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Atlético-MG adota SAP Business One para gestão de negócios

Galo é mais um clube de futebol a apostar na solução de ERP da SAP focada em pequenas empresas

O Atlético-MG vai adotar a solução de gestão empresarial (ERP) SAP Business One para integrar suas operações e gerenciar, entre outras áreas, faturamento, oportunidade de vendas, compras, estoque, finanças, relacionamento com clientes e inteligência fiscal.

O clube, que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro, conta com mais de 100 mil sócios-torcedores, contou com consultoria da Seidor para implementação. O go live do projeto está previsto para o começo de novembro.

Daniel Cabrera, diretor da SAP para Business One, comenta que a parceria é um marco para a SAP pelo reconhecimento, por um clube da importância do Galo, dos benefícios que a solução SAP Business One Cloud rodando com Hana (plataforma de cloud da SAP) proporciona.

“Entre eles, destacam-se acelerar os processos de negócios com mais inteligência, eficiência, segurança, controle e transparência, além da simplificação do ambiente de TI com a redução de custos que se refletirão positivamente no relacionamento com o mercado, associados, torcedores e no desempenho do time”, destaca.

O executivo revela ainda que a segunda fase do projeto de transformação digital será totalmente disruptivo e irá privilegiar especialmente os torcedores, com a implementação de uma solução SAP de CRM.

O clube mineiro se junta ao Palmeiras e ao Botafogo (SP) na opção pelo SAP Business One. No Brasil, a SAP também atende Flamengo e São Paulo – , que optaram pelo sistema de gestão de maior porte SAP S/4Hana, já em implementação.

Mundialmente, a SAP tem outros importantes cases na área esportiva, como a Seleção da Alemanha de Futebol, bem como a Liga Espanhola de Futebol.

Fonte: Computerworld

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NF-e 4.0 e ERP: o que muda para as empresas depois do dia 2 de agosto?

Se sua organização já possui um ERP de qualidade, que acompanha todas as novidades e demandas da Secretaria da Fazenda, não deve haver nenhum problema. Mas…

 Agosto de 2018. Esse é o seu prazo final para adotar de vez a NF-e 4.0. O novo formato da nota fiscal eletrônica já está disponibilizado para uso desde 2017, junto com a sua versão anterior, a NF-e 3.10. O Governo permitiu a utilização dos dois formatos para que os comerciantes e os desenvolvedores de soluções de emissão de NF tivessem tempo hábil para adequar os programas e se adaptarem ao novo modelo. Se você usa uma solução fiscal que esteja atualizada com as exigências governamentais, certamente já está apto a utilizar a nova versão 4.0.

Com o prazo chegando ao fim, a versão 3.10 para de funcionar e apenas a 4.0 passa a ser aceita. Na prática, isso significa que os emissores terão mais algumas informações para preencher no documento, mas nada que cause muita dor de cabeça, principalmente para quem já trabalha com uma boa solução de ERP. 

A Nota Fiscal Eletrônica no Brasil começou a valer em 2006 e foi recebida com certa desconfiança. Hoje, sua emissão já virou rotina, com mais de 17 bilhões de notas emitidas por mais de 1 milhão de emissores, segundo o site oficial da NF-e.

Depois do dia 2 de agosto de 2018, apenas a versão 4.0 será aceita pela Secretaria da Fazenda. O arquivo XML que passa a ser gerado terá um novo layout, definido pela Nota Técnica 2016.002 em novembro de 2016 e atualizado em abril de 2017.

Entre as principais mudanças, podemos destacar a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior, ficando proibida a utilização do protocolo SSL. Essa mudança chega para garantir mais segurança durante o processo de envio da Nota Fiscal, já que o protocolo SSL apresenta algumas vulnerabilidades. Também temos algumas modificações nas regras de validação, para atender os novos campos ou controles.

Em relação ao seu conteúdo, talvez a principal mudança seja referente ao campo especial do Fundo de Combate à Pobreza (FCP), que recebe recursos do ICMS. No novo layout, temos campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais, com ou sem a substituição tributária. O valor devido, de acordo com o percentual do imposto recolhido, deve ser identificado nos campos pré-determinados. Também recebem novos campos a base do cálculo e a ocorrência de retenção aplicada ao FCP.

Outra mudança importante fica por conta do campo indicador da forma de pagamento, que passa a integrar o Grupo de Informações de Pagamento. Antes ele se restringia a informar se o pagamento aconteceu à vista ou a prazo, mas agora é preciso informar também qual o meio de pagamento utilizado: dinheiro, cheque, cartões de débito ou crédito, vale alimentação, entre outros.

Para as empresas, outras novidades significativas da NF-e 4.0 são: a possibilidade de preencher “operação presencial, fora do estabelecimento” no campo “Indicador de Presença” (isso ocorre no caso de venda ambulante); a Nf passa também a aceitar duas novas modalidades de frete: o transporte próprio por conta do remetente e transporte próprio por conta do destinatário.

O novo layout passa a contar com o “Grupo de Rastreabilidade de Produto”, que permite o rastreamento de itens sujeitos a regulações sanitárias, como bebidas, itens odontológicos ou defensivos agrícolas. As empresas que trabalham com medicamentos devem informar na NF-e o código da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em um campo específico do documento.

Como você pode ver, a evolução da NF-e 3.10 para a NF-e 4.0 envolve, na verdade, uma série de mudanças técnicas, mas que não devem atrapalhar a rotina das empresas. Se sua organização já possui um ERP de qualidade, que acompanha todas as novidades e demandas da Secretaria da Fazenda, e que cumpre com o seu papel de acompanhar seus clientes e oferecer sempre o melhor serviço, certamente já está preparado para as novidades da NF-e 4.0. A mudança da Nota Fiscal Eletrônica chega para acompanhar a evolução da nossa economia e os ERPs atuais já estão preparados para este momento.

Fonte: CIO
Autor: Robinson Idalgo

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3 melhorias que a inteligência artificial promove nos negócios

Confira alguns ganhos para empresas que adotam soluções como os chatbots nas rotinas empresariais

Presente em 37% das empresas americanas, de acordo com a Salesforce, a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) começa a conquistar o mercado brasileiro. Só na indústria, a previsão é de que soluções de robotização estejam em 15% dos negócios nos próximos dez anos, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Entre as opções mais utilizadas estão os chatbots, robôs de atendimento que trazem uma série de benefícios, como destaca Carlos Alberto D’Avila, diretor de desenvolvimento da Ellevo. A empresa é parceira da IBM no projeto Watson, um dos mais famosos no segmento, e desenvolve soluções baseadas em IA.

O executivo lista três mudanças que essa tecnologia proporciona aos negócios:

  1. Reforço das áreas estratégicas

Uma das questões mais importantes da Inteligência Artificial é que ela substitui a atuação humana em algumas situações. E isso não pode ser visto de forma negativa. “Muita gente acha que está vivendo em um filme de ficção científica em que as máquinas dominam o mundo. Na verdade, o que ocorre é que neste processo as pessoas deixam de realizar tarefas repetitivas, que podem ser resolvidas rapidamente, com mais agilidade. Isso significa, por exemplo, que o chatbot vai responder as dúvidas mais frequentes dos clientes enquanto a equipe poderá focar em estratégias para melhorar a atuação. Ou seja: mais eficiência aos processos”, explica D’Avila.

  1. Aumento no faturamento

Já está comprovado que a tecnologia ajuda a melhorar a situação financeira das empresas. Uma pesquisa da Accenture mostrou, por exemplo, que o uso da AI pode elevar em 41% o faturamento do varejo em cinco anos. “Esse dado foi baseado na realidade de quem já usa os recursos. Destaco aqui o aumento da produtividade como uma das questões que contribuem para o resultado. Sua equipe não perde mais tempo pesquisando informações em um banco de dados – o sistema faz isso por ela”, exemplifica.

  1. Tomada de decisão assertiva

Sua empresa optou por um chatbot na área de atendimento ao cliente. Além de garantir agilidade no setor, existem outros ganhos. “Um deles é ter dados confiáveis para a mensuração do trabalho. Um recurso de inteligência artificial nada mais é do que um imenso banco de dados, que pode ser alimentado diariamente e consultado rapidamente. Com ele, em poucos minutos é possível visualizar informações estratégicas antes não avaliadas ou sequer registradas. Assim, a empresa tem uma tomada de decisão eficaz e ainda ganha em competitividade”, comenta o diretor.

Organize para implantar

Antes de recorrer a um projeto de AI, no entanto, é preciso ter um escopo bem definido de como ela será utilizada. “Para isso, procure uma empresa de confiança que irá ajudá-lo a organizar processos, avaliar a melhor forma de implantação. Um recurso de AI funciona da mesma forma que um sistema de gestão mais tradicional: só dará resultado se a equipe ligada a ele estiver também preparada para usá-lo”, finaliza.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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10 erros comuns de segurança e como evitá-los, segundo o Gartner

Segundo a consultoria, avaliar programas de conscientização de segurança com atenção a erros comuns ajuda as organizações a construírem uma forte linha de defesa

A maioria dos CISOs (Chief Information Security Officer) e dos executivos de programas de conscientização e segurança enfrenta dificuldades para definir a visão, objetivos e os resultados das organizações, ocasionando índices insatisfatórios e sentimentos negativos. A observação é do Gartner.

Segundo o instituto de pesquisas, ao evitar erros comuns, programas de conscientização serão um componente importante na mudança dos padrões de segurança das organizações. De acordo com o Gartner, as falhas relacionadas à segurança mais comuns nas empresas são a falta de competências, falta de autoridade, manifestações de preconceito, conteúdo entediante, falta de clareza nos objetivos, audiência desconectada, métricas ruins, foco errado, reforço irregular e dificuldade em reconhecer ações bem-sucedidas.

Para evitar essas falhas, analistas do Gartner aconselham avaliar o estado atual do programa de segurança e determinar se o foco está no lugar correto. Outro pronto a considerar é saber o que questionar de modo que garanta a atenção apenas na dificuldade. Analistas indicam ainda que é importante não se deixar seduzir por ajustes fáceis que podem mascarar o problema.

Saber estipular os objetivos que levam ao desfecho é um dos pontos importantes para evitar os possíveis erros em programas de segurança, além de definir propriamente a visão e alinhar expectativas com os executivos. Para garantir a adesão dos líderes, os analistas aconselham conceder suporte visível tanto para programas quanto para padrões de segurança, além de elaborar métricas e apresentá-las com relevância.

Acompanhe abaixo os dez erros mais comuns de segurança, segundo o Gartner, e como evitá-los.

Fonte: CIO
Autor: Redação CIO

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SAP lança ferramenta para criação de chatbots

A SAP anunciou mais uma grande novidade esta semana, durante evento anual da companhia que está acontecendo em Orlando (EUA). A empresa acaba de disponibilizar um toolkit para criação, treinamento e monitoramento de chatbots. Os robôs podem ser integrados com qualquer sistemas, incluindo de outras empresas e, até o momento, mais de 60 mil chatbots de conversa foram criados com a ferramenta.

O SAP Conversational AI faz parte do portfólio SAP Leonardo Machine Learning, lançado ano passado, e oferece as ferramentas necessárias para integrar os agentes de conversação dentro dos principais aplicativos de mensagens do mercado.

A empresa explora um mercado potencial que começou em 2015, quando apps como Messenger, WhatsApp e Telegrama superaram as plataformas de mídia social em usuários recorrentes. O novo cenário mudou a forma como as pessoas obtém e compartilham informações online: a conversação via app se tornou a nova interface.

Segundo a SAP, hoje 17% dos clientes que entram em contato com as empresas são mantidos em espera, 42% falam com agentes diferentes e 78% terminam contratos por causa de um mau suporte. Isso equivale a US $ 1,6 trilhão de perdas anuais devido ao fraco atendimento ao cliente somente nos EUA.

Com serviços como o lançamento de hoje, empresas podem criar robôs capazes de gerenciar pedidos recorrentes de clientes de forma autônoma. Isso permite que as marcas aliviem a carga de trabalho dos agentes de suporte em 50% ou mais e voltem a concentrar recursos consideráveis em tarefas de maior valor agregado a fim de gerar receita.

O SAP Conversational AI junta-se ao SAP CoPilot no mundo das tecnologias de conversação da companhia alemã. Entre os benefícios destacados estão implantação do chatbot na nuvem, suporte a múltiplos idiomas, ativação por voz, processamento de linguagem natural e bots específicos da indústria pré-configurados.

A companhia ferroviária francesa SNFC e a provedora de telecomunicações SFR são algumas das organizações que estão usando a ferramenta para melhorar o atendimento ao cliente e atingir públicos mais jovens.

Fonte: Canaltech
Autor: Stephanie Kohn

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SAP mira liderança em CRM

C/4Hana, plataforma de CRM, é principal anúncio da companhia alemã no primeiro dia de evento anual

A SAP está de olho no mercado de Customer Relationship Management (CRM). Prova disso é que, em vez de novidades sobre ERP ou sobre a plataforma SAP Leonardo, o principal anúncio da multinacional alemã, durante abertura de sua conferência anual realizada nesta semana, foi o lançamento do C/4Hana, nova oferta de CRM da companhia, para bater de frente com grandes concorrentes, sobretudo a Salesforce.

O anúncio veio acompanhado de algumas cutucadas à Salesforce, líder e amplamente reconhecida por seu software de CRM. Dados do IDC apontam que a empresa norte-americana detém 19,6% do market share no setor, contra 7,1% da Oracle e 6,5% da SAP. Microsoft e Adobe completam o top 5.

Mas os planos da SAP vão além da liderança no mercado de ERP, o qual já tem domínio a nível global. “Não vamos sossegar enquanto não pegarmos o mercado de CRM”, disse Bill McDermott, CEO da SAP, durante o Sapphire Now, evento que ocorre nesta semana em Orlando, nos EUA. “Esse á uma prioridade para a companhia.”

A confiança da SAP com a nova solução é tão grande que a companhia define a novidade como quarta geração do CRM. “Acreditamos que nos próximos anos teremos mais software de CRM do que nossos competidores. Isso definitivamente vai impactar no market share”, disse Alex Atzberger, presidente da SAP Hybrids.

A grande aposta da SAP é em atender a necessidade de clientes, que não querem apenas usar o CRM para gerenciar a força de vendas, mas sim uma visão única de seus clientes que cubra toda a cadeia de suprimentos.

“Acreditamos que é hora de aposentar o CRM legado”, disse Atzberger. “Os clientes hoje querem privacidade de dados, experiências conectadas e as pessoas querem ser tratadas como pessoas, em vez de transações e números”, resumiu. O que os clientes da SAP querem, de acordo com Atzberger, é um processo integrado, de ponta a ponta, que garante que os leads criados pela equipe de marketing sejam acompanhados pelo time de vendas.

O fato é que a SAP, caminhando a passos largos em ERP, acabou entrando um pouco tarde na onda do CRM. Mas nunca é tarde para começar e recuperar o tempo perdido.

Fonte: Computerworld
Autor: Guilherme Borini

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Principais habilidades em Blockchain que você precisa manter no radar

A demanda está aquecida, e as empresas enfrentam uma escassez de talentos para preenchê-la

O desenvolvimento em Blockchain já está no topo de algumas das melhores habilidades do mercado de trabalho de TI, e milhares de empregos já estão surgindo em mercado mais avançados, como o norte-americano.

Mas quais são as ocupação relacionadas com o Blockchain nas quais as empresas estão apostando? E quanto elas representam de custo no orçamento?

Cerca de 23% da maiores empresas estão trabalhando ativamente em aplicativos Blockchain e normalmente contratam um gerente de projeto, um ou dois designers de aplicativos e dois a quatro desenvolvedores – todos com experiência anterior em Blockchain, de acordo com a Janco Associates, empresa de consultoria administrativa que realiza pesquisas salariais regulares.

Não surpreende que os salários para cargos de Blockchain sejam tipicamente mais altos do que em outras áreas de especialização, uma vez que há poucos candidatos qualificados, de acordo com o CEO da Janco, Victor Janulaitis.

Quão quente o mercado está em 2018? 
O trabalho de desenvolvedor de distributed ledgers  foi classificado recentemente em primeiro lugar entre as 20 habilidades profissionais de crescimento mais rápido  – e as ofertas para trabalhadores com essas habilidades cresceram mais de 200% no ano passado.

Mas os trabalhos mais promissores incluem mais do que apenas desenvolvedores e engenheiros, de acordo com pesquisa do BusinessStudent.com – um site que analisa escolas de negócios e seus cursos.

No mês passado, o BusinessStudent.com classificou as melhores posições futuras de Blockchain. Confira.

  1. Estágiários e outras posições iniciais
    Os deveres para estagiários podem variar, mas podem incluir o projeto e o desenvolvimento de ledgers com base em plataformas proprietárias de Blockchain ou de código aberto. Blockchains privados ou “permitidos” serão o foco principal, já que a maioria das empresas procura criar redes transacionais para gerenciamento de cadeia de suprimentos e outros aplicativos de negócios internos ou mantidos entre parceiros de negócios.

Posições de nível de entrada provavelmente também incluirão o desenvolvimento de pilotos de blockchain e provas de conceito, já que a maioria das empresas está apenas nas fases de teste para soluções de DLT.

As habilidades técnicas mais cobiçadas incluem: NodeJS, Go RESTful, APIs, React, Java, C ++, Solidity, Truffle, CSS e HTML.

  1. Gerentes de projeto Blockchain

Os gerentes de projetos terão que converter as necessidades de uma empresa do idioma corrente para a linguagem técnica e, em seguida, voltar da linguagem dos desenvolvedores do blockchain para o idioma normal.

“O gerente de projeto é geralmente a primeira pessoa em uma organização que é contatada quando uma empresa quer investir em  Blockchain e adaptá-lo às suas plataformas de tecnologia”, escreveu Steele. “O gerente do projeto Blockchain é encarregado de planejar e supervisionar a execução do projeto Blockchain.”

  1. Desenvolvedores de Blockchain

Os desenvolvedores provavelmente terão as maiores oportunidades de carreira na cadeia de Blockchain; serviços financeiros, governos e empresas de tecnologia estão procurando encontrar maneiras de usar o Blockchain para servir melhor seus clientes.

As habilidades tecnológicas necessárias para desenvolvedores incluem: Microsoft SQL Server, Visual Studio, .NET, MVC, AJAX, SQL, C, C ++, C #, Javascript, Node.js, JQuery, SOAP, REST, FTP, HTML, XML, XSLT, XCOD, Redes Neuronais, Regressão, Agile Scrum, MYSQL.

  1. Engenheiro de qualidade Blockchain

Essa posição é responsável por garantir a qualidade em todas as áreas de desenvolvimento de Blockchain, como estruturas e testes de automação, testes manuais e painéis, “todos os quais funcionam para suportar engenharia móvel, web e de outras plataformas”.

Um engenheiro de qualidade precisará pesquisar e aconselhar sobre ferramentas Blockchain e desenvolver padrões de teste automatizados de garantia de qualidade (QA), bem como definir, criar e implementar estratégias de automação de testes para testes de desempenho de carga. Os candidatos também podem precisar de um MBA em gerenciamento de engenharia, disse Steele.

  1. Consultor jurídico Blockchain ou advogado

Essa posição é responsável por aconselhar as empresas sobre como estruturar e administrar ICOs, agora sob maior escrutínio regulatório. Os advogados também serão encarregados de desenvolver parcerias e contratos legais, já que a tecnologia Blockchain oferece uma ferramenta de automação de negócios conhecida como “contratos inteligentes”, que são auto-executáveis com base em termos previamente acordados.

  1. Designer web de Blockchain

Startups e até empresas estabelecidas geralmente incluem o uso de criptomoedas ao adotar Blockchains, e haverá uma maior necessidade de sites para informar aos clientes o que uma empresa está oferecendo. Um web designer precisará apresentar conceitos originais e interfaces de usuário “alucinantes”.

Um recente anúncio de vagas para um designer de interface de usuário (UI), por exemplo, queria que um profissional criasse um design de interface do usuário com o Sketch, o PS e o Figma que funcionasse tanto em aplicativos móveis quanto na Web.

“É necessário que o candidato possua excelentes habilidades de comunicação e seja capaz de interagir efetivamente com as equipes de conteúdo, operações e marketing”, escreveu Steele.

  1. Engenheiro Blockchain

Este trabalho prevê compreensão das necessidades tecnológicas de uma empresa e criação dos aplicativos Blockchain que atenderão a essas necessidades.

“Esse profissional pode trabalhar na implementação de ativos e aceleradores, configurar a infraestrutura da empresa para usar Ethereum e bitcoin, e  analisar o código e o treinamento de programação Blockchain para novos funcionários”, escreveu Steele.

Os engenheiros da Blockchain devem ter um alto nível de habilidade em Java, Hyperledger Fabric, Ripple, Solidity, Python, bitcoin, Oracle Identity, bem como soluções de gerenciamento de acesso.

Gestão intermediáriaa e trabalhos freelance em ascensão
Grandes organizações também estão planejando reforçar sua gestão de nível médio, uma vez que se concentram em Big Data, Blockchain e conectividade de smartphones e tablets, segundo Janco . As posições de maior demanda estão associadas ao e-commerce, segurança de desenvolvimento de aplicativos, Big Data, gerenciamento de projetos de sistemas distribuídos e móveis e controle de qualidade.

O desenvolvimento Blockchain é a habilidade mais quente no mercado de trabalho freelance hoje, crescendo mais de 6000% desde o ano passado, de acordo com um relatório publicado pelo site UpWork. A taxa média de pagamento de um freelancer Blockchain é de US $ 65 por hora, mas as taxas podem chegar a US $ 250 por hora, de acordo com a UpWork.

Pessoas com experiência específicas em Solidity e Hyperledger Composer estão em demanda ainda maior – e essa demanda continuará aumentando de forma constantemente, disse Eric Piscini, diretor de tecnologia e práticas bancárias da Deloitte Consulting LLP.

“Essa é a primeira coisa que tenho em mente quando acordo de manhã: ‘Onde encontrarei mais engenheiros para entrar no time'”, disse ele por e-mail.

Além de empresas estabelecidas como a Deloitte, 2.359 startups de Blockchain  já registraram 1.749 empregos , de acordo com o AngelList, um site para investidores e pessoas à procura de trabalho em startups.

Mesmo que as empresas estejam postando uma infinidade de empregos Blockchain, há uma escassez de talentos para preenchê-los.

De acordo com Upwork, 53% dos gerentes de contratação pesquisados citam o acesso a habilidades como seu maior desafio de contratação, e a maioria (59%) já está utilizando talentos flexíveis.

Em geral, a demanda por trabalhadores com habilidades computacionais/matemáticas excedeu a oferta em 17% este ano, de acordo com a Burning Glass Technologies.

O crescimento da demanda por funcionários com domínio de Blockchain ultrapassou 2000% por três trimestres consecutivos segundo a Upwork.com, e no primeiro trimestre do ano viu mais de 6000% de crescimento na variação ano a ano, tornando-se a habilidade de crescimento mais rápido entre as 5 mil cobertas pelo site.

“Em apenas alguns anos, mais de 30% das habilidades essenciais serão novas. Estamos vendo essa mudança ocorrer no Upwork, onde habilidades emergentes como Blockchain ocorrem mensalmente “, disse Stephane Kasriel, CEO da Upwork. 

“Se o crescimento continuar acelerando nesse ritmo e mais empresas revelarem suas próprias ofertas, como a IBM e a Salesforce planejam, o Blockchain pode realmente se tornar a próxima grande tecnologia disruptiva”, acrescentou.

Fonte: CIO
Autor: Lucas Mearian, Computerworld/EUA

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6 formas de garantir as entregas de um projeto

Como líderes, CIOs devem definir metas e prioridades para garantir boas entregas. E esses passos podem ajudar

Quando pensamos nos objetivos internos ou externos do gerenciamento de projetos, o sucesso das entregas é o objetivo primário dos clientes. Essas entregas podem ser diferentes para cada projeto, dependendo da indústria, da natureza do projeto, seu tamanho, estratégia da companhia e uma série de outras variáveis. Entretanto há múltiplos fatores que pode comprometer as entregas e, em última análise, a satisfação do cliente. Aqui estão alguns deles:

1 – Definições de entrega imprecisas
Eis um dos maiores fatores de risco quando se trata do sucesso ou fracasso dos projetos. Muitas companhias têm sofrido as consequências de falhar nos objetivos e entregas por causa da falta de resultados tangíveis e intangíveis claramente identificados ou definidos desde o início. Ter apenas uma vaga compreensão das necessidades do cliente ou da estratégia da companhia é uma das principais causas das entregas malsucedidas. Gerentes de projetos devem desacelerar nos estágios iniciais para serem capazes de reunir todas as informações pertinentes, de cada uma das partes envolvidas, de forma precisa, antes de seguirem em frente.

2- Documente tudo, desde o início
Não espere para começar a documentar o que foi e o que não foi acordado. A omissão de documentos e de detalhes impactantes, como a estrutura de divisão de trabalho (WBS – Work Breakdown Structure), planos, recursos do projeto, cronogramas, orçamentos, documentos de gerenciamento de mudanças, relatórios de controle de qualidade, planos de testes e assim por diante, pode levar a um estresse desnecessário para os gerentes de projeto, times e especialmente as partes interessadas.

Mantenha os documentos controlados por versão, atualizados, de fácil acesso e utilize uma linguagem simples para evitar má compreensão por parte dos envolvidos, em todos os níveis. Esse cuidado é parte do longo caminho para garantir que as entregas do projeto sejam atendidas com o mínimo de resistência e frustração. Tornar mais fácil para todos os membros da equipe e participantes o acesso à documentação necessária aumenta a probabilidade de se obter bons resultados.

3 – Evite acordos informais
Entregas que não são formalmente reconhecidas ou aprovadas podem gerar mal-entendidos e/ou discussão informal e terminar em mais confusão, agravando o relacionamento e reduzindo a confiança. Quando documentar prestações exigidas no projeto, certifique-se de obter as aprovações formais, por escrito, para evitar qualquer questionamento mais tarde, depois que o projeto já está em andamento. Nunca assuma nada antes de ter mais uma rodada de avaliação com as partes interessadas, para garantir que nada se perca. Esta é uma boa maneira de não só encontrar erros ou más interpretações, mas também e de acordar os resultados pretendidos.

4 – Não faça suposições
Suposições incorretas são maneiras de definir um projeto por um caminho errôneo, o que torna praticamente impossível alcançar resultados necessários sem muitas interrupções e uma boa dose de retrabalho. Tal como acontece com todos os projetos, os pressupostos desempenham papel vital preparando o palco para atividades e entregas. Tendo as suposições erradas, os recursos, esforços e gerentes de projetos serão falhos. Fale com os principais especialistas no assunto, não apenas a respeito dos pressupostos, mas de como eles foram determinados durante o processo de concepção do projeto.

5 – Todo mundo precisa carregar seu próprio peso
Membros da equipe que não conhecem bem o seu papel ao longo de várias fases do projeto podem comprometer consideravelmente o escopo. Certifique-se que os membros da equipe podem entregar no tempo e que estejam totalmente comprometidos com o projeto, e que estejam capazes e dispostos a realizar o trabalho exigido deles. Antecipe e construa um buffer suficiente para permitir uma boa dose de absenteísmo, considerando férias e outros fatores que possam provocar atrasos. Considere a possibilidade de recorrer a recursos de back up em caso de necessidade. Haverá momentos em que tudo isso pode ser antecipado, no entanto, resultados ainda são impactados negativamente devido a membros da equipe que simplesmente optam por postergar suas tarefas por uma ou outra razão. Alguma contingência pode reduzir de forma significativa o impacto de outros membros da equipe, mas deve ser construído desde o inicio do projeto.

6 – Pendências
Prosseguir sem alcançar resultados anteriores pode ser problemático por razões obvias. Entregas que possuem pendências devem ser identificadas e sequenciadas. É importante reconhecer que existem dependências quando se trata de resultados, bem como do enorme impacto que podem gerar se forem desconsideradas. A cada revisão de etapa, instrua os membros da equipe a revelarem as informações negativas. Com palavras, ações e expressões, encoraje-os a serem realistas em relação a prazos e riscos.
Fonte: CIO
Autor: Moira Alexander

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4 carreiras de TI em destaque até 2020

Com o advento do Digital, as funções ligadas à TI, experiência do cliente, design, arquitetura da informação e cultura organizacional têm tudo para bombar

Não há como negar. As empresas têm buscado automatizar a maioria das atividades do dia a dia. O que acontece depois? Não, não seremos todos substituídos por robôs ou algo do tipo.

Acredito que alcançamos uma economia dinâmica e em rotatividade que contribui para um avanço ainda maior da tecnologia. E é aí que surgem novas profissões e atividades jamais pensadas antes. Algo que vem acontecendo desde o tempo das cavernas.

Com o advento do Digital, as funções ligadas à TI, experiência do cliente, design, arquitetura da informação e cultura organizacional têm tudo para bombar. Quem, até 2020, estiver de olho nas seguintes profissões, podem dar um grande salto na carreira:

Analytics growth hacking

É o cara que manja da análise profunda de dados, que saca como ninguém o uso da inteligência artificial, machine learning e big data para chegar em uma tomada de decisão mais eficiente nos negócios. É um novo perfil, que vai entrar no ‘rol da fama de TI’ daqui pra frente.

Chief Culture Officer

Vai colocar na cabeça tanto da chefia quanto dos cargos operacionais como é importante ter uma cultura que defina o DNA da empresa, custe o que custar. Terá o feeling de tornar os negócios mais inteligentes e capazes de responder de forma direta às demandas do mercado. É a pessoa que não espera passivamente. Pelo contrário, vai lá, age e faz a diferença.

Designer especializado em customer experience

É a mente capaz de tornar a experiência do cliente incrível de ponta a ponta. É como se fosse um mix de especialistas em design, arquitetura da informação, tecnologias e negócios, ou seja, que cria uma navegação fácil do consumidor quando ele busca qualquer atendimento.

Especialista de arquitetura em TI e APIs

Conhece APIs e microsserviços como ninguém. O grande desafio das empresas é sair das grandes plataformas e partir para uma arquitetura disruptiva, que possa criar novos aplicativos, capazes de serem integrados com sistemas inteligentes.

Fonte: Computerworld
Autor: Rafael Cichini

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Conexões físicas dão solidez à nuvem

A continuidade dos negócios digitais depende de uma estrutura de cabeamento – seja cobre, seja fibra – que ofereça uma visão gerencial do que realmente está ativo e funcionando no data center

A despeito da imagem que transmite, a nuvem tem uma base sólida: equipamentos alojados em data centers instalados ao redor do mundo. O centro da nuvem é o data center e ele está em constante expansão. Nada acontecerá, no entanto, se, ainda na fase do projeto deste ambiente não for equacionado um elemento fundamental e nada abstrato: o cabeamento. Com mais de 1 exabyte de dados armazenados na nuvem, as conexões precisam ser de alta velocidade, confiáveis e fidedignas para permitir que os recursos computacionais sejam facilmente distribuídos. O conceito que rege essa infraestrutura é o de cabeamento estruturado inteligente e gerenciável. O protagonismo dessa tecnologia explica-se pela lógica de negócios. Sem a adoção da correta política de cabeamento, simplesmente não há como garantir que a nuvem ofereça uma User Experience (UX) de alto nível.

A continuidade dos negócios digitais depende de uma estrutura de cabeamento – seja cobre, seja fibra – que ofereça uma visão gerencialdo que realmente está ativo e funcionando no data center. É aqui que entram em cena soluções de cabeamento estruturado inteligentes com monitoramento proativo. Torna-se possível, por exemplo, ter visibilidade sobre fatores essenciais como o status de portas de equipamentos e conexões físicas.  Outro ganho concreto é a capacidade de ativação ou desativação remota de pontos de usuários. É comum, ainda, que as novas ofertas sejam adquiridas “As a Service”, sem que toda a infraestrutura de cabeamento existente tenha de ser substituída na sua totalidade. Trata-se de uma oferta mensalisada, que evita a necessidade de se investir capital na renovação desta estrutura.

Na era da computação em nuvem, a saída para as conexões de alta performance é a fibra óptica.

Estão surgindo fibras transportando terabits — um trilhão de bits — por segundo. Essa enorme quantidade de informação passa, à velocidade da luz, por um filamento de fibra com o diâmetro menor que um fio de cabelo humano. Sim, ainda há uma maioria de equipamentos no data center conectados por cabos de cobre. A tendência de substituição desses segmentos por fibra é, no entanto, irreversível. Há razões técnicas e de mercado para isso. Os cabos de cobre têm uma limitação de banda e de distância – o máximo que atingem é 40 Gigabits/segundo. A fibra óptica, por outro lado, atinge velocidades muito maiores.

A partir dos anos 2000 essa tecnologia evoluiu e surgiram as Fibras Multimodo OM2, OM3, OM4 – o mercado fala, agora, de fibras OM5 de Banda Larga. Essas tecnologias permitem transmissões 40G e 100G por apenas 1 par de fibras. A partir daí, potencializa-se a infraestrutura paralela e chega-se a transmissões de terabit em 400G de 4 pares. Outra modalidade desta oferta, a fibra óptica monomodo é para ser usada em grandes distâncias – suas vantagens com relação à largura de banda garantem maiores velocidades na transmissão de informações. Aos poucos, a fibra óptica OM4 tornou-se padrão nos backbones das principais empresas brasileiras.

Outro fator importante para a disseminação da fibra óptica é o custo, que caiu cerca de 60%.

O avanço da tecnologia e a disponibilidade cada vez maior de portas de equipamentos com taxas de transmissões mais altas fizeram com que os custos das fibras ópticas e seus componentes caíssem. Hoje, esse valor é mais baixo do que os desembolsos necessários para se trabalhar com cabos de cobre.

Isso aumentou a adesão do mercado a essa tecnologia. Mas, ainda assim, os cabos de cobre seguem ocupando seu próprio espaço. Enquanto os novos projetos de cabeamento de data center têm 80% compostos por soluções em fibra óptica e 20% de cabos de cobre, nos ambientes corporativos a proporção é o oposto disso: 80% de cabos de cobre e 20% de fibra óptica ou até maiores.

Na verdade, a tecnologia que vai aos poucos substituir os cabos de cobre não é a fibra óptica e sim a conexão WiFi. Caminhamos aceleradamente para um quadro em que o cabo de cobre será usado em poucas conexões: por exemplo, entre os equipamentos de transmissão (Servidores, Roteadores e Switches) e a antena Wi-Fi. Links wireless irão ocupar o espaço dos cabos de cobre na conexão entre os nós centrais e as estações de trabalho dos colaboradores.

Seja um cabeamento de fibra óptica, cobre ou antenas WiFi, a conexão tem de ser sólida para que a computação em nuvem também seja.

Dentro deste contexto, é fundamental selecionar parceiros de infraestrutura com longa quilometragem e bagagem técnica. Sai na frente o integrador de soluções que tenha um currículo de pelo menos 30.000 pontos físicos instalados. Ganha destaque, também, a empresa que trabalha com as principais marcas de cabeamento (tanto cobre como fibra óptica) – caso da Commscope, Furukawa, Nexans e Panduit. Outra credencial que não pode faltar é a apresentação de todos os treinamentos e certificações que se exige para projetar, implementar e gerenciar (manutenção) a infraestrutura com a máxima qualidade e agilidade.

A seleção deste fornecedor deve passar, também, por sua estratégia de atuação num país do tamanho do Brasil. Se a empresa de infraestrutura não contar com equipes próprias fora do eixo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, deve apresentar, em sua proposta, fornecedores locais de serviços igualmente treinados e certificados. Não deixe de exigir, também, ao final do projeto, certificados de garantia estendida sobre essa infraestrutura tão crítica.

Essa lista de exigências atesta o amadurecimento do mercado de serviços de infraestrutura – simplesmente não há mais lugar para a improvisação.

Em plena era da transformação digital, o profissional de infraestrutura tem de ter uma sólida formação e contar com metodologias específicas para acelerar, com a máxima qualidade e consistência, a fase de implementação do cabeamento. Sem a base correta – seja física, seja wireless – a economia digital não prospera.  

Fonte: CIO
Autor: Marcos Santos