL apresenta algumas vulnerabilidades. Também temos algumas modificações nas regras de validação, para atender os novos campos ou controles.

Em relação ao seu conteúdo, talvez a principal mudança seja referente ao campo especial do Fundo de Combate à Pobreza (FCP), que recebe recursos do ICMS. No novo layout, temos campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais, com ou sem a substituição tributária. O valor devido, de acordo com o percentual do imposto recolhido, deve ser identificado nos campos pré-determinados. Também recebem novos campos a base do cálculo e a ocorrência de retenção aplicada ao FCP.

Outra mudança importante fica por conta do campo indicador da forma de pagamento, que passa a integrar o Grupo de Informações de Pagamento. Antes ele se restringia a informar se o pagamento aconteceu à vista ou a prazo, mas agora é preciso informar também qual o meio de pagamento utilizado: dinheiro, cheque, cartões de débito ou crédito, vale alimentação, entre outros.

Para as empresas, outras novidades significativas da NF-e 4.0 são: a possibilidade de preencher “operação presencial, fora do estabelecimento” no campo “Indicador de Presença” (isso ocorre no caso de venda ambulante); a Nf passa também a aceitar duas novas modalidades de frete: o transporte próprio por conta do remetente e transporte próprio por conta do destinatário.

O novo layout passa a contar com o “Grupo de Rastreabilidade de Produto”, que permite o rastreamento de itens sujeitos a regulações sanitárias, como bebidas, itens odontológicos ou defensivos agrícolas. As empresas que trabalham com medicamentos devem informar na NF-e o código da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em um campo específico do documento.

Como você pode ver, a evolução da NF-e 3.10 para a NF-e 4.0 envolve, na verdade, uma série de mudanças técnicas, mas que não devem atrapalhar a rotina das empresas. Se sua organização já possui um ERP de qualidade, que acompanha todas as novidades e demandas da Secretaria da Fazenda, e que cumpre com o seu papel de acompanhar seus clientes e oferecer sempre o melhor serviço, certamente já está preparado para as novidades da NF-e 4.0. A mudança da Nota Fiscal Eletrônica chega para acompanhar a evolução da nossa economia e os ERPs atuais já estão preparados para este momento.

Fonte: CIO
Autor: Robinson Idalgo

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3 melhorias que a inteligência artificial promove nos negócios

Confira alguns ganhos para empresas que adotam soluções como os chatbots nas rotinas empresariais

Presente em 37% das empresas americanas, de acordo com a Salesforce, a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) começa a conquistar o mercado brasileiro. Só na indústria, a previsão é de que soluções de robotização estejam em 15% dos negócios nos próximos dez anos, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Entre as opções mais utilizadas estão os chatbots, robôs de atendimento que trazem uma série de benefícios, como destaca Carlos Alberto D’Avila, diretor de desenvolvimento da Ellevo. A empresa é parceira da IBM no projeto Watson, um dos mais famosos no segmento, e desenvolve soluções baseadas em IA.

O executivo lista três mudanças que essa tecnologia proporciona aos negócios:

  1. Reforço das áreas estratégicas

Uma das questões mais importantes da Inteligência Artificial é que ela substitui a atuação humana em algumas situações. E isso não pode ser visto de forma negativa. “Muita gente acha que está vivendo em um filme de ficção científica em que as máquinas dominam o mundo. Na verdade, o que ocorre é que neste processo as pessoas deixam de realizar tarefas repetitivas, que podem ser resolvidas rapidamente, com mais agilidade. Isso significa, por exemplo, que o chatbot vai responder as dúvidas mais frequentes dos clientes enquanto a equipe poderá focar em estratégias para melhorar a atuação. Ou seja: mais eficiência aos processos”, explica D’Avila.

  1. Aumento no faturamento

Já está comprovado que a tecnologia ajuda a melhorar a situação financeira das empresas. Uma pesquisa da Accenture mostrou, por exemplo, que o uso da AI pode elevar em 41% o faturamento do varejo em cinco anos. “Esse dado foi baseado na realidade de quem já usa os recursos. Destaco aqui o aumento da produtividade como uma das questões que contribuem para o resultado. Sua equipe não perde mais tempo pesquisando informações em um banco de dados – o sistema faz isso por ela”, exemplifica.

  1. Tomada de decisão assertiva

Sua empresa optou por um chatbot na área de atendimento ao cliente. Além de garantir agilidade no setor, existem outros ganhos. “Um deles é ter dados confiáveis para a mensuração do trabalho. Um recurso de inteligência artificial nada mais é do que um imenso banco de dados, que pode ser alimentado diariamente e consultado rapidamente. Com ele, em poucos minutos é possível visualizar informações estratégicas antes não avaliadas ou sequer registradas. Assim, a empresa tem uma tomada de decisão eficaz e ainda ganha em competitividade”, comenta o diretor.

Organize para implantar

Antes de recorrer a um projeto de AI, no entanto, é preciso ter um escopo bem definido de como ela será utilizada. “Para isso, procure uma empresa de confiança que irá ajudá-lo a organizar processos, avaliar a melhor forma de implantação. Um recurso de AI funciona da mesma forma que um sistema de gestão mais tradicional: só dará resultado se a equipe ligada a ele estiver também preparada para usá-lo”, finaliza.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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10 erros comuns de segurança e como evitá-los, segundo o Gartner

Segundo a consultoria, avaliar programas de conscientização de segurança com atenção a erros comuns ajuda as organizações a construírem uma forte linha de defesa

A maioria dos CISOs (Chief Information Security Officer) e dos executivos de programas de conscientização e segurança enfrenta dificuldades para definir a visão, objetivos e os resultados das organizações, ocasionando índices insatisfatórios e sentimentos negativos. A observação é do Gartner.

Segundo o instituto de pesquisas, ao evitar erros comuns, programas de conscientização serão um componente importante na mudança dos padrões de segurança das organizações. De acordo com o Gartner, as falhas relacionadas à segurança mais comuns nas empresas são a falta de competências, falta de autoridade, manifestações de preconceito, conteúdo entediante, falta de clareza nos objetivos, audiência desconectada, métricas ruins, foco errado, reforço irregular e dificuldade em reconhecer ações bem-sucedidas.

Para evitar essas falhas, analistas do Gartner aconselham avaliar o estado atual do programa de segurança e determinar se o foco está no lugar correto. Outro pronto a considerar é saber o que questionar de modo que garanta a atenção apenas na dificuldade. Analistas indicam ainda que é importante não se deixar seduzir por ajustes fáceis que podem mascarar o problema.

Saber estipular os objetivos que levam ao desfecho é um dos pontos importantes para evitar os possíveis erros em programas de segurança, além de definir propriamente a visão e alinhar expectativas com os executivos. Para garantir a adesão dos líderes, os analistas aconselham conceder suporte visível tanto para programas quanto para padrões de segurança, além de elaborar métricas e apresentá-las com relevância.

Acompanhe abaixo os dez erros mais comuns de segurança, segundo o Gartner, e como evitá-los.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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SAP mira liderança em CRM

C/4Hana, plataforma de CRM, é principal anúncio da companhia alemã no primeiro dia de evento anual

A SAP está de olho no mercado de Customer Relationship Management (CRM). Prova disso é que, em vez de novidades sobre ERP ou sobre a plataforma SAP Leonardo, o principal anúncio da multinacional alemã, durante abertura de sua conferência anual realizada nesta semana, foi o lançamento do C/4Hana, nova oferta de CRM da companhia, para bater de frente com grandes concorrentes, sobretudo a Salesforce.

O anúncio veio acompanhado de algumas cutucadas à Salesforce, líder e amplamente reconhecida por seu software de CRM. Dados do IDC apontam que a empresa norte-americana detém 19,6% do market share no setor, contra 7,1% da Oracle e 6,5% da SAP. Microsoft e Adobe completam o top 5.

Mas os planos da SAP vão além da liderança no mercado de ERP, o qual já tem domínio a nível global. “Não vamos sossegar enquanto não pegarmos o mercado de CRM”, disse Bill McDermott, CEO da SAP, durante o Sapphire Now, evento que ocorre nesta semana em Orlando, nos EUA. “Esse á uma prioridade para a companhia.”

A confiança da SAP com a nova solução é tão grande que a companhia define a novidade como quarta geração do CRM. “Acreditamos que nos próximos anos teremos mais software de CRM do que nossos competidores. Isso definitivamente vai impactar no market share”, disse Alex Atzberger, presidente da SAP Hybrids.

A grande aposta da SAP é em atender a necessidade de clientes, que não querem apenas usar o CRM para gerenciar a força de vendas, mas sim uma visão única de seus clientes que cubra toda a cadeia de suprimentos.

“Acreditamos que é hora de aposentar o CRM legado”, disse Atzberger. “Os clientes hoje querem privacidade de dados, experiências conectadas e as pessoas querem ser tratadas como pessoas, em vez de transações e números”, resumiu. O que os clientes da SAP querem, de acordo com Atzberger, é um processo integrado, de ponta a ponta, que garante que os leads criados pela equipe de marketing sejam acompanhados pelo time de vendas.

O fato é que a SAP, caminhando a passos largos em ERP, acabou entrando um pouco tarde na onda do CRM. Mas nunca é tarde para começar e recuperar o tempo perdido.

Fonte: Computerworld
Autor: Guilherme Borini

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Principais habilidades em Blockchain que você precisa manter no radar

A demanda está aquecida, e as empresas enfrentam uma escassez de talentos para preenchê-la

O desenvolvimento em Blockchain já está no topo de algumas das melhores habilidades do mercado de trabalho de TI, e milhares de empregos já estão surgindo em mercado mais avançados, como o norte-americano.

Mas quais são as ocupação relacionadas com o Blockchain nas quais as empresas estão apostando? E quanto elas representam de custo no orçamento?

Cerca de 23% da maiores empresas estão trabalhando ativamente em aplicativos Blockchain e normalmente contratam um gerente de projeto, um ou dois designers de aplicativos e dois a quatro desenvolvedores – todos com experiência anterior em Blockchain, de acordo com a Janco Associates, empresa de consultoria administrativa que realiza pesquisas salariais regulares.

Não surpreende que os salários para cargos de Blockchain sejam tipicamente mais altos do que em outras áreas de especialização, uma vez que há poucos candidatos qualificados, de acordo com o CEO da Janco, Victor Janulaitis.

Quão quente o mercado está em 2018? 
O trabalho de desenvolvedor de distributed ledgers  foi classificado recentemente em primeiro lugar entre as 20 habilidades profissionais de crescimento mais rápido  – e as ofertas para trabalhadores com essas habilidades cresceram mais de 200% no ano passado.

Mas os trabalhos mais promissores incluem mais do que apenas desenvolvedores e engenheiros, de acordo com pesquisa do BusinessStudent.com – um site que analisa escolas de negócios e seus cursos.

No mês passado, o BusinessStudent.com classificou as melhores posições futuras de Blockchain. Confira.

  1. Estágiários e outras posições iniciais
    Os deveres para estagiários podem variar, mas podem incluir o projeto e o desenvolvimento de ledgers com base em plataformas proprietárias de Blockchain ou de código aberto. Blockchains privados ou “permitidos” serão o foco principal, já que a maioria das empresas procura criar redes transacionais para gerenciamento de cadeia de suprimentos e outros aplicativos de negócios internos ou mantidos entre parceiros de negócios.

Posições de nível de entrada provavelmente também incluirão o desenvolvimento de pilotos de blockchain e provas de conceito, já que a maioria das empresas está apenas nas fases de teste para soluções de DLT.

As habilidades técnicas mais cobiçadas incluem: NodeJS, Go RESTful, APIs, React, Java, C ++, Solidity, Truffle, CSS e HTML.

  1. Gerentes de projeto Blockchain

Os gerentes de projetos terão que converter as necessidades de uma empresa do idioma corrente para a linguagem técnica e, em seguida, voltar da linguagem dos desenvolvedores do blockchain para o idioma normal.

“O gerente de projeto é geralmente a primeira pessoa em uma organização que é contatada quando uma empresa quer investir em  Blockchain e adaptá-lo às suas plataformas de tecnologia”, escreveu Steele. “O gerente do projeto Blockchain é encarregado de planejar e supervisionar a execução do projeto Blockchain.”

  1. Desenvolvedores de Blockchain

Os desenvolvedores provavelmente terão as maiores oportunidades de carreira na cadeia de Blockchain; serviços financeiros, governos e empresas de tecnologia estão procurando encontrar maneiras de usar o Blockchain para servir melhor seus clientes.

As habilidades tecnológicas necessárias para desenvolvedores incluem: Microsoft SQL Server, Visual Studio, .NET, MVC, AJAX, SQL, C, C ++, C #, Javascript, Node.js, JQuery, SOAP, REST, FTP, HTML, XML, XSLT, XCOD, Redes Neuronais, Regressão, Agile Scrum, MYSQL.

  1. Engenheiro de qualidade Blockchain

Essa posição é responsável por garantir a qualidade em todas as áreas de desenvolvimento de Blockchain, como estruturas e testes de automação, testes manuais e painéis, “todos os quais funcionam para suportar engenharia móvel, web e de outras plataformas”.

Um engenheiro de qualidade precisará pesquisar e aconselhar sobre ferramentas Blockchain e desenvolver padrões de teste automatizados de garantia de qualidade (QA), bem como definir, criar e implementar estratégias de automação de testes para testes de desempenho de carga. Os candidatos também podem precisar de um MBA em gerenciamento de engenharia, disse Steele.

  1. Consultor jurídico Blockchain ou advogado

Essa posição é responsável por aconselhar as empresas sobre como estruturar e administrar ICOs, agora sob maior escrutínio regulatório. Os advogados também serão encarregados de desenvolver parcerias e contratos legais, já que a tecnologia Blockchain oferece uma ferramenta de automação de negócios conhecida como “contratos inteligentes”, que são auto-executáveis com base em termos previamente acordados.

  1. Designer web de Blockchain

Startups e até empresas estabelecidas geralmente incluem o uso de criptomoedas ao adotar Blockchains, e haverá uma maior necessidade de sites para informar aos clientes o que uma empresa está oferecendo. Um web designer precisará apresentar conceitos originais e interfaces de usuário “alucinantes”.

Um recente anúncio de vagas para um designer de interface de usuário (UI), por exemplo, queria que um profissional criasse um design de interface do usuário com o Sketch, o PS e o Figma que funcionasse tanto em aplicativos móveis quanto na Web.

“É necessário que o candidato possua excelentes habilidades de comunicação e seja capaz de interagir efetivamente com as equipes de conteúdo, operações e marketing”, escreveu Steele.

  1. Engenheiro Blockchain

Este trabalho prevê compreensão das necessidades tecnológicas de uma empresa e criação dos aplicativos Blockchain que atenderão a essas necessidades.

“Esse profissional pode trabalhar na implementação de ativos e aceleradores, configurar a infraestrutura da empresa para usar Ethereum e bitcoin, e  analisar o código e o treinamento de programação Blockchain para novos funcionários”, escreveu Steele.

Os engenheiros da Blockchain devem ter um alto nível de habilidade em Java, Hyperledger Fabric, Ripple, Solidity, Python, bitcoin, Oracle Identity, bem como soluções de gerenciamento de acesso.

Gestão intermediáriaa e trabalhos freelance em ascensão
Grandes organizações também estão planejando reforçar sua gestão de nível médio, uma vez que se concentram em Big Data, Blockchain e conectividade de smartphones e tablets, segundo Janco . As posições de maior demanda estão associadas ao e-commerce, segurança de desenvolvimento de aplicativos, Big Data, gerenciamento de projetos de sistemas distribuídos e móveis e controle de qualidade.

O desenvolvimento Blockchain é a habilidade mais quente no mercado de trabalho freelance hoje, crescendo mais de 6000% desde o ano passado, de acordo com um relatório publicado pelo site UpWork. A taxa média de pagamento de um freelancer Blockchain é de US $ 65 por hora, mas as taxas podem chegar a US $ 250 por hora, de acordo com a UpWork.

Pessoas com experiência específicas em Solidity e Hyperledger Composer estão em demanda ainda maior – e essa demanda continuará aumentando de forma constantemente, disse Eric Piscini, diretor de tecnologia e práticas bancárias da Deloitte Consulting LLP.

“Essa é a primeira coisa que tenho em mente quando acordo de manhã: ‘Onde encontrarei mais engenheiros para entrar no time'”, disse ele por e-mail.

Além de empresas estabelecidas como a Deloitte, 2.359 startups de Blockchain  já registraram 1.749 empregos , de acordo com o AngelList, um site para investidores e pessoas à procura de trabalho em startups.

Mesmo que as empresas estejam postando uma infinidade de empregos Blockchain, há uma escassez de talentos para preenchê-los.

De acordo com Upwork, 53% dos gerentes de contratação pesquisados citam o acesso a habilidades como seu maior desafio de contratação, e a maioria (59%) já está utilizando talentos flexíveis.

Em geral, a demanda por trabalhadores com habilidades computacionais/matemáticas excedeu a oferta em 17% este ano, de acordo com a Burning Glass Technologies.

O crescimento da demanda por funcionários com domínio de Blockchain ultrapassou 2000% por três trimestres consecutivos segundo a Upwork.com, e no primeiro trimestre do ano viu mais de 6000% de crescimento na variação ano a ano, tornando-se a habilidade de crescimento mais rápido entre as 5 mil cobertas pelo site.

“Em apenas alguns anos, mais de 30% das habilidades essenciais serão novas. Estamos vendo essa mudança ocorrer no Upwork, onde habilidades emergentes como Blockchain ocorrem mensalmente “, disse Stephane Kasriel, CEO da Upwork. 

“Se o crescimento continuar acelerando nesse ritmo e mais empresas revelarem suas próprias ofertas, como a IBM e a Salesforce planejam, o Blockchain pode realmente se tornar a próxima grande tecnologia disruptiva”, acrescentou.

Fonte: CIO
Autor: Lucas Mearian, Computerworld/EUA